O que é mielite transversa, sintomas, principais causas e como tratar

A mielite transversa, ou apenas mielite, é uma inflamação da medula espinhal que pode acontecer como consequência de infecção por vírus ou bactérias ou ser consequência de doenças…
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Ciência explica a importância do sono para a perda de peso

Quando uma pessoa decide que vai perder peso, o conselho já surge na ponta da língua. Afinal, é a boa e velha combinação entre dieta e exercícios físicos que faz alguém emagrecer com saúde.

Mas existe um terceiro ponto muito importante que não podemos esquecer no processo: uma boa noite de sono. Conforme apontou o site Science Alert, uma série de pesquisas têm ressaltado a importância de dormir bem para emagrecer.

O conselho para os adultos é dormir entre 7 e 9 horas por noite. Uma pesquisa de 2017 apontou que dormir menos que isso tem uma relação com maior acúmulo de gordura corporal e aumento do risco de obesidade.

Além disso, o estudo mostrou que dormir menos que o necessário pode sabotar as dietas que reduzem a ingestão de calorias.

Outra pesquisa, de 2010, indicou que dormir 5,5 horas por noite durante duas semanas em uma dieta restritiva em calorias trouxe menor perda de gordura. Isso em comparação a dormir 8,5 horas por noite. Além disso, gerou uma maior perda de massa magra (inclusive músculo).

Um terceiro estudo teve resultados similares quando a duração do sono teve uma redução de uma hora ao longo de cinco dias da semana, durante oito semanas.

Por que dormir menos afeta o peso?

Sonolenta

De acordo com o Science Alert, a resposta envolve mudanças hormonais e a seleção de alimentos. O sono afeta dois hormônios importantes em termos de apetite: a leptina e a grelina.

A leptina diminui o apetite, portanto, quando seus níveis estão altos, o corpo sente-se com saciedade. Por sua vez, a grelina pode estimular o apetite, já que é responsável pela sensação de fome.

Um estudo de 2004 apontou que a restrição do sono aumenta a grelina e reduz a leptina. Outra pesquisa do mesmo ano envolveu 1.024 adultos e observou igualmente que o sono curto teve uma ligação direta com maiores níveis de grelina e menores de leptina.

Essas mudanças nos níveis do hormônios podem deixar uma pessoa mais faminta e dificultar ainda mais seguir uma dieta com restrição de calorias. E pior ainda, há o risco da pessoa ficar mais propensa a comer em excesso, o que pode levar ao ganho de peso.

A escolha do que comer

Uma pesquisa de 2012 indicou que as áreas cerebrais de recompensa que respondem à comida são mais ativas após a pessoa dormir menos (seis noites com quatro horas de sono, cada). Isso em comparação a uma boa noite de sono (seis noites com nove horas de sono, cada).

Pode ser por isso que, após dormir mal, algumas pessoas fazem mais lanchinhos e costumam consumir itens doces e ricos em carboidratos.

Problemas com a insulina

Quando comemos, o corpo libera insulina para ajudar a lidar com o açúcar (glicose) no sangue. Porém, dormir mal prejudica a resposta do organismo à insulina, o que reduz a captação da glicose. Em longo prazo, isso pode levar à diabetes do tipo 2 e obesidade.

Uma pesquisa apontou que uma única noite com privação de sono (quatro horas de sono) foi o suficiente para prejudicar a resposta da insulina à ingestão de glicose. Isso em jovens adultos saudáveis.

Se pessoas que dormiram mal tendem a escolher comidas cheias de glicose, a dificuldade para processá-la, que o sono ruim traz, piora ainda mais as coisas.

O excesso de glicose que vem do seu consumo excessivo e da dificuldade do organismo para lidar com ela pode se converter em ácidos graxos. Assim, termina armazenado na forma de gordura, o que pode se acumular ao longo do tempo e resultar no ganho de peso.

Fontes e referências adicionais:

Você costuma ter boas noites de sono ou não tem conseguido dormir bem? Por isso, acredita pode estar tendo dificuldades para perder peso? Comente abaixo!

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Doença celíaca – O que é, sintomas e alimentos permitidos!

Confira o que é a doença celíaca e quais são os seus sintomas, além de descobrir os alimentos permitidos na dieta para celíacos.

A dificuldade em diagnosticar a doença celíaca pode trazer muitos prejuízos ao bem estar e saúde geral do paciente. Dentre os sintomas mais comuns, destacam-se a diarreia, a fadiga constante e a perda de peso.

Ao descobrir que tem doença celíaca, algumas pessoas têm muita dificuldade em adotar uma dieta sem glúten – que é atualmente o único tratamento eficaz para a doença. Às vezes, isso acontece porque elas nem sabem o que é o glúten e que alimentos podem ser ingeridos.

Outro problema é que ainda há uma certa confusão para diferenciar a doença celíaca da intolerância alimentar. De fato, os sintomas de intolerância ao glúten são muito parecidos com os sinais de doença celíaca.

No entanto, a grande diferença é que a doença celíaca pode ser considerada uma alergia alimentar, enquanto que a intolerância é uma sensibilidade maior ao alimento (chamada também de sensibilidade não-celíaca ao glúten), que pode ser contornada mais facilmente.

Doença celíaca – O que é

A doença celíaca é uma doença digestiva crônica decorrente de uma reação imune à gliadina, uma proteína de glúten encontrada em vários alimentos como trigo, cevada e centeio.

Trata-se de uma doença autoimune que torna a pessoa extremamente intolerante ao glúten.

Quando uma pessoa com doença celíaca come glúten, as células do sistema imunológico atacam o intestino delgado, causando problemas como inflamação crônica e destruição do revestimento interno do intestino delgado.

Tais danos podem causar outros problemas como a desnutrição causada pela má absorção de nutrientes, já que o intestino se torna incapaz de absorver os nutrientes da forma como deveria por causa da inflamação.

Não se sabe a causa da doença, mas há certos grupos de pessoas que têm uma maior chance de desenvolver a doença, como por exemplo:

  • Pessoas que têm outra doença autoimune como a diabetes do tipo 1, a artrite reumatoide ou doenças autoimunes que afetam o fígado ou a tireoide;
  • Um distúrbio genético como a síndrome de Down ou a síndrome de Turner;
  • Colite microscópica;
  • Um parente com a doença celíaca ou com dermatite herpetiforme.

Sintomas da doença celíaca

Esse distúrbio crônico pode ter sintomas leves ou graves que variam de acordo com o paciente. Há pessoas que têm a doença celíaca, mas que não demonstram nenhum sintoma. Já a maioria só apresenta os sintomas na vida adulta.

Os mais comuns são desconfortos gastrointestinais, como por exemplo:

  • Diarreia;
  • Inchaço abdominal;
  • Gases;
  • Prisão de ventre;
  • Fadiga;
  • Perda de peso;
  • Dor abdominal;
  • Náusea;
  • Vômito.
Entre outros sintomas adicionais, estão:
  • Dores nos ossos e nas articulações;
  • Fezes fétidas que podem ter gordura em excesso;
  • Sangue nas fezes ou na urina;
  • Dor de cabeça ou enxaqueca;
  • Formigamento nas pernas ou nos pés;
  • Fome persistente;
  • Problemas de infertilidade;
  • Irritabilidade, ataques de pânico e depressão;
  • Retenção de fluidos;
  • Facilidade de sofrer contusões e hemorragias nasais;
  • Anemia por deficiência de ferro;
  • Feridas na boca e descoloração dos dentes;
  • Perda de massa muscular;
  • Fraqueza ou cãibras musculares;
  • Desnutrição ou deficiências nutricionais de vitamina B12, vitamina D e vitamina K.

A doença celíaca também pode fazer com que algumas pessoas se tornem mais suscetíveis à dermatite herpetiforme. Além disso, órgãos como o intestino grosso podem ficar severamente danificados.

Estudos como o publicado em 2015 na revista científica JAMA Neurology indicam que pessoas com doença celíaca podem ter um risco mais alto de desenvolver neuropatia.

Fatores como o estresse e a ansiedade também contribuem para o aparecimento dos sintomas. Além disso, outros fatores que podem afetar a intensidade, a gravidade e o tipo de sintoma incluem:

  • Quantidade de glúten consumida;
  • Idade em que o indivíduo começou a comer glúten;
  • Nível de dano no intestino delgado;
  • Período de tempo em que a pessoa foi amamentada quando bebê, pois os dados mostram que os sintomas aparecem mais tarde em quem foi amamentado por mais tempo.

Em bebês e crianças, os sintomas mais visíveis são a diarreia, a irritabilidade e o atraso no crescimento. Além disso, outros problemas que podem ser facilmente detectados pelos pais são a perda de peso inexplicável, os danos no esmalte dos dentes e a puberdade tardia.

Exames

É importante diagnosticar e tratar a doença celíaca não só para evitar todos os sintomas digestivos desagradáveis, como também para evitar as complicações de saúde que podem incluir:

  • desnutrição;
  • enfraquecimento dos ossos;
  • danos aos órgãos que compõem o sistema digestivo;
  • infertilidade;
  • intolerância à lactose;
  • doenças que afetam o sistema nervoso e alguns tipos de câncer que atingem o intestino.

Para tal diagnóstico, pode ser preciso fazer alguns exames além da análise dos sintomas. Os exames devem ser feitos antes de iniciar uma dieta livre de glúten porque a eliminação do glúten antes da realização dos testes pode interferir nos resultados.

Exame de sangue sorológico

O teste sorológico tTG-IgA serve para buscar anticorpos no sangue que podem auxiliar na identificação da doença.

Níveis altos de alguns anticorpos que reagem com a proteína do glúten podem indicar uma reação imune ao glúten, como os anticorpos antiendomisiais e antitransglutaminase tecidual, por exemplo.

Exame de sangue genético

O teste genético identifica antígenos leucocitários humanos (HLA-DQ2 e HLA-DQ8). A identificação desses genes ajuda no diagnóstico porque caso você não os tenha, é improvável que você tenha a doença celíaca.

Além do exame de sangue, também pode ser feito um teste de saliva. Caso os genes sejam identificados, é preciso fazer uma endoscopia para confirmar a doença.

Endoscopia

Caso os exames anteriores mostrem resultados positivos, o próximo passo é a endoscopia. Um tubo muito fino com uma câmera acoplada é inserido no corpo para que o médico visualize as condições do intestino delgado e identifique possíveis danos intestinais.

Biópsia

A biópsia do intestino pode ser feita por meio da endoscopia. Basta remover uma amostra do tecido do revestimento intestinal durante o exame para análise posterior em laboratório.

Alimentos permitidos na doença celíaca

Uma dieta sem glúten é a única forma de lidar com a doença celíaca, já que ela não tem cura e não existem medicamentos para controlar a doença.

Pesquisadores estão estudando medicamentos que possam atuar diretamente no intestino e no sistema imunológico além de vacinas para tratar a doença, mas até agora não há nenhum tratamento disponível além dos ajustes na dieta.

Os alimentos considerados seguros para doentes celíacos são:

  • Cereais como o milho, o sorgo, o arroz, a aveia e o teff, por exemplo;
  • Não cereais como o amaranto, a quinoa, o trigo sarraceno, por exemplo;
  • Batatas;
  • Farinhas de batata, milho, grão de bico, soja, amêndoa, tapioca e coco;
  • Ovos;
  • Nozes;
  • Sementes;
  • Óleos vegetais;
  • Manteiga;
  • Carnes não processadas;
  • Peixes;
  • Ervas e especiarias;
  • Bebidas em geral – exceto cerveja com glúten;
  • Laticínios simples sem adição de sabor;
  • Bananas;
  • Tapioca;
  • Grão de bico;
  • Frutas, legumes e verduras.

A forma mais fácil de ficar longe do glúten é evitando os alimentos processados e focando na ingestão de alimentos naturais.

Ao seguir uma dieta livre de glúten, o intestino normalmente se recupera dos danos sem a necessidade de nenhum tratamento. Os sintomas também desaparecem com o passar do tempo.

Possíveis complicações

Continuar consumindo glúten mesmo depois de obter o diagnóstico de doença celíaca pode afetar muito a sua qualidade de vida. Além disso, pode elevar o risco de complicações e condições sérias de saúde.

Algumas delas são:

  • Perda de cabelo;
  • Anemia;
  • Ulceras no intestino delgado;
  • Osteoporose;
  • Má absorção de nutrientes;
  • Certos tipos de câncer como o linfoma intestinal e o adenocarcinoma do intestino delgado, da faringe e do esôfago, por exemplo.

Uma complicação rara inclui a doença refratária, que ocorre quando medidas não são tomadas para controlar a doença celíaca. Na doença refratária, a doença celíaca está presente há tanto tempo que os intestinos não são capazes de se curar apenas com mudanças na dieta.

Em casos como esses, é preciso intervir com medicamentos como corticosteroides ou imunossupressores para tentar evitar mais danos intestinais.

Há também a doença celíaca não responsiva, condição em que a pessoa não melhora mesmo seguindo uma dieta sem glúten. Geralmente, isso acontece quando há resquícios de glúten na dieta ou quando nem todo o glúten foi removido da dieta.

Nessa situação, um nutricionista pode ajudar a identificar as falhas na dieta para eliminar toda e qualquer fonte de glúten na alimentação.

Dicas para evitar o glúten

Para evitar todas as complicações e desconfortos que ter a doença celíaca pode trazer, é importante evitar ao máximo a ingestão de glúten através dos alimentos.

Sempre observe atentamente os rótulos dos alimentos que você costuma comprar para ter certeza de que eles são livres de glúten e dê atenção as dicas abaixo:

Alimentos para evitar na doença celíaca

Pão com glúten

Em geral, os alimentos e bebidas que devem ser evitados sempre por um doente celíaco são:

  • Cerveja e qualquer bebida alcoólica feita à base de grãos;
  • Aveia;
  • Trigo;
  • Centeio;
  • Bulgur;
  • Cevada;
  • Farinha enriquecida;
  • Pães e massas em geral;
  • Bolachas, biscoitos e bolos;
  • Cereais.

Alguns dos produtos citados acima como bolos e pães até podem ser consumidos, mas desde que você tenha certeza de que eles foram preparados sem glúten.

A aveia também é um motivo de confusão para quem segue uma dieta livre de glúten porque ela não contém glúten, mas pode estar contaminada com trigo.

Isso acontece porque geralmente os equipamentos que processam o trigo são os mesmos que processam a aveia. Por isso, podem haver resquícios de trigo (e glúten) em alguns tipos de aveia, no que chamamos de contaminação cruzada.

Processados em geral podem conter glúten e também precisam ser evitados, como por exemplo:

  • Molho de soja;
  • Molhos para salada;
  • Sopas enlatadas;
  • Ketchup e mostarda;
  • Temperos;
  • Barra de chocolate;
  • Sorvete;
  • Carnes processadas ou enlatadas.

Vale lembrar também que algumas pessoas com doença celíaca podem apresentar intolerância à lactose. Se esse for seu caso, evite também o leite e os produtos lácteos em geral. Confira também uma lista de alimentos com glúten ainda mais completa.

Importante

Embora a dieta sem glúten tenha se tornado popular nos últimos anos, especialistas do Instituto Nacional dos EUA de Diabetes e Doenças Renais e Digestivas afirmam que não há nenhum dado que confirme que as pessoas que não têm doença celíaca devam seguir uma dieta livre de glúten em busca de perda de peso ou melhoria na saúde.

Até porque seguir uma dieta sem glúten sem a orientação nutricional adequada pode causar graves deficiências nutricionais.

Uso de suplementos

Quem sofre com a doença celíaca pode precisar usar suplementos vitamínicos e minerais para evitar deficiências nutricionais desencadeadas pela restrição alimentar.

O ideal é realizar exames periodicamente e conversar com um nutricionista para que ele ajuste a sua alimentação e indique multivitamínicos ou suplementos específicos que seu corpo precisa.

Mas atenção, pois suplementos como vitaminas podem conter glúten em sua composição e é preciso estar sempre atento.

Nem mesmo os medicamentos estão livres do glúten e é preciso notificar todos os seus médicos na hora de qualquer consulta sobre a sua doença celíaca para que ele tome cuidado extra na hora de te receitar um medicamento.

Hora de procurar ajuda médica

Se você sente muitos desconfortos digestivos e nunca conseguiu identificar a causa, considere a doença celíaca e leve essa hipótese para discussão com o seu médico.

Limitar o consumo de glúten na dieta é super importante para se sentir melhor e evitar danos intestinais e outras complicações de saúde. Mas nem sempre é fácil diagnosticar a doença celíaca e por isso é crucial procurar um bom médico para verificar se seus sintomas e exames condizem com a doença.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia a doença celíaca? Já foi diagnosticado com ela ou conhece alguém que tenha? Comente abaixo!

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Alimentos que fazem mal para os rins

Conheça quais são os alimentos que fazem mal para os rins e evite-os na dieta, principalmente se você já tem o histórico de problemas renais.

A sua dieta, ou seja, tudo aquilo que você come, afeta a saúde dos seus rins, principalmente se você sofre com alguma condição renal.

Os rins realizam muitas funções importantes. Por exemplo, eles regulam a quantidade de líquido em seu organismo, ajudam a controlar a pressão arterial, filtram os minerais e proteínas do sangue, removem os resíduos através da urina e são responsáveis pela produção de hormônios.

Rins com problemas podem realizar um trabalho ruim ao filtrar o sangue, fazendo com que os minerais e proteínas se acumulem em seu organismo.

Alimentos que fazem mal para os rins: ajude a evitar as doenças renais!

Existem muitos fatores de risco para as doenças renais. Os mais comuns são diabetes descontrolado e pressão alta, bem como doenças cardíacas, alcoolismo, infecção por HIV e alcoolismo.

Portanto, mudar a sua dieta, evitando ou limitando certos alimentos, pode ajudar a proteger e a diminuir o acúmulo de resíduos no sangue, melhorar a função renal e reduzir vários outros danos.

Uma dieta amiga dos rins limita os alimentos que contêm grandes quantidades de proteínas, gordura saturada e certos minerais como potássio, sódio e fósforo.

Por isso, conheça os alimentos que fazem mal para os rins para que você possa evitar no dia a dia em excesso na sua dieta e consiga prevenir doenças renais.

1. Arroz integral

O arroz integral é um cereal que tem um teor mais elevado de potássio e fósforo em comparação com o arroz branco. Uma xícara de arroz integral cozido contém 154 mg de potássio e 150 mg de fósforo.

A mesma medida de arroz branco cozido contém apenas 54 mg de potássio e 69 mg de fósforo.

Em uma dieta para doenças renais, você pode adotar o arroz integral, mas isso só é possível se a porção for controlada e equilibrada com outros alimentos a fim de evitar a ingestão diária elevada de fósforo e potássio.

2. Pão integral

Escolher o pão ideal para pessoas com doença renal pode ser um pouco complicado, já que as opções integrais são geralmente as mais recomendadas, principalmente quando comparadas ao pão de farinha branca refinada.

Embora esse alimento possa ser uma escolha mais nutritiva, principalmente devido ao seu maior teor de fibras, assim como o arroz, o pão integral possui um alto teor de potássio e fósforo.

Apenas 30 gramas de pão integral contêm 69 mg de potássio e 57 mg de fósforo, enquanto que o pão branco contém apenas 28 mg de fósforo e potássio.

Também é importante notar que a maioria dos pães, independentemente de serem integrais ou brancos, contêm quantidades relativamente altas de sódio. Por isso, nunca deixe de comparar os rótulos nutricionais de vários tipos de pão, escolher a opção com menor teor de sódio.

3. Beterraba, acelga e espinafre

Esses vegetais de folhas verdes contêm grandes quantidades de nutrientes e minerais, incluindo o potássio. Quando consumidos crus, a quantidade de potássio varia de 140 mg a 290 mg por xícara. Embora quando cozidos eles diminuam em tamanho, o teor de potássio permanece o mesmo.

Por exemplo, meia xícara de espinafre cru encolherá para cerca de 1 colher de sopa quando cozido. Ou seja, comer meia xícara de espinafre cozido irá lhe proporcionar uma quantidade muito maior de potássio do que meia xícara do mesmo alimento cru.

Por isso, o ideal é controlar e evitar o excesso da ingestão desses alimentos.

4. Bananas

Banana

As bananas são frutas muito conhecidas devido ao seu alto teor de potássio, o que é verdade, já que uma banana média contém cerca de 422 mg de potássio.

Muitas outras frutas tropicais também têm um alto teor de potássio. O abacaxi, por exemplo, contém substancialmente menos potássio do que outras frutas tropicais e pode ser uma boa alternativa para quem tem doença renal.

5. Carnes processadas

As carnes processadas são alimentos que fazem mal para os rins e que têm sido associados a muitas doenças crônicas. Além disso, não são considerados saudáveis devido à grande quantidade de sal e conservantes adicionados.

Alguns exemplos de carnes processadas são carne seca, calabresa, salsicha, presunto, linguiça e bacon.

Além disso, as carnes processadas são ricas em proteínas. Como dito anteriormente, pessoas com doenças nos rins devem limitar o consumo de proteínas. Sendo assim, a melhor opção é evitar esses alimentos que fazem mal para os rins.

6. Damascos

Os damascos são ricos em vitamina A, vitamina C e fibras, mas também são ricos em potássio. Apenas uma xícara de damascos frescos fornece 427 mg de potássio, enquanto os damascos secos contêm ainda, já que uma xícara fornece mais de 1.500 mg de potássio.

Isso significa 75% dos 2.000 mg de potássio que podem ser consumidos diariamente.

7. Laranjas e sucos de laranja

Embora tanto as laranjas como o suco de laranja sejam alimentos ricos em vitamina C, eles também são ricos em potássio. Uma laranja grande de 184 gramas fornece 333 mg de potássio, e um copo de 236 ml de suco de laranja contém cerca de 473 mg de potássio.

Dado o seu teor de potássio, as laranjas, bem como o seu suco, são alimentos que fazem mal para os rins e precisam ser evitados ou limitados nesse tipo de dieta.

Sucos de uvas e maçãs são bons substitutos para o suco de laranja, já que possuem um teor menor de potássio.

8. Tâmara, uva-passa e ameixa

Tâmaras, uvas-passas e ameixas são frutas secas bastante comuns. Por serem secas, todos os seus nutrientes são concentrados, incluindo o potássio.

Por exemplo, uma xícara de ameixas fornece 1.274 mg de potássio, o que é quase cinco vezes a quantidade de potássio encontrada em uma xícara deste mesmo alimento sem ser seco. Apenas dez uvas-passas fornecem 30 mg de potássio.

Portanto, é melhor deixá-las de lado em uma dieta renal para garantir que seus níveis permaneçam saudáveis.

9. Refeições instantâneas, semi-prontas e embaladas

Os alimentos processados tendem a ser ricos em sódio, e os alimentos instantâneos, semi-prontos e embalados são geralmente os mais processados. Portanto, consequentemente, são os que contêm um maior teor de sódio.

Refeições de micro-ondas, pizzas congeladas e macarrão instantâneo, por exemplo, além de ricos em sódio, são pobres em nutrientes, e por isso, são alimentos que fazem mal para os rins e devem ser evitados.

10. Abacates

Os abacates são muitas vezes elogiados devido às suas qualidades nutritivas. Por exemplo, suas fibras, gorduras e antioxidantes são saudáveis para o coração.

No entanto, pessoas com doenças renais devem evitá-los, pois trata-se de uma fonte muito rica de potássio. Apenas uma xícara de 150 gramas desta fruta fornece 490 mg de potássio, praticamente a quantidade de potássio presente em uma banana média.

11. Salgadinhos, biscoitos e bolachas

Salgadinhos chips

Salgadinhos e biscoitos tendem a ser alimentos pobres em nutrientes e com um teor de sal relativamente alto. Além disso, é muito fácil extrapolar e acabar comendo mais do que o tamanho da porção recomendada desses alimentos, o que leva a um consumo de sal ainda maior.

No caso dos salgadinhos de batata, além de serem ricos em sal e pobres em nutrientes, também contêm uma quantidade significativa de potássio.

12. Tomates

Os tomates são outras frutas que estão na lista dos alimentos que fazem mal para os rins porque são ricos em potássio. Apenas uma xícara de molho de tomate pode conter mais de 800 mg do mineral.

13. Alimentos enlatados

Enlatados

Os alimentos enlatados, como sopas, molhos, legumes e feijão, são muito populares devido ao baixo custo e conveniência. Porém, a maioria desses alimentos contém quantidades elevadas de sódio, já que o sal é adicionado como conservante para aumentar a vida útil.

Por causa dessa grande quantidade de sódio, muitas vezes é recomendado que as pessoas com doença renal evitem ou limitem o consumo dos alimentos enlatados.

Sendo assim, a melhor opção é sempre aqueles produtos com baixo teor de sódio ou que são rotulados como “sem adição de sal”. Além disso, enxaguar os alimentos enlatados pode reduzir de 33% a 80% do teor de sódio, dependendo do produto.

14. Picles e azeitonas em conserva ou salmoura

Azeitonas processadas, picles e condimentos são todos alimentos em conserva ou curados. Por isso, normalmente são adicionadas grandes quantidades de sal. Por exemplo, um pedaço de picles em conserva pode conter mais de 300mg de sódio.

Já as azeitonas em conserva ou em salmoura tendem a passar por esses processos para ficarem mais salgadas e menos amargas. Cinco azeitonas verdes em conserva fornecem cerca de 195 mg de sódio, o que é uma quantidade diária significativa para apenas uma pequena porção.

Algumas marcas já reduziram as quantidades de sódio nesses alimentos. No entanto, mesmo as opções com o teor de sódio reduzido ainda podem ser ricas em sódio. A melhor opção é controlar as porções.

15. Batatas e batata-doce

Tanto as batatas como as batatas-doces são alimentos ricos em potássio. Uma batata média cozida com 156 gramas contém 610 mg de potássio, e uma batata-doce de tamanho médio cozida de 114 gramas contém 541 mg de potássio.

Assim como outros alimentos que fazem mal para os rins, ambos os tipos de batatas podem ser enxaguados para reduzir a quantidade de potássio. Você também pode cortá-las em pedaços pequenos e finos e cozinhá-las por pelo menos 10 minutos para reduzir o teor em cerca de 50%.

Mergulhar as batatas em um recipiente grande com água por pelo menos quatro horas antes de cozinhar faz com que a quantidade de potássio reduza ainda mais, mas isso não significa que todo potássio foi embora.

Mesmo seguindo todos esses passos, as batatas ainda podem ter quantidades consideráveis do mineral. Por isso, o ideal é que, mesmo fazendo isso, controle o tamanho e a quantidade das porções para manter os níveis de potássio sob controle.

16. Laticínios

Os produtos lácteos são ricos em vários nutrientes e vitaminas, porém, também são uma fonte natural de potássio e fósforo, e uma boa fonte de proteína.

Uma xícara de leite integral fornece 222 mg de fósforo e 349 mg de potássio. Por isso, o consumo em excesso de laticínios junto a outros alimentos ricos em fósforo pode ser prejudicial para a saúde óssea das pessoas que sofrem com doença renal.

Isso que pode parecer surpreendente, já que recomenda-se o consumo desses alimentos com frequência por ajudarem as pessoas a terem ossos fortes e uma boa saúde muscular.

No entanto, quando os rins estão danificados, o consumo de fósforo em excesso pode causar o acúmulo deste mineral no sangue, o que pode tornar os ossos mais fracos e finos ao longo do tempo e aumentar o risco de fratura óssea.

Os laticínios também são ricos em proteínas. Apenas uma xícara de leite integral fornece cerca de 8 gramas de proteínas. Se você quer evitar o acúmulo de proteína no sangue, deverá evitar esses produtos.

Há várias alternativas no mercado para o leite de vaca, como o leite de arroz não enriquecido e o leite de amêndoas, que são muito mais pobres em fósforo, potássio e proteína em comparação ao leite de vaca.

17. Refrigerantes tipo cola

Além da grande quantidade de calorias e açúcar que os refrigerantes oferecem, os do tipo cola, bem como aqueles de coloração escura, contêm aditivos que contêm fósforo.

Muitos fabricantes de refrigerantes adicionam o fósforo durante o processamento da bebida para melhorar o sabor, prolongar a duração e evitar a descoloração, e com isso costumam estar entre os alimentos que fazem mal para os rins.

Este fósforo adicionado é muito mais absorvível pelo corpo humano do que o fósforo natural seja ele vegetal ou animal, pois ao contrário do natural, o fósforo na forma de aditivo não está ligado à proteína, pelo contrário, é encontrado sob a forma de sal e é altamente absorvível pelo trato intestinal.

Embora o teor de fósforo aditivo varie dependendo do tipo de cola, acredita-se que a maioria contenha entre 50 a 100 mg em uma porção de 200 ml.

Como resultado, esses refrigerantes, especialmente os de cores escuras, devem ser evitados em uma dieta renal.

Não se esqueça

O ideal é que uma pessoa que sofre com doença renal reduza o consumo de sódio, potássio e fósforo. Por isso, a recomendação é que evite ou limite o consumo dos alimentos que fazem mal para os rins.

Lembre-se de que restrições de dieta e recomendações de ingestão de nutrientes variam de acordo com a gravidade do problema renal. Por isso, converse com o seu médico e um nutricionista para criarem uma dieta específica para as suas necessidades!

Você já conhecia os alimentos que fazem mal para os rins? Pretende excluir alguns da sua dieta? Comente abaixo!

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Sintomas de TPM masculina, principal causa e o que fazer

A TPM masculina, também conhecida como síndrome do homem irritável ou síndrome da irritação masculina, é uma situação em que os níveis de testosterona no homem diminuem,…
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Como aumentar a testosterona na mulher e como saber se está baixa

A testosterona baixa na mulher pode ser notada através do aparecimento de alguns sinais, como desinteresse sexual, diminuição da massa muscular, ganho de peso e diminuição da sensação de…
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Tipos de lúpus e suas diferenças

Conheça os diferentes tipos de lúpus, quais são os órgãos que podem atingir, veja suas especificidades e diferenças e os tipos de tratamento.

Lúpus é uma doença autoimune que deve ser controlada com tratamentos específicos para que seus sintomas sejam amenizados, uma vez que diversos órgãos e tecidos podem ser prejudicados pela doença.

Entre eles, estão os rins, o cérebro, os vasos sanguíneos, os pulmões e o coração. Além disso, outros problemas que podem ser acarretados pelo lúpus incluem infecções, necrose avascular, complicações gestacionais e até mesmo câncer.

Tipos de lúpus

Lúpus eritematoso

1. Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)

O lúpus eritematoso sistêmico é a forma de mais comum de manifestação de lúpus. A doença é caracterizada como sistêmica pois pode afetar muitas partes ou sistemas do corpo.

Os sintomas do LES podem ter o grau de gravidade variado. Integram o grupo de riscos mulheres caucasianas com idade entre 15 e 45 anos.

A principal característica dessa e outras doenças autoimunes é o fato de o próprio sistema imunológico atacar as células saudáveis, por confundi-las com corpos estranhos e nocivos à sua saúde.

O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença autoimune identificada como crônica por ter fases de agravamento dos sintomas que se alternam com períodos de sintomas leves ou até mesmo de inibição dos sintomas.

Com o tratamento adequado, é possível, via de regra, viver normalmente.

Alguns dos sintomas da doença, que permitem identificar a presença de LES, são:

  • Fadiga severa;
  • Dor nas articulações;
  • Inchaço nas articulações;
  • Dores de cabeça;
  • Erupção cutânea nas bochechas e nariz;
  • Perda de cabelo;
  • Anemia;
  • Problemas de coagulação sanguínea;
  • Dedos brancos ou azulados e formigando durante o frio, fenômeno conhecido como Raynaud.

Outros sintomas dependem da parte do corpo que a doença está atacando, como o trato digestivo, o coração ou até mesmo a pele.

2. Lúpus Eritematoso Cutâneo

Também conhecido como lúpus da pele, o lúpus eritematoso cutâneo atinge a pele, podendo causar erupções cutâneas e algumas outras lesões que podem ser permanentes ou não, como cicatrizes.

Essas feridas se manifestam sobretudo nas regiões expostas ao sol, como face, ombros e couro cabeludo e podem ser bastante dolorosas.

Na esteira do lúpus cutâneo, a doença se subdivide em 3 tipos de lúpus:

Lúpus cutâneo agudo

Caracterizado principalmente pelo aparecimento de erupções cutâneas, sobretudo nas bochechas e no nariz. Essa variedade pode se manifestar de maneira isolada ou como uma resposta ao lúpus sistêmico.

A denominação aguda está relacionada ao período de permanência dos sintomas e à possibilidade de deixarem ou não marcas permanentes na pele.

Lúpus cutâneo subagudo

Esse tipo de lúpus cutâneo causa a formação de erupções cutâneas avermelhadas, elevadas e escamosas pelo corpo, que podem evoluir para lesões anelares ou placas semelhantes à psoríase.

Nesse caso, normalmente não há a formação de cicatrizes permanentes e a maior recorrência é em locais exposto à luz solar, como ombros, dorso das mãos, braços e antebraço.

Lúpus cutâneo crônico

A versão crônica do lúpus cutâneo causa erupções de tonalidade roxa ou vermelha na pele. Além disso, outros sintomas possíveis são a descoloração da pele, formação de cicatrizes e perda de cabelo. É possível encontrar essa doença denominada como lúpus discoide.

Embora o lúpus cutâneo agudo esteja frequentemente associado à doença sistêmica, o lúpus cutâneo subagudo e crônico normalmente ocorre apenas na pele. Nesses tipos de lúpus, é mais comum a lesão em forma de placas eritematosas, com bordas bem delimitadas e descamação na superfície.

3. Lúpus induzido por drogas

O lúpus induzido por drogas ocorre, como o nome sugere, devido a certas substâncias presentes em alguns medicamentos, que são capazes de promover inflamações.

Os sintomas dessa variedade da doença são semelhantes aos sintomas do LES. No entanto, nesse caso, a doença e seus sintomas devem desaparecer com o fim do uso da substância.

Os dois medicamentos que são mais frequentemente associados ao lúpus induzido por drogas são a procainamida, um remédio utilizado no tratamento de arritmia cardíaca, e a hidralazina, um medicamento vasodilatador utilizado para conter a hipertensão.

No entanto, se você faz uso desses medicamentos, não quer dizer, necessariamente, que vá desenvolver lúpus.

Os sintomas são semelhantes aos do LES e incluem dores musculares e articulares, fadiga e erupção cutânea. No entanto, eles tendem a ser mais leves e geralmente não afetam os principais órgãos. Além disso, essa é uma condição reversível.

4. Lúpus Neonatal

O lúpus neonatal afeta recém-nascidos e é uma doença considerada extremamente rara. A doença ocorre a partir da transmissão de anticorpos passivos da mãe lúpus ao filho. Portanto, para que a doença se manifeste, não é necessário que a mãe seja portadora da doença.

Ao nascer, o bebê acometido por esse tipo de lúpus pode apresentar erupções cutâneas, problemas hepáticos e até mesmo baixa contagem de células de sangue.

No entanto, essa doença tende a desaparecer com o tempo, normalmente em poucos meses, e não influencia nas chances de o bebê desenvolver lúpus eritematoso na idade adulta.

Como os diferentes tipos de lúpus são diagnosticados?

Ao reportar ao seu médico os sintomas, ele irá pedir alguns exames que permitirão informar o diagnóstico. Quanto mais cedo você for diagnosticado, mais cedo iniciará os protocolos de tratamento e, portanto, melhor será sua qualidade de vida.

Como não há um exame próprio para testagem dos diversos tipos de lúpus, o médico pode pedir alguns exames como contagem sanguínea, exame de urina e radiografia ou tomografia.

Além disso, ele também poderá solicitar o Painel de Anticorpos Paraneoplásicos, exame utilizado para análise sanguínea que visa avaliar os anticorpos do complexo histona-DNA.

A presença desses anticorpos sugere um diagnóstico de lúpus induzido por drogas. No entanto, algumas pessoas que têm lúpus devido à quinidina ou hidralazina podem testar negativo.

Se o paciente apresentar erupções cutâneas, o médico poderá coletar uma amostra de tecido para biópsia e confirmar o diagnóstico de lúpus.

Já o tratamento do lúpus é feito, via de regra, com medicamentos anti-inflamatórios, corticoide de uso tópico, drogas antimaláricas como o hidroxicloriquina e administração severa e constante de protetor solar.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já recebeu o diagnóstico de algum desses tipos de lúpus? Que sintomas sentiu e qual foi o tratamento passado pelo médico? Comente abaixo!

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