5 Receitas de Chá Expectorante Caseiro que Funcionam

Um bom chá expectorante caseiro pode promover a secreção ou expulsão de muco do trato respiratório, o que pode ser útil em casos de tosse com escarro. Enquanto algumas pessoas usam os medicamentos expectorantes tradicionais, outras preferem aderir às receitas de chá expectorante.

E são justamente algumas delas que vamos conhecer no artigo de hoje. Fique por aqui e aprenda mais a respeito dessas versões alternativas e caseiras de remédios para tosse.

Sobre o chá expectorante caseiro e os cuidados necessários

Um expectorante ajuda a soltar o muco, de modo que ele possa ser eliminado por meio da tosse. Entretanto, um expectorante não trata a infecção responsável por causar os sintomas, ele apenas pode auxiliar a pessoa a sentir-se um pouco melhor enquanto não sara por completo, alertou a publicação.

Portanto, quem procura um chá expectorante caseiro por sofrer com o acúmulo de muco há certo tempo ou perceber que o sintoma não melhorou, notar que ele piorou e/ou verificar a presença de outros sintomas, mesmo com o uso do remedinho caseiro, deverá procurar o médico rapidamente para verificar se isso não é sinal de uma doença mais séria que requer um tratamento mais abrangente para evitar complicações.

Para aqueles que já sabem que têm uma doença respiratória é essencial consultar o médico para verificar se o chá que se deseja testar como expectorante não pode ser contraindicado para o seu caso.

A mesma recomendação deve ser seguida por aqueles que fazem uso de algum medicamento, suplemento ou outro produto à base de planta, incluindo os remédios de venda livre usados tradicionalmente para tratar a tosse. Isso porque mesmo os produtos naturais como as chás podem interagir com remédios, suplementos e outras plantas de modo prejudicial ou perigoso ao organismo. Ler as bulas na íntegra é outra ferramenta essencial neste sentido.

Como alguns chás também podem trazer efeitos colaterais, quem passar mal por conta do uso de um chá expectorante caseiro deverá procurar rapidamente o auxílio médico, mesmo que não imagine se tratar de uma reação tão grave assim. Tal cuidado é importante para verificar a real seriedade do sintoma, receber o tratamento necessário e saber se pode continuar a usar a bebida ou não.

Porém, melhor do que isso é se prevenir de antemão e, mesmo que não sofra com uma doença respiratória, consultar o médico antes de usar um chá expectorante caseiro para saber se ele é realmente indicado, se não pode fazer mal e em que quantidade diária e por quanto tempo no máximo a bebida pode ser usada com segurança. É preciso ter em mente que nem todos os tipos de tosse podem responder bem ao uso de um mesmo remedinho caseiro.

Essa consulta prévia ao médico é recomendada a todos, porém, especialmente importante em casos de crianças, adolescentes, mulheres grávidas, mulheres que amamentam, adolescentes, idosos e pessoas que sofrem com uma doença ou condição específica de saúde (ainda que não seja um problema que atinge o trato respiratório).

5 receitas de chá expectorante caseiro

1. Chá de hortelã-pimenta (Mentha piperita)

Acredita-se que um composto encontrado na hortelã-pimenta – o mentol – possa auxiliar a afinar o muco e a soltar o catarro. Por outro lado, o WebMD apontou que as evidências a respeito da efetividade e do uso da planta para a tosse e os sintomas do resfriado são classificadas como insuficientes.

Além disso, vale registrar que a hortelã-pimenta pode provocar reações adversas como náusea, azia, boca seca e vômito, alertou a publicação. Outros efeitos colaterais como reações alérgicas na pele (coceira, ardor, vermelhidão, urticária) e irritação das mucosas estomacais (dor de estômago, enjoo, sensação de barriga inchada, má digestão) também já foram associadas à planta, pontuou o site Tua Saúde.

Recomenda-se ainda que as gestantes e as mulheres que amamentam não usem a hortelã-pimenta em quantidades elevadas, acrescentou o WebMD.

Receita de chá de hortelã-pimenta

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de folhas de hortelã-pimenta secas e picadas;
  • 1 xícara de água fervente.

Modo de preparo:

1 – Acomodar as folhas da planta em outra xícara. Despejar a água fervente por cima das folhas;

2 – Tampar e deixar descansar ao longo de 10 minutos. Então, coar e servir-se imediatamente.

2. Chá de raiz de alcaçuz (Glycyrrhiza glabra)

Segundo a doutora em microbiologia e genética molecular Jill Seladi-Schulman, um estudo de 2017, de autoria de pesquisadores da China, apontou que o alcaçuz possui compostos que podem atuar como expectorantes, podendo ajudar a soltar o muco.

“As mulheres grávidas devem evitar usar a raiz de alcaçuz. Além disso, tenha em mente que consumir quantidades elevadas da raiz de alcaçuz podem causar pressão alta (em nível perigoso) ou quedas nos níveis de potássio”, advertiu a doutora em microbiologia e genética molecular.

O uso do alcaçuz diariamente ao longo de diversas semanas também pode causar fraqueza, paralisia e, ocasionalmente, dano cerebral, apontou o site WebMD, que informou que os efeitos colaterais já podem ser observados com o uso de apenas cinco gramas da erva, quando se trata de pessoas que consomem muito sal ou sofrem com doença cardíaca, doença renal ou pressão alta.

Reações adversas como cansaço, ausência de período menstrual, dor de cabeça, retenção de líquido, retenção de sódio e redução do interesse sexual nos homens já foram associadas ao alcaçuz, completou a publicação.

As mulheres que amamentam não são aconselhadas a usar o alcaçuz, que também não é indicado para quem sofre com doenças sensíveis a hormônio como câncer de mama, câncer no útero, câncer no ovário, endometriose e miomas uterinos e hipertonia (doença muscular causada por problemas nervosos), avisou o WebMD. O uso da erva deve ser interrompido pelo menos duas semanas antes da data marcada para uma cirurgia, acrescentou a publicação.

Receita de chá de raiz de alcaçuz

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de raiz de alcaçuz;
  • 1 ½ litros de água.

Modo de preparo:

1 – Despejar a água em uma panela e levar ao fogo para ferver;

2 – Desligar o fogo, adicionar o alcaçuz, tampar e deixar abafar por 10 minutos;

3 – Então, coar e servir-se imediatamente – não tomar todo o chá de uma vez, pois muito alcaçuz faz mal, como acabamos de aprender.

Alertamos que o uso do alcaçuz deve ser feito sob a prescrição médica.

3. Chá de canela

A nutróloga Andreia Guarnieri explicou que a especiaria é classificada como um remédio interessante para a tosse porque além de ter uma ação expectorante nas mucosas, apresenta um efeito secante.

Entretanto, é importante saber que a canela também exige os seus cuidados: o ingrediente não pode ser utilizado por mulheres grávidas, pessoas que sofrem com úlceras intestinais ou gástricas, além de não ser considerada muito adequada para os bebês.

Para as mulheres que amamentam e os pacientes diagnosticados com hipertensão, diabetes do tipo 1, problemas circulatórios ou hepáticos (no fígado) é fundamental consultar o médico antes de usar a especiaria.

Ela pode provocar efeitos colaterais como alergias e irritação na pele. Em pessoas saudáveis, o consumo em excesso do ingrediente – acima de seis gramas – pode resultar em problemas como intoxicação, irritação das mucosas, irritação do intestino, alteração nos batimentos cardíacos, úlcera, diarreia e cãibras musculares.

Receita de chá de canela

Ingredientes:

  • 1 canela em pau;
  • 1 xícara de água fervente.

Modo de preparo:

1 – Adicionar a canela na xícara de água fervente;

2 – Tampar e deixar repousar ao longo de 10 minutos. Coar e servir-se.

4. Chá de limão com mel

A combinação de limão com mel foi apontada pelo médico generalista Arthur Frazão como expectorante. O especialista também afirmou que o teor de vitamina C ali presente auxilia em relação ao fortalecimento do sistema imunológico.

No entanto, o chá de limão com mel não deve ser administrado a crianças com menos de dois anos, uma vez que não é indicado que eles consumam o mel. A presença do ingrediente também pode inviabilizar o consumo do chá por parte dos diabéticos. As grávidas devem consultar o médico a respeito do uso da bebida como expectorante porque existe uma preocupação que pode fazer mal comer mel na gravidez.

Receita de chá de limão com mel

Ingredientes:

  • 2 limões;
  • 1 xícara de água fervente;
  • 3 colheres de mel.

Modo de preparo:

1 – Despejar a água em uma panela e levar ao fogo para ferver;

2 – Enquanto ela ferve, espremer os limões em uma xícara e adicionar o mel;

3 – Depois que a água ferver, deixar no fogo por mais um minuto e transferir o líquido para a xícara do limão com mel;

4 – Tampar e deixar descansar por alguns minutos. Então, sem coar, dar uma mexidinha no chá com o auxílio de uma colher e servir-se.

5. Chá de gengibre com cebola e mel

Acredita-se que o gengibre possua propriedades expectorantes e que ele possa auxiliar a amenizar os sintomas de irritações nas vias aéreas. Além disso a casca de cebola é conhecida por contribuir com a eliminação do catarro.

Por outro lado, vale registrar que as evidências a respeito do uso e da efetividade do gengibre e da cebola para o tratamento de tosse, resfriados e gripes são classificadas como insuficientes, segundo o site WebMD.

Além disso, a presença do mel na receita a torna contraindicada para as crianças com menos de dois anos e exige cautela por parte das gestantes e dos diabéticos, que devem consultar o médico antes de tomar a bebida.

Essa necessidade é reforçada pelo fato do uso do gengibre durante a gravidez ser controverso Como não se tem uma quantidade suficiente de informações confiáveis a respeito do uso do ingrediente durante a amamentação, a recomendação para as mulheres que se encontram na fase do aleitamento dos seus nenéns é que ajam com segurança e evitem a especiaria.

É importante saber ainda que doses elevadas de gengibre podem agravar algumas condições cardíacas. O uso da especiaria também exige cuidados por parte das pessoas que já sofrem com distúrbios hemorrágicos porque ela pode aumentar o risco de sangramento.

Como o gengibre pode desacelerar a coagulação sanguínea, combiná-lo com remédios que promovem esse mesmo efeito pode aumentar as chances de que apareçam hematomas e sangramento.

Quem tem uma cirurgia pela frente também precisa consultar o médico responsável pelo procedimento antes de acrescentar o ingrediente ou qualquer outra substância com propriedades afinadoras do sangue na dieta.

Receita de chá de gengibre com cebola e mel

  • 1 pedaço de 1 cm de gengibre;
  • Cascas de 1 cebola grande;
  • 1 xícara de água;
  • 1 colher de sopa de mel.

Modo de preparo:

1 – Juntar as cascas da cebola e o gengibre com a água em uma panela e levar ao fogo. Deixar ferver ao longo de três minutos;

2 – Então, apagar o fogo, tampar a panela e esperar o chá amornar. Após, coar, adoçar com o mel e servir-se imediatamente.

Referências Adicionais:

Você já conhecia essas 5 receitas de chá expectorante caseiro? Pretende experimentar alguma? Comente abaixo!

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Xarope de Bordo – O Que é, Para Que Serve, Como Tomar e Como Fazer

Bastante famoso nos Estados Unidos e no Canadá, onde é conhecido pelo nome de maple syrup, o xarope de bordo não é tão popular assim por aqui no Brasil. No entanto, como isso não significa que ele não tenha a sua utilidade, no artigo de hoje vamos conhecer o que é e para que serve esse produto.

Será que o ingrediente pode funcionar como um bom substituto do açúcar? Ou precisamos ter cuidado e moderação em relação ao seu uso?

O que é xarope de bordo?

Conhecido também pelo nome de xarope de ácer, o xarope de bordo é um líquido viscoso obtido através da seiva das árvores de bordo. Acredita-se que essas árvores sejam originárias da China, mas elas também estão distribuídas por outras partes da Ásia como a Malásia e pela Europa, América do Norte e Norte da África.

Os xaropes de bordo são classificados em diferentes graus, que variam de acordo com a cor do produto. Essa classificação pode mudar ainda de país para país. Por exemplo, nos Estados Unidos existe o grau A e o grau B – enquanto o último refere-se aos xaropes de bordo de coloração mais escura, o grau A é dividido em três grupos: âmbar claro, âmbar médio e âmbar escuro.

O produto tem sido consumido há séculos na América do Norte e mais de 80% da oferta do xarope de bordo é produzida na província de Quebec, localizada no Canadá.

Para que serve o xarope de bordo?

O pesquisador da área de nutrição Kris Gunnars apontou que o xarope de bordo costuma ser utilizado como um adoçante natural. De acordo com ele, muitas pessoas acreditam que se trata de um produto mais saudável do que o açúcar convencional.

Segundo Gunnars, a diferença entre o xarope de bordo e o açúcar refinado é que ele é um produto mais nutritivo: uma porção de 80 ml de xarope de bordo puro apresenta minerais como cálcio, potássio, ferro, zinco e manganês em sua composição. O produto também contém magnésio, fósforo e vitaminas do complexo B.

Além disso, o adoçante natural pode funcionar como uma fonte razoável de antioxidantes. O pesquisador da área de nutrição mencionou uma pesquisa do ano de 2008 que encontrou 24 antioxidantes diferentes no xarope de bordo.

“Xaropes (de bordo) mais escuros como os de grau B fornecem mais desses antioxidantes benéficos do que os mais claros”, acrescentou Gunnars. Ele apontou ainda que outras substâncias potencialmente benéficas já foram observadas no produto.

Algumas delas não são encontradas na árvore de bordo, sendo formadas quando a sua seiva é fervida na preparação do xarope – entre elas está o chamado quebecol, nomeado justamente a partir da província canadense que é a sua principal produtora, completou o pesquisador da área de nutrição.

Além do quebecol, o adoçante natural pode conter compostos fenólicos como lignanos e cumarina, além de uma substância conhecida pelo nome de ginnalin.

“Os compostos ativos no xarope de bordo mostraram reduzir o crescimento de células de câncer e podem desacelerar a decomposição de carboidratos no trato digestivo. Entretanto, faltam estudos humanos para confirmar esses efeitos para a saúde indicados nos estudos de tubo de ensaio. Além disso, tenha em mente que a maioria dos estudos sobre o xarope de bordo – que são frequentemente acompanhados de manchetes ilusórias – são patrocinados por produtores de xarope de bordo”, alertou Gunnars. Ou seja, ninguém está dizendo aqui que o adoçante natural cura o câncer.

Mas há um grande problema – a questão do açúcar

Entretanto, antes de se animar e achar que encontrou o substituto ideal e mais saudável para o açúcar é necessário ter bastante calma, uma vez que para obter benefícios consideráveis com o xarope de bordo seria necessário utilizar quantidades elevadas do produto, o que não é nada aconselhável.

“Embora o xarope de bordo forneça uma quantidade decente de alguns minerais, especialmente manganês e zinco, tenha em mente que ele também carrega muito açúcar. Aproximadamente 2/3 do xarope de bordo é sacarose, ou açúcar de mesa – 1/3 (80 ml) provê em torno de 60 gramas de açúcar”, advertiu o pesquisador da área de nutrição.

Essa quantidade se revela elevadíssima quando ficamos sabendo que a recomendação da Associação Americana do Coração é que os homens não consumam mais do que nove colheres de chá ou 36 gramas de açúcar por dia e que as mulheres não ingiram mais do que seis colheres de chá ou 25 gramas de açúcar diariamente.

É difícil que uma pessoa consuma 80 ml de xarope de bordo em um único dia? Sim, mas é preciso lembrar que o açúcar está presente em diversas comidas e bebidas que consumidos no dia a dia, especialmente nos industrializados. Logo, ao juntar porções diárias de xarope de bordo com o açúcar contido nesses produtos, não parece tão impensável atingir um consumo diário elevado de açúcar.

Gunnars bem lembrou que o consumo excessivo de açúcar está associado ao desenvolvimento de problemas de saúde como obesidade, diabetes do tipo 2 e doença no coração.

A Harvard Health Publishing (Publicação de Saúde de Harvard, tradução livre) explicou como os perigos do consumo excessivo do açúcar adicionado funcionam como uma bola de neve: as quantidades excessivas de açúcar sobrecarregam o fígado, o que ao longo do tempo pode resultar em um acúmulo maior de gorduras, que podem gerar a doença hepática gordurosa, que contribui com o aparecimento da diabetes, condição que aumenta os riscos de desenvolver doença no coração.

A ingestão de muitos açúcares adicionados ainda pode aumentar a pressão arterial e elevar a inflamação crônica, que também são vias patológicas para o desenvolvimento da doença no coração, acrescentou a Harvard Health Publishing.

Além disso, o professor de nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard T.H. Chan, Frank Hu, apontou que os efeitos do consumo de açúcares adicionados – maior pressão arterial, inflamação, ganho de peso, diabetes e doença hepática gordurosa – estão associados a um aumento no risco de ter ataque no coração e acidente vascular cerebral (AVC). Isso sem contar que já foi noticiado que alguns cientistas encontraram uma possível relação preocupante entre o açúcar e a depressão.

“O fato do xarope de bordo conter alguns minerais é uma razão muito pobre para consumi-lo, dado que ele é rico em açúcar. A maioria das pessoas já consome quantidades generosas de açúcar. A melhor forma de conseguiu esses minerais é consumir alimentos integrais. Se você segue uma dieta balanceada, então sua chance de ter falta desses nutrientes é muito baixa”, explicou o pesquisador da área de nutrição.

E quantos aos antioxidantes?

Será que a presença deles no xaropo de bordo não faz com que o consumo desse adoçante natural valha a pena? Para o pesquisador da área de nutrição Kris Gunnars, não, uma vez que o teor de antioxidantes encontrado do produto não é lá muito expressivo.

“O índice total de antioxidante ainda é baixo, comparado às grandes quantidades de açúcar. Um estudo estimou que substituir todos os açúcares refinados na dieta comum por adoçantes alternativos como o xarope de bordo aumentaria a ingestão total de antioxidantes tanto quanto consumir uma única porção de nozes ou frutos silvestres. Se você precisa perder peso ou melhorar a sua saúde metabólica, seria melhor ignorar todas os adoçantes em vez de escolher o xarope de bordo”, detalhou Gunnars.

Para o pesquisador, o xarope de bordo é uma versão “menos pior” de açúcar, no entanto, não pode ser rotulada como saudável. Em outras palavras, não dá para recorrer ao xarope de bordo como fonte de antioxidantes e minerais, uma vez que essas substâncias benéficas ao organismo são encontradas em maiores quantidades em alimentos integrais que não são lotados de açúcar como o adoçante natural.

Como fazer xarope de bordo

Outra notícia ruim a respeito do xarope de bordo é que para prepará-lo é necessário perfurar a árvore do bordo para coletar a sua seiva – e de acordo com o que encontramos, são necessários 40 litros de seiva para produzir um único litro do xarope.

Para coletar essa seiva é necessário fazer um furo na árvore, para que a seiva possa ser despejada em um recipiente, explicou o pesquisador da área de nutrição Kris Gunnars.

Então, a seiva é fervida até que a maior parte da água evapore, resultando em um xarope grosso e açucarado, completou Gunnars. Após, esse xarope é filtrado para que as suas impurezas sejam removidas.

Ou seja, é um processo um tanto quanto trabalhoso e complexo para ser feito de modo caseiro, por conta própria, não é mesmo? Como se não bastasse, é um bastante difícil encontrar essa árvore por aqui no Brasil.

Existe uma versão mais simples de xarope de bordo que é preparada à base de aroma artificial de bordo, açúcar, xarope de milho e água. Entretanto, não dá para considerar essa receita como um xarope de bordo de verdade, uma vez que se trata apenas de um aroma artificial banhado em açúcar.

Como tomar xarope de bordo

Quem optar por escolher o xarope de bordo para substituir o açúcar precisa certificar-se de adquirir uma versão pura do produto, não uma versão cheia de açúcar adicionado. Mesmo na versão pura, que já carrega uma quantidade considerável de açúcar, o adoçante natural precisa ser consumido com bastante moderação, em quantidades comedidas, para evitar a ingestão excessiva de açúcar.

O uso clássico do xarope de bordo é para adoçar panquecas, entretanto, o produto também pode ser usado em receitas de pipoca doce, tortas, granolas, mousses, sopas, coquetéis e até ser polvilhado como cobertura de vegetais assados.

Referências Adicionais:

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Lúpus é Contagioso?

Muitos se preocupam se o lúpus é contagioso e se podemos pegar a doença ao entrarmos em contato com alguém que a possui.

Especialmente para quem se encontra com a imunidade baixa, a preocupação se determinada doença pode ser transmitida ou não é extremamente válida. Afinal, com saúde não se brinca, não é mesmo?

Sobre o lúpus

O lúpus é uma doença autoimune sistêmica que é caracterizada pelo ataque do sistema imunológico aos seus próprios tecidos e órgão. A inflamação resultante da condição pode atacar diferentes partes do corpo, como as articulações, a pele, os rins, as células sanguíneas, o cérebro, o coração e os pulmões. Não há uma cura para o lúpus, mas o tratamento pode ajudar a controlar os sintomas da doença.

Falando neles, os sintomas da doença dependem da área do organismo que foi afetada por ela. Cada caso da condição apresenta as suas particularidades e os seus sinais podem aparecer repentinamente, ser desenvolvidos lentamente, ser permanentes ou temporários.

Esses sintomas também podem ser confundidos com outros problemas de saúde, mas há um sinal característico do lúpus: uma erupção facial no formato de borboleta que cobre as bochechas e o nariz.

Além dela, outros sintomas comuns da doença são: outras erupções no corpo, fadiga, febre, dor na articulação, inchaço, rigidez, dificuldade em respirar, dor no peito, ressecamento nos olhos, dor de cabeça, confusão, perda de memória, surgimento ou piora de lesões na pele quando há exposição à luz solar, mudança na cor dos dedos para branco ou azul quando há exposição ao frio ou a períodos de estresse.

O lúpus pode gerar complicações nos rins, no cérebro, no sistema nervoso central, no sangue, nos vasos sanguíneos, nos pulmões e no coração, já que pode depender de qual região do organismo foi atingida pela inflamação decorrente da condição.

Ter a doença também torna uma pessoa mais vulnerável a infecções, pode aumentar o seu risco de ter câncer e pode provocar necrose avascular (morte do tecido) e complicações gestacionais. As informações são da Mayo Clinic, organização da área de serviços médicos e pesquisas médico-hospitalares dos Estados Unidos.

E então, será que o lúpus é contagioso?

Algumas pessoas nascem com uma tendência ao desenvolvimento do lúpus, que pode ser acionada por infecções, determinados medicamentos e até mesmo a luz do sol, conforme esclareceu a Mayo Clinic.

Não pode-se dizer que o lúpus é contagioso, uma vez que a doença em si não pode ser transmitida de uma pessoa para outra, mesmo que haja um contato muito próximo ou em uma relação sexual.

No mesmo sentido, a Lupus Foundation of America (Fundação do Lúpus da América, tradução livre) ressaltou que uma pessoa não pode receber a doença da outra e nem passá-la para outro indivíduo.

“Fatores genéticos e ambientais, como certos medicamentos e infecções, podem desencadear a doença naqueles predispostos ao lúpus. Enquanto nós sabemos que o lúpus faz com que o sistema imunológico crie anticorpos contra si mesmo, o que causa o lúpus ainda é desconhecido”, afirmou a

redatora da área médica com mestrado em saúde pública, Jeri Jewett-Tennant.

A redatora da área médica detalhou que se por um lado o desenvolvimento da condição provavelmente está enraizado em fatores genéticos, por outro, esses fatores ambientais podem não somente desencadear como também exacerbar a doença.

Conforme a Lupus Foundation of America, a combinação de fatores internos e externos ao organismo, que resulta no desenvolvimento da condição também envolve questões hormonais, além dos fatores genéticos e ambientais.

“Infecções, luz solar e medicamentos como os remédios anticonvulsivantes ou para pressão arterial potencialmente podem desencadear o lúpus. Se você tem um histórico familiar de lúpus ou tem risco de desenvolver a doença, limitar a exposição ao sol e usar protetor solar pode te ajudar a eliminar parte desses desencadeadores”, acrescentou Jewett-Tennant.

De acordo com a Mayo Clinic, o grupo de fatores de risco do lúpus inclui: sexo – a condição é mais comum nas mulheres; idade – apesar de atingir pessoas de todas as idades, a doença é mais frequentemente diagnosticada entre os 15 anos e os 45 anos de idade e raça – o lúpus é mais comuns nos indivíduos afro-americanos, hispânicos e asiáticos americanos.

O tratamento do lúpus

O tratamento para cada quadro da doença varia de acordo com os sintomas apresentados pelo paciente. A definição a respeito da possibilidade de tratar esses sintomas e de quais medicamentos usar envolve uma discussão cuidadosa com o médico acerca dos benefícios e dos riscos que a abordagem em questão pode trazer.

A lista de medicamentos que podem ser prescritos para controlar a condição inclui: anti-inflamatórios não esteroides como ibuprofeno ou naproxeno, antipalúdicos (antimaláricos) como hidroxicloroquina (Plaquenil), corticosteroides como prednisona, imunossupressores como azatioprina, mofetil micofenolato, metotrexato, um remédio intravenoso conhecido pelo nome de belimubabe (Belynsta) e o medicamento rituximabe (Rituxan), que pode ser indicado para os casos de lúpus resistente.

Em alguns casos, a suplementação com vitamina D e cálcio também pode ser vantajosa. Ao longo do tratamento, o médico pode entender que é necessário modificar os medicamentos ou ajustar as suas dosagens conforme os sintomas do paciente atacarem ou se apaziguarem.

Além de seguir as orientações médicas em relação ao uso dos medicamentos e se proteger do sol, conforme já foi mencionado neste artigo, outros cuidados como ter consultar médicas regularmente, praticar atividades físicas com frequência, não fumar e alimentar-se de maneira saudável são estratégias úteis e benéficas para os pacientes diagnosticados com o lúpus.

Referências Adicionais:

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Bisacodil Emagrece? Para Que Serve, Posologia, Mecanismo de Ação e Indicação

Para quem já ouviu falar que Bisacodil emagrece, hoje é o dia que você descobrirá se isso realmente pode acontecer e se o uso da substância para estimular a diminuição do peso não pode ser perigosa. Lembrando que uma forcinha para emagrecer é sempre bem-vinda, desde que a estratégia em questão auxilie a perda de peso de maneira saudável.

Isso porque por mais que pareçam facilitar a vida de quem deseja e/ou necessita perder peso, o uso de remédios para emagrecer também carrega consigo sérios riscos.

O que é e para que serve Bisacodil?

Bisacodil é uma substância que apresenta ação laxante, tanto que é o princípio ativo do Lacto-Purga, um famoso laxante. A sua indicação refere-se ao tratamento da constipação intestinal (prisão de ventre).

A substância também pode ser utilizada no preparo do paciente para a realização de exames diagnósticos, no pré-operatório, no pós operatórios e em condições que exijam a facilitação da evacuação intestinal.

E então, será que Bisacodil emagrece?

Para entendermos de Bisacodil emagrece, precisamos conhecer o mecanismo de ação da substância. Pois bem, a bula de Lacto-Purga – medicamento do qual Bisacodil é o princípio ativo – relata que o remédio atua na diretamente na parede do intestino, estimulando o movimento intestinal e promovendo o acúmulo de água no órgão.

O resultado disso é a facilitação da eliminação das fezes. O documento ressalta que essa ação apenas estimula a evacuação natural na parte inferior do trato gastrointestinal, sem alterar a digestão ou absorção de calorias ou nutrientes essenciais.

Em outras palavras, o laxante não tem ação em relação ao peso corporal. Nenhum efeito colateral de diminuição de peso está associado à Bisacodil e a bula de Lacto-Purga adverte que os laxantes estimulantes do movimento intestinal, como é o seu caso, não contribuem com a perda de peso.

Entretanto, você já deve ter ouvido falar de alguém que fez uso de laxantes para dar uma aparência mais magra ao seu corpo. Segundo a nutricionista Rachael Link, os laxantes promovem apenas a perda de peso na forma de água. Ou seja, eles não são capazes de queimar calorias ou eliminar gorduras.

Além de ser uma ação apenas temporária e ineficiente, o uso de laxantes para ganhar uma aparência mais fininha também é um tanto quanto perigoso. “Até a data (outubro/2017) não existem estudos que dão suporte à ideia que o uso de laxante pode gerar uma perda de peso duradoura. Em vez disso, ele pode gerar efeitos colaterais perigosos como desidratação, desequilíbrio de eletrólitos e possivelmente dependência”, confirmou Link, que ponderou que o risco de dependência associado aos laxantes ainda precisa ser melhor avaliado por mais pesquisas.

A nutricionista explicou que a desidratação pode ocorrer quando a pessoa não repõe a água que foi perdida por meio dos laxantes. “Sintomas comuns da desidratação incluem dores de cabeça, redução da produção de urina, aumento da sede, fadiga, pele seca e tontura. A desidratação também pode estar associada a efeitos colaterais mais graves”, alertou Link.

A especialista também explicou acerca do desequilíbrio de eletrólitos, grupo de substâncias importantes para auxiliar o funcionamento das células e tecidos, do qual fazem parte cloreto, sódio, potássio, magnésio, cálcio e fosfato.

“Se o equilíbrio desses eletrólitos essenciais é derrubado, isso pode causar efeitos colaterais perigosos como convulsão, confusão e coma”, advertiu a nutricionista, que também citou quais são os sintomas comuns do desequilíbrio de eletrólitos: sede, dores de cabeça, palpitações no coração, fadiga, fraqueza e dores musculares.

Link ainda apontou que alguns estudos associaram outras reações perigosas como rabdomiólise (destruição das células musculares), dano gastrointestinal, dano hepático e insuficiência renal ao uso de laxantes, especialmente de maneira abusiva. “Entretanto, são necessárias mais pesquisas sobre os efeitos potenciais de longo prazo e a segurança do uso de laxantes”, ponderou.

De qualquer forma, o que tudo isso nos indica é que os laxantes não devem ser utilizados fora da sua indicação e que não podem ser usados como ferramenta para estimular o emagrecimento.

Se você tem o objetivo de perder peso e ouviu falar que o Bisacodil emagrece, não arrisque a sua saúde: procure eliminar o peso extra de maneira saudável, por meio de uma dieta equilibrada, nutritiva e controlada e da prática regular de exercícios físicos, contando com o acompanhamento do nutricionista e do educador físico.

Os efeitos colaterais de Bisacodil

A lista de efeitos colaterais de Bisacodil inclui:

Reações comuns:

Reações incomuns:

  • Tontura.
  • Sangue nas fezes (hematoquezia);
  • Vômitos;
  • Desconforto abdominal;
  • Desconforto anorretal.

Reações raras:

  • Reação anafilática;
  • Edema angioneurótico (inchaço na pele);
  • Hipersensibilidade;
  • Desidratação;
  • Síncope;
  • Colite.

Ao experimentar qualquer tipo de reação adversa enquanto estiver usando Bisacodil, especialmente se estiver fazendo um uso abusivo da substância (o que enfatizamos que é contraindicado), procure rapidamente o auxílio médico, mesmo que não imagine se tratar de um problema tão grave assim.

Isso é importante para verificar a real seriedade do efeito colateral em questão, receber o tratamento apropriado e saber se pode continuar ou não a fazer uso do laxante.

Contraindicações e cuidados com Bisacodil

A substância não pode ser utilizada nos seguintes casos:

  • Íleo paralítico;
  • Obstrução intestinal;
  • Quadros abdominais agudos, incluindo apendicite;
  • Doenças inflamatórias agudas do intestino;
  • Dor abdominal grave, associada com náusea e vômito, que podem ser sintomas de problemas graves;
  • Desidratação intensa;
  • Hipersensibilidade ao Bisacodil ou a qualquer outro componente da fórmula;
  • Condições hereditárias raras de intolerância a galactose e/ou frutose.

Já as mulheres grávidas e as crianças com 10 anos de idade ou menos que sofrem com constipação crônica persistente só podem fazer uso de Bisacodil sob a orientação e supervisão médica.

Quem experimentar cólicas abdominais durante o tratamento deverá evitar atividades perigosas como dirigir veículos e operar máquinas. Os pacientes com mau funcionamento dos rins e idosos com perda de líquidos devem interromper o uso do medicamento e procurar o médico imediatamente.

Os pacientes que fazem uso de algum tipo de medicamento, suplemento ou planta devem consultar ao médico para saber se não pode ser perigoso usar Bisacodil (ou um remédio com Bisacodil) ao mesmo tempo em que o produto em questão.

Posologia de Bisacodil

Para os adultos, a dosagem recomendada é de um a dois comprimidos ou 5 mg a 10 mg por dia para  o tratamento da prisão de ventre. O tratamento deve iniciar com dose mais baixa e a dosagem máxima diária não deve ser excedida.

Atenção: este artigo serve unicamente para informar e jamais pode substituir a leitura da bula na íntegra e a conversa com o médico e/ou farmacêutico que devem anteceder o uso de Bisacodil ou de qualquer outro laxante.

Referências Adicionais:

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11 Melhores Frutas para Gripe

Para te ajudar a manter o corpo bem nutrido quando você está com gripe, conheça algumas das que podem ser as melhores frutas para gripe.

É bem provável que ao pegar uma gripe, todo o incômodo causado pelos sintomas da condição te impeçam de pensar a respeito da qualidade dos alimentos que você consome durante o período. Por isso, é importante conhecê-las antes de você estar mal.

Afinal, além de utilizar os remédios para gripe, manter uma alimentação adequada e nutritiva é bastante útil para o período em que se encontra doente.

Sobre a gripe

A gripe é uma doença que afeta o sistema respiratório e pode provocar sintomas como febre acima dos 38º C, dores musculares, calafrios, transpiração, dor de cabeça, tosse seca e persistente, fadiga, fraqueza, congestão nasal e dor de garganta.

Para as adultos mais novos e saudáveis, a ocorrência de uma gripe não costuma ser um problema tão grave. Entretanto, existem casos em que a condição pode ser perigosa e até fatal.

O grupo com maior risco de sofrer com as complicações da gripe inclui: crianças com menos de cinco anos, adultos com mais de 65 anos, pessoas que moram em asilos ou outras unidades de saúde, mulheres grávidas ou no período até duas semanas após o parto, pessoas com o sistema imunológico enfraquecido, pessoas com doenças crônicas como asma, diabetes, doença cardíaca, doença renal e doença hepática e pessoas muito obesas, com um Índice de Massa Corporal (IMC) de 40 ou mais.

Mas quais podem ser as complicações da gripe? A lista abrange pneumonia, bronquite, ataques de asma, problemas no coração e infecções no ouvido. Por isso, ao apresentar os sintomas da gripe, as pessoas que fazem parte do grupo de risco devem buscar imediatamente a ajuda médica.

As pessoas saudáveis que perceberam que os sintomas de uma gripe demoram a passar e/ou estão piorando também devem procurar o auxílio médico, pois é possível que não se trate de uma gripe, mas de um problema de saúde mais grave que requer um tratamento mais abrangente.

11 frutas para gripe

Antes de conhecermos as frutas para gripe, precisamos ter mente que elas não vão curar a doença. Até porque a gripe é uma infecção viral para a qual não se tem cura – é preciso esperar o seu curso se encerrar para se ver livre dela.

Geralmente uma pessoa saudável que pega uma gripe não precisa fazer nada além de descansar bastante e ingerir muitos líquidos para tratar a doença, embora ela também possa utilizar analgésicos de venda livre para ajudar em relação aos sintomas.

Dito isso, vamos conhecer as frutas que podem ser úteis e importantes para a nutrição do organismo durante um quadro de gripe:

Frutas ricas em vitamina C

  1. Laranja;
  2. Morango;
  3. Kiwi;
  4. Acerola;
  5. Goiaba;
  6. Limão;
  7. Mamão papaia;
  8. Tangerina;
  9. Tomate.

As frutas ricas em vitamina C são uma excelente escolha para um período de gripe porque o nutriente é importante para auxiliar o estímulo ao sistema imunológico, o que é especialmente importante quando o organismo encontra-se doente.

Segundo a nutricionista Julia Zumpano, um centro médico acadêmico americano, a vitamina C é uma das maiores reforçadoras do sistema imunológico, ao ponto da sua ausência tornar uma pessoa mais propensa ao desenvolvimento de doenças.

Conforme a especialista, a ingestão diária de vitamina C é essencial para manter uma boa saúde porque o organismo não produz ou armazena o nutriente, acrescentou o centro médico acadêmico americano.

Essas frutas são mais vantajosas em relação ao uso de suplementos de vitamina C porque o corpo dá conta de absorver com maior efetividade os nutrientes obtidos por meio dos alimentos.

Além da vitamina C, o mamão papaia listado acima contém betacaroteno e vitamina E que podem contribuir com a diminuição da inflamação no organismo. Esses três nutrientes também são classificados dentro do grupo dos antioxidantes.

Outras frutas com antioxidantes

10. Maçã

De acordo com um estudo divulgado na publicação Nutrition Journal (Jornal da Nutrição, tradução livre), as maçãs são compostas por fitoquímicos antioxidantes. Essas substâncias são conhecidas por auxiliar a estimular a imunidade e ajudar a diminuir o risco de doenças crônicas.

11. Oxicoco (cranberry)

Ok, pode não ser tão fácil ou barato encontrar essa frutinha por aqui no Brasil, no entanto, vale destacar que a cranberry também é lotada de antioxidantes, chegando a apresentar uma quantidade de antioxidantes cinco vezes mais elevada do que a que é encontrada no brócolis.

Os antioxidantes podem ajudar a manter o sistema imunológico mais forte. Eles fazem isso por meio do auxílio ao combate aos radicais livres, compostos prejudiciais ao organismo, completou a publicação, que descreveu ainda que ao atacar o poder destrutivo dessas substâncias, os antioxidantes podem contribuir para que uma pessoa mantenha-se saudável ou recupere-se mais rápido ao ficar doente.

Entretanto, para ter mais chances de realmente alcançar esses benefícios é fundamental consumir frutas, verduras, legumes e outros alimentos saudáveis ricos em antioxidantes diariamente e não somente enquanto estiver com gripe.

Segundo o pessoal do WebMD, a maioria das organizações de saúde recomenda consumir entre cinco a nove porções de frutas e vegetais todos os dias, uma regra que se for obedecida vai oferecer uma boa dose de antioxidantes ao organismo da pessoa.

Referências Adicionais:

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8 Melhores Frutas para Azia

A azia pode ser muito incômoda e, para não agravar a situação, vale a pena conhecer as melhores frutas para azia. Afinal de contas, frutas são saudáveis em sua maioria e faz bem consumí-las.

Afinal, se as frutas trazem muitos benefícios para a saúde e são as rainhas das receitas saudáveis, não é de se espantar que elas possam dar uma forcinha em relação à azia, não é mesmo?

Sobre a azia

A azia é uma espécie de dor com queimação que aparece na região do peito, logo abaixo do osso esterno, que localiza-se no meio do peito. Essa dor costuma ser pior após comer, no período noturno, ao deitar-se ou ao curvar-se. A azia também pode causar um gosto amargo ou ácido na boca.

O sintoma é desenvolvido quando o ácido estomacal sobe ao esôfago. Ter azia de vez em quando pode ser normal – por exemplo, a azia na gravidez é comum. Por outro lado, quando o problema é mais frequente e atrapalha a rotina, ele pode ser sintoma de uma condição de saúde mais grave que requer cuidados médicos.

Uma consulta médica para verificar uma azia deve ser marcada quando a azia aparecer mais de duas vezes por semana, os sintomas continuarem mesmo com o uso de medicamentos de venda livre e a pessoa apresentar dificuldade para engolir, náusea ou vômito persistente e perda de peso em decorrência de falta de apetite ou dificuldade para comer.

Já quando houver pressão ou dor no peito severa, principalmente se isso vier acompanhado de outros sintomas como dor no braço ou mandíbula ou dificuldade para respirar, o auxílio médico deverá ser procurado imediatamente, uma vez que a dor no peito também pode ser sintoma de um ataque cardíaco.

8 frutas para azia

É importante conhecer os alimentos benéficos para a condição como as boas frutas para azia porque existem comidas que podem desencadear a azia em algumas pessoas, como frutas cítricas, produtos à base de tomate, comidas picantes, cebolas, frituras, comidas gordurosas, hortelã-pimenta, chocolate, café e outras bebidas com cafeína, bebidas alcoólicas e bebidas carbonatadas ou gaseificadas, por exemplo.

Na listinha a seguir, a gente vai conhecer algumas das que são consideradas boas frutas para azia, que podem contribuir com o controle do sintoma ou pelo menos ajudar a evitar que ele se agrave:

1. Banana

De acordo com especialistas, as bananas são uma boa ideia para a azia, graças ao fato de não apresentarem um teor muito elevado de ácido em sua composição.

O gastroenterologista Rudolph Bedford também apontou o alimento como uma escolha inteligente e pobre em ácido para obter a sua porção diária recomendada de frutas quando se está com azia.

2. Melancia; 3. Melões (cantalupo e honeydew)

Eles também foram apresentados como boas opções de alimentos para a azia graças ao fato de não conterem uma quantidade muito alta de ácido em sua composição.

O gastroenterologista Rudolph Bedford, recomendou usar os melões como o cantalupo e o honeydew no lugar de frutas cítricas populares como a laranja, que podem agravar a situação.

4. Maçã; 5. Pera

A maçã e a pera também fazem parte do grupo de frutas não-cítricas que possuem menor tendência de desencadearem os sintomas do refluxo em comparação com as frutas ácidas. Mas o que a azia tem a ver com isso? É que ela é o principal sintoma do refluxo.

6. Abacate

Segundo o que o gastroenterologista Rudolph Bedford explicou, as gorduras saudáveis encontradas na composição do abacate são bem melhores para um quadro de azia do que as gorduras ruins presentes no bacon e na batata frita, por exemplo.

7. Frutas silvestres; 8. Pêssego

A azia é um dos principais sintomas da doença do refluxo gastroesofágico. Uma pesquisa, conduzida com mais de 500 pessoas, que indicou alimentos que aparentam ajudar a diminuir a frequência dos sintomas da doença do refluxo gastroesofágico.

Esses alimentos incluíram as frutas ricas em fibras, magnésio e potássio, grupo do qual as frutas silvestres, o pêssego e as já mencionadas nesta listinha pera, maçã, abacate, banana e melões fazem parte.

Outras recomendações

Se você sofre com a azia recorrente e já foi diagnosticado com uma doença que provoca o sintoma, consulte o médico e/ou nutricionista para saber como toda a sua dieta deve funcionar, de modo que a alimentação alivie e não agrave o problema.

Isso é importante porque embora as frutas mencionadas possam ser úteis em relação à azia, sozinhas elas não vão resolver o problema.

Além de evitar os alimentos que podem causar ou piorar a azia, outras estratégias referentes à dieta como manter um peso saudável, esperar pelo menos três horas antes de deitar após uma refeição, evitar comer muito tarde e evitar fazer refeições muito grandes também são necessárias para quem sofre com a incômoda queimação.

E, logicamente, no caso da existência de uma doença por trás do sintoma é fundamental que o paciente siga todas as outras instruções referentes ao tratamento que foi indicado pelo médico para lidar com a condição em questão.

Referências Adicionais:

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13 Melhores Frutas para Gases

Quem sofre com os gases intestinais provavelmente já ouviu falar que existem frutas para gases que podem te ajudar com esse problema. É importante ficar de olho nos alimentos que causam gases e nos que são úteis em relação ao problema.

Assim como conhecer a lista de alimentos que provocam gases, saber quais comidas saudáveis são menos agressivas em relação à flatulência e poder clarear a mente de quem sofre com o problema e ajudá-lo a montar as suas refeições.

13 frutas para gases

A listinha a seguir apresenta as frutas com reputação de provocar menos gases ou de produzir somente uma quantidade normal de gases:

  • Meloa (cantalupo);
  • Frutos silvestres como mirtilo (blueberry), framboesa, morango e oxicoco (cranberry);
  • Cereja;
  • Abacate;
  • Melão honeydew;
  • Kiwi;
  • Abacaxi;
  • Mamão papaia;
  • Frutas cítricas como limão, lima, laranja, tangerina, clementina e toranja;
  • Nectarina;
  • Uva;
  • Tomate;
  • Ameixa seca.

Avisos

As frutas para gases mencionadas acima são apresentadas como boas em suas versões frescas – quando se trata de frutas enlatadas, desidratadas (com exceção da ameixa seca) ou ainda na forma de suco a história é bem diferente.

Além disso, é importante ter em mente que os alimentos que provocam flatulência em algumas pessoas podem não causar os gases em outros indivíduos e vice-versa. Portanto, a listinha acima é geral e podem haver exceções e casos em que mesmo o consumo de uma fruta com reputação de não causar tantos gases resulte em algum tipo de flatulência.

Dicas

Segundo a coach de saúde e autora de livros sobre a síndrome do intestino irritável Barbara Bolen, mesmo as frutas conhecidas como menos produtoras de gases devem ser consumidas em moderação.

“Existe um limite da quantidade de frutas à base de carboidratos que o seu corpo pode absorver em determinado momento. Quanto mais frutas você comer – mesma das opções menos flatulentas – maiores são as chances de experimentar os gases indesejados”, afirmou Bolen.

Entretanto, precisamos deixar uma ressalva: os gases não podem ser utilizados como justificativa para eliminar as frutas da dieta porque elas são um alimento importantíssimo para a saúde, uma vez que fornecem fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes essenciais para o funcionamento adequado do organismo humano.

Então, se a sua flatulência está além da conta, antes de cortar a fruta ou qualquer outro alimento saudável da sua dieta, procure o auxílio de um nutricionista para encontrar um padrão de dieta que auxilie a controlar os seus gases, ao mesmo tempo em que não deixe de fornecer os nutrientes que o seu corpo necessita para funcionar direitinho.

A culpa não é só da alimentação

Quando falamos a respeito das frutas para gases não podemos deixar de ressaltar que a alimentação não é o único fator que influencia a flatulência liberada pelo corpo.

O PhD e professor clínico associado de nutrição da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, Charles Mueller, explicou que os gases que soltamos não são produzidos somente pelos alimentos que consumimos, mas também pelo ar que engolimos, que acaba passando pelo trato gastrointestinal.

No mesmo sentido, o gastroenterologista, professor clínico associado de medicina da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, e PhD David Poppers esclareceu que os gases são uma combinação entre dois fatores: o ar que engolimos, ao comermos muito rapidamente, e o alimento que é consumido em si.

A nutricionista Abby Langer explicou ainda que doenças gastrointestinais sérias também podem ser a principal causa dos gases. Eles ainda podem estar relacionados ao uso de alguns medicamentos e a problemas na flora intestinal, completou a especialista.

“Para aqueles de nós que não têm um problema de fundo (para provocar os gases, como as doenças gastrointestinais), a quantidade de gases que nós temos está diretamente relacionada com a quantia de alimento e/ou ar não digerido no nosso cólon. Se a gente está comendo coisas que o nosso corpo não está decompondo, nós vamos ter gases”, completou Langer.

Ainda que seja constrangedora, a flatulência é uma função normal do corpo, completou o PhD Charles Mueller. Ele alertou ainda que devemos nos preocupar mais quando não estivermos soltando gases do que quando a flatulência aparecer.

Mueller orientou também a procurar o auxílio médico quando ocorrerem mudanças nos hábitos intestinais que não se resolvem sozinhas como cólicas, inchaço, prisão de ventre, diarreia, não ter flatulência alguma ou o aparecimento de muitos gases.

Referências Adicionais:

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6 Remédios Caseiros para Hipertireoidismo – Cuidados e Dicas

Antes de aderirmos aos remédios caseiros para hipertireoidismo, que não é uma doença simples, é fundamental saber se eles realmente podem funcionar e, principalmente, se são seguros. Conheça a seguir 6 remédios caseiros para hipertireoidismo, com seus cuidados e dicas.

Assim como acontece com os cuidados com a alimentação para hipertireoidismo, conhecer os remédios caseiros associados ao tratamento da doença é extremamente útil para os pacientes que foram diagnosticados com a condição.

Sobre o hipertireoidismo

O hipertireoidismo é um problema de saúde caracterizado pela produção excessiva do hormônio tiroxina (T4) por parte da glândula tireoide.

A doença pode causar sintomas como: perda de peso intencional, batimento cardíaco rápido e/ou irregular, palpitação, aumento do apetite, nervosismo, ansiedade, irritabilidade, tremor, transpiração, mudanças nos padrões menstruais, aumento da sensibilidade ao calor, mudanças intestinais, alargamento da glândula tireoide (inchaço na base do pescoço), fadiga, fraqueza muscular, dificuldade para dormir, pele fina e cabelos frágeis e finos.

Pessoas mais velhas têm maior tendência para não apresentar os sinais da doença ou de ter apenas sinais sutis como aumento do ritmo cardíaco, intolerância ao calor e cansaço durante atividades corriqueiras.

Os fatores de risco para o desenvolvimento do hipertireoidismo são: ser do sexo feminino, histórico familiar, especialmente de doença de Graves, e histórico pessoal de doenças como diabetes do tipo 1, anemia perniciosa e insuficiência adrenal primária (doença de Addison).

A maioria das pessoas costuma responder bem ao tratamento da condição, entretanto, se ela for ignorada pode se tornar uma doença séria. Complicações como problemas no coração, osteoporose, problemas nos olhos, vermelhidão e inchaço na pele (geralmente dos pés e canelas) e crise tireotóxica (intensificação dos sintomas do hipertireoidismo, que gera febre, pulso, rápido e delírio, exigindo cuidado médico imediato) estão associadas à condição. As informações são da Mayo Clinic, organização da área de serviços médicos e pesquisas médico-hospitalares dos Estados Unidos.

6 remédios caseiros para hipertireoidismo

Por conta do potencial de se tornar um problema perigoso de saúde, conforme acabamos de aprender, uma vez que o hipertireoidismo é diagnosticado, ele precisa ser tratado direitinho de acordo com as recomendações passadas pelo médico.

De acordo com a Mayo Clinic, o tratamento indicado para lidar com a doença pode incluir o uso de iodo radioativo, medicamentos antitireoidianos e betabloqueadores, além de procedimentos cirúrgicos, em alguns casos.

Portanto, quem foi diagnosticado com a doença jamais deve substituir o tratamento prescrito pelo médico apenas pelo uso de um remédio caseiro porque isso pode ser bastante perigoso para a saúde.  Os remédios caseiros para hipertireoidismo que você vai conhecer na listinha a seguir servem apenas como complemento e devem ser utilizados sempre de acordo com a orientação médica:

1. Prática regular de exercícios físicos

Segundo a Mayo Clinic, de modo geral, os exercícios ajudam a pessoa a sentir-se melhor, beneficiam em relação à tonificação muscular e ao sistema cardiovascular e podem auxiliar a diminuir o apetite e aumentar a energia.

Alguns exercícios com peso são indicados para as pessoas que sofrem com a doença de Graves – uma doença autoimune que é uma das causas do hipertireoidismo – porque auxiliam a manter a densidade óssea, explicou a organização.

2. Não fumar

A Mayo Clinic alertou que o hábito de fumar já foi relacionado ao desenvolvimento da oftalmopatia de Graves (doença que atinge as órbitas e está associada ao hipertireoidismo da doença de Graves), além de poder agravar a condição depois do tratamento.

3. Cuidados com os olhos

Para quem sofre com problemas nos olhos decorrentes da doença de Graves, recomenda-se usar óculos de sol para proteger os olhos contra o sol e o vento e elevar a cabeceira da cama, o que pode ajudar a diminuir o inchaço e amenizar a pressão nos olhos.

Outras sugestões da organização são: usar colírios para aliviar o ressecamento e o comichão nos olhos, usar um gel lubrificante para os olhos na hora de dormir como forma de evitar o ressecamento da córnea ou aplicar uma compressa fria que também pode promover alívio. Na hora de escolher um colírio ou gel lubrificante para os olhos, procure a orientação de um oftalmologista.

4. Ajuga (Bugleweed/Lycopus virginicus)

Um artigo divulgado na publicação Clinical Botanical Medicine (Medicina Botânica Clínica, tradução livre) sugeriu que a planta possui atividade supressora em relação à glândula tireoide.

Entretanto, não existem evidências suficientes para confirmar se a Lycopus virginicus realmente pode ser um tratamento eficiente e seguro para o hipertireoidismo. Além disso, o uso de longo prazo da bugleweed pode provocar um alargamento da glândula tireoide, que já é um dos sintomas do hipertireoidismo. A ajuga é contraindicada para quem sofre com o bócio (glândula tireoide alargada) ou com o hipotireoidismo.

Por isso, antes de usar um suplemento ou qualquer outro produto à base da planta para tentar ajudar o tratamento do hipertireoidismo é fundamental conversar com o médico. A bugleweed também é contraindicada para os pacientes que estão recebendo tratamentos para a tireoide.

Ainda que as plantas como a ajuga sejam produtos naturais, elas também podem provocar efeitos colaterais, ter contraindicações e fazer mal ao serem usadas ao lado de determinados medicamentos, suplementos e outras plantas.

Por exemplo, a Lycopus virginicus não pode ser usada durante a gravidez e amamentação, exige cautela por parte das pessoas com diabetes e precisa ter o seu uso interrompido pelo menos duas semanas antes da data marcada para a realização de uma cirurgia.

5. Erva-cidreira (Melissa officinalis)

Acredita-se que a planta possa funcionar como um tratamento para a doença de Graves porque ela, teoricamente, diminui o hormônio estimulante da tireoide (TSH). No entanto, faltam pesquisas e evidências para confirmar essa afirmação.

Com isso, antes de usar qualquer produto à base da erva-cidreira, o paciente com hipertireoidismo precisa consultar o médico para saber se a planta pode ser eficiente e segura para o seu quadro em particular.

O uso da erva-cidreira pode ser desaconselhado para quem sofre com doença na tireoide porque existe a preocupação que a planta possa alterar a função da glândula e interferir com a terapia de reposição hormonal da tireoide.

A erva-cidreira também exige cuidados por parte das mulheres grávidas, das mulheres que amamentam e das pessoas que sofrem com a diabetes. A utilização da planta precisa ser interrompida duas semanas antes da data marcada para a realização de uma cirurgia.

6. Óleos essenciais

O óleo essencial de lavanda e/ou o óleo essencial de sândalo podem diminuir as sensações de ansiedade e auxiliar uma pessoa a sentir-se calma, o que pode ser útil em relação ao nervosismo e à insônia, dois possíveis sintomas do hipertireoidismo.

Entretanto, além desses potenciais benefícios, não existem pesquisas o suficiente para embasar a ideia de que os óleos essenciais podem contribuir com o tratamento do hipertireoidismo. Portanto, antes de usar um produto do tipo para lidar com o seu quadro da doença, consulte o seu médico para saber se isso é realmente indicado e seguro para você.

Referências Adicionais:

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Chá de Orégano para Tosse Funciona? Como Fazer?

Muitas pessoas se surpreendem ao ouvir falar que o chá de orégano para tosse funciona, pois estão habituadas a ver o orégano como tempero de saladas, pizzas, salgados, pães, peixes e etc. Mas saiba que muitas pessoas o utilizam para esse fim. Descubra a seguir se ele realmente funciona e aprenda a fazê-lo.

Para quem já toma a bebida por acreditar que o chá de orégano emagrece, a possibilidade dela ajudar em relação à tosse pode ser um motivo a mais para mantê-la na cozinha de casa. Entretanto, antes precisamos checar se esse chá realmente pode ajudar neste sentido.

Mas será que o chá de orégano para tosse funciona mesmo?

Pode não ser tão incomum ouvir a respeito do uso do chá de orégano para tosse, uma vez que a bebida é utilizada tradicionalmente e popularmente para lidar com alguns problemas de saúde, entre eles a tosse.

Isso foi confirmado pelo MedlinePlus, portal dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, que relatou que algumas pessoas usam o orégano oralmente para auxiliar o tratamento de problemas do trato respiratório, como é o caso da tosse, e de distúrbios estomacais, entre outras condições.

Acredita-se que as substâncias flavonoides e os compostos fenólicos encontrados na composição da erva aromática possam diminuir a inflamação, o que tornaria o chá de orégano útil para lidar com certos problemas inflamatórios, como é o caso das tosses secas.

No mesmo sentido, o portal dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos descreveu que o orégano é composto por substâncias químicas que podem contribuir com a diminuição da tosse e dos espasmos.

Entretanto, o MedlinePlus também ressaltou que as evidências disponíveis para avaliar a efetividade da utilização do orégano para a tosse são classificadas com insuficientes. Ou seja, não temos como bater o martelo e determinar com toda a certeza que o chá preparado à base dessa erva aromática realmente funcione como um dos remédios para a tosse.

Quer você decida testar o chá de orégano para lidar com um quadro de tosse, quer resolva fica com os tratamentos mais conservadores, tenha em mente que uma tosse não é um problema que termina em si mesmo – ela é um sintoma, que pode ser sinal de uma série de problemas de saúde, inclusive se algumas condições graves.

Enquanto uma tosse ocasional é considerada normal e até saudável, a tosse que persiste por várias semanas ou traz muco descolorido ou com sangue pode ser indício da existência de um problema de saúde que exige cuidados médicos.

A tosse aguda, que dura menos de três semanas, pode ser causada por resfriado, gripe, pneumonia ou pela inalação de um material irritante; já a tosse crônica, que dura mais de oito semanas para adultos e mais de quatro semanas para crianças, pode ser provocada por alergias, asma, bronquite e doença do refluxo gastroesofágico.

A tosse ainda pode ser sintoma de problemas como sinusite aguda ou crônica, doença pulmonar obstrutiva crônica, engasgo, laringite, crupe (infecção nas vias aéreas superiores), fibrose cística, enfisema, câncer no pulmão, doenças neuromusculares, embolia pulmonar, vírus respiratório sincicial, sarcoidose (células inflamatórias do organismo) e tuberculose, acrescentou a Mayo Clinic.

Portanto, se a sua tosse demorar mais do que o esperado para passar, piorar e/ou vier acompanhada de outros sintomas, procure rapidamente o auxílio médico para verificar o que é que pode estar provocando o sintoma e receber prontamente o tratamento que for necessário.

Como fazer – Receitas de chá de orégano

Chá de orégano seco

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de folhas secas de orégano;
  • 1 xícara de chá de água.

Modo de preparo:

1 – Levar a água em uma panela ao fogo até ferver;

2 – Colocar as folhas secas de orégano em uma xícara e despejar a água fervida por cima. Tampar e deixar abafar por alguns minutos;

3 – Depois que amornar, tomar o chá imediatamente.

Chá de orégano fresco

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de folhas frescas de orégano;
  • 1 xícara de chá de água.

Modo de preparo:

1 – Despejar a água em uma panela e levar ao fogo para ferver;

2 – Enquanto isso, acomodar a as folhas frescas de orégano em uma xícara. Depois que a água tiver fervido, despejá-la na xícara em cima das folhas;

3 – Tampar e deixar descansar ao longo de cinco minuto´s. Então, esperar o chá ficar morninho e servir-se imediatamente.

Cuidados com o chá de orégano

A bebida não é indicada para as gestantes porque existe a preocupação de que quantidades elevadas de orégano possam provocar um aborto. Como não se conhece o suficiente sobre a segurança do orégano em quantias medicinais durante o aleitamento, a recomendação é que as mulheres que amamentam também o evitem.

O orégano pode provocar efeitos colaterais leves como perturbação no estômago e pode causar reação alérgica nas pessoas que sofrem com alergia às plantas da família Lamiaceae, que inclui manjericão, hissopo, lavanda, manjerona, menta e sálvia, além do próprio orégano.

A erva aromática pode aumentar o risco de sangramento nas pessoas que sofrem com distúrbios hemorrágicos. Justamente por conta de poder aumentar o risco de sangramento é que recomenda-se que o uso do alimento seja interrompido pelo menos duas semanas antes da data marcada para uma cirurgia.

Os pacientes com diabetes devem usar o orégano com cautela – a erva pode diminuir os níveis de açúcar no sangue, o que representa um risco de hipoglicemia (queda nas taxas de glicose no sangue), uma vez que eles já costumam seguir um tratamento contra o descontrole da glicemia.

Além disso, a erva aromática pode atrapalhar a habilidade do organismo para absorver minerais como cobre ferro e zinco.

Quem faz uso de algum tipo de medicamento, suplemento ou planta deve consultar o médico antes de usar o chá de orégano para tosse ou qualquer outra finalidade. Isso é necessário para checar se não pode haver uma interação que torne perigoso consumir a bebida ao mesmo tempo em que utiliza a substância em questão.

Referências Adicionais:

Você já sabia se o chá de orégano funciona para tosse? Pretende experimentar? Comente abaixo!

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Xarope de Abacaxi com Mel – O Que é, Para Que Serve, Como Tomar e Como Fazer

O xarope de abacaxi com mel vem da união de dois alimentos nutritivos que fazem muito bem para a saúde do organismo. Descubra a seguir para que ele serve, como tomar, como fazê-lo e muito mais.

Por exemplo, será que o xarope de abacaxi com mel pode funcionar com um bom remédio para tosse? E será que o remedindo caseiro pode ajudar no caso de outros problemas de saúde?

O que é e para que serve o xarope de abacaxi com mel?

Trata-se de uma preparação que une o abacaxi em pedaços com o mel, levando-os ao fogo para formar um xarope. O remedinho caseiro também pode receber o acréscimo de outros ingredientes, como é o caso do gengibre, por exemplo. Na listinha a seguir, você confere onde o xarope é empregado dentro da medicina popular:

– Prevenção de problemas de saúde

De acordo com informações, o xarope de abacaxi pode ser um aliado na prevenção contra doenças. O médico que atua na área de medicina integrativa, Edison de Mello afirmou que ele é indicado para quem está em contato com alguma pessoa doente. Neste caso, a recomendação é tomar o xarope menos vezes por dia do que a indicação geral determina.

Para quem busca seguir uma dieta saudável não somente para manter o peso ideal, mas também para tentar ficar longe de doenças graves, vai valer a pena conhecer os alimentos que podem prevenir o câncer.

– Tosse

Segundo um estudo apontou, o suco de abacaxi possui habilidades para acalmar a garganta e dissolver o muco. A mesma pesquisa apontou que uma mistura de suco de abacaxi, mel, sal e pimenta diminuiu a tosse.

O abacaxi é composto pela enzima bromelaína, conhecida por apresentar propriedades anti-inflamatórias. Acredita-se ainda que a bromelaína possui propriedades mucolíticas, que auxiliam a fragmentar e expelir o muco.

Entretanto, o questionamento que fica é se o abacaxi possui uma concentração suficiente da enzima para promover esses efeitos. Além disso, outros medicamentos e tratamentos tradicionais podem ser mais eficientes que a fruta para lidar com a tosse, dependendo especialmente do que está causando essa tosse.

É preciso ter em mente que a tosse não termina em si mesma – ela é um sintoma e pode ser sinal de uma série de problemas de saúde, inclusive de alguns mais graves, que precisam de um tratamento mais completo e abrangente.

Se você sofre com uma dessas condições de saúde mais sérias que podem ter a tosse como sintoma, consulte o médico a respeito do uso do xarope de abacaxi com mel para complementar o tratamento e jamais abandone as recomendações médicas para usar somente o remedinho caseiro porque isso poderá ser bastante perigoso para a sua saúde.

Já se você não tiver uma doença do tipo e optar por experimentar o xarope de abacaxi com mel para lidar com a sua tosse, fique atento aos sinais que seu corpo dá. Se perceber que a tosse não passou, que piorou e/ou que surgiram outros sintomas, procure rapidamente o médico para descobrir qual é o problema por trás dela e tratá-lo devidamente.

– Bronquite e pneumonia

Conforme a Biblioteca Virtual em Saúde da Atenção Primária em Saúde (BVS-APS) do Ministério da Saúde, o abacaxi é um expectorante que pode funcionar bem não somente para lidar com a tosse como também pode auxiliar o tratamento da bronquite e da pneumonia.

A ênfase aqui deve ser dada ao auxiliar, uma vez que a bronquite e a pneumonia são doenças sérias. A bronquite é uma inflamação aguda ou crônica no revestimento ou mucosa dos tubos bronquiais, que pode resultar em pneumonia em algumas pessoas e ataques repetidos de bronquite podem significar que a pessoa tem a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Já a pneumonia é uma infecção que inflama os sacos aéreos de um ou de ambos os pulmões, causando tosse, febre, calafrios e dificuldade para respirar. Se não for tratada adequadamente, a doença pode matar. As informações são da Mayo Clinic, organização da área de serviços médicos e pesquisas médico-hospitalares dos Estados Unidos, e dos Médicos Sem Fronteiras (MSF), organização internacional e sem fins lucrativos de ajuda médica e humanitária em situações de emergências.

Portanto, jamais pode-se afirmar que o xarope de abacaxi com mel pode curar um quadro de bronquite ou pneumonia e o remedinho caseiro nunca pode substituir o tratamento prescrito pelo médico para lidar com esses problemas.

Quem foi diagnosticado com uma dessas doenças precisa seguir todo o tratamento que for indicado pelo médico e deve usar o xarope de abacaxi com mel ou outro remedinho caseiro do tipo somente quando o profissional autorizar e sempre de acordo com as suas orientações.

Como fazer – Receitas de xarope de abacaxi com mel

Xarope de abacaxi com mel básico

Ingredientes:

  • 6 colheres de sopa de mel;
  • 3 rodelas grandes de abacaxi descascado e lavado.

Modo de preparo:

1 – Juntar os dois ingredientes e levar para bater no processador de alimentos;

2 – Transferir a mistura obtida para uma panela e levar ao fogo. Aquecer até ferver, misturando sempre para não grudar. Então, desligar o fogo;

3 – Armazenar o xarope em um recipiente esterilizado de vidro e tampar bem.

Como tomar: recomenda-se tomar duas colheres de sopa à noite, antes de dormir, sem esquecer-se de escovar os dentes depois.

Xarope de abacaxi com mel e gengibre

Ingredientes:

  • 1 abacaxi médio;
  • 1 colher de sopa de gengibre raspado;
  • 1 xícara de mel.

Modo de preparo:

1 – Descascar, lavar e cortar o abacaxi em pedaços pequenos;

2 – Levar esses pedaços ao fogo médio em uma panela (não pode ser de metal), mexendo sempre para não grudar, até soltar a água da fruta;

3 – Depois que desligar o fogo, cobrir com o mel e tampar a panela. Deixar descansar até esfriar bem. Então, coar, espremendo muito bem a fruta para soltar o seu líquido;

4 – Após, transferir o líquido obtido para um recipiente de vidro esterilizado, adicionar o gengibre, tampar bem e guardar o xarope na geladeira.

Como tomar: a orientação é consumir até quatro colheres de sopa do xarope por dia. Entretanto, o ideal é consultar o médico para saber qual a dosagem mais segura e eficiente para o seu caso e para conferir por quanto tempo no máximo o xarope pode ser utilizado.

Cuidados com o xarope de abacaxi com mel

O remedinho caseiro não deve ser administrado a crianças com menos de dois anos de idade, devido à presença do mel na receita. Como existe a preocupação que faz mal comer mel na gravidez, as gestantes também precisam consultar o médico antes de começar a tomar o xarope. A mesma recomendação vale para as mulheres que amamentam.

O xarope de abacaxi com mel também é considerado inviável para os pacientes que sofrem com a diabetes por conta da presença concentrada de mel na composição do remedinho caseiro. Se você é diabético, consulte o seu médico a respeito do uso do remedinho caseiro.  

Referências Adicionais:

Você já conhecia o xarope de abacaxi com mel? Pretende experimentar em casa? Comente abaixo!

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