11 Principais Sintomas de Bronquite

Saiba quais são os principais sintomas de bronquite que atinge milhões de pessoas em todo o mundo.

A bronquite é uma infecção bastante comum do trato respiratório inferior. Ela atinge cerca de 5% das pessoas adultas que também relatam um surto de bronquite aguda a cada ano.

Esta inflamação do revestimento dos tubos brônquicos que transportam ar para os pulmões normalmente é causada pelos mesmos vírus que causam o resfriado.

As pessoas com bronquite costumam tossir um muco espesso que pode ficar descolorido.

A bronquite pode ser aguda ou crônica e muitas vezes ela se desenvolve através de um resfriado ou outra infecção respiratória, sendo a bronquite aguda a mais comum.

É por isso que ela é conhecida como a condição de saúde que se situa entre os níveis de gravidade de um resfriado comum e uma pneumonia e pode ser ou não contagiosa.

Diferença entre bronquite aguda e crônica

A bronquite ocorre quando os bronquíolos (tubos transportadores de ar nos pulmões) estão inflamados e produzem muco em excesso.

A diferença entre bronquite aguda e bronquite crônica são:

Bronquite crônica

A bronquite crônica é definida como uma tosse que produz escarro e que persiste por cerca de três meses ao ano por pelo menos dois anos consecutivos.

A tosse e a inflamação podem ser causadas por infecção ou doença respiratória inicial, exposição à fumaça do cigarro – motivo pela qual também é conhecida como “tosse dos fumantes” – ou outras substâncias irritantes presentes no ar.

Esse tipo de bronquite pode causar a obstrução ao fluxo aéreo e, em seguida, é agrupada sob o termo de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Essa condição aumenta o risco de que a pessoa sofra com outras infecções respiratórias como a pneumonia.

Bronquite aguda

A bronquite aguda é uma condição de saúde que geralmente melhora dentro de uma semana até 10 dias sem que haja efeitos duradouros com exceção da tosse que pode durar algumas semanas.

No entanto, se você tiver repetidas crises de bronquite, pode ter bronquite crônica, o que requer atenção médica.

Sintomas de bronquite

A bronquite dificulta a entrada e saída de ar nos pulmões. O tecido pulmonar geralmente se agrava e você pode desenvolver mais muco.

A bronquite pode começar com uma tosse seca e incômoda que se transforma em uma tosse onde você produzirá muco de cor clara, branca, amarelada ou verde.

Os principais sintomas de bronquite incluem:

1- Fadiga

2- Dor de garganta

3- Falta de ar

4- Chiado no peito

5- Desconforto ou aperto no peito

6- Tosse que produz muco claro, amarelo ou esverdeado

7- Dor nas costas e estômago devido à tosse

8- Dor de cabeça

9- Dores no corpo

10- Febre não muito alta, abaixo de 40º C

11- Congestão nasal

As pessoas com bronquite aguda são as que tendem a apresentar mais os sintomas de febre, calafrios, dor de cabeça e dores no corpo.

Tosse

A tosse é um característico sintoma de bronquite.

A princípio, sua tosse provavelmente será seca e à medida que a condição progride, você provavelmente tosse com muco.

A tosse pode persistir mesmo após o desaparecimento dos outros sintomas.

Muco

Seu muco, outro sintoma de bronquite, pode começar com uma cor esbranquiçada.

Geralmente, a cor muda de branco para verde ou amarelo o que não significa necessariamente que você tem uma infecção bacteriana.

Isso apenas indica que as células relacionadas à inflamação se moveram para as vias aéreas.

Sintomas de bronquite em crianças e adultos

Crianças e adultos podem desenvolver bronquite. No caso das crianças, a causa mais comum é um vírus.

As crianças com bronquite geralmente apresentam os mesmos sintomas que os adultos, mas as crianças muito pequenas também podem vomitar quando tossem.

Quem está em risco de bronquite?

Qualquer pessoa pode contrair ou desenvolver bronquite, porém existem algumas que estão em maior risco, são elas:

  • Pessoas idosas, particularmente aquelas com enfisema pulmonar ou outros problemas respiratórios crônicos.
  • Aquelas que sofreram com um resfriado ou infecção respiratória recentemente.
  • Quem presenta condições pulmonares crônicas como por exemplo a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou outras condições crônicas de saúde.
  • Crianças com menos de 5 anos de idade, particularmente aquelas com má nutrição ou com alergias.

Em alguns casos, a bronquite aguda pode levar a outras complicações de saúde, como por exemplo a pneumonia.

Isso porque o líquido se acumula dentro dos pulmões aumentando o risco de pneumonia que é maior entre crianças pequenas, adultos mais velhos e pessoas com problemas significativos de saúde.

A bronquite crônica pode ser particularmente perigosa para pessoas com DPOC.

Um estudo realizado em 2017 descobriu que pessoas com DPOC que também têm bronquite crônica podem experimentar um maior declínio na função pulmonar.

Ter ambas as condições também aumentou o risco de morte por doença respiratória.

Tratamento

A maioria dos casos e os sintomas de bronquite aguda melhora sem a necessidade de tratamento geralmente em algumas semanas.

Medicamentos

Como a maioria dos casos de bronquite é causada por infecções virais, os antibióticos não são eficazes.

No entanto, se o seu médico suspeitar que você tem uma infecção bacteriana, ele poderá prescrever um antibiótico.

Em algumas circunstâncias, seu médico pode recomendar outros medicamentos, incluindo:

  • Remédio para tosse. Como visto, a tosse é um dos sintomas de bronquite, e se ela te impedir de dormir, tente os supressores de tosse.
  • Outros medicamentos. Se você tem alergias, asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), seu médico pode recomendar um inalador e outros medicamentos para reduzir a inflamação e abrir passagens estreitas nos pulmões.

Terapias

Se você tem bronquite crônica, pode se beneficiar da reabilitação pulmonar – um programa de exercícios respiratórios no qual um fisioterapeuta ensina como respirar mais facilmente e aumenta sua capacidade de se exercitar.

Se você sentir um ou mais dos sintomas de bronquite, não deixe de procurar um médico para que ele possa fazer o diagnóstico e tratamento adequado.

Fontes e Referências adicionais:

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Qual é o Melhor Protetor Hepático Natural?

Saiba como escolher o melhor protetor hepático natural.

O fígado é considerado um dos órgãos mais vitais que funciona como um centro de metabolismo de nutrientes como carboidratos, proteínas e lipídios e excreção de metabólitos residuais.

Em uma pessoa adulta este órgão pesa cerca de 1,4 kg e cerca de 1,4 litros de sangue é bombeado pelo fígado a cada minuto contendo cerca de 10% do sangue de todo o seu corpo.

Como a maior glândula do corpo, o fígado tem muitos trabalhos vitais para mantê-lo vivo e saudável. Entre todas as 500 funções que o fígado desempenha, é importante observar que o papel do fígado é:

  • Armazenar ferro e vitaminas.
  • Converter carboidratos em glicose.
  • Converter o açúcar armazenado em açúcar utilizável quando os níveis de açúcar do corpo caírem abaixo do normal.
  • Neutralizar toxinas nocivas no sangue
  • Destruir os glóbulos vermelhos antigos.
  • Fabricar hormônios e proteínas.
  • Produzir bile para quebrar e digerir gorduras.

Além disso, também está lidando com o metabolismo e a excreção de drogas e outros xenobióticos do corpo, proporcionando proteção contra substâncias estranhas, desintoxicando e eliminando-as.

A bile secretada pelo fígado tem, entre outras coisas, um papel importante na digestão.

Muitas coisas podem fazer mal para o fígado, como por exemplo alguns alimentos, bebidas alcoólicas, remédios entre outras coisas, e por isso é muito importante fazer exames regulares bem como se alimentar de maneira saudável.

Além disso existem algumas outras maneiras de proteger o seu fígado, como por exemplo com um protetor hepático natural.

Protetor hepático natural

Devido a muitas pesquisas foi possível descobrir que o fígado pode ser protegido de forma natural com a ajuda de alguns compostos.

Muitos dos suplementos para o fígado presentes no mercado contêm uma combinação de três ingredientes à base de plantas:

  • Folha de alcachofra
  • Cardo de leite
  • Raiz de dente de leão

Além desses ingredientes existem outros que atuam como protetor hepático natural, veja quais são e como funcionam.

Folha de alcachofra

As folhas de alcachofras têm propriedades antioxidantes e estudos sugerem que elas podem proteger o fígado.

Pesquisas feitas em animais mostram que elas podem ajudar a regenerar as células do fígado.

A folha de alcachofra contém cynarin, que segundo estudos pode aumentar a produção de bile no fígado tornando os processos de desintoxicação no corpo mais eficientes, ajudando vários órgãos a eliminar toxinas nocivas, como álcool e outros produtos químicos.

Assim como o cardo de leite, a folha de alcachofra contém a importante silimarina flavonóide que é conhecida por suas habilidades em proteger o fígado.

A folha de alcachofra também contribui para a saúde e o bem-estar geral, ajudando a manter níveis saudáveis de colesterol em pessoas com risco de doença cardíaca coronária.

Em estudos realizados em 2016 e 2018 com pessoas com doença hepática gordurosa não alcoólica, a folha de alcachofra reduziu os marcadores de danos no fígado em comparação com o placebo.

No entanto, os benefícios clínicos da suplementação com folhas de alcachofra ainda não foram observados.

Cardo de leite

O cardo de leite ou como também é conhecido cardo Mariano, tem sido usado para tratar doenças do fígado há mais de 2.000 anos. Isso acontece porque a substância ativa do cardo de leite é a silimarina que é composta por vários produtos químicos vegetais naturais.

Pesquisas sugerem que a silimarina ajuda a regenerar o tecido hepático, reduzir a inflamação e proteger as células hepáticas dos danos atuando como antioxidante.

Estudos realizados em humanos obtiveram resultados controversos.

Um estudo analisou crianças que estavam sendo tratadas com quimioterapia para tratar leucemia. Após 28 dias, as crianças que receberam suplementos de cardo de leite apresentaram menos sinais de danos ao fígado.

Muitos dos estudos sobre silimarina envolveram pessoas com cirrose, hepatite B ou hepatite C. Outra pesquisa avaliou 18 estudos sobre o cardo de leite, incluindo pessoas com essas condições.

Como resultado, o suplemento não teve muito efeito sobre complicações ou mortes por doença hepática em comparação com o tratamento com placebo (inativo). Muitos dos estudos incluídos na revisão eram de baixa qualidade.

Uma análise de estudos de 2017 descobriu que a silimarina reduziu levemente certas enzimas hepáticas, marcadores de lesão hepática, em pessoas com doença hepática.

Ainda são necessárias mais pesquisas para saber quão bem o cardo de leite pode funcionar, mas o cardo de leite parece seguro, porém algumas pessoas relataram sentir sintomas gastrointestinais ou reações alérgicas após tomá-lo.

Como este suplemento pode diminuir os níveis de açúcar no sangue, as pessoas com diabetes devem consultar o médico antes de tomá-lo.

Raiz-leão

A raiz do dente-de-leão ajuda a função hepática melhorando a capacidade do corpo de remover toxinas e, ao mesmo tempo, aumentar a produção de bile.

Um estudo coreano em ratos descobriu que a raiz do dente de leão ajudou a evitar danos ao fígado causados ​​por toxinas ambientais, como álcool e produtos químicos.

Os pesquisadores descobriram que a alta concentração de antioxidantes presentes na raiz do dente de leão pode proteger as células do fígado bem como afastar os radicais livres que podem prejudicar as células.

Quando testado em coelhos com uma dieta rica em colesterol, verificou-se que o tratamento com raiz de dente de leão melhora as atividades das enzimas antioxidantes plasmáticas e o perfil lipídico.

Portanto, o dente-de-leão foi classificado como um protetor hepático natural devidos aos seus muitos efeitos hipolipidêmicos e antioxidantes em potencial.

Como um bônus adicional, essa planta também ajuda a proteger contra o estresse oxidativo associado à aterosclerose e contém uma variedade de vitaminas e nutrientes que ajudam a limpar o fígado e mantê-lo funcionando corretamente.

Raiz de cúrcuma

Esta raiz é um anti-inflamatório e antioxidante bem conhecido. Os polifenóis presentes na raiz de cúrcuma ou açafrão também demonstram ser benéficos na redução do risco de doença hepática gordurosa causada pelo estresse.

Estudos realizados em vacas descobriram que condições estressantes podem levar a alterações fisiológicas no fígado, o que afeta o retículo endoplasmático e contribui para o desenvolvimento da gordura no fígado.

As potentes propriedades antioxidantes da cúrcuma também ajudam a defender o fígado dos radicais livres nocivos e podem até ajudar a reduzir o risco de formação de células causadoras de câncer no corpo

Raiz da doca amarela

Esta é uma erva incrível para desintoxicação já que ajuda a limpar o fígado e o sistema linfático de toxinas.

Pesquisas sugerem que isso ajuda a estimular a ação do sistema linfático em todo o corpo aumentando a taxa na qual os poluentes nocivos são liberados.

A raiz da doca amarela é frequentemente incluída em muitas fórmulas tradicionais de limpeza de sangue, incluindo o chá Essiac. Ela atua como diurético aumentando a frequência da micção para ajudar na eliminação de toxinas.

Também ajuda a estimular o peristaltismo e aumentar a secreção de muco e água no cólon, melhorando a taxa com que os resíduos são removidos do corpo.

Como uma fonte importante de antraquinonas, a raiz da doca amarela também é útil para regular os movimentos intestinais e prevenir a constipação.

Dessa forma, ela é ótima para pessoas que têm um sistema digestivo lento, pois ajuda a estimular os intestinos e acelerar o tempo de trânsito intestinal.

Gengibre

Conhecido em todo o mundo por suas propriedades anti-inflamatórias, o gengibre é vital para a saúde do fígado além de oferecer vários benefícios para a saúde.

Constatou-se que os constituintes terapêuticos do gengibre, como o gingerol e o shogaol, inibem substâncias químicas pró-inflamatórias no corpo, como as prostaglandinas e citocinas.

A inflamação desempenha um papel importante na patogênese da doença hepática gordurosa não alcoólica e alguns estudos mostraram que em pacientes com esta condição, a citocina inflamatória TNF-a é uma característica importante tanto na resistência à insulina quanto na fibrose hepática.

O TNF-a também aumenta a oxidação dos ácidos graxos.

No entanto, verificou-se que a suplementação de gengibre reduz significativamente os níveis de TNF-a no organismo, reduzindo posteriormente o risco de desenvolver a doença hepática gordurosa não alcoólica.

Pesquisadores que usam ensaios clínicos controlados randomizados encontraram evidências de que a suplementação com gengibre pode aumentar a eficácia de intervenções no estilo de vida, como dieta saudável e exercícios físicos relacionados ao tratamento da doença hepática gordurosa não alcoólica.

Beterraba

Essa raiz conhecida por sua cor roxa brilhante e excepcional conteúdo nutricional não é apenas uma excelente fonte de fibra, mas também de potássio, ácido fólico e manganês e apresenta vários benefícios para a saúde.

A beterraba é cultivada em todo o mundo e agora é usada em muitos suplementos de saúde como tônico nutritivo e desintoxicante.

Para o fígado, o alto teor de fibras de beterraba é uma parte importante do processo de desintoxicação pois ajuda a mover os resíduos pelo trato digestivo.

Uma das fibras da beterraba é a pectina, que é considerada um estimulante da ação de limpeza do fígado e ajuda na remoção de toxinas.

O suco de beterraba também é usado como tratamento para uma série de doenças crônicas associadas ao estresse oxidativo e à inflamação.

A beterraba contém importantes compostos antioxidantes, como os pigmentos betalain, que foram encontrados para eliminar os radicais livres e reduzir a inflamação em todo o corpo.

Selênio

Trata-se de um mineral importante que é encontrado naturalmente no solo e em alguns alimentos e apresenta inúmeros benefícios à saúde.

É necessário que o corpo forme glutationa peroxidase e tioredoxina redutase, duas enzimas necessárias para reduzir indiretamente certas moléculas oxidadas.

Como a oxidação está ligada a danos no fígado, antioxidantes como o selênio são vitais para a preservação do tecido hepático.

Um estudo publicado na revista Acta Biochemical Polonica mostrou que pacientes com infecção crônica como hepatite B ou C ou com doença hepática crônica alcoólica, autoimune ou criptogênica tinham significativamente menos selênio no sangue do que pessoas saudáveis.

O selênio também é necessário para manter a elasticidade do tecido no fígado, principalmente naqueles com doença hepática crônica.

Muitas doenças do fígado podem levar à rigidez dos tecidos e dos vasos sanguíneos locais e o selênio ajuda a preservar e reter a elasticidade, além de apoiar a circulação hepática saudável.

Outros ingredientes

Além dos ingredientes citados acima os suplementos com efeito protetor hepático natural, se diferenciam adicionando uma mistura de outros ingredientes.

Isso pode incluir coisas como:

  • Yam mexicano (Inhame selvagem)
  • Baga espinheiro
  • Chanca piedra

Ainda estão faltando estudos bem projetados em humanos mostrando que essas ervas funcionam.

Algumas plantas podem ser muito benéficas como um protetor hepático natural devido a algumas substâncias.

Ervas para o fígado, como alcachofra, cardo de leite, raiz de leite entre outras são úteis para o fígado devido seus mecanismos como o aumento da produção biliar, melhora da atividade hepática e também melhora do fluxo sanguíneo no fígado que são benéficos para este órgão.

Além disso, os suplementos destinados para a saúde do fígado, como um protetor hepático natural, são produzidos pelo uso de ingredientes ativos dessas ervas.

Esses suplementos também podem ser eficazes para a limpeza do fígado.

Como escolher o melhor protetor hepático natural

A melhor maneira de escolher o melhor protetor hepático natural é fazendo uma pesquisa sobre o fabricante do produto para saber se ele é de confiança.

Veja se ele está de acordo com o CRF (Conselho Regional da Farmácia), como as pessoas avaliam esse produto e leia a fórmula e procure pelos compostos citados acima.

Embora o efeito terapêutico da medicação natural seja benéfico, os efeitos colaterais devem ser tratados com o maior cuidado possível.

A melhor maneira de evitar as complicações é garantir que esses medicamentos sejam administrados apenas por médicos licenciados e certificados.

Os médicos naturopatas devem seguir os princípios subjacentes e determinados pela prática da medicina natural.

Para os pacientes, é necessário seguir as orientações do médico quando os medicamentos naturais são usados no tratamento de doenças hepáticas.

Fontes e Referências adicionais:

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5 Pratos Veganos Simples para Almoço e Jantar

Veja receitas de pratos veganos simples para que suas principais refeições sejam fáceis de serem feitas e deliciosas.

Muitas pessoas ainda têm o pensando de que a alimentação vegana é sem graça, sem sabor, e que é impossível diversificar e fazer receitas deliciosas que são capazes de agradar até aqueles que não seguem esse estilo de vida.

Ao contrário da crença popular pode ser muito fácil comer deliciosas refeições à base de plantas, sem o uso de nenhum produto de origem animal.

Hoje em dia existem receitas de pratos veganos para os gostos mais variados, basta fazer uma rápida pesquisa que irá encontrar como fazer bolos gelados, sorvetes, lanches lights, queijos, creme de leite, churrasco, pães de liquidificador, entre várias outras coisas.

E se você ainda não tem muita prática para fazer receitas mais sofisticadas, aqui verá ideia de pratos veganos simples para o seu almoço e jantar.

Dica para preparar os seus pratos mais rapidamente

Se no dia a dia você não tem muito tempo para preparar os seus pratos, uma dica é comprar legumes e frutas congelados ou compra-los sem estar congelados e congelá-los.

Você também pode cozinhar alguns legumes antes de congelar para que na correria seja ainda mais rápido e prático o seu preparo.

Isso não irá apenas poupar tempo na preparação de refeições, como também pode poupar o estresse de se preocupar em usar produtos frescos antes que eles estraguem.

Você também pode deixar os pratos prontos e congelar para comer quando quiser.

Receitas de pratos veganos simples para almoço e jantar

1. Arroz picante

Este prato simples de arroz é muito simples e usa ingredientes que você já tem em casa e por isso é um dos pratos veganos fáceis e simples.

Tempo de preparação: 20 minutos

Porções: 4

Informações nutricionais

  • Calorias: 380 kcal
  • Proteína: 12 g
  • Carboidratos: 66 g
  • Gordura total: 9 g
  • Açúcar: 0 g

Ingredientes

  • 1 colher de sopa de óleo de girassol
  • 450 ml de caldo de legumes
  • 175 g de espinafre descongelado
  • 250g de arroz basmati lavado
  • 2 dentes de alho amassados
  • 2 colheres de sopa de pasta de curry média
  • 400g de grão de bico escorrido e enxaguado
  • 1 punhado de uvas passas
  • 1 punhado de castanha de caju
  • Iogurte natural para servir, opcional

Modo de Preparo

Aqueça o óleo em uma panela grande antiaderente com tampa, depois frite o alho e a pasta de curry em fogo médio por 1 minuto até que possa sentir o cheiro.

Coloque o arroz na panela com o caldo de legumes, o grão de bico e as uvas passas e mexa com um garfo para impedir que o arroz grude.

Tempere com sal e pimenta, cubra e deixe ferver. Reduza para fogo médio e cozinhe por cerca de 12 a 15 minutos ou até todo o líquido ter sido absorvido e o arroz ficado macio.

Esprema o excesso de água do espinafre com as mãos.

Coloque-o na panela junto com 2 colheres de sopa de água quente e afofe o arroz com um garfo, certificando-se de que o espinafre esteja bem misturado.

Misture as castanhas de cajus e se quiser sirva regado com iogurte natural.

2. Pizza Marguerita Vegana

Os veganos não precisam esquecer a pizza marguerita e essa receita combina os sabores clássicos deste alimento italiano usando substitutos à base de plantas

Tempo de preparação: 30 minutos

Porções: 4

Informações nutricionais

  • Calorias: 688 kcal
  • Proteína: 18 g
  • Carboidratos: 11 g
  • Gordura total: 20 g
  • Gordura saturada: 11 g
  • Açúcar: 4 g
  • Fibra: 5 g

Ingredientes

  • 500g de farinha branca e um pouco mais para polvilhar
  • 1 colher de chá de açúcar refinado
  • 1 colher de chá de fermento seco
  • 1 ½ colher de sopa de azeite

Para o molho de tomate

  • 100 ml de Passata ou polpa de tomate
  • 1 colher de sopa de manjericão fresco picado (ou ½ colher de chá de orégano seco)
  • 1 dente de alho amassado

Para o recheio

  • 200g de queijo mussarela vegano ralado
  • 2 tomates em fatias finas
  • Folhas frescas de manjericão ou orégano
  • Parmesão vegano para servir (opcional)
  • Molho de pimenta (opcional)

Modo de Preparo

Coloque a farinha, o fermento e o açúcar em uma tigela grande.

Coloque 150 ml de água fria e 150 ml de água fervente em um jarro e misture-os – isso significa que sua água é uma boa temperatura para o fermento.

Adicione o azeite e 1 colher de chá de sal na água morna e despeje sobre a farinha. Mexa bem com uma colher e comece a amassar a mistura na tigela até formar uma massa macia e levemente pegajosa. Se estiver muito seco, adicione um pouco de água fria.

Polvilhe um pouco de farinha na superfície de trabalho e amasse a massa por 10 minutos.

Coloque-o novamente na tigela e cubra com filme plástico untado com algumas gotas de azeite. Deixe crescer em um local quente por 1 hora ou até dobrar de tamanho.

Aqueça o forno a 220º C e coloque uma assadeira ou pedra de pizza na prateleira superior para aquecer.

Depois que a massa crescer bata de novo batendo-a algumas vezes com o punho e amasse novamente em uma superfície enfarinhada. Deve ser elástico e muito menos pegajoso.

Reserve enquanto prepara o molho.

Coloque todos os ingredientes para o molho de tomate em uma tigela, tempere com sal, pimenta e uma pitada de açúcar e misture bem. Reserve.

Divida a massa em 2 ou 4 pedaços (isso irá depender se você quer fazer pizzas grandes ou pequenas), forme bolas e abra cada pedaço de massa o mais fino possível, usando um rolo ou as mãos.

Verifique se a massa está bem polvilhada com farinha para impedir que grude.

Polvilhe outra assadeira com farinha e coloque uma base de pizza por cima – espalhe 4-5 colheres de sopa de molho de tomate por cima e adicione alguns tomates fatiados e queijo vegano ralado.

Regue com um pouco de azeite e asse no forno em cima da assadeira pré-aquecida por 10 a 12 minutos ou até que a base esteja inchada e o queijo vegano derreta, esteja borbulhando e dourado.

Repita com o resto da massa.

Sirva as pizzas com folhas de manjericão fresco ou molho de pimenta, se quiser, e polvilhe com parmesão vegano logo após o cozimento.

3. Steaks de couve-flor com purê de ervilhas

Experimente esses bifes de couve-flor crocantes e temperados com páprica, coentro e pimenta preta, eles são picantes e saborosos.

O purê de ervilha irá adicionar uma deliciosa frescura ao prato

Informações nutricionais

  • Calorias: 293 kcal
  • Proteína: 20 g
  • Carboidratos: 51 g
  • Gordura total: 4 g
  • Açúcar: 22 g

Ingredientes

Para a couve-flor

  • 2 cabeças de couve-flor
  • Páprica
  • 1 colher de chá de azeite ou água, conforme necessário
  • Pimenta do reino
  • Coentro

Para o Purê de Ervilha:

  • 280 gramas de ervilhas verdes congeladas
  • 1 cebola pequena picada
  • 1/4 xícara de leite de soja sem açúcar ou outro leite não lácteo
  • 2 colheres de sopa de salsa fresca

Modo de Preparo

Para fazer os bifes de couve-flor

Pré-aqueça o forno a 220 ° C e forre uma assadeira com papel manteiga.

Retire o miolo inferior da couve-flor, corte-o ao meio e em seguida, corte os bifes com cerca de 10 cm de espessura.

Coloque os bifes na assadeira.

Cubra levemente a frente e as costas de cada bife com o azeite e polvilhe com páprica, coentro e pimenta.

Asse por 30 minutos. Quando der 15 minutos, vire.

Para fazer o purê de ervilha

Cozinhe a cebola picada no vapor até ficar macia.

Adicione as ervilhas e cozinhe no vapor até ficarem quentes (não cozinhe demais para manter a cor.

Coloque os legumes, o leite e a salsa no liquidificador ou no processador e bata até ficar homogêneo.

4. Risotto de cogumelo

Este risoto de cogumelos está entre os pratos veganos simples que não contém glúten e é bem cremoso.

Tempo de preparação: 45 minutos

Porções: 4

Informações nutricionais

  • Calorias: 396 kcal
  • Proteína: 9,9 g
  • Carboidratos: 69,3 g
  • Gordura total: 9,2 g
  • Gordura saturada: 1,8 g
  • Açúcar: 3,3 g

Ingredientes

  • 6 xícaras de caldo de legumes
  • 1 cebola picada
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa de manteiga vegana
  • 500 g de cogumelos marrons fatiados ou outro de sua preferência
  • 1,5 xícaras (300g) de arroz para risoto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal marinho a gosto

Para servir:

  • Salsinha
  • Queijo Parmesão Vegano

Modo de Preparo

Prepare as 6 xícaras de caldo de legumes e reserve.

Adicione o azeite em uma panela, adicione a cebola e refogue em fogo médio por alguns minutos.

Em seguida, adicione os cogumelos fatiados, tampe a panela e cozinhe por alguns minutos até que os cogumelos liberem um pouco de água.

Retire a tampa, adicione o arroz e refogue com a cebola e os cogumelos.

Adicione 3 xícaras de caldo de legumes, mexa bem, tampe e cozinhe por cerca de 20 minutos até que o caldo seja absorvido.

Em seguida, adicione 1,5 xícaras de caldo de legumes, mexa bem novamente e tampe e cozinhe por cerca de 10 minutos até que o caldo seja absorvido.

Adicione as últimas 1,5 xícaras de caldo de legumes, mexa bem novamente e tampe e cozinhe por 5-10 minutos finais.

O risoto está pronto quando todo o caldo for absorvido principalmente pelo arroz.

Desligue o fogo e misture as 2 colheres de sopa de manteiga vegano, o sal marinho e a pimenta do reino a gosto.

Sirva com salsa picada e um pouco de parmesão vegano.

5. Macarrão rápido com gengibre e gergelim

Se você está procurando um prato simples vegano rápido não precisa mais procurar! Este macarrão fica pronto em 15 minutos.

Tempo de preparação: 15 minutos

Porções: 2

Informações nutricionais

  • Calorias: 58 kcal
  • Proteína: 9 g
  • Carboidratos: 58 g
  • Gordura total: 6 g
  • Açúcar: 15 g

Ingredientes

Para o macarrão:

  • 1/2 pacote de macarrão de arroz integral ou macarrão de arroz comum
  • 3 xícaras de acelga chinesa
  • Cebolinha cortada em fatias finas
  • Sementes de gergelim, para cobertura (opcional)

Para o molho

  • 2 colheres de sopa de gengibre picado
  • 2 colheres de sopa de xarope de bordo
  • 2 colheres de sopa de molho de soja
  • 1 colher de chá de óleo de gergelim
  • 1 colher de chá de pimentão vermelho picado

Modo de Preparo

Lave a acelga, pique em quatro e deixe de lado.

Em uma tigela pequena misture os ingredientes do molho e reserve.

Ferva o macarrão de arroz de acordo com as instruções da embalagem, até ficar macio.

Em uma panela em fogo médio, despeje o molho e deixe cozinhar por cerca de 1 ou 2 minutos.

Em seguida, adicione a acelga e misture bem.

Reduza o fogo para baixo e adicione o macarrão de arroz.

Misture e sirva imediatamente.

Esses são alguns exemplos de pratos veganos simples, existem várias outras opções de almoços veganos, lanches, jantas, sobremesas, etc.

Comece a se aventurar na cozinha e verá o que é capaz de criar com ingredientes que não são de origem animal.

Você já conhecia esses 5 pratos veganos simples para almoço e jantar? Pretende experimentar? Comente abaixo!

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Xarope de Guaco – O Que é, Para Que Serve, Como Tomar e Como Fazer

Veja o que é o xarope de Guaco, para que serve, com tomar, como fazer e o que diz a ciência a respeito deste xarope.

Historicamente, a maioria dos medicamentos são criado a partir de produtos naturais e também de compostos derivados desses produtos.

E isso não é diferente com a Mikanialaevigata e M. glomerata, popularmente conhecido como “guaco”, que é usado há muito tempo pelos índios brasileiros principalmente para tratar mordidas de cobra.

Na medicina herbal atual do Brasil, o guaco é usado como um eficaz broncodilatador natural, expectorante e supressor de tosse empregado para todos os tipos de problemas respiratórios superiores, incluindo bronquite, pleurisia, resfriados e gripes, tosse e asma.

Ele também tem sido amplamente utilizado, mesmo em preparações comerciais já que suas propriedades medicinais são amplamente reconhecidas.

Isso ocorre principalmente no tratamento de condições inflamatórias, atividade broncodilatadora, anti-ulcerogênica, antiofidiana e atividade antibacteriana e antiparasitária, embora a eficácia da atividade antibacteriana seja tão controversa.

O que é Guaco

Mikania cordifolia e M. glomerata são as duas plantas brasileiras usadas de forma intercambiável e muitas vezes sem distinção entre as duas espécies sendo chamas apenas de guaco.

Todas as plantas de guaco são trepadeiras sem espinhos, com cerca de 2 m de altura e estendendo-se por cerca de 2 a 2,5 m de largura.

Elas produzem folhas largas e brilhantes em forma de coração e flores brancas a amareladas.

As folhas quando machucadas ou esmagadas têm um aroma agradável e picante enquanto que as flores têm um cheiro característico de baunilha, especialmente depois de tomarem chuva.

Os estudos sobre Mikania glomerata e M. laevigata forneceram evidências científicas de que essas plantas têm um potencial efeito terapêutico anti-inflamatório.

Para que serve guaco

Os índios brasileiros têm uma tradição antiga de usar o guaco nas picadas de cobra preparando um chá com as folhas e tomando por via oral, bem como aplicar as folhas ou o suco do caule (às pressas) diretamente na picada da cobra.

Algumas tribos indígenas da floresta amazônica empregaram topicamente o caule das folhas esmagadas nas picadas de cobras (além de beber a decocção de folhas e / ou caule) e usaram uma infusão de folhas para tratar febres, desconforto estomacal e reumatismo.

Os povos indígenas da região amazônica da Guiana aquecem as folhas para causar erupções cutâneas e coceira na pele.

Em 1870, um medicamento herbal brasileiro chamado Opodeldo de Guaco foi produzido a partir da folha e caule do guaco sendo considerado um “remédio para os santos” no tratamento de bronquite, tosse e reumatismo.

Hoje em dia esse “remédio” ainda é muito popular em todo o Brasil para os mesmos fins, mas os locais preparam-se fervendo folhas de guaco em um saboroso xarope picante para tosse.

A década passada testemunhou muitas descobertas importantes nesse campo com novas descobertas desafiando as visões tradicionais dos pesquisadores.

Atividade broncodilatadora

A broncoconstrição desempenha um papel muito importante na fisiopatologia da asma e compostos que relaxam os músculos lisos respiratórios, como os agonistas b2, antagonistas da teofilina e colinérgicos são geralmente usados ​​no tratamento sintomático desta doença.

O xarope de guaco bem como uma infusão ou extrato feito a partir das folhas dessas plantas são tradicionalmente usados ​​para tratar doenças respiratórias como bronquite, asma e tosse.

Observações experimentais da eficácia do uso de guaco em doenças das vias aéreas têm sido consistentes e alguns estudos demonstraram os mecanismos de sua ação.

Um estudo realizado em camundongos utilizando um modelo de pleurisia alérgica demonstrou que a os animais tratados com uma fração obtida do extrato etanólico de M. glomerata (guago) apresentaram uma redução do edema e depleção na dose mais alta que foi testada, além da inibição da infiltração de leucócitos detectada após o desafio ao antígeno.

O extrato etanólico do guago inibiu a eosinofilia pleural, processo que depende de eicosanóides e de um fator de ativação de plaquetas.

Uma possível explicação para o efeito inibitório do extrato etanólico de M. glomerata na pleurisia alérgica é que ele antagoniza os efeitos e / ou a liberação desse lipídio, embora não exista atividade inibitória na plenitude acionada pela histamina ou serotonina.

Outro estudo demonstrou que o extrato hidroalcoólico de M. glomerata produziu uma diminuição do tônus ​​basal do músculo liso respiratório isolado da traquéia de cobaia.

Atividade antibacteriana

Outro ponto importante de para que serve o xarope de guaco é a sua atividade antibacteriana.

O extrato hexânico do guaco apresentou atividade antibacteriana contra uma cepa multirresistente de Staphylococcus aureus enquanto que a fração etanólica apresentou apenas uma atividade fraca contra bactérias Gram-positivas e Gram-negativas.

Pesquisadores da Universidade do Vale do Itajaí em Santa Catarina usaram um modelo de camundongo com pneumonite alérgica para demonstrar que o animal tratado com o extrato hidroalcoólico de M. laevigata havia diminuído significativamente o fluxo de leucócitos, especialmente de isosinófilos, para o espaço broncoalveolar.

Além disso, as análises demonstraram um perfil hemorrágico no tecido pulmonar dos animais não tratados que não foi observado nos animais que foram tratados com esse extrato.

Outro estudo foi conduzido para investigar a eficácia de um extrato hidroalcoólico das partes aéreas de M. laevigata como um agente relaxante no músculo liso traqueal in vitro.

A ação sugeriu que a estimulação direta dos canais de potássio ativado por cálcio pelo extrato de guaco possa ter contribuído para um mecanismo subjacente pelo qual atuou como fitomedicina anti-asmática em humanos.

Pesquisadores investigaram se os extratos dessas plantas apresentavam algum efeito sobre os indicadores de danos inflamatórios e oxidativos nos pulmões de ratos expostos a poeira de carvão quando foram agudamente expostos.

E os resultados evidenciaram que o pó de carvão levou à inflamação e morte celular nos pulmões de ratos e que o guaco apresentou um efeito protetor, levando à especulação de que esse extrato possa ter um papel protetor na oxidação causadas ​​pela exposição à poeira de carvão.

Em resumo, o guaco demonstrou possuir atividade anti-asmática eficiente enquanto que seus extratos etanólicos inibiram o crescimento de todos os microrganismos testados e a fração hexana de ambas as espécies de guaco mostrou uma notável atividade antibacteriana.

Atividade anti-inflamatória

A resposta inflamatória é orquestrada por uma grande variedade de mediadores que são capazes de promover eventos vasculares, edema e recrutamento de células inflamatórias.

Em resposta à lesão ou infecção, o corpo mobiliza células do sistema imunológico para iniciar uma resposta inflamatória no local do dano.

Como mencionado acima, uma das coisas para que serve o extrato de guaco é para tratar doenças respiratórias, no entanto, os efeitos benéficos no tratamento de doenças respiratórias como a asma podem não apenas compreender um relaxamento direto do músculo liso respiratório, mas também um efeito anti-inflamatório.

Nesse contexto, alguns estudos demonstraram a atividade anti-inflamatória desse extrato e que ele contribui para a redução da adesão e transmigração de leucócitos.

Os resultados das pesquisas sugerem que o uso do extrato medicinal de guaco pode ter sido capaz de suprimir o desenvolvimento de lesões inflamatórias agudas.

Tratamento de úlceras

As úlceras gástricas e duodenais afetam um grande número de pessoas em todo o mundo e são causadas por vários fatores, como estresse, tabagismo, deficiências nutricionais e ingestão de medicamentos anti-inflamatórios não esteróides.

O tratamento atual apresenta problemas devido à eficácia limitada e efeitos colaterais graves dos medicamentos disponíveis.

Por isso, o uso de produtos naturais para a prevenção e tratamento de diferentes patologias está se expandindo continuamente em todo o mundo.

Pesquisadores avaliaram a atividade anti-ulcerogênica do guaco empregando diferentes modelos experimentais em camundongos para descobrir qual o seu mecanismo de ação farmacológico.

Como resultado, o bloqueio da atividade anti-ulcerogênica do extrato de guaco promovido pelo betanecol sugeriu um mecanismo anticolinérgico ou uma interrupção de eventos intracelulares que estavam ligados à secreção ácida.

Atividade antiparasitária

O Trypanosoma cruzi é um protozoário intracelular responsável por causar a doença de Chagas.

Os medicamentos disponíveis atualmente para a doença de Chagas não são limitadas, mas a maioria tem como objetivo tratar as consequências da doença, como insuficiência cardíaca.

Leishmania amazonensis, uma espécie transmitida principalmente na região amazônica, tem sido associada a lesões cutâneas localizadas, doença cutânea difusa e infecção da mucosa.

Os resultados obtidos através de pesquisas sobre o efeito do guaco demonstraram a inibição do crescimento de 97,5% contra as formas amastigotas de L. amazonensis, bem como 49,5% de inibição do crescimento das formas epimastigotas de T. cruzi.

Esses resultados demonstraram que o guaco pode ser eficaz no tratamento de doenças causadas por parasitas como acontece com a doença de Chagas.

Periodontite

Outro resultado interessante obtido com o extrato de guaco através de uma pesquisa realizada em animais foi demonstrado em um modelo de doença periodontal inflamatória, doença que afeta desde a gengiva até o osso que suporta e envolve o dente.

A análise da perda óssea alveolar demonstrou que os animais tratados com guaco apresentaram uma diminuição da perda óssea.

Além disso, os tecidos gengivais do grupo tratado com guaco apresentaram diminuição da migração de neutrófilos.

Esses resultados indicaram que o extrato de “guaco” pode ter sido útil para controlar a reabsorção óssea durante a progressão da periodontite em ratos.

Atividade antimicrobiana

Embora a indústria farmacêutica tenha produzido nos últimos anos uma série de novos medicamentos antimicrobianos a resistência a esses medicamentos por microorganismos aumentou.

É por isso que a medicina convencional é cada vez mais receptiva ao uso de antimicrobianos e outras drogas derivadas de plantas.

Nesse contexto, o gênero Mikania – guaco – também apresenta alguns efeitos antibacterianos de acordo com ​​alguns estudos sobre sua atividade antibacteriana.

Os resultados desses estudos parecem promissores e podem melhorar o uso do produto natural, mostrando o potencial do extrato de guaco no tratamento de doenças infecciosas causadas por S. aureus.

Tratamento para o envenenamento por cobras

Os extratos vegetais constituem uma excelente fonte alternativa de novos agentes antiofídicos.

Em muitos países, os extratos vegetais têm sido tradicionalmente usados ​​no tratamento de envenenamentos provocados por picadas de cobra e por isso pesquisadores avaliaram a capacidade dos extratos aquosos do extrato guaco de inibir a atividade farmacológica e enzimática dos venenos de Bothrops e Crotalus.

Os resultados obtidos demonstraram que a atividade induzida pelo veneno de Crotalus durissus terri ficus foi totalmente inibida pelos extratos aquosos de M. glomerata (guaco), enquanto que para o veneno de Bothrops jararacussu, nenhuma inibição significativa foi observada.

Este extrato também inibiu a atividade hemorrágica dos venenos testados e exibiu uma poderosa inibição da atividade de coagulação, provavelmente devido à interação com enzimas do tipo trombina.

Como fazer xarope de guaco

Veja agora como fazer o xarope de guaco para poder aproveitar de todos os seus benefícios para a saúde.

Ingredientes

  • 6 gramas de folhas de guaco secas, o equivalente a um punhado.
  • 6 xícaras de água
  • ¾ de xícara de açúcar
  • 3 colheres de sopa de mel

Modo de preparo

Misture as folhas secas de guaco com a água e ferva até que reduza para a quantidade de 2 xícaras.

Em seguida adicione os 3/4 de xícara de açúcar e ferva novamente por cerca de 20 minutos transformando em uma calda.

Coe a mistura para remover as folhas, adicione 3 colheres de sopa de mel, deixe o xarope de guaco esfriar e engarrafe.  

Armazene na geladeira.

Como tomar

O uso recomendado do xarope de guaco é diferente entre adultos e crianças.

Especialistas recomendam que os adultos tomem 5ml 3 vezes ao dia, crianças entre 2 e 4 anos 2,5 ml 2 vezes ao dia enquanto que as com mais de 5 anos devem tomar a mesma quantidade, porém 3 vezes ao dia.

O recomendado é toma-lo por 7 dias e em casos mais graves por até 14 dias.

Se você tomou por 14 dias e os sintomas não desapareceram, não deverá exceder esse tempo e sim procurar por um médico.

Efeitos colaterais

Em algumas pessoas, principalmente quando tomado em grandes doses, o xarope de guaco pode causar alguns efeitos colaterais como:

  • Aumento da pressão arterial
  • Vômito
  • Diarreia

Além disso, existem algumas pessoas que são alérgicas a este xarope, e neste caso poderá haver tosse e dificuldade para respirar.

O Guaco contém uma quantidade significativa de cumarina, da qual derivam os medicamentos químicos vegetais da coumadina.

A cumarina tem um efeito anticoagulante e afinador de sangue e por isso, o uso do xarope de guaco pode causar efeitos anticoagulantes devido ao conteúdo de cumarina.

Consulte o seu médico antes de tomar xarope de guaco principalmente se estiver tomando medicamentos anticoagulantes ou que afinem o sangue.

Fontes e Referências adicionais:

Você já conhecia o xarope de guaco? Pretende experimentar? Comente abaixo!

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Lista de Alimentos Ricos em Amido

Entenda o que é e quais são os alimentos ricos em amido, suas calorias e se amido de milho tem glúten.

Os amidos são considerados o tipo de carboidrato mais consumido e uma importante fonte de energia para muitas pessoas.

Eles são um carboidrato extraído de matérias-primas agrícolas que está amplamente presente em literalmente milhares de aplicações diárias de alimentos.

Classificados como carboidratos complexos, pois consistem em muitas moléculas de açúcar unidas, tradicionalmente são vistos como opções saudáveis.

Isso porque os amidos integrais liberam gradualmente o açúcar no sangue em vez de fazer com que os níveis de açúcar no sangue aumentem rapidamente, o que não é bom pois podem deixá-lo com fome, cansado e desejando mais alimentos ricos em carboidratos.

Amidos refinados

No entanto, muitos dos amidos que as pessoas comem hoje em dia são altamente refinados e mesmo que classificados como carboidratos complexos eles podem aumentar rapidamente os níveis de açúcar no sangue.

Isso ocorre porque os amidos altamente refinados foram destituídos de quase todos os seus nutrientes e fibras, ou seja, eles contêm calorias vazias e fornecem pouco benefício nutricional.

Muitos estudos também mostraram que a ingestão de uma dieta rica em amidos refinados está ligada a um risco maior de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e ganho de peso.

Veja agora quais são os alimentos ricos em amido.

As informações nutricionais de cada um deles podem variar de acordo com o fabricante.  

Aveia

A aveia está entre os grãos mais saudáveis ​​que você pode comer pois fornece uma boa quantidade de fibras, proteínas e gorduras bem como uma grande variedade de vitaminas e minerais.

Além disso, estudos mostraram que a aveia pode ajudar você a perder peso, reduzir os níveis de açúcar no sangue, diminuir o risco de doenças cardíacas entre outros benefícios.

No entanto, embora sejam um dos alimentos mais saudáveis ​​e um excelente complemento para sua dieta, os grãos de aveia também são alimentos ricos em amido.

Uma xícara de aveia (81 gramas) contém 46,9 gramas de amido ou 57,9% do seu peso.

Resumo nutricional

Cada 30 gramas (2 colheres de sopa) de aveia contém:

  • Calorias: 104 kcal
  • Gordura total: 2,2 g
  • Carboidratos: 17 g
  • Proteína: 4,3 g

Cereais de Arroz

Os cereais de arroz são cereais crocantes popularmente consumidos no café da manhã.

Esse alimento é basicamente uma combinação de arroz tufado e pasta de açúcar que é vendido no formato de grãos de arroz crocante.

Eles são frequentemente fortificados com vitaminas e minerais e uma porção de 28 gramas contém mais de um terço de suas necessidades diárias de tiamina, riboflavina, folato, ferro e vitaminas B12 e B6.

Porém, esse tipo de cereal é altamente processado ​​e incrivelmente rico em amido. Uma porção de 28 gramas contém 20,2 gramas de amido ou 72,1% do seu peso.

Se você consumir esse alimento com frequência considere escolher uma alternativa de cereal mais saudável para o café da manhã.

Resumo nutricional

Uma xícara de cereais de arroz enriquecido contém cerca de:

Calorias: 56 kcal

Gordura total: 0,07 g

Carboidratos: 12,57 g

Proteína: 0,88 g

Farinha de Milho

A farinha de milho é feita da moagem das sementes do milho, um grupo de grãos muito nutritivo, porém ela está na lista de alimentos ricos em amido já que uma xícara (119 gramas) de farinha de milho contém 83 gramas de amido, ou 70% do seu peso.

A farinha de milho também é naturalmente sem glúten e rica em magnésio, fósforo, manganês e selênio.

Se você já se perguntou se o amido de milho tem glúten é importante dizer que o amido de milho puro não contém glúten.

Acontece, que nem todas as marcas de amido de milho presentes no mercado são consideradas seguras na dieta sem glúten para as pessoas que tem doença celíaca e sensibilidade não-celíaca ao glúten.

Resumo nutricional

Uma xícara de farinha de milho contém cerca de:

Calorias: 488 kcal

Gordura total: 0,06 g

Carboidratos: 116,83 g

Proteína: 0,33 g

Muffins Ingleses

Os muffins ingleses são um tipo de pão plano e circular, geralmente torrado e servido com manteiga.

Um muffin inglês de tamanho normal contém 23,1 gramas de amido, ou 44,4% do seu peso.

Resumo nutricional

Um Muffin Inglês contém cerca de:

Calorias: 132 kcal

Gordura total: 0,98 g

Carboidratos: 25,62 g

Proteína: 5,14 g

Bolachas Salgadas

As bolachas salgadas ou bolachas de água e são finas e quadradas, feitas com farinha de trigo refinada, fermento e/ou bicarbonato de sódio.

As pessoas geralmente as comem ao lado de uma tigela de sopa ou com manteiga, geleia, requeijão, etc.

Embora sejam pobres em calorias, as bolachas salgadas também são pobres em vitaminas e minerais e muito ricas em amido.

Por exemplo, uma porção de cinco bolachas salgadas padrão (15 gramas) contém 11 gramas de amido, ou 67,8% do seu peso.

Se você gosta de bolachas, opte por aquelas feitas com 100% de sementes e grãos integrais.

Resumo nutricional

2 bolachas de água e sal com cerca de 10 gramas contém:

Calorias: 42 kcal

Gordura total: 1 g

Carboidratos: 7 g

Proteína: 1,4 g

Farinha Branca / Farinha refinada

O trigo integral tem três componentes principais: a camada externa que é conhecida como farelo, o germe que é a parte reprodutiva do grão e o endosperma que é o suprimento de alimentos dos grãos.

A farinha branca é feita removendo o trigo integral de seu farelo e germe, que são embalados com fibras e nutrientes deixando apenas o endosperma que é pulverizado em farinha branca.

Geralmente ela é pobre em nutrientes e contém principalmente calorias vazias.

Além disso, o endosperma faz com que à farinha branca tenha um alto teor de amido. Um copo (120 gramas) de farinha branca contém 81,6 gramas de amido ou 68% do seu peso.

Resumo nutricional

1 colher de sopa de farinha branca contém:

Calorias: 28 kcal

Gordura total: 0,08 g

Carboidratos: 5,96 g

Proteínas: 0,81 g

Farinha de Trigo Integral

Comparada à farinha refinada, a farinha de trigo integral é mais nutritiva e contém menos amido, o que a torna uma melhor opção em comparação a farinha branca.

Por exemplo, 1 xícara (120 gramas) de farinha de trigo integral contém 69 gramas de amido, ou 57,8% do seu peso.

Embora ambos os tipos de farinha contenham uma quantidade semelhante de carboidratos totais, o trigo integral tem mais fibra e é mais nutritivo o que o torna uma opção muito mais saudável para suas receitas.

Resumo nutricional

Cada 100 gramas de farinha de trigo integral contêm cerca de:

Calorias: 339 kcal

Gordura total: 1,87 g

Carboidratos: 72,57 g

Proteína: 13,7 g

Bagels

Os bagels são um tipo de pão originário da Polônia e que também estão presentes em várias padarias e mercados do Brasil.

Eles têm alto teor de amido, fornecendo 38,8 gramas por bagel de tamanho médio, ou 43,6% do seu peso sendo um dos alimentos ricos em amido.

Resumo nutricional

Um bagel de tamanho normal contém cerca de:

Calorias: 270 kcal

Gordura total: 1,7 g

Carboidratos: 53,02 g

Proteína: 10,52 g

Pretzels

O pretzel é um tipo de pastelaria tradicionalmente alemã que é assado e feito com massa de pão geralmente moldado em um nó.

Uma porção padrão de 10 pretzels (60 gramas) contém 42,8 gramas de amido, ou 71,3% do seu peso.

Infelizmente, os pretzels geralmente são feitos com farinha de trigo refinada e este tipo de farinha pode causar picos de açúcar no sangue e te deixar cansado e com fome.

O mais importante é que picos frequentes de açúcar no sangue podem reduzir a capacidade do seu corpo de reduzir os níveis de açúcar no sangue de forma eficaz e até levar ao diabetes tipo 2.

Há uma grande variedade de pretzel disponível no mercado, como doces, salgados, com queijo, chocolate, banana, etc. e de acordo com a sua variedade a quantidade de amido presente em cada um irá variar.

Resumo nutricional

Um bagel salgado de tamanho normal (grande) contém cerca de:

Calorias: 483 kcal

Gordura total: 4,43 g

Carboidratos: 99,23 g

Proteína: 11,73 g

Batatas

As batatas ou como também são chamadas batatas inglesas, são as tradicionais batatas amarelas.

Elas são incrivelmente versáteis e um alimento básico em muitas casas sendo geralmente um dos primeiros alimentos que vêm à mente quando você pensa em alimentos ricos em amido.

Curiosamente as batatas não contêm tanto amido como as farinhas, produtos como pães, bolos, bolachas ​​ou cereais, mas contêm mais amido do que outros vegetais.

Por exemplo, uma batata cozida de tamanho médio (138 gramas) contém 24,8 gramas de amido, ou 18% do seu peso.

As batatas são uma excelente parte de uma dieta balanceada porque são uma rica fonte de vitamina C, folato, vitamina B6, manganês e potássio.

Resumo nutricional

Cada 100 gramas de batata inglesa contêm cerca de:

Calorias: 82 kcal

Gordura total: 0,127 g

Carboidratos: 19 g

Proteína: 2 g

Arroz

O arroz é o alimento básico mais consumido em todo o mundo e isso não é diferente no Brasil.

Porém ele também possui um alto teor de amido, principalmente em sua forma não cozida.

Por exemplo, 100 gramas de arroz cru contêm 80,4 gramas de carboidratos, dos quais 63,6% são amido.

No entanto, quando o arroz é cozido, o teor de amido cai drasticamente.

Na presença de calor e água, as moléculas de amido absorvem a água e incham e esse inchaço rompe as ligações entre as moléculas de amido por meio de um processo chamado gelatinização.

Portanto, 100 gramas de arroz cozido contêm apenas 28,7% de amido, isso porque o arroz cozido contém muito mais água.

Resumo nutricional

Uma colher de sopa de arroz branco cozido contém cerca de:

Calorias: 32 kcal

Gordura total: 0,06 g

Carboidratos: 7,05 g

Proteína: 0,63 g

Farinha de sorgo

O sorgo é um grão muito nutritivo que é moído para fazer farinha de sorgo.

Uma xícara (121 gramas) de farinha de sorgo contém 82 gramas de amido, ou 68% do seu peso.

Mas embora seja rica em amido, a farinha de sorgo é uma escolha muito melhor do que a maioria dos tipos de farinha porque ela é livre de glúten e uma excelente fonte de proteínas e fibras além de apresentar vários outros benefícios para a saúde.

Um copo contém 10,2 gramas de proteína e 8 gramas de fibra.

Além disso, o sorgo é uma ótima fonte de antioxidantes. Estudos mostraram que esses antioxidantes podem ajudar a reduzir a resistência à insulina, reduzir o colesterol no sangue e ter propriedades anticâncer.

Resumo nutricional

Uma colher de sopa com 15 gramas de farinha de sorgo contém cerca de:

Calorias: 47 kcal

Gordura total: 0,5 g

Carboidratos: 9 g

Proteína: 1,4 g

Biscoitos de Shortbread ou biscoitos amanteigados

Os biscoitos de Shortbread são um clássico deleite escocês que são tradicionalmente feitos com três ingredientes – açúcar, manteiga e farinha, ou seja, são os tradicionais biscoitos amanteigados.

Eles também são muito ricos em amido, sendo que um único biscoito de 12 gramas contém 4,8 gramas de amido, ou seja, 40,5% do seu peso.

Além disso, tenha cuidado com os biscoitos amanteigados comercializados pois eles podem conter gorduras trans artificiais que seu consumo está ligado a riscos mais altos de doenças cardíacas, diabetes e gordura da barriga.

Resumo nutricional

Um biscoito com 5,6 cm de diâmetro contém cerca de:

Calorias: 212 kcal

Gordura total: 9,78 g

Carboidratos: 26,76 g

Proteína: 4,2 g

Milho

O milho é um dos grãos de cereal mais consumidos em todo o mundo por diversas culturas, porém ele apresenta o maior teor de amido entre todos os vegetais.

Por exemplo, 1 xícara (141 gramas) de grãos de milho contém 25,7 gramas de amido, ou 18,2% do seu peso.

Embora seja um vegetal rico em amido, o milho é muito nutritivo e um ótimo complemento para sua dieta.

Este grão é rico em fibras, além de vitaminas e minerais como fósforo, folato e potássio.

Resumo nutricional

Uma espiga de milho verde cozida contém:

Calorias: 80 kcal

Gordura total: 0,63 g

Carboidratos: 19,14 g

Proteína: 2,67 g

Pão Branco

Assim como a farinha de trigo refinada, o tradicional pão branco está entre os alimentos ricos em amido porque ele é feito quase que exclusivamente a partir do endosperma do trigo e por isso possui um alto teor de amido.

Duas fatias de pão branco contêm 20,4 gramas de amido, ou 40,8% do seu peso.

O pão branco também é pobre em fibras, vitaminas e minerais. Se você quiser comer pão, escolha uma opção de grãos integrais.

Resumo nutricional

1 fatia de pão branco contém cerca de:

Calorias: 66 kcal

Gordura total: 0,82 g

Carboidratos: 12,65 g

Proteína: 1,91 g

Massas

O macarrão por exemplo, é o tipo de massa que normalmente é feito de farinha refinada.

Você poderá encontra-lo  em diferentes formas, como espaguete, fettuccine, penne, entre várias outras.

Assim como o arroz, as massas têm menos amido quando cozidas porque gelatiniza no calor e na água.

Por exemplo, o espaguete seco contém 62,5% de amido, enquanto o espaguete cozido contém apenas 26% de amido.

Resumo nutricional

Uma xícara de espaguete cozido contém cerca de:

Calorias: 220 kcal

Gordura total: 1,29 g

Carboidratos: 42,95 g

Proteína: 8,06 g

Tortilhas

Originárias do México, as tortilhas são um tipo de pão fino e achatado feito de milho ou trigo.

Uma única tortilha (49 gramas) contém 19,7 gramas de amido, ou 40,2% do seu peso e por isso é um dos alimentos ricos em amido.

Resumo nutricional

Uma tortilha média contém cerca de:

Calorias: 101 kcal

Gordura total: 2,01 g

Carboidratos: 18,24 g

Proteína: 2,66 g

São muitos os alimentos ricos em amidos, esses são apenas alguns dos considerados que mais contém para que você, se desejar diminuir o consumo deste nutriente, preste mais atenção na hora de se alimentar.

Fontes e Referências adicionais:

Você já conhecia a lista de alimentos ricos em amido? Tem alergia a amido? Comente abaixo!

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Lista de Alimentos Ricos em Amidosurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
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Os 5 hábitos mortais para se evitar ao envelhecer

Querendo ou não, todos nós temos hábitos em nosso dia a dia que sabemos que não são saudáveis. Mas acabamos por pensar que não somos velhos o suficiente, então, não damos a devida importância e acabamos por continuar fazendo mesmo assim.

Sendo vícios ou não, largar um hábito pode ser uma das tarefas mais difíceis, pois, além de requerer muita força de vontade, é um processo diário com muitas recaídas emocionais e até mesmo fisiológicas.

Os hábitos mais comuns de se pensar quando falamos de “hábitos mortais” são, geralmente, o tabagismo e o alcoolismo. Mas existem outros hábitos comuns que muitas vezes nem imaginamos que possa estar nos fazendo mal, mas que, na verdade, vão se tornando cada vez mais letais com os anos.

Hoje vamos ver mais afundo alguns desses costumes que, à medida que vamos ficando mais velhos, vão se tornando verdadeiras bombas relógios para nosso organismo.

Tabagismo

Como já citamos acima, o tabagismo é quase sinônimo de “hábitos mortais”. Ganhando o prêmio de pior item da nossa lista, o tabagismo é responsável por inúmeras doenças graves como o câncer de pulmão, doenças cardíacas, derrames, doenças pulmonares crônicas e diabetes. A fumaça quente carregada de tóxicos é um veneno para nosso sistema respiratório. Sendo assim, não é segredo que parar de fumar pode aumentar sua expectativa de vida.

Alto consumo de álcool

O álcool é uma faca de dois gumes quando o assunto é nossa saúde. Podendo ser benéfico quando, por exemplo, tomamos uma taça de vinho por dia, mas, quando em excesso, além da possibilidade de se tornar um vício, o álcool mostra sua pior face e pode acarretar sérios problemas de saúde.

Álcool em grandes quantidades, por pouco ou muito tempo, pode acarretar doenças como câncer, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias e até úlceras. Dessa forma, não vamos dizer que, como um todo, o álcool deve ser cortado à medida que envelhecemos, mas seu consumo deve ser cada vez mais consciente.

Bebidas açucaradas e comidas processadas

Refrigerantes, sucos e os famosos fastfoods já são mais facilmente lembrados como comidas não tão saudáveis, de modo geral, para os nossos corpos. Porém, estudos mostram que os efeitos podem ser piores do que imaginávamos.

Essas guloseimas podem causar uma alta propensão a doenças cardíacas e ao sobrepeso, que traz consigo outros vários problemas de saúde. Portanto, recomenda-se ao longo da vida substituir essas comidas pouco nutritivas por refeições mais focadas em vegetais e proteínas.

Ficar sentado muito tempo

É nítido para todos que o sedentarismo é péssimo para sua saúde, mas além de não praticar atividades físicas, o simples fato de ficar sentado muito tempo (seja trabalhando, jogando no computador, lendo e etc) não é saudável. Essas longas jornadas em apenas uma posição podem acarretar problemas mais sérios no fim da vida – por exemplo, em doenças cardiovasculares.

Mas, felizmente, a solução para esse problema é fácil. Reserve um tempo diariamente ou semanalmente para praticar algum exercício aeróbico e se exercitar um pouco. Mesmo sendo por poucos minutos, se feito constantemente poderá ajudar a controlar o peso e a sua saúde cardiovascular como um todo.

Estar acima ou abaixo do peso

E, por fim, é importante ficar atento se você está acima ou abaixo do peso recomendado para sua faixa etária. Variações bruscas de peso, para cima ou para baixo do recomendado, podem acarretar uma maior vulnerabilidade e sensibilidade do organismo a problemas de saúde que podem ser fatais com o tempo.

Para saber a faixa de peso ideal para sua idade, procure um especialista e peça para que ele tire o seu IMC, que é o índice de massa corporal usada pelos médicos para determinar o peso saudável de uma pessoa.

Você já sabia quais os 5 hábitos mortais para se evitar ao envelhecer? Pretender mudar alguns desses hábitos? Comente abaixo!

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Como ter os benefícios da meditação sem meditar?

Sem dúvidas que o assunto meditação está em alta nos dias de hoje. Cada vez mais, pessoas buscam por tranquilidade e paz em suas vidas que, na dinâmica do século XXI, não tem sido fáceis. Sejam longas jornadas de trabalho ou a avalanche de contas e responsabilidades, a verdade é que cada vez menos temos tempo para focar em nós mesmos.

Meditar é um ótimo jeito de tentar levar a vida com mais paz e clareza mental, mas não é todo mundo que tem o tempo e a paciência de tirar 30 minutos todos os dias para sentar-se e esvaziar a mente.

Dessa forma, trouxemos 3 dicas para você que se encaixa nesse perfil, mas que, mesmo assim, deseja incluir alguns dos benefícios do mindfullness na sua vida e preservar a sua saúde mental.

3 dicas de como se beneficiar da meditação sem meditar

1. Transformar pensamentos negativos em positivos

Muitas vezes, na correria do dia a dia, acabamos nos deparando com pensamentos críticos e negativos sobre nós mesmos. Seja porque esquecemos a chave do carro em casa e só percebemos na garagem, seja por que não tivemos aquela ideia brilhante um pouco antes ou cometemos um erro que custou uma conversa com o chefe.

O mindfullness nos ensina a tentar canalizar essas energias e pensamentos que inicialmente vão contra nós mesmos e transformar em algo que possamos melhorar.

O processo de canalizar e transformar essa energia negativa em algo positivo pode ajudar no nosso crescimento pessoal, melhorar o estilo de vida e ter mais autocompaixão. Cada vez que vamos nos entendendo, mais nos tornamos cientes sobre quais as nossas melhores escolhas e onde podemos melhorar.

2. Faça um diário de vitórias

Manter uma espécie de livrinho de boas memórias, de momentos especiais, de conquistas e, de modo geral, ocasiões felizes e em que você sentiu orgulho de si mesmo, é um ótimo lembrete para aqueles dias que está tudo dando errado.

É um diário, mas não é totalmente livre, já que nele você só estará escrevendo o que foi bom no seu dia, nada de tristezas e nem problemas. Essa prática é um ótimo jeito de desenvolver e reforçar a sua autocompaixão, que é um dos objetivos da meditação mindfullness.

3. Faça algo que você gosta todos os dias

Não importa onde, quando e quanto tempo, reserve um espaço para você mesmo todos os dias. Seja para ler livros, jogar jogos ou cozinhar. Basta ser algo que você tenha prazer em fazer. Muitas vezes, em dias corridos, esquecemos de olhar para nós mesmos, e esses dias podem virar meses que, e depois anos, e então entramos nessa bola de neve em que o cuidado pessoal acaba se perdendo.

Por isso, o que importa na hora de escolher a atividade é o momento de reconexão de você consigo mesmo. Esse instante de pausa na nossa vida é uma ocasião também de recarga em que se pode deixar o estresse de lado para desenvolver e preservar sua autocompaixão.

Você já sabia como ter os benefícios da meditação sem meditar? Pretende experimentar em casa? Comente abaixo!

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4 receitas para fazer em casa com as crianças durante a quarentena

O novo coronavírus está devastando por onde passa, deixando milhares de infectados, causando mortes e destruindo negócios. Muitos governos têm sofrido para achar meios para desacelerar o índice de infecção em seus países.

Com hospitais lotados e falta de equipamentos, países como a Itália, Estados Unidos e Espanha sofrem com o pior que o vírus tem a oferecer. Um dos métodos aplicados pelas autoridades para combater o COVID-19 são as quarentenas e o isolamento social. Sendo assim, crianças, adultos e idosos estão confinados em suas casas, podendo sair somente em emergências ou para farmácias e mercados.

No Brasil, escolas e creches foram fechadas até segunda ordem, para tentar conter a disseminação entre as crianças. Ou seja, os pequenos estão em casa onde, depois de brincar com tudo que tem direito, poderão começar a ficar entediados, irritados e até mesmo tristes. Para que isso não aconteça trazemos aqui algumas receitas divertidas para fazer com seus filhos.

4 receitas para fazer com as crianças

1. Suspiros divertidos

Ingredientes:

  • 5 claras de ovos;
  • 250 gramas de açúcar;
  • Corantes comestíveis em gel ou em pó;
  • 1 colher de sopa de suco de limão-siciliano (opcional).

Modo de preparo:

Em uma tigela, bata as claras até formar picos suaves. Adicione o açúcar, 1 colher de sopa por vez, batendo até conseguir picos firmes, por cerca de 5 minutos. Adicione o suco de limão (se estiver usando) e algumas gotas de corante, da cor que você preferir. Você pode dividir as claras e preparar pequenas porções de diversas cores.

Com uma colher de chá, coloque pequenas porções da massa em assadeiras levemente untadas, deixando 5 centímetros entre cada porção. Leve ao forno a 180°C por 10 a 12 minutos, ou até os suspiros ficarem firmes. Deixe esfriar e aproveite.

2. Estrelinhas de biscoito recheadas

Ingredientes:

  • ½ xícara de manteiga;
  • ½ xícara de açúcar;
  • 1 ovo;
  • 2 xícaras de farinha de trigo;
  • Açúcar cristal vermelho ou granulado vermelho (para decoração);
  • ¼ de xícara de chocolate branco picado;
  • 2 colheres de sopa de cream cheese em temperatura ambiente;
  • 1 colher de sopa de manteiga;
  • 4 gotas de corante alimentício vermelho;
  • ½ xícara de açúcar de confeiteiro.

Modo de preparo:

Em uma tigela, misture a manteiga e o açúcar até obter um creme. Acrescente o ovo enquanto bate. Junte a farinha e misture. Sove um pouco a massa sobre uma superfície enfarinhada. Cubra e deixe na geladeira.

Em seguida, com um rolo, abra a massa entre duas folhas de papel-manteiga em uma espessura bem fina. Corte os biscoitos com um cortador enfarinhado com formato de estrela. Arrume-os em assadeiras não untadas, deixando um espaço entre eles.

Decore metade dos biscoitos com o açúcar vermelho. Leve ao forno a 180°C por 8 minutos, ou até dourarem. Deixe esfriar sobre a bancada. Derreta o chocolate em banho-maria, mexa e deixe esfriar. À parte, bata o cream cheese, a manteiga e o chocolate, e misture. Espalhe sobre os biscoitos não decorados, cubra os demais e guarde na geladeira.

3. Bolinhos de banana com gotas de chocolate

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de óleo vegetal;
  • 200 gramas de bananas descascadas e picadas (em partes grossas);
  • 1 ovo inteiro;
  • 2 claras;
  • 250 ml de leite desnatado;
  • 400 gramas de farinha com fermento;
  • 150 gramas de açúcar ou de açúcar mascavo;
  • ½ colher de chá de bicarbonato de sódio;
  • 2 colheres de chá de raspas de casca de laranja;
  • 50 gramas de chocolate amargo (70% cacau), bem picado.

Modo de preparo:

Aqueça o forno a 190°C. Pincele com 1 colher de sopa de óleo a forma dos muffins. Use o processador de alimentos ou mixer para misturar as bananas com 1 colher de sopa de óleo, o ovo inteiro, as claras e o leite. Bata até ficar com uma consistência de purê.

Peneire a farinha, o açúcar e o bicarbonato de sódio sobre uma tigela grande. Acrescente as raspas de laranja e o chocolate. Junte a mistura de banana até ficar homogêneo.

Distribua as misturas na forma, enchendo até dois terços da altura máxima. Asse por 25 minutos até que os muffins tenham crescido e estejam levemente dourados. Retire do forno e desenforme os muffins. Pronto, já pode servir.

4. Brownies com marshmellow

Ingredientes:

  • 1 ½ xícara de chocolate meio amargo picado;
  • ¾ de xícara de manteiga cortada em cubos;
  • 3 ovos;
  • 1 ½ xícara de açúcar;
  • 2 colheres de chá de essência de baunilha;
  • ¾ de xícara de farinha de trigo;
  • ½ xícara de nozes picadas.

Cobertura:

  • 1 xícara de minimarshmellows;
  • 15 gramas de chocolate meio amargo derretido.

Modo de preparo:

Derreta o chocolate e a manteiga em banho-maria ou no micro-ondas e mexa até ficar cremoso. Deixe esfriar um pouco. Em uma tigela, bata os ovos por 2 minutos. 

Adicione aos poucos o açúcar e bata até ficar espesso, por cerca de 3 minutos. Em seguida, acrescente a mistura de chocolate e a baunilha, e mexa. Coloque a farinha e as nozes e misture.

Despeje a massa numa assadeira quadrada untada e enfarinhada. Leve ao forno a 180°C por 25 a 30 minutos, ou até que, ao enfiar um palito no centro da massa, ele saia úmido.

Por fim, salpique os marshmellows na parte de cima do brownie e leve ao forno por mais 30 a 60 segundos para que os marshmellows dourem. Derrame o chocolate derretido por cima e deixe esfriar na bancada.

Atenção

Sempre tenha muito cuidado com coisas quentes e afiadas perto das crianças. Não deixe que peguem qualquer coisa e mantenha sempre uma boa higiene para você e para elas.

Você já conhecia essas 4 receitas para fazer com as crianças em casa? Pretende experimentar alguma? Comente abaixo!

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Alergia a Mofo – Sintomas e Como Tratar

A alergia a mofo é algo que pode incomodar muito a vida de uma pessoa, por isso, entenda agora quais são seus sintomas, como tratar e se essa alergia tem cura.

Se você tem uma alergia que ocorre em diferentes estações do ano, pode ser que tenha alergia a mofo ou outros fungos.

Mofo são fungos que vivem em todas partes, desde um galho caído até lugares úmidos como seu banheiro, cozinha ou até mesmo o colchão que você dorme todas as noites.

Diferentes das plantas ou animais na maneira como se reproduzem e crescem eles viajam pelo ar. Alguns se espalham em clima seco e ventoso enquanto que outros se espalham com a neblina ou o orvalho quando a umidade é alta.

Esses pequenos organismos podem ser pretos, brancos, laranja, verdes ou roxos e prosperam com a umidade e se reproduzem através de esporos leves que viajam pelo ar.

Você está exposto ao mofo todos os dias e embora sejam inofensivos em pequenas quantidades quando pousam em um local úmido eles podem crescer e liberar esporos que você pode inspirar.

Se você é sensível há ele e inala muitos esporos, isso pode deixá-lo doente e causar esse tipo de alergia que está entre os tipos mais comuns e que muitas vezes a pessoa pode confundir com um resfriado já que pode fazer você tossir, ter coceira nos olhos entre outros sintomas.

O que é alergia a mofo

Em algumas pessoas a inalação dos esporos produzidos pelo mofo causa reações alérgicas e os sintomas alérgicos são mais comuns de julho ao início do outono.

Durante o inverno a grande maioria deste tipo de fungo tende a ficar inativa, porém na primavera eles crescem em plantas mortas pelo frio, dentro de casa, em áreas úmidas, etc. Se você tem alergia a mofo, seu sistema imunológico reage exageradamente quando você respira os esporos. Em algumas pessoas, a alergia ao mofo está ligada à asma e a exposição causa respiração restrita e outros sintomas relacionados as vias aéreas.

Se você tem alergia a mofo a melhor defesa é reduzir a exposição aos tipos de mofo que causam sua reação e os medicamentos podem ajudar a manter as reações alérgicas sob controle.

Quando uma pessoa é alérgica ao mofo seu sistema imunológico é extremamente sensível a esporos específicos e os trata como um alérgeno.

Quando você inala esses esporos seu sistema imunológico desencadeia sintomas como espirros, coceira, olhos lacrimejantes, coriza, congestão nasal ou coceira no nariz, boca e lábios.

Existem centenas de tipos de fungos mas nem todos são responsáveis por causar sintomas de alergia. Os bolores causadores de alergias mais comuns incluem Alternaria, Cladosporium, Aspergillus, e Penicillium.

Sintomas da alergia a mofo

Alergias a fungos geralmente não são fatais. No entanto, eles podem afetar sua capacidade de levar uma vida diária confortável e produtiva.

Como muitas outras alergias, os sinais de alerta podem incluir:

  • Corrimento nasal
  • Zumbidos
  • Olhos lacrimejantes e/ou com coceira
  • Nariz entupido
  • Erupção cutânea ou urticária

Talvez você não consiga evitar totalmente o mofo mas pode diminuir o risco de reação ao mofo alimentar, escolhendo cuidadosamente o que você come.

Verifique tudo o que você come quanto aos sinais de mofo antes de comer.

Não cheire os alimentos para ver se estão estragados porque a inalação de esporos de mofo pode desencadear uma reação alérgica.

Além disso, evite alimentos com maior probabilidade de conter mofo ou outros fungos, como cogumelos e leveduras. Os que normalmente contém mofo são:

  • Vinagre e alimentos que contenham vinagre como por exemplo ketchup, molhos para salada e picles.
  • Queijo.
  • Peixe ou carne.
  • Salsichas e linguiças.
  • Frutas secas, como ameixas, tâmaras, passas e figos.
  • Geleias.
  • Cogumelos.
  • Creme de leite, leite azedo e soro de leite coalhado.
  • Pães e outros alimentos feitos com fermento.
  • Chucrute,
  • Carnes e peixes em conserva e defumados.
  • Molho de soja.
  • Sucos enlatados.
  • Sobras com mais de 3 ou 4 dias.

Como tratar alergia a mofo

Se você está se perguntando se alergia a mofo tem cura, é importante saber que não há, porém existem maneiras eficazes e seguras de curar os seus sintomas.

O melhor tratamento para qualquer alergia é prevenir e evitar exposição aos seus gatilhos, porém quando acontece, você pode optar por uma dessas maneiras de como tratar alergia a mofo.

Anti-histamínicos

Estes medicamentos para alergia podem ajudar a tratar a coceira (comichão), coriza e espirros.

Eles funcionam bloqueando a histamina que nada mais é do que um produto químico inflamatório liberado pelo sistema imunológico durante uma reação alérgica.

Os anti-histamínicos de venda livre incluem loratadina (Alavert, Claritin), fexofenadina (Allegra) e cetirizina (Xyzal Allergy 24Hrs, Zyrtec Allergy).

Eles causam pouca ou nenhuma sonolência ou boca seca enquanto que os anti-histamínicos mais antigos, como o clemastine, também funcionam mas podem deixá-lo sonolento, afetar o desempenho no trabalho, na escola e causar boca seca.

Os sprays nasais de azelastina (Astelin, Astepro) e olopatadina (Patanase) estão disponíveis mediante receita médica e seus efeitos colaterais podem incluir um sabor amargo na boca e secura nasal.

Corticosteróides nasais

Os corticosteroides nasais são sprays nasais que ajudam a prevenir e tratar a inflamação causada por uma alergia a mofo.

Para muitas pessoas eles são os medicamentos mais eficazes contra alergias e geralmente são os primeiros medicamentos prescritos.

Exemplos de corticosteroides nasais incluem fluticasona (Xhance), ciclesonida (Omnaris, Zetonna),mometasona (Nasonex), triancinolona e budesonida (Rhinocort).

Sangramentos nasais e secura nasal são os efeitos colaterais mais comuns desses medicamentos que geralmente são seguros para uso a longo prazo.

Sprays nasais descongestionantes

Um exemplo de spray nasal descongestionantes inclui a oximetazolina (Afrin, outros).

Não é recomendado usar esses medicamentos por mais de três ou quatro dias pois eles podem fazer com que quando você pare de usá-los a congestão volte com sintomas ainda piores.

Outros possíveis efeitos colaterais incluem insônia, dor de cabeça e nervosismo.

Descongestionantes orais

Os descongestionantes orais de venda livre incluem Sudafed e Drixoral.

Como os descongestionantes orais podem aumentar a pressão arterial, evite-os se você tiver pressão alta (hipertensão).

Os possíveis efeitos colaterais incluem pressão alta, insônia, ansiedade, perda de apetite, inquietação e batimento cardíaco (palpitações).

Montelucaste

O montelucaste (Singulair) é um comprimido que deve ser tomado para bloquear a ação dos leucotrienos – substâncias químicas do sistema imunológico que causam sintomas de alergia, como por exemplo o excesso de muco.

Esse medicamento provou ser eficaz no tratamento da asma alérgica e também no tratamento da alergia a mofo.

Assim como os anti-histamínicos, este medicamento não é tão eficaz quanto os corticosteróides inalados e é frequentemente usado quando sprays nasais não podem ser tolerados ou quando há asma leve.

Outros tratamentos para alergia a mofo incluem:

Lavagem nasal

Para ajudar com os sintomas de irritação nasal o seu médico pode recomendar que você lave o nariz diariamente com água salgada.

Para isso use um objeto especialmente projetado para tal fim, como aqueles incluídos em kits de solução salina (Sinus Rinse, outros), seringa de bulbo ou pote neti para irrigar as passagens nasais.

Este remédio caseiro, chamado lavagem nasal, pode ajudar a manter o nariz livre de mofo e qualquer outra coisa que cause irritação.

Use água destilada, estéril, previamente fervida e resfriada ou filtrada.

Além disso, certifique-se de enxaguar o dispositivo de irrigação após cada uso com água similarmente destilada, estéril, previamente fervida e resfriada ou filtrada e deixe aberta ao ar.

Imunoterapia

Este tratamento pode ser muito eficaz para algumas alergias, como por exemplo a febre do feno, mas é utilizado apenas para certos tipos de alergia ao mofo.

Estilo de vida e remédios caseiros para evitar os sintomas

Para manter afastados os sintomas de alergia a mofo você pode tomar as seguintes medidas:

  • Use uma máscara contra poeira sobre o nariz e a boca para manter os esporos de mofo longe se precisar varrer as folhas, cortar a grama ou trabalhar com qualquer coisa que faça com que você entre em contato com esses fungos.
  • Durma com as janelas fechadas para impedir a entrada do mofo ao ar livre. A concentração de esporos de fungos no ar tende a ser maior durante a noite quando o clima é frio e úmido.
  • Evite ir ao ar livre em determinados momentos como imediatamente após uma tempestade, quando o tempo está nublado ou úmido ou quando a contagem de mofo publicada for alta.

A alergia a mofo não tem cura, mas você pode tentar evita-la. Quando não conseguir, use essas dicas de como tratar para poder seguir com o seu dia a dia da melhor maneira possível.

Fontes e Referências adicionais:

Você já conhecia a alergia a mofo? Conhece alguém que tenha? Comente abaixo!

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Suor Noturno – O Que Pode Ser?

Entenda o que pode ser o suor noturno, suas causas e tratamento.

Não é incomum suar durante a noite. Você pode suar um pouco ou muito, dependendo de quantos cobertores você dorme, de quão quente é o seu quarto e até do que você comeu antes de ir para a cama.

Para os médicos é comum ouvir dos seus pacientes reclamações sobre suor noturno na cabeça, nas pernas, entre várias outras partes diferentes do corpo.

Pode ser difícil dizer o que é considerado uma quantidade normal de suor e o que é considerado excessivo, especialmente se você não se sentir confortável falando sobre isso.

Mas se você suar o suficiente para acordar regularmente com pijamas e roupas de cama molhadas, pode ser que haja um problema subjacente.

O verdadeiro suor noturno está relacionado a ondas de calor que ocorrem durante a noite e podem encharcar suas roupas e lençóis e não estão relacionadas a um ambiente superaquecido.

O suor noturno pode acontecer por vários motivos, e a maioria deles não se trata de algo muito grave.

No entanto, em alguns casos os episódios regulares de sudorese noturna podem indicar uma condição médica potencialmente grave.

Causas do suor noturno

O suor noturno pode ocorrer devido diferentes causas, e para fazer o diagnóstico, o médico pedirá um histórico médico detalhado e solicitará exames para decidir qual condição médica é responsável pelos seus suores noturnos.

Algumas das condições conhecidas de o que pode ser a causa do seu suor noturno são:

Causas menos preocupantes

Nem sempre é possível determinar a causa de um suor noturno, porém outros sintomas que você experimenta junto com ele poderá te ajudar a eliminar ou não uma causa médica subjacente.

Estresse e ansiedade

O estresse e a ansiedade são problemas de saúde mental, mas que também envolvem sintomas físicos, e o aumento da transpiração é um sinal físico comum associado a essas condições.

O suor noturno causado devido a ansiedade pode ir e vir com pouca frequência, ocorrer frequentemente ou persistir indefinidamente.

Por exemplo, você pode ter suores noturnos de vez em quando e não com tanta frequência ou o tempo todo.

Os suores noturnos causados pela ansiedade e/ou estresse podem preceder, acompanhar ou seguir uma ou várias outras sensações e sintomas de ansiedade ou ocorrer por si só.

Quando a causa for a ansiedade eles podem preceder, acompanhar ou seguir um episódio de nervosismo, ansiedade, medo e estresse elevado, ou ocorrer “do nada” e sem nenhum motivo aparente.

O suor noturno devido a ansiedade pode variar em intensidade indo desde o mais leve, moderado e até mesmo grave e também pode vir em ondas, onde em um momento é forte e em seguida diminui.

Eles também podem mudar de um dia para o outro e/ou de momento para momento.

Todas as combinações e variações acima são comuns.

Se seus suores noturnos estão acontecendo por causa da ansiedade ou estresse, você também pode sofrer com outros sintomas como:

  • Sente dificuldade ou não consegue parar de pensar em algo além dos sentimentos de estresse e ansiedade.
  • Se sente preocupado e/ou com medo.
  • Se sente cansado, fraco ou simplesmente mal.
  • Sente dores inexplicáveis ou tensão muscular.
  • Tem problemas de sono ou sonhos desagradáveis.
  • Sente dores no estômago ou sofre com problemas digestivos.
  • Se sente irritado ou sofrer com outras alterações de humor.

Abordar a causa subjacente do estresse e da ansiedade, geralmente trabalhando com um terapeuta, pode ajudar a melhorar todos os sintomas.

Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)

Uma das causas do suor noturno é a doença do refluxo gastroesofágico  (DRGE).

Assim como a DRGE pode causar os suores noturnos, ela também pode apresentar outros sintomas como:

  • Espasmos esofágicos ou dores no peito.
  • Problemas respiratórios, incluindo tosse ou aumento dos sintomas de asma.
  • Regurgitação, que é quando alimentos ou líquidos reaparecem após a deglutição.
  • Azia que ocorre com maior frequência após as refeições.
  • Problemas com a deglutição.
  • Problemas de sono.

A DRGE geralmente é diagnosticada se você experimenta algum desses sintomas pelo menos duas vezes por semana ou se o refluxo mais grave ocorrer uma vez por semana ou mais.

Medicação

Certos medicamentos podem ser a resposta do que pode ser o suor noturno como um dos seus efeitos colaterais.

Se você iniciou recentemente o tratamento com um novo medicamento e está suando durante a noite, converse com o médico que o receitou.

Alguns medicamentos comuns conhecidos por causar suores noturnos são:

  • Antidepressivos tricíclicos e seletivos dos inibidores da recaptação da serotonina (SSRI).
  • Medicamentos para terapia hormonal
  • Medicamentos para diabetes que ajudam a diminuir os níveis de açúcar no sangue.
  • Esteróides, incluindo cortisona e rednisona.
  • Antipsicóticos fenotiazínicos
  • Medicamentos para o alívio da dor, como por exemplo acetaminofeno e aspirina.

Se o suor noturno tiver um impacto negativo no seu sono, seu médico poderá recomendar um medicamento diferente ou fazer sugestões para ajudá-lo a gerenciar os efeitos colaterais.

Problemas hormonais

Uma série de problemas e distúrbios hormonais pode ser uma das causas do suor noturno. Como por exemplo:

As condições hormonais podem causar vários tipos diferentes de sintomas, mas alguns deles podem ser:

  • Mudanças no nível de energia.
  • Disfunção sexual.
  • Dores de cabeça.
  • Alterações inexplicáveis de peso.
  • Alterações menstruais.

Com o gerenciamento adequado, muitos problemas hormonais não são motivo de preocupação.

Causas mais graves do suor noturno

Às vezes o suor noturno pode ser um sintoma de algo um pouco mais sério como os listados abaixo.

Câncer

É possível que a ocorrência inexplicável do suor noturno ​​seja um sintoma de câncer embora isso não aconteça com frequência. Se você tiver câncer, provavelmente também terá outros sintomas visíveis.

Esses sintomas podem parecer com outros problemas de saúde menos graves, como por exemplo a gripe.

É uma boa ideia consultar seu médico se você estiver suando durante a noite e se sentir cansado ou geralmente indisposto por mais de duas semanas.

É particularmente recomendável consultar um médico se você tiver febre que não desaparece e recentemente perdeu peso sem tentar já que esses podem ser sinais precoces de câncer.

Os tipos de câncer que são mais frequentemente associados ao suor noturno incluem leucemia, linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin.

Esses tipos de câncer também costumam envolver os seguintes sintomas:

  • Febre
  • Perda de peso não intencional
  • Dor nos ossos
  • Dor de estômago
  • Fraqueza corporal
  • Fadiga persistente
  • Dor no peito
  • Arrepios
  • Inchaço dos gânglios linfáticos

Apnéia do sono

A apneia do sono é uma condição que faz com que você pare de respirar enquanto dorme e geralmente ocorre várias vezes durante a noite.

A apneia obstrutiva do sono geralmente ocorre quando algo como o tecido da garganta bloqueia as vias aéreas.

Você também pode desenvolver apneia central do sono quando certas condições de saúde afetam a função do sistema nervoso central.

Não é incomum que pessoas com apneia do sono tenham suores noturnos.

De fato, os resultados de um estudo realizado em 2013 que analisou 822 pessoas com apneia obstrutiva do sono não tratada sugerem que a transpiração excessiva durante à noite ocorre três vezes mais frequentemente em pessoas com apneia do sono não tratada.

Se você tiver apneia do sono, também poderá sentir sintomas como:

  • Dores de cabeça.
  • Cansaço durante o dia.
  • Ter sintomas de depressão ou ansiedade.
  • Ter dificuldade para se concentrar durante o dia.
  • Acordar com dificuldade para respirar.
  • Acordar com dor de garganta.

Quando não tratada, a apneia do sono pode ter sérias complicações, como por exemplo o aumento do risco de asma e problemas cardiovasculares.

É uma boa ideia consultar seu médico se você sofre com suores noturnos juntamente com outros sintomas de apneia do sono.

Problemas neurológicos

Em casos raros o suor noturno pode ocorrer como sintoma de certos problemas neurológicos, incluindo:

  • Siringomielia
  • Acidente vascular encefálico
  • Neuropatia autonômica
  • Disreflexia autonômica

Problemas neurológicos podem envolver muitos sintomas, mas alguns indicadores iniciais comuns podem incluir:

  • Perda de consciência.
  • Tremedeira.
  • Perda de apetite ou outros sintomas gastrointestinais.
  • Problemas urinário.
  • Tonturas.
  • Fraqueza muscular.
  • Dormência e formigamento nos braços, pés, pernas e mãos.

Infecções graves

Algumas infecções graves também podem causar suores noturnos, incluindo:

  • Osteomielite: infecção nos ossos.
  • Tuberculose: infecção altamente contagiosa que geralmente afeta os pulmões.
  • Endocardite: infecção nas válvulas do coração.
  • Algumas doenças transmitidas por carrapatos.
  • Brucelose: infecção que pode ser obtida através de animais com brucelose ou produtos não pasteurizados de animais infectados.
  • HIV

Mas, assim como no caso do câncer, as infecções também tendem a causar outros sintomas visíveis, como por exemplo:

  • Dores musculares.
  • Dor no corpo em geral.
  • Falta de apetite.
  • Febre.
  • Fadiga ou fraqueza.
  • Dores nas articulações.
  • Perda de peso.
  • Calafrios

Se esses sintomas durarem mais de alguns dias ou piorarem repentinamente, ligue para seu médico imediatamente.

Também é recomendado procurar atendimento médico se a febre subir abruptamente ou não diminuir.

Suor noturno nas pernas

Não é incomum sentir suores entre as pernas, especialmente durante exercícios e clima quente porque existem muitas glândulas sudoríparas localizadas nessa área do corpo.

Se ele ocorrer durante a noite, pode ser devido a um clima mais quente e/ou muitas cobertas, caso contrário, veja se ele não ocorre junto com outros sintomas que podem ser uma das causas citadas acima.

O suor que se acumula nas coxas e entre as pernas pode indicar um problema, principalmente se ele interferir na sua vida diária. Alguns sintomas possíveis de transpiração excessiva são:

  • Comichão
  • Irritação
  • Cheiro forte

O termo médico para transpiração excessiva não causada por temperatura ou exercício é hiperidrose.

Existem alguns sinais a serem observados, se você acha que pode estar suando demais entre as pernas pode marcar uma consulta com um médico para ajudar a identificar a causa de sua transpiração excessiva e possivelmente tratá-la.

Quando procurar um médico

O suor noturno geralmente não é motivo de preocupação, mas em alguns casos pode ser um sinal de uma condição médica subjacente que requer tratamento.

Procure atendimento médico se desenvolver suores noturnos que ocorrem com frequência, perturbam seu sono ou são acompanhados por outros sintomas.

Suor noturno acompanhado de febre alta, tosse ou perda inexplicada de peso podem ser um sinal de uma condição médica séria.

No caso das pessoas que têm linfoma ou HIV, os suores noturnos podem ser um sinal de que a condição está progredindo.

Como são tratados os suores noturnos

Para tratar o suor noturno o seu médico tomará medidas para solucionar a causa subjacente. O plano de tratamento dependerá do seu diagnóstico específico.

Se sentir suores noturnos como resultado da menopausa, seu médico poderá recomendar terapia hormonal, tratamento que pode ajudar a reduzir o número de ondas de calor que você experimenta e aliviar outros sintomas.

O seu médico também pode prescrever outros medicamentos, como gabapentina, clonidina ou venlafaxina, que são usados ​​off-label para suores noturnos.

Se uma infecção subjacente for a causa de seus suores noturnos, seu médico poderá prescrever antibióticos, medicamentos antivirais ou outros medicamentos para ajudar a tratá-la.

Se o suor noturno for causado por câncer, seu médico poderá recomendar uma combinação de quimioterapia, cirurgia ou outros tratamentos.

Se o suor noturno estiver associado a medicamentos que você está tomando, seu médico pode ajustar sua dose ou recomendar um medicamento alternativo.

Se o consumo de bebidas alcoólicas, cafeína ou drogas estiver na raiz do suor noturno, seu médico poderá aconselhá-lo a limitar ou evitar essas substâncias. Em alguns casos, eles podem prescrever medicamentos ou recomendar terapia para ajudá-lo a sair.

O seu médico também pode aconselhá-lo a ajustar seus hábitos de sono. Remover cobertores da cama, usar pijamas mais leves ou abrir uma janela no quarto pode ajudar a prevenir e aliviar os suores noturnos.

Ar-condicionado, um ventilador ou encontrar um lugar mais fresco para dormir pode te ajudar com o suor noturno.

Fontes e Referências adicionais:

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