Doença de Crohn – O Que é, Sintomas, Dieta e Como Tratar

Doença de Crohn é o nome que se dá a uma inflamação crônica no sistema digestivo, levando o paciente a sofrer com diarreia, enfraquecimento, perda de peso e outros sintomas.

No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas quanto aos sintomas, como tratar e qual dieta adotar. Neste compilado você irá conhecer mais sobre a doença e conferir dicas importantes que podem ser incorporadas pelos pacientes acometidos por essa doença.

A doença ocasiona algumas alterações no organismo, dificultando o processo de absorção dos nutrientes. Em decorrência disso, diversas áreas do corpo humano podem ser afetadas.

No entanto, há certos cuidados e tratamentos capazes de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Continue lendo e saiba mais:

O Que é Doença de Crohn?

A doença de Crohn é identificada como uma condição inflamatória crônica, que não possui cura, mas que pode ser tratada e controlada. Essa complicação afeta o sistema digestivo, sobretudo o cólon e o intestino delgado.

Trata-se de inflamação no intestino que pode ser grave e debilitar as pessoas, oferecendo, até mesmo, risco de vida, quando não é controlada.

O termo enterite é uma expressão genérica pela qual a doença também pode ser conhecida. Etimologicamente, a palavra significa inflamação do intestino.

Todas as camadas da parede intestinal são afetadas pela doença de Crohn, inclusive as mucosas.

Úlceras intestinais, dores e desconfortos abdominais são alguns dos sintomas que podem se manifestar nos pacientes que sofrem com essa doença. Embora ela possa se manifestar em pessoas de qualquer idade, é entre 15 e 40 anos a faixa etária que sofre com riscos maiores de apresentar seus sinais.

Além disso, observa-se que a manifestação da doença é mais comum em fumantes, mas não se sabe, ao certo, qual a relação entre ambos os fenômenos.

Quais São os Sintomas?

A manifestação dos sintomas dependerá, sobretudo, do local do trato intestinal onde a doença se instalou. Alguns dos sintomas mais comuns incluem:

– Dor: A intensidade e o foco da dor poderão variar de pessoa para pessoa e do local da doença. Normalmente a parte mais sensibilizada, em termos de dor, é o lado inferior direito no abdômen.

– Diarreia: Os episódios de diarreia podem ser leves ou graves, a depender do organismo do paciente e da situação da doença. A presença de muco, sangue e pus pode ocorrer nas fezes.

– Úlceras intestinais: As úlceras intestinais são partes que podem sangrar. Quando isso ocorre, o indivíduo poderá identificar a manifestação de sangue nas fezes. Nesses casos, deve-se procurar ajuda médica a fim de que quadros hemorrágicos possam ser contidos.

– Fadiga/cansaço: Esses sintomas são bastante comuns, pois a incapacidade de absorver os nutrientes do que é ingerido impede o fornecimento de energia ao organismo. Além disso, a falta de apetite pode ocorrer, piorando o quadro de indisposição e cansaço.

– Perda de peso: Resultado dos demais sintomas e da alteração no apetite, a perda de peso não intencional pode ocorrer nos pacientes.

– Anemia: Quando há muita perda de sangue, associado à falta de alimentação adequada e à má absorção nutricional, quadros de anemia também são possíveis complicações que ocorrem em decorrência da doença.

– Febre: A febre é um sintoma comum dessa doença, que pode deixar o paciente mais debilitado, sentindo-se mais cansado e com dores no corpo.

Outros Sintomas

Os sintomas e complicações citados são genéricos. Isso não quer dizer que todas as pessoas com doença de Crohn terão todos eles, concomitantemente. No entanto, eles podem se manifestar com maior ou menor incidência. Nem sempre é possível precisar.

Além disso, há outros sintomas que podem ser desencadeados pela doença, mas que são mais raros. Essas complicações que podem ocorrer com menor frequência, são:

  • Inflamação do ducto biliar;
  • Inflamação do fígado;
  • Inflamação ocular (ocular);
  • Inflamação e erupção cutânea;
  • Artrite;
  • Retardo no crescimento;
  • Pedra nos rins;
  • Puberdade precoce;
  • Pedras navesícula.

Causa da Doença

Ainda hoje, de acordo com as literaturas médicas, não se sabe exatamente o que desencadeia a doença de Crohn. No entanto, com base em evidências médicas e estudos de caso, pesquisadores afirmam ter razões para associarem o seu surgimento a deficiências no sistema imunológico, ou seja, na capacidade do organismo de combater doenças.

Fatores de Risco

Embora não se saiba, ao certo, a causa motriz de a doença de Crohn se manifestar nas pessoas, algumas observações e estudos permitem fazer um levantamento com alguns dos fatores de risco, ou seja, fenômenos que tornam grupos de pessoas mais suscetíveis a desenvolverem a doença. São eles:

  • Idade – inferior a 40 anos de idade;
  • Fator genético;
  • Histórico de problemas no aparelho digestivo;
  • Tabagismo;
  • Uso frequente de medicamentos anti-inflamatórios não-esteroides;
  • Moradia em ambientes urbanos e industrializados.

Como a Doença é Identificada?

O diagnóstico da doença é feito, sobretudo, por meio de exames laboratoriais. Além disso, o médico ocupado com o indivíduo leva em consideração fatores como histórico de doenças do paciente, manifestação da doença em familiares e exames clínicos gerais.

Ocorre, no entanto, que a doença pode estar generalizada no aparelho digestivo, fazendo com que o paciente tenha sintomas semelhantes a outras doenças comuns a essa região. Quando isso ocorre, o médico responsável pode solicitar exames como endoscopia, colonoscopia, tomografia, raio-x ou até mesmo ressonância magnética, a fim de identificar o foco da doença.

Doença de Crohn Tem Cura?

Até hoje não foi identificada a cura para a doença. No entanto, há tratamentos possíveis que têm como objetivo conter as complicações causadas e oferecer aos pacientes uma boa qualidade de vida.

Esses tratamentos são definidos pelo médico responsável pelo acompanhamento do paciente, a depender do grau da doença.

Complicações

As pessoas que sofrem de Crohn podem passar por diversas complicações desencadeadas pela doença. Essas complicações podem ser sistêmicas, ou seja, atingir diversas áreas do corpo, ou locais, atingir o sistema digestivo.

Dentre as complicações locais, algumas das possíveis complicações incluem:

Abcesso

Abcesso é o nome de bolsas de pus que podem se formar na pele, nos tecidos ou nas paredes de órgãos. Eles podem se formar especialmente na parede do intestino ou próximo ao ânus, devido a infecções bacterianas. Elas podem se formar nas paredes do intestino e inchar.

Quando isso ocorre, é possível sentir dor, inchaço, sensibilidade no local e febre.

Supercrescimento Bacteriano no Intestino Delgado (SBID)

O intestino é um ambiente normalmente cheio de bactérias que ajudam a decompor os alimentos. Quando isso acontece e níveis maiores do que o normal, o paciente pode sentir gases, inchaço, dor de barriga e diarreia.

Câncer de Cólon

A doença de Crohn que afeta, normalmente, o cólon. Isso faz com que aumente o risco de câncer nessa região.

As diretrizes gerais de rastreamento do câncer de cólon para pessoas sem a doença de Crohn exigem que o paciente seja submetido a exame de colonoscopia a cada 10 anos a partir dos 50 anos.

Diarreia Com Sal Biliar

Íleo, a extremidade inferior do intestino, normalmente é a parte mais afetada por quem possui doença de Crohn. Essa parte é responsável por absorver ácidos biliares, que o organismo utiliza para ajudá-lo no processo de absorção de gordura.

No entanto, se o corpo não é capaz de processar a gordura, o indivíduo pode apresentar quadros de diarreia com sal biliar.

Fístula

Fístula é uma complicação que pode conectar duas partes do intestino que normalmente não possuem conexão. Tecidos e órgãos próximos também podem ser interligados por meio de fístulas, como bexiga, pele e vagina.

Isso também pode ocorrer por meio de furos, feridas e úlceras no aparelho digestivo.

Má Absorção de Nutrientes

A doença de Crohn afeta o intestino delgado, a parte do corpo que absorve os nutrientes dos alimentos. Quando essa doença acomete uma pessoa, o organismo pode não ser mais capaz de aproveitar todos os nutrientes consumidos por meio da alimentação.

Isso gera fraqueza, mal-estar e sensação de fadiga e cansaço frequentemente.

Tratamentos Possíveis

A doença de Crohn pode ser identificada em três níveis de gravidade: leve, média e severa. A forma como o tratamento será conduzido dependerá da resposta do organismo do paciente e do grau de deficiência do aparelho digestivo. Conheça os principais:

Medicamentos Convencionais

De maneira geral, o tratamento consiste em alinhar formas de conter a inflamação do aparelho digestivo, eliminar ou minimizar dores e desconfortos na região e suprir as deficiências nutricionais que podem ocorrer em decorrência da doença com o auxílio de medicamentos.

Imunossupressores

Pode ocorrer, no entanto, de o organismo não responder satisfatoriamente a esse tratamento. Nesse caso, o médico responsável pode indicar tratamentos à base de medicamentos imunossupressores. Embora essa seja uma forma mais eficaz de conter a doença e seus sintomas, diversos efeitos colaterais podem ocorrer.

Cirurgias

As cirurgias são utilizadas, de maneira geral, como tratamento para os casos mais graves.

A doença pode desencadear obstrução intestinal, hemorragias internas e doenças perineais. Nesses casos, a intervenção cirúrgica pode ser recomendada.

A identificação do estágio da doença e o tratamento aplicável deverá ser definido pelo seu médico, após examinar os sintomas e exames.

Dieta

Pacientes que possuem doença de Crohn precisam adaptar suas dietas para ajudar a controlar os sintomas.

Crianças acometidas por essa condição podem precisar de fórmulas e suplementos hipercalóricas.

Além disso, deve-se evitar alimentos que possam influenciar no desencadeamento de diarreias, como laticínios, alimentos picantes, ricos em fibra, gordura animal.

Você também deverá se atentar aos alimentos que consome e que costumam causar indisposição, diarreia ou outros sintomas relacionados à doença. Procure evitá-los para que os sintomas sejam minimizados e você possa aproveitar uma melhor qualidade de vida.

Procurar auxílio de nutricionistas pode ser uma boa opção para você obter os nutrientes necessários e evitar os que podem prejudicar seu sistema digestivo.

Referências adicionais:

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O Que São Lactobacilos Vivos? Para Que Serve e Dicas

Bactérias nem sempre representam doenças e malefícios à saúde, como é o caso dos lactobacilos vivos. Algumas variedades podem ser benéficas para o funcionamento do intestino.

Saber o que são lactobacilos vivos ajuda a entender melhor sobre como esses micro-organismo são capazes de manter as funções intestinais reguladas. Neste compilado você poderá tirar suas dúvidas e saber mais sobre como os lactobacilos podem te ajudar, onde encontrar e até mesmo como fazer e como cuidar.

Embora os lactobacillus não componham o gênero com maior predominância no organismo, eles exercem uma função importante. O fato de poderem ser ingeridos e chegarem vivos ao intestino, passando por um trânsito ininterrupto no estômago, garante que eles auxiliem no seu funcionamento adequado.

O Que São Lactobacilos Vivos?

Lactobacilos são uma espécie de bactérias que auxiliam no funcionamento do sistema digestivo. Além disso, eles também desempenham um papel importante na manutenção e proteção das vilosidades do intestino.

Todos os animais são potenciais hospedeiros de micro-organismos. Isso não é uma coisa necessariamente ruim. No organismo humano é possível encontrarmos trilhões de bactérias que trabalham garantindo o funcionamento de certas funções e órgãos. A maioria dessas bactérias estão no intestino.

Dessa maneira, a microbiota intestinal, também conhecida como flora intestinal, representa esse conjunto de bactérias e demais micro-organismos que garantem o seu funcionamento adequado. Isso auxilia, inclusive, na proteção a certos tipos de doença.

Como os Lactobacilos Vivos Atuam?

O termo antibióticoderiva do grego, que significa anti-vida, uma vez que a medicação é capaz de matar certos micro-organismos que causam doenças. Em oposição etimológica, há o termo probiótico, que, de acordo com a tradução literal, significa pró-vida, e que é uma outra denominação aos lactobacilos.

É nesse sentido que os probióticos atuam no organismo, garantindo a ingestão dos micro-organismos saudáveis e benéficos.

Além disso, os lactobacilos ajudam a sintetizar uma parte das vitaminas do complexo B quando são ingeridas.

No entanto, para que eles continuem agindo beneficamente, é importante que a ingestão dos probióticos seja constante, de forma que o organismo receba uma quantidade significativa para promover melhoras intestinais, epiteliais, digestivas etc.

Benefícios dos Lactobacilos

Os benefícios intestinais promovidos pelo consumo de lactobacilos são inúmeros e podem refletir melhoras significativas em certas funções do corpo humano.

Conheça alguns dos principais benefícios que a ingestão de lactobacilos pode causar:

  • Melhora a capacidade de digestão da lactose;
  • Diminui a absorção do mau colesterol – LDL;
  • Auxilia na remoção de certas toxinas, inibindo seus efeitos;
  • Promove a saúde epitelial;
  • Promove a produção de ácido láctico, capaz de remover alguns agentes patogênicos maléficos no intestino;
  • Auxilia na prevenção a infecções genitais, urinárias e fúngicas;
  • É capaz de melhorar a absorção dos nutrientes obtidos via alimentar, como o cálcio e ferro;
  • Promove a desintoxicação intestinal, equilibrando a flora intestinal.

O consumo de probióticos é capaz de auxiliar na prevenção de certas doenças, uma vez que o processo de fermentação faz com que os micro-organismos provoquem a diminuição do pH intestinal. Consequentemente, o crescimento de bactérias maléficas e causadoras de doença será mais difícil pois o ambiente será inóspito à sua proliferação.

Aonde Encontrar Lactobacilos Vivos?

É possível encontrarmos probióticos em alimentos industrializados, sobretudo bebidas, ou então nas versões naturais, podendo, até mesmo, ser cultivado em casa.

No supermercado, podemos recorrer ao Yakult e aos iogurtes. No entanto, é importante ressaltar que nem todo iogurte é considerado probiótico, uma vez que as bactérias que fermentam as versões tradicionais não chegam vivas ao organismo.

Entretanto, há versões probióticas. Para identificá-las, é importante se atentar aos rótulos. Se houver lactobacilos em sua composição, quer dizer que se trata de um alimento probiótico.

Além disso, é importante ressaltar que o efeito dos lactobacilos irá depender, também, da matriz onde a bactérias está inserida. Os alimentos ideais para receber tais bactérias são os lácteos. Isso se deve aos substratos para fermentação que há no leite.

Dessa forma, os substratos presentes, o pH, por ser um alimento bastante consumido e versátil e por ser um ótimo veículo de probióticos, tornam os lácteos ideais para receberem os lactobacilos e promoverem a saúde digestiva, principalmente intestinal, das pessoas.

Benefícios do Kefir

O kefir é uma das opções naturais de lactobacilos que pode, inclusive, ser cultivado em casa. Seu tamanho se expande em poucos dias. Além de ser um alimento probiótico, o kefir fornece uma ótima tabela nutricional, entregando proteínas, cálcio, fósforo, vitamina B12, riboflavina, magnésio e até mesmo vitamina D às pessoas que o consomem.

Devido à sua rica composição, o kefir atua no organismo humano evitando a prisão de ventre, uma vez que as bactérias que o compõem são capazes de melhorar o trânsito intestinal; auxiliando no combate à osteoporose graças à quantidade cálcio que há em sua composição; auxilia na perda de peso por promover a saúde intestinal e conter um baixo teor calórico, além de combater inflamações intestinais e fortalecer o sistema imunológico.

Aonde Encontrar Kefir?

As sementes de kefir podem ser facilmente encontradas em lojas de produtos naturais ou até mesmo pela internet. Já o leite de kefir pode ser encontrado em supermercados.

No entanto, quando uma pessoa cultiva kefir, ele se multiplica muito rapidamente. Isso faz com que seja comum encontrarmos pessoas vendendo ou até mesmo doando-o.

Cogumelos tibetanos e cogumelos de iogurte são algumas denominações dadas ao alimento.

Se você deseja cultivar o seu próprio probiótico e desfrutar das vantagens que ele oferece à sua saúde, e quer saber como cuidar, ou até mesmo como fazer, confira as dicas a seguir:

Como Fazer?

Para a fabricação caseira, é necessária colocar de 3 a 4 colheres de grãos de kefir em 1 litro de leite. Os grãos devem ser colocados em um recipiente de vidro que possa comportar todo o líquido. Insira o leite, podendo ser pasteurizado ou não, bem como integral, desnatado ou semidesnatado. Ao seu critério.

Em seguida, você pode tampar com um pano de prato, guardanapo, gaze ou tecido tipo voil, prendendo com um elástico.

Deixe fermentar por um período de 24 a 48 horas em temperatura ambiente. É importante que esse processo seja feito longe de luz, como dentro de um armário, por exemplo.

Após sua fermentação, você deve coar, armazenar o líquido em um recipiente devidamente tampado e utilizar os grãos para reiniciar o processo.

Lactobacilos e o Sistema Imunológico

Os lactobacilos possuem uma grande importância no sistema imunológico. É esse sistema que garante a prevenção de certas doenças e o mantém saudável contra gripes, resfriados, constipações, viroses, herpes e mais uma série de doenças.

Dessa forma, consumir regularmente alimentos probióticos é uma forma de promover sua imunidade e evitar que doenças se instaurem no seu organismo.

Os alimentos ricos em lactobacilos vivos, ao serem consumidos, atuam fazendo com que haja um aumento na quantidade de micro-organismos benéficos, e diminuição dos maléficos. Dessa maneira, muitas doenças podem ser evitadas e a imunidade do sistema digestivo é consideravelmente melhorada.

O Lactobacillus Acidophilus é uma variedade que é particularmente importante no desempenho do sistema imunológico, capa de prevenir e auxiliar no tratamento de certas doenças virais.

Alguns estudos vêm associando essa variedade no combate de gripes comuns e resfriados. Em uma pesquisa feita com 326 crianças que consumiram diariamente, por seis meses, alimentos probióticos com L. Acidophilus, a incidência de febre foi reduzida em 53%, 68% o uso de antibióticos e 32% as faltas escolares em decorrência de gripes e resfriados.

Esse mesmo estudo mostrou que, ao ser associado a outros tipos de lactobacilos, o acidophilus apresenta um desempenho ainda melhor no sistema imunológico.

Essa é uma variedade encontrada nos iogurtes fermentados, no Kefir e no leite fermentado.

Seja qual for a opção adotada, os lactobacilos vivos são capazes de promover significantes melhoras no organismo. Uma das facilidades em relação a esses micro-organismos, é que eles são fáceis de encontrar, podendo ser comprados prontos ou até mesmo cultivados. Além disso, seu uso pode beneficiar os organismos infantis, de adultos e idosos.

Fontes e Referências Adicionais:

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Alergia a Amendoim – Sintomas e O Que Fazer

A alergia a amendoim é uma condição que atinge um número significativo de pessoas pelo mundo e, ainda assim, muitas pessoas não sabem exatamente o que fazer. Neste artigo, você irá conhecer os sintomas, os tipos de tratamento e como proceder em casos de crises alérgicas.

O amendoim é um alimento potencialmente alérgeno, que quando é consumido por pessoas alérgicas, pode desencadear uma série de complicações, desde vermelhidão da pele, até mesmo estreitamente das vias aéreas e dificuldade para respirar.

Essa condição é desencadeada por uma falha na forma como o sistema imunológico reage a uma proteína encontrada na oleaginosa. Além disso, nas últimas décadas, os casos recorrentes vêm aumentando progressivamente.

A alergia ao amendoim tende a ser persistente e apenas aproximadamente 1 em cada 5 crianças supera sua alergia, geralmente por volta dos 5 anos de idade.

Quais São os Principais Sintomas da Alergia a Amendoim?

O amendoim está ente um dos principais alimentos potencialmente causadores de alergia. Normalmente esse tipo de hipersensibilidade se desenvolve enquanto o indivíduo é bebê ou criança.

Estudos apontam que 1 a cada 200 crianças podem desenvolver alergia a amendoim antes de alcançarem os cinco anos de idade.

Dentre os principais sintomas desse tipo de alergia, pode-se destacar:

  • Vermelhidão, formigamento e coceira na pele;
  • Manifestação de urticárias;
  • Inchaço na face, na região dos olhos, nos lábios, na língua, no céu da boca e na garganta;
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Coceira no nariz;
  • Eczemas ou dermatites atópicas existentes são acentuadas;
  • Falta de ar;
  • Vermelhidão nos olhos.

Alergia a Amendoim Tem Cura?

A cura à alergia ao amendoim é um assunto ainda controverso. Pesquisadores apontam tratamentos modernos que podem inibir a hipersensibilidade.

No entanto, a maioria dos tratamentos que garantem a cura total dessa condição são ainda inacessíveis ou de difícil acesso.

De acordo com um artigo publicado na revista New England Journal of Medicine, há um novo remédio que atua no organismo garantindo haver uma maior resistência à oleaginosa. Esse é um tratamento, no entanto, que possui um método já conhecido nos tratamentos alérgicos.

Os pacientes são submetidos ao AR101, nome dado ao composto que advém do próprio amendoim. Durante a experiência, as doses são aumentadas gradativamente. Os resultados foram considerados satisfatórios.

Em decorrência disso, esse pode ser o primeiro tratamento a alergia a amendoim a ser liberado para comercialização pelo Food and Drugs Administration, a agência de fiscalização de qualidade de alimentos e medicamentos, um órgão que atua nos Estados Unidos semelhantemente à Anvisa.

Quem Tem Mais Risco de Desenvolver a Alergia?

Bebês e crianças pequenas integram a faixa-etária com maior propensão a desenvolver não apenas a alergia ao amendoim, mas alergias alimentares, de modo geral.

O fator genético influencia no desenvolvimento do quadro. Dessa maneira, se você possui familiares com essa complicação, é importante estar atento às reações que seus filhos e crianças da família podem apresentar ao consumirem esse alimento.

Além disso, é importante ressaltar que a alergia a amendoim aumenta a propensão a alergia a outras oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas. Estudos recentes apontaram que 25% a 40% das pessoas que têm alergia ao amendoim também são alérgicas às nozes.

Além disso, crianças com eczemas e alergias a ovos também são mais suscetíveis a desenvolverem esse tipo de alergia.

Como Prevenir Alergia a Amendoim?

De acordo com estudos recentes, a probabilidade de desenvolver alergia a amendoim é atenuada quando alimentos derivados dessa oleaginosa são introduzidos na alimentação do bebê nos primeiros 12 meses de vida.

George du Toit, professor na Imperial College London e alergista pediatra ressalta que a introdução precoce da proteína do amendoim na rotina da criança faz com que seu sistema imunológico possa adquirir tolerância ao alimento. Ainda de acordo com o profissional, por volta dos seis meses, quando ocorre a introdução alimentar sólida, é a época considerada ideal para isso, mas não antes dos quatro meses.

Isso pode ser feito utilizando alimentos como manteiga de amendoim ou salgadinhos adequados para bebês (atenção: nunca use manteiga de amendoim crocante ou amendoim inteiro, devido ao risco de asfixia). No entanto, quando um bebê é diagnosticado com alergia alimentar ou eczema, é importante discutir a introdução de amendoim com o pediatra responsável pelo acompanhamento da criança.

Dessa forma, ele apresentará soluções adequadas e pertinentes à criança para tratar ou atenuar a situação.

Tratamentos Possíveis

Quando se trata de tratamento a alergias, existem diversos protocolos recomendados por profissionais da saúde. Dentre eles, um dos principais é submissão do paciente a pequenas doses do agente alérgeno e seu aumento paulatino e progressivo para que o organismo se adapte.

Como o amendoim é um dos alimentos com maior probabilidade de desencadeamento de alergia, e que pode causar reações graves com risco de vida, diversas pesquisas foram feitas buscando identificar novas formas de tratamento.

Uma das possíveis soluções ao problema, e que já é adotada em algumas clínicas especializadas em alergias, é a imunoterapia oral. Trata-se de um processo que consiste em aumentar a tolerância dos alimentos alérgenos alimentares que são consumidos.

Administra-se quantidades muito pequenas de um agente alérgeno, no caso, o amendoim, de modo que a quantidade ingerida aumente gradualmente até que uma quantidade adequada do alimento seja alcançada e mantida.

No entanto, é necessário considerar que esse é um procedimento que nunca deve ser feito sem supervisão e acompanhamento médico, pois pode comprometer a saúde do paciente, além de submetê-lo a complicações sérias que podem, inclusive, levar à morte.

No Brasil, a imunoterapia é um procedimento recomendado apenas para pessoas com mais de sete anos de idade.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatoligia, 10 a 20% dos pacientes submetidos ao tratamento são incapazes de apresentar resultados satisfatórios, devido às complicações e desconfortos gastrointestinais. Por outro lado, o percentual de pacientes com resultados contundentes é consideravelmente favorável e animador.

Contaminação Cruzada

A contaminação cruzada ocorre quando um alimento que, a princípio, não possui amendoim em sua composição, apresenta traços da proteína em sua composição.

Isso ocorre, normalmente, durante a fabricação, armazenamento ou preparação dos alimentos. Nesses casos, o alimento preparado pode entrar em contato, acidentalmente, com o amendoim ou outros alimentos feitos à base dele.

Isso ocorre especialmente em fábricas que produzem com alimentos feitos de amendoim.

Em casa, uma dica importante para evitar que a contaminação cruzada ocorra, é limpar as superfícies e utensílios domésticos utilizados para a preparação de alimentos com amendoim com água quente e sabão e, se possível, até mesmo água sanitária, para evitar que restos do alimento se mantenham alojados nesses locais.

Para armazenar esses produtos, utilize potes próprios para essa finalidade, bem como talheres.

Crise Alérgica a Amendoim: O Que Fazer?

Quando se manifesta uma crise alérgica a amendoim, algumas medidas devem ser tomadas para evitar que o quadro progrida e comprometa os sinais vitais de uma pessoa.

Dentre as medidas a serem tomadas, uma das mais eficazes e recomendadas nos casos de anafilaxia, ou seja, de crise alérgica, é a administração de adrenalina. Isso deve ser feito o mais rapidamente possível após identificar os primeiros sinais da complicação.

A Epinefrina é o nome que se dá aos autoinjetores de adrenalina, ou seja, dispositivos preparados com adrenalina em seu interior que podem ser utilizados em casos de choque anafilático. Dessa maneira, os efeitos da reação alérgica serão cessados e, quanto mais cedo o paciente receber a dose, maiores as chances de voltar ao estado normal sem sequelas.

No entanto, quando um autoinjetor de adrenalina é prescrito a você, seu filho ou alguém conhecido, é importante que o médico ou o farmacêutico responsável aponte a forma adequada de utilizar, pois eles tendem a funcionar de maneiras diferentes.

Além disso, crianças que sofrem com alergia a amendoim – e outros tipos de alimentos e agentes – devem ter a condição reportada à escola em que frequentam, bem como clubes, cursos e outros estabelecimentos. Nesses casos, o responsável deve indicar o protocolo a ser seguido quando uma crise, por ventura, se manifestar.

Entretanto, nem toda pessoa com alergia alimentar precisa receber o autoinjetor de adrenalina, uma vez que isso dependerá da análise do médico responsável, seja ele um clínico geral ou alergista que acompanha o caso.

Para todos os efeitos, consulte seu médico acerca da necessidade da utilização do dispositivo e como ele qual o protocolo em casos de crises alérgicas.

Referências adicionais:

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Coma Diabético – O Que é, Sintomas, Causas e Cuidados

Coma diabético é uma condição emergencial que pode acometer pessoas que portam diabetes mellitus. Isso causa inconsciência e deve ser tratado o mais rapidamente possível. No entanto, é comum que haja dúvidas quanto às causas, aos cuidados que se deve ter para evitar que isso ocorra e, principalmente, quanto a como proceder em um caso como esse.

Tanto a hiperglicemia quanto a hipoglicemia podem desencadear esse quadro.

Quando uma pessoa entra em coma diabético, ela se mantém viva, mas sem responder a qualquer tipo de estímulo – visual, sonoro, sensorial etc.

Embora se trate de uma complicação que quando não tratada adequadamente pode ser fatal, há medidas que podem ser adotadas para evitar que isso ocorra.

Neste artigo você encontrará informações importantes sobre como proceder para minimizar as chances desse quadro se instaurar, bem como o que fazer nos casos de coma diabético.

O Que é Coma Diabético?

A diabetes é identificada como uma doença metabólica que afeta 1 a cada 11 pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Em 2014, isso totalizava cerca de 422 milhões de pessoas.

Embora o coma diabético não seja tão comum, é algo sério e que deve ser tratado em caráter de emergência médico-hospitalar.

Quando isso ocorre, a atividade cerebral é mínima, ainda que o indivíduo esteja vivo. Dessa maneira, ele não reage aos estímulos e se mantém desacordado. Consequentemente ele se torna incapaz de se movimentar voluntariamente. Além disso, atividades como a deglutição, por exemplo, são prejudicadas, assim como os reflexos.

Nesses casos, a Escala de Coma de Glasgow é utilizada para identificar o nível de consciência do paciente. Trata-se de uma avaliação feita por profissionais da saúde que tomam como ponto de partida movimentos oculares, verbais e físicos em resposta a certos comandos.

De acordo com essa avaliação, a pontuação máxima que pode ser obtida é 15, e nos casos de coma diabético, normalmente, a pontuação costuma ser de 8,5.

Tipos de Comas Diabéticos

O que nem todos sabem, é que o coma diabético se divide em três categorias, que deverá ser identificado a partir das condições do paciente. Isso quer dizer que o quadro pode se instaurar quando os níveis de açúcar na corrente sanguínea estão muito abaixo ou acima do que é considerado normal.

Dessa forma, ao identificar a categorização, a equipe médica é capaz de atuar no foco do problema, minimizando os danos que possam vir a ocorrer.

Coma Hipoglicêmico

O coma hipoglicêmico ocorre principalmente em pacientes diabéticos que fazem uso de insulina, mas também pode ocorrer nos indivíduos que utilizam sulfonilureias, ou seja, fármacos que promovem a liberação de insulina, tais como clorpropamida e glibenclamida.

Existem alguns fatores que, de maneira geral, podem predispor à hipoglicemia, individualmente ou em conjunto, como uma superdosagem de insulina ou sulfonilureias, baixa ou nenhuma ingestão de comida, consumo de álcool ou até mesmo a prática excessiva de exercícios físicos.

O álcool, ao ser ingerido, é capaz de inibir a gliconeogênese, processo de conversão de certos elementos em glicose, e potencializa a ação da insulina, retardando a recuperação da hipoglicemia.

Já a prática de exercícios físicos excessivos, além de ser responsável, por si só, de reduzir a glicose na corrente sanguínea, é capaz de desencadear a hipoglicemia, aumentando a taxa de absorção de insulina.

Sintomas de Coma Hipoglicêmico

Os sintomas que podem se manifestar quando um quadro de coma hipoglicêmico se instaura pode variar de pessoa para pessoa.

Alguns dos mais comuns que costumam se manifestar são falta de coordenação, funções cognitivas comprometidas, como incapacidade de concentração, confusão, visão embaraçada, além de manifestação de certas atividades neurais como tremor, ansiedade, além de sudorese e palpitações.

Quando o paciente sente esses sintomas, deve haver a ingestão imediata de carboidratos – sobretudo glicose ou sacarose – ou o indivíduo pode perder a consciência. Quando não tratado emergencialmente, o coma pode se estender por horas.

Tratamentos

Os tratamentos feitos pela equipe médica com os pacientes acometidos por comas hipoglicêmicos incluem espalhar gel de glicose no interior de sua boca, aplicação de glucagon intramuscular, ou então aplicação de glicose intravenosa, ou seja, diretamente na corrente sanguínea.

A quantidade de glicose intravenosa, no entanto, não deve ser alta, sobretudo em crianças, uma vez que os efeitos osmóticos da hiperglicemia podem provocar danos cerebrais.

Coma Hipoglicêmico Noturno

A coma hipoglicêmico pode ocorrer à noite, durante o sono. Nesses casos, devido à inconsciência, é mais difícil de ser identificado.

Os sintomas são inquietação, pesadelos, sonhos, sudorese, dores de cabeça durante a manhã e uma sensação semelhante à de ressaca.

Isso é causado, sobretudo, pela combinação de níveis decrescentes de insulina em conjunto a uma resposta contrarreguladora presente no organismo – como o hormônio do crescimento, por exemplo.

Coma Hiperglicêmico

O coma diabético hiperglicêmico ocorre quando os níveis de açúcar no sangue estão mais elevados do que o normal. Isso pode ser de forma pontual, quando  a glicose alcança valores perto dos 600 mg/dl ou ainda por estar por um longo periodo com a glicemia alta, nesse caso valores acima de 300 mg/dl já são suficientes. Esses valores são muito particulares, algumas pessoas podem entrar em coma com valores mais baixo do que outras.

Isso faz com que o paciente fique muito desidratado e afeta, principalmente, pessoas diagnosticadas com diabetes do tipo 2 não controlada, ou na altura do diagnóstico de diabetes tipo 1 .

É mais comum que esse quadro ocorra com idosos ou pessoas com certas deficiências e doenças crônicas, além de pessoas que apresentam inflamações comuns. Trata-se de um quadro emergencial que quando não tratada adequadamente, pode ser fatal.

Quando ocorre o coma hiperglicêmico sem excesso de cetonas, a reserva de insulina evita a queima de gorduras e a produção de cetonas, mas não é capaz de impedir a elevação dos níveis de glicose na corrente sanguínea.

A hiperglicemia pode causar danos mais sérios depois de alguns dias após instaurada. No entanto, ao atingir os valores mencionados, ou seja, acima de 600mg/dl, pode ocorrer a falência de certos órgãos, como o rim, coração, vasos sanguíneos e olhos.

Para evitar que a hiperglicemia chegue ao coma, é importante conhecer os sinais e sintomas que se manifestam nos pacientes a fim de tratá-los rapidamente, já que o diagnóstico só poderá ser feito precisamente mediante exame de sangue.

Sintomas de Coma Hiperglicêmico

Quando os níveis de glicose aumentam consideravelmente na corrente sanguínea, o organismo irá tentar expelir o excesso por meio da urina, aumentando seu volume. Isso tende a deixá-la mais diluída , deixando o paciente desidratado e causando sede.

Dessa maneira, a sede excessiva é um dos principais sintomas que acometem pessoas com hiperglicemia.

Outros indicadores incluem boca seca, pela ressecada, suor, febre alta e, após certo período, as funções cognitivas podem ser comprometidas, além de causar fraqueza, até mesmo convulsões e o coma propriamente dito.

Tratamentos

Para chegar a um quadro de hiperglicemia, normalmente os níveis de glicose na corrente sanguínea são iguais ou superiores a 594mg/dl.

Os tratamentos médico-hospitalares incluem equilíbrio de eletrólitos, reidratação, equilíbrio da hiperglicemia e tratamento de qualquer outra doença que possa ter se manifestado concomitantemente.

Cetoacidose Diabética

O coma hiperglicêmico por cetoacidose ocorre quando há um excesso de manifestação de cetonas. Normalmente esse quadro acomete pacientes que portam as manifestações mais severas da diabetes, como o tipo 1, onde o paciente é dependente de insulina.

A cetoacidose diabética (CAD) é identificada quando há elevação nos níveis de glicose na corrente sanguínea, usualmente diagnosticada a partir de 306mg/dl, e nos níveis de cetona. Isso ocorre quando há insuficiência de insulina e o organismo não consegue metabolizar a glicose no sangue.

Dessa maneira, o organismo busca na gordura uma fonte alternativa de energia, colocando-o em estado de cetose. Consequentemente a produção de cetonas é elevada, prejudicando o funcionamento do organismo.

Sintomas

Essa condição afeta, sobretudo, o sistema nervoso. Consequentemente, sintomas como alteração no nível de consciência e disfunção das funções cognitivas como concentração, foco, memórias e percepção das coisas podem se manifestar.

Recomenda-se que os pacientes acometidos por diabetes do tipo 1, quando perceberem que o nível de glicose no sangue esteja superior a 300mg/dl, verifique os níveis de cetonas a fim de identificar previamente e prevenir a manifestação mais séria dos sintomas.

Causas

As causas mais comuns que podem desencadear a cetoacidose diabética estão relacionadas às disfunções urinárias, sobretudo de ordem infecciosa, além de gripes e pneumonias, alteração brusca de dieta, uso de certas drogas ilícitas, administração de esteroides, álcool, gastroenterite e disfunções cardiovasculares.

Diferença Entre Coma Diabético e Choque de Insulina

É comum que haja confusão entre a conceituação de choque insulínico e coma diabético. No entanto, ambos ocorrem quando há um desequilíbrio nos níveis de glicose no sangue.

Assim como o coma hipoglicêmico, o choque de insulina é causado devida à queda nos níveis de açúcar. Ambos os casos requerem cuidados médicos emergenciais. No entanto, os dois casos têm sintomas e causas distintas.

Também conhecido como reação à insulina, o choque insulínico se instaura quando o nível de glicose é inferior a 70mg/dl. Essa condição faz com que o corpo libere adrenalina, podendo desencadear os primeiros sintomas que, se não forem tratados emergencialmente, podem resultar em convulsões e até mesmo coma diabético.

Embora o choque insulínico seja mais comum em pessoas com diabetes do tipo 1, também pode ocorrer em pessoas identificadas com diabetes do tipo 2.

Sintomas do Choque Insulínico

Alguns dos sintomas que podem se manifestar quando há o choque de insulina incluem dores de cabeça, palpitações, fome, fraqueza, tontura, náuseas, sonolência, sudorese, calafrios, formigação nos lábios, língua e bochecha, nervosismo e visão embaralhada.

Como se Recuperar de um Coma Diabético?

Quando um paciente recebe o tratamento adequado após um coma diabético, ele tende a voltar às suas condições normais assim que os níveis de glicose são reequilibrados.

Nesses casos, normalmente não há sequelas ou efeitos prolongados que podem prejudicar sua saúde ou o funcionamento de seu organismo, já que as pessoas que recebem tratamento emergencial após um coma diabético tendem a se recuperar completamente.

Dessa maneira, é importante se atentar aos sinais para pedir por ajuda quando eles começam a se instaurar. Dessa forma, o paciente pode receber o tratamento adequado no tempo correto, sem enfrentar grandes complicações.

Fontes e Referências Adicionais:

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Pode Fazer Exercício em Jejum? Qual? Quanto? Riscos?

Fazer exercício em jejum é algo que comumente costuma causar dúvidas nas pessoas. Enquanto alguns acreditam que a falta de alimentação pré-treino prejudica o desempenho, outros afirmam que malhar em jejum pode ser mais eficaz.

O fato é que fazer exercício é algo que vem sendo adotado por cada vez mais pessoas, seja para fins estéticos, ou para fins de promoção da saúde.

No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para que a prática não prejudique seu bem-estar.

Neste artigo você poderá saber mais sobre os reflexos de se fazer exercício em jejum e entender o que é fato e o que é mito nesse segmento. Continue lendo e tire suas dúvidas.

É Saudável Fazer Exercício em Jejum?

Quando a prática de exercícios físicos em jejum ocorre, o seu corpo será obrigado a utilizar a gordura como fonte de energia.

Essa prática garante que a queima de gordura seja feita de forma mais eficiente, tanto em uma simples corrida, como na musculação, natação, dentre outras performances físicas.

Ocorre, no entanto, que isso deve ser feito de forma moderada para que o corpo se acostume com a prática.

Quais São os Riscos?

Se você ainda não tem costume de praticar exercícios em jejum, começar a treinar de maneira intensa sem comer nada previamente pode ocasionar queda de pressão, hipoglicemia ou algum outro mal-estar como dor de cabeça ou tontura, por exemplo.

Dessa maneira, recomenda-se que aqueles que não são acostumados a isso, comecem de maneira gradual, com exercícios de pouca intensidade, para que o corpo possa ir se acostumando e, aos poucos, você poderá aumentar o ritmo e a intensidade dos exercícios.

Além disso, se você costuma fazer musculação com alta carga de pesos ou práticas que requerem uma desenvoltura relativamente densa, estar em jejum pode prejudicar sua performance.

Ademais, fazer musculação ou qualquer outro tipo de treino em jejum não o ajuda a construir massa muscular, uma vez que para o anabolismo ocorrer, é necessário que haja uma alta reserva de energia no organismo – algo proporcionado pela ingestão de carboidratos, por exemplo.

Fazer Exercício em Jejum é Mais Eficiente?

Depende de qual seu objetivo. Para responder a essa pergunta, é necessário considerar o que você busca com o seu treino.

Para quem quer emagrecer, treinar em jejum pode ser uma boa pedida, uma vez que a queima de gordura é feita mais rapidamente, pois não há outra fonte de energia para o seu corpo que não os lipídios acumulados e que formam a barriga, os flancos e culotes.

No entanto, para quem objetiva a construção muscular, essa pode ser uma opção não tão interessante, já que, segundo alguns estudos, quando a musculação é feita em jejum, o corpo irá queimar a massa magra que possui, ou seja, os próprios músculos.

Nesse caso, é mais vantajoso recorrer aos alimentos ou shakes pré-treino, preferencialmente com dosagens de carboidratos e proteínas.

Dicas Para Fazer Exercícios em Jejum

Para quem é sedentário ou possui alguma patologia, é necessário que passe pela avaliação nutricional ou médica previamente para que isso não desencadeie consequências mais sérias.

Normalmente as pessoas tendem a preferir os exercícios aeróbicos em jejum pela manhã, ao acordarem, para aproveitarem o tempo de sono como o momento de jejum e poderem começar o dia devidamente treinados. Isso pode ajudar a queimar gorduras mais rapidamente, além de garantir a liberação de endorfina logo no início da sua rotina.

Fazer exercícios sem ter se alimentado é algo especialmente benéfico para os treinamentos aeróbicos. De acordo com Chloe McLeod, nutricionista esportiva norte-americana, corridas curtas pela manhã, de 45 a 50 minutos, podem ser facilmente feitas em jejum. Isso garantirá uma queima de gordura mais eficaz.

Jessica Spendlove, nutricionista esportiva, alerta quanto à intensidade das práticas estando em jejum. Segundo ela, para pessoas acostumadas a treinar sem alimentação prévia, não se deve ultrapassar o limite de 90 minutos de exercícios aeróbicos, enquanto para pessoas que estão se adaptando à essa realidade, o limite de 60 minutos não deve ser ultrapassado.

Benefícios de Malhar em Jejum

Os benefícios de malhar em jejum são mais consistentes quando os exercícios praticados são os aeróbicos, como mencionado, ou os de resistência.

Quando a gente se alimenta antes de treinar, o corpo utiliza essa alimentação como fonte de energia. No entanto, quando isso não ocorre, o organismo é obrigado a se valer da gordura como fonte de energia. Isso faz com que ela seja queimada mais rapidamente. Esse é o principal benefício de se treinar em jejum.

Dessa maneira, essa prática pode ser adotada de maneira mais frutífera às pessoas que visam a perda ou manutenção do peso.

Exercícios como corrida, caminhadas, natação, ciclismo etc., são algumas que podem ser feitas em jejum para promover a queima lipídica e fazê-lo reduzir medidas.

Segundo Sam Accardi, nutricionista da AFC FitnessOpen, da Filadélfia, outro grande benefício é evitar a indigestão. Isso ocorre, pois, tomar um café da manhã reforçado e logo em seguida se dedicar a um treino pode resultar em disfunções estomacais, já que o organismo estará ocupado fazendo a digestão e, ao mesmo tempo, gastando energia que é consumida durante a prática esportiva.

Qual o Período de Jejum Recomendado?

De maneira geral, caracteriza-se jejum um período compreendido entre 6 a 8 horas de restrição alimentar antes da prática de exercícios.

No entanto, as pessoas podem aproveitar o tempo de sono nessa conta, ainda que a quantidade de horas dormidas seja superior a esse parâmetro.

Dessa maneira, você não precisa sentir fome e se privar de alimentação durante o seu dia.

Como a Prática Física em Jejum Ajuda a Queimar Gordura Mais Rápido?

O nosso corpo pode estar, em termos de alimentação, no estado alimentado, também conhecido como pós-prandial, ou no estado de jejum, período que também pode ser compreendido como pós-absorção.

Após se alimentar, o seu corpo entra em estágio de digestão. Ao se alimentar antes do treino, o organismo utilizará o alimento recém ingerido como fonte de energia.

Por outro lado, se você passa horas sem comer e vai treinar sem se alimentar, o seu corpo se voltará à gordura, que será utilizada como reserva de energia, acelerando sua queima.

Isso, no entanto, é refletido na oxidação da gordura. Isso é feito em duas etapas. A primeira diz respeito à lipólise, que ocorre quando os lipídios armazenados são quebrados e convertidos em ácidos graxos.

A segunda etapa é a oxidação propriamente dita, que é quando esses ácidos graxos são convertidos em energia durante seu treino.

Dicas Para Treinos em Jejum

Os exercícios mais comuns que podem ser executados de maneira saudável estando em estágio de pós-absorção são o ciclismo, a corrida e natação – ou a combinação de mais de um exercício aeróbico.

Opte por uma intensidade moderada para evitar riscos de queda de pressão, por exemplo.

Além disso, a prática pode ser feita, de maneira geral, de 20 a 60 minutos para quem é iniciante, e até 90 minutos para quem é experiente e costuma fazer exercícios em jejum.

Consumir água antes e durante as práticas é fundamental para manter-se hidratado.

Uma outra dica importante é consumir café cerca de uma hora antes do treino – sem açúcar ou leite – para melhorar sua performance.

O Que Não Fazer ao Treinar em Jejum

Para treinar de forma mais intensa e com mais carga, não é recomendado estar em jejum. Para isso, é importante consumir uma quantidade significativa de carboidrato para assegurar que haja energia o suficiente durante o treino e seu organismo não recorra à massa magra.

Para quem está buscando ganhar massa muscular, treinar em jejum pode não ser uma opção pois o anabolismo não proporcionará a hipertrofia da maneira esperada.

Alimentação Pós-Treino em Jejum

Após uma sessão de exercícios em jejum, é importante alimentar seu organismo. A nutricionista Chloe McLeod aponta a importância de se alimentar em um período de 20 a 30 minutos após a prática física.

Durante essa alimentação, ela recomenda que haja uma mistura de proteína magra e carboidratos, de preferência integrais, para potencializar os resultados.

Algumas opções interessantes para romper o jejum pós-treino incluem leite com granola, banana e aveia batidos com leite, ovos mexidos em uma torrada ou até mesmo uma tigela de açaí com proteína em pó.

O consumo de água também é fundamental nesse período.

De maneira geral, se você não se sente confortável ao praticar exercícios em jejum, ou se você é sedentário, é importante procurar respaldo médico e nutricional antes de dar esse passo. Dessa maneira, muitas pessoas conseguem obter resultados satisfatórios iniciando em pequenos passos, de forma gradual.

Fontes e Referências Adicionais:

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Do Que é Feito a Margarina – Composição, Ingredientes, Tipos e Cuidados

Muitas pessoas não sabem do que é feito a margarina, apesar dela estar presente nas mesas de muitos brasileiros, já que é utilizada como um substituto mais acessível da manteiga.

quais ingredientes integram sua composição e quais os tipos que podemos encontrar no mercado.

Margarina diz respeito a um termo genérico que denomina certos tipos de gordura vegetal cujo uso substitui a manteiga. Com uma história interessante que remonta à era napoleônica, utilizada para alimentar os exércitos com pouco custo, a margarina, tal qual a conhecemos atualmente, é feita a partir de uma emulsificação de água e óleos, com textura e sabor similares ao da manteiga, mas com preço mais acessível.

Embora muitas pessoas tenham consumido esse alimento durante toda a vida, muitas não sabem como se dá sua composição. Confira, neste artigo, do que é feito a margarina e quais cuidados você deve ter ao consumi-la.

Do Que é Feito a Margarina?

Embora seja sabido que a margarina pode não ser tão saudável ao ser consumida rotineiramente, nem todos sabem do que é feito a margarina.

Para a fabricação da margarina, inclui-se os óleos vegetais e alguns líquidos hidrogenados. Esses líquidos podem ser de milho, soja, amendoim, semente de girassol, de algodão ou até mesmo dendê. Esse alimento não possui leite em sua composição e, portanto, não é classificado como um alimento lácteo.

Além desses componentes, inclui-se água, sal, corante, leite em pó desnatado e emulsificante para dar à mistura a consistência esperada. No entanto, é importante considerar que nem todas as margarinas são fabricadas da mesma forma, uma vez que existem variedades em porcentagem de ingredientes de acordo com cada marca.

De maneira geral, as versões mais estáveis da margarina possuem 80% de lipídios em sua composição. Isso quer dizer que a concentração de óleos vegetais é grande e confere estabilidade à mistura.

Qual a Diferença Entre Manteiga e Margarina?

Ao contrário da margarina, a manteiga é um produto lácteo. Por ter alta concentração de gordura de origem animal, ela é rica em gordura saturada e colesterol. Além disso, lactose, sal e água integram a sua composição. Embora seja fonte de vitamina A, o seu consumo deve ser moderado.

De acordo com um estudo publicado em Harvard, a discussão comparativa entre a adoção de margarina e manteiga falseia os danos que podem causar em relação às complicações cardíacas.

Nesse sentido, tanto a manteiga quanto a margarina permanecem identificadas como alimentos a serem consumidos com bastante moderação.

Margarina e a Gordura Trans

A margarina, até pouco tempo, costumava ter uma concentração maior de gordura trans. Isso ocorria devido à hidrogenação parcial a qual era submetida durante o processo de fabricação.

Muitos estudos e evidências clínicas indicam a associação entre o alto consumo de gordura trans e doenças cardiovasculares.

No entanto, hoje em dia, muitas marcas não submetem suas margarinas ao processo de hidrogenação. Consequentemente, não há a produção de gorduras trans. Além disso, podemos encontrar opções de margarinas no mercado enriquecidas com fitosteróis e estanóis. Esses elementos são responsáveis por diminuírem os níveis de LDL – o mau colesterol, e de colesterol total.

Como mencionado, cada marca possui sua própria maneira de produzir margarina. A principal diferença entre uma marca e outra, é o teor de gordura vegetal utilizado em sua composição. Isso irá se refletir na consistência, textura e sabor do alimento.

Benefícios da Margarina

Os benefícios que podem ser proporcionados pela margarina irão depender dos ingredientes utilizados, sobretudo dos óleos vegetais que a compõem. Alguns de seus benefícios podem incluir:

Gorduras Poli-insaturadas

A grande maioria das variedades da margarina é rica em gordura poli-insaturada. No entanto, a quantidade exata desse componente depende do óleo vegetal que é utilizado em sua composição.

Aponta-se que as margarinas feitas à base de óleo de soja tenham, em média, 20% de gordura poli-insaturada.

Esse é um tipo de gordura que é considerado saudável, oferecendo, até mesmo, benefícios à saúde cardíaca, se comparada à versão saturada.

Fitosteróis e Estanóis

Algumas margarinas são enriquecidas com fitoesteróis ou estanóis. Além disso, os óleos vegetais são ricas fontes desses elementos, que são capazes de diminuir o teor de colesterol ruim, o LDL.

No entanto, essas substâncias também ajudam a diminuir o colesterol bom, o HDL.

Embora isso seja algo conhecidamente benéfico às composições das margarinas, não existem estudos que evidenciem a associação entre os esteróis e a diminuição dos riscos de doenças cardíacas.

Riscos ao Consumir Margarina

Embora haja certos benefícios, como apontado acima, ao consumir margarina, há também alguns riscos que devem ser considerados.

Dessa maneira, o consumo desse alimento não deve ser irrestrito, uma vez que a alta concentração lipídica está associada a certas doenças. Saiba mais:

Ômega-6

Ao contrário do ômega-3, que é uma substância anti-inflamatória, o ômega-6 pode provocar inflamações crônicas.

Estudos de caso vêm associando um alto consumo de ômega-6 a riscos elevados de desenvolver obesidade e certas doenças crônicas, como cardíacas e intestinais, sobretudo de ordem inflamatória.

Gordura Trans

Os óleos vegetais não são suficientemente sólidos para dar a consistência esperada à margarina. Para que isso seja possível, durante a fabricação, as gorduras normalmente passam por um processo de mudança em suas estruturas químicas, chamado hidrogenação.

Dessa forma, os lipídios de origem vegetal são expostos a altas temperaturas e pressões. Além disso, utiliza-se hidrogênio gasoso e catalisador de metal para alcançar a consistência objetivada.

Além de influenciar na consistência, esse processo garante uma vida útil muito maior ao alimento, sendo muito útil à indústria alimentícia.

Os riscos de consumir altas concentrações de gordura trans vêm sendo expostos por meio de estudos diversos, sobretudo associando-a às doenças crônicas e inflamatórias.

Em alguns países a utilização de gordura trans já é proibida para o processo de fabricação de alimentos.

Para contornar essa situação, algumas empresas vêm utilizado uma nova forma de dar consistência às margarinas. Por meio de um processo chamado interesterificação. Os óleos vegetais interesterificados são consideravelmente mais saudáveis do que os hidrogenados.

Cuidados ao Consumir Margarina

Se você não abre mão de comer um pão com margarina no café da manhã, você pode tomar alguns cuidados para evitar que ela cause danos à sua saúde.

Um dos cuidados principais é recorrer às opções que não possuem gorduras trans. Isso normalmente vem explícito na embalagem. No entanto, se você encontrar nos ingredientes a palavra hidrogenada, procure por outras opções.

Utilizar uma pequena quantidade, em momentos esporádicos, também é uma forma de manter os danos longe de você.

Algumas opções mais saudáveis são apresentadas em relação ao alimento, como o azeite de oliva ou até mesmo óleo de coco. Você pode temperar com orégano e outros tipos de ervas, como manjericão, para garantir um sabor mais apetitoso.

Isso ajuda a evitar aumentar o teor de colesterol ruim que você ingere e ainda assegura que os danos inflamatórios causados por esses alimentos sejam afastados.

Fontes e Referências Adicionais:

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Qual é o Melhor Leite para Diabéticos?

Pessoas com diabetes procuram saber qual o melhor leite para diabéticos, pois elas precisam fazer adequações em seus cardápios para regular os níveis de açúcar no sangue.

A diabetes é uma doença crônica que, após tipificada adequadamente por um profissional, deve ser tratada. O organismo de um indivíduo acometido por esse quadro não produz ou utiliza adequadamente o hormônio insulina.

Esse é um hormônio importante, pois, cabe a ele o controle dos níveis de glicose, ou seja, de açúcar, na corrente sanguínea. Além disso, ele é necessário para garantir que a glicose obtida via alimentação seja convertida em energia.

Ocorre, no entanto, que o leite integral de vaca, o mais comumente consumido, possui glicose, que, ao entrar em contato com a corrente sanguínea, pode desencadear a hiperglicemia, causando certos impactos negativos à sua saúde.

O fato é que se você é diabético, mas não quer restringir o consumo de leite, há opções saudáveis que podem ser ingeridas sem causar os tais impactos.

Diabético Pode Consumir Leite?

O leite de vaca é uma usualmente consumida por crianças e idosos, pois é fonte de cálcio e, portanto, auxilia no desenvolvimento da saúde óssea e dental.

Pessoas com diabetes também precisam desses nutrientes para se manterem saudáveis e garantirem a manutenção de seus organismos.

No entanto, a bebida é também fonte de açúcar próprio do leite, conhecido como lactose. Isso quer dizer que nem todas as opções de leite podem ser benéficas à saúde dos diabéticos.

Para poder consumir a bebida de maneira saudável, é preciso observar fatores como os níveis de açúcar, carboidratos e gorduras saturadas, que podem piorar o quadro de saúde de quem os consome.

Neste compilado você irá conhecer as opções mais adequadas para suprir suas necessidades nutricionais sem afetar negativamente sua saúde com os efeitos colaterais que muitas vezes podem ocorrer. Conheça as melhores opções de leite para diabéticos:

Leite Desnatado ou Semidesnatado

Diabetes é um fator de risco para doenças cardiovasculares diversas como AVC, infarto e derrame. No entanto, isso pode ser controlado adotando uma alimentação saudável para a sua condição e fazendo o tratamento corretamente.

Limitar o consumo de gordura saturada é algo que deve ser objetivado pelo diabético, e substituir o leite integral pelo desnatado é uma boa forma de conseguir isso.

Enquanto uma xícara de leite integral apresenta, em média, 149 calorias e 5 gramas de gordura saturada, uma xícara de leite desnatado possui 83 calorias e apenas 0,1 grama de gordura saturada.

No entanto, as versões desnatadas da bebida tendem a ser mais ralas do que a versão integral. Se você preferir uma opção um pouco mais encorpada, pode dar preferência ao leite semidesnatado.

Esse, por sua vez, apresenta 102 calorias por xícara consumida, com 1,5 gramas de gordura saturada, em média. Ainda assim continua sendo uma opção consideravelmente mais saudável do que a versão integral, para o diabético.

Leite de Soja

Se você prefere opções alternativas ao leite de vaca, ou se tem intolerância à lactose, então você pode recorrer ao leite de soja, que continua sendo saudável para quem tem diabetes.

Em termos nutricionais, uma xícara dessa bebida fornece, em média, 131 calorias, 4 gramas de açúcar e 0,5 gramas de gordura saturada.

De acordo com um estudo publicado no Journal of Renal Nutrition, ao comparar o consumo de leite de vaca com o leite de soja, constatou-se que a versão feita a partir dos grãos de soja foi capaz de melhorar consideravelmente a pressão arterial em pacientes diabéticos com nefropatia.

Ocorre que essa variedade não possui a quantidade adequada de cálcio para suprir as demandas nutricionais do organismo. Por isso, ao optar por ele, procure pelas versões enriquecidas com esse mineral.

Leite de Amêndoas

O leite de amêndoas oferece várias propriedades benéficas à saúde, inclusive de diabéticos. As amêndoas são ricas em gordura saudável, fibras e proteínas, mas o índice de açúcar e carboidrato é baixo, sendo uma opção interessante a ser incorporada aos cardápios com restrições, além de ser uma versão alternativa para quem busca perder peso.

O leite de amêndoa, em si, não é capaz de reverter o diabetes, muito menos substituir o tratamento médico específico a você. No entanto, ele pode ser substituto para o leite integral de vaca, integrando uma dieta nutritiva e sem os riscos que o alto teor de carboidratos pode oferecer.

Uma xícara de leite de amêndoa sem ser adoçado contém 3,43 g de carboidratos e 2,12 g de açúcares, uma quantidade mínima se comparado à versão integral do leite de vaca.

Estudos vêm mostrando o papel das amêndoas no tratamento de certas doenças, como o diabetes.

Em uma revisão de estudos publicada em 2017 por Marta Gaush-Ferré, nutricionista pesquisadora de Harvard, constatou-se a relação que há entre esse alimento e a redução de riscos de doenças cardíacas e coronárias.

Leite de Coco

Quando se fala em leite de coco, é possível considerarmos duas variedades, a versão mais espessa, normalmente utilizada para confecção de doces e sobremesas, e a versão mais líquida e fluida, normalmente com mais água em sua composição, que pode ser comprada pronta para beber.

Essa segunda versão pode ser consumida de maneira saudável por diabéticos, pois apresenta uma tabela nutricional semelhante à do leite semidesnatado.

No entanto, esse tipo de leite também não contém quantidades significativas de cálcio, e por isso você deve recorrer a outras fontes desse mineral ou suplementação para garantir que seu organismo desenvolva a performance esperada. No entanto, suplementação, de maneira geral, deve ser feita sob prescrição médica ou de profissionais da nutrição.

Leites a Serem Evitados

Agora que você sabe quais são as opções interessantes a integrar o cardápio de quem tem diabetes, é importante conhecer as versões a serem evitadas, a fim de garantir o controle dos níveis de açúcar na corrente sanguínea.

Leite Achocolatado

Leites achocolatados são itens de interesse principalmente das crianças, mas devem ser evitados quando se trata de diabéticos. Isso se deve à grande quantidade de açúcar que é encontrado na composição dessa variedade.

Existem opções com teor reduzido de açúcar, porém muitas vezes não são fáceis de encontrar. Caso o leite achocolatado seja impressindível, convém comprar o chocolate em pó (com adição reduzida de açúcar ou sem açúcar) e adicionar ao leite de escolha.

Leite Integral de Vaca

A versão integral do leite de vaca é fonte de gordura, carboidratos e açúcares, tudo que deve ser evitado no cardápio de quem procura um leite para diabéticos.

Mas se você não abre mão do leite de origem animal, você pode dar preferência à versão desnatada ou semidesnatada, que oferece uma tabela nutricional muito mais interessante, com menores índices de gordura.

Planejamento de Refeições Para Diabéticos

Se você costuma ficar em dúvida na hora de se alimentar e consumir leite, pois precisa fazer certas restrições e, ao mesmo tempo, se certificar que está consumindo a quantidade adequada de nutrientes, então você pode seguir algumas dicas interessantes de planejamento de refeições, que são:

Contagem de Carboidrato

O carboidrato é algo que deve ter seu consumo diminuído por quem tem diabetes, pois, ao ser ingerido, é convertido em açúcar na corrente sanguínea. Sendo assim, é importante planejar com seu nutricionista ou médico especializado a quantidade aceita ao dia, pois isso dependerá do seu quadro.

Uma xícara de leite de vaca desnatado possui, em média, 12 gramas de carboidratos. Já a versão feita a partir da soja possui apenas 4 gramas.

Com base na tabela nutricional dos leites, o nutricionista irá compor um cardápio interessante que não prejudique sua saúde e forneça os nutrientes necessários ao pleno funcionamento de seu organismo.

Índice Glicêmico

O índice glicêmico é algo que deve ser acompanhado por quem tem diabetes, já que ele é capaz de aumentar, em instantes, os níveis de glicose no sangue.

Dessa forma, uma xícara de leite de vaca desnatado possui índice glicêmico de 37, e carga glicêmica de 4, em média.

Alimentos e bebidas com índice glicêmico inferior a 55 são considerados saudáveis a serem consumidos por diabéticos pois esse é um valor de referência considerado baixo.

Seja qual for a opção da bebida escolhida, é sempre importante assegurar que haja o consumo adequado de cálcio, se não pelo leite, por meio de outras fontes, pois dessa forma a saúde do tecido ósseo e os dentes é beneficiada.

É possível encontrar muitas opções de leite para diabéticos enriquecidos com cálcio e outras vitaminas. Atente-se a esse detalhe para não ficar com deficiência desse mineral.

Fontes e Referências Adicionais:

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O Que Causa Mau Hálito? Cuidados e Dicas

Estima-se que o mau hálito atinja 25% da população mundial. Se considerarmos que se trata de ¼ de todas as pessoas do mundo, é um número bastante expressivo.

As causas podem ser variadas, assim como os cuidados necessários. Neste artigo você irá saber o que causa mau hálito, além de conferir quais são os cuidados necessários.

Uma vez ou outra, todos nós nos deparamos com mau hálito, seja por horas sem comer, sem fazer a higienização dental/bucal ou por mais uma série de motivos.

No entanto, quando esse problema é constante e o hálito se torna mais forte que o convencional, isso pode ser um indicativo de outras condições ou até mesmo doenças, e não apenas de ordem odontológica.

Dessa forma, se você é acometido por mau hálito, ou conhece alguém que o seja, é importante se atentar ao que pode ser a real causa dessa condição.

A Helitosis, nome em latim dessa condição, que chamamos de halitose, é desencadeada ao acordar, quando um indivíduo consome alimentos com grande quantidade de alho, devido ao tabagismo ou até mesmo ao ingerir café.

Há, ainda, uma série de fatores que podem desencadear o mau hálito, que você poderá conhecer abaixo, bem como os cuidados necessários e as dicas para manter a halitose longe de você. Confira:

Problemas Digestivos

Muitas vezes o mau hálito não é um problema de ordem bucal ou odontológica, mas sim digestiva.

Dessa maneira, quando há alguma disfunção estomacal, por exemplo, o mau cheiro passa pelo esôfago e chega à boca, sendo liberado quando o indivíduo fala ou simplesmente abre a boca.

Problemas como má digestão, distúrbios intestinais e constipações são algumas possíveis causas do mau odor em seu hálito.

Pessoas que costumam ter refluxo também provavelmente têm mau hálito, pois o ácido que volta pelo esôfago faz com que isso ocorra.

Quando o sintoma persiste, então é necessário procurar um gastroenterologista para averiguar a causa e iniciar o tratamento adequado para o seu quadro.

Má Higiene Bucal

Essa é, certamente, uma das causas mais comuns para o mau hálito.

A falta de higiene bucal, além de ocasionar mau hálito, pode desencadear quadros mais graves como cáries, tártaros e gengivite, fazendo-o passar por dores e desconfortos dentais.

Isso ocorre quando os dentes não são limpos adequadamente. Dessa maneira, resíduos de alimentos ficam presos entre seus dentes ou até mesmo na coroa dos dentes traseiros, causando o acúmulo de bactérias que consequentemente ocasionará placas bacterianas.

É importante ressaltar que as cavidades bucais e as irregularidades na superfície da língua, das amígdalas e do interior das bochechas também podem acumular bactérias.

Dessa maneira, uma dica importante, mas que muitas vezes é negligenciada, é escovar os dentes sempre após uma refeição, passar fio dental para eliminar os resíduos de alimentos entre os dentes e, por fim, fazer bochecho com um antisséptico bucal, pois somente esse líquido conseguirá eliminar as bactérias que ficam na língua e bochecha.

Manter o cuidado diário com a higiene bucal é fundamental para evitar que o mau hálito ocorra.

Baixa Ingestão de Água

Outra causa bastante comum se tratando de origem de halitose é a baixa produção de saliva, que dá a sensação de a boca estar seca. Também conhecido como xerostomia, esse fenômeno pode ser acometido por inúmeros fatores, desde a ingestão de certos remédios, passando por problemas respiratórios e o consumo de alguns tipos de droga.

Quando isso ocorre, quer dizer que o fluxo salivar foi diminuído. Mas isso, de maneira geral, pode ser regulado aumentando a ingestão de água. O líquido é capaz de hidratar seu organismo e o funcionamento dos órgãos diversos, inclusive a produção de saliva, que tende a normalizar.

Tabagismo

Algumas pessoas acreditam que apenas fumar cigarros é o que ocasiona mau hálito. No entanto, o tabagismo é compreendido também pelo uso de cachimbo ou até mesmo mascando-o.

Se você tem costume de executar uma dessas atividades, então esse pode ser o motor que o faz ficar com mau hálito.

Além de deixar a boca cheirando mal, essa prática danifica o tecido da gengiva, podendo causar doenças mais sérias a longo prazo.

Uso de Medicamento Controlado

Grande parte de medicamentos têm como efeito colateral deixar a boca seca. Dessa maneira, a produção de saliva diminui consideravelmente, deixando a boca um ambiente fértil para a proliferação de bactérias que causam mal odor.

Não obstante, certas substâncias químicas encontradas nos remédios, ao serem decompostas no organismo, liberam outras substâncias que são transportadas pela corrente sanguínea, chegando à boca e à respiração, causando mau hálito.

Infecções Bucais

O mau hálito também pode ser causado por feridas e infecções na boca, assim como após cirurgias feitas nessa região.

Algumas cirurgias comuns são as extrações dentais, cuja as quais muitas pessoas se submetem, como ao tirar o dente do siso, ou dentes cariados que não podem ser recuperados.

Doenças e feridas na gengiva e nos demais tecidos bucais são fontes de mau odor.

Consumo Excessivo de Café

O café é uma bebida que desperta o mau cheiro na boca.

Dessa maneira, se você é um consumidor ávido da bebida, mas sente que seu hálito não está tão bom, você pode começar a diminuir a quantidade de ingestão de café.

O sabor intenso, aliado ao estímulo à produção intensa de saliva fazem com que a bebida se torne um forte impulsionador de odor bucal.

Esse cenário é ainda mais intensificado, pois, após tomar café, a cafeína faz com que ocorra uma diminuição na produção de saliva. Consequentemente, a boca ficará mais seca e propensa à proliferação de bactérias responsáveis por causar o mau odor em sua boca.

Uma dica importante para você que não quer abrir mão, além de diminuir a quantidade, é ingerir água após tomar uma xícara de café. Dessa forma, seu organismo se manterá hidratado suficientemente para produzir uma quantidade ideal de saliva e evitar a intensificação do mau hálito.

Resíduo de Alimentos na Língua

Um dos principais fatores desencadeadores de mau hálito é a má higiene lingual.

A língua é um órgão que é revestido por papilas gustativas, ou seja, saliências responsáveis por transmitirem os sabores que sentimos ao ingerir um alimento ao cérebro.

Entre as papilas há pequenas cavidades, denominadas criptas, aonde restos alimentares se acumulam.

Esse ambiente se torna perfeito para a proliferação de bactérias que fermentam e liberam enxofre. Isso faz com que o mau hálito seja provocado.

Como Evitar Mau Hálito?

O primeiro passo para eliminar ou aliviar o mau hálito é identificar a origem do problema. Observe o que pode não estar funcionando adequadamente no seu organismo, como problemas digestivos, estomacais, ou desordens bucais, como gengivite, a incidência de cáries.

Observe, também, se você está fazendo uma higiene bucal adequada para que o hálito esteja agradável.

Conheça, abaixo, algumas dicas importantes que podem melhorar um quadro de halitose.

Aumente a Ingestão de Água

Como pôde ser percebido, a quantidade de água ingerida garante que o corpo se mantenha funcionando adequadamente. Além disso, o líquido assegura que a produção salivar esteja regulada.

Dessa maneira, a boca se mantem úmida em vez de ser um ambiente próspero para bactérias que causam mau hálito, como ocorre quando a boca está seca.

Se você costuma ingerir muito café, passe a tomar água logo após o consumo a fim de garantir que a produção de saliva esteja normalizada.

Atente-se à Higiene Bucal

Muitas pessoas têm o costume de escovar os dentes apenas ao acordar e ao dormir, quando não menos. Isso, no entanto, é uma prática que impede a higiene bucal adequada.

O correto é que os dentes e o aparelho bucal sejam higienizados após cada refeição. Dessa maneira, é imprescindível escovar os dentes, passar fio dental e utilizar antisséptico bucal para eliminar as sujeiras e os germes que podem se acumular nas microcavidades da língua, bochecha e dentes.

Evite Longos Períodos em Jejum

A recomendação, de maneira geral, é que o indivíduo se alimente de três em três horas. Isso é necessário, pois, um jejum extenso tende a favorecer o aparecimento da halitose.

Além disso, alimentos muito condimentados, preparados com muito alho, sal, ou consumidos muito quente, bem como a ingestão de refrigerante tendem a deixar a boca mais seca, desfavorecendo esse cenário.

Com esses alimentos são comuns no dia a dia de muitas pessoas, cobra-se a moderação durante o consumo para evitar o mau hálito.

Consulte Seu Dentista

Se o mau hálito permanecer, mesmo após executar os cuidados necessários, então é hora de consultar o seu dentista, pois ele será capaz de fazer uma investigação precisa para o seu caso e dar o diagnóstico.

Dessa maneira, você deverá seguir suas indicações a fim de cessar o problema.

É importante ressaltar, no entanto, que o mau hálito matinal, ou seja, aquele de quando você acorda, é completamente normal e resulta do longo período em jejum aliado à diminuição da produção salivar.

Ademais, em outros casos, atente-se aos indicativos do seu organismo e procure um profissional caso os sintomas não desaparecerem após os primeiros cuidados.

Fontes e Referências Adicionais:

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7 Benefícios da Dieta Low Carb para Saúde e Boa Forma

Os benefícios da dieta low carb podem ser bem consistentes quando ela é seguida adequadamente. As dietas low carb têm como base a ingestão de proteína e a diminuição do consumo de carboidratos, como arroz, pães, massas em geral, biscoitos, bolos etc, bem como açúcares encontrados em certos alimentos e bebidas processados e até mesmo em certas frutas e legumes.

Dessa maneira, você pode melhorar seu organismo de inúmeras maneiras e ainda garantir a diminuição de medidas.

Muitas pessoas acham que isso pode ser algo muito radical, mas na verdade é mais simples do que parece e a dieta pode ser seguida substituindo alguns ingredientes por outros, por exemplo.

Neste compilado você irá conhecer os principais benefícios da dieta low carb para a saúde e boa forma e entender como ela pode ser adotada no seu dia a dia.

1. Auxílio na Perda de Peso a Curto Prazo

Cortar os alimentos ricos em carboidratos de seu cardápio é, certamente, uma das formas mais consistentes e rápidas para fazê-lo perder medidas a curto prazo.

Estudos feitos na área apontam que diminuir o consumo de carboidrato é mais efetivo na perda de peso do que diminuir o consumo de gorduras, por exemplo. Quanto a isso, um estudo publicado no The New England Journal of Medicine, alegou que as dietas com redução de carboidrato podem fazer o indivíduo perder peso de 3 a 4 vezes mais rapidamente do que dietas com pouca gordura, sem fazê-lo sentir fome.

Isso pode ser explicado. Ao seguir um cardápio com pouco carboidrato, o corpo irá trabalhar para expelir o excesso de água do organismo, desinchando-o. Como consequência, ocorrerá a rápida perda de peso, que pode ser comprovada principalmente nas primeiras semanas. Essa pode ser uma boa opção para quem deseja reduzir medidas em pouco tempo.

No entanto, um estudo que se debruçou sobre os impactos das dietas low carb na obesidade apontou que os resultados mais consistentes na perda de peso se dão nos primeiros seis meses. Posteriormente a esse período, as dietas convencionais e as com restrição aos carboidratos apresentavam resultados equivalentes.

2. Redução de Apetite

Quando um indivíduo passa por uma dieta para perda de peso, a fome pode ser um dos piores efeitos colaterais, uma vez que há a restrição calórica. Esse é, certamente, um dos motivos que fazem as pessoas desistirem de seus cardápios com limitações de comida.

O que nem todos sabem, no entanto, é que iniciar uma dieta low carb é algo que o proporcionará uma redução de apetite.

Estudos indicam que as pessoas que consomem menos carboidratos, e mais proteínas e gorduras saudáveis, consomem uma quantidade consideravelmente inferior de calorias. Isso as ajudarão no processo de perda de peso.

3. Aumenta o Nível do Bom Colesterol – HDL

High-density lipoprotein é o nome que se dá ao que também é conhecido como bom colesterol, ou apenas HDL.

Enquanto o consumo irrestrito de carboidratos aumenta o LDL, ou seja, o mau colesterol, a sua restrição promove a melhora nesse quadro.

Diversos estudos comprovam que quanto mais altos os níveis de HDL estiverem, menores são as chances de um indivíduo ser acometido por uma complicação cardíaca, como infarto do miocárdio e insuficiência cardíaca, por exemplo.

4. Reduz os Níveis de Açúcar no Sangue

As dietas pobres em carboidratos e ricas em gordura saudável, conhecidas como cetogênicas, podem ser eficazes na rotina de quem sofre com diabetes.

Quando o carboidrato é ingerido, ele é convertido em açúcar na corrente sanguínea. Isso quer dizer que na diabetes, doença que acomete milhões de pessoas pelo mundo, devem restringir o consumo desse macronutriente.

Estudos apontam que diminuir o seu consumo é algo que reduz consistentemente os níveis de açúcar no sangue, de forma que muitas pessoas puderam, até mesmo, reduzir a dosagem de insulina em suas rotinas em um curto período de tempo.

5. Diminuição nos Triglicerídeos

Os triglicerídeos são moléculas de gordura que circulam na corrente sanguínea. Altos níveis dessas moléculas na corrente sanguínea podem causar complicações e são identificados como fator de risco para complicações cardíacas diversas.

O aumento de triglicerídeos nos indivíduos identificados como sedentários está especialmente relacionado ao consumo de carboidratos e açúcares, inclusive a própria frutose, que é o açúcar encontrado nas frutas.

Dessa forma, se submeter a dietas com uma menor ingestão dessa macromolécula poderá fazê-lo passar por uma redução consistente nos níveis de triglicerídeos no sangue, reduzindo chances de doenças cardíacas.

6. Pode Ajudar a Controlar a Pressão Arterial

A hipertensão é uma condição arterial que acomete inúmeras pessoas. Ter pressão alta pode ser um fator de risco considerável para doenças, sobretudo as cardíacas, derrames e também insuficiência renal.

As pessoas que sofrem com isso precisam seguir hábitos que visam diminuir a pressão, muitas vezes por meio de medicação, mas também por meio da alimentação e práticas físicas.

Nesse sentido, reduzir o consumo de carboidrato pode ser uma boa estratégia para regular o quadro, já que, segundo estudos publicados, isso faz com a pressão se mantenha equilibrada e os riscos de desencadear doenças consequentes desse quadro são consideravelmente menores.

7. Auxilia no Controle de Distúrbios Neurais

O cérebro é uma parte do corpo humano que requer glicose para que funcione adequadamente. A glicose pode ser obtida, pela via da alimentação, por meio de carboidratos e açúcares.

No entanto, quando não há a ingestão suficiente dessa substância, o fígado a produz a partir das proteínas.

Recorrer aos cardápios com baixo teor de carboidrato, e ricas em gorduras saudáveis, é a base para as dietas cetogênicas. Esse método de alimentação é adotado há anos, não apenas para fins de emagrecimento, mas também para tratar problemas de ordem neural, como a epilepsia, como pode ser observado em um estudo publicado na revista The Lancet Neurology.

Ainda conforme o estudo, observou-se que essa dieta, aplicada em crianças epiléticas, foi capaz de ajudar a reduzir mais de 50% do número de crises, e 16% das crianças não apresentaram mais crises.

Estudos recentes observam os efeitos das dietas low carb e cetogênica sob quadros de outras doenças neurais, como Alzheimer e Parkinson.

Como Seguir Uma Dieta Low Carb?

Se você se convenceu a iniciar uma dieta low carb, é preciso considerar que a adaptação pode ser mais fácil do que parece.

Embora não haja diretrizes ou protocolos oficiais de órgãos de saúde que indiquem a quantidade ideal de consumo de carboidratos em uma dieta low carb, é possível encontrarmos diversas fontes que apontam a quantidade média de 20 a 50 gramas desse macronutriente por dia.

De maneira geral, para seguir uma dieta low carb, basta que você evite todos os alimentos compostos por carboidratos que você puder. Isso inclui tudo que for feito à base de farinha, como pães, bolos, biscoitos, além de arroz, iogurte, bebidas industrializadas, açúcares e alimentos ricos em amido, tais como ervilha e milho.

A regra também vale para os carboidratos integrais, que, apesar de serem mais saudáveis também devem ser restritos durante a prática dessa dieta.

Durante esse período, você pode recorrer a alimentos como carnes, peixes, café e chá sem açúcar, queijo, manteiga, ovos etc.

Como complemento, você também pode adotar o consumo de nozes, sementes de maneira geral, frutas como abacate e coco, que apresentam uma grande quantidade de gordura saudável, além de vegetais sem amido.

Riscos da Dieta Low Carb

As pessoas que são acostumadas a consumirem grandes quantidades de carboidratos ao longo da vida e, de repente, se submetem a uma dieta restritiva podem passar por certos sintomas, como dores de cabeça, fadiga, mal hálito, cansaço, ou até mesmo constipação e diarreia, nos casos mais severos.

Dessa forma, recomenda-se que a transição seja feita de forma gradual para que o organismo possa se acostumar com a nova dieta e obter as vantagens que ela irá proporcionar.

No entanto, é importante ressaltar que os cardápios que restringem totalmente a ingestão de carboidrato por um longo período de tempo podem desencadear deficiência de certos nutrientes, bem como intolerância à substância.

Dessa forma, trata-se de uma dieta que não deve ser seguida por crianças e pré-adolescentes, uma vez que eles estão em fase de crescimento e precisam de todos os nutrientes que subsidiem o desenvolvimento de seus corpos.

Dieta Cetogênica

Quando o consumo de carboidrato é inferior a 20g/50g por dia, o seu corpo entra em um processo chamado cetose. Isso quer dizer que ele utilizará a gordura acumulada como fonte de energia, ajudando a queimá-la mais rapidamente.

Dessa maneira, as pessoas que adotam essa dieta consomem grandes quantidades de energia saudável, encontrado em frutas como coco e abacate, ou até mesmo a gordura animal, como bacon, torresmo etc.

No entanto, não há evidências científicas quanto aos riscos que pode oferecer a longo prazo aos adeptos.

Sendo assim, se você pretende seguir uma dieta low carb, é recomendado que você aumente o consumo de proteínas e de alimentos com gorduras insaturadas, mas evite a gordura saturada e trans, pois pode ser prejudicial à sua saúde e boa forma.

Adotando uma dieta assim você poderá colher os benefícios da dieta low carb para sua saúde e passar por uma consistente perda de medidas em pouco tempo.

Fontes e Referências Adicionais:

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Como Perder a Barriga Pós Parto Rápido – 7 Passos Importantes

Saber como perder a barriga pós parto é algo que pode preocupar muitas mulheres, pois, muitas vezes, afeta negativamente sua autoestima.

É por isso que muitos estudos se debruçam a entender o funcionamento do organismo feminino após a parto, identificando os limites e possibilidades para assegurar que o peso extra ganhado durante a gravidez seja eliminado.

Conheça agora, as principais dicas para perder barriga depois da gravidez de maneira segura e consistente, sem prejudicar o funcionamento do seu organismo, que está se recuperando de um parto.

Para muitas mulheres, a maternidade é um período muito aguardado, e para outras, ela se torna uma deliciosa aventura pela qual não estavam esperando.

É nesse momento que as mamães de primeira viagem, e até mesmo as mais experientes, irão passar por novas descobertas e adaptações de rotinas entre os membros do núcleo familiar.

A mulher, durante o puerpério, precisa ressignificar uma série de condições em sua vida, além de estar passando por uma montanha russa hormonal, que pode levá-la a se sentir o ser humano mais poderoso, e, em minutos, o mais vulnerável.

Um dos motivos que levam as mães aos sentimentos de insuficiência e insatisfação após a gestação é a forma como o corpo se comporta após dar à luz. Seu corpo precisou se adaptar para formar e virar a morada de um novo ser humano. Você foi o vetor de alimentação e crescimento de seu filho, então é comum que o corpo sofra com algumas marcas e medidas insistentes mesmo após o filho nascer.

Existem, no entanto, dicas importantes e efetivas que podem ser adotadas por essas novas mamães para ajudar a fazer com que o corpo retorne mais rapidamente à forma anterior, favorecendo sua autoestima.

Parâmetros Para Ganho de Peso Durante a Gestação

O Instituto de Medicina dos Estados Unidos estipula como parâmetro que, até o final da gestação, a faixa de ganho de peso considerada ideal e saudável para a mulher é de 11 a 16kg.

Esse peso que se soma ao peso do corpo é composto pelo bebê, líquido amniótico, placenta, tecido mamário, aumento de sangue, expansão do útero e reservas de gordura.

Considerando isso, é justificável que as mulheres passem por um aumento de peso, inclusive no tecido adiposo, já que a gordura extra irá atuar como reserva de energia utilizada durante o nascimento e a amamentação.

No entanto, estipula-se que quase metade das gestantes passem por ganhos de peso superior ao indicado, e isso, segundo estudos publicados, pode ter algumas consequências como aumento de chance de desenvolvimento de diabetes gestacional, doenças cardiovasculares e maiores chances de complicações em gestações futuras.

Pensando nisso, alguns estudos baseados em evidências de quadros clínicos foram revisados a fim de obter dicas importantes e comprovadas para facilitar o alcance das medidas esperadas após o parto e desfrutar de uma melhora significativa em sua autoestima.

1. Seja realista

A primeira dica apresentada pode parecer clichê, mas o fato é que adotar padrões irreais a serem alcançados só fará você se frustrar e poderá, muitas vezes, por sua saúde e de seu bebê em risco.

Revistas de celebridade e portais de notícia frequentemente publicam matérias apelativas a fim de vender uma dieta milagrosa, ou uma sequência de exercícios que, segundo os editores, farão as mães secarem em alguns dias.

Isso, obviamente, é um padrão praticamente inalcançável devido, sobretudo, à forma como o seu organismo irá trabalhar para amamentar o recém-nascido e lidar com a sobra de gordura e pele residual do parto.

Sendo assim, estabelecer metas realistas e atingíveis pode ser muito mais efetivo do que buscar um padrão irreal e se comparar com celebridades que têm à disposição tratamentos a todo o momento, todos os dias.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em um estudo feito com 1.743 mães de diferentes nacionalidades, as mulheres perderam, em média, 4,7kg no período compreendido entre duas semanas e dois anos após o nascimento do bebê.

Com base nos apontamentos e levantamentos feitos pelas diretrizes parturientes e pelos órgãos como a OMS, e levando em consideração o ganho médio de peso durante a gestação, é realista estipular que a mamãe perca, em média, de 4 a 5kg em até 24 meses.

Esse valor, no entanto, será proporcionalmente maior se o ganho de peso durante a gravidez tiver sido também maior.

2. Não Conte Calorias Rigorosamente

As dietas mais comuns que visam a perda de peso em pouco tempo são bastante restritivas e são pensadas para pessoas que não estão em situação gestacional ou lactantes.

Dessa forma, após a gravidez, seu corpo precisa dos nutrientes necessários para se recuperar do parto e garantir que seu bebê receba as vitaminas, proteínas e minerais necessários por meio da amamentação, que, por si só, exige uma quantidade superior de calorias para suprir a demanda do recém-nascido.

Já as dietas com restrição de calorias irão causar deficiência nutricional e certamente a deixará mais cansada, em um momento em que a maioria das mães passam por privação de sono. Isso é tudo o que você não precisa para cuidar de seu bebê.

Para garantir que haja, no entanto, a redução de peso e medida de forma segura, estipula-se que a diminuição de ingestão de 300 calorias é recomendada, tendo como base uma dieta de 2.000 calorias ao dia, somado à queima de 200 calorias por meio de exercícios.

Dessa maneira, a mamãe poderá queimar, em média, 0,5kg por semana.

3. Amamente Se Você Puder Ou Quiser

As mães que tiverem condições fisiológicas e optarem por amamentar, poderão se valer disso para acelerar a queima de gordura. Além da amamentação ajudar na perda de peso, ela é um ato que oferece inúmeros benefícios não apenas ao bebê, mas também à mãe, tais como:

– Ajuda a reduzir o tamanho do útero: Durante a gestação, o útero, que é normalmente do tamanho de um punho fechado, se expande para comportar o crescimento do bebê. A amamentação, no entanto, ajuda a fazê-lo voltar ao tamanho original, o que resultará em redução de tamanho da região abdominal.

– Reduz o risco de doenças lactantes: As mamães que amamentam têm menos chance de desenvolverem doenças como diabetes do tipo 2, câncer de ovário, câncer de mama e depressão pós-parto.

– Reduz o risco de doenças lactentes: Bebês que são amamentados com leite materno têm menos chances de desenvolverem doenças pulmonares, epiteliais, obesidade e síndrome da morte súbita do lactente (SMSL).

4. Consuma Alimentos Ricos Em Fibras

A ingestão de alimentos ricos em fibra é, há tempos, associada à perda de peso.

Em um estudo feito com 1.114 adultos, constatou-se que a cada 10 gramas de fibra solúvel que era ingerida por dia, desencadeava uma redução de 3,7% na gordura abdominal.

Os alimentos ricos em fibra solúvel, além de melhorarem significativamente a digestão e o desempenho intestinal, dão a sensação de saciedade, evitando que você sinta fome em um curto período de tempo.

Além disso, a fibra solúvel é fermentada com ácidos graxos de cadeia curta no intestino. Isso ajuda a aumentar os níveis dos hormônios que auxiliam no processo digestivo.

Alguns dos alimentos ricos em fibra solúvel que podem ser adotados no cardápio de mulheres que passaram pelo parto são maçã, laranja, morango, banana, batata-doce, cenoura, ervilha, lentilha, aveia, linhaça, soja e couve-flor.

5. Evite carboidratos refinados

O carboidrato, de maneira geral, não é um vilão à perda de peso. No entanto, para que ele possa ser consumido sem causar grandes danos às medidas, é recomendado que você de preferência aos carboidratos complexos e evite os carboidratos simples.

Os carboidratos brancos são pobres em nutrientes e, ao serem consumidos, se transformam em açúcar no sangue. O consumo desenfreado desses alimentos está associado a doenças como diabetes, aumento de peso e até mesmo a alguns tipos de câncer.

Dentre os alimentos que levam açúcares e carboidratos refinados estão o pão francês, sucos industrializados, bolos e doces industrializados, biscoitos e demais receitas feitas com farinha branca.

Sendo assim, recomenda-se que as mamães substituam o consumo desse tipo de carboidrato pelas suas versões integrais, que são tidas como fonte de energia. Além disso, a digestão das moléculas do carboidrato complexo é mais lenta, o que dá às pessoas uma sensação de saciedade prolongada.

A redução desse ingrediente pode ser feita facilmente substituindo as versões industrializadas por alimentos naturais. Ademais, ao comprar alimentos no supermercado, se você encontrar o açúcar como um dos primeiros ingredientes em sua composição, fuja dele.

Os alimentos industrializados são considerados vilões no processo de emagrecimento porque, mesmo os que não contêm açúcar ou farinha branca, na maioria das vezes são ricos em sódio, componente prejudicial à saúde quando consumido em excesso, ocasionando inchaço e retenção de líquidos.

6. Comece a se exercitar

A vantagem dos exercícios aeróbicos como caminhadas, ciclismo e corridas é que podem ser adotados pouco tempo após o parto. Também conhecidos como cardio, os exercícios aeróbicos têm esse nome pois aceleram os batimentos cardíacos e são efetivos na perda de peso.

A prática regular de exercícios é algo que melhora a saúde do coração, reduz o risco e a gravidade de diabetes e é capaz de reduzir o risco de vários tipos de câncer. Para que os resultados sejam significativos, associar a prática de exercícios físicos a uma boa nutrição é importante para garantir a perda de medidas.

No entanto, após o parto, as áreas pélvicas e estomacais da mulher requerem um certo tempo para cicatrizarem e voltarem às condições normais. Isso é particularmente considerado nos casos de cesárea. Já as mulheres que deram à luz por meio de parto normal, podem voltar as atividades físicas em menos tempo.

O tempo estipulado para o retorno ou início às práticas físicas dependerá de tipo de parto, de possíveis complicações e de seu estado de saúde atual. A melhor forma de iniciar é ter tato para identificar como você se sente e quais são seus limites, sem forçar.

Começar com exercícios que trabalham o assoalho pélvico é algo benéfico enquanto você se prepara para que seu corpo esteja clinicamente saudável e pronto para avançar em exercícios mais intensos.

7. Relaxe e Sinta-Se Confortável

De acordo com uma pesquisa publicada, na Inglaterra, relaxar é uma forma consistente e importante para a perda de peso. Isso é particularmente verdade no período pós-parto, em que os hormônios estão em fervorosa.

Na pesquisa, o progresso de 225 mulheres que buscavam perder peso foi acompanhado por dois anos. Essas mulheres foram enquadradas em três grupos distintos e submetidas a programas de emagrecimento, como meditação, exercício físico e nutrição.

Nesse estudo, Caroline Horwath, coautora da pesquisa, constatou que a intervenção mais bem-sucedida a longo prazo foi a que envolveu técnicas de relaxamento. Isso se deve a inúmeros fatores neurais e ao fato de que, sobretudo as mulheres, quando submetidas a situações estressantes, estão mais propensas ao consumo de alimentos nocivos à boa forma.

Tendo esse cenário como ponto de partida, identificou-se que a longo prazo, manter técnicas de relaxamento é algo consistente e efetivo no processo de redução e manutenção de peso e medidas.

Isso pode ser feito de inúmeras formas, como por meio de massagens, shiatsu relaxante, meditação e mais uma série de opções.

No entanto, é primordial que as mulheres estejam se sentido confortáveis. Dessa maneira, é importante que não estejam se vestindo com roupas apertadas e sapatos desconfortáveis, por exemplo.

Opte por roupas e locais que a deixem confortável e faça o que costuma gostar para relaxar. Alguns minutos de meditação podem surtir importantes efeitos no auxílio à perda de peso pós-parto.

Fontes e Referências Adicionais:

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