9 Melhores Frutas para Hipertensos – Baixar Pressão Alta

Fazer pequenas mudanças em sua dieta é uma maneira de ajudar a baixar a pressão alta, sendo assim, vale a pena descobrir quais são as frutas para hipertensos que irão te ajudar a cuidar da hipertensão.

A hipertensão ou pressão alta pode levar a graves complicações de saúde e aumentar o risco de doenças cardíacas, derrame a até mesmo morte.

Trata-se da força que o sangue de uma pessoa exerce contra as paredes dos vasos sanguíneos, e essa pressão depende da resistência desses vasos e da força do coração para trabalhar.

Essa é uma doença que atinge muitas pessoas em todo o mundo, por isso é muito importante saber quais são os sintomas, causas e tratamento da hipertensão e que existem alimentos para pessão alta, sucos e chás que podem melhorar a hipertenção.

Uma pesquisa realizada pela Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostrou que 24,7% da população que vive nas capitais brasileiras afirmaram ter diagnóstico de hipertensão.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, estima-se que 75 milhões de americanos tenham pressão alta, e existem muitos fatores de risco que estão fora do controle das pessoas, como idade, sexo, raça e histórico familiar, mas também existem aqueles que você pode controlar.

Entre eles está a prática de exercício físico e manter uma dieta rica em potássio, fibras, magnésio e baixa em sódio.

E uma maneira de fazer isso, é adicionando certas frutas ao seu cardápio que irão te ajudar a baixar a pressão alta.

Conheça agora as 9 frutas para hipertensos.

1. Bananas

As bananas contêm bastante potássio, um mineral que desempenha um papel vital no controle da hipertensão.

De acordo com os resultados de um estudo, uma dose diária de kiwi pode reduzir a pressão arterial em pessoas com níveis levemente elevados.

Os pesquisadores descobriram que comer três kiwis por dia durante 8 semanas resultou em uma redução mais significativa da pressão arterial sistólica e diastólica em comparação com a ingestão de uma maçã por dia durante o mesmo período.

Os autores suspeitam que as substâncias bioativas nos kiwis tenham causado essa redução na pressão arterial.

Essas frutas também são ricas em vitamina C, o que pode melhorar significativamente as leituras de pressão arterial em pessoas que consumiram cerca de 500 mg da vitamina diariamente durante 8 semanas.

De acordo com o American Heart Association (Associação Americana do Coração), o potássio reduz os efeitos do sódio e alivia a tensão nas paredes dos vasos sanguíneos.

O recomentado é que os adultos consumam 4.700 miligramas (mg) de potássio por dia.

2. Tomate

Muito confundido com um vegetal, o tomate é uma fruta bastante rica em potássio e por isso muito benéfica para as pessoas que sofrem com hipertensão.

Uma porção de 100 gramas de tomate contém 237 mg de potássio, porém, quando for preparar o tomate, cuidado com o sal, pois se acabar exagerando, poderá acabar com os efeitos do potássio para a pressão alta.

3. Damascos

O damasco é uma ótima fruta para as pessoas que sofrem com hipertensão e desejam baixar a pressão alta.

Isso porque, uma porção de 100 g contém até 259 mg de potássio de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

4. Romãs

De acordo com um estudo realizado em 2012, beber 1 xícara de suco de romã todos os dias durante 28 dias pode reduzir a pressão alta a curto prazo.

Os pesquisadores atribuíram esse efeito ao conteúdo antioxidante desta fruta, e por isso hoje ela está entre as frutas para hipertensos.

Se você optar por comprar suco de romã industrializado, verifique a embalagem para ver se não há adição de açúcar.

5. Bagas

Os mirtilos e morangos que são frutas tipo bagas contêm compostos antioxidantes conhecidos como antocianinas, é um tipo de flavonóide.

Um grande estudo foi realizado com mais de 34.000 pessoas com hipertensão.

Os pesquisadores descobriram que aquelas que consumiam uma maior quantidade de antocianinas, principalmente derivadas de morangos e mirtilos, tiveram uma redução de 8% no risco de pressão alta em comparação com as que consumiam pouca antocianina.

6. Melancia

A melancia contém um aminoácido chamado citrulina que pode te ajudar a controlar a pressão alta.

A citrulina ajuda o corpo a produzir óxido nítrico, um gás que relaxa os vasos sanguíneos e incentiva a flexibilidade das artérias. Esses efeitos ajudam o fluxo sanguíneo podendo diminuir a pressão alta.

Em um estudo, adultos com obesidade e pré-hipertensão ou hipertensão leve que tomaram extrato de melancia mostraram uma pressão arterial reduzida nas artérias braquiais e tornozelos.

A artéria braquial é a principal artéria no braço.

Os pesquisadores também descobriram que os animais que receberam uma dieta rica em melancia tiveram uma melhora na saúde do coração.

Em um estudo, os ratos que beberam uma solução que continha suco de melancia tiveram 50% menos placas em suas artérias do que o grupo de controle.

Os ratos que ingeriram a solução também tiveram 50% menos colesterol de lipoproteína de baixa densidade, o que muitos chamam de colesterol ruim, e mostraram 30% menos ganho de peso do que os animais de controle.

7. Abacates

O abacate oferece diversos benefícios para a saúde, e um deles é que ele é capaz de regular a pressão arterial.

Essas frutas contêm níveis de potássio mais altos do que as bananas. A cada 100 gramas de abacate você irá consumir cerca de 458 mg de potássio.

8. Goiabas

As goiabas são frutas muito benéficas para a saúde e estão entre as frutas para baixar a pressão porque cada 100 gramas de goiaba contêm 417 gramas de potássio além de conter mais vitamina C do que as laranjas.

9. Laranjas

Uma das frutas mais populares, consumidas e amplamente disponíveis é a laranja.

Essa fruta também é rica em potássio. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, uma porção de 100 g da fruta contém 181 mg deste mineral.

Além disso, a laranja é rica em vitamina C que também é benéfico para baixar pressão alta.

Além dessas 9 melhores frutas para hipertensos, o consumo de vegetais de folhas verdes e a prática diária de exercício físico também podem melhorar significativamente os sintomas da hipertensão e diminuir a pressão arterial.

Abandone de vez ou pelo menos evite o consumo de fast foods e comidas industrializadas e processadas e inclua mais frutas em vegetais em sua dieta que assim irá regular a hipertensão.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia as 9 melhores frutas para hipertensos? Pretende incluir algumas na sua dieta? Comente abaixo!

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5 exercícios de pilates para fazer em casa

Em tempos de pandemia e confinamento social, a prática de exercícios físicos pode ser uma ótima alternativa para distrair a mente — e ainda fortalecer os músculos e a imunidade. Contudo, é preciso prestar atenção nos limites do corpo. Afinal, exagerar na dose dos treinos pode ter o efeito contrário e deixar o organismo mais fragilizado e suscetível ao aparecimento de doenças. Para quem deseja tentar algo novo ou está há muito tempo sem malhar, exercícios de pilates são ótimos. 

“O pilates é considerado um método de prevenção, pois atua no desenvolvimento da estabilidade corporal, além de melhorar a respiração, flexibilidade, corrigir a postura, prevenir lesões e aumentar a auto-estima”, explica a instrutora Dalmara Coutinho, da MetaLife (@metalifepilates) — líder sul-americana no segmento de aparelhos para a prática. Por isso, ela preparou 5 exercícios que podem ser feitos em casa. Confira:

1 – Flexão e extensão de cotovelos 

<span class=”hidden”>–</span>MetaLife Pilates/Divulgação

Como fazer: Sente-se e apoie o peso do corpo nos ísquios (partes mais baixas do bumbum). Mantenha o quadril e os ombros alinhados e coloque uma bandana elástica nas costas (de maneira que ela abrace as escápulas). Os cotovelos devem estar dobrados, os punhos na posição neutra e as mãos segurando a bandana. Imagine seus ísquios ancorados no chão e sua cabeça como se estivesse sendo puxada para o teto, lembre-se que a testa deve ficar à frente de seu queixo.

Inspire, preparando o movimento. Solte o ar e estenda os cotovelos, mantendo as escápulas estabilizadas. Inspire novamente e retorne.

Dica: Você pode colocar mais tensão na bandana elástica. O importante nesse exercício é manter a estabilização das escápulas e ombros.

2 – Alongamento de coluna

<span class=”hidden”>–</span>MetaLife Pilates/Divulgação

Como fazer: Sente-se e apoie o peso do corpo nos ísquios (partes mais baixas do bumbum). Deixe as pernas estendidas e abertas na largura do quadril. Cresça os calcanhares para longe. 

Mantenha quadril e ombros alinhados e coloque uma bandana elástica nas costas de modo que ela abrace as escápulas. Os ombros devem estar na posição neutra, os cotovelos dobrados, os punhos e mãos alinhados. Imagine seus ísquios ancorados no chão e sua cabeça como se estivesse sendo puxada para o teto; lembre-se que a testa deve ficar à frente de seu queixo.

Inspire, e ao soltar o ar, inicie o movimento de descida. Leve o queixo ao peito e flexione a coluna para frente. Inspire novamente, voltando à posição inicial.

Dica: Evite levar seus braços para baixo (em direção aos pés): cresça para frente. 

3 – Trabalho abdominal com extensão das pernas 

<span class=”hidden”>–</span>MetaLife Pilates/Divulgação

Como fazer: Deitado de barriga para cima, eleve sua perna direita e depois a esquerda e fique na posição table top (pernas dobradas). Eleve os braços, mas mantenha ombros, cotovelos, punhos e mãos na posição neutra. Segure uma bandana entre as mãos, mantendo uma leve pressão. 

Inspire, e ao soltar o ar estenda a perna direita ao mesmo tempo em que desce os braços. Inspire novamente e volte à posição inicial. Repita o mesmo movimento com a perna esquerda. Faça 5 vezes de cada lado. 

Dica: Deixe sua respiração fluida, permitindo que o ar entre e saia dos pulmões. Evite prender a respiração. 

4 – Sereia

<span class=”hidden”>–</span>MetaLife Pilates/Divulgação

Como fazer: Sente com as pernas posicionadas em “Z” (uma na frente e outra atrás). É importante manter os glúteos no chão. Cresça o topo da cabeça para o teto (como se um fio puxasse para cima), mantenha escápulas e ombros estabilizados e segure uma overball com os dedos. Inspire, e ao soltar o ar, flexione lentamente o tronco para o lado. Fique nessa posição por um tempo e depois solte o ar, voltando à posição inicial. 

Dica: Mantenha sempre a coluna ereta. O braço deve ser elevado no momento que você flexiona a coluna para o lado, e precisa ser mantido na mesma direção das orelhas. Mantenha seus ombros relaxados. 

5 – Fitball

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Este exercício desafia o equilíbrio. Portanto, mantenha seu abdômen contraído durante o movimento. 

Como fazer: Inicie o exercício de frente para a bola. Inspire e role para frente. Mantenha seus glúteos e posteriores de coxas ativos, solte o ar e afunde os glúteos. Inspire novamente e, ao expirar, retorne à posição inicial. Repita 8 vezes. 

Dica: Ao descer, evite rolar pela bola: deixe seus pés bem posicionados e vá andando para frente. Faça este exercício em uma superfície não escorregadia. 

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5 exercícios para respirar melhor: como e quando fazer

Os exercícios respiratórios ajudam a melhorar o funcionamento dos músculos respiratórios, facilitando todo o processo de respiração, especialmente em situações como insuficiência…
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Fígado com Cirrose Tem Cura? O Que Fazer?

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a cirrose não se manifesta apenas em decorrência do consumo excessivo de álcool, por isso é importante saber se o fígado com cirrose tem cura e o que fazer quando for diagnosticado com a doença.

A doença que é diagnosticada por meio de exames hemodinâmicos, principalmente, requer que certos cuidados e hábitos sejam adotados para que o quadro possa ser atenuado, pois, quando o estágio da doença está avançado, pode oferecer risco de mortalidade.

Abaixo, você irá conhecer um pouco mais sobre a doença, entender como ela age no organismo, verificar os cuidados necessários que devem ser adotados no dia a dia e, principalmente, descobrir se o fígado com cirrose tem cura.

O Que é Cirrose?

A cirrose hepática é uma doença crônica que se instaura no fígado por motivos diversos. A doença se manifesta quando há a formação de fibrose e nódulos que impedem a circulação sanguínea.

Quando o fígado sofre uma lesão, que pode ter origens diversas – desde consumo de bebida alcoólica, a casos de hepatite, por exemplo – ele se repara por conta própria. Durante esse processo de regeneração, forma-se o tecido cicatricial.

No entanto, quanto mais a cirrose progride, mais tecidos cicatriciais se formam, como forma de reparar os danos causados ao órgão. O excesso desse tecido dificulta o trabalho do fígado, que é um dos principais órgãos do sistema digestivo e que tem como principal função a metabolização de nutrientes que serão absorvidos pelo organismo após passar por esse processo.

Isso ocorre, pois, quando a cirrose se instaura, o fígado passa a produzir tecido cicatricial em vez de células saudáveis.

Para esse caso, dá-se o nome de cirrose descompensada.

Fígado Com Cirrose Tem Cura?

Os danos no fígado causados por cirrose geralmente não podem ser desfeitos. Mas se a cirrose hepática for diagnosticada precocemente e a causa for tratada, os danos poderão ser contidos e, mais raramente, revertidos.

A cura, efetivamente, só é possível por meio do transplante de fígado.

No entanto, na maioria dos casos, o transplante de fígado só recomendado quando a doença está em estágio avançado, ou seja, quando as funções hepáticas estejam comprometendo o cotidiano das pessoas e desencadeando outros sintomas como complicações cerebrais, pulmonares ou casos de peritonite.

Ocorre, entretanto, que em grande parte dos casos a cirurgia não é recomendada, pois conseguem controlar a doença por meio de medicamentos prescritos pelo médico responsável pelo tratamento.

No entanto, quando o paciente é elegível ao transplante, ele entra em uma fila de espera e enquanto aguarda pela intervenção, deve continuar realizando o tratamento para que os danos sejam contidos ou estabilizados.

Quando o transplante é feito, o paciente deve ter acompanhamento hepatológico para verificar se há a incidência de rejeição ao fígado que fora transplantado.

Sintomas de Cirrose

A cirrose é uma doença que costuma ser silenciosa enquanto está em fase inicial. Para que os sintomas se tornem perceptivos, provavelmente ela estará em um estágio considerado avançado. Dessa maneira, é especialmente importante que as pessoas que sejam identificadas com os fatores de risco façam acompanhamento e checagens médicas regularmente para acompanhar o estado de seus fígados.

Quando os sintomas de cirrose passam a se manifestar, as pessoas podem ser acometidas pela sensação de fadiga, náusea, perda de apetite, sangramentos, inchaço nos pés, pernas ou tornozelos, icterícia, perda de peso sem motivos aparentes, acúmulo de líquido no abdômen, vasos sanguíneos muito aparentes sob a pele e vermelhidão na palma das mãos.

Nas mulheres, quando outro sintoma de cirrose que pode ser desencadeado é a ausência de menstruação, enquanto os homens podem ser acometidos pela diminuição da libido, atrofia testicular, sonolência e confusão mental.

Causas

Embora o consumo excessivo de bebidas alcoólicas seja a causa mais conhecida associada à doença, a cirrose pode ter outras matrizes, que são:

Uma ampla gama de doenças e condições pode danificar o fígado e levar à cirrose.

– Hepatite viral crônica (tipos B, C e D)

– Hepatite autoimune

– Cirrose biliar primária

– Endurecimento dos dutos biliares

– Infecções

– Administração constante de medicamentos como metotrexato ou isoniazida

– Acúmulo de gordura no fígado

– Acúmulo de ferro no organismo

– Fibrose cística

– Cobre acumulado no fígado (doença de Wilson)

– Deficiência de alfa-1

– Galactosemia ou doença de armazenamento de glicogênio

– Distúrbio digestivo genético (síndrome de Alagille)

– Dutos biliares malformados.

Como a Cirrose é Diagnosticada?

Como as pessoas que possuem cirrose hepática em estágio inicial geralmente não apresentam sintomas, é importante se submeter a exames frequentemente, sobretudo aqueles que se enquadram nos fatores de risco.

Normalmente a doença é identificada por meio de exames de sangue. Para confirmação do diagnóstico outros exames laboratoriais e imagéticos podem ser solicitados.

Com os exames laboratoriais, é possível averiguar sinais de mau funcionamento do fígado, como excesso de bilirrubina, bem como certas enzimas que podem indicar danos no fígado. Dessa forma, com base nos resultados dos exames de sangue, o médico poderá diagnosticar a causa subjacente da cirrose e indicar o tratamento adequado para a doença.

Já a elastografia é um exame feito por ressonância magnética que pode ser solicitado. Trata-se de um teste que permite identificar o endurecimento do fígado. Além disso, tomografia e ultrassom também poderão ser solicitados para um diagnóstico mais preciso.

Se você for diagnosticado com cirrose, certamente seu médico solicitará exames regularmente para monitorar sinais de progressão ou complicações da doença, tais como sintomas de varizes e, nos casos mais avançados, câncer de fígado.

Tratamentos Para Cirrose

O tratamento para cirrose deve ser prescrito pelo médico responsável pelo acompanhamento que será definido de acordo com a gravidade e com os danos causados no fígado. Os tratamentos para cirrose têm como objetivo retardar a progressão do tecido cicatricial no fígado e atenuar os sintomas e complicações da cirrose.

Nos casos mais sérios a internação hospitalar pode ser requerida para monitoramento constante da doença.

No entanto, o médico possivelmente irá prescrever outros tipos de tratamento para as causas subjacentes da doença, como tratamentos para alcoolismo, principalmente àqueles que encontram dificuldade em interromper o consumo excessivo de bebida alcoólica.

Outras prescrições possíveis para minimizar os sintomas da cirrose incluem:

 – Perda de peso: Pessoas com cirrose causada por doença hepática gordurosa não alcoólica podem adquirir uma melhor qualidade de vida aderindo à pratica de exercícios físicos e adesão a um cardápio mais saudável.

Medicamentos para controlar a hepatite: Os medicamentos podem limitar os danos às células hepáticas causadas pelas hepatites B ou C por meio do tratamento específico a esses vírus.

Outros medicamentos também ser recomendados para alívio de certos sintomas que se manifesta em decorrência da cirrose, como fadiga e dor.

No entanto, a administração de medicamentos, seja para tratar a cirrose, quanto as complicações adjacentes, só deve ser feita sob prescrição médica.

Referências adicionais:

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Lordose – O Que é, Sintomas, Exercícios, Tipos e Tratamento

Lordose é a curvatura natural que todas as pessoas possuem, com finalidades diversas. No entanto, quando essa curva é excessivamente acentuada, pode representar um problema que ocasiona dor e desconforto, mais precisamente a região lombar.

Neste artigo, você irá obter mais informações sobre o que é lordose, quais os sintomas que permitem diagnosticá-la, os tipos e quais exercícios podem ser utilizados como tratamento.

O problema que atinge a região lombar e cervical das pessoas e que pode ter causas diversas, também pode desencadear dores e limitações nos movimentos devido ao desconforto que provoca. No entanto, existem tratamentos disponíveis que ajudam a melhorar a qualidade de vida das pessoas. Saiba mais:

O Que é Lordose Exatamente?

Lordose é o nome que se dá à curva excessiva que algumas pessoas na coluna, mais especificamente na região lombar da coluna vertebral.

Próxima à região do pescoço, na parte superior e inferior das costas, a coluna de todos se curva. Esse movimento de S que a coluna é capaz de fazer é chamado de curva lordótica quando envolve o pescoço e a região lombar, e curva cifótica quando envolve a região superior das costas.

Essas curvas têm diversas funcionalidades no corpo, como apoiar o peso da cabeça, absorver impactos, ajudar a flexionar as pernas, estabilizar e manter a postura e alinhar a cabeça sobre a pélvis.

A lordose, propriamente dita, é uma condição que acomete mais de 150 mil pessoas anualmente só no Brasil, e é identificada quando a curva lordótica é muito arqueada para dentro.

Tanto a região lombar quanto a região próxima ao pescoço são afetadas nesses casos, levando à pressão na coluna e desencadeando desconforto nos indivíduos. Quando o caso é muito grave ou quando não é tratado adequadamente, com os exercícios fisioterapêuticos, a capacidade de movimentação pode ser comprometida.

Tipos de Lordose

Atualmente são categorizados 2 tipos de lordose, que são identificados a partir do nível da curva que há na coluna. São eles:

Hipolordose

Hipolordose é o nome que se dá quando o arqueamento na curva lordótica é muito reduzido. Isso pode, até mesmo, tornar as regiões lombares e cervicais retas, comprometendo a mobilidade das pessoas.

Hiperlordose

A hiperlordose é diagnosticada quando a curva lordótica é excessivamente arqueada para dentro, ou seja, em direção ao abdômen. Por causa da alteração na anatomia natural que essa condição proporciona, faz com que a região abdominal fique mais saliente, assim como os glúteos.

Causas de Lordose

As principais causas desencadeantes de lordose são divididas em cinco grupos, são eles:

Má Postura

Esse tipo de lordose se manifesta devido à má postura que algumas pessoas têm. É mais comum que ocorra em pessoas com excesso de peso e falta de condicionamento muscular em regiões específicas do corpo, como no estômago, abdômen e nas costas.

Quando uma pessoa projeta seu peso muito à frente, em direção à região do estômago, automaticamente puxa as costas para frente. Quando os músculos do estômago e das costas estão fracos, eles não conseguem suportar a coluna e a força do peso faz com que ela também se curve para a frente.

Causas Neuromusculares

Os casos de lordose neuromuscular estão associados a diversos distúrbios que podem levar a muitos tipos de complicações na curvatura da coluna vertebral. Quando há um desequilíbrio no sistema neuromuscular, a curva lordótica pode ser projetada para frente na região lombar.

Lordose Traumática/Congênita

A lordose também pode se manifestar em decorrência de fraturas ósseas. Quando há uma lesão nos ossos da coluna vertebral a ruptura pode ocorrer, fazendo com que haja o desvio na região da coluna vertebral baixa.

Isso é especialmente comum em crianças devido a lesões esportivas, em pessoas que sofrem acidentes automobilísticos ou quedas de locais altos, como árvores ou escadas, por exemplo.

O problema também pode ser de origem congênita, ou seja, de nascença, que ocorre quando há problemas na formação das vértebras e como eles se desenvolvem com o crescimento, tornando-os deformados e fracos.

Pós-cirurgia de Laminectomia

A laminectomia é um procedimento cirúrgico no qual partes das vértebras são removidas para dar acesso à medula espinhal ou às raízes nervosas.

No entanto, quando esse procedimento é feito removendo vários níveis das vértebras, algumas complicações como a lordose podem ocorrer. Isso faz com que a curva normal da coluna cause instabilidade. A laminectomia é uma cirurgia comum em pessoas – sobretudo crianças – com tumores na medula espinhal, e que precisam realizar o procedimento para sua remoção.

Em decorrência disso, a hiperlordose pode ser desencadeada, tornando a região lombar excessivamente arqueada para dentro, ou seja, em direção à região abdominal.

Contratura da Flexão do Quadril

Esse é um tipo de lordose muito específico, que ocorre em decorrência de contratura das articulações do quadril, fazendo com que a coluna seja puxada para fora do seu alinhamento natural.

Essa contratura pode ser desencadeada por inúmeros fatores, tais como desequilíbrio muscular, infecções, distúrbios diversos, além de problemas congênitos como paralisia cerebral.

Outras Causas

Além das causas mencionadas acima, a lordose também pode se manifestar em decorrência de outros fatores como:

– Osteoporose: A osteoporose é identificada como uma doença óssea que proporciona a perda da massa óssea, tornando-a mais frágil e, portanto, aumentando o risco de fraturas. A osteoporose é uma condição que torna as pessoas mais suscetíveis à lordose e que atinge principalmente idosos.

– Espondilolistese: Trata-se de uma condição da coluna vertebral na qual uma das vértebras inferiores desliza para a frente no osso abaixo. Normalmente essa complicação é tratada com fisioterapia ou, nos casos mais graves, com cirurgia.

– Osteossarcoma: O osteossarcoma é um câncer ósseo que normalmente se desenvolve na região da canela, próximo ao joelho, na parte posterior da coxa ou no osso da parte superior do braço próximo ao ombro e é pode ser um fator desencadeante para a lordose.

– Acondroplasia: A acondroplasia é um dos tipos mais comuns de nanismo. Em decorrência do sobrepeso e da má distribuição que o nanismo proporciona, casos de lordose podem ocorrer.

– Obesidade: O excesso de peso faz com que a coluna seja pressionada mais do que o normal. Em decorrência disso, pequenas lesões podem ocorrer, fazendo com que um quadro de lordose seja desencadeado.

– Fatores genéticos: O histórico familiar também pesa para a promoção de desvio patológico da coluna lombar. Dessa forma, pessoas que possuem familiares com essa complicação estão mais propensas a desenvolverem a lordose.

Além disso, fatores como gestação, exercícios praticados incorretamente, uso frequente de sapatos de salto são outras variáveis que tornam uma pessoa mais suscetível à complicação óssea.

Sintomas

A lombalgia é o nome que dá a episódios de dores nas costas. Esse é um dos sintomas mais típicos da lordose. Quando a dor é insistente e recorrente, deve-se procurar auxílio médico ou fisioterapêutico para tratar a condição.

Além disso, quando a lombalgia se manifesta assim que uma atividade física é praticada, sobretudo as que envolvem a extensão da coluna, pode ser um indicativo de lordose.

Outro sintoma que auxilia no diagnóstico é a curvatura da coluna. Quando ela forma um S, sendo excessivamente inclinada para dentro na região lombar, é sinal de que a lordose pode ter acometido o paciente.

Ademais, outros sintomas que podem se manifestar é formigamento, dores, sensação de fisgada na região lombar, baixo controle da bexiga, fraqueza e dificuldade em manter o controle muscular abdominal.

Como a Lordose é Diagnosticada?

O diagnóstico de lordose é feito mediante exame clínico. Não exames laboratoriais que permitem a averiguação da doença.

No entanto, um médico ou fisioterapeuta é capaz de avaliar um paciente de perfil, de costas e de frente para averiguar a situação. A análise clínica é feita levando em consideração a flexibilidade da coluna, a amplitude de movimento, o alinhamento da coluna e possíveis anormalidades.

Além disso, exames de raio-X podem ser solicitados para que desvios no alinhamento da coluna vertebral sejam verificados. É possível também recorrer a exames como a radiografia, que permite ao médico analisar o grau de arqueamento da curva lordótica, além de verificar a existência de lesões que possam indicar casos mais graves.

Em alguns casos especiais é necessário se valer de exames como a ressonância magnética e a tomografia para tornar o diagnóstico mais assertivo e, dessa maneira, indicar o tratamento mais adequado.

Tratamento Para Lordose

A maioria das pessoas com lordose não precisa de tratamento médico. Nos casos mais simples, a intervenção fisioterapêutica é suficiente, pois, com os exercícios corretos a situação é capaz de ser atenuada, pois ajudará na amplitude dos movimentos.

No entanto, quando o caso é mais grave e a curvatura da coluna é demasiadamente intensa, outros tratamentos à base de medicamentos – que auxiliam nos episódios de dor e inchaço – sessões diárias de fisioterapia, suplementação de vitamina D, perda de peso e uso de aparelhos podem ser prescritos.

Nos casos mais severos e de ordem neurológica, intervenções cirúrgicas também podem ser necessárias.

Algumas recomendações costumam ser prescritas aos pacientes diagnosticados com lordose, como cuidado ao carregar peso, evitar sedentarismo, optar por sapatos confortáveis e que possuam boa sustentação, evitar automedicação, mesmo para dores, sempre utilize medicamentos prescritos pelo seu médico.

Exercícios Recomendados

Um dos exercícios mais recomendados para tratar a lordose é feito de forma a alinhar a pelve com auxílio de bola de pilates. Nesse exercício, trabalha-se a espinha eretora, o glúteo máximo e o reto abdominal.

Para fazê-lo, é necessário sentar-se na bola de pilates com as pernas abertas um pouco mais largas do que a largura do quadril. Os ombros precisam estar projetados para trás e a coluna sem pressão. Os joelhos precisam estar em um ângulo de 90 graus. Para isso, é necessário escolher a bola que melhor se adeque ao tamanho de sua perna.

O exercício consiste em inclinar os quadris e rodar a parte inferior das costas com o abdômen contraído. Durante a prática, imagine que o osso púbico está indo em direção ao abdômen.

Em seguida, é necessário inclinar os quadris na direção oposta e curvar as costas, projetando o cóccix para fora. Mantenha-se nessa posição por 3 segundos e volte à posição inicial. Repita esse movimento 10 vezes, divididos em 3 séries.

Outro exercício recomendado para alinhar a coluna, e que trabalha o abdômen transversal e o reto abdominal, é conhecido como abdominal crunch.

Para realiza-lo, é necessário deitar-se de costas em um colchonete com as pernas dobradas e com as mãos para trás da cabeça. Leve o abdômen em direção à coluna vertebral, contraindo o músculo.

Em seguida, levante seu tronco poucos centímetros do chão, mantendo o abdômen contraído. Repita 10 sessões até completar 3 séries.

Além disso, você também pode procurar o auxílio de fisioterapeutas para prescrever exercícios próprios ao seu quadro e ajuda-lo na execução correta.

Referências adicionais:

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Dieta para Pedra na Vesícula – O Que Comer e Dicas

Ter uma boa dieta para pedra na vesícula é fundamental para que as complicações se mantenham longe. No entanto, nem todos sabem quais os cuidados alimentares que se deve ter quando uma pessoa é acometida por esse quadro.

Neste artigo, você irá conferir o que comer para atenuar o quadro e dicas importantes para aprimorar sua dieta.

Também conhecida como cálculo biliar, essa complicação ocorre quando a bílis, que normalmente é fluida, forma pedras na vesícula biliar, que é o órgão que fica abaixo do fígado. Mais comumente, os cálculos biliares contêm pedaços de material gorduroso (semelhante ao colesterol) que se solidifica e endurece, formando o que é conhecido como pedra na vesícula.

Às vezes formam-se algumas poucas pedras, enquanto outras vezes podem se formar diversas pedras. É possível, ainda, que se forme apenas uma grande pedra no órgão. O fato é que se trata de um quadro muito comum e que atinge, anualmente, cerca de dois milhões de brasileiros.

Confira dicas importantes de como adaptar sua dieta para auxiliar nos casos de pedra vesícula:

Alimentos Indicados

Dentre os cuidados possíveis para manter a vesícula saudável e atenuar os sintomas dos cálculos biliares, a adequação da dieta compõe uma parte importante do tratamento, pois ela deve ser pensada de forma a evitar o aumento colesterol, uma das principais causas das pedras na vesícula.

Por meio da dieta para pedra na vesícula, é possível conter os danos promovidos por essa complicação e até mesmo evitar que as pedras se formem. Conheça alguns dos alimentos que podem ser incorporados no seu cardápio:

Frutas e Vegetais

As frutas e vegetais oferecem aos indivíduos inúmeros benefícios no combate ao alto colesterol e, consequentemente, aos cálculos biliares. Isso se deve, dente outros fatores, à presença de fibra nesses alimentos, e o fato de que a maioria possui vitamina C em sua composição.

Em um estudo feito nos Estados Unidos, com mais de 13.000 adultos, por mais de dez anos, constatou-se que as pessoas com altos níveis de vitamina C no sangue apresentaram menos chances de desenvolver pedras na vesícula e outras complicações biliares.

Repolho, couve, couve-flor, tomate, verduras de folhas escuras, frutas cítricas como laranja, kiwi, abacaxi e morango são algumas opções de alimentos ricos nesse tipo de vitamina e que, portanto, devem ser consumidos diariamente. Recomenda-se a ingestão de 5 a 6 porções de frutas e vegetais por dia.

No entanto, uma dica importante é tentar adquirir a vitamina por vias alimentares, pois a suplementação de vitamina C pode estar associada ao surgimento de pedras nos rins.

Grãos Integrais

Ao comer massa, pode ser uma escolha inteligente optar pelas versões integrais, pois são feitas à base de outros grãos que não a farinha refinada. Esses grãos, como aveia, linhaça, quinoa, chia e amaranto são ricos em fibras.

De acordo com uma pesquisa feita pelo Nurse’s Health Study, envolvendo mais de 70.000 mulheres ao longo de 16 anos, constatou-se que aquelas que possuíam uma dieta rica em fibras apresentaram 6% a menos de chances de apresentar complicações biliares que necessitassem de cirurgias.

No entanto, ao levar em consideração os fatores de risco suspeitos e conhecidos para pedra na vesícula, como idade, índice de massa corporal, prática de atividade física, frequência de consumo de gordura saturada e tabagismo, a correlação entre a ingestão de fibras e o risco reduzido de doença da vesícula biliar tornou-se ainda mais aparente.

Após ajustar as variáveis dos fatores de risco, constatou-se que as pessoas expostas às dietas com grande quantidade de fibra alimentar tiveram 13% menos chances de se submeterem a cirurgia.

Os pesquisadores da área acreditam que os efeitos da fibra alimentar nas doenças biliares estão relacionados aos efeitos do alimento no metabolismo dos ácidos biliares. Nos países ocidentais, cerca de 80% dos cálculos biliares são pedras formadas por colesterol, cuja formação tem sido associada à hipersecreção biliar.

As fibras insolúveis que compõem a dieta podem ajudar a acelerar o trânsito intestinal. Isso faz com que haja a redução da produção de ácidos biliares e auxilie na redução dos níveis de colesterol biliar. Alguns tipos de fibras insolúveis incluem soja, feijão, lentilha, brócolis, couve-flor, além dos cereais integrais.

Leite e Laticínios

A ingestão moderada de leite e alimentos derivados de leite também é recomendada para evitar complicações na vesícula, pois o cálcio é aliado à saúde biliar. No entanto, é importante se ater às opções magras, sem gordura.

2 a 3 porções por dia é suficiente para suprir as necessidades do organismo e favorecer o trabalho biliar.

Opte pelas versões desnatadas ou semidesnatadas, pois possuem menos gordura do que a variedade integral, assim como iogurte sem gordura e seus derivados, pois as versões integrais podem favorecer o surgimento do colesterol considerado ruim, ou seja, o LDL, que, por sua vez, promove a formação de placas nos vasos sanguíneos e, potencialmente, complicações na vesícula biliar. 

Já os queijos amarelos como as variedades minas padrão e parmesão devem ser evitado, bem como manteiga e margarina.

Carnes Magras

As carnes magras devem compor qualquer dieta que se pretenda saudável, pois a proteína é essencial para a regeneração dos tecidos. Quanto mais gorda uma carne for, maior o índice de colesterol. Embora todas as carnes possuam colesterol, as variedades consideradas magras, como aves, alguns peixes e alguns cortes da carne bovina, como o patinho, por exemplo, possuem um índice menor.

O colesterol está diretamente associado ao surgimento de pedras na vesícula na grande maioria dos casos. Dessa forma, reduzir o consumo de colesterol é fundamental para evitar que o quadro se intensifique ou até mesmo para evitar que ele se manifeste.

Além disso, comer pequenas porções por vez é ideal, pois, dessa maneira, o corpo consegue metabolizar mais rapidamente.

Café

O café, quando consumido moderadamente, pode ser aliado na dieta para pedra na vesícula.

Segundo pesquisas na área, as substâncias presentes na bebida podem ter vários benefícios para a função da vesícula biliar, incluindo o equilíbrio de certos substratos químicos. Além disso, essas substâncias ajudam a promover a ação da vesícula biliar e o funcionamento do intestino.

No entanto, para absorver os benefícios que a bebida oferece, opte por versões adoçadas com açúcares mais saudáveis que a sacarose, ou sem adoçante.

Segundo Tybjaerg-Hansen, médica chefe do departamento de bioquímica clínica da Rigshospitalet no Hospital Universitário de Copenhague, o consumo de café associado a um menor risco de doenças na vesícula biliar. Segundo um estudo coordenado pela médica, os resultados são positivos até mesmo para quem consome de uma a duas xícaras por dia, pois, mesmo em pequena quantidade o café é capaz de reduzir o risco de cálculos biliares.

Comparados aos que se abstiveram de café, os voluntários da pesquisa que bebiam apenas uma xícara de café por dia viram o risco de cálculos biliares caírem cerca de 3%. Enquanto isso, aqueles que consumiam de três a seis xícaras por dia viram o risco cair 17%.

Alimentos a Serem Evitados

Se algumas comidas são responsáveis por promover a saúde e a benesse ao corpo humano, outros devem ter seu consumo limitado ou até mesmo restrito, pois podem prejudicar o funcionamento de certas funções. Confira os alimentos que devem ser evitados em uma dieta para pedra na vesícula:

Frituras

Qualquer alimento frito estará cheio de gordura. O óleo da fritura não oferece benefícios ao organismo, ao invés disso, o consumo excessivo de alimentos fritos está associado ao surgimento de doenças cardiovasculares, hipertensão, baixa absorção de nutrientes e até mesmo diminuição da fertilidade. Além disso, favorece o surgimento de colesterol, que pode desencadear cálculos biliares.

Carboidratos Refinados

Os carboidratos compõem uma parte significativa na dieta da maioria das pessoas. No entanto, as versões refinadas podem aumentar o risco de distúrbios da vesícula biliar.

Em um estudo, constatou-se que a ingestão de 40 gramas ou mais de açúcar por dia dobra o risco de cálculos biliares.

Dessa forma, é uma boa opção trocar alimentos como açúcares refinados, farinha branca, biscoitos e bolos industrializados por alimentos feitos à base de grãos integrais.

Alimentos Ultraprocessados

Os alimentos ultraprocessados como bolachas, pães industrializados, biscoitos, alguns tipos de queijo, doces embalados e carnes embutidas são alguns alimentos que devem ser evitados devido à sua composição ser pobre em termos nutricionais.

Normalmente, nesses alimentos há uma grande concentração de componentes como sódio, açúcar, extratos de carne, gorduras, proteínas do leite, proteína de soja e mais uma série de substâncias que podem promover o colesterol e, consequentemente, o surgimento de pedras na vesícula.

Além disso, nesses tipos de alimento também podemos encontrar certas substâncias sintetizadas a partir de alimentos e de outras fontes, como carvão, por exemplo. Essas substâncias podem representar danos à saúde e ao funcionamento do organismo, de maneira geral.

Alimentos Ricos em Gordura de Origem Animal

A gordura animal é o principal vetor do colesterol ruim no organismo. O LDL – Low Density Lipoprotein promove inúmeros malefícios ao organismo, sobretudo à saúde cardiovascular, pois faz com que as artérias sejam entupidas com placas que se acumulam em suas paredes.

No entanto, muitos produtos de origem animal são necessários para a manutenção da saúde dos indivíduos. A dica é optar pelos alimentos que não possuam tanta gordura, como carnes magras, ovos e vegetais.

Dessa maneira, quanto menor o índice de colesterol, menores as chances do surgimento de cálculos nas vesículas.

Causas de Pedra na Vesícula

As causas para o surgimento de cálculos biliares podem ser diversas. Algumas das mais comuns são:

– Bile com muito colesterol: Normalmente a contém substâncias químicas suficientes para dissolver o colesterol excretado pelo fígado. No entanto, quando o fígado libera mais colesterol do que a sua bílis pode dissolver, o excesso de colesterol pode se converter em pedras. Essa é a causa mais comum de cálculos biliares.

– Bile não esvazia adequadamente: Quando a vesícula biliar não esvaziar completamente ou com frequência, a bile pode se tornar muito concentrada. Por se tornar um líquido denso, pode haver a formação de pedras na sua vesícula.

– Bile com muita bilirrubina: A bilirrubina é um produto químico produzido quando o corpo decompõe os glóbulos vermelhos. Certas condições fazem com que o fígado produza bilirrubina em excesso, tais como infecções na vesícula, alguns tipos de distúrbios no sangue e cirrose hepática. Dessa maneira, o excesso de bilirrubina contribui para a formação de cálculos biliares.

Fatores de Risco

Os principais fatores de risco para o surgimento de cálculos biliares são:

– Obesidade

– Ser do sexo feminino

– Ter 40 anos ou mais – o risco aumenta à medida que o indivíduo envelhece

– Gravidez

– Diabetes

– Rápida perda de peso

– Fazer uso de remédios à base de estrogênio

– Dieta rica em gordura.

Se você foi diagnosticado com cálculo biliar, uma das primeiras adaptações que deverão ser feitas é quanto à alimentação com uma dieta para pedra na vesícula. Por via das dúvidas, opte sempre por alimentos naturais, feitos em casa e com grãos integrais, além de bebidas e alimentos sem açúcares refinados. Maiores recomendações devem ser obtidas com o seu médico após a avaliação do seu quadro.

Referências adicionais:

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Urina com Espuma – O Que Pode Ser e O Que Fazer

Urina com espuma é algo que pode ser frequente no dia a dia de muitas pessoas. Neste artigo, você irá saber o que pode ser, o que fazer, as possíveis causas e como tratar.

Muitas vezes a micção com espuma é algo normal e não indica qualquer complicação, pois, devido à velocidade e a pressão do líquido na água, a espuma pode se formar. No entanto, quando essa textura é persistente, alguma complicação pode ter se instalado, como proteinúria, por exemplo, que é o excesso de proteína na micção, que, por sua vez, pode ser indicativo de problemas renais.

No entanto, não é possível aferir sem conhecer os demais sintomas e exames adequados. Nesses casos, é necessário conhecer as possíveis causas da urina com espuma para que você possa averiguar e procurar um médico especialista, caso necessário.

Confira abaixo as principais causas associadas à urina espumosa.

Causas da Urina com Espuma

Dentre as possíveis causas, a presença do aspecto espumoso na micção pode estar relacionada a certos tipos de complicações renais, além de indicativos de problemas do trato urinário. Mas há, ainda, a possibilidade de ser apenas a pressão da urina sobre a água o fator responsável pela formação da espuma que se vê após a micção.

Abaixo você irá conferir as principais causas associadas à manifestação da urina com aspecto espumoso. Conheça:

Proteinúria

A proteinúria é uma complicação que pode ser grave e atinge as funções renais. Cybelle Ghossein, nefrologista no Northwestern Memorial Hospital, em Chicago, diz que a espuma pode ser a manifestação da proteína aglomerada na micção.

De acordo com o National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK), a urina é composta, basicamente, por água, ureia, ácido úrico e sal. Essas substâncias vêm dos rins, que, por sua vez, são afixados embaixo da caixa torácica. Ainda segundo a instituição, diariamente os rins são responsáveis por filtrar até 150 litros de sangue, produzindo, em média, de um a dois quartos de urina.

Quando uma pessoa está desidratada, a urina fica mais concentrada, pois a proteína presente não fora diluída adequadamente. No entanto, quando há o consumo regular e adequado de água, a proteína e diluída e aparece menos na urina.

Alguns outros sintomas de proteinúria podem incluir pele ressecada e com feridas, falta de ar, fadiga, náuseas, inchaço e micção frequente. A proteinúria é diagnosticada por meio de exame de urina.

Além disso, os casos de proteinúria podem indicar problemas graves relacionados aos rins. Saiba mais:

Complicações Renais

Quando os níveis de proteína na urina estão persistentemente altos, pode ser um sinal de que há algo errado com os rins, que permitem que as proteínas vazem na urina mais do que deveriam. Pessoas com hipertensão e diabéticas são mais suscetíveis a essa complicação.

As pessoas que possuem pressão alta tendem a ter os vasos sanguíneos mais contraídos e debilitados ao longo do tempo, inclusive os dos rins. Isso prejudica seu funcionamento adequado e pode levar a diversas complicações renais.

Casos como hiperfiltração glomerular, uma doença renal que é caracterizado, dentre outras coisas, pela proteinúria, podem ser sérios quando não são tratados adequadamente.

Diabetes

A presença de espuma na urina também pode ser um indicativo de diabetes, pois, tanto o diabetes tipo 1 quanto o tipo 2 podem induzir hiperglicemia, prejudicando os vasos sanguíneos nos rins e dificultando o funcionamento adequado. Em decorrência disso, o excesso de proteína se manifesta na urina.

Quando uma pessoa possui diabetes não controlado, consequentemente terá mais glicose na corrente sanguínea. A glicose é uma molécula grande, assim como proteína. Se os níveis de glicose no sangue estiverem muito altos, os rins podem ter problemas para filtrar as moléculas corretamente. Consequentemente, os rins podem permitir que o excesso de glicose e proteínas escape por meio da urina, dando o aspecto espumoso à micção.

Além desse sintoma, pessoas que possuem diabetes podem estar sujeitas a outros sintomas como boca seca, sede constante, visão embaçada, fome a todo tempo, micção frequente, problemas de pele e fadiga.

Ejaculação Retrógrada

Embora os casos de ejaculação retrógrada sejam mais raros, quando ocorrem, há a manifestação de espuma na urina.

Quando a ejaculação retrógrada acontece, em vez de o sêmen ser liberado pelo pênis, ele retorna à bexiga. Alguns dos sintomas desse fenômeno incluem pouca ejaculação, urina espumosa – pois contém sêmen – e infertilidade masculina.

No entanto, não se trata de uma complicação que possa prejudicar a saúde do homem, uma vez que a ejaculação retrógrada só requer tratamento se o homem estiver tentando engravidar uma mulher. No entanto, é interessante informar seu urologista sobre a condição para que seja investigada caso esse seja um sintoma subjacente de outras complicações.

Uso de Certos Medicamentos

Alguns medicamentos também tendem a tornar a urina mais espumosa. Remédios à base de fenazopiridina – administrado para tratar infecções urinárias – tendem a promover esse fenômeno.

Além disso, o consumo constante de analgésicos e remédios para a dor podem fazer a urina se tornar mais espumosa, pois alguns desses medicamentos podem aumentar os níveis de proteína na urina.

Doenças Autoimunes

As doenças autoimunes tendem a pressionar os rins. Isso faz com que o sistema de filtragem presente nesse órgão seja danificado.

Dessa maneira, a proteinúria ocorre, fazendo com que a proteína vá direto à urina, dando a ela o aspecto espumoso, pois o sistema imunológico não consegue conter esse quadro e ataca os filtros renais. Uma das doenças autoimunes que tende a desencadear essa complicação é o lúpus e seus sintomas.

Os sintomas que permitem identificar a presença de uma doença autoimune podem variar de acordo com o tipo da doença, mas, de maneira geral, eles costumam fazer o paciente passar por episódios de fadiga, febre intermitente e dores e desconforto nas articulações.

Sendo assim, se você apresenta esses sinais, associados à urina espumosa recorrente, então recomenda-se que você procure um médico para averiguar a situação.

Infecções Crônicas

Outra possível causa para urina com espuma são as infecções crônicas, como a hepatite, mycoplasma, HIV, citomegalovírus e fibromialgia, por exemplo. Nesses casos, o sistema imunológico se torna incapaz de combater a infecção e o agente infeccioso permanece no organismo por um longo período.

Com isso, o agente patogênico pode causar a inflamação dos tecidos e muitas dessas complicações tingem diretamente os filtros renais, mais uma vez desencadeando quadros de proteinúria.

Em decorrência disso, a proteína é liberada na urina, formando espuma durante a micção.

Os tratamentos possíveis para infecções crônicas dependerão do tipo da doença e dos agentes patogênicos. Após o diagnóstico, o médico será responsável por indicar os tratamentos adequados ao paciente.

Jato Urinário

Algumas vezes a presença de espuma na urina tem a ver com alguma condição anatômica, como o jato urinário muito potente. Segundo Yaakov Liss, nefrologista norte-americano, dependendo da potência do jato urinário e do quão distante ele está do vaso, a urina pode chegar à água com espuma.

Produtos Químicos

Muitas vezes esquecemos de considerar isso, mas quando um vaso sanitário fora limpo há pouco tempo com produtos químicos, pode haver certos produtos como desinfetantes que, ao terem contato com a urina, pode fazer com que ela tenha a aparência espumosa.

Como o Diagnóstico é Feito?

Por se tratar de uma condição que envolve o trato urinário, o exame mais comum para averiguar potenciais doenças é o exame de urina. Nele, o médico buscará identificar alguns indicativos de doenças, como a quantidade de proteína, que quando está alta indica a proteinúria.

Nesses casos, mais exames serão necessários para identificar o que está causando essa condição. Alguns exames solicitados para averiguar as causas subjacentes incluem hemograma, medição de glicose, colesterol, ureia e creatina, dentre outros.

Além disso, quando o problema não identificado logo de cara, exames imagéticos, como ressonância magnética podem ser solicitados, para verificar se não há complicações com a anatomia ou estrutura dos rins.

Quando exame de urina é feito, o laboratório compara a quantidade de albumina, que é uma proteína primária no sangue, à quantidade de creatinina, outro produto residual. Quando a proporção de albumina para creatinina é maior que a média, pode ser indício de doenças ou lesões renais que prejudicam o sistema de filtragem.

Tratamentos Possíveis

O tratamento adequado só poderá ser indicado por seu médico após o diagnóstico. Nos casos de uma simples desidratação, por exemplo, o tratamento consiste em apenas aumentar a ingestão de água. Nesses casos, o parâmetro de hidratação é a cor da urina. Quanto mais clara estiver, mais hidratado você estará.

No entanto, quando se trata de diabetes, o tratamento pode variar de acordo com o tipo e avanço da doença, podendo prescrever injeções de insulina e adaptações em sua dieta para diminuir os níveis de glicose na corrente sanguínea.

Além disso, medidas como dietas mais saudáveis, controle de hipertensão, exercícios frequentes, monitoramento dos níveis de açúcar e restrição ao tabagismo são algumas práticas que ajudam a melhorar a qualidade de vida de qualquer pessoa, pois ajuda a limpar o sangue e dar mais disposição ao paciente.

Quando o aspecto espumoso da urina persiste por vários dias, é necessário se atentar aos sintomas adjacentes e procurar um médico para solicitar os exames e efetuar o diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado.

Referências adicionais:

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O Que Gravida Não Pode Fazer de Jeito Nenhum?

Neste artigo, você irá conferir o que grávida não pode fazer de jeito nenhum e quais comidas e bebidas devem ser evitadas para garantir a segurança da mãe e do bebê.

Durante a gestação, inúmeras restrições são passadas à mãe, visando promover a saúde, o bem-estar e o desenvolvimento adequado do feto. Algumas atividades que até então faziam parte da rotina, devem ser evitadas, enquanto novos hábitos devem ser incorporados ao dia a dia da mulher para que a gestação siga saudável até o nascimento do bebê.

Abaixo você irá conferir as principais restrições na vida gestacional das mulheres e por que essas práticas devem ser evitadas. Saiba mais:

Álcool

O álcool é um agente conhecidamente maléfico ao organismo em qualquer estágio da vida, mas é durante a gestação que se deve redobrar os cuidados com a bebida. Como o álcool passa rapidamente ao bebê, por meio do sangue à placenta e cordão umbilical, o desenvolvimento do cérebro e dos órgãos do bebê pode ser comprometido.

Embora sejam necessários mais estudos, evidências clínicas permitem aferir que outros potenciais riscos associados à ingestão alcoólica durante a gravidez incluem nascimento prematuro, aborto espontâneo e até mesmo feto natimorto.

No entanto, a principal complicação evidenciada que pode se manifestar em decorrência do consumo de álcool é a Síndrome do Alcoolismo Fetal.

No Brasil, cerca de 150 mil casos de SAF são reportados anualmente. Os problemas que podem acompanhar a criança após seu nascimento em detrimento dessa doença são atraso no crescimento, alterações na composição facial, além de atraso no desenvolvimento cognitivo e motor.

Atualmente a SAF é considerada a principal e maior síndrome cognitiva prevenível no país.

Cigarro

O tabagismo ativo é ruim para a saúde das gestantes e de seus bebês. No entanto, manter-se perto de quem fuma e ingerir fumaça, tornando-se um fumante passivo, pode ser tão prejudicial quanto fumar diretamente.

Há, em média, 4.000 agentes tóxicos presentes na fumaça do cigarro que estão relacionados ao desenvolvimento de câncer.

Dentre os potenciais riscos que envolvem o consumo passivo do cigarro estão aborto espontâneo, baixo peso do feto, parto prematuro, além de deficiências cognitivas.

A síndrome da morte súbita infantil – SMSI, está entre as principais preocupações nesse cenário, pois ocorre quando uma criança morre quando está dormindo, sem manifestar nenhum sinal, e na maioria das vezes sem um motivo aparente.

Em muitos casos, após um quadro de SMSI, não é possível identificar a causa da morte da criança, pois, em autópsias, identifica-se que a saúde do bebê se encontrava em bom estado. Nesses casos, a prática do tabagismo ativo e passivo podem estar diretamente relacionados.

Limpeza de Gatos

Grávidas que possuem gatos como animais de estimação devem aumentar os cuidados e proteção ao lidar com as sujeiras produzidas pelos felinos.

As fezes dos gatos transmitem toxoplasmose, uma doença infecciosa considerada comum que pode manifestar sintomas diversos, desde confusões mentais, passando febre, dores de cabeça e até mesmo convulsões.

No entanto, os casos mais graves e considerados agudos são bastante raros e quando se manifestam, são em episódios esporádicos, e podem ocorrer apresentando sintomas distintos.

Nas gestantes, a toxoplasmose pode promover abortos, nascimento da criança com icterícia, macrocefalia, além de crises de convulsão.

Dessa maneira, é importante delegar a limpeza de caixas de areia e local de evacuação dos gatos a outras pessoas ou, quando não for possível, utilizar luvas para fazê-lo, evitando o máximo possível ter contato com as fezes do felino.

Salto Alto

À medida que a barriga de uma gestante cresce, o ponto de gravidade é alterado. Com isso, o equilíbrio em saltos altos, sobretudo os finos, se torna muito mais complicado e perigoso. Dessa forma, a mulher fica muito mais propensa a quedas, que pode acarretar em inúmeras consequências ao bebê, inclusive aborto espontâneo.

No entanto, o uso de saltos não é totalmente restringido durante a gestação. Eles são parcialmente aceitáveis considerando o bem-estar da mulher e do feto no início da gestação. No entanto, prefere-se que a grávida opte por plataformas, saltos grossos e não maiores do que cinco centímetros de altura, para dar mais segurança, conforto e sustentação ao corpo.

Além disso, saltos muito altos podem desencadear dores nas costas e desconfortos nos joelhos e tornozelos. Como muita pressão é depositada no calcanhar e a postura é comprometida ao calçar um sapato de salto, essas articulações podem ser comprometidas, ocasionando episódios de dores e desconfortos agudos.

Saunas, Ofurôs e Banheiras

Embora haja pouca literatura médica que se volte à pesquisa das consequências que há quando uma grávida se submete a sessões de sauna, ofurô e banhos de banheira, as evidências em torno desse contexto apontam que mulheres nessas situações tendem a ficar desidratadas.

Além disso, outros sintomas aos quais a gestante é submetida são riscos de superaquecimento do feto e até mesmo desmaios. Durante a gravidez, as mulheres tendem a sentir mais calor do que o normal, pois o corpo é ligeiramente mais aquecido nesse período. As alterações hormonais que ocorrem no organismo são responsáveis por isso. Dessa forma, quando a grávida é submetida a longos períodos em água quente, o corpo pode tornar-se superaquecido.

Esse caso é especialmente perigoso durante o primeiro trimestre, em que a exposição à água muito quente por um longo tempo pode desencadear certos problemas congênitos no feto, além de dar a sensação de fraqueza às mães, já que, durante o superaquecimento corpóreo, o sangue flui mais rapidamente e isso é compensado pela liberação de suor. Com isso, o fluxo sanguíneo nos órgãos torna-se mais fraco, fazendo com que você tenha sensação de fadiga e cansaço.

Medicamentos

Durante a primeira consulta de pré-natal, a gestante recebe algumas prescrições médicas quanto aos medicamentos que podem ou não ser consumidos.

Essa é uma parte fundamental nos cuidados gestacionais, pois o consumo de medicamentes contraindicados pode representar grandes danos ao desenvolvimento fetal.

Sabe-se que alguns medicamentos aumentam as chances de se desenvolver defeitos congênitos ou outros problemas. Mas, às vezes, interromper um medicamento (como os que controlam convulsões, por exemplo) oferece mais riscos à mãe e ao bebê do que continuar tomando o medicamento. Nesses casos, é imprescindível conversar com seu médico sobre qualquer medicamento que você possa tomar.

Medicamentos à base de substâncias como Subsalicilato de bismuto, Fenilefrina ou pseudoefedrina, que são descongestionantes e guaifenesina devem ser evitados pois aumentam as chances de defeitos congênitos no feto, sobretudo durante o primeiro trimestre.

Já o uso de medicamentos para a dor como aspirina, ibuprofeno e naproxeno possuem baixo risco de defeitos congênitos.

Exercícios Físicos Intensos

A prática de certos exercícios físicos durante a gestação pode proporcionar uma série de benefícios à mulher, que proporciona a mobilidade e a mantém ativa.

Exercícios aeróbicos e de baixa intensidade são ideais para a gestante melhorar sua qualidade de vida, pois ajuda, dentre muitas coisas, a regular o sono e o humor, dois pontos que são prejudicados nesse período, além de potencialmente melhorar a postura e a respiração, diminuindo a fadiga e dores nas costas. No entanto, isso deve ser feito apenas mediante a aprovação do seu médico.

Por outro lado, a prática de exercícios físicos muito intensos pode resultar em complicações à gestação. Cargas muito pesadas durante sessões de musculação fazem com que o corpo faça mais força do que o necessário, resultando até mesmo em aborto espontâneo.

Além disso, a prática de exercícios aeróbicos deve ser evitada às gestantes que possuem risco de parto prematuro, placenta prévia após 26 semanas de gravidez, sangramento persistente, membranas rompidas, pré-eclâmpsia e insuficiência cervical.

No entanto, se o seu médico liberar a prática esportiva, não se esqueça de indicar a sua condição gestacional ao instrutor para que as modificações e adaptações necessárias possam ser feitas e a prática ofereça qualidade de vida e bem-estar a você.

Comidas a Serem Evitadas

Quando uma mulher está grávida, tudo que ingere é destinado ao bebê. Por isso é especialmente importante cuidar da alimentação para garantir que todas as necessidades do feto sejam atendidas, oferecendo a quantidade ideal de vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes ao desenvolvimento do bebê e da mãe.

No entanto, outros alimentos podem prejudicar o crescimento da criança ou fazer mal à mulher, podendo causar, até mesmo, intoxicação alimentar.

Confira, abaixo, os principais alimentos a serem evitados durante a gravidez:

Carne Malpassada

Carnes cruas ou malpassadas podem possuir parasitas que comprometem o organismo de quem as ingere. Dentre os riscos de contaminação ao ingerir esse tipo de alimento estão toxoplasmose, listeria, bactéria E. Coli e salmonela.

Quando uma mulher gestante consome esse tipo de alimento, os riscos são ainda mais devastadores, pois atingem o feto, podendo desencadear natimortos e doenças neurológicas graves e irreversíveis, inclusive epilepsia e até mesmo cegueira.

Algumas bactérias ficam na superfície da carne. Dessa forma, apenas selar a carne as elimina. No entanto, há outras que permanecem no interior da fibra muscular. Para eliminar potenciais riscos à saúde da mãe e do bebê, a carne deverá sempre ser cozida, frita ou assada integralmente, pois, quando o alimento é submetido à temperatura de 70 ºC, os micro-organismos são eliminados.

A mesma regra se aplica a carnes como salsichas, hambúrgueres, carne moída e carne de aves e de porco, pois, além das bactérias inerentes a elas, também podem ser afetadas por outros micro-organismos durante o processo de armazenamento.

Peixes Com Alto Teor de Mercúrio

Os peixes contêm importantes ácidos graxos que não são produzidos pelo organismo, como o ômega-3, que é muito importante para a formação neurológica do bebê. Dessa forma, as únicas maneiras de aquisição desse composto são por vias alimentares ou suplementação.

No entanto, muitos peixes possuem grande quantidade de mercúrio, o que pode ser nocivo ao ser humano, sobretudo às gestantes.  Peixe espada, cação e atum são variedades que devem ser evitadas especialmente durante a gravidez.

Dentre os peixes mais recomendados para consumo estão o salmão, pescada, arenque, linguado e sardinha. Entretanto, recomenda-se que a ingestão não ultrapasse 2 a 3 vezes por semana, e que a carne seja preferencialmente grelhada ou assada.

Além disso, durante a gravidez peixes crus devem ser evitados devido à potencial transmissão de vírus e bactérias, podendo desencadear quadros de intoxicação alimentar.

Cafeína

O consumo excessivo de alimentos e bebidas ricos em cafeína também deve ser regulado durante a gestação. Café, chás, chocolate, bebidas energéticas e refrigerante estão entre os principais alimentos ricos nessa substância.

A diminuição no consumo deve ser adotada pois a cafeína, em excesso na corrente sanguínea, pode estimular parto prematuro, baixo peso ao nascer, retardo no crescimento fetal e até mesmo aborto espontâneo. Como a cafeína atravessa a placenta, chega ao líquido amniótico, o líquido pelo qual o feto é envolto, ela pode chegar ao cordão umbilical, ao plasma e até mesmo à urina do bebê.

Uma xícara de café possui, em média, 100mg de cafeína. A recomendação médica é de que o consumo não seja superior a 200-300mg por dia. No entanto, é preciso considerar que outros alimentos fornecem essa substância. Dessa maneira, é necessário dosar a ingestão para a mulher e o bebê não sejam prejudicados pela cafeína.

Queijos Macios

Os queijos classificados como macios são, dentre outros, o brie e o camembert, além de queijos macios feitos com leite de cabra, e devem ser evitados pois há riscos de contaminação por meio de bactérias listeria, que desencadeiam a listeriose, uma intoxicação que, ao ser contraída durante a gravidez, pode desencadear aborto espontâneo, nascimento prematuro, infecção grave do recém-nascido ou mesmo natimorto.

Além disso, o consumo dos queijos azuis como gorgonzola, dinamarquês e roquefort também devem ser restritos.

No entanto, o consumo desses tipos de queijo é liberado quando eles são submetidos ao cozimento total, pois, dessa forma, qualquer resquício de bactéria é eliminado.

As restrições alimentares e de hábitos são prescritas pelo médico responsável pelo pré-natal. Sendo assim, se você possui alguma dúvida quanto à segurança envolvida a certos hábitos e alimentos, procure um profissional para tirar suas dúvidas e manter sua gestação em segurança.

Referências adicionais:

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Formigamento no Braço – O Que Pode Ser e O Que Fazer

Neste artigo, você irá conhecer as possíveis causas de formigamento no braço e o que fazer quando isso ocorre, pois é necessário estar atento quando essa sensação persiste.

O formigamento no braço pode ser indicativo de fenômenos simples e que não requerem grandes preocupações, ou ser um sintoma de outras complicações mais sérias. Dessa maneira, é imprescindível atentar-se à forma como ele se manifesta e em qual parte do corpo.

Abaixo você irá descobrir o que ocorre no interior do seu corpo quando ele começa a formigar, e o que fazer para se livrar dessa sensação. Saiba mais:

Causas de Formigamento no Braço

O formigamento no braço, além de ser desconfortável, pode ser indicativo de diversas condições adjacentes, das mais simples e corriqueiras, às mais complexas e perigosas.

Para averiguar o que pode ser, e quais os tratamentos possíveis, é necessário prestar atenção nos demais sintomas que podem se manifestar concomitantemente ao formigamento.

Conheça algumas das principais causas de formigamento no braço:

Má Circulação

Quando os vasos sanguíneos são comprimidos, a circulação sanguínea se torna mais difícil, pois o fluxo é obstruído.

Em decorrência disso, o indivíduo pode passar pela sensação de formigamento. No entanto, essa condição não acomete apenas os braços, mas também pode ter outros focos, como as mãos, as pernas e os pés.

Outros sintomas de má circulação incluem pele pálida ou azulada, inchaço, fadiga, dor muscular e dor nas articulações.

A má circulação pode ser desencadeada por alguns fatores, que incluem a falta de movimentos durante o dia, como durante uma viagem longa ou em situações em que o indivíduo fica imóvel por um longo período de tempo.

Além disso, a má circulação também pode ser um indicativo de complicações mais sérias como a aterosclerose, que, por sua vez, ocorre em decorrência do acúmulo de placas de colesterol nos vasos sanguíneos, estreitando a passagem do sangue e, consequentemente, ocasionando sensação de formigamento.

A má circulação também pode se manifestar em pacientes diabéticos, pois os altos níveis de açúcar no sangue podem formar placas nas veias e artérias, comprimindo o fluxo sanguíneo.

Nesses casos, cabe ao médico responsável pelo acompanhamento indicar o melhor tratamento, que pode ser feito por meio de medicamentos e, em casos mais graves, recorrendo a cirurgias.

Nervo Comprimido

Ter um nervo comprimido é algo que, certamente, todas as pessoas já passaram. Esse é um caso que não representa gravidade e em poucos instantes a sensação de formigamento nos braços – ou em outros membros – vai embora.

Isso ocorre quando os tendões, cartilagens, músculos ou demais tecidos sobrepõem muita pressão em um nervo. É isso que acontece quando uma pessoa passa muito tempo pressionando o braço, como quando dorme em cima do membro, por exemplo.

No entanto, a compressão do nervo também pode ocorrer devido a outros problemas como artrite e até mesmo estreitamento entre os ossos da coluna.

Quando um nervo é comprimido, além da sensação de formigamento, o indivíduo pode passar por dores agudas na região. No entanto, as sensações de dormência e fraqueza muscular são as mais comuns de se manifestarem com o formigamento.

Nesses casos, analgésicos e relaxantes musculares podem ajudar a aliviar e até mesmo a eliminar a sensação. No entanto, quando essa sensação persiste e é recorrente, então deve-se consultar um médico para averiguar sua origem e iniciar o tratamento adequado.

Hérnia de Disco

A hérnia de disco é uma condição considerada comum que ocorre quando o sistema responsável por absorver o impacto da movimentação do corpo é desgastado, envelhecido ou deslocado.

Quando um paciente é acometido pela hérnica de disco, ocorre uma inflamação aguda na coluna lombar, causando dor no nervo ciático.

Dessa forma, quando ocorre o deslocamento do disco, ele pode pressionar um nervo e causar dormência e/ou formigamento nos braços.

Os tratamentos recomendados para hérnia de disco podem incluir a administração de analgésicos, sessões de fisioterapia ou até mesmo cirurgia, a depender da gravidade da condição, que deverá ser diagnosticada por um médico.

O principal fator de risco é o histórico familiar, no entanto, fatores ambientais também podem ajudar no desenvolvimento da doença, tais como tabagismo, sedentarismo, carregamento de peso recorrente e sobrepeso corporal. Essa doença é mais comum entre pessoas dos trinta aos sessenta anos de idade.

Infarto

Um infarto ocorre quando o coração não recebe oxigenação adequada por meio do sangue. Quando isso ocorre, pode haver um coágulo sanguíneo ou acúmulo de placas nos vasos sanguíneos. Uma das consequências disso é a constrição dos vasos ligados ao coração.

Embora seja mais raro, infartos também podem ocorrer quando há espasmos da artéria coronária, que aperta o vaso e restringe o fluxo sanguíneo ao coração. Nesses casos, o coração pode sofrer danos sérios ou até mesmo parar de funcionar, quando não recebe o oxigênio adequado.

Os sintomas mais comuns de um ataque cardíaco, de acordo com o National Heart, Lung, and Blood Institute, um dos maiores e mais importantes institutos norte-americanos, incluem formigamento e/ou dormência desconforto em um ou ambos os braços, sensação de pressão intensa sobre o peito, dor na parte superior do estômago, que pode parecer indigestão ou azia e falta de ar.

Além disso, outros sintomas mais raros, mas que podem se manifestar durante um infarto são náusea, vômito, suor, dormência nos ombros, pescoço, mandíbula ou costas.

Infartos é uma emergência e deve ser trata em caráter de urgência médica. Quando esses sinais se manifestam em uma pessoa, deve-se ligar imediatamente ao socorre médico.

Nesses casos, o procedimento médico inclui tentar abrir a artéria bloqueada e restaurar o fluxo sanguíneo no coração.

Enxaqueca Hemiplégica

A enxaqueca hemiplégica é um quadro caracterizado pela fraqueza ou paralisia temporária de um lado do corpo. A dormência e sensação de formigamento em um dos braços pode ser um indicativo dessa doença, e pode se manifestar antes ou junto com uma crise de enxaqueca.

Nesses casos, também pode haver a sensação de dormência ou formigamento em um lado da face.

De acordo com a National Organization of Rare Disorders, NORD, os médicos não estabeleceram protocolos padrão de tratamento para enxaqueca hemiplégica, justamente devido à raridade da doença.

É importante ressaltar, ainda, que a enxaqueca também causa dores de cabeça intensas e latejantes, sendo um fator desencadeante para desconforto em um ou ambos os lados da cabeça.

Quando uma crise se instaura, os sintomas podem variar, sendo ora moderados, ora intensos e graves. Outros sintomas que podem se manifestar em quadros de enxaqueca hemiplégica incluem alteração de humor, confusão, diminuição de reflexos, confusão e, nos casos mais sérios, até mesmo convulsões.

AVC

O Acidente Vascular Cerebral, popularmente conhecido como derrame, também pode ser um fator desencadeante para formigamento e dormência nos braços.

Quando esse quadro se manifesta, o fluxo sanguíneo que supre o cérebro é bloqueado parcial ou integralmente. Um dos primeiros sintomas é o formigamento em um dos braços, pernas ou em um lado da face.

Outros sintomas que ocorrem e que permitem identificar um quadro de derrame são alterações na visão, dores de cabeça súbitas e intensas, dificuldade em falar e articular a boca, confusão, tontura e falta de coordenação motora.

O AVC pode ter duas classificações: isquêmicos e hemorrágicos. Enquanto o primeiro ocorre quando coágulos sanguíneos ou depósitos de gordura se alojam nos casos sanguíneos, restringindo o fluxo sanguíneo ao cérebro, o caso hemorrágico se manifesta quando uma veia cerebral se rompe.

Os dois casos são emergências médicas. Enquanto o AVC isquêmico é comumente tratado com administração de medicamento trombolítico, ou seja, que dissolvem os coágulos que impedem a passagem do sangue, os casos hemorrágicos envolvem, normalmente, cirurgia para conter o sangramento no tecido cerebral.

Síndrome do Desfiladeiro Torácico

A síndrome da saída torácica (SDT) é uma condição consideravelmente rara, que se manifesta comprimindo os nervos e vasos sanguíneos presentes da clavícula até a primeira costela de uma pessoa. Dessa maneira, as pessoas com essa complicação tendem a sentir frequentemente dormência e formigamento em certas partes do corpo, como braço, mão, além da sensação de fraqueza no pescoço.

Um dos tratamentos mais indicados nesses casos, é a fisioterapia. Quando uma pessoa é diagnosticada com a Síndrome do Desfiladeiro Torácico, deve-se recorrer a exercícios adequados que ajudem a melhorar a postura e, com isso, diminuir a pressão que é feito sobre os nervos.

Além disso, é comum que os pacientes recebam prescrições de remédios para a prevenção de coágulos e eliminação da dor. Nos casos mais graves, cirurgias podem ser necessárias.

Outros sintomas dessa condição incluem inchaço em um dos braços, dores na nuca, mãos e dedos roxos, dor ou desconforto nos ombros e dor na lateral da cabeça.

Neuropatia Periférica

A neuropatia periférica, de acordo com a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, se manifesta normalmente como uma condição secundária, ou seja, como sintoma associado a outra doença, tal como câncer e diabetes.

A principal característica dessa doença é a ocorrência de impacto dos nervos que vão da medula espinhal em direção aos membros periféricos. O sistema nervoso central é responsável pela transmissão de informação do cérebro e da medula espinhal ao resto do corpo. No entanto, quando uma pessoa possui neuropatia periférica, esse sistema é danificado.

Além disso, o uso recorrente de álcool, certos tipos de medicamentos, além de agentes tóxicos como mercúrio também pode estar relacionado ao surgimento da doença.

Dependendo dos nervos afetados, os sintomas podem ser variados, tais como formigamento no braço, sensibilidade ao toque, contrações musculares, perda de massa muscular, suor excessivo e fraqueza muscular.

Dentre as doenças que podem contribuir com o surgimento da neuropatia periférica, estão as doenças autoimunes, lesões, desequilíbrios hormonais, doenças renais, deficiência de vitamina B-12, certos tipos de câncer e aterosclerose.

Síndrome do Túnel de Carpo

O túnel do carpo é o nome que se dá a uma passagem estreita formada por tecido conjuntivo e pequenos ossos na palma da mão, próximo ao pulso. Nessa região, passam tendões e o nervo mediano.

Dessa forma, quando uma pessoa possui a síndrome do túnel de carpo, ocorre a inflamação do túnel, que, consequentemente, irá pressionar um nervo interno. Esse quadro ocorre, dentre outros fatores, devido a movimentações repetidas feitas com as mãos, braços e dedos.

Normalmente esse quadro se inicia com a sensação de formigamento ou dormência no polegar e nos dois dedos próximos a ele, aumentando a área abrangida gradualmente.

Além do formigamento, o paciente pode sentir dor na região, além de fraqueza nas mãos.

O Que Acontece Com o Corpo Quando Formiga?

Os nervos presentes no corpo humano partem da medula espinhal e se subdividem em direção às outras partes do corpo humano. Além disso, cabe aos nervos a transmissão da sensação de dor, tato, sensibilidade e calor ao cérebro.

Quando o braço começa a formigar, significa que uma parte dessa estrutura está sendo pressionada. No entanto, além do bloqueio nervoso, pode haver a constrição dos vasos sanguíneos. Isso é muito comum quando ficamos por muito tempo na mesma posição – o que ocasiona a bloqueio da passagem sanguínea e ocasiona a sensação de formigamento.

Quando isso ocorre, é necessário estar atento ao que ocorre ao redor, ou seja, se você se manteve por muito tempo na mesma posição, ou se outros sintomas estão acompanhando. Identificando esses pontos, é possível averiguar a gravidade da condição e saber se isso se trata de uma emergência médica ou não.

O formigamento ou dormência constante e recorrente requerem análise médica para que um diagnóstico possa ser averiguado e, dessa maneira, você possa iniciar o tratamento adequado.

Referências adicionais:

Você já teve formigamento no braço? Conhece alguém que tenha? Comente abaixo!

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O Que é o Frio na Barriga que Sentimos?

Esse sentimento pode surgir devido a diversas situações, desde ir a um primeiro encontro até fazer um discurso em público, por isso é importante descobrir o que é o frio na barriga. Saiba agora.  

Quase todo mundo já experimentou a sensação de frio na barriga antes de uma grande apresentação ou de um primeiro encontro.

A maioria das pessoas conhece esse sentimento, e ao contrário do que muitas pessoas sabem, existem algumas razões científicas por trás dessa sensação.

Estudos já provaram como as emoções humanas são afetadas pelas bactérias do intestino além do que, depois do cérebro o intestino é a parte do corpo que contém mais nervos e por isso, o frio na barriga está associado à resposta de luta do seu corpo.

Ou seja, o sistema digestivo está intimamente ligado as emoções e pensamentos de uma pessoa, e é por isso que aquele nervosismo antes de uma apresentação pode rapidamente se transformar em acrobacias estomacais.

Um sistema de resposta do corpo

O corpo humano é capaz de cuidar de si mesmo sem a necessidade de muito pensamento voluntário.

Ele regula a frequência cardíaca, o fluxo sanguíneo e a distribuição de nutrientes ao redor do corpo sem que você precise intervir de qualquer maneira consciente.

Esse é um processo executado pelo sistema nervoso autônomo (SNA), também chamado de sistema neurovegetativo ou sistema nervoso visceral.

Quando, por exemplo, o cérebro percebe uma ameaça potencial à sua sobrevivência ele aumenta o estado de alerta aumentando a frequência cardíaca, a pressão arterial e a frequência respiratória.

O SNA pode ser dividido em dois sistemas aproximadamente iguais – o simpático e o parassimpático, ou como é memorizado por muitos estudantes de medicina “luta ou fuga” e “descanso e digestão”.

Os dois ramos do SNA estão constantemente ativos e agem em oposição um ao outro.

O sistema compreensivo (“luta ou fuga”) é responsável por aumentar sua frequência cardíaca, enquanto que o sistema parassimpático (“descansar e digerir”) diminui.

Portanto, a taxa em que seu coração está batendo é o equilíbrio da atividade dos dois sistemas da SNA.

O domínio do sistema nervoso parassimpático é o motivo pelo qual você se sente contente e sonolento após uma grande refeição. Um pouco do fluxo sanguíneo do coração é direcionado para o estômago, e o SNA o encoraja a descansar um pouco para permitir a digestão.

Por que o frio na barriga é importante

Como você pode ver, o frio na barriga está associado à resposta de luta ou fuga do corpo, ao mesmo tempo que estimula as glândulas supra-renais que liberam hormônios como adrenalina e cortisol, podendo transformar o seu corpo em uma bagunça tensa e suada.

A tensão muscular (especialmente no estômago) ajuda a manter a pessoa em estado de alerta enquanto que a transpiração ajuda a esfriar o corpo.

Os músculos lisos do estômago também são extrassensíveis durante a resposta de luta ou fuga, e a sensibilidade adicional pode ser parcialmente responsável pela sensação de vibração.

Alguns pesquisadores se referem ao intestino como o “segundo cérebro” com base em descobertas que o intestino contém 100 milhões de neurônios que o ligam ao cérebro, conhecido como eixo do cérebro-intestino.

Sendo assim, quando você se sente nervoso antes de alguma situação, o cérebro comunica essa ansiedade ao intestino o que às vezes causa o tal do frio na barriga.

Mas para entender completamente as razões por trás do frio na barriga, pode ser necessário olhar para centenas de anos atrás.

O frio na barriga pode ser parte de uma resposta evolutiva

A reação de luta ou fuga pode ser parte de uma resposta evolutiva do ser humano.

Quando as pessoas precisavam estar preparadas para fugir dos animais que iriam ataca-las o aumento da frequência cardíaca e músculos tensos poderiam ajuda-las a escapar rapidamente.

Portanto, mesmo que uma entrevista de emprego não seja necessariamente uma situação onde você corra risco de vida, o corpo pode lidar com o estresse da mesma maneira que lidou com essa fonte confiável em relação a perseguição de um leão por exemplo.

Às vezes esse frio na barriga pode se transformar em náusea, isso porque a adrenalina pode parar temporariamente a digestão.

O sangue sai dos lugares onde não é necessário, como o estômago, e flui para partes do corpo onde possa ser necessário, como os músculos, para que as pernas dos homens das cavernas possam entrar em ação enquanto corriam para salvar as suas vidas.

Hoje pode ser que essas pernas não precisem estar fugindo de uma manada, mas elas podem precisar de ajuda para ficar em pé quando uma mulher bonita passa ao seu lado.

O frio na barriga geralmente é algo inofensivo, mas se esse sentimento de luta ou fuga interferir na vida cotidiana, talvez seja hora de falar com um médico.

Um estômago que está frequentemente irritado pode ser o sinal de um distúrbio de ansiedade ou até mesmo um problema gastrointestinal.

Como aliviar o frio na barriga

Como dito anteriormente, todo mundo alguma vez já sentiu ou vai sentir frio na barriga, afinal a ansiedade é uma parte comum da vida, e por isso é muito importante saber como controlar a ansiedade.

Embora possa parecer que algumas pessoas ao seu redor sejam ou estejam calmas e tranquilas, você pode ter certeza que todas elas já experimentaram a ansiedade e muitas vezes nem ao menos demonstraram.

Mas agora que você já sabe o que é o frio na barriga e que é normal sentir isso, veja como aliviar o frio na barriga.

  • Não tome antiácidos, pois a síndrome do intestino irritado não é causada pelo excesso de ácido no estômago.
  • Quando estiver nervoso ou estressado faça refeições leves.
  • Organize e cuide do seu ambiente que isso irá ajudar a organizar a sua mente.
  • Visualize os resultados positivos e planeje o dia seguinte.
  • Exercícios leves e moderados podem ajudar a reduzir o estresse.
  • Reduza o estresse e dê tempo ao seu corpo para ele responder.
  • Reduza o consumo de açúcar e alimentos cheios de açúcar.
  • Desafie os seus pensamentos negativos.
  • Acalme-se.
  • Evite estimulantes.
  • Se cerque de positividade.
  • Aceite as incertezas.
  • Adote uma atitude positiva e menos apreensiva.
  • Identifique e lide com os comportamentos que o deixam ansioso.

Não há nada de errado em sentir frio na barriga de vez em quando, mas se esse sentimento persistir você deve procurar ajuda médica.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia o que é o frio na barriga que sentimos? Sente isso com frequência? Comente abaixo!

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