Gasometria arterial: o que é, para que serve e valores de referência

A gasometria arterial é um exame de sangue normalmente realizado em pessoa internadas em Unidade de Terapia Intensiva que tem como objetivo verificar se as trocas gasosas estão ocorrendo…
Gasometria arterial: o que é, para que serve e valores de referênciaapareceu antes em https://tuasaude.com
Gasometria arterial: o que é, para que serve e valores de referência visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Quitosana: para que serve (e realmente emagrece?)

A quitosana é um remédio natural feito com os esqueletos dos crustáceos, como camarão, caranguejo e lagosta, por exemplo, que pode não só auxiliar no processo de emagrecimento, mas…
Quitosana: para que serve (e realmente emagrece?)apareceu antes em https://tuasaude.com
Quitosana: para que serve (e realmente emagrece?) visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

O que fazer para hidratar a pele seca do corpo e do rosto

Para hidratar a pele do rosto e do corpo que está ressecada é importante beber bastante água durante o dia e fazer uso de alguns hidratantes apropriados para a pele seca, que não retiram…
O que fazer para hidratar a pele seca do corpo e do rostoapareceu antes em https://tuasaude.com
O que fazer para hidratar a pele seca do corpo e do rosto visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Pré-Treino C4 é Bom? Composição, Efeitos Colaterais, Ingredientes, Relatos e Como Tomar

Para os usuários de pré-treino, é importante saber se o pré-treino C4 é bom, já que se trata de um dos suplementos mais famosos do mercado. A seguir, descubra suas propriedades, composição, como tomar e etc.

Vamos buscar também o que os relatos dos consumidores nos contam sobre o produto. Afinal, para quem deseja atingir a hipertrofia muscular, não dá para arriscar perder tempo e dinheiro com um pré-treino que não seja tão bom, não é mesmo?

Composição do pré-treino C4

Tabela nutricional

Lista de ingredientes

Benefícios prometidos pelo pré-treino C4

C4 é um suplemento para pré-treino da marca Cellucor. Disponível nos sabores maçã verde, laranja, melancia e morango, o produto promete trazer benefícios como o aumento da energia para manter um treino intenso do início ao final, a melhora da disposição, o aumento da força, a melhora do desempenho e a melhora do foco.

A descrição do suplemento afirma que ele foi desenvolvido à base de ingredientes voltados para auxiliar a resistência dos atletas e contribuir para que eles consigam suportar treinamentos mais pesados.

O pré-treino também promete diminuir a percepção de esforço do consumidor, de modo que ele se mantenha mais focado nos treinamentos e que o seu cansaço seja retardado.

E então, será que o pré-treino C4 é bom? Quais são os relatos a respeito do produto?

Para sabermos se o suplemento realmente pode ser bom, resolvemos sair em busca de depoimentos de pessoas que já utilizaram o suplemento. Pois bem, na página de vendas do produto numa loja virtual, a nota geral atribuída pelos consumidores ao pré-treino foi 3,79 – em uma escala que foii até cinco.

Um usuário identificado como André relatou que o suplemento não lhe trouxe gás extra algum, ao mesmo tempo em que gerou uma “leseira” e que dificultou na hora de dormir. Outros internautas também reclamaram da falta de efeito do produto, porém citaram já terem observado resultados melhores com outras versões do mesmo pré-treino.

“O produto parece ter a fórmula alterada pois não produz o efeito que promete (energia para treinos)”, escreveu a consumidora apresentada como Giovanna.

Por outro lado, outros clientes da Netshoes que compraram C4 na loja se mostraram satisfeitos com ele. O usuário identificado como Luciano disse que o suplemento rendeu mais energia e força para os treinos pesados. “Dá muito ânimo pra malhar, não fica com muita fadiga e não cansa muito”, escreveu o consumidor apresentado como Danilo.

Em outra loja virtual, um internauta identificado como Ricardo Souza também elogiou bastante o produto. Ele concedeu a nota máxima ao pré-treino em sua avaliação e afirmou que o suplemento concede energia e força, sem deixar ansioso.

Em outra loja virtual, o produto também foi bem avaliado e recebeu uma nota geral de 9,6 – em uma escala que foi até 10. O cliente apresentado como Olivar classificou o produto como muito bom e disse que ele fornece energia e força aos treinos.

Outros consumidores classificaram o produto como o melhor pré-treino que já usaram, enquanto o consumidor identificado como Caio foi um pouco mais ponderado e crítico:

“Comparando com as variantes da mesma linha C4 Ripped, Extreme e Ultimate, a versão Original oferece o ‘necessário’ para uma série talvez não tão intensa. Em minha experiência o boost inicial não é tão perceptível, porém o suficiente para manter o fôlego e energia. O custo-benefício me parece ideal para um treino um pouco mais casual. Similar as demais opiniões, o produto petrifica bem rápido pelo tempo de uso ideal (pior no caso das versões de 60 doses -assumindo uma dose/dia). Alguns sabores podem ser bem ruins”, opinou.

Os relatos divergentes a respeito do produto nos obrigam a lembrar que os efeitos observados podem variar de consumidor para consumidor, uma vez que diferentes pessoas têm diferentes organismos, com diferentes características, condições de saúde e necessidades, e seguem diferentes rotinas de alimentação e exercícios físicos. Todos fatores que podem influenciar o resultado final obtido com um suplemento pré-treino.

Portanto, a melhor maneira de saber se o pré-treino C4 é bom para o seu caso em particular é pedir que um médico ou nutricionista avalie a composição do produto e relatar a ele quais são os seus objetivos em termos corporais.

Como tomar o pré-treino C4

A instrução de uso do produto recomenda misturar uma colher dosadora do suplemento – que é equivalente a três gramas – com 350 ml de água e consumir uma porção diariamente, antes da prática de exercícios físicos.

Cuidados exigidos e efeitos colaterais do pré-treino C4

O produto deve ser conservado em um local seco e arejado. O seu uso é contraindicado para as mulheres grávidas, mulheres que amamentam e para quem não pode ingerir a cafeína (como aqueles que sofrem com intolerância à cafeína) ou já utilizam produtos compostos pela cafeína ou por outras substâncias estimulantes.

Menores de 18 anos, idosos, pessoas que sofrem com algum tipo de doença ou condição de saúde e indivíduos que fazem uso de algum tipo de medicamento, suplemento ou produto à base de plantas medicinais precisam consultar o médico e/ou o nutricionista antes de iniciar o uso do suplemento.

Efeitos colaterais como coceira e formigamento na pele já foram associados ao suplemento. Como a tabela nutricional e a lista de ingredientes do pré-treino nos informam, ele também é composto pela cafeína, que pode provocar reações como insônia, nervosismo, inquietação, irritação estomacal, náusea, vômito, aumento do ritmo cardíaco e aumento do ritmo respiratório, por exemplo.

A substância também pode piorar os distúrbios do sono em pacientes que sofrem com a AIDS, completou a publicação. Dosagens mais elevadas que 400 mg de cafeína diariamente podem provocar dor de cabeça, ansiedade, agitação, dor no peito e zumbido nos ouvidos, alertou a publicação.

A cafeína exige cuidados por parte das pessoas que sofrem com distúrbios de ansiedade, transtorno bipolar, distúrbios hemorrágicos, problemas no coração, diabetes, diarreia, epilepsia, glaucoma, pressão alta, perda de controle da bexiga (incontinência urinária), síndrome do intestino irritável, osteoporose, doença de Parkinson e esquizofrenia.

Outro componente encontrado no pré-treino C4 é o aminoácido taurina, que pode exigir cautela das pessoas que sofrem com o transtorno bipolar, pois existe a preocupação que uma quantidade elevada do aminoácido possa piorar a condição, afirmou a publicação.

A lista de ingredientes do suplemento nos informa que ele possui ainda o carboidrato maltodextrina, um composto que acende a bandeira vermelha para as pessoas que sofrem com a diabetes ou são predispostas ao desenvolvimento da doença, para quem tem resistência à insulina e para aqueles que apresentam riscos de desenvolver uma doença autoimune ou digestiva.

Um estudo de 2012 que apontou que a maltodextrina pode prejudicar a composição bacteriana do intestino, suprimindo o crescimento de probióticos importantes para a imunidade e aumentando o crescimento de bactérias como a Escherichia coli (E. coli), que está associado a doenças autoimunes como a doença de Chron.

Caso apresente alguma reação adversa ao pré-treino C4, procure rapidamente o auxílio médico, mesmo que não imagine se tratar de algo tão grave assim. Isso é importante para verificar a real seriedade do sintoma em questão, receber o tratamento apropriado e saber se pode continuar ou não a usar o pré-treino sem enfrentar maiores problemas.

A utilização do suplemento precisa ser interrompida duas semanas antes da realização de uma cirurgia.

Referências Adicionais:

Você já sabia se o pré-treino C4 é bom? Pretende experimentar? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Pré-Treino C4 é Bom? Composição, Efeitos Colaterais, Ingredientes, Relatos e Como Tomarsurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Pré-Treino C4 é Bom? Composição, Efeitos Colaterais, Ingredientes, Relatos e Como Tomar visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Diabetes e Hipertensão – 5 Atitudes Que Ajudam o Controle e Qualidade de Vida

Diabetes e hipertensão são duas condições de saúde que andam de mãos dadas. Conheça 5 atitudes que irão te ajudar a controlá-las e ter qualidade de vida.

A hipertensão é comum em pacientes com diabetes além de ser um forte fator de risco para doença cardiovascular aterosclerótica (DCVAD), insuficiência cardíaca e complicações microvasculares.

DCVAD é definida como síndrome coronariana aguda, infarto do miocárdio (IM), revascularização arterial ou coronária, angina, ataque isquêmico transitório, acidente vascular cerebral ou doença arterial periférica que é a principal causa de morbimortalidade em pessoas com diabetes.

Numerosos estudos demonstraram que a terapia anti-hipertensiva reduz eventos de DCVAD, insuficiência cardíaca e complicações microvasculares em pessoas com diabetes.

É por isso que é importante conhecer os sintomas do diabetes tipo 1, do diabetes tipo 2, da diabetes gestacional e hipertensão para poder realizar o tratamento adequado o quanto antes.

Há evidências de que a morbilidade por DCVAS diminui em pessoas com diabetes desde 1990 e isso ocorre provavelmente grande parte devido a melhorias no controle da pressão arterial.

Diabetes e hipertensão

A hipertensão geralmente ocorre tanto entre as pessoas com diabetes tipo 1, tipo 2 como com diabetes gestacional, e estudos mostram que pode haver ligações entre elas.

Como você pode ver a hipertensão pode levar a muitas complicações do diabetes, incluindo doenças oculares diabéticas e renais ou até mesmo piorá-las.

A maioria das pessoas com diabetes acabará tendo pressão alta juntamente com outros problemas cardíacos e de circulação.

O diabetes danifica as artérias e pode endurece-las causando a aterosclerose, o que por sua vez pode causar pressão alta.

Quando a pressão alta não é tratada ela pode causar todos os problemas citados acima incluindo insuficiência renal. Hipertensão e diabetes tipo 2 são aspectos da síndrome metabólica, uma condição que inclui obesidade e doenças cardiovasculares.

Tanto a hipertensão quanto o diabetes podem ter algumas causas em comum, compartilham alguns fatores de risco e também contribuem para o agravamento dos sintomas um do outro.

As maneiras de gerenciar as duas condições também são parecidas.

5 Atitudes que ajudam no controle e qualidade de vida de pessoas com diabetes e hipertensão

Algumas atitudes são cruciais para gerenciar a glicose e a pressão alta. Veja agora quais são.

1. Praticar atividade física

A prática de atividade física regular diminui a pressão arterial e ajuda a controlar o açúcar no sangue além de oferecer muitos outros benefícios para a saúde.

As diretrizes atuais incentivam todas as pessoas a praticarem pelo menos 150 minutos de exercícios aeróbicos de intensidade moderada semanalmente.

As pessoas que não são ativas há algum tempo devem conversar com o seu médico para obter conselhos sobre um plano de exercícios.

2. Limitar o consumo de bebidas alcoólicas

Um alto consumo de bebidas alcoólicas pode aumentar o risco de:

  • Pressão arterial elevada – hipertensão;
  • Ganho de peso;
  • Picos de glicose no sangue.

A Associação Americana de diabetes (ADA) recomenda o máximo de uma dose de bebida alcoólica por dia para as mulheres e duas por dia para os homens.

Uma dose seria o equivalente a uma cerveja de 350 ml, um copo de 150 ml de vinho ou uma porção de 45 ml de bebidas destiladas como gin, uísque ou vódka.

Bebidas misturadas com outras também podem adicionar carboidratos e calorias. A água com gás é uma opção de mistura para um drink, pois ela  é mais saudável do que o refrigerante.

Você deve conversar com o seu médico sobre a quantidade de bebidas alcoólicas que é segura para você consumir.

3. Peso saudável

Diabetes e obesidade são duas condições que estão relacionadas principalmente porque o IMC – Índice de Massa Corporal, tem uma forte relação com a resistência à insula.

E no caso de pessoas que estão com excesso de peso uma das aitudes que ajudam no controle e qualidade de vida é emagrecer, já que isso pode ajudar a reduzir o risco de diabetes e hipertensão.

O Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue dos Estados Unidos (NHLBI) explica que se uma pessoa perde de 3 a 5% do seu peso, isso pode melhorar suas leituras de pressão arterial.

Da mesma forma, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) observam que a perda de 5 a 7% do seu peso corporal pode ajudar a impedir que os pré-diabéticos se tornem diabéticos.

Isso seria uma perda de cerca de 5 a 7 kg para uma pessoa que pesa cerca de 90 kg.

4. Dieta saudável

Um plano alimentar é muito importante para pessoas com diabetes e hipertensão. É por isso que as pessoas com essas condições devem conversar com o seu médico sobre um plano alimentar.

Esses planos geralmente incluem:

  • Focar em alimentos ricos em fibras incluindo grãos integrais;
  • Comer frutas e legumes frescos;
  • Evitar ou limitar as gorduras não saudáveis como as gorduras animais e gorduras trans;
  • Limitar a quantidade de sal e açúcar adicionado.

Os médicos geralmente recomendam a dieta DASH para gerenciar os níveis de açúcar no sangue e bem-estar geral.

Uma pessoa com diabetes irá precisar monitorar sua ingestão de carboidratos e verificar frequentemente seus níveis de glicose no sangue para garantir que atinjam as metas estabelecidas pelo plano de tratamento.

5. Não fume

Existem evidências de que o tabagismo pode aumentar o risco de hipertensão e diabetes.

Os fumantes com diabetes têm um risco mais alto de complicações graves, incluindo:

  • Fluxo sanguíneo deficiente o que torna mais provável a infecção e o risco de amputação dos pés e/ou das pernas;
  • Doença renal;
  • Retinopatia, uma doença ocular que pode levar à cegueira;
  • Doença cardíaca;
  • Neuropatia periférica que pode causar danos nos nervos das pernas e braços;

Uma pessoa que tem ou está em risco de ter diabetes, pressão alta ou ambas pode falar com o seu médico sobre como parar de fumar.

Tratamento com medicamentos

Além das mediadas de estilo de vida, um médico pode prescrever medicamentos das seguintes maneiras:

Diabetes tipo 1: a pessoa irá precisar de insulina e possivelmente de medicamentos para pressão sanguínea dependendo das complicações que tiver.

Diabetes tipo 2: Algumas pessoas irão precisar de insulina ou o médico poderá prescrever metformina ou outros medicamentos que não sejam insulina para ajudar a reduzir os níveis de açúcar no sangue.

Os pacientes também podem precisar de medicamentos para pressão alta ou outras complicações.

As diretrizes atuais também recomendam o uso de uma das seguintes opções se uma pessoa com diabetes tipo 2 tiver um alto risco de doença cardiovascular aterosclerótica, doença renal relacionada à diabetes ou ambas.

  • Inibidores do cotransportador 2 de sódio-glicose (SGLT2)
  • Agonistas do receptor do peptídeo 1 do tipo glucagon (GLP-1)

Esses medicamentos oferecem proteção ao coração e aos rins, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue.

Pressão alta: os medicamentos incluem inibidores de ECA, diuréticos e betabloqueadores.

Diabetes e hipertensão geralmente ocorrem juntas e parecem compartilhar alguns fatores e causas de risco.

Essas 5 atitudes irão te ajudar a controlar essas condições de saúde e sua qualidade de vida, mas a maioria das pessoas irá precisar seguir um tratamento por toda a vida.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia a diabetes e hipertensão? Conhece alguém que passa por isso? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Diabetes e Hipertensão – 5 Atitudes Que Ajudam o Controle e Qualidade de Vidasurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Diabetes e Hipertensão – 5 Atitudes Que Ajudam o Controle e Qualidade de Vida visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Labirintite Dá Sono? Dor de Cabeça?

Para entender porque a labirintite dá sono e qual a sua relação com a dor de cabeça, é importante saber que a labirintite é um distúrbio que ocorre no ouvido interno quando os dois nervos vestibulares desta parte do ouvido enviam ao cérebro informações sobre sua orientação espacial e controle de equilíbrio.

Existem vários fatores que podem causar essa condição, incluindo infecções e vírus e a pessoa deve receber tratamento imediato para qualquer infecção no ouvido, porém não há uma maneira conhecida de prevenir a labirintite.

Os principais sintomas da labirintite incluem tontura, perda de audição, náusea e vertigem.

O tratamento para labirintite geralmente envolve o uso de medicamentos para controlar os sintomas e a maioria das pessoas se sentem melhor dentro de uma a três semanas e se recuperam completamente em um ou dois meses.

Para entender porque labirintite dá sono e/ou dor de cabeça é importante entender os seus sintomas.

Sintomas da labirintite

Os sintomas da labirintite começam rapidamente e podem ser bem intensos durante vários dias.

Eles geralmente começam a desaparecer depois desse tempo, mas podem continuar aparecendo quando você mover rapidamente a cabeça.

Essa condição geralmente não causa dor.

Os sintomas da labirintite podem incluir:

  • Zumbido no ouvido;
  • Tontura;
  • Vômito;
  • Perda de equilíbrio;
  • Dificuldade em forcar o olhar;
  • Náusea;
  • Perda de audição na faixa de alta frequência em um ouvido;
  • Vertigem.

A vertigem é um tipo de tontura marcada pela sensação de que você está se movendo mesmo que não esteja.

Ela pode interferir na hora de dirigir um veículo, em seu trabalho e outras atividades diárias.

Em casos muito raros as complicações causadas pela vertigem podem incluir perda auditiva permanente.

Um dos problemas do por que a labirintite dá sono é que alguns dos seus sintomas interferem diretamente no sono.

Interferência da vertigem no sono

Como a vertigem é causada principalmente por problemas nos ouvidos, a maneira como você dorme pode afetar a intensidade da sua vertigem.

Há certas coisas que você pode fazer tanto quanto seus hábitos de dormir incluindo posição do corpo e da cabeça como a maneira como lida com as coisas antes de dormir que pode te ajudar a garantir uma boa noite de sono.

Dormir bem será o seu primeiro e maior objetivo se você quiser manter a sua vertigem sob controle e dormir mal durante a noite pode levar a problemas reais como vertigem durante o dia seguinte.

Quanto mais cansado você estiver, mais sensível estará a questões externas e internas e se não dormiu o suficiente pode descobrir que está muito mais suscetível a um ataque de vertigem e enjoo.

Esse é um dos motivos que fazem com que pessoas afirmem que labirintite dá sono, porque na verdade a vertigem, que é um dos seus sintomas, interfere na qualidade do seu sono durante a noite fazendo com que você sinta sono durante o dia.

Associação da vertigem vestibular e duração anormal do sono

Vários estudos pequenos realizados tanto em animais como em humanos sugeriram uma relação entre a função vestibular e o sono.

Um estudo avaliou a associação entre vertigem vestibular e duração do sono em uma amostra grande e representativa de adultos nos Estados Unidos.

Como resultado, trinta por cento dos participantes com vertigem vestibular relataram duração anormal do sono (15,5% de curta e 14,8% de longa duração).

Nas análises ajustadas os participantes com vertigem vestibular apresentaram uma razão de risco relativo (RRR) de 1,75 com curta duração do sono em comparação com pessoas sem vertigem vestibular e 1,55 RRR com longa duração do sono comparados com pessoas sem vertigem vestibular.

Este estudo apresentou evidências epidemiológicas que apoiam a associação entre função vestibular e duração do sono.

Pessoas com vertigem vestibular apresentaram maior RRR para duração do sono anormalmente curta ou longa, porém mais pesquisas são necessárias para avaliar essa associação.

Enxaqueca vestibular

As causas da enxaqueca vestibular nem sempre são claras, mas assim como a labirintite também estão relacionadas ao ouvido interno, nervos e vasos sanguíneos.

O sistema vestibular do ouvido interno e do cérebro controla o equilíbrio e como as pessoas endentem o espaço em que estão, e como explicado anteriormente, a labirintite é um distúrbio que ocorre no ouvido interno.

A enxaqueca vestibular é diagnosticada quando o sistema vestibular é afetado repetidamente em episódios com duração de minutos ou horas principalmente em pessoas com históricos de enxaqueca.

Esse é o motivo pelo qual a labirintite pode vir acompanhada de dor de cabeça, e muitas pessoas que sofrem de enxaqueca também apresentam sintomas vestibulares e de labirintite.

Isso sem falar que a dor de cabeça pode interferir na qualidade do seu sono e fazer com que você se sinta cansado e sonolento durante o dia.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já se perguntou se labirintite da sono? Conhece alguém que já passou por isso? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Labirintite Dá Sono? Dor de Cabeça?surgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Labirintite Dá Sono? Dor de Cabeça? visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Excesso de Vitamina B12 Faz Mal? Sintomas e Cuidados

Entenda se o excesso de vitamina B12 faz mal e quais os sintomas e cuidados necessários.

O excesso de algumas vitaminas, como por exemplo vitamina A ou D pode ser prejudicial para a saúde, e por isso algumas pessoas se perguntam se o excesso de vitamina B12 faz fam.

A vitamina B12 é vital para a vida das pessoas devido ao seu papel na produção de glóbulos vermelhos, no apoio à função dos nervos e do cérebro e na produção do DNA.

Como a vitamina B12 oferece vários benefícios para a saúde é muito importante manter uma dieta com alimentos ricos nesta vitamina para evitar a  falta da B12.

Se a sua dieta não fornecer uma quantidade suficiente desta vitamina pode ser necessário tomar suplementos, porém alguns contêm mais do que a dose diária recomendada.

O que poucas pessoas sabem é que o corpo não armazena vitamina B12 e por isso, tomar uma quantidade maior do que a necessária não é prejudicial e por isso a overdose de vitamina B12 é quase impossível.

Quanto de vitamina B12 é excessivo?

As pessoas que mantém uma dieta equilibrada e consomem alimentos derivados de animais, como carnes, leites e ovos devem receber a quantidade suficiente de vitamina B12 através da sua alimentação.

Porém, pessoas que tomam medicamentos que afetam a absorção de vitamina B12, mulheres grávidas ou que amamentam, veganos ou qualquer pessoa com uma condição que afeta negativamente a absorção tem uma necessidade maior da suplementação de vitamina B12.

Embora dosagens de mais de 2,000 mcg sejam consideradas seguras, é sempre melhor evitar o consumo em excesso de qualquer vitamina especialmente quando não há necessidade.

Embora seja improvável que doses altas diárias de vitamina B12 causem danos à maioria das pessoas, doses extremamente altas devem ser evitadas a menos que prescritas por um profissional de saúde.

O Serviço de Suplementos Dietéticos (Office of Dietary Supplements – ODS) do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos não fornece um limite para o excesso de vitamina B12 porque as pessoas geralmente a toleram bem.

De acordo com um artigo da revista acadêmica American Family Physician, os pesquisadores descobriram que os suplementos que contêm até 1.000 vezes a ingestão diária recomendada (IDR) são seguros.

O corpo não absorve muito bem a vitamina B12 e a pesquisa sugere que ele absorve apenas 9,7 microgramas (mcg) de uma dose de 500 mcg o que é apenas 2%.

De acordo com o ODS, os IDRs da vitamina B12 por idade são:

  • 0-6 meses: 0,4 mcg
  • 7-12 meses: 0,5 mcg
  • 1-3 anos: 0,9 mcg
  • 4-8 anos: 1,2 mcg
  • 9-13 anos: 1,8 mcg
  • 14 anos ou mais: 2,4 mcg

Durante a gravides, o IDR da vitamina B12 é de 2,6 mcg e durante a amamentação é de 2,8 mcg.

É possível o excesso de vitamina B12?

Se você está preocupada com o excesso de vitamina B12 em seu organismo, saiba que isso não é possível pois o corpo excreta qualquer excesso desta vitamina na urina.

Porém, é importante não exagerar na suplementação porque toda vitamina B12 desnecessária deve ser excretada pelos rins, e isso exerce uma pressão maior sobre o corpo, embora seja maleável.

Se você precisa tomas suplementos, geralmente o ideal é através de um suplemento com uma quantidade baixa para que o corpo não tenha que “estoca-la”.

Mesmo quando há distúrbios de absorção, doses orais na faixa de 1000 mcg serão suficientes.

Dosagens superiores a essa quantidade são úteis apenas em um contexto terapêutico ou diretamente após um período de deficiência de vitamina b12.

Excesso de vitamina B12 através de suplementos

O requisito diário de vitamina B12 é geralmente colocado em torno de 3 µg por dia para pessoas adultas.

No entanto, é possível obter uma ingestão muito maior através de fontes alimentares de vitamina B12, por exemplo: 100 g de fígado de vitela podem fornecer 60 µg de vitamina B12 – cerca de 2000% da necessidade diária, o que é um excesso desta vitamina.

Se você observar alguns suplementos modernos de vitamina B12, encontrará dosagens de até 5000 µg por dose, cerca de 160 000% da necessidade diária.

Embora isso possa parecer gigantesco e supérfluo, a ingestão diária de vitamina B12 por alimentos / suplementos não corresponde à quantidade real de vitamina que é absorvida.

É por isso que uma overdose às vezes é necessária com urgência para garantir que o corpo obtenha a quantidade suficiente, especialmente se houver um distúrbio de absorção.

Pesquisas recentes sugerem que as definições de deficiência e a dose diária recomendada podem ser definidas como muito baixas, enquanto que em qual o nível ocorre um excesso de oferta de B12 ainda não foi esclarecido.

Overdose de vitamina B12: Sintomas e efeitos colaterais

A vitamina B12 tem sido atualmente muito pesquisada, mas mesmo após décadas de estudo quase nenhum sintoma de overdose é conhecido mesmo quando há administração de doses extremamente altas. Consequentemente nenhuma dose máxima desta vitamina foi definida.

Devido à atividade de excreção mencionada acima, em teoria, é possível ingerir grandes quantidades desta vitamina sem que haja sintomas ou efeitos colaterais.

Somente a cianocobalamina, uma forma artificial de vitamina B12 usada para prevenir e tratar níveis baixos de B12 exige alguma cautela, pois quando ela se decompõe no corpo libera pequenas quantidades de cianeto, uma substância à qual algumas pessoas reagem mal.

Porém, em doses normais, essas quantidades são tão pequenas que geralmente são consideradas irrelevantes.

Em casos individuais, injeções intramusculares de altas doses de vitamina B12 levaram a respostas imunológicas leves, como irritações na pele e uma forma específica de acne.

Ondas de calor, tonturas e náuseas também foram relatadas, mas são atribuídas principalmente aos conservantes contidos nos suplementos e não à própria vitamina.

Ocasionalmente podem ocorrer efeitos colaterais graves das injeções de B12, como choques anafiláticos – cuja causa permanecer desconhecida.

De acordo com duas pesquisas realizadas sobre este assunto, isso ocorre principalmente quando é administrado a cianocobalamina.

Vitamina B12 e acne

Em alguns pacientes, doses particularmente altas de injeções de B12 levaram a surtos de acne, como foi mostrado em vários estudos. Infelizmente ainda não foi pesquisado o motivo pelo qual isso ocorre.

No entanto, a acne desapareceu assim que a suplementação com vitamina B12 terminou.

Ainda não foi esclarecido quais formas e doses de B12 desencadeiam esse a acne. Como já foi observado em doses de apenas 20 µg, o limiar parece ser diferente para cada pessoa.

A acne não é um sinal de overdose, na maioria dos casos a causa da reação é provavelmente uma disposição genética faltando cofatores como biotina ou alergia ao cobalto (B12 contém cobalto como o átomo central – daí o nome cobalamina).

Portanto, essa reação pode ocorrer quando há uma alergia ao cobalto. A falta de biotina também pode levar à acne, em muitos casos a ingestão simultânea de vitamina B12 e biotina faz com que a acne desapareça.

Excesso de vitamina B12 e gravidez

Segundo pesquisas, mesmo as mulheres grávidas não precisam se preocupar com o excesso de vitamina B12.

Como qualquer excesso de vitamina B12 é excreto pela urina, ele não entra na corrente sanguínea e por isso não atinge o feto.

Ao contrário desse receio, as mulheres grávidas devem prestar atenção à manutenção de um suprimento suficiente de vitamina B12 e ácido fólico bem como de outras vitaminas, pois uma deficiência pode danificar seriamente o feto.

Mulheres grávidas e que estão amamentando têm uma necessidade maior desta vitamina, cerca de 4-6 µg por dia e por isso uma atenção especial deve ser dada ao suprimento de B12 durante esse período.

No entanto, dosagens superiores de 500 µg não fazem sentido.

Dosagem alta X Várias pequenas doses

O tratamento da deficiência de vitamina B12 mostrou que no caso dos pacientes com distúrbios graves de absorção apenas os suplementos de B12 administrados por via oral em uma dose de cerca de 500 µg por dia levam a melhorias significativas nos marcadores relevantes.

Há muitos anos as dosagens de 500 -2.000 µg por dia são consideradas o padrão no tratamento da deficiência de B12, o que é fácil entender se considerar o metabolismo desta vitamina, pois a B12 é absorvida com a ajuda de uma molécula de transporte chamada de fator intrínseco.

Num metabolismo saudável, apenas cerca de 1,5 µg por dose podem ser absorvidos pelo organismo por ingestão via fator intrínseco mais 1% da dose entra adicionalmente na corrente sanguínea por difusão passiva.

Por exemplo, com uma dose de 500 µg de B12, apenas um máximo de 1,5 µg é absorvido via fator intrínseco e 5 µg via difusão passiva – essa “overdose” é portanto muito menor do que pode parecer inicialmente.

Se uma dose mais baixa for administrada, pode levar a uma oferta insuficiente quando houver um distúrbio de absorção.

Se por exemplo, for tomado um suplemento com 50 µg de B12, os 1,5 µg obtidos via fator intrínseco são quase completamente eliminados e apenas 0,5 µg são absorvidos por difusão passiva.

Apenas uma fracção da necessidade diária é obtida, apesar de se consumir uma dose aparentemente alta.

Como a maioria das pessoas com deficiência de B12 sofre de um distúrbio de absorção, elas dependem de pequenas quantidades que podem ser absorvidas por difusão passiva.

Sendo assim, uma overdose é quase que necessária para atingir os níveis desejados de B12.

Excesso de vitamina B12: complexo das vitaminas B

Embora as vitaminas do complexo B ofereçam diversos benefícios para a saúde, ao tomar um complexo de vitamina B é importante saber que é necessário prestar uma atenção especial nas vitaminas B5 e B6.

Isso porque a vitamina B5 pode causar dilatação vascular, náusea, coceira, alergias e dor de cabeça.

Se tomada em excesso (quantidades metidas por gramas) pode até causar danos no fígado e inflamação mucosa gástrica.

Já a vitamina B6 é inofensiva em quantidades usuais, mas a partir de 2 gramas ou mais pode levar a movimentos e distúrbios nervosos.

Excesso de vitamina B12 para desintoxicação

Há também outros casos em que uma overdose extrema de vitamina B12 é importante para que haja sucesso no tratamento.

Por exemplo, doses muito altas de hidroxocobalamina são usadas para tratar o envenenamento por cianeto, porque a vitamina se liga e elimina o cianeto.

Estudos demonstraram que doses muito altas de metilcobalamina são eficazes na regeneração dos nervos em camundongos e humanos.

Excesso de vitamina B12 através de suplementação oral

Por muito tempo as injeções intramusculares de doses altas de vitamina B12 foram consideradas particularmente eficazes no tratamento. Atualmente a maioria dos pesquisadores acredita que suplementos orais com altas doses e B12 são igualmente eficazes.

Isso mostra que os suplementos orais como cápsulas, comprimidos ou em gotas, podem ser tão potentes quanto as injeções quando administrados corretamente.

Se a absorção pelo intestino for ideal, doses orais diárias de 150-250 µg são suficientes. No caso de um distúrbio gastrointestinal, os suplementos devem conter pelo menos 500 µg para compensar com segurança a má absorção.

Como uma overdose é quase impossível, a tendência atual dos fabricantes é vender suplementos que contenham uma dose muito alta de vitamina B12.

Embora esses suplementos podem ser tomados por qualquer pessoa sem perigo, uma dose que excede muito os requisitos reais é um tanto quanto desnecessária.

Da mesma forma, muitos naturopatas recomendam uma ingestão diária em vez de grandes doses mensais ou semanais, o que faz com que o nível de vitamina B12 no sangue suba muito por um curto período de tempo.

Para atender às necessidades diárias, dosagens na faixa de 250-500 µg devem ser suficientes em quase todos os casos.

Conclusão

Embora atualmente não haja evidências que sugiram efeitos colaterais adversos do excesso de suplementação de vitamina B12, não há necessidade de tomar quantidades excessivamente altas desta vitamina.

A maioria dos profissionais de saúde não recomendam exceder a quantidade disponível em multivitaminas pré-natais ou diárias a menos que a pessoa tenha uma condição que as tornem deficientes nesta vitamina.

Se você está preocupado com seus níveis de vitamina B12 consulte o seu médico.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia se o excesso de vitamina b12 faz mal? Conhece alguém que já passou por isso? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Excesso de Vitamina B12 Faz Mal? Sintomas e Cuidadossurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Excesso de Vitamina B12 Faz Mal? Sintomas e Cuidados visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

8 Benefícios da Carne de Porco para Saúde e Boa Forma

Se antes ela era mal compreendida, hoje já se sabe sobre todos os benefícios da carne de porco, suas propriedades, para que serve, e como essa carne ajuda a cuidar da saúde e boa forma. Veja tudo isso neste artigo.

A carne de porco é mais nutritiva do que muitas pessoas podem imaginar. Ela é uma potência de vitaminas e minerais essenciais. Apenas 85 gramas desta carne magra cozida cobrem mais de um terço da necessidade diária de niacina, vitamina B6, tiamina e selênio.

Mesmo assim, até hoje as pessoas se perguntam se carne de porco faz mal à saúde, se grávida pode comer carne de porco, se carne de porco é remosa, entre várias outras perguntas que associam este alimento com problemas à saúde.

Ela é considerada a carne vermelha mais consumida em todo o mundo, especialmente no leste asiático, porém em certas religiões como no Judaismo e Islã o seu consumo é proibido, sendo inclusive proibida em muitos países islâmicos.

Embora o ideal seja consumi-la sem ser processada, existem muitos produtos fabricados com carne de porco processada, como presunto, bacon, carne de porco defumada, linguiças e salsichas.

Informações Nutricionais

Uma porção de 100 gramas de carne de porco contém:

  • Calorias: 271 kcal
  • Carboidratos: 0
  • Açúcar: 0
  • Gorduras totais: 17,04 g
  • Proteína 27,34 g
  • Colesterol: 90 mg
  • Sódio: 384 mg
  • Potássio: 351 mg

Propriedades da carne de porco

Gorduras

A carne de porco contém quantidades variáveis de gordura que geralmente permanece entre 10 e 16% mas pode ser muito maior dependendo do corte entre outros fatores.

A gordura de porco clarificada que também é chamada de banha de porco às vezes é usada como gordura para cozinhar.

Assim como outros tipos de carne vermelha, essa carne é composta principalmente de gorduras saturadas e insaturadas que estão presentes em quantidades aproximadamente iguais.

Por exemplo, uma porção de 100 gramas de carne de porco moída cozida contém cerca de 9,3 gramas de gordura monoinsaturada, 7,7 gramas de gordura saturada e 1,9 grama de gordura poli-insaturada.

Já a sua composição de ácidos graxos é ligeiramente diferente das carnes de animais ruminantes como a carne de cordeiro ou bovina.

Essa carne contém um baixo teor de ácido linoleico conjugado (CLA) e um pouco mais de gorduras insaturadas.

Proteína

Uma das propriedades da carne de porco é que ela é composta principalmente por proteínas, correspondendo a 26% do seu peso quando está fresca.

Quando está seca, o teor de proteína da carne de porco magra pode chegar a 89%, e por isso ela é considerada uma das fontes alimentares mais rica neste nutriente.

Ela contém todos os nove aminoácidos essenciais que são necessários para o crescimento e a manutenção do seu corpo sendo considerada uma das fontes alimentares mais completas de proteínas.

Por esse motivo, comer carne de porco pode ser particularmente benéfico para fisiculturistas, pessoas após uma cirurgia, atletas em recuperação ou outas pessoas que precisam desenvolver ou reparar seus músculos.

Vitaminas e minerais

Como mencionado anteriormente, essa carne é uma rica fonte de vitaminas e minerais, veja quais são e para que serve.

  • Vitamina B12: Quase que exclusivamente encontrada em alimentos de origem animal, a vitamina B12 é importante para a formação do sangue e a função cerebral. Sua deficiência pode causar anemia e danos aos neurônios.
  • Ferro: Em comparação com outras carnes como por exemplo a bovina ou cordeiro, ela contém menos ferro, porém a absorção do ferro proveniente da carne (ferro-heme) pelo trato digestivo é muito eficiente e por isso ela pode ser considera uma excelente fonte deste mineral.
  • Vitamina B3: Uma das vitaminas do complexo B, a niacina ou vitamina B3 serve para uma variedade de funções em seu corpo e é importante para o metabolismo e o crescimento das pessoas.
  • Selênio: É considerada uma das melhores fontes desse mineral essencial bem como outros alimentos de origem animal, como frutos do mar, laticínios, ovos e outros tipos de carnes.
  • Tiamina: Ao contrário dos outros tipos de carne vermelha, ela é particularmente rica em tiamina, uma das vitaminas do complexo B que desempenha um papel essencial em várias funções do corpo.
  • Vitamina B6: A vitamina B6 é importante para a formação dos glóbulos vermelhos.
  • Fósforo: O fósforo geralmente é um grande componente da dieta das pessoas e é essencial para o crescimento e manutenção do corpo.
  • Zinco: Este é um mineral muito importante que se encontra em abundância na carne de porco. Ele é essencial para a saúde do cérebro e do sistema imunológico.

A carne de porco contém boas quantidades de muitos outros minerais e vitaminas, porém, é importante lembrar que os produtos processados desta carne, como por exemplo o bacon, salsicha e presunto, contêm grandes quantidades de sal (sódio) e o excesso de sal não faz bem para a saúde.

Outros componentes da carne de porco

Assim como as plantas, os alimentos de origem animal contêm várias substâncias bioativas que podem ser benéficas para a saúde. São elas:

  • Colesterol: É um esterol presente tanto nas carnes como em outros alimentos derivados de animais como ovos e laticínios.

Para a maioria das pessoas, quando consumido com moderação ele não afeta os níveis de colesterol no corpo.

  • Taurina: Presente em peixes e carnes, é um aminoácido antioxidante formando pelo corpo.

A sua ingestão dietética pode ser benéfica para a função cardíaca e muscular.

  • Creatina: A creatina é abundante nas carnes e funciona como uma fonte de energia para os músculos.

Trata-se de um suplemento bastante popular entre os fisiculturistas pois acredita-se que ele melhora o crescimento e a manutenção muscular.

  • Glutationa: É um antioxidante presente em grandes quantidades nas carnes, porém que também pode ser produzido pelo corpo. Ainda não é claro o seu papel como nutriente.

Benefícios da carne de porco para a saúde e boa forma

Como você pode ver a carne de porco é rica em várias vitaminas e minerais além de proteínas de alta qualidade.

Quando cozida adequadamente ela pode ser uma parte excelente de uma dieta saudável. Por isso, veja agora seus benefícios para a saúde e boa forma e para que serve a carne de porco.

1. Melhora o desempenho durante o exercício físico

O consumo de carne de porco pode melhorar a função muscular e o seu desempenho físico, pois além de ser rica em proteínas de alta qualidade, ela contém uma variedade de nutrientes saudáveis que são benéficos para os músculos.

Entre esses nutrientes estão a creatina, taurina e beta-alanina.

A beta-alanina é um aminoácido que o corpo utiliza para produzir carnosina, o que é muito importante para a função muscular.

De fato, altos níveis de carnosina nos músculos das pessoas têm sido associados à uma fadiga menor e melhor desempenho físico.

Pessoas que seguem dietas veganas ou vegetarianas têm um baixo teor de beta-alanina, o que reduz a quantidade de carnosina nos músculos ao longo do tempo.

Por outro lado, a alta ingestão de beta-alalina, inclusive a parte de suplementos, aumenta os níveis de carnosina muscular.

Sendo assim, comer carne de porco ou outras fontes ricas de beta-alanina pode ser benéfico para as pessoas que desejam maximizar o seu desempenho físico.

2. Manutenção da massa muscular

Assim como a maioria dos alimentos de origem animal, a carne de porco é uma excelente fonte de proteína de alta qualidade e por isso um dos seus benefícios é a manutenção da massa muscular.

Com a idade, manter a sua massa muscular é muito importante para a saúde, já que sem exercícios e dieta adequada, ela degenera naturalmente à medida que a pessoa envelhece.

Essa mudança está associada a muitos problemas de saúde relacionados ao envelhecimento.

Nos casos mais graves, a perda de massa muscular leva a uma condição de saúde chamada sarcopenia, que é caracterizada por níveis muitos baixos de massa muscular e redução da qualidade de vida.

A sarcopenia é mais comum em adultos mais velhos e a ingestão inadequada de proteínas de alta qualidade pode acelerar a degeneração muscular relacionada à idade aumentando o risco desta doença.

Comer carne de porco ou outros alimentos ricos em proteínas é uma excelente maneira de garantir a ingestão suficiente de proteínas de alta qualidade que podem ajudar a preservar a massa muscular.

Outros benefícios da carne de porco para a saúde são:

  • A vitamina B6 presente na carne de porco ajuda no metabolismo de gorduras, carboidratos, proteínas e mantém o bom funcionamento do sistema nervoso.
  • Ajuda manter os dentes fortes.
  • O seu conteúdo de ferro é facilmente absorvido pelo organismo e aumenta a produção de energia.
  • A presença de Roboflavina ajuda na manutenção de problemas de pele e saúde. Ela também repara os tecidos danificados e extrai energia dos alimentos.
  • Ajuda na produção de glóbulos vermelhos.

Basicamente, a carne de porco faz bem para os olhos, pele, ossos, sangue, sistema nervoso, desempenho físico e mental e a sua ingestão garante uma imunidade melhor para o organismo devido à presença de antioxidantes essenciais.

Cuidados com o consumo de carne de porco

Você deve evitar a ingestão de carne de porco crua ou malpassada, porque ela pode conter vários tipos de parasitas que podem infectar os seres humanos.

Lombrigas parasitas

Triquinela é uma família de vermes parasitas que causam uma doença conhecida como triquinose ou triquinelose.

Embora essa condição seja incomum em países desenvolvidos, comer carne de porco crua ou malpassada pode aumentar o seu risco especialmente quando a carne é proveniente de porcos selvagens ou de criadouros particulares, como os criados em sítios e chácaras.

Na maioria das vezes, a triquinelose apresenta sintomas muito leves, como dor de estômago, diarreia, azia e náusea ou até mesmo nenhum sintoma.

Ainda assim, ela pode evoluir para uma condição séria de saúde, principalmente em adultos mais velhos.

Em alguns casos, pode levar a dor muscular, fraqueza, inchaço ao redor dos olhos e febre.

Tênia

A tênia (Taenia solium) presente na carne de porco é um parasita intestinal que chega a atingir um cumprimento de 2 a 3 metros.

Nos países desenvolvidos é muito raro acontecer a infecção com este parasita, porém aqui no Brasil, como em outros países da América do Sul, Central, África e Ásia, ela é uma preocupação.

Na maioria das vezes essa infecção é completamente inofensiva e não causa sintomas, porém, ocasionalmente pode levar a uma doença conhecida como cisticercose, que estimasse atingir cerca de 50 milhões de pessoas anualmente.

Um dos sintomas mais graves da cisticercose é a epilepsia, sendo que ela é considerada uma das principais causas de epilepsia adquirida do mundo.

Toxoplasmose

Toxoplasma gondii é o nome científico de um protozoário parasitário – animal unicelular visível apenas ao microscópio.

Ele é encontrado em todo o mundo e estima-se que esteja presente em aproximadamente um terço de todas as pessoas.

Em países desenvolvidos, a causa mais comum de infecção de toxoplasmose é o consumo de carne de porco crua ou malpassada.

Geralmente está infecção não causa sintomas, mas pode ocorrer em pessoas com sistema imunológico fraco.

Os sintomas da toxoplasmose geralmente são leves, mas podem ser prejudiciais para o feto e causar risco de vida em pessoas que estão com o sistema imunológico fraco.

Carne de porco e câncer

Muitos estudos observacionais observaram uma ligação entre a carne vermelha e o risco de câncer de cólon, embora a evidência não seja totalmente consistente.

É difícil provar que a carne de porco causa câncer nas pessoas já que esses estudos não podem fornecer evidências de uma relação direta de causa e efeito.

Ainda assim, a ideia de que uma alta ingestão de carne causa câncer é plausível especialmente no caso das carnes cozidas em fogo alto, pois quando cozida em excesso, ela pode conter várias substâncias cancerígenas, principalmente as aminas heterocíclicas.

As aminas heterocíclicas são uma família de substâncias prejudiciais encontradas em quantidades relativamente altas em carnes, peixes ou outras fontes de proteínas animais bem cozidas ou cozidas em excesso.

Elas são formadas quando a proteína animal é exposta a temperaturas muito altas durante o cozimento, seja através do churrasco, assado, cozida ou frita.

Estudos sugerem que alimentos ricos em aminas heterocíclicas aumentam o risco de vários tipos de câncer, como cólon, próstata e mama.

Apesar dessas evidências, o papel do consumo de carne no desenvolvimento do câncer ainda não está claro, e no contexto de uma dieta saudável, a ingestão moderada de carne de porco cozida de maneira adequada provavelmente não aumenta o risco de câncer.

Mas lembre-se, que para manter uma saúde ideal, é bom limitar o consumo de carne de porco principalmente das que foram cozidas em excesso.

Carne de porco e doenças cardíacas

As doenças cardíacas são a principal causa de morte prematura em todo o mundo e inclui condições diversas como ataques cardíacos, pressão alta e derrames.

Estudos observacionais realizados sobre a carne vermelha e doenças cardíacas chegaram a diferentes resultados.

Alguns mostram um risco maior para a carne vermelha tanto processada como não processada e muitos riscos aumentados somente para as carnes processadas, enquanto que outros não encontraram nenhum vínculo significativo.

Não há evidências claras de que a própria carne cause doenças cardíacas, os estudos observacionais apenas revelam associações, porém não podem fornecer uma evidência de relação direta de causa e efeito.

É claro que a alta ingestão de carne está ligada a fatores de estilo de vida que são prejudiciais à saúde, como baixo consumo de frutas e vegetais, pouca atividade física, fumar e comer em excesso.

A maioria dos estudos observacionais tentam corrigir esses fatores, e uma hipótese popular liga o colesterol e o teor de gordura saturada da carne a um risco aumentado da doença cardíaca.

No entanto, o colesterol consumido através da dieta tem pouco ou nenhum efeito sobre os níveis de colesterol na maioria das pessoas e muitos cientistas não consideram isso um problema de saúde.

A ligação entre gorduras saturadas e doenças cardíacas é controversa e alguns cientistas começaram a menosprezar o seu papel nas doenças cardíacas.

Sendo assim, é pouco provável que o consumo moderado de carne de porco magra como parte de uma dieta saudável aumente o risco de doenças cardíacas.

Quando consumida de maneira correta e moderadamente, a carne de porco oferece vários benefícios pois contém várias propriedades benéficas para a saúde e boa forma, basta cozinha-la bem mas sem excesso e não exagerar nas porções.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia os 8 benefícios da carne de porco para saúde e boa forma? Pretende consumir mais na sua rotina? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
8 Benefícios da Carne de Porco para Saúde e Boa Formasurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
8 Benefícios da Carne de Porco para Saúde e Boa Forma visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Diabético Pode Fazer Jejum Intermitente?

É importante descobrir se diabético pode fazer jejum intermitente, pois esta prática vem crescendo em todo o mundo e ajudando milhares de pessoas a perderem peso e melhorarem sua saúde.

O jejum intermitente é um tipo de dieta na qual as pessoas alternam entre períodos que podem comer e períodos que jejuam e não especifica os alimentos permitidos durante esta janela de alimentação.

Existem várias maneiras de praticar o jejum intermitente e dessa forma fica mais facil aproveitar os benefícios do jejum para a saúde e do jejum para a perda de peso.

Como cada vez mais pessoas estão aderindo ao jejum muitos rumores sobre esta prática para melhorar a saúde estão surgindo.

Por isso, é comum as pessoas com diabetes se perguntarem se é seguro, se irá ajudar a perder peso, controlar o açúcar no sangue e até mesmo precisar tomar menos remédios.

Efeitos do jejum intermitente no diabetes

Alguns estudos sugerem que o diabético pode fazer jejum intermitente e que ele pode ser útil para as pessoas com essa condição de saúde, porém ele não é o tratamento principal.

A American Diabetes Association (Associação Americana do Diabetes) não recomenda o jejum como uma técnica para gerenciar o diabetes, pois a associação afirma que mudanças no estilo de vida, incluindo terapia nutricional médica e mais atividade física são os pilares da perda de peso e controle do diabetes.

Se você tem diabetes e pretende começar a praticar o jejum, é importante saber quais são os riscos, como evita-los e por que deve consultar o seu médico primeiro.

Grande parte das pesquisas sobre esta prática foi realizada em animais de laboratório, e os cientistas estão estudando os seus efeitos nas pessoas, incluindo aquelas com diabetes.

Embora as descobertas iniciais sejam promissoras, elas ainda são incertas.

O jejum pode ter alguns benefícios gerais para a saúde. Por exemplo, poderia reduzir a inflamação, ajudar na perda de peso e diminuir o colesterol.

Ele também pode melhorar a maneira como o seu corpo gerencia os níveis de açúcar no sangue (glicose) e reduzir a resistência à insulina.

Estudos sobre diabetes e jejum intermitente

Um pequeno estudo foi realizado com três homens que tiveram diabetes tipo 2 por cerca de 10 e 25 anos.

Com supervisão médica, os homens jejuavam a cada dois ou três dias por semana, e dentro de um mês todos os homens conseguiram parar de tomar insulina e em menos de um ano foram capazes de reduzir ou interromper outros medicamentos para diabetes.

Um outro estudo pequeno realizado com 10 homens obesos com diabetes tipo 2 pediu para que eles seguissem um plano alimentar com restrição de tempo.

Como resultado, ao longo de 6 semanas eles melhoraram sua glicemia e perderam peso.

Estudos maiores são necessários para confirmar esses achados e ver quanto tempo os resultados duram. Também não está claro qual é o melhor plano de jejum ou com que frequência você precisa fazê-lo.

A Associação Americana do Diabetes observa que se você estiver obeso ou acima do peso, a perda de peso irá te ajudar a diminuir o nível de A1c, que é um indicador do controle de açúcar no sangue nos últimos 2-3 meses e a diminuir o risco de sequelas.

O jejum também pode afetar a quantidade de insulina necessária. Em um estudo com pessoas com diabetes tipo 1 que mantiveram um plano de jejum, elas conseguiram diminuir a dose de insulina que tomavam.

Alguns órgãos do corpo que desempenham um papel na diabetes também podem se beneficiar do jejum.

Seu corpo armazena glicose extra no fígado em forma de glicogênio, e se você não come, o corpo começa a queimar gordura em vez de glicogênio para obter energia, o que ajuda na perda de peso.

A prática do jejum também dá uma pausa no fígado e no pâncreas, que produz a insulina, o hormônio que controla o açúcar no sangue.

Benefícios do jejum intermitente para diabetes tipo 1 e 2

A resistência à insulina é a característica mais proeminente do diabetes tipo 2 e sabe-se que ela melhora com a restrição calórica.

Após um período de jejum, a sensibilidade à insulina aumenta e os seus níveis no sangue caem, o que resulta em melhores níveis de glicemia durante o jejum e após uma refeição (insulina pós-prandial).

Além disso, como a insulina induz o crescimento do tecido adiposo, há menos propensão ao ganho de peso e pode potencialmente levar à perda de peso.

Já foi demonstrado em vários estudos de pequeno e curto prazo que o jejum intermitente é eficaz como restrição calórica diária e quando realizado com frequência pode ser uma opção para perda de peso saudável, porém evidências indicam que ele não é o melhor método de emagrecimento.

A resistência à insulina está associada a um estado inflamatório aumentando, incluindo proteína C reativa elevada, adiponectina reduzida, tamanho de partícula de lipoproteína de baixa densidade (LDL – colesterol “ruim”) mais baixa e outros fatores metabólicos que contribuem ou estão associados com a aterosclerose e ao desenvolvimento de doença arterial coronariana.

Além disso, sabe-se que a insulina é tanto aterogênica quanto aumenta o risco de retenção de líquidos e insuficiência cardíaca congestiva, por isso, a redução dos seus níveis através do jejum intermitente teria o potencial de reduzir os principais problemas cardiovasculares.

Junto com a restrição calórica, a prática deste tipo de jejum demonstrou melhorar várias vias metabólicas e inflamatórias, o que resulta na diminuição da disfunção vascular e por isso espera-se que melhore o risco cardiovascular e / ou mortalidade, porém mais pesquisas ainda são necessárias.

No geral, os estudos mostram que atualmente ainda são necessários mais dados para recomendar a prática do jejum intermitente ou dietas de baixa caloria para prevenir ou tratar o diabetes, mas dados sugerem que o diabético pode fazer jejum intermitente.

Riscos do jejum intermitente para diabéticos

Muitas pessoas se perguntam se o jejum intermitente faz mal, e assim como toda dieta, se não feito corretamente, ele pode causar alguns problemas de saúde, principalmente para pessoas com diabetes.

Quando você jejuar, pelo menos no início irá sentir fome, além do que, você também poderá se sentir irritado e sonolento.

Não se alimentar pode causar dor de cabeça, e se jejuar por mais de um dia, o seu corpo poderá não receber a quantidade necessária de nutrientes.

Porém, o grande perigo do jejum para diabéticos é que os níveis de açúcar no sangue podem ficar perigosamente baixos, o que é conhecido como hiperglicemia.

Isso é especialmente verdade se você tomar medicamentos, como por exemplo, insulina, para controlar seu diabetes, pois se não comer, seus níveis de açúcar no sangue ficarão mais baixos e os medicamentos podem diminuir ainda mais podendo levar à hipoglicemia.

A hipoglicemia pode fazer com que você se sinta com tontura, desmaie ou em casos mais graves, até mesmo entre em coma.

Quando você quebra o jejum comendo algo, também pode ter mais chances de desenvolver níveis muito altos de açúcar no sangue, o que os médicos chamam de hiperglicemia.

Isso só acontece se você comer muitos carboidratos, por isso, se a sua dieta pede que você coma muitos alimentos ricos em carboidratos, talvez ela não seja a ideal para você.

Conclusão

O jejum intermitente quando realizado por razões de saúde por pacientes com diabetes tipos 1 e 2 foi demonstrado em alguns estudos que induz a perda de peso e reduz as necessidades de insulina.

Embora essas sejam descobertas empolgantes e tenha chamado a atenção de muitas pessoas, é necessária uma abordagem sensata para implementar regimes de jejum e segui-los a longo prazo principalmente entre as pessoas com diabetes.

Os benefícios a longo prazo do jejum, incluindo a redução do risco cardiovascular, ainda precisam ser totalmente estudados especialmente em humanos.

Os médicos devem moderar os seus entusiasmos pelo jejum intermitente pois seus riscos e benefícios ainda precisam ser mais estudados e explorados em humanos.

Boas evidências de estudos epidemiológicos, ensaios piloto de intervenção e alguns ensaios randomizados sugerem que os seus benefícios superam os possíveis danos em um indivíduo comum.

Mas este não é o caso das pessoas com diabetes já que suas necessidades pessoais exigem uma consideração mais cuidadosa.

Com o ajuste adequado da medicação e o auto-monitoramento dos níveis de glicose no sangue, o jejum intermitente pode ser incentivado e implementado com segurança entre as pessoas com diabetes.

Antes de começar a jejuar

Como você pode ver, embora mais pesquisas sejam necessárias e alguns cuidados devem ser tomados, diabético pode fazer jejum intermitente, porém antes de começar essa prática você deve falar com o seu médico.

Se você tem diabetes tipo 1 ou outros problemas de saúde devido a diabetes ou teve hipoglicemia, seu médico pode recomendar que não faça o jejum.

Caso o seu médico diga que está tudo bem em fazer o jejum intermitente, pergunte se há necessidade de medir o açúcar no sangue com mais frequência ou ajustar o medicamento para diabetes durante e após o jejum.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já se perguntou se diabetico pode fazer jejum intermitente? Conhece alguém que possa confirmar? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Diabético Pode Fazer Jejum Intermitente?surgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Diabético Pode Fazer Jejum Intermitente? visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com