Como Usar Tapioca para Ganhar Massa Muscular

Tapioca

Um dos grandes benefícios da tapioca é o fato dela ser livre de glúten, tornando-se uma opção de alimento viável para quem não pode ingerir a proteína porque sofre com a doença celíaca ou algum tipo de sensibilidade ao glúten ou para aqueles que simplesmente escolheram seguir uma dieta sem glúten, mesmo sem ter algum problema de saúde que impeça a ingestão da proteína.

Mas algo que muitos já podem ter ouvido falar é que a tapioca pode ser um alimento fit. Pois é, entretanto, para que esse ingrediente rico em carboidratos realmente possa contribuir com o objetivo fitness de alguém, é necessário saber como usá-lo.

E é justamente isso o que vamos aprender abaixo: como a tapioca pode ser utilizada para contribuir com o ganho de massa muscular.

Primeiro ponto: conhecer a tapioca

Quando se analisa a tapioca a partir de um ponto de vista nutricional, o que se tem é um alimento rico em carboidratos, com um teor que é mais elevado do que o encontrado na batata branca. Além disso, a tapioca é composta puramente por carboidratos e os seus carboidratos são de índice glicêmico elevado.

A tapioca praticamente não apresenta fibras, gorduras ou proteínas na sua composição. Com isso, os seus carboidratos entram muito rapidamente na corrente sanguínea e provocar picos nos níveis de açúcar (glicose) no sangue e de insulina.

O papel da tapioca no pós-treino

Para quem acabou de fazer treinos de força com foco na hipertrofia, esse pico de insulina promovido pela ingestão da tapioca é desejável porque facilita a entrada das proteínas de alto valor biológico nas células, de modo que ocorra a reparação e o crescimento do tecido muscular.

Ao lado das proteínas de alto valor biológico, os carboidratos de alto índice glicêmico – que provocam pico de insulina e estão presentes na tapioca – são necessários para a refeição pós-treino para que se tenha uma boa repleção e uma boa construção muscular.

Para fazer uma refeição boa e barata que obedeça a esses parâmetros dá para combinar a clara de ovo com a tapioca, em uma receita de crepioca, com um pouquinho de sal ou orégano para dar um gostinho à preparação.

Outra opção neste sentido é preparar a tapioca normalmente e rechear com o ovo cozido picadinho ou com a clara do ovo mexida. Mas atenção: a recomendação para o pós-treino é usar somente a clara e deixar a gema para outro momento, uma vez que a gema tem gorduras e as gorduras podem desacelerar a digestão e a absorção de nutrientes.

Frango cozido desfiado, carne moída refogada com pouca gordura e atum ao natural (sem óleo) também são alternativas de fontes de proteínas de alto valor biológico que podem funcionar bem com a tapioca na refeição pós-treino.

No entanto, tenha em mente – quanto menos gorduras a fonte de proteínas apresentar melhor será. Justamente por isso é que a clara do ovo foi mencionada, uma vez que se trata de proteína pura.

E quanto à tapioca nos outros momentos do dia?

Enquanto o pico de insulina gerado pelos carboidratos de alto índice glicêmico da tapioca é importante para o pós-treino, em outros períodos ele não é nada interessante. Isso porque nesses outros horários o pico de insulina pode resultar em resistência à insulina e acúmulo de gordura abdominal. Pois é, quando consumida de maneira equivocada, a tapioca pode engordar.

Se for para consumir tapioca no pré-treino ou em outras refeições como café da manhã, lanchinho da tarde ou lanchinho da noite, o ideal é que ela venha acompanhada de uma fonte de proteínas – como peito de frango desfiado, ovo inteiro, atum ou uma proteína vegetal completa, por exemplo – e de uma fonte de fibras – como chia ou linhaça, que podem ser misturadas na própria massa da tapioca.

Também dá para acompanhar a tapioca com um salada de vegetais ricos fibras e temperá-la com azeite de oliva que é fonte de gorduras boas. O abacate também funciona como uma boa adição à tapioca porque é outra fonte de gorduras boas, ao mesmo tempo em que contém fibras.

As proteínas de alto valor biológico, as fibras e as gorduras saudáveis servem para tornar mais lenta a absorção dos carboidratos da tapioca e não produzir todo esse pico de insulina. Mas atenção: é preciso certificar-se de escolher alimentos saudáveis para acompanhar a tapioca e obter tal efeito.

Outra ressalva importante é que tudo isso que foi dito aqui não é aplicável ou bom para o pós-treino porque vai retardar a absorção dos carboidratos da tapioca e das proteínas que o acompanham, não provocando o pico de insulina que é necessário para transportar os aminoácidos até o tecido muscular e promover a construção muscular.

Vídeo:

Gostou das dicas?

Você tem costume de consumir tapioca no seu dia a dia? Pretende incluir agora que sabe que ajuda na construção de massa muscular? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Como Usar Tapioca para Ganhar Massa Muscularsurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Como Usar Tapioca para Ganhar Massa Muscular visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Xarope de Agave Engorda? Quais os Benefícios? O Que é e Como Usar

Agave

Veja quais são os benefícios do xarope de agave, o que é esse ingrediente e como usar em suas receitas, além de entender se ele engorda.

Você já leu alguma receita que pedia o xarope de agave na lista de ingredientes, mas não tinha ideia do que se tratava o produto? Vamos conhecer melhor o ingrediente e saber quais são os seus possíveis benefícios?

Seria ele a mesma coisa do néctar de agave ou há diferenças? Aproveite para conhecer melhor o que é agave e para que serve.

O que é o xarope de agave?

Também conhecido pelo nome de néctar de agave, o xarope de agave é um adoçante natural extraído de diversas espécies da planta agave, que cresce principalmente no México e na África do Sul.

O processo de obtenção do produto começa com a planta sendo cortada e prensada para que a sua seiva doce seja extraída. Durante a fabricação, essa seiva também é exposta ao calor e/ou enzimas, que fazem com que os seus frutanos (que são fibras saudáveis) sejam extraídos e decompostos na forma de frutose.

O xarope de agave apresenta uma consistência parecida com a do mel, entretanto, é um pouco mais fino.

Quais os benefícios do xarope de agave?

O produto é rico em frutose, que ao contrário da glicose, não aumenta os níveis de açúcar do sangue em curto prazo.

O néctar de agave tem um índice glicêmico muito baixo – principalmente porque quase todo o seu açúcar é frutose. Ele tem muita pouca glicose, pelo menos quando comparado ao açúcar regular.

Um estudo recente com ratos comparou os efeitos metabólicos do néctar de açúcar e sacarose (açúcar de mesa) depois de 34 dias. Os ratos que ingeriram o néctar de agave ganharam menos peso e tinham menores níveis de açúcar no sangue e de insulina. Em um estudo de tão curto prazo, a glicose eleva o açúcar sanguíneo e os níveis de insulina, enquanto a frutose não.

Entretanto, precisamos ter muito cuidado e precaução antes de classificar o xarope de agave como um produto saudável. O índice glicêmico é somente um dos fatores que devem ser considerados na avaliação dos efeitos dos adoçantes para a saúde.

Os efeitos prejudiciais do agave – e do açúcar de maneira geral – têm muito pouco a ver com o índice glicêmico, mas tudo com as quantidades elevadas de frutose – e o néctar de agave é muito rico em frutose.

Mas qual o problema com a frutose? O xarope de agave engorda?

Antes de tudo, precisamos esclarecer que quando falamos da frutose, não estamos nos referindo ao açúcar naturalmente encontrado nas frutas e nem estamos dizendo que você deve deixar de consumi-las, uma vez que são alimentos saudáveis, compostos por fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes. Estamos nos referindo à frutose dos produtos industrializados e processados como o xarope de agave.

Enquanto toda célula do seu corpo pode metabolizar a glicose, o seu fígado é o único órgão que pode metabolizar a frutose em quantidades significativas. Consumir a frutose adicionada em excesso pode causar estragos na sua saúde metabólica e contribuir com a resistência à insulina, síndrome metabólica, doença cardíaca e diabetes do tipo 2.

Mas por que será que isso acontece? O que ocorre é que o fígado fica sobrecarregado e começa a transformar a frutose em gordura. O resultado disso é a elevação do triglicerídeos no sangue.

Muitos pesquisadores acreditam que parte dessa gordura pode se alojar no fígado, resultando na doença hepática gordurosa. Isso pode provocar grandes aumentos de longo prazo nas taxas de açúcar no sangue e insulina, aumentando o risco de desenvolver a síndrome metabólica e a diabetes do tipo 2.

Tenha em mente que o néctar de agave tem aproximadamente 85% de frutose – o que é muito mais alto do que o açúcar comum. Nada disso se aplica às frutas integrais, que são carregadas de fibras e fazem com que você se sinta saciado rapidamente. O seu corpo está bem equipado para lidar com as pequenas quantidades de frutose encontradas nas frutas.

A ingestão exagerada de frutose também pode aumentar os níveis do colesterol ruim e provocar o acúmulo de gordura abdominal – o que responde a nossa pergunta se o xarope de agave engorda.

Outro problema do xarope de agave em relação ao peso é que ele tem mais calorias que o açúcar de mesa. O produto tem 21 calorias por colher de chá, enquanto o açúcar convencional possui 16 calorias por colher de chá.

Com todos os prejuízos que o alto teor de frutose do xarope de agave pode provocar para a saúde e para a boa forma, não é recomendado o produto como uma forma de adoçar os alimentos. Outros adoçantes naturais como stevia, xilitol e eritritol são muito mais saudáveis.

Quem já tem diabetes precisa ter um cuidado especial

Isso porque não é raro encontrar o xarope de agave promovido como um produto aceitável para quem sofre com a doença, devido ao seu índice glicêmico. Entretanto, o índice glicêmico não deve ser o único fator considerado na hora de avaliar o impacto de um alimento para os diabéticos.

O WebMD apontou que não existem muitam pesquisas para basear a teoria de que o agave tem um índice glicêmico baixo e ressaltou que um dos estudos neste sentido foi conduzido em animais de laboratório, não em pessoas.

Além disso, a Associação Americana de Diabetes inclui o xarope de agave na lista de adoçantes que devem ser limitados, ao lado do açúcar de mesa comum, açúcar mascavo, mel, xarope de ácer (bordô) e outros açúcares.

Outro ponto que merece destaque é que o organismo libera menos insulina em resposta à frutose – encontrada em quantidades elevadas no xarope de agave -, o que significa que os níveis de açúcar no sangue podem permanecer mais altos após a ingestão do agave em comparação a outros açúcares.

Isso porque a insulina é o hormônio responsável por auxiliar a glicose (açúcar) obtida por meio dos alimentos a sair do sangue e chegar até as células do organismo, esclareceu o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais (NIDDK, sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Em vez de trocar um tipo de açúcar pelo outro, as pessoas que seguem uma dieta saudável com foco no controle da diabetes devem diminuir a ingestão de açúcar de maneira geral.

Se você foi diagnosticado com a diabetes, converse com o seu médico e/ou nutricionista a respeito do uso de xarope de agave e das alternativas mais saudáveis e seguras que você pode usar para adoçar os seus alimentos.

Como usar o xarope de agave?

Graças ao fato de ser altamente dissolúvel, o produto pode ser usado em receitas de smoothies e coquetéis. Ele também funciona bem como cobertura de cereais, panquecas e pães.

O xarope de agave também pode ser usado no lugar do mel pelos veganos (você sabe por que vegano não come mel?), podendo aparecer em substituição ao ingrediente em receitas de sobremesa. No entanto, é necessário que a diferença na viscosidade entre ambos seja considerada.

O produto também pode funcionar bem na preparação de assados de textura emborrachada como muffins e bolos pegajosos. No entanto, será necessário utilizar uma temperatura mais baixa, reduzindo a temperatura convencional em 10º C.

Antes de utilizar o xarope de agave para qualquer uma dessas finalidades, tenha em mente que devido ao fato de ser rico em frutose, o ingrediente deve sempre ser usado em quantidades muito pequenas. Também não é aconselhável que o produto seja usado com muita frequência.

Recomenda-se ainda optar pelas versões orgânicas do produto em detrimento das versões mais baratas, porém, altamente processadas.

Fontes e Referências adicionais:

Você já experimentou usar o xarope de agave na cozinha? Pretende provar em alguma receita? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Xarope de Agave Engorda? Quais os Benefícios? O Que é e Como Usarsurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Xarope de Agave Engorda? Quais os Benefícios? O Que é e Como Usar visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

8 passos para você adotar um estilo de vida saudável na quarentena

Cuidar mais de si nunca foi tão importante quanto agora. E, embora pareça difícil adotar um estilo de vida saudável na quarentena, essa atitude pode fazer toda a diferença para o seu corpo e mente. Pensando nisso, listamos 8 passos que vão te ajudar com o autocuidado de dentro para fora. Confira:

Passos para um estilo de vida saudável

1. Faça um diário alimentar

Sabe aquele caderno de anotações que está esquecido na gaveta? Nele, você pode anotar todas as suas escolhas alimentares ao longo do dia – e perceber quais itens poderiam ser substituídos por opções mais saudáveis. “Ao longo da semana, você terá uma noção melhor da qualidade da comida que ingeriu”, diz a nutricionista Glauce Carvalho, da Clínica Saúde Carvalho, de São Paulo.

2. Trace objetivos

“Reeducar sua rotina, com alimentação saudável e atividade física, só vai dar certo se for um projeto de vida. Mas é importante também celebrar as conquistas menores.” Trace dois objetivos, um a médio e outro a longo prazo. Cada etapa deve ser comemorada.

3. Use as redes sociais a seu favor

As redes sociais podem trazer motivação. Por isso, vale seguir perfis de pessoas que são inspirações para você — seja um instrutor de ioga e meditação, uma pessoa que fale sobre autoaceitação ou um nutrólogo. Desse modo, você sempre terá dicas sobre como ter um estilo de vida saudável.

Mas também é preciso ter cautela, alerta a nutricionista. “Existe muita informação errada na internet. Consultar um especialista também é importante para avaliar qual alimentação é melhor para você”. E nada de exagerar também: excesso de informação, principalmente aquela que nos deixa preocupado ou angustiado, pode ter o efeito contrário e gerar desânimo.

4. Pratique exercícios físicos!

Inserir exercícios na rotina vai fazer a diferença na disposição e até qualidade do sono. “Se movimentar é essencial para aumentar o gasto calórico, mas é preciso tomar cuidado com as compensações. Muitas vezes a desmotivação vem quando se come mais do que se gasta”, alerta Glauce.

Quem se mexe mais tem mais chances de estar contente. Um estudo científico inédito publicado em janeiro de 2017 na revista PLOS One mostrou que as pessoas que possuíam uma vida mais ativa eram mais felizes no dia a dia. 

5. Livre-se do que não te faz bem

Por que não fazer uma limpeza geral na despensa de casa e na geladeira? Seja honesto consigo mesmo: guloseimas, processados e ultraprocessados podem até ser deliciosos, mas quando consumidos com muita frequência, fazem mal para o corpo. Por isso, diminua o estoque de bolachas recheadas, sucos e comidas açucaradas e faça mais receitas saudáveis da BOA FORMA. Pegue esta dica: “Quando for às compras, tenha uma lista dos alimentos em mãos e vá direto aos produtos que precisa.”

6. Organize a sua rotina

Manter a rotina durante a quarentena é essencial para a sua saúde mental e faz parte de um estilo de vida saudável. Anotar todas as tarefas diárias em uma agenda, por exemplo, não só ajuda o cérebro a se organizar melhor como também nos traz um certo conforto. Mas lembre-se que estamos em um momento excepcional. Não se cobre tanto e adapte seu cotidiano de acordo com os afazeres a mais que surgiram com o isolamento social.

A mesma coisa é válida para as refeições. Separar um dia para organizar a alimentação da semana inteira é uma opção que pode impedir que, em dias de muito cansaço, você se renda a ingredientes maléficos ao organismo. “Os alimentos pré-cozidos e congelados, como brócolis, couve flor, sopas, caldos e carnes refogadas, deixam a vida mais simples. Desse modo, você terá uma boa parte do cardápio organizada. Depois, é só descongelar e fazer um sanduíche ou um prato mais leve”, ensina a especialista.

7. Cuide da mente

A combinação alimentação equilibrada + exercícios físicos é a receita clássica para quem quer adotar um estilo de vida saudável. Mas falta um fator muito importante nessa equação: a saúde mental! Distraia a mente com a leitura, meditação ou até práticas como a ioga.

8. Não seja tão duro consigo mesmo

Ser focado é muito importante, mas radicalismo pode gerar frustração. A dica para manter um estilo de vida saudável com equilíbrio é saber escutar suas vontades: permita-se comer as coisas que você gosta muito, ou até tirar um dia para descansar e ser “improdutivo”. Tudo na medida certa.

8 passos para você adotar um estilo de vida saudável na quarentenaoriginado em https://boaforma.abril.com.br
8 passos para você adotar um estilo de vida saudável na quarentena visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

8 benefícios da pimenta para a saúde e como usar cada tipo

Os tipos de pimenta mais usados no Brasil são a pimenta-do-reino, pimenta-de-cheiro e pimenta malagueta, que são adicionadas principalmente para temperar carnes, peixes e mariscos, além de poderem…
8 benefícios da pimenta para a saúde e como usar cada tipoapareceu antes em https://tuasaude.com
8 benefícios da pimenta para a saúde e como usar cada tipo visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Kóide D é Perigoso? Como Tomar e Efeitos Colaterais

Kóide D

Veja se o medicamento Kóide D é perigoso, para que serve e que possíveis efeitos colaterais ele pode provocar e dicas de como tomar.

Quem recebeu a recomendação de usar o medicamento Kóide D e já ouviu falar que o ele pode fazer mal para a saúde pode ficar um pouco apreensivo. Mas antes, é fundamental conhecer o remédio e saber se Kóide D é perigoso mesmo ou se os receios quanto a ele não passam de exagero.

Outras possíveis dúvidas que podem surgir acerca do medicamento é se o Kóide D engorda e se dá sono. Veja se isso é verdade.

Sobre Kóide D

Antes de começarmos propriamente a analisar se Kóide D é perigoso ou não, vamos ser apresentados ao remédio e conhecer em que casos ele pode ter o seu uso indicado pelo médico.

Pois bem, Kóide D (maleato de dexclorfeniramina + betametasona) é um medicamento na forma de xarope, de uso adulto e pediátrico acima dos dois anos de idade, que pode ser prescrito como auxiliar no tratamento de doenças alérgicas do aparelho respiratório como asma brônquica grave e rinite alérgica.

O medicamento também pode ser indicado para auxiliar o tratamento de doenças alérgicas da pele como dermatite atópica (eczema), dermatite de contato, reações medicamentosas e doença do soro e de doenças alérgicas inflamatórias oculares como  ceratites (inflamações da córnea), conjuntiva (conjuntivite) e problemas nas porções internas do olho (irite não-granulomatosa, coriorretinite, iridociclite, coroidite e uveíte).

Seus princípios ativos são dotadas de ação anti-inflamatória, antialérgica e anti-histamínica. As informações são da bula de Kóide D, disponibilizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

E então, Kóide D é perigoso mesmo?

Assim como ocorre com qualquer medicamento, Kóide D é perigoso quando utilizado de maneira inadequada, sem que haja a orientação médica, como ocorre nos casos de automedicação.

Portanto, você só deve usar o remédio quando o seu médico indicar ou autorizar e sempre seguindo as recomendações que forem passadas pelo profissional. Até porque é necessário apresentar a prescrição médica branca comum na hora de comprar Kóide D.

Um dos motivos para todo esse cuidado certamente reside no fato de que o medicamento tem suas contraindicações. Mas quem é que não pode usar o medicamento? Bem, de acordo com a bula do remédio, essa lista inclui:

  • Pacientes com  alergia, hipersensibilidade ou alguma reação incomum a qualquer um dos componentes da fórmula do produto ou a fármacos de estrutura química similar;
  • Pacientes com infecção sistêmica por fungos;
  • Prematuros e recém-nascidos;
  • Crianças com menos de dois anos de idade.

Os efeitos colaterais de Kóide D

Quando queremos saber se Kóide D é perigoso, não podemos deixar de conhecer as reações adversas que podem ser provocadas pelo remédio. Pois bem, segundo a bula do medicamento, ele pode provocar os seguintes efeitos colaterais:

  • Problemas gastrointestinais;
  • Problemas musculoesqueléticos;
  • Distúrbios eletrolíticos;
  • Problemas dermatológicos;
  • Problemas neurológicos;
  • Problemas endócrinos;
  • Problemas oftálmicos;
  • Problemas metabólicos;
  • Problemas psiquiátricos;
  • Sonolência de nível leve a moderado;
  • Urticária;
  • Exantema (erupção ou lesão avermelhada) cutâneo;
  • Choque anafilático;
  • Fotossensibilidade;
  • Transpiração excessiva;
  • Calafrios;
  • Secura da boca, nariz e garganta;
  • Reações cardiovasculares;
  • Reações hematológicas (no sangue); neurológicas;
  • Reações geniturinárias (nos aparelhos genital e urinário);
  • Reações respiratórias;
  • Mascarar infecções;
  • Surgimento de novas infecções;
  • Diminuição na resistência ou dificuldade em localizar a infecção;
  • Catarata subcapsular posterior (doença dos olhos), glaucoma (aumento da pressão ocular) com risco de lesão do nervo ótico e aumento do risco de infecções oculares secundárias causadas por fungos ou vírus, mediante o uso prolongado do medicamento;
  • Elevação da pressão arterial;
  • Retenção de água e sal;
  • Aumento da excreção de potássio;
  • Aumento da excreção de cálcio;
  • Alteração na motilidade e número de espermatozoides;
  • Sedação, vertigem e hipotensão (pressão baixa) em pacientes acima de 60 anos de idade.

Caso experimente qualquer um dos efeitos colaterais mencionados acima ou ainda algum outro tipo de reação adversa, procure rapidamente o auxílio médico, mesmo que não imagine se tratar de um problema tão grave assim.

Isso é importante para verificar a real seriedade do sintoma em questão, receber o tratamento necessário e saber se pode continuar a fazer uso de Kóide D. Todo esse cuidado vale a pena para evitar possíveis perigos para a saúde.

A superdosagem

Kóide D é perigoso também quando usado em dosagens excessivas, por isso, é fundamental obedecer as recomendações do médico em relação ao modo de usar o remédio. Segundo a bula do medicamento, uma dosagem de 2,5 a 5 mg/kg de dexclorfeniramina (um dos princípios ativos de Kóide D) é considerada letal.

As reações à superdosagem do remédio vão desde depressão do sistema nervoso central à estimulação do sistema nervoso central. Podem aparecer sintomas como secura da boca, pupilas dilatadas e fixas, febre, rubor facial, sintomas gastrointestinais e  depressão com torpor e coma, seguido de uma fase de excitação levando a convulsões, além de alucinações, perda de coordenação e convulsões em crianças.

No caso de ingerir quantidades elevadas, maiores que as recomendadas pelo médico e/ou pela bula de Kóide D, é fundamental recorrer a um hospital com o remédio em mãos e informar o ocorrido, mesmo antes que os sintomas de uma superdosagem apareçam.

Como tomar Kóide D

A bula indica que a dosagem inicial para os pacientes adultos e as crianças com mais de 12 anos de idade é de 5 ml a 10 ml, três a quatro vezes ao dia. Para esses pacientes, não se deve ultrapassar a dosagem de 40 ml, divididos em quatro tomadas, em um intervalo de 24 horas.

Já para as crianças entre seis a 12 anos de idade, a bula indica uma dosagem de 2,5 ml, três vezes ao dia. Para elas, não se deve ultrapassar a dosagem de 20 ml, divididos em quatro tomadas, ao longo de 24 horas.

Para os pequenos entre dois a seis anos de idade, a indicação da bula é uma dosagem inicial de 1,25 ml a 2,5 ml, três vezes ao dia. Não se deve ultrapassar a dosagem de 10 ml, divididos em quatro tomadas por 24 horas.

Entretanto, a bula também adverte que o médico que prescreveu Kóide D determinará uma dosagem individualizada ao paciente, de acordo com a doença a ser tratada, na gravidade da resposta ao tratamento.

Portanto, é crucial que você obedeça todas as instruções do médico em relação à dosagem, aos horários de uso, à duração do tratamento e tudo mais o que ele recomendar quanto à administração do medicamento.

Outros cuidados com Koide D

Existem ainda os casos em que Kóide D exige cuidados especiais. Se esses cuidados não forem devidamente obedecidos e respeitados, o tratamento com o remédio poderá sim ser um tanto quanto perigoso.

Por exemplo, a utilização prolongada ou com dosagens elevadas do medicamento pode exigir o acompanhamento clínico ao longo de até um ano após o término do uso do tratamento.

Já a retirada rápida de Kóide D pode resultar na insuficiência suprarrenal secundária, ao passo que o problema pode ser evitado com a redução gradativa da dose. Portanto, não interrompa bruscamente o uso do medicamento sem consultar o médico.

O uso do remédio requer cuidados em pacientes idosos e em pessoas com:

  • Herpes simples ocular;
  • Instabilidade emocional;
  • Tendências psicóticas;
  • Colite ulcerativa inespecífica (inflamação do intestino com ulceração);
  • Abscesso ou outra infecção com pus;
  • Diverticulite;
  • Cirurgia recente do intestino;
  • Úlcera do estômago, do intestino ou úlcera estenosante;
  • Doença nos rins;
  • Osteoporose;
  • Miastenia gravis (doença autoimune na qual existe intensa fraqueza muscular);
  • Tuberculose;
  • Glaucoma de ângulo estreito;
  • Obstrução da saída do estômago;
  • Aumento da próstata ou obstrução da saída da bexiga;
  • Doenças do coração e dos vasos sanguíneos, entre as quais pressão alta, nos pacientes com pressão intraocular elevada ou aumento dos hormônios da tireoide;
  • Diabetes.

Com isso, quem faz parte de um desses grupos precisa informar o médico a respeito do problemas antes de dar início ao tratamento com Kóide D.

O uso do medicamento em mulheres grávidas, mulheres que amamentam e mulheres em idade fértil deve ocorrer somente sob a orientação médica, após o médico avaliar os benefícios e prejuízos do tratamento.

O paciente não pode ser vacinado contra a varíola durante o tratamento com o remédio e deve manter-se afastado de pessoas com varicela ou sarampo enquanto estiver tomando o medicamento. Se mesmo assim o contato ocorrer, a orientação médica deverá ser procurada prontamente, especialmente no caso de crianças.

O tratamento prolongado com Kóide D exige a realização de um tratamento preventivo contra a tuberculose. O crescimento e o desenvolvimento de crianças de baixa idade que seguem uma terapia prolongada com o remédio deve ser monitorado cuidadosamente.

O remédio interage com o álcool e pode produzir um falso negativo no teste nitroblue tetrazolium para infecção bacteriana. Em outras palavras, não ingira álcool durante o tratamento com o medicamento e avise que faz uso do remédio antes de realizar esse exame.

Previamente ao início do tratamento com Kóide D, o paciente precisa listar ao médico todos os medicamentos, suplementos e plantas que usa para que o profissional verifique se não pode fazer mal usar o remédio ao mesmo tempo em que as substâncias em questão.

Não se deve dirigir veículos ou operar máquinas ao longo do tratamento com o remédio porque a habilidade e atenção podem ser prejudicadas por ele. As informações são da bula de Kóide D, disponibilizada pela Anvisa.

Atenção: este artigo serve unicamente para informar e não substitui a leitura da bula na íntegra e a conversa com o médico que precisam ocorrer antes do início do tratamento com qualquer remédio, o que inclui Kóide D.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar que Kóide D é perigoso? Precisou tomar esse medicamento? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Kóide D é Perigoso? Como Tomar e Efeitos Colateraissurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Kóide D é Perigoso? Como Tomar e Efeitos Colaterais visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Sal do Himalaia Tem Iodo? Propriedades e Informação Nutricional

Sal do Himalaia

Confira se o sal do Himalaia tem iodo e veja quais são as propriedades e todos os nutrientes deste ingrediente, além dos benefícios de seu uso.

Você conhece a composição do sal do Himalaia? Seria o sal do Himalaia um dos alimentos ricos em iodo ou o ingrediente não é uma fonte tão rico no mineral? Aproveite para entender se o sal do Himalaia emagrece mesmo e saiba quais são os sintomas e causas da falta de iodo.

Sobre o sal do Himalaia

O sal do Himalaia é uma espécie de sal-gema oriundo da região de Punjab, no Paquistão, próximo das encostas dos Himalaias. Assim como o sal tradicional, o sal do Himalaia pode ser utilizado na culinária para temperar as refeições e preservar os alimentos.

Entretanto, há quem use o ingrediente no banho no lugar dos sais de banho. Também é possível encontrar luminárias e castiçais feitos à base de sal do Himalaia. As informações são do Medical News Today.

E então, será que o sal do Himalaia tem iodo?

O iodo é um mineral que o organismo necessita para transformar os alimentos em energia, conforme esclareceu o MedlinePlus, portal dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos. Ele também é necessário para a função normal da glândula tireoide e para a produção dos hormônios da tireoide.

Segundo o Office of Dietary Supplements (Gabinete de Suplementos Alimentares, tradução livre) dos Estados Unidos, os adultos e os adolescentes precisam de 150 mcg de iodo diariamente, enquanto as grávidas necessitam de 220 mcg do mineral e as mulheres que amamentam devem receber 290 mcg diários do nutriente.

Peixes como bacalhau e atum, frutos do mar como alga marinha e camarão, produtos laticínios, produtos à base de grãos como pães e cereais e, em alguns casos, frutas e vegetais, dependendo do solo e do fertilizante usado no cultivo, são fontes de iodo, mas além desses alimentos, o sal iodado também constitui uma das principais fontes de iodo para a dieta humana.

¼ de colher de chá de sal iodado possui 71 mcg de iodo. Logo, são necessárias pouco mais de ½ colher de chá de sal iodado diariamente para chegar aos 150 mcg do mineral que um adulto precisa fornecer ao seu organismo a cada dia.

De acordo com informações do site Medical News Today, embora seja verdade que o sal do Himalaia tem iodo em sua composição, ele muito provavelmente apresenta uma quantidade bem mais baixa do mineral que o sal iodado.

A verdade é que o sal do Himalaia não costuma apresentar quantidades significativas de mineral.

A iodação do sal

Assim como ocorre em outros países, no Brasil, a iodação do sal convencional é obrigatória, informou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O sal foi selecionado como o alimento para suplementar o mineral iodo para a população em atendimento à Política Nacional de Alimentação e Nutrição.

Segundo a agência, o sal cumpre esse papel porque é (ou deve ser) consumido em pequenas quantidades diárias. Os seres humanos necessitam de uma quantidade correspondente a uma colher de chá de iodo durante toda a vida, entretanto, como não pode ser armazenado pelo organismo, deve ser fornecido continuamente em pequenas quantias, explicou a Anvisa.

Vale ressaltar que existe uma discussão acerca da ideia de que o sal iodado seja uma boa forma de fornecer iodo ao organismo, uma vez que consumir mais de meia colher de chá do produto por dia para atingir os níveis diários de iodo necessários ao organismo vai resultar em uma ingestão expressiva de sódio, mineral que em excesso faz muito mal para a saúde.

O consumo excessivo de sódio pode resultar em retenção de líquidos, endurecimento dos vasos sanguíneos, pressão arterial alta, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca, conforme acrescentou a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Portanto, ao que tudo indica, o ideal mesmo é continuar a maneirar no sal consumido diariamente e complementar a dieta com outros alimentos que sirvam como fontes de iodo.

Precisamos aproveitar para registrar que assim como o sal iodado, o sal do Himalaia precisa ser consumido com moderação, uma vez que também apresenta o sódio na sua lista de propriedades, ainda que nem sempre nas mesmas proporções que o sal convencional.

A deficiência de iodo

A necessidade de moderar na ingestão de sal deve ser obedecida, sem menosprezar outra necessidade: a de oferecer iodo ao organismo.

Isso porque a falha em fornecer uma quantidade adequada do mineral ao organismo resulta na produção insuficiente de hormônios da tireoide, apontou o Office of Dietary Supplements, que informou ainda que o bócio ou volume aumentado da glândula tireoide costuma ser o primeiro sinal visível da deficiência de iodo.

O MedlinePlus explicou que quando a tireoide não tem iodo o suficiente para executar o seu trabalho, os sistemas do organismo fazem com que ela trabalhe mais duro, justamente o que resulta no bócio.

A deficiência de iodo que gera níveis baixos de hormônios da tireoide pode fazer com que uma mulher pare de ovular, resultando na infertilidade, alertou o portal. A ausência de um nível suficiente de iodo também pode gerar uma doença autoimune na tireoide e aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer da tireoide, adicionou o MedlinePlus.

Para alguns pesquisadores, a deficiência de iodo também pode aumentar os riscos de desenvolver outros tipos de câncer como o de próstata, mama, ovariano e endometrial, avisou o portal.

Nas gestantes, a deficiência severa do mineral pode causar danos permanentes ao feto, como crescimento atrofiado, retardo mental e atraso no desenvolvimento sexual, ao passo que uma deficiência menos severa de iodo pode gerar um QI abaixo da média em bebês e crianças e diminuir a habilidade dos adultos para trabalhar e pensar com clareza, completou o Office of Dietary Supplements.

A deficiência de iodo na gravidez também pode gerar a pressão alta gestacional.

Informação nutricional – outras propriedades do sal do Himalaia

Agora que já discutimos se o sal do Himalaia tem iodo, chegou a hora de conhecermos melhores o restante das suas propriedades.

Quimicamente, o sal do Himalaia é parecido com o sal de mesa convencional, uma vez que contém um teor de até 98% de cloreto de sódio (que é um nome mais formal para o sal de cozinha).

O restante da sua composição corresponde a microelementos minerais, como potássio, magnésio e cálcio, que são os responsáveis por conceder ao produto a sua característica coloração rosa e por fazer com que o sal do Himalaia apresente um sabor diferente em relação ao sal de mesa convencional.

Há quem diga que essa versão rosa do sal contém até 84 tipos diferentes de minerais traço. No entanto, uma vez que até 98% da sua composição corresponde ao cloreto de sódio, restaria apenas um teor de 2% para esses minerais.

Como o sal não costuma – e nem deve – ser consumido em quantidades elevadas e a quantia desses minerais no produto é baixa, acredita-se ser improvável que os benefícios do sal do Himalaia sejam significativos para a saúde.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia se o sal do Himalaia tem iodo? Consome com frequência esse sal em suas receitas? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Sal do Himalaia Tem Iodo? Propriedades e Informação Nutricionalsurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Sal do Himalaia Tem Iodo? Propriedades e Informação Nutricional visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

O que podem ser os cristais na urina e possíveis sintomas

A presença de cristais na urina normalmente é uma situação normal e que pode acontecer devido aos hábitos alimentares, pouca ingestão de água e mudança na temperatura corporal, por…
O que podem ser os cristais na urina e possíveis sintomasapareceu antes em https://tuasaude.com
O que podem ser os cristais na urina e possíveis sintomas visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com