Meu Nariz Está Escorrendo. É Resfriado Ou COVID-19? O Que Fazer?

Nariz escorrendo

Em tempos de pandemia do novo coronavírus, é normal ficar apreensivo ao apresentar um sintoma de gripe ou resfriado. Afinal, a COVID-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, pode provocar sintomas similares aos das duas doenças.

Mas será que um sintoma leve e característico do resfriado como o nariz escorrendo deve ser motivo para se preocupar se foi contaminado pela COVID-19? Bem, vamos aos fatos: um dos sintomas de um quadro leve da doença causada pelo novo coronavírus pode ser o nariz escorrendo.

Isso significa que um nariz escorrendo é necessariamente um caso de COVID-19? Não, mas a única maneira de saber com certeza se trata-se de um simples resfriado ou do novo coronavírus é ser submetido a um teste de COVID-19.

O problema é que os testes para o novo coronavírus estão escassos. Além disso, a recomendação do Ministério da Saúde é procurar um hospital de referência apenas se estiver experimentando a falta de ar.

Por sua vez, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda buscar a ajuda médica imediata quando experimentar dificuldade para respirar ou dor ou pressão no peito e orienta que as pessoas de todas as idades que estiverem com febre e/ou tosse associada à dificuldade para respirar/falta de ar, dor/pressão no peito ou perda de fala ou movimento também procurem o auxílio médico imediatamente.

Assim, o sinal de alerta deve ser acendido, principalmente se tiver ocorrido um contato recente com uma pessoa com diagnóstico confirmado de COVID-19 ou que também apresente os sintomas da doença provocada pelo novo coronavírus.

Então, o que fazer se eu não estou com esses sintomas, não tenho acesso a um teste, mas estou com o nariz escorrendo? Em um cenário de pandemia por uma doença tão fácil de ser transmitida como a COVID-19 e em frente ao que o novo coronavírus pode provocar ao organismo, é melhor ser prudente, não arriscar a sua saúde e nem a saúde dos outros.

Por isso, o ideal é supor que qualquer sintoma associado ao novo coronavírus, inclusive o nariz escorrendo, tem muitas chances de ser COVID-19 e se isolar em casa, abstendo-se do contato direto com outras pessoas. Isso porque mesmo quem tem um caso leve da doença provocada pelo novo coronavírus pode transmitir o vírus para alguém que poderia desenvolver uma forma mais severa da infecção.

Tanto que para quem se sentir doente, com sintomas da gripe, o Ministério da Saúde recomenda evitar contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, e permanecer em casa ao longo de 14 dias.

Durante esse tempo é importante ficar de olho para ver se outro sintoma do novo coronavírus não aparece, ligar para o médico que te acompanha e contatar a secretaria da saúde da sua cidade para avisar que está com sintoma da COVID-19.

Outros sintomas do novo coronavírus

Quanto alguém desconfia que pode estar com COVID-19 é fundamental que ela tenha em mente que, de acordo com o Ministério da Saúde e da OMS, além do nariz escorrendo, o novo coronavírus pode provocar os seguintes sintomas:

Entenda com que rapidez os sintomas do novo coronavírus surgem e saiba mais acerca dos sinais de alerta. Com informações do site WebMD.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sentiu algum sintoma leve de COVID-19 como o nariz escorrendo, por exemplo, nos últimos dias? Tem chances de ter contraído o novo coronavírus? Comente abaixo!

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Xarope de Agrião – O Que é, Para Que Serve, Como Tomar e Como Fazer

Agrião

Veja o que é o xarope de agrião, para que serve no seu organismo, como tomar esse xarope e como fazer o seu próprio em casa.

Você provavelmente conhece o agrião como aquela folhinha verde e nutritiva que aparece em receitas de salada de agrião, mas abaixo vamos aprender mais sobre outra preparação à base da verdura: o xarope de agrião.

Para você que já experimentou receitas de sopa de agrião ou já incluiu o suco de agrião na sua rotina alimentar, vai valer a pena saber se a verdura também funciona bem como um remédio caseiro.

Para quem não é muito fã do alimento, também vai valer a pena saber se é hora de finalmente dar uma chance a ele e aproveitar todos os benefícios do agrião para a saúde e boa forma.

O que é e para que serve o xarope de agrião?

Trata-se de um medicamento popular, preparado a partir da mistura da água que o agrião solta quando é submetido ao calor, como ocorre quando a verdura é adicionado à fervura ou vai ao forno, com açúcar e/ou mel.

A lista de usos populares do xarope de agrião inclui:

– Tosse e gripe

De acordo com informações da nutricionista Melissa Groves, o agrião serve como fonte de nutrientes como cálcio, manganês, vitamina A, vitamina C e vitamina K.

“O agrião também contém pequenas quantidades de vitamina E, tiamina (vitamina B1), riboflavina (vitamina B2), vitamina B6, folato (vitamina B9), ácido pantotênico (vitamina B5), magnésio, fósforo, potássio e cobre”, acrescentou a nutricionista.

Mas o que o perfil nutricional do alimento tem a ver com o uso do xarope de agrião para a tosse e a gripe? É que a justificativa apresentada por quem utiliza o remédio caseiro para essas finalidades é que são justamente os nutrientes importantes para o fortalecimento do sistema imunológico, encontrados na composição do agrião, que fazem com que o alimento possa ser usado no combate a esses problemas.

Por outro lado, o site WebMD apontou que as evidências a respeito do uso e da efetividade da verdura para a tosse e a gripe são classificadas como insuficientes.

Independente de você escolher testar o xarope de agrião para o caso de uma gripe aparecer, tenha em mente que a tosse pode ser sintoma de uma série de doenças, inclusive de algumas mais graves. O mesmo vale para os outros sintomas da gripe, como febre, dor no corpo, dor de cabeça, fadiga, fraqueza e dor de garganta, por exemplo.

Portanto, caso esses sintomas persistam depois de vários dias, piorem e/ou surjam novos sintomas, você deverá procurar o auxílio médico para verificar se não tem um problema de saúde mais sério e receber o tratamento apropriado.

– Bronquite

Outro uso popular do xarope de agrião refere-se à bronquite. No entanto, o site WebMD avisou que as evidências a respeito do uso e da efetividade do agrião como remédio para a bronquite aguda também são classificadas como insuficientes.

Antes de tomar a decisão de usar o remédio caseiro para lidar com a condição, é preciso lembrar que a doença é uma inflamação aguda ou crônica no revestimento ou mucosa dos tubos bronquiais, que pode resultar em pneumonia em algumas pessoas e que ataques repetidos de bronquite podem significar que a pessoa tem a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). As informações são da Mayo Clinic.

Em outras palavras: a bronquite é uma doença séria, portanto, o xarope de agrião não vai curá-la. Para quem foi diagnosticado com a condição e deseja experimentar o xarope de agrião para auxiliar o alívio de sintomas, o conselho que fica é o de continuar a seguir todas as instruções que foram passadas pelo médico para o tratamento da bronquite e consultar o profissional a respeito da ideia de usar o xarope.

Entretanto, um paciente com bronquite jamais deve substituir o tratamento prescrito pelo médico somente pelo uso do xarope de agrião porque isso poderá ser muito perigoso para a sua saúde.

Como fazer xarope de agrião

1. Xarope de agrião com açúcar e mel

Ingredientes:

  • 1 punhado de folhas e talos de agrião fresco bem lavados;
  • 1 xícara de chá de água;
  • 1 xícara de chá de açúcar;
  • 1 colher de sopa de mel.

Modo de preparo:

Despejar a água em uma panela e levar para ferver. Assim que levantar fervura, desligar o fogo e adicionar o agrião. Tampar e deixar descansar ao longo de 15 minutos.

Coar e misturar o líquido coado com o açúcar. Passar a mistura para uma panela e levar para cozinhar em fogo baixo até produzir uma calda espessa. Mexer sempre para que não grude; O próximo passo é tampar a panela e deixar o xarope descansar por duas horas.

Passado esse tempo, adicionar o mel, misturar e armazenar o xarope em um recipiente de vidro esterilizado e bem tampado.

Como tomar: a recomendação é ingerir uma colher de sopa três vezes ao dia. Porém, por questões de segurança e eficácia, o ideal é que você consulte o seu médico para saber em qual dosagem você pode tomar o remédio caseiro e por quanto tempo máximo ele pode ser utilizado por você.

2. Xarope de agrião com cebola roxa

  • 1 maço de agrião fresco bem lavado;
  • 3 cebolas roxas bem lavadas;
  • 1 kg de açúcar mascavo.

Modo de preparo:

Cortar o agrião e as cebolas em pedacinhos pequenos; Despejá-los em uma assadeira juntamente com o açúcar e levar ao forno ao longo de uma hora, prestando atenção e tomando cuidado para não deixar queimar.

Passado esse tempo, desligar o fogo, coar a misturar e armazenar o xarope obtido em um recipiente de vidro escuro e esterilizado. Tampar bem.

Como tomar: a orientação é ingerir uma colher de sopa até quatro vezes ao dia. Porém, por questões de segurança e eficácia, o ideal é que você consulte o seu médico para saber em qual dosagem você pode tomar o remédio caseiro e por quanto tempo máximo ele pode ser utilizado por você.

Contraindicações e cuidados com o xarope de agrião

O xarope de agrião com mel não deve ser administrado às crianças com menos de um ano de idade, uma vez que elas não pode consumir o mel. Já as crianças mais velhas precisam do aval do médico para usar o remédio caseiro.

Como existe a preocupação de que pode fazer mal comer mel na gravidez e há a possibilidade de que quantidades medicinais de agrião iniciem a menstruação e provoquem um aborto, as gestantes também precisam consultar o médico a respeito do uso do xarope de agrião

O agrião não deve ser utilizado pelas pessoas que sofrem com doença renal, úlceras estomacais ou úlceras intestinais. Devido à presença concentrada de mel e/ou açúcar na composição do xarope de agrião caseiro, o remédio também não é indicado para os diabéticos, que devem consultar o médico antes de usar o xarope.

Para quem faz uso de algum medicamento, suplemento ou planta, vale a pena conversar com o médico antes de começar a tomar o xarope de agrião para verificar se um de seus ingredientes não pode fazer mal ao ser ingerido ao mesmo tempo que o medicamento, suplemento ou planta em questão.

Quem passar mal depois de tomar o xarope de agrião deverá procurar a ajuda médica rapidamente, mesmo que não imagine se tratar de um problema tão grave assim. Isso é importante para verificar a real seriedade do sintoma em questão, receber o tratamento apropriado e saber se pode continuar a usar o remédio caseiro ou não.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia o xarope de agrião? Pretende experimentar e aproveitar algum de seus usos? Comente abaixo!

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7 Receitas de Homus de Feijão Branco Fit – Light e Saudável

Feijão branco

Aprenda como fazer receitas de homus de feijão branco fit, light e saudável para dar uma variada na sua dieta e ter uma opção diferente e deliciosa.

Está procurando uma pastinha gostosa, saudável e light para acompanhar o seu lanchinho da tarde ou café da manhã? As receitas de homus de feijão branco que vamos aprender abaixo podem funcionar como uma excelente opção.

Assim como acontece com os outros tipos de feijão, o feijão branco é um alimento nutritivo e uma excelente escolha de ingrediente para um prato saudável, fit e/ou light.

O perfil nutricional da leguminosa é um belo motivo para dar chance a uma receita de homus de feijão branco, mesmo que você não seja muito chegado no alimento. O feijão branco do tipo marinho (navy) serve como fonte de proteínas, fibras, manganês, magnésio, ferro, vitamina B1 e vitamina B9.

Outra opção inusitada para sua dieta e parecida com essa é a receita de homus de ervilha, que vale a pena também conhecer.

1. Receita de homus de feijão branco fit

Ingredientes:

  • 1 xícara de chá de feijão branco cru;
  • 2 colheres de sopa de tahine (pasta de sementes de gergelim);
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 3 colheres de sopa de suco de limão;
  • 1 dente de alho médio – se achar melhor, siga a dica de remover o miolo, para que o gosto fique mais suave;
  • Sal a gosto;
  • Pimenta a gosto;
  • Cominho a gosto.

Modo de preparo:

Colocar o feijão em uma vasilha grande, cobrir com o dobro de água em relação à sua quantidade e deixar de molho ao longo de oito horas.

Passado esse tempo, escorrer o feijão, lavá-lo e transferir para uma panela de pressão. Cobrir com um dedo de água e levar para cozinhar em fogo médio. Quando pegar pressão, abaixar o fogo, deixar cozinhar durante mais 15 minutos e desligar o fogo.

Então, escorrer a água e transferir o feijão cozido para um processador ou liquidificador potente. Adicionar o tahine, o azeite, o suco de limão, o alho, o sal, a pimenta e o cominho. Processar ou bater até adquirir uma pastinha homogênea. Passar a pastinha para um pote fechado e deixar na geladeira por até três horas antes de servir.

Este homus de feijão branco deve ficar na geladeira no pote fechado por até três dias, aproximadamente.

2. Receita de homus de feijão branco light

Ingredientes:

  • 1 e ½ xícaras de feijão branco cozido e escorrido – você pode cozinhar o feijão branco conforme as instruções da receita 1;
  • 2 colheres de sopa de tahine;
  • 2 colheres de sopa de água;
  • 1 e ½ colheres de sopa de vinagre balsâmico;
  • 1 dente de alho espremido ou bem picado;
  • Folhas de alecrim fresco a gosto.

Modo de preparo:

Juntar todos os ingredientes no processador e bater tudo até adquirir uma pastinha homogênea e de consistência cremosa; Transferir o homus de feijão branco para um potinho fechado e guardar na geladeira. Retirar na hora em que for servir.

3. Receita de homus de feijão branco com cominho

Ingredientes:

  • 1 xícara de feijão branco cru;
  • 2 colheres de sopa de tahine;
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva + um pouco para a hora de servir;
  • 3 colheres de sopa de suco do limão;
  • 2 dentes de alho;
  • Pimenta-do-reino em pó a gosto;
  • Cominho em pó a gosto;
  • Páprica doce a gosto;
  • Sal a gosto.

Modo de preparo:

Colocar o feijão de molho em uma vasilha com água e deixar ali durante 12 horas. Trocar a água no mínimo uma vez durante esse tempo.

Passado esse tempo, escorrer a água, lavar o feijão e despejá-lo em uma panela de pressão. Cobrir com água e levar para cozinhar em fogo médio. Assim que pegar pressão, diminuir a temperatura do fogo e deixar cozinhar ao longo de mais 15 minutos.

Depois que desligar o fogo, escorrer a água do feijão e passar o feijão para um liquidificador ou processador. Acrescentar todos os outros ingredientes, com exceção da páprica, e bater até adquirir uma pastinha homogênea na consistência desejada; Transferir para um potinho fechado e levar para a geladeira. Retirar na hora em que for consumir e servir com a páprica e mais um pouco de azeite de oliva.

4. Receita de homus de feijão branco com semente de gergelim

Ingredientes:

  • 1 xícara de feijão branco cozido e escorrido – você pode cozinhar o feijão branco conforme as instruções das receitas anteriores;
  • 3 colheres de sopa de sementes de gergelim tostadas;
  • 1 dente de alho pequeno;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem;
  • 2 colheres de sopa de suco do limão;
  • Sal a gosto;
  • Pimenta a gosto.

Modo de preparo:

Colocar o feijão branco cozido no liquidificador ou processador. Completar com o alho, as sementes de gergelim tostadas e o azeite. Bater ou processar bem até formar uma pastinha homogênea.

Espremer o suco do limão na hora, temperar com o sal e a pimenta. Experimentar e se achar necessário, adicionar mais suco de limão e azeite; Passar o homus para um potinho de vidro, dar uma misturadinha, tampar e armazenar na geladeira. Tirar da geladeira pelo menos uma hora antes de servir.

5. Receita de homus de feijão branco com azeitonas

Ingredientes:

  • 450 gramas de feijão branco cozido e escorrido – você pode cozinhar o feijão do modo que foi ensinado nas receitas anteriores;
  • 3 dentes de alho amassados;
  • 30 gramas de azeitonas sem caroço + um pouco para decorar;
  • Suco de 1 limão;
  • Sal marinho a gosto;
  • Açafrão-da-terra a gosto;
  • Cominho a gosto;
  • Cebolinha a gosto + um pouco para decorar.

Modo de preparo:

Juntar todos os ingredientes e adicionar ao processador. Processar até formar uma pastinha homogênea na consistência desejada; Transferir o homus de feijão branco para um pote e fechar. Guardar na geladeira até perto da hora de servir. Na hora em que for servir, decorar a pastinha com rodelinhas de azeitona e cebolinha.

6. Receita de homus de feijão branco com pimentões

Ingredientes:

  • 450 gramas de feijão branco cozido e escorrido – o cozimento pode ser feito de acordo com as instruções das receitas anteriores;
  • 3 colheres de sopa de tahine;
  • 3 dentes de alho ralados;
  • 3 ramos de alecrim picados em pedaços fininhos;
  • 1 limão siciliano;
  • Sal a gosto;
  • 2 colheres de azeite de oliva extravirgem;
  • Pimentões vermelhos assados e picados a gosto.

Modo de preparo:

Juntar o feijão com o tahine, o alho, o alecrim e um pouco de sal no processador. Espremer o suco do limão-siciliano. Ligar o processador e acrescentar o azeite. Processar até adquirir uma pastinha homogênea. Transferir o homus para um potinho, tampar e levar à geladeira. Retirar da geladeira um tempinho antes de servir. Na hora de comer, decorar com os pimentões vermelhos assados e picados.

7. Receita de homus de feijão branco com coentro

Ingredientes: 

  • 900 gramas (aproximadamente) de feijão branco cozido e escorrido – o cozimento pode ser feito conforme ensinado nas receitas acima;
  • ¼ de xícara de azeite;
  • 1 dente de alho amassado;
  • Raspas de 1 limão;
  • Suco de 1 limão;
  • ¼ de xícara de folhas de coentro – para medir, pressione as folhas dentro da xícara;
  • 4 talos picados de cebolinha;
  • ¼ de pimenta dedo-de-moça picada finamente;
  • Sal a gosto;
  • Pimenta-do-reino moída na hora a gosto.

Modo de preparo:

Picar as folhas de coentro em pedaços fininhos; Colocar o azeite e o alho em uma frigideira grande e levar ao fogo baixo. Juntar o feijão branco e refogar ao longo de um minuto. Completar com o coentro, a cebolinha, a pimenta dedo-de-moça, as raspas e o suco do limão. Temperar com sal e pimenta. Misturar tudo e refogar durante mais dois minutos.

Desligar o fogo, descartar o alho e levar a mistura da frigideira para um processador ou mixer. Processar ou bater até até formar uma pastinha homogênea.

Transferir a pastinha para uma tigela e esperar amornar para servir. O que sobrar ou não for ser consumido no momento deverá ser armazenado na geladeira dentro de uma vasilha tampada.

Fontes e Referências adicionais:

O que você achou dessas receitas de homus de feijão branco light? Pretende experimentar alguma? Comente abaixo!

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Faz Mal Comer Arroz Cru?

Arroz cru

Confira se faz mal come arroz cru ou se essa mania que pode parecer bem estranha não causa nenhum problema para a saúde de quem tem.

Tem muita gente com manias estranhas por aí. Tem gente que come miojo cru – veja se essa mania faz mal), gente que come gelo – veja se faz mal também – e outra pode ser comer arroz cru. Mas será que essa última mania bizarra pode fazer mal para a saúde?

Faz mal comer arroz cru?

O arroz é aquele alimento que costuma aparecer no prato dos brasileiros na companhia do seu inseparável colega feijão, mas também pode ser utilizado em receitas de risotos e bolinhos salgados, por exemplo.

Entretanto, algumas pessoas podem não ter a paciência de esperar o arroz ficar pronto na panela ou no forno e não resistem ao desejo de petiscar o arroz ainda cru. Mas isso não seria perigoso para a saúde?

A princípio, há apenas o risco de infecção, porque os produtos crus podem conter germes, bactérias e fungos. Fora isso, não há nenhum grande risco para a sua saúde.

A questão da bactéria Bacillus cereus

De acordo com informações do Serviço Nacional de Saúde (NHS, sigla em inglês) do Reino Unido, o arroz que não passou por um processo de cozimento apresenta esporos da Bacillus cereus, uma bactéria que pode resultar no desenvolvimento de uma intoxicação alimentar.

Segundo o doutorando em psicologia da saúde Matthew Lee, um dos motivos favoráveis à suspeita de que faz mal comer arroz cru é justamente o fato da bactéria Bacillus cereus, encontrada em diversos alimentos, também estar presente no arroz cru.

“Algumas estirpes dessa bactéria competem com outras bactérias no sistema digestivo, servindo como um probiótico e reduzindo a quantidade de bactérias potencialmente perigosas como a salmonella. Outras estirpes, entretanto, são potencialmente perigosas para os humanos. Dessas estirpes perigosas, a estirpe emética, ou indutora de vômito e náusea, está principalmente associada com os produtos do arroz”, alertou Lee.

O doutorando em psicologia da saúde acrescentou ainda que segundo normas alimentares da Austrália e da Nova Zelândia, quando o arroz não é cozido ou é insuficientemente cozido, essa estirpe da Bacillus cereus dá origem a uma toxina conhecida pelo nome de cereulide, que pode provocar vômito e náusea dentro de um perigo de 24 horas.

“A forma diarreica da intoxicação alimentar induzida pela Bacillus cereus tem um período de incubação de 8 a 16 horas. Depois desse período, ocorrem cólicas e diarreia”, adicionou Lee.

A questão da lectina

A lectina (veja o que é e alimentos ricos) é outro motivo pelo qual é possível afirmar que faz mal comer arroz cru. Conforme o doutorando em psicologia da saúde Matthew Lee, o site Medical News Today advertiu que essa proteína encontrada em arroz e feijão não cozidos é uma das principais causas da intoxicação alimentar, podendo resultar em reações como náusea, diarreia e vômito quando o consumo é feito de maneira excessiva.

Lee explicou que isso acontece porque a lectina previne a reparação das células gastrointestinais que são danificadas quando a pessoa come. “Este processo natural de dano e reparo está associado com a saúde e a regularidade gastrointestinal e, quando inibido, pode gerar os sintomas da intoxicação alimentar. Em longo prazo, as lectinas encontradas no arroz não cozido estão associadas com o desenvolvimento de doença celíaca, diabetes e câncer colorretal”, ressaltou o doutorando em psicologia da saúde.

A questão do revestimento de celulose do arroz e os problemas digestivos que ele pode trazer

O doutorando em psicologia da saúde Matthew Lee também falou em seu artigo a respeito do revestimento externo de celulose do arroz.

Essa estrutura auxilia a proteger os grãos contra danos, no entanto, essa propriedade protetiva do alimento também está associada à má digestão, uma vez que o sistema digestivo do organismo humano não é capaz de processar a maior parte dos alimentos ricos em celulose, descreveu o doutorando em psicologia da saúde.

“Enquanto os alimentos ricos em celulose servem como fibra alimentar e promovem a saúde digestiva, a inabilidade de digerir o revestimento de celulose do arroz diminui o seu teor nutricional. Entretanto, quando (o arroz) é cozido em temperaturas (iguais) ou acima daquela da água fervente, esse revestimento de celulose é danificado. Isso gera um aumento na digestão do arroz, assim como um aumento na absorção das suas proteínas e outros nutrientes”, afirmou Lee.

Por outro lado, um arroz que não passou por um processo de cozimento não tem o revestimento de celulose danificado e, consequentemente, pode experimentar a má digestão atribuída à estrutura.

Se você tem desejos de comer arroz cru

Vale a pena consultar um médico para verificar se isso não pode estar associado a algum problema de saúde e pedir aconselhamento em relação a estratégias eficientes para interromper o hábito.

De acordo com a Nutrition International (Nutrição Internacional, tradução livre), organização voltada para o fornecimento de intervenções nutricionais para as pessoas necessitadas, existe uma condição chamada pelo nome de pica, em que as pessoas afetadas têm o desejo de consumir coisas que não entram na categoria de alimentos como terra, carvão, cinzas, gelo, giz de quadro-negro, fermento em pó, flocos de pintura, pontas de cigarro, espuma e enchimento dos móveis, por exemplo.

Mas o que o arroz cru tem a ver com isso? É que as pessoas que sofrem com a condição – que ainda pode ser conhecida pelos nomes de alotriofagia e picanismo – também podem ter o desejo de consumir amido não cozido como arroz não cozido, tubérculos crus, farinha crua e amido de milho especificou a organização.

A Nutrition International apontou que as mulheres grávidas são mais propensas que a população geral a apresentarem os sintomas da alotriofagia e destacou que a condição pode ser um indicativo de que a gestante desenvolveu um quadro de anemia.

O picanismo pode ser provocado por uma deficiência nutricional como de ferro, zinco ou outro nutriente, ao mesmo tempo em que a alotriofagia pode ser manifestada por pessoas que sofrem com problemas de saúde mental como esquizofrenia e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Ou seja, para quem se depara com a vontade de comer arroz cru ou outros itens estranhos, é realmente importante marcar uma consulta médica para descobrir se o hábito não está associado a uma outra condição de saúde que exige cuidados amplos e começar a tratá-la rapidamente de maneira adequada.

Fontes e Referências adicionais:

Você já se ouviu falar que faz mal comer arroz cru? Conhece alguém que goste de comer arroz dessa forma? Comente abaixo!

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Velija Dá Sono? Para Que Serve e Efeitos Colaterais

Velija

Confira se Velija dá sono, o que é e para que serve esse medicamento, além dos possíveis efeitos colaterais e contraindicações do mesmo.

Sentir sono faz parte do dia a dia e serve como um aviso do nosso corpo para informar ele está precisando descansar. Entretanto, existem situações em que o sono aumenta além da conta, como pode ocorrer com o uso de determinados medicamentos. Mas seria Velija um dos remédios que pode dar sono?

Para quem está prestes a começar a utilizar o medicamento é importante saber se Velija dá sono, pois permite se preparar para lidar com a reação. Isso porque que ficar muito sonolento pode atrapalhar a execução de tarefas rotineiras como trabalhar, estudar, praticar atividades físicas e preparar refeições saudáveis com o devido cuidado.

Para conhecer um pouco mais o remédio, veja também se Velija engorda ou emagrece. Vale a pena ainda conferir outras opções de remédio para depressão mais usados.

O que é e para que serve Velija?

Antes de entrarmos propriamente na questão se Velija dá sono, vamos ficar mais familiarizados com as indicações deste medicamento.

Pois bem, Velija (cloridrato de duloxetina) é um remédio de uso oral e adulto acima dos 18 anos de idade, encontrado em cápsulas de 30 mg e 60 mg, que pode ser indicado para o tratamento do transtorno depressivo maior, a depressão.

Ele também pode ser prescrito para o tratamento da dor neuropática diabética periférica, da fibromialgia em pacientes com transtorno depressivo maior, dos estados de dor crônica associados à dor lombar crônica, dos estados de dor crônica associados à dor devido à osteoartrite de joelho em pacientes com mais de 40 anos e do transtorno de ansiedade generalizada.

A sua comercialização é permitida somente com a apresentação da receita médica. As informações são da bula de Velija, disponibilizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do site Consulta Remédios.

E então, será que Velija dá sono?

Sim, podemos afirmar que Velija dá sono porque a sonolência é apresentada pela bula do medicamento como uma das reações adversas que ele pode causar.

No caso do tratamento do transtorno depressivo maior e dos estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho, a sonolência é classificada como uma reação comum, ou seja, que atinge 1% a 10% dos pacientes que usam o remédio.

Já para o tratamento da dor neuropática periférica diabética, do transtorno de ansiedade generalizada e da fibromialgia, a sonolência é listada como uma reação muito comum, ou seja, que afeta mais de 10% dos pacientes que utilizam o medicamento.

Caso experimente sonolência excessiva durante o seu tratamento com Velija, especialmente ao ponto de interferir na rotina normal da sua vida, informe o seu médico a respeito do problema para saber o que fazer para amenizá-lo sem prejudicar a sua saúde. Não interrompa o uso do remédio sem antes consultar o médico que o prescreveu porque isso pode ser perigoso.

Os efeitos colaterais de Velija

De acordo com informações da bula do medicamento, disponibilizada pela Anvisa, a lista de efeitos colaterais gerais do remédio inclui:

Reações muito comuns – em mais de 10% dos pacientes:

  • Boca seca;
  • Náusea (vontade de vomitar);
  • Dor de cabeça.

Reações comuns – entre 1% a 10% dos pacientes:

  • Palpitações;
  • Visão borrada;
  • Constipação (intestino preso);
  • Diarreia;
  • Vômito;
  • Dispepsia (indigestão);
  • Dor abdominal;
  • Flatulência (gases);
  • Fadiga (cansaço);
  • Diminuição de peso;
  • Aumento da pressão sanguínea;
  • Diminuição do apetite;
  • Dor musculoesquelética;
  • Espasmo muscular (contração involuntária do músculo);
  • Tontura;
  • Letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio);
  • Tremor;
  • Disgeusia (alteração do paladar);
  • Parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo);
  • Insônia;
  • Alteração do orgasmo;
  • Diminuição da libido (diminuição do desejo sexual);
  • Ansiedade;
  • Distúrbio do sono;
  • Agitação;
  • Sonhos anormais;
  • Alteração da frequência urinária;
  • Distúrbio de ejaculação;
  • Disfunção erétil;
  • Retardo na ejaculação;
  • Dor orofaríngea (dor de garganta);
  • Bocejo;
  • Hiperidrose (suor em excesso);
  • Prurido (coceira);
  • Rubor (vermelhidão da pele).

Reações incomuns – entre 0,1% e 1% dos pacientes:

  • Taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos);
  • Vertigem (falsa sensação de movimentos);
  • Dor de ouvido;
  • Zumbido no ouvido;
  • Midríase (dilatação da pupila);
  • Distúrbio visual;
  • Ressecamento dos olhos;
  • Eructação (arroto);
  • Gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e do intestino);
  • Gastrite (inflamação no estômago);
  • Hemorragia gastrointestinal;
  • Halitose (mau hálito);
  • Disfagia (dificuldade para engolir);
  • Quedas;
  • Sensação de anormalidade;
  • Sensação de frio;
  • Sensação de calor;
  • Mal-estar;
  • Sede;
  • Calafrio;
  • Laringite (irritação ou inflamação da laringe);
  • Achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas do fígado;
  • Aumento de peso;
  • Desidratação;
  • Rigidez muscular;
  • Contração muscular;
  • Distúrbio da atenção;
  • Discinesia (movimentos involuntários);
  • Baixa qualidade do sono;
  • Bruxismo (ranger os dentes);
  • Desorientação;
  • Apatia;
  • Noctúria (aumento da frequência urinária noturna);
  • Hesitação urinária;
  • Retenção urinária;
  • Disúria (dor ao urinar);
  • Poliúria (aumento do volume urinário);
  • Diminuição do fluxo urinário;
  • Dor testicular;
  • Disfunção sexual;
  • Sintomas da menopausa;
  • Constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar);
  • Suores noturnos;
  • Reação de fotossensibilidade;
  • Suor frio;
  • Dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias externas);
  • Maior tendência à contusão;
  • Extremidades frias;
  • Hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).

Reações raras – entre 0,01% a 1% dos pacientes:

  • Hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide);
  • Estomatite (feridas na boca);
  • Distúrbio da marcha (dificuldade para andar);
  • Aumento do colesterol sanguíneo;
  • Mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços ou das pernas durante o sono);
  • Odor urinário anormal;
  • Distúrbio menstrual.

Relatos espontâneos pós-lançamento:

Reações raras – entre 0,01% e 0,1% dos pacientes:

  • Alucinações;
  • Retenção urinária;
  • Erupção cutânea (feridas na pele).

Reações muito raras – em menos de 0,01% dos pacientes:

  • Arritmia supraventricular (alteração dos batimentos cardíacos);
  • Zumbido no ouvido após interrupção do tratamento;
  • Síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético;
  • Glaucoma (aumento da pressão do olho);
  • Colite microscópica (inflamação crônica do intestino grosso);
  • Hepatite (inflamação das células do fígado);
  • Icterícia (pele amarelada em função do aumento de bilirrubina);
  • Reação anafilática (reação alérgica generalizada);
  • Hipersensibilidade;
  • Aumento das enzimas do fígado;
  • Aumento da bilirrubina;
  • Hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);
  • Hiperglicemia;
  • Trismo (contração muscular prolongada da mandíbula);
  • Distúrbios extrapiramidais (rigidez associada a tremor);
  • Parestesia;
  • Síndrome das pernas inquietas;
  • Síndrome serotoninérgica (conjunto de características clínicas de alterações no estado mental e na atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema nervoso autônomo);
  • Convulsões (contração involuntária e intensa dos músculos), que podem ocorrer após a descontinuação do tratamento;
  • Mania (crise de euforia), agressão e raiva (particularmente no início do tratamento ou após a descontinuação do tratamento);
  • Sangramento ginecológico;
  • Galactorreia (produção de leite pelas mamas);
  • Hiperprolactinemia (produção excessiva do hormônio prolactina);
  • Edema angioneurótico (tipo de inchaço);
  • Contusão;
  • Vasculite cutânea [processo caracterizado pela inflamação e lesão das paredes dos vasos sanguíneos (algumas vezes com envolvimento sistêmico)];
  • Equimose (mancha roxa devido à presença de sangue no tecido);
  • Síndrome de StevensJohnson (doença de pele grave);
  • Urticária (coceira);
  • Hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar);
  • Síncope (desmaio, especialmente no início do tratamento);
  • Crises hipertensivas (aumento de pressão arterial).

Podem haver diferenças em relação aos efeitos colaterais dependendo da condição para qual Velija é utilizada. Leia a bula e converse com o seu médico para saber mais a respeito disso.

Caso experimente qualquer um dos efeitos colaterais apresentados acima ou ainda algum outro tipo de reação adversa, procure rapidamente o auxílio médico mesmo que não imagine se tratar de um problema tão grave assim.

Isso é necessário para verificar a real seriedade do efeito colateral em questão, receber o tratamento apropriado e saber como proceder com segurança em relação à continuidade ou não do uso do medicamento.

Contraindicações e cuidados com Velija

O remédio não pode ser utilizado pelos seguintes pacientes:

  • Alérgicos ao cloridrato de duloxetina ou a qualquer outro componente da formulação do medicamento;
  • Que estejam utilizando algum medicamento inibidor da monoaminoxidase (IMAO), como sulfato de tranilcipromina e moclobemida ou tiverem parado de tomar um IMAO nos últimos 14 dias. O uso de Velija® com um IMAO pode causar efeitos colaterais graves ou provocar risco à vida; não se deve tomar um IMAO por, pelo menos, cinco dias após a interrupção do tratamento com Velija;
  • Mulheres que amamentam;
  • Que têm menos de 18 anos de idade.

As pacientes gestantes só podem ser tratadas com o medicamento quando o benefício potencial justificar os riscos para o feto, o que deve ser avaliado pelo médico.

Quem faz uso de qualquer medicamento, suplemento ou planta precisa informar ao médico a respeito disso antes de dar início ao tratamento com Velija para que o profissional verifique se não faz mal usar os dois ao mesmo tempo.

O paciente só deve usar o medicamento quando o mesmo for prescrito pelo médico e sempre conforme as dosagens indicadas pelo profissional, já que a posologia adequada varia de caso para caso, conforme a condição a ser tratada e os problemas de saúde prévios de cada pessoa.

Enquanto se trata com o remédio, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas porque a sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. As informações são da bula de Velija, disponibilizada pela Anvisa.

Atenção: este artigo serve unicamente para informar e não substitui a conversa com o médico e a leitura de toda a bula que precisam ocorrer antes do início do tratamento com Velija.

Fontes e Referências adicionais

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Tamarindo é Bom para o Fígado?

Tamarindo

Confira se o tamarindo é bom para o fígado ou se esse não é um dos benefícios esperados por quem consome essa fruta tropical.

Você pode até não estar muito familiarizado com o tamarindo, entretanto, isso não significa que você não deva mudar um pouquinho a rotina e dar uma chance a essa fruta que é originária da África e também cresce na Índia e no Paquistão.

Isso porque, embora contenha bem mais calorias do que a maioria das frutas e, por isso, precise ser consumida com moderação (uma xícara ou 120 g da polpa do alimento contém 287 calorias), ela também é bastante nutritiva.

Essa mesma xícara ou 120 g da polpa de tamarindo é fonte de vitamina C, carboidratos, fibras, magnésio, potássio, ferro, cálcio, fósforo, vitamina B1, vitamina B2 e vitamina B3, além de quantidades pequenas de selênio, cobre, vitamina B5, vitamina B6, vitamina B9 e vitamina K.

Por conta de todos esses nutrientes é que existem os benefícios do tamarindo e vale a pena conhecer essas receitas de suco de tamarindo, por exemplo.

Mas o tamarindo é bom para o fígado?

Será que ser bom para o fígado é outro motivo pelo qual o alimento merece a nossa atenção?

Bem, de acordo com a nutricionista e mestra em educação nutricional Kerri-Ann Jennings, já foi apontado que o extrato da polpa da fruta pode contribuir com o tratamento da doença hepática gordurosa.

A doença hepática gordurosa é apresentada como uma condição provocada pelo excesso de gordura dentro das células do fígado, que resulta em um aumento no tamanho do órgão, provocando dor e desconforto na região abdominal superior e lateral direita.

O Centro Médico da Universidade de Maryland, dos Estados Unidos, aponta que o fígado gorduroso é a doença mais comumente provocada pelo abuso de bebidas alcoólicas.

Segundo a bacharela em bioquímica nutricional Tracey Roizman, em artigo publicado, uma pesquisa conduzida em animais suplementou a dieta destes com 5 mg de polpa de tamarindo por kg de peso corporal ao longo de 10 semanas.

O estudo, que foi publicado no Journal of Natural Medicines (Jornal de Medicamentos Naturais, tradução livre), indicou que o tamarindo diminuiu os níveis de gordura no fígado dos animais e reduziu os níveis de enzimas hepáticas, completou Roizman.

“Quando elevadas, (as enzimas hepáticas) indicam estresse no fígado”, esclareceu a bacharela em bioquímica nutricional. Entretanto, é nosso dever ressaltar que o experimento em questão foi conduzido em animais – não em seres humanos.

Portanto, não podemos concluir com segurança e certeza que esses mesmos efeitos sejam observados nas pessoas e muito menos que o tamarindo funcione como uma cura para a doença hepática gordurosa.

Como se não bastasse, apesar de algumas pessoas façam uso do tamarindo para lidar com problemas no fígado, as evidências que comprovem que o tamarindo é bom para o fígado são classificadas como insuficientes.

Alimento pode ser útil como parte de toda uma dieta saudável

Porém, a Fundação Americana do Fígado sugere que seguir uma alimentação saudável, que costuma ser rica em frutas e vegetais, pode auxiliar a diminuir os sintomas da doença hepática gordurosa.

Em outras palavras, ainda que não dê para afirmar com segurança que o tamarindo vá curar ou exercer um papel de destaque no tratamento ou controle da doença hepática gordurosa, podemos concluir que incluir o alimento dentro das porções de frutas consumidas no contexto de uma alimentação saudável pode ser benéfico para lidar com a condição.

No entanto, é necessário lembrar que não é só consumir tamarindo que torna uma alimentação saudável – a dieta como um todo precisa ser saudável e contar com toda uma variedade de alimentos nutritivos.

A questão do excesso de peso e a sua relação com a doença hepática gordurosa

Como vimos no começo, o tamarindo é uma fruta um tanto quanto calórica, com suas 287 calorias em uma porção correspondente a uma xícara ou 120 g. Recordar essa informação é importante quando queremos saber se o tamarindo é bom para o fígado.

Isso porque não fica difícil concluir que ao consumir a fruta em excesso, principalmente dentro do contexto de uma dieta de baixa qualidade, já composta por outros alimentos calóricos, pouco nutritivos e cheios de açúcar ou gorduras ruins, a pessoa provavelmente experimentará a elevação do peso corporal.

Há uma versão da doença hepática gordurosa – a doença hepática gordurosa não alcoólica, que como o próprio nome já entrega, atinge pessoas que consomem pouca ou nenhuma bebida alcoólica, conforme informações da Mayo Clinic, organização da área de serviços médicos e pesquisas médico-hospitalares dos Estados Unidos.

De acordo com a organização, dois dos fatores relacionados à doença hepática gordurosa não alcoólica são justamente o sobrepeso e a obesidade. Outras possíveis causas incluem a resistência à insulina, os níveis elevados de gorduras, particularmente triglicerídeos, no sangue e as taxas elevadas de glicose no sangue, como indício de pré-diabetes ou diabetes do tipo 2.

A Mayo Clinic também destacou que um dos fatores de risco para o desenvolvimento da doença hepática gordurosa não alcoólica é a obesidade, principalmente quando a gordura encontra-se concentrada no abdômen.

Ou seja, se encher de tamarindo com o objetivo de prevenir a doença hepática gordurosa ou outros problemas no fígado pode não ser uma boa ideia, tendo em vista que isso pode resultar no acúmulo de calorias e, consequentemente, ao aumento de peso, que está justamente associado ao desenvolvimento da doença.

Se você está preocupado em proteger a saúde do seu fígado, marque uma consulta com o médico e o nutricionista para saber que estratégias e tipo de dieta você deve adotar para auxiliar o bom estado e funcionamento apropriado do órgão.

Além de saber se o tamarindo é bom para o fígado

As pessoas que já sofrem com problemas hepáticos precisam consultar o médico que acompanha o seu caso para saber qual tipo de regime alimentar pode beneficiar a sua condição e quais alimentos devem ser deixados de lados nas refeições devido ao fato de poderem prejudicar o tratamento.

Além disso, a utilização de qualquer suplemento ou extrato para lidar com qualquer problema de saúde – incluindo os que atingem o fígado – deve ocorrer apenas mediante a autorização do médico e de acordo com as orientações do profissional.

É perigoso e nada prudente abandonar um tratamento prescrito pelo médico para lidar com algum problema no fígado e apostar somente em um determinado alimento, extrato ou suplemento para tentar curar ou controlar a condição sem supervisão profissional.

Tenha em mente que qualquer artigo da internet serve unicamente como fonte de informação e jamais pode substituir as orientações profissionais e qualificadas de um médico.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar que o tamarindo é bom para o fígado? Pretende experimentar essa fruta? Comente abaixo!

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Leite de Magnésia na Gravidez Faz Mal?

Grávida

Veja se tomar Leite de Magnésia na gravidez faz mal ou não, quais são as contraindicações e outros cuidados a respeito do uso do produto.

O Leite de Magnésia da Phillips é um produto à base de hidróxido de magnésio que pode ser indicado como laxante para o tratamento da prisão de ventre ocasional e como um antiácido para amenizar a azia, a má digestão e o excesso de acidez no estômago.

A bula também diz que o uso do medicamento é oral, adulto e pediátrico acima dos dois anos de idade. Mas será que uma gestante pode recorrer a esse remédio sem ter maiores preocupações, sabendo que é comum ter azia na gravidez, por exemplo?

Ou o Leite de Magnésia na gravidez faz mal?

É importante para a gestante saber se o Leite de Magnésia na gravidez faz mal porque a prisão de ventre e a azia, problemas para os quais o remédio é indicado, podem ocorrer durante a gestação.

A prisão de ventre é desenvolvida geralmente por conta de níveis mais elevados de hormônios que relaxam os músculos intestinais, desacelerando a movimentação dos alimentos e resíduos no sistema digestivo.

A prisão de ventre na gravidez também pode ser provocada por fatores como uma menor prática de atividades físicas e a ingestão de suplementos de ferro.

A sensação de azia pode acontecer porque nos primeiros meses de gestação há uma elevação significativa na produção dos hormônios progesterona e estrógeno, que atuam sobre o esôfago, dificultando a função do órgão de transportar alimentos da boca até o estômago.

Então, vamos lá: para a Associação Americana de Gravidez, o Leite de Magnésia é um bom laxante leve que é considerado seguro para ser utilizado ao longo de uma gestação.

O magnésio, presente no medicamento, pode dar conta de cruzar a placenta e chegar até o corpo do feto. Não se sabe, de fato, se o remédio é seguro para ser usado na gravidez, já que não existem dados a respeito disso. O conselho geral é que as gestantes evitem usar o Leite de Magnésia.

No mesmo sentido, estudos conduzidos em animais não puderam revelar evidências ou efeitos diretos ou indiretos do hidróxido de magnésio (princípio ativo do remédio) em relação à gestação, desenvolvimento embriofetal, parto ou desenvolvimento pós-natal, enquanto não existem dados controlados referentes à gestação humana.

A bula do Leite de Magnésia, trazida pela Anvisa, alerta que as mulheres grávidas, assim como aquelas que amamentam, as pessoas que sofrem com doenças nos rins e os pacientes que usam medicamentos de prescrição ou não como poliestireno sulfonato de sódio, ibuprofeno, penicilamina, bifosfonatos, cetoconazol ou tetraciclina precisam consultar um médico antes de começar a tomar o remédio.

Vale a pena saber ainda que a edição de julho/agosto do LPN2007, uma publicação da área de enfermagem, relatou que o consumo de laxantes ao longo de uma gravidez aumenta o risco de desidratação e de contrações uterinas.

Até quando o médico autorizar o uso do produto é preciso tomar alguns cuidados

Mesmo se o médico liberar o Leite de Magnésia para a gestante, não dá para utilizá-lo de qualquer maneira. Antes de começar a tomá-lo, a futura mamãe precisa contar ao médico caso faça uso de algum outro tipo de remédio, suplemento ou planta para que o profissional verifique se usar Leite de Magnésia na gravidez fazer mal a ela e ao seu neném ao mesmo tempo em que a outra substância em questão.

O produto pode diminuir a eficiência de alguns medicamentos ou aumentar o risco do aparecimento de efeitos colaterais.

Além disso, é fundamental obedecer às orientações do médico em relação à dosagem, frequência de uso e duração do tratamento com o Leite de Magnésia.

Isso porque a bula do remédio avisa que a ingestão de doses excessivas pode provocar problemas como irritação estomacal ou intestinal, além de sinais de intoxicação por magnésio que podem incluir: náuseas, vômito, rubor, sede, pressão baixa, sonolência, confusão mental, perda de reflexos e fraqueza muscular, depressão respiratória, arritmia cardíaca, coma e parada cardíaca.

Se alguns desses problemas já podem ser considerados graves e perigosos para uma pessoa adulta normal e saudável, imagine só como eles podem complicar a vida de uma gestante!

Contraindicações do Leite de Magnésia

Quando queremos saber se o Leite de Magnésia na gravidez faz mal, é importante que conheçamos as contraindicações do produto, já que além de estar esperando um neném, a mulher também pode se encaixar nesses grupos de restrições ao medicamento.

Pois bem, a bula do Leite de Magnésia de Phillips Original e Hortelã, disponibilizada pela Anvisa descreve que a única contraindicação do remédio é para as pessoas que têm histórico de alergia a qualquer um dos componentes da sua fórmula.

Por conta disso, antes de começar a tomar o remédio, a gestante precisa informar ao médico caso tenha sensibilidade a algum alimento, já que isso pode indicar a possibilidade de que ela possua alergia a algum dos componentes do medicamento.

Antes de iniciar o uso do produto também é necessário relatar ao médico se tiver algum tipo de histórico médico, principalmente de insuficiência renal crônica e seus sintomas, apendicite ou sintomas da condição (dor estomacal ou abdominal, náusea, vômito, por exemplo), mudanças repentinas nos hábitos intestinais com duração maior do que duas semanas e dieta com restrição de magnésio.

Outros cuidados e efeitos colaterais do Leite de Magnésia

Assim como acontece com outros laxantes, o Leite de Magnésia deve ser utilizado somente em curto prazo. Além disso, a bula do remédio adverte que enquanto estiver tomando-o, a paciente precisa certificar-se de manter uma ingestão apropriada de líquidos.

O documento também informa que o remédio pode provocar diarreia como efeito colateral, o que exige a interrupção imediata do uso do medicamento. A bula ainda alerta que quando o usuário experimentar dor abdominal persistente, ele deverá consultar o médico.

É necessário procurar uma ajuda médica imediata quando surgirem sintomas como urticária (erupção ou lesão na pele com manchas ou placas avermelhadas e coceira), dificuldade para respirar, inchaço na língua ou nos lábios, perda de apetite, náusea, vômito ou fraqueza muscular, que podem ser indicativos de uma reação alérgica.

Entretanto, na presença de qualquer efeito colateral ao uso do produto é importante procurar rapidamente o auxílio médico, mesmo que o problema não aparente ser tão grave assim.

Isso é necessário para verificar a real seriedade da reação adversa em questão, receber o tratamento apropriado e saber como deve proceder em relação à continuidade do uso do Leite de Magnésia.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já ouviu falar que Leite de Magnésia na gravidez faz mal? Precisou tomar este medicamento na gestação? Comente abaixo!

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Vinho Aumenta o Colesterol ou Baixa? E o Triglicérides?

Vinho

Veja se é verdade que vinho aumenta o colesterol ou baixa, confira qual é o efeito da bebida sobre os triglicérides também e mais dicas.

Você já deve ter escutado que tomar uma taça de vinho é bom para o coração, certo? E isso remonta ao final dos anos 80 na França, onde surgiu esse paradoxo que se refere à noção de que beber vinho pode explicar as taxas relativamente baixas de doenças cardíacas entre os franceses, mesmo eles adorando queijos e outros alimentos gordurosos.

Essa teoria ajudou a estimular a descoberta de uma série de compostos vegetais benéficos que são conhecidos como polifenóis, encontrados nas cascas das uvas vermelhas e roxas, bem como outras verduras e castanhas.

São esses polifenóis que teoricamente explicam as propriedades protetoras do coração presentes no vinho. Inclusive vale a pena se aprofundar e conhecer os benefícios do vinho para saúde comprovados cientificamente.

Há também um outro argumento que diz que a dieta mediterrânea, que entre outros ingredientes compõe também pelo vinho tinto, demonstrou ser eficaz na prevenção de ataques cardíacos.

Mas será que isso é verdade? O vinho aumenta o colesterol ou baixa? E a respeito dos triglicérides?

Vinho e a saúde do coração

O vinho, especialmente o tinto, é conhecido por oferecer benefícios para a saúde do coração. Isso porque, os antioxidantes presentes no vinho tinto – os polifenóis – podem ajudar a proteger o revestimento dos vasos sanguíneos, em especial um polifenol chamado resveratrol, que é uma substância dessa bebida que chamou bastante a atenção de especialistas e pesquisadores.

O resveratrol pode ser um ingrediente chave que ajuda a prevenir danos nos vasos sanguíneos, reduz o colesterol LDL (colesterol de baixa densidade) e previne coágulos sanguíneos.

Algumas pesquisas mostram que o resveratrol pode estar ligado a um menor risco de inflamação e coagulação do sangue, o que pode levar a doenças cardíacas, mas outros estudos não encontraram benefícios do resveratrol na prevenção de doenças cardíacas ou encontraram que seria preciso beber muito vinho para obter uma quantidade de fato benéfica desta substância para o coração.

Um copo de vinho por dia pode reduzir o colesterol e proteger o coração

Um estudo realizado na Universidade de Ben-Gurion do Negev, em Israel, dividiu 200 participantes em 2 grupos, ambos se alimentando com uma dieta mediterrânea padrão, mas um dos grupos recebeu 150ml de vinho tinto todas as noites durante o jantar.

No final da pesquisa, o grupo que tomou vinho apresentou níveis aumentados de piloproteina de alta densidade (HDL), também conhecido como “bom colesterol”. O HDL combate a lipoproteína de baixa densidade (LDL) que obstrui as artérias, aumentando o risco de doenças cardíacas e derrames.

Esse estudo também encontrou algumas evidências de que um copo de vinho por dia poderia melhorar o controle da glicose no sangue.

Os potenciais benefícios do vinho tinto para a saúde têm sido de grande interesse de pesquisadores em todo o mundo, mas ainda é um assunto que permanece controverso.

Mesmo assim, é importante notar que esses benefícios à saúde só se aplicam a pequenas quantidades do vinho tinto, já que beber mais de um copo ou dois por dia desta bebida está claramente ligado a um aumento no risco de doenças cardíacas, além de algumas formas de câncer.

Iris Shai, a principal autora do estudo realizado em Israel, afirma: “Este primeiro ensaio sugere que iniciar a ingestão moderada de vinho, especialmente o vinho tinto, entre pacientes com diabetes tipo 2 bem controlada e como parte de uma dieta saudável, é aparentemente seguro e diminui o risco cardiometabólico”.

No entanto, para o Dr. Kenneth Mukamal, médico clínico na Harvard Deaconess Medical Center, afiliada da Universidade de Harvard (Estados Unidos), afirma que as evidências são muito fracas e que todas as pesquisas que mostram que as pessoas que bebem quantidades moderadas de álcool têm suas taxas mais baixas de doença cardíaca são observacionais, e que tais estudos não podem provar causa e efeito, apenas associações.

O consumo moderado, que é definido como uma dose por dia para mulheres saudáveis e duas por dia para homens saudáveis, é considerado amplamente seguro, mas até hoje, os efeitos do álcool sobre a saúde nunca foram testados em um estudo randomizado de longo prazo.

Reservas de resveratol

De acordo com o Dr. Mukamal, uma pesquisa realizada em ratos em relação ao resveratrol é convincente, porém, não há evidência de nenhum benefício para as pessoas que tomam suplementos de reveratrol.

De acordo com ele, você teria que beber de cem a mil copos de vinho tinto por dia para obter uma quantidade equivalente às doses que melhoraram a saúde dos camundongos.

Além disso, um estudo realizado em adultos idosos que vivem na região de Chianti, na Itália, cujas dietas eram naturalmente ricas em reveratrol, não encontrou nenhuma ligação entre os níveis de resveratrol e taxas de doenças cardíacas, câncer ou morte.

O Dr. Mukamal afirma que, quanto a dieta mediterrânea, é impossível saber se o vinho tinto é uma parte importante do motivo pelo qual esse estilo de dieta ajuda a reduzir as doenças cardíacas.

Pesquisas que mostram que vinho baixa o colesterol

Como visto, ainda há controvérsias em relação aos resultados se o vinho aumenta o colesterol ou baixa. Porém, as pesquisas e evidências que mostram que em quantidade moderada o vinho baixa o colesterol são:

– Baixa o colesterol LDL

O consumo moderado de vinho tinto reduz o colesterol LDL, conhecido popularmente como o colesterol “ruim”, segundo pesquisadores da Universidade de Bourgogne, em Dijon, na França, que testaram o efeito do vinho tinto sobre os níveis de colesterol em pacientes que haviam sido hospitalizados após sofrerem de infarto do miocárdio.

Metade dos pacientes recebeu 250 ml de vinho tinto por dia durante duas semanas, enquanto que a outra metade recebia água, juntamente com uma dieta ao estilo mediterrâneo.

Mesmo neste período de tempo considerado relativamente curto, os níveis de colesterol total e de LDL diminuíram significativamente no grupo que consumia vinho tinto, porém, o mesmo não aconteceu no grupo da água. Os níveis de antioxidantes das pessoas que receberam vinho também aumentaram substancialmente.

– Aumenta o HDL

Beber um ou dois copos de vinho tinto por dia, de acordo com um estudo realizado em 45 mulheres na pós-menopausa com colesterol alto, aumenta o colesterol HDL, conhecido como o “bom colesterol”.

O aumento do HDL ajuda a diminuir o risco de doenças cardíacas porque ele se liga ao colesterol ruim presente nos tecidos do corpo para levá-lo para fora do corpo e remove os depósitos de gordura que estão nas paredes dos vasos sanguíneos.

Esse estudo descobriu que 400ml por dia de vinho tinto consumido ao longo de seis semanas reduziram as concentrações de colesterol LDL em jejum em 8% e aumentaram as concentrações de colesterol HDL em 17%.

– Aumenta o tamanho das partículas de LDL e diminui o LDL oxidado

Além de reduzir o LDL e aumentar o colesterol HDL, descobriu-se que o vinho tinto aumenta o tamanho do LDL e diminui a sua oxidação. Tanto o tamanho do LDL quanto a sua oxidação com radicais livres são fatores importantes para o desenvolvimento da aterosclerose, uma formação de placas nas paredes arteriais, que é a principal causa subjacente de ataques cardíacos e derrames.

A detecção de partículas de LDL de tamanho pequeno ou oxidadas na corrente sanguínea está correlacionada com um maior risco de doença cardiovascular.

– Diminui a inflamação PCR

O vinho tinto também reduz a proteína C-reativa (PCR), que é um marcador de inflamação crônica de baixo grau em todo o corpo, e níveis elevados de PCR estão fortemente correlacionados com doenças cardiovasculares e outras doenças relacionadas à inflamação crônica.

A inflamação, como o estresse oxidativo, é outro fator importante que envolve a formação de placas arteriais e o desenvolvimento da aterosclerose. Pessoas com níveis altos de LDL ou baixo de HDL bem como altos níveis de inflamação medidos por PCR podem estar correndo significativamente o risco de sofrer com doenças cardíacas.

Um estudo em mulheres saudáveis descobriu que os níveis de PCR diminuíram mais de 25% depois de beber 100ml de vinho tinto duas vezes por dia durante quatro semanas. Os níveis de colesterol HDL dessas mulheres também aumentaram significativamente.

– Diminui a lipoproteína

O consumo de vinho tinto reduz a lipoproteína, uma partícula semelhante ao colesterol e muito perigosa que possivelmente penetra na parede dos vasos sanguíneos e leva a formação das placas causando a aterosclerose.

Um estudo realizado no Reino Unido que comparou os efeitos do consumo de vinho tinto e vinho branco em pessoas saudáveis descobriu que 10 dias consumindo 200 ml de vinho tinto diariamente não apenas diminuiu significativamente o colesterol LDL e reduziu o tamanho do LDL, como também reduziu drasticamente os níveis de lipoproteína.

Vinho e triglicérides

Além das discussões e pesquisas que relacionam o vinho com a redução ou aumento do colesterol, há também pesquisas sobre se o vinho e os triglicérides.

De acordo com Michael T. McDermott, professor de medicina da Universidade do Colorado, consumir bebidas alcoólicas em geral, bem como o vinho, pode causar um aumento no nível de triglicérides no sangue.

Um estudo publicado no “International Journal of Vascular Medicine” relatou que isso ocorre principalmente no caso das pessoas que consomem mais do que a quantidade de álcool recomendada por dia.

Isso acontece porque o álcool presente nas bebidas aumenta a quantidade de lipoproteínas de densidade muito baixa, ou VLDL, que são produzidas pelo fígado.

VLDL é um tipo de colesterol que transporta triglicerídeos, e quanto mais VLDL estiver presente no sangue, maior será o nível de triglicerídes e maior será a probabilidade das artérias acumularem colesterol, podendo levar a doenças cardíacas.

O álcool também pode contribuir para níveis altos de triglicerídeos ao inibir a lipoproteína lipase, que é uma enzima que de outra forma quebraria as VLDLs e os quilomicrons, outro tipo de partícula que transporta gordura.

Além disso, o vinho é uma bebida bastante calórica, sendo que uma dose de cerca de 150ml contém em torno de 125 calorias, e no caso por exemplo, de uma pessoa que segue uma dieta de 2.000 calorias, um copo de vinho tinto fornece mais do que 6% do seu limite calórico diário, e por isso, o alto consumo dessa bebida pode levar ao ganho de peso e a níveis mais elevados de triglicerídes. Veja se vinho ou emagrece em maiores detalhes.

Como explicado acima, ainda são necessárias mais pesquisas para comprovar se de fato o vinho aumenta o colesterol ou baixa, porém, se você gosta desta bebida, certifique-se de consumir quantidades moderadas, ou seja, uma dose, cerca de 150ml, por dia.

É importante que os homens mais velhos saibam que tanto o National Institute of Alcohol Abuse (Instituto Nacional de Abuso de Álcool dos Estados Unidos) como o American Geriatric Society (Sociedade Geriátrica Americana) recomendam que a partir dos 65 anos de idade, os homens limitem seu uso de álcool a não mais do que um único drinque por dia.

Mudanças relacionadas à idade, incluindo uma diminuição da capacidade de metabolizar o álcool, tornam as quantidades mais altas muito arriscadas, independente do sexo.

Fontes e Referências Adicionais:

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Como Treinar Pernas em Casa Sem Equipamentos – 10 Melhores Exercícios

Treinar perna em casa

Veja alguns exercícios e dicas de como treinar pernas em casa sem a necessidade de utilizar equipamentos, pesos e halteres.

Não dá para subestimar a importância da inclusão de um bom treino de pernas completo na programação de treinamentos voltados para a hipertrofia muscular – afinal, os exercícios para pernas são essenciais para o praticante não terminar com aquela aparência estranha de “frango de padaria”, com a parte superior do corpo toda musculosa e desenvolvida e as pernas finas e magras.

Quando a impossibilidade de treinar na academia bate às portas, a alternativa se torna fazer os exercícios para pernas em casa, assim como tantos outros exercícios que as pessoas se acostumaram a fazer durante a quarentena do novo coronavírus.

Mas não é necessário ter aqueles aparelhos de academia em casa para malhar as pernas? Não mesmo: existem exercícios que podem ser feitos sem equipamentos ou podem ser executados com aparelhos improvisados, como os que mostraremos abaixo.

Depois que aprender como treinar pernas em casa, que tal aproveitar que já está por aqui para saber mais a respeito dos alongamentos para pernas e ficar atento aos erros que devem ser evitados no seu treino de pernas?

10 exercícios de pernas para treinar em casa

1. Agachamento

Imagem: MSN

Como fazer: posicionar-se em pé, com o corpo na posição ereta, as pernas abertas como na imagem acima, com os pés na mesma linha dos ombros e dos dedos dos pés apontados ligeiramente para fora.

Manter os braços na frente do corpo com as mãos unidas na altura do tórax, para auxiliar em relação ao equilíbrio. Então, abaixar os quadris como se fosse sentar até as coxas ficarem paralelas ao chão. Pausar e retornar à posição inicial, apoiando-se através do calcanhar. Contrair os glúteos no topo do movimento.

Durante o exercício é necessário tomar cuidado para não inclinar-se muito para a frente e para não arquear as costas. Além disso, é preciso evitar que os joelhos fiquem à frente do nível dos dedos do pé na descida do agachamento.

2. Agachamento com pulo

Como fazer: a posição inicial é em pé, com a postura reta e os pés separados em uma distância correspondente à largura dos quadris. Então, fazer o agachamento, mantendo os joelhos atrás da linha dos dedos dos pés, até que as coxas estejam paralelas ao chão. Logo em seguida, empurrando através dos calcanhares o máximo que conseguir, pular o mais alto que puder, com a maior força possível.

Usar todo o pé para saltar – não somente os dedos dos pés e pousar o mais suave que conseguir. Permitir que os joelhos se dobrem em 45º e assim que pousar do salto, pausar em um agachamento profundo por um segundo e pular outra vez.

3. Afundo

Os afundos também são ótimos para quem procura como treinar pernas em casa sem equipamentos. Veja como fazer esse ótimo exercício.

Como fazer: posicionar-se em pé com o corpo reto, os braços aos lados do corpo e os pés separados em uma distância de aproximadamente 15 cm.

Dar um passo a frente com a perna direita, abaixando o corpo até que os dois joelhos estejam dobrados em um ângulo de 90º. As costas devem ser mantidas retas, o queixo não pode cair e o pé de trás fica na ponta. Os músculos abdominais devem ficar para dentro. Usar os posteriores das coxas e os glúteos para se impulsionar de volta para cima no posicionamento inicial.

É necessário inalar na hora da descida e exalar na hora da subida. Durante o exercício é preciso tomar cuidado para não arcar as costas, não permitir que o joelho de trás encoste no chão (ele quase encosta, mas não deve efetivamente fazer isso) e não levar os quadris para frente.

4. Afundo lateral

Como fazer: começar na posição em pé, com o corpo reto e os pés separados em uma distância correspondente ao dobro da largura dos ombros. Então, mantendo a perna direita reta, empurrar os quadris para trás e para a esquerda. Após, dobrar o joelho esquerdo e abaixar o corpo até que a coxa esquerda esteja paralela ao chão. Os pés devem permanecer no chão o tempo todo.

Pausar por dois segundos na posição baixa do exercício e retornar ao posicionamento original. Depois que completar todas as repetições de um lado, repetir o exercício pelo outro lado do corpo.

5. Salto na caixa (ou banco) estilo tesoura

Como fazer: posicionar-se em pé em frente a uma caixa ou banco. Então, colocar o pé esquerdo em cima da caixa ou banco e deixar o pé direito no chão. Então, em um único movimento, saltar e trocar a posição das pernas no ar.

Na parte baixa do exercício, pausar por um segundo, antes de alternar para a outra perna.

Atenção: quem busca como treinar pernas em casa, para fazer esse exercício específico, precisa escolher um banco ou caixa bem resistente e que esteja bem fixado no chão – uma caixa de papelão, por exemplo, não vai servir – para evitar que o móvel escorregue ou fique mexendo, o que poderá fazer com que você caia e se machuque ao saltar ou pousar.

6. Elevação de quadril de uma perna só

Imagem: Reprodução Pinterest/Via teamfitnesstraining

Como fazer: deitar-se de costas, com os braços posicionados ao lado do corpo em ângulos de 45º. Enquanto o joelho esquerdo é dobrado e o pé esquerdo fica no chão, a perna direita deve ser levantada até que fica alinhada com a coxa esquerda.

Uma vez que estiver nessa posição, contrair os glúteos empurrar os quadris para cima, de modo que a região lombar seja elevada. Feito isso, dar uma pausa para depois retornar ao posicionamento original.

7. Agachamento unilateral com perna elevada

Imagem: MSN

Como fazer: a posição inicial é em pé em cima de um banco ou caixa como na primeira imagem. Então, colocar os braços retos, estendidos para a frente do corpo na horizontal. Tirar uma das pernas do banco ou caixa e levá-la para a frente.

Equilibrando-se somente sobre a perna que ficou no banco ou caixa, flexionar o joelho desta perna e abaixar devagarzinho o corpo, até que o calcanhar da perna estendida encoste levemente no chão. Fazer uma pausa e, na sequência, impulsionar o corpo de volta ao posicionamento original. Inverter as posições das pernas para repetir o exercício pelo outro lado do corpo.

Ao longo do exercício é necessário tomar cuidado para que o joelho envolvido no agachamento não se mova para dentro. Além disso, o pé de apoio precisa ser mantido fixo, assegurando que o calcanhar não seja erguido do chão.

Dica importante: escolha um banco ou caixa bem resistente e que esteja bem fixado ao chão, de modo que não haja o risco de que o móvel saia do lugar ou deslize, o que poderá fazer com que você escorregue, caia ou sofra uma lesão.

8. Afundo reverso com elevação de joelho

Como fazer: iniciar o exercício na posição reta, em pé e com os pés separados em uma distância correspondente à largura dos ombros. Então, dar um passo para trás com o pé esquerdo, de modo que apenas a ponta do pé da perna de trás toque no chão, e dobrar os joelhos, formando dois ângulos de 90º com as pernas.

Enquanto a perna da frente fica com o joelho apontando para a frente, a perna de trás desce e a ponta do joelho esquerdo quase encosta no chão. Impulsionar através do calcanhar direito para retornar a posição inicial. Conforme levanta, erguer o joelho esquerdo em direção ao peito.

Trocar as posições das pernas e repetir o exercício pelo outro lado do corpo.

9. Elevação lateral de perna em pé

Imagem: MSN

Como fazer: posicionar-se em pé em frente a uma cadeira e segurar no seu encosto com as duas mãos para ter equilibrado. Então, enquanto um pé permanece apoiado no chão, a perna oposta deve ser levantada e balançada para frente e para trás em frente ao corpo, como se fosse um pêndulo.

Feito isso, trocar as posições das pernas e repetir o exercício pelo outro lado do corpo. O exercício jamais deve ser feito de uma maneira muito rápida, ao ponto de se sentir fora do controle do movimento. Falando nisso, a movimentação deve ocorrer dentro de um espaço de distância confortável.

Além disso, é muito importante tomar cuidado com a cadeira escolhida para fazer o exercício: ela deve ser bem resistente, ficar bem fixada no local e não pode ter dano algum em sua estrutura, como uma perna quebrada, por exemplo. Tudo isso para não correr o risco de que ela deslize, escorregue ou desmonte, o que pode fazer com que você perca o equilíbrio e se machuque.

10. Extensão de perna com inclinação

Imagem: MSN

Como fazer: a posição inicial é a postura do cachorro com as pontas dos pés e as palmas das mãos no chão. As mãos devem ser posicionadas aproximadamente um metro à frente das pontas dos pés, como na imagem acima. Os quadris devem ser mantidos no alto e o abdômen deve ficar firme e contraído. O objetivo é formar uma linha reta dos pés aos quadris e outra linha reta dos quadris aos ombros.

Então, levantar uma perna reta para trás e para cima, elevando o calcanhar em direção ao teto, conforme a segunda imagem. Feito isso, contrair os glúteos na parte alta do exercício e retornar ao posicionamento original.

A parte superior do corpo precisa ser mantida alinhada durante todo o exercício e deve-se evitar virar para os lados. Além disso, recomenda-se tomar cuidado para não estender demais a região lombar na parte alta do movimento.

Cuidados com o treino de pernas

Se você não está habituado à prática de exercícios físicos, depois de entender como treinar pernas em casa é importante que cheque se está apto a praticar o treinamento desejado e em que nível de intensidade pode começar.

Lembre-se de que se você tiver uma condição especial em suas articulações ou algo que possa ser afetado pela prática de exercícios, é recomendado conversar com o seu médico e profissional de educação física antes de realizá-los.

Também é fundamental contar com o acompanhamento de um educador físico, que é o profissional habilitado para montar um programa de treinamento adequado para sua segurança e objetivos, determinar quantas séries e repetições dos exercícios você deve realizar e ensinar a técnica de cada exercício, o que previne lesões.

É fundamental lembrar ainda que os exercícios apresentados neste artigo servem somente como exemplo de como treinar pernas em casa – o treinamento ideal para atingir a hipertrofia varia de pessoa para pessoa, conforme sua aptidão física, dieta e metas.

Quando for se exercitar em casa, use roupas e tênis confortáveis como os que você usaria se fosse a uma academia ou estúdio fitness, e escolha um local amplo da casa, que te permita ter espaço de sobra para se movimentar e que conte com poucos móveis e objetos, uma vez que eles podem se tornar um obstáculo e fazer com que você se machuque caso esbarre ou vá de encontro com um deles enquanto treina.

Aproveite para conferir mais alguns truques para tornar o seu treino em casa mais eficiente e lembre-se: caso sinta uma dor incomum ou outras sintomas alarmantes enquanto estiver se exercitando, interrompa imediatamente o treino e procure ajuda médica, se necessário.

Fontes e Referências Adicionais:

O que você achou dessas dicas de como treinar pernas em casa sem equipamentos? Pretende experimentar hoje mesmo? Comente abaixo!

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Como Treinar Pernas em Casa Sem Equipamentos – 10 Melhores Exercíciossurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
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13 receitas leves de festa junina para uma data mais saudável

Dançar quadrilha e pular fogueira com a família ou o grupo de amigos não é recomendada durante as festas juninas de 2020. Mas os pratos típicos ainda vão acontecer! Pensando nisso, selecionamos 13 receitas leves de festa junina para você fazer na sua casa. Difícil vai ser escolher a sua preferida!

Receitas de festa junina salgadas 


Cuscuz paulista 

<span class=”hidden”>–</span>Comitê Umami/Divulgação

Receita criada por especialistas do Comitê Umami.

Ingredientes: 

  • 2 colheres de sopa de óleo (16g);
  • 1 cebola média picada (70g);
  • 2 dentes de alho espremidos (20g);
  • Meio pimentão vermelho picadinho (27g);
  • 2 latas de sardinha, escorridas (360g);
  • 1 lata de milho, escorrido (200g);
  • 2 colheres de sopa de salsa picada (10g);
  • Meia xícara de chá de polpa de tomate (100ml);
  • 2 xícaras de chá de água (400ml);
  • 1 colher de chá de sal (3g);
  • 1 xícara de chá de farinha de milho (100 g);
  • 1 tomate pequeno cortado em rodelas (50 g);
  • 1 ovo cozido cortado em rodelas (45 g).

Modo de preparo: 

Em uma panela grande, coloque o óleo e leve ao fogo médio para aquecer. Junte a cebola, o alho e o pimentão, e refogue por 3 minutos, ou até murcharem. Acrescente a sardinha, o milho, a salsa, a polpa de tomate, a água e o sal, e cozinhe por mais 10 minutos, ou até ferver.

Adicione, de uma só vez, a farinha de milho e mexa vigorosamente, até secar e desprender do fundo da panela. Retire do fogo, transfira para uma fôrma redonda de furo central (19 cm de diâmetro), untada e decorada com as rodelas de tomate e de ovo e deixe amornar. Desenforme e sirva em seguida.


Caldo verde

<span class=”hidden”>–</span>Renata Pigliasco/Divulgação

Receita criada pela nutricionista Renata Pigliasco (@renatabranconutri). 

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de azeite;
  • 1 cebola;
  • 2 dentes de alho;
  • 200g de shiitake;
  • 3 colheres de sopa de alho-poró;
  • 200g de couve cortadas em tiras finas;
  • 200g de couve-flor (ralada). 

Modo de preparo:

Coloque metade do azeite, metade da cebola e metade do alho picados na panela. Deixe dourar e acrescente o shiitake. Refogue, depois reserve. 

Coloque o restante do azeite, cebola e alho na mesma panela, deixe dourar e acrescente a couve-flor e a couve (separe um pouco para usar no final). Coloque água quente até cobrir os ingredientes. Deixe cozinhar. Depois de cozido, bata no mixer ou no liquidificador. Volte com o caldo para panela, acrescente o shiitake e deixe cozinhar mais um pouco. Acrescente o restante da couve e desligue o fogo. 

Receitas de festa junina doces


Pudim de paçoca light

Imagem ilustrativaPexels/Reprodução

Receita criada pela chef Priscila Pacheco (@chefpri_pacheco) do @cozinhadapacheco.

Ingredientes: 

  • 1 lata de leite condensado light;
  • 1 caixa de creme de leite light;
  • 1/2 xícara de leite desnatado quente;
  • 150 gramas de amendoim torrado sem sal;
  • 1 pacote de gelatina sem sabor (12g).

Modo de preparo: 

Hidrate a gelatina com 4 colheres de sopa de água quente (coloque o líquido em dois ciclos de 15 segundos no microondas). Bata o restante dos ingredientes no liquidificador e acrescente a gelatina por último, batendo mais um pouco. Coloque em uma travessa ou em potinhos individuais untados com manteiga ou óleo de coco e leve à geladeira por 3 horas, em média. Decore com 2 paçocas lights quebradinhas.


Canjica leve

<span class=”hidden”>–</span>Italo Costa/Divulgação

Receita criada pelo atleta fitness WBFF e influenciador digital Italo Costa (@panachebr).

Ingredientes:

  • 3 xícaras de milho-branco seco para canjica (500g);
  • 6 xícaras de leite desnatado;
  • 1 a 3 paus de canela;
  • 1 pedaço (5 cm) de casca de limão (opcional);
  • 3 colheres de sopa de adoçante em pó para forno e fogão;
  • 3 colheres de chá. de canela em pó.

Modo de preparo:

Em uma tigela grande, deixe o milho de molho com bastante água durante uma noite. Escorra. Transfira para uma panela e complete com água suficiente para cobrir. Cozinhe em fogo brando até ficar levemente amolecido e ter absorvido toda a água (cerca de 30 minutos). Adicione a metade do leite, a canela e a casca de limão, se for usar. Cozinhe em fogo brando até ferver e engrossar. Misture o restante do leite com o adoçante e despeje na panela.

Ferva por mais 5 minutos. Descarte a casca de limão. Sirva quente, polvilhado com canela em pó.


Canjica de coco low carb

<span class=”hidden”>–</span>Chef Saschi/Divulgação

Receita criada pela Chef Saschi (@chef.saschi).

Ingredientes da base:

  • 400g de castanhas-de-caju cruas cortadas na metade;
  • 1/2 xícara de leite de coco em pó;
  • 2 xícaras de água;
  • 3 colheres de sopa de Adoçã;
  • Extrato de baunilha (opcional).

Ingredientes do creme:

  • 1 xícara de leite de coco em pó;
  • 2 caixinhas de creme de leite com 30% de gordura;
  • 1/4 de xícara de farinha de coco;
  • 10 colheres de sopa de coco ralado sem açúcar;
  • 1/2 xícara de coco em fitas;
  • Canela em rama;
  • Canela em pó;
  • Cravo (opcional).

Modo de preparo:

Para a base, bata no liquidificador o leite de coco em pó, a água e o Adoçã até ficar branquinho e homogêneo. Coloque a castanha com o conteúdo que você bateu no liquidificador e, se quiser, umas 5 gotinhas de extrato de baunilha natural em uma vasilha para hidratar as castanhas de 1 a 2 horas.

Para o creme, coloque todos os ingredientes em uma tigela e misture bem até incorporar. Reserve. Depois de uma hora, leve as castanhas com o caldo em que estavam de molho para o fogo baixo até levantar fervura. Acrescente o creme e deixe ferver mais um pouco. Por fim, é só servir, colocando um pouco de canela em pó em cima e decorando com canela em rama e fitas de coco.


Canjica fit 

<span class=”hidden”>–</span>Thai Fit/Divulgação

Receita criada pelo chef funcional e empresário do ramo de congelados Thai Fit (@thaifitdelivery).

Ingredientes:

  • 500g de milho para canjica;
  • Cravos-da-índia e canela em pau a gosto;
  • 1 litro de leite desnatado;
  • 1 garrafa de leite de coco light;
  • 3 xícaras de açúcar demerara.

Modo de preparo:

O milho da canjica precisa ficar descansando em água de um dia para o outro antes de cozinhar, a não ser que você prefira usar a canjica pré-cozida. Depois disso, escorra bem e transfira para uma panela.

Na panela, adicione os ingredientes: canela em pau, cravo, água, leite de coco e o açúcar demerara. Aqueça tudo em fogo baixo, misturando sempre, até o caldo engrossar e a canjica ficar bem macia. Para servir, adicione também um pouco de canela em pó, que é um excelente termogênico. Uma boa dica também na hora de servir é adicionar um pouco de óleo de coco, garantindo ainda mais nutrientes a essa sobremesa funcional.


Cajuzinho low carb

<span class=”hidden”>–</span>Chef Saschi/Divulgação

Receita criada pela Chef Saschi (@chef.saschi).

Ingredientes:

  • 1 xícara de Adoçã (110g);
  • 1 xícara de castanhas-de-caju ou amendoins sem pele triturados;
  • 1 colher de sopa rasa de cacau em pó;
  • 1 pitadinha de sal;
  • 1 caixa de creme de leite sem lactose;
  • Castanhas ou amendoins triturados para decorar.

Modo de preparo:

Coloque o Adoçã, o cacau e a água em uma panela pequena e leve em fogo baixo até fazer um caramelo leve em ponto de fio. Adicione as castanhas ou amendoim e deixe dar uma leve engrossada. Depois, coloque o creme de leite e reduza um pouco. Se for moldar, depois de moldado, jogue um pouco de castanha ou amendoim bem triturados por cima para decorar.


Quebra-queixo low carb e sem glúten

<span class=”hidden”>–</span>Chef Saschi/Divulgação

Receita criada pela Chef Saschi (@chef.saschi).

Ingredientes:

  • 40g creme de leite;
  • 110g de Adoçã;
  • 70g coco médio seco ralado sem açúcar;
  • 20g manteiga;
  • 1/4 xícara de água + 1/2 xícara de água.

Modo de preparo:

Coloque o Adoçã, a manteiga e 1/4 de xícara de água em uma panela. Leve ao fogo baixo até virar um caramelo em ponto de bala bem dourado. Acrescente o resto da água e mexa bem até dissolver os pedacinhos de caramelo. Acrescente o creme de leite e, em seguida, o coco até começar a soltar da panela. Faça montinhos em cima de um tabuleiro forrado com papel-manteiga e leve à geladeira para esfriar. Depois de endurecer, guarde em um pote bem fechado fora da geladeira.


Bolo de milho com coco

<span class=”hidden”>–</span>Chef Saschi/Divulgação

Receita criada pela Chef Saschi (@chef.saschi).

Ingredientes:

  • 1 lata de milho (mais a mesma medida de água);
  • 3 ovos;
  • 1 vidro de leite de coco;
  • Meio copo de óleo;
  • 3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado;
  • 7 colheres de sopa de fubá pré-cozido;
  • 2 xícaras de açúcar;
  • 1 colher de sopa de fermento em pó.

Modo de fazer:

Bata tudo no liquidificador e leve ao forno preaquecido a 200°C (unte a forma manteiga) por 40 minutos. Para a cobertura, ferva uma lata de leite condensado light com flocos de coco e coloque sobre o bolo quando estiver em ponto de calda.


Bolo de milho fofo

<span class=”hidden”>–</span>Renata Pigliasco/Divulgação

Receita criada pela nutricionista Renata Pigliasco (@renatabranconutri). 

Ingredientes:

  • 1 xícara de milho cozido;
  • 1 xícara de açúcar demerara;
  • 1 xícara de farelo de aveia;
  • 1/2 xícara de farinha de amêndoa (ou farelo de aveia);
  • 4 ovos;
  • 2 colheres de sopa de manteiga;
  • 200ml de óleo de coco;
  • 1 colheres de sopa de fermento.

Modo de preparo:

Bata no liquidificador os ovos, açúcar e a manteiga. Depois acrescente os outros ingredientes, exceto o fermento. Bata por mais alguns minutos. Por fim, acrescente o fermento e mexa delicadamente. Unte a forma com óleo de coco ou manteiga e leve ao forno a 180°C por 40 minutos. 


Bolo de batata-doce com coco

<span class=”hidden”>–</span>Mirian Rocha/Divulgação

Receita criada pela chef Mirian Rocha (@mirianrochachocolates), especialista em Chocolate/Chef Chocolatier.

Ingredientes: 

  • 250g de batata-doce (cozida e espremida tipo purê);
  • 1/2 xícara de chá de açúcar;
  • 50g de coco fresco ralado ou coco seco hidratado com leite de coco (100ml) por 5 minutos;
  • 1/2 xícara de chá de creme de arroz em pó;
  • 2 ovos inteiros;
  • 2 colheres de sopa de manteiga;
  • 1/2 colher de sopa de fermento em pó;
  • 1 pitada de sal;
  • Cravo-da-índia em pó a gosto.

Modo de preparo:

Cozinhe as batatas com pouca água, descasque e esprema, fazendo um purê. Reserve. Na batedeira, bata o açúcar com a manteiga até obter um creme. Junte os ovos e bata mais bem até obter uma massa homogênea.

Adicione o purê de batata, o coco, perfume com o cravo da índia e outras especiarias. Misture bem. Acrescente a farinha de arroz, o fermento e o sal. Asse em um recipiente untado, forrado com papel manteiga, em forno médio até secar o centro. Deixe descansar e desenforme.


Bolo de chocolate funcional

<span class=”hidden”>–</span>Mirian Rocha/Divulgação

Receita criada pela chef Mirian Rocha (@mirianrochachocolates), especialista em Chocolate/Chef Chocolatier.

Ingredientes:

  • 4 ovos;
  • 1 xícara de açúcar de coco;
  • 4 colheres de sopa óleo de coco;
  • 4 colheres de sopa de cacau em pó;
  • 1 xícara de leite vegetal (coco, arroz ou amêndoas);
  • 1 xícara de farinha de arroz (integral é a opção mais indicada);
  • 1/2 xícara de farelo de quinoa/aveia ou amaranto;
  • 2 barras de chocolate amargo rico em cacau picado (escolha versões sem açúcar ou sem lactose, se preferir);
  • 1 colher de sopa de fermento em pó.

Modo de preparo:

Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas com o açúcar, o óleo, o cacau e o leite de coco. Depois, acrescente as farinhas e bata até incorporar.

Por último, com uma espátula, acrescente os pedaços de chocolate picados, o fermento e as claras em neve, mexendo com cuidado. Unte a forma com farinha e manteiga. Despeje a massa na forma e  e coloque no forno preaquecido para assar por aproximadamente 40 minutos.


Bolo de cenoura fit

<span class=”hidden”>–</span>Italo Costa/Divulgação

Receita criada pelo atleta fitness WBFF e influenciador digital Italo Costa (@panachebr).

Ingredientes:

  • 2 cenouras médias;
  • 5 ovos;
  • 2 xícaras de farinha de aveia;
  • 1 1/2 xícara de adoçante (xiilitol);
  • 4 colheres de sopa de óleo de coco;
  • 1 colher de chá de fermento;
  • Chocolate para cobertura.

Modo de preparo:

Bata no liquidificador as cenouras raladas, os ovos inteiros e as 4 colheres de sopas generosas de óleo de coco. Coloque o líquido que formar em um recipiente e acrescente 1/2 xícara de adoçante, 2 xícaras de aveia em flocos finos e uma colher de sopa cheia de fermento em pó.

Misture com cuidado até formar uma massa homogênea, coloque em uma forma já untada (passe óleo de coco e farinha de trigo) e em seguida levar ao forno já aquecido a 220°C por 25/30 minutos. Para a cobertura, derreta a barra de chocolate sem açúcar da sua preferência em banho maria e jogue por cima.

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