Tem percebido sua memória pior do que o usual durante essa quarentena? Pessoas boas em lembrar de coisas e momentos provavelmente herdaram essa capacidade de seu pai, mãe ou um parente próximo – afinal, ela é genética. Mas é possível que esse sistema falhe em momento de estresse, como o que estamos passando atualmente. Veja outras curiosidades sobre a memória que a ciência descobriu.
“Oi, lembra de mim?” Mesmo que você responda rapidamente à pessoa à sua frente, não imagina que uma pergunta extremamente simples como essa possa ser capaz de acionar um mecanismo tão complexo na sua cabeça. “Até encontrar a informação correta, o cérebro libera neurotransmissores que provocam reações químicas [as sinapses] entre os neurônios”, explica o neurologista Fábio Shiba, de São Paulo. Esse processo acontece em frações de segundo e sempre que você precisar dos dados armazenados na sua memória. Mas, dependendo do estilo de vida (se você tem comportamentos agressores como consumo exagerado de álcool, sedentarismo e tabagismo, por exemplo), ele pode se tornar menos ágil até mesmo em quem está na faixa dos 20 anos, de acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.
2. A capacidade de memorizar informações melhora com a idade
A gente tem a ideia de que a memória piora com a idade. Mas a ciência provou o contrário: a capacidade do ser humano de acessar seu “arquivo” de conhecimentos e habilidades chega ao auge entre os 60 e os 70 anos. Os jovens são mais rápidos para encontrar os dados armazenados, porém o excesso de estímulos faz com que eles se percam no meio do caminho. Um estudo da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, com voluntários entre 30 e 95 anos, revelou que a partir dos 40 anos, o hipocampo das mulheres (área que armazena as informações recentes) cresce por causa do hormônio feminino estrogênio.
3. Estresss e traumas causam bloqueios de memória
Numa situação de perigo, o cérebro é orientado pelo nosso instinto de sobrevivência a usar toda a sua capacidade cognitiva. Resultado: o armazenamento das informações fica prejudicado. É por isso que, depois de passarem por um trauma, algumas pessoas não conseguem lembrar o que aconteceu.
O famoso “deu branco” – quando o nome daquela música ou ator que você sabe de cor foge à mente – também tem lógica. A memória funciona como uma biblioteca, e, quanto mais dados são acumulados, mais difícil para o cérebro encontrar a resposta certa no tempo ideal. Respire fundo e tente relaxar. As informações desejadas logo serão localizadas. Faça o mesmo numa prova ou reunião de trabalho para baixar os níveis de cortisol – o hormônio do estresse joga contra a memória.
Pior: pesquisadores da Universidade de Pittsburg, nos Estados Unidos, observaram uma redução no tamanho do hipotálamo de mulheres que, ao longo de 20 anos, viveram muitas situações de tensão. A boa notícia é que praticar atividades como ioga, meditação e tai chi chuan ou, ainda, descobrir um hobby que acalma consegue reverter esse quadro de atrofia mental.
4. A memória não é fixa como uma fotografia
Pesquisadores da Universidade Baylor, nos Estados Unidos, associam as lembranças arquivadas na mente a um filme contínuo que vai sendo editado ao longo da vida e, por isso, nem sempre ele é fiel ao original.
5. Déjà vu é real
Sabe aquela impressão de já ter vivenciado uma situação do presente? Ela costuma surgir quando uma imagem ou cheiro despertam uma memória adormecida.
6. Ter memória de elefante é genético
Quem se lembra de datas históricas, nomes de políticos e detalhes de viagens sem o mínimo esforço é um sortudo. “Essa habilidade tem a ver com a genética”, explica o neurologista André Lima, do Rio de Janeiro. Mas qualquer pessoa sadia pode acessar com facilidade as informações armazenadas na mente, desde que a exercite sempre, por toda a vida. Reservar diariamente um tempinho para relaxar é essencial para quem quer ter um raciocínio rápido e arrasar nas palavras cruzadas.
7. Praticar atividade física garante um bom funcionamento do cérebro
Quem se exercita com frequência antes dos 40 anos preserva o volume cerebral intacto décadas depois: movimentar o corpo faz com que o coração bombeie mais sangue e oxigene melhor a cabeça. Andar já ajuda. Praticar 40 minutos por dia, três vezes por semana, aumenta o hipocampo em 2%, no período de um ano, segundo estudo do Instituto Nacional de Envelhecimento.
Aproveite e veja agora mesmo como fazer no vídeo abaixo!
Vídeo:
Ingredientes:
Para aproximadamente 5 panquecas.
2 ovos;
3 colheres de sopa de leite (use o leite da sua preferência);
3 colheres de sopa de goma de tapioca.
Para o recheio:
400g de ricota;
2 xícaras de espinafre aferventado (esprema nas mãos para retirar o excesso de água);
Sal, cebolinha e pimenta-do-reino a gosto;
1 colher de sopa de gergelim (opcional)
Para a cobertura:
70ml de leite (use o leite da sua preferência);
1 ovo;
3 colheres de sopa de queijo ralado.
Rende 15 panquecas, cada uma com 120 calorias, 9g de carboidratos ( 0.5g de fibras), 8g de proteínas e 6g de gorduras, em média.
Legenda do vídeo:
Olá! Tudo bom? Hoje eu trouxe para você uma receita incrível de um jantar, mas também funciona bem de almoço. Muito nutritivo, super interessante, muito barato, rende muito para toda a família… E é um jantar ou um almoço que você pode até preparar com antecedência e já deixar pronto na geladeira só para servir, então, ótimo para os finais de semana também. E o melhor de tudo, sem manteiga, sem farinha de trigo, você não vai querer perder. Fica aí até o final.
Antes de mais nada, se você é novo, seja bem-vindo, se inscreve no canal e ative o sininho. Aqui tem vídeo novo todos os dias, você vai adorar, com certeza. Se você conhece alguém que gosta dessas receitas baratas, rápidas e saudáveis, acima de tudo, compartilhe esse vídeo. Vamos juntos, eu e você, ampliar essa corrente do bem.
Quero te lembrar que os ingredientes vão estar aqui embaixo, na descrição. Vou colocar também links falando mais dos benefícios dos alimentos que eu vou usar aqui, se eu já tiver gravado o vídeo. Provavelmente vão ter vários links ali embaixo para você. E também, vou colocar uma playlist com mais receitas nesse estilo que eu sei que você gosta.
Vamos começar, então. A primeira coisa que a gente vai fazer aqui é uma massa. Vamos bater aqui… Eu estou usando isso, que é o meu liquidificador, que eu faço muito para suco. Se você quiser usar o seu liquidificador em casa normal, super pode, pode fazer com o mixer e pode fazer com a mão. É porque eu acho que assim a massa fica mais lisinha.
Vou colocar então 2 ovos. Quero te falar que eu estou te dando aqui uma proporção dessa receita, você pode fazer mais ou pode fazer menos, de acordo com quantas pessoas vão consumir. Eu vou te falar quantas dessa eu usei para fazer a minha no final. E eu tenho aqui o leite. Use o leite que você está acostumado a utilizar em sua casa.
E tenho aqui a… A tapioca, mesmo. A goma de tapioca, que a gente usa para fazer tapioca em nossa casa. Vamos colocar aqui. Se você quiser colocar um pouquinho de sal aqui, pode ser. Eu acho que não precisa nesse momento, mas fica a seu critério. Vamos bater isso aqui um pouquinho, em 2 segundinhos já vai bater para misturar.
E aí, agora… Eu vou botar isso para cá. A minha frigideira já estava aquecendo um pouquinho. E aí, eu vou pegar esse novo preparado… Eu untei ela um pouquinho com azeite, tá? Só para vocês saberem. Ela já é antiaderente, mas eu quis untar só para garantir que não vai grudar.
E aí a gente despeja um pouquinho dessa massa aqui e vamos fazer como se fosse uma crepioca mesmo. E aí a gente vai fazendo assim até cobrir toda a partezinha dela aqui… E vamos esperar ela cozinhar, ela vai começar a soltar as bordinhas aqui, a gente vira e vai fazendo aqui. Espera aí.
Quando vocês começarem a ver que está soltando assim das beiradinhas e já não está mais brilhante no meio, está a hora que dá para virar. Se você tiver feito super fininha e você olhar e ver que já está super cozida, como é o caso da minha aqui, dependendo nem precisa virar. Mas eu vou virar aqui só para vocês verem que, olha, é super fácil, ela vira em uma boa, pode deixá-la mais douradinha, se você quiser, enfim…
Um detalhe que eu tenho que te falar é que essa receita que eu passei para você, com os 2 ovos, vai render, mais ou menos, uns 5 crepes. Só para você ter uma ideia. Vai depender da finura que você fizer, não é? Mais fininho ou mais grossinho, eu gosto deles mais fininhos, que ficam mais delicados, mas se você quiser mais fofinho, pode fazer também. Eu vou fazendo outros aqui e já volto para te mostrar o passo a passo, como a gente vai fazer para incrementar eles.
Já fiz as panquequinhas aqui e vamos fazer o recheio para elas. Você viu que eu fiz mais que uma receita aqui. Na sua casa você faz de acordo com a quantidade que você quiser. Lembrando que a receita que eu passei antes para você, com os 2 ovos, rende, mais ou menos 5, que é de acordo com o tamanho da sua família, você vai fazer aí.
Eu tenho aqui então ricota fresca. Se você só tiver ricota seca, pode ser, se você quiser usar o cottage, pode ser, ou o queijo da sua preferência. Eu tenho vídeo aqui no canal falando do queijo, se engorda ou emagrece, diferentes tipos de queijo… Você pode assistir também, eu vou deixar o link lá embaixo, na descrição.
Eu tenho aqui o espinafre, que eu cozinhei em água fervendo com um pouquinho de sal e depois eu espremi com a mão para ele ficar mais sequinho. Vamos misturar aqui então nesse nosso recheio. Deixe-me mexer com isso aqui para não fazer muito barulho para vocês. Tenho aqui sal e pimenta do reino mesmo.
Vou colocar uma cebolinha porque eu adoro. Sem contar que a cebolinha é rica em vitamina C, e quanto mais a gente usa essas ervas frescas e secas, menos sal a gente usa, não é? E eu estou usando aqui também o gergelim para acrescentar um pouco de fibras, de vitamina E… Enfim, compostos legais.
Vamos dar uma misturada nisso tudo aqui. Deixe-me misturar isso aqui com o garfo que vai ficar melhor. É só incorporar mesmo. Então, vamos organizar isso aqui. Já dei uma organizadinha, para ficar mais fácil. Peguei uma massinha desse meu crepe e botei aqui, e agora a gente vai rechear com esse nosso recheio de espinafre.
Não precisa lotar muito de recheio, tá, gente? Porque senão… Fica mais difícil para você organizar. E aí, você enrola mesmo e bota sempre a partezinha para baixo. Se você quiser fazer vários desses assim e botar em uma assadeira, tranquilo. Se você quiser servir exatamente assim também, parar por aqui, se for mais prático para você, é uma ótima opção.
Só que eu vou fazer de uma forma mais bonita, mais incrementada, porque a gente também come com os olhos, não é? E, de repente para um almoço de domingo, enfim… Pode ser uma boa também.
Então, vamos botar um pouquinho mais de espinafre aqui. Você viu que na outra vez eu comecei pelo meio e dessa vez eu comecei pela ponta, não tem problema nenhum. Vê o que você acha mais fácil. O mais importante mesmo é que a pontinha fique sempre para baixo, para garantir que ele não vai desenrolar. Eu vou fazendo os outros aqui e já volto para a minha montagem especial.
Eu já adiantei algumas para você, vamos começar a montagem. Essa minha forma é de 20 cm, que eu tenho aqui, e eu já untei com um pouquinho de azeite. Vamos começar, porque, como eu te falei, se você quiser pegar essas panquequinhas e colocá-las em uma assadeira e botar um molhinho de tomate por cima, vai ficar ótimo.
Mas, vamos fazer uma apresentação mais bonita. Eu tenho aqui… Ela aqui, vamos fazer um rolinho assim nela… Vamos enrolar como se fosse um caracolzinho aqui, deixa ela aqui no centro. E aí a gente já vem com outra e bota assim, e vamos enrolando. Eu vou te falar no final quantas deram, está bom?
Para esse tamanho de assadeira. Conforme você vai enrolando assim, olha, uma vai segurando a outra, e não tem perigo de soltar. Então, é importante que você faça antes os seus crepezinhos, para depois não ficar mais frouxo, não é? Não ficar desmontando tudo.
Vamos botar a cobertura dessa delícia aqui. Eu só queria mostrar para vocês como ficou depois dela montada. Se você acha que é muito intimidante fazer isso, que não vai dar jeito… Faz como eu falei, faz ela compridinha, bota uma ao lado da outra, como a gente faz panqueca, que o resultado vai ser igual em termos de sabor. Vai mudar a apresentação, mas faz o que você se sentir mais confortável em sua casa, que é o mais importante.
Vamos fazer uma cobertura para ela aqui, então. Eu vou botar ela aqui e vou misturar um pouquinho de leite, com os ovos… Como 1 ovo só, na verdade. Eu ia falar “ovos”, mas é 1 só. E um pouquinho de sal, não é? Porque… Para dar uma temperadinha.
A gente dá uma batidinha nisso aqui. E vamos botar por cima a nossa cobertura. Se você precisar, você pode dar uma ajeitadinha, assim, para cobrir ele todo e leva ao forno. Essa parte é opcional, você pode botar a cobertura que você quiser com o molho que você quiser. Eu estou fazendo essa cobertura aqui e vou botar um pouquinho de queijo para dar uma gratinadinha.
Lembre-se que o queijo acrescenta valor calórico, como eu te falei. Então, dependendo do seu objetivo, se for para emagrecimento, você pode substituir essa cobertura, de repente, por um molho de tomate caseiro, botar mais um pouquinho de ricota… E pronto. Agora vamos levar ao forno para gratinar, mais ou menos, a 200 graus. Vou te falar na volta outras opções de recheio que você pode fazer e o tempo que ficou lá no meu forno, espera aí.
Olha que lindo que ficou, gente! E o cheiro? Está incrível! Quando começarem a vender câmera que passa cheiro eu vou comprar para vocês, porque vocês têm que cheirar essas coisas… Faz em casa, porque aí você vai cheirar na sua casa. Faz com o recheio que você mais gostar. Dá para fazer com outros legumes, dá para fazer com frango desfiado, recheado com atum, carne moída… Com o que a sua imaginação mandar.
Vou cortar um pedaço agora para você ver como ficou por dentro, espera aí. Olha, que coisa mais linda, gente!? O cheiro está incrível! Faz em sua casa. Se você preferir fazer um ao lado do outro, faz. Faz do jeito que você conseguir. O mais importante é ser nutritivo, barato, rápido e saboroso, claro! Que é o que a gente sempre quer.
Me conta aqui embaixo, qual recheio você vai botar? E qual o nome você sugere pare essa minha torta de crepe… Como é que você vai dar o nome? Um bolo de crepe? Vamos pensar no nome juntos aí, que eu quero saber a sua opinião.
Dá a sua curtida no vídeo, isso me ajuda muito. E compartilhe esse vídeo com quem você sabe que vai gostar dessa receita. Vamos juntos, eu e você, ampliar essa corrente do bem, que é isso que eu mais quero aqui com o canal. E se inscreve no canal, se você é novo por aqui. Aqui tem vídeo novo todos os dias de boa forma, saúde e nutrição. E essas receitas incríveis, está bom?
Até a próxima. Tchau, tchau. E agora eu vou comer um pedacinho dessa minha receita, que está maravilhosa. Hum… Hum!
O que você achou dessa receita de torta crepe fit que separamos acima? Pretende experimentar e dar uma variada na sua dieta com ela? Comente abaixo!
Com exceção dos trabalhadores que atuam em serviços essenciais, a pandemia do novo coronavírus obrigou muitos profissionais a trabalharem de casa ou se absterem do serviço por um tempo. Mas agora que a quarentena para conter a COVID-19, a doença provocada pelo vírus, começou a ser flexibilizada, muitos podem questionar se o seu ambiente de trabalho é realmente seguro contra o novo coronavírus.
Para o coordenador sênior de projeto em segurança e saúde do Conselho Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos, Peter Dooley, os empregadores devem ter um plano de segurança por escrito.
De acordo com Dooley, esse plano deve abranger como a empresa pretende proteger os seus funcionários da infecção pelo novo coronavírus. “Ele precisa ter a contribuição dos trabalhadores e ser um documento ativo que pode ser constantemente atualizado”, acrescentou o coordenador sênior de projeto em segurança e saúde do Conselho Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos.
As medidas de segurança recomendadas
Segundo o professor associado de saúde ambiental, epidemiologia e saúde global da Escola de Saúde Pública Rollins da Universidade Emory nos Estados Unidos, Mattew Freeman, a medida de segurança mais importante é o distanciamento físico entre uma pessoa e outra. Ele afirmou que a regra geral deve ser: quanto mais espaço entre os trabalhadores e entre os trabalhadores e clientes, melhor.
Freeman citou o exemplo dos restaurantes: para ele, por enquanto é melhor dar preferência a acomodar os clientes nos espaços externos. Então, quando for considerado seguro passar para o espaço interno, as mesas precisarão ficar afastadas uma da outra, até porque um teste mostrou como o vírus se espalha rapidamente em um restaurante.
“Os garçons precisam ficar longe o suficiente dos clientes para atenuar o risco. O restaurante poderia colocar os usuários para anotar os pedidos e entregar em vez de por um garçom para pegar o pedido verbalmente ou receber os pedidos online de antemão”, aconselhou o professor da Universidade Emory.
O oficial de saúde do Condado de Calvert em Maryland nos Estados Unidos, Larry Polsky, afirmou que quando os pedidos estiverem sendo coletados e a comida estiver sendo servida, tanto os garçons quanto os clientes deverão usar corretamente as máscaras faciais – a não ser quando os clientes estiverem comendo, logicamente.
Polsky falou ainda sobre o que é recomendando para um estabelecimento de vendas como uma loja de departamento: “Você vai querer manter uma distância de no mínimo aproximadamente dois metros. Tanto clientes quanto funcionários devem usar máscaras faciais e você vai querer minimizar a quantidade de tempo que os clientes manuseiam as mercadorias”.
Ventilação
Alguns especialistas afirmam que os empregadores devem optar por trazer os funcionários de volta ao trabalho presencial aos poucos, permitindo que aqueles que podem trabalhar de casa continuem a fazer o home office.
Isso ajuda a diminuir a densidade de pessoas no local e a melhorar a circulação do ar. Segundo o professor associado de saúde ambiental, epidemiologia e saúde global, melhorar ao máximo possível o fluxo de ar no ambiente é importante para dispersar quaisquer partículas respiratórias e diluí-las no ar.
De acordo com Polsky, o empregador deve conversar com o profissional responsável pela climatização de sua empresa para saber se existe alguma maneira de melhorar o fluxo de ar. “Eles devem usar os filtros de ar de melhor qualidade e certificar-se de que esses filtros sejam trocados regularmente”, advertiu o oficial de saúde do Condado de Calvert.
Limpeza e desinfecção
Outro cuidado preventivo fundamental contra o novo coronavírus é a higienização para desinfecção constante e rigorosa dos objetos, móveis e superfícies do ambiente de trabalho.
Além disso, o ambiente de trabalho deve estar repleto de locais de fácil acesso para a lavagem das mãos com água e sabão e disponibilizar compartimentos ou potes de álcool em gel 70% para os clientes e funcionários.
“As empresas devem estar conscientes de que obter desinfetantes pode ser muito mais difícil do que foi no passado. Eles devem certificar-se de que têm um estoque de suprimentos tanto para os funcionários quanto para as limpezas que precisam fazer, de modo que uma vez que estejam abertos, eles não coloquem os seus clientes e empregados em risco”, ressaltou Polsky.
Equipamentos de proteção individual
Os chefes também precisam garantir que seus funcionários tenham acesso aos equipamentos de proteção individual que necessitam para que sejam protegidos contra o novo coronavírus enquanto desempenham as suas funções. Esses equipamentos podem não se limitar ao uso de máscaras.
De acordo com o oficial de saúde do Condado de Calvert, o empregador precisa ter o tipo correto de equipamento, que sirva em seus funcionários e em uma quantidade suficiente para suprir toda a equipe.
De olho nos sintomas e na exposição ao vírus
É importante ainda que os empregadores tenham equipamentos para medir a temperatura dos seus funcionários e conversem com eles a respeito de como têm se sentido para verificar se algum membro da equipe não tem apresentado os sintomas do novo coronavírus.
Os empregados também precisam ser questionados e responder com sinceridade a respeito do possível contato com alguém com diagnóstico de COVID-19 confirmado ou com sintomas da doença.
Mesmo sem apresentar sintomas, o funcionário que teve contato com alguém com COVID-19 precisa ficar isolado em casa em quarentena porque uma pessoa pode estar assintomática, ainda assim ter sido infectada e, consequentemente, contaminar outras pessoas. Inclusive, esse é o motivo pelo qual os números do novo coronavírus podem ser maiores do que imaginamos.
Contar com ajuda profissional
Polsky apontou ainda que como as variáveis para cada segmento são diferentes, as empresas devem recorrer ao auxílio de especialista em higiene e buscar recomendações para proteger o ambiente do seu local de trabalho contra o novo coronavírus.
Outras estratégias
O oficial de saúde do Condado de Calvert citou ainda que em alguns locais estão sendo colocadas barreiras físicas entre as estações de trabalho. Além disso, algumas empresas estão concedendo aos trabalhadores de linha de montagem relógios de pulso que apitam quando os funcionários ficam em uma distância menor que cerca de dois metros entre si.
Seguir outras medidas de prevenção contra a COVID-19 – como cobrir o rosto com um lenço descartável ou com o antebraço ao tossir e espirrar, não tocar os olhos, nariz ou boca com as mãos, evitar contato direto como beijos, abraços e apertos de mão com outras pessoas, não compartilhar objetos de uso pessoal como talheres, pratos, copos e garrafas e evitar sair de casa sem necessidade – também vai ajudar a proteger chefes, funcionários e clientes.
Caso sinta-se inseguro
Uma coisa são as medidas na teoria, outra coisa é a aplicação desses cuidados na prática. Para que eles efetivamente surtam efeito na prevenção do novo coronavírus, é fundamental que haja uma cooperação. Se os donos da empresa precisam implantar os cuidados de prevenção e providenciar todo o material necessário, os funcionários e clientes têm que contribuir e fazer a sua parte, obedecendo rigorosamente as medidas de prevenção.
Embora esses cuidados preventivos não eliminem por completo os riscos de pegar COVID-19, eles diminuem as chances de que isso ocorra. Ou seja, será pior e mais perigoso se as medidas não forem obedecidas.
Assim, caso não se sinta seguro em seu trabalho por achar que as medidas são insuficientes ou que não estão sendo obedecidas rigorosamente, converse com seu chefe. Garantir a segurança de todos no local deve ser de interesse do patrão, que tem a obrigação de prezar pela saúde da sua equipe. Além disso, se alguém adoecer com COVID-19, ele também poderá ser infectado e a notícia da contaminação certamente afastará a clientela.
Você ficou os meses anteriores de quarentena em casa sem precisar ir ao trabalho? Sua empresa voltou ao normal agora com a flexibilização e você terá que voltar a sair de casa? Comente abaixo!
Alimentar-se é uma necessidade humana – afinal é por meio do consumo das comidas e bebidas que fornecemos os nutrientes e a energia que o nosso organismo necessita para funcionar apropriadamente.
Alimentar-se também é um prazer e um fenômeno social – existem muitas comidas e bebidas saborosíssimas (as que não são pode ser tornar, com a adição de ingredientes como temperos e molhos, por exemplo) e é durante as refeições que muitas famílias e amigos se reúnem para passar um tempo de qualidade juntos.
Entretanto, existem casos em que as pessoas recorrem à comida como uma forma de sentir-se bem e fugir de ansiedade, estresse, raiva, frustração, tristeza ou algum outro tipo de sentimento pesado e negativo. Há ainda os casos em que se come além da conta até mesmo para lidar com sentimentos positivos, como pode ocorrer para comemorar uma promoção no trabalho, por exemplo.
Aqui, o consumo de alimentos não é uma questão de necessidade, mas sim uma válvula de escape para lidar com uma situação difícil. Geralmente, os alimentos escolhidos não são saudáveis e nutritivos, mas sim aqueles bem saborosos, cheios de açúcares, gorduras ruins e calorias como pizza, sorvete, chocolate, batata frita, bolo e outros tipos de junk-food.
O cientista fitness e nutricional Siddhant Bhargava explicou que existem regiões do cérebro que são recompensadas pelo consumo de alimentos ricos em açúcares e ricos em gorduras, o que explicaria a sensação boa que essas comidas podem trazer. Segundo Bhargava, qualquer comportamento recompensado como esse tem boas chances de ser repetido.
Essa repetição pode resultar em flutuações no peso e em um excesso de peso, chegando ao nível da obesidade, algo que não é ruim apenas por uma questão de aparência ou autoestima, mas que também pode ser péssimo para a saúde.
De acordo com informações do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais dos Estados Unidos, o excesso de peso pode aumentar os riscos de desenvolvimento de problemas como diabetes do tipo 2, pressão arterial elevada (hipertensão), doença no coração, acidente vascular cerebral (AVC), apneia do sono, osteoartrite, doença hepática gordurosa, doença renal e determinados tipos de câncer.
Para as mulheres gestantes, estar acima do peso envolve perigos como o desenvolvimento de níveis elevados de açúcar no sangue (hiperglicemia) e pressão arterial elevada ao longo da gravidez e o aumento dos riscos de precisar dar à luz por meio de um parto cesariano, acrescentou a organização.
Primeiro passo para a comilança descontrolada
Esse hábito de comer para lidar com as emoções é considerado um primeiro passo rumo à compulsão alimentar, que é um distúrbio alimentar comum. Tudo pode começar ao permitir a si mesmo comer uma barra de chocolate depois de brigar com o namorado (a) e rapidamente evoluir para devorar um pote de sorvete depois de levar uma bronca do chefe, por exemplo.
Enquanto inicialmente a pessoa pode encontrar conforto na comida, depois de toda a comilança descontrolada, ela pode sentir-se culpada ou envergonhada, apontou o cientista fitness e nutricional Siddhant Bhargava.
Dentro desse padrão, a pessoa também se priva de fazer escolhas alimentares saudáveis, acrescentou o especialista. Ao deixar de consumir alimentos nutritivos, existe o risco eminente de desenvolver deficiências nutricionais e todos os problemas que a falta de nutrientes pode trazer ao organismo.
7 sinais comuns de que você come por questões emocionais
Mudar os hábitos alimentares, no sentido de comer mais, ao enfrentar uma situação estressante;
Comer mesmo sem estar com fome ou continuar a comer mesmo que já esteja saciado;
Comer para evitar lidar com uma situação estressante;
Comer para aliviar as emoções;
Usar a comida como um tipo de recompensa;
Ter o desejo por determinada comida e não ficar contente até que tenha consumido-a em quantidades enormes;
Comer simplesmente por não saber do que tem fome – quando nada parece atingir o ponto do desejo por comida.
Como lidar com o problema?
Ao contrário do que poderíamos imaginar, a recomendação do cientista fitness e nutricional Siddhant Bhargava não é combater o problema por meio da disciplina ou controlando a própria mente.
Bhargava explicou que é possível parar com essa comilança motivada pelo emocional ao tentar entender por que aquela comida que dá conforto é necessária em determinada situação. “Ela te acalma, compensa um dia duro, te recarrega e te anima?”, questionou o especialista. Ao identificar o padrão que causa o problema, pode ser mais fácil controlá-lo.
Segundo o cientista fitness e nutricional, cada desejo específico por comida está relacionado a um tipo diferente de emoção. Para ele, o primeiro passo é entender o que cada um desses desejos significa para passar a se satisfazer de uma maneira mais saudável, positiva e equilibrada.
As estratégias abaixo podem ajudar a compreender melhor a relação entre as emoções e os desejos por determinadas comidas:
Conhecer aquilo que incita a sua fome e a sua saciedade;
Entender os seus gatilhos emocionais, ou seja, os sentimentos que te incitam a comer ou a se abster de comer;
Adotar uma mentalidade consciente (mindful mindset), em que você não julga a si próprio;
Desenvolver consciência em relação às suas escolhas alimentares durante as situações estressantes;
Prestar atenção aos sentimentos que aparecem antes e depois de comer.
“Sentimentos, emoções e comida estão firmemente interligados um ao outro. Estar consciente dos seus sentimentos ajuda a entender quais sentimentos ativam o comer emocional e/ou a conter o mesmo”, afirmou Bhargava.
No entanto, como lidar com esse problema sozinho pode ser um tanto quanto difícil, especialmente para quem estiver submergido em um contexto de estresse, ansiedade ou depressão, é muito importante procurar o auxílio profissional de um psicólogo para saber qual o caminho mais eficiente e saudável que você deve adotar para se livrar da comilança com base nas emoções ou da compulsão alimentar.
O psicólogo também poderá orientar e recomendar o tratamento apropriado caso essa relação complicada e não saudável com a comida seja resultado de algum outro distúrbio de saúde mental.
O microbioma humano é composto pelo material genético de todos os micróbios – bactérias (sim, isso tem a ver com a famosa flora bacteriana), fungos, protozoários e vírus – que vivem dentro do organismo humano. Por mais que muitos virem a cara ao ouvir esses nomes, fato é que o corpo é formado principalmente por micróbios, que ultrapassam o número de células.
Esse microbioma é bastante importante para o desenvolvimento, a imunidade e a nutrição humana. Tanto que doenças como diabetes do tipo 1, artrite reumatoide, distrofia muscular, esclerose múltipla e fibromalgia estão associadas a disfunções no microbioma.
No grupo de micro-organismos que fazem parte do microbioma humano, estão as bactérias do bem, que auxiliam a digerir os alimentos, regulam o sistema imunológico, protegem contra outras bactérias causadores de doenças e produzem vitaminas como vitamina B1, vitamina B2, vitamina B12 e vitamina K.
Sabe-se que alimentação é um fator que influencia bastante o microbioma do intestino, impactando em relação às estirpes de bactérias presentes, assim como às quantidades em que elas são encontradas.
Agora, um estudo recente indicou que a relação entre a dieta e o microbioma intestinal também pode afetar a saúde do coração. A pesquisa, publicada no Journal of the American College of Cardiology (Jornal do Colégio Americano de Cardiologia, tradução livre), apresentou as bactérias intestinais como mediadoras entre os benefícios para a saúde do coração que podem ser proporcionados por uma dieta à base de vegetais.
O estudo foi feito com base em dados de 760 mulheres que participaram do Estudo de Saúde dos Enfermeiros, para o qual elas forneceram informações a respeito do seu estilo de vida assim como amostras de sangue com uma década de intervalo.
É tudo sobre TMAO
O N-óxido de trimetilamina (TMAO, sigla em inglês) é um metabólito produzido pelas bactérias intestinais que atuam na decomposição da carne vermelha e de outros produtos de origem animal. Mas como será que isso acontece?
As bactérias presentes no intestino devoram o nutriente colina, uma substância encontrada nas carnes vermelhas, nos peixes, nas aves e nos ovos, ao mesmo tempo em que produzem a trimetilamina (TMA, sigla em inglês), que é convertida em TMAO pelo fígado.
De acordo com a professora de medicina e de saúde da mulher da Escola Médica de Harvard JoAnn Manson, quanto mais carne vermelha uma pessoa consome, mais bactérias devoradoras de carne são produzidas no intestino. Em outras palavras, a exposição à carne vermelha muda a flora intestinal, formando mais micróbios para metabolizar a carne.
Algumas pesquisas já associaram alguns tipos de peixes a níveis mais elevados de TMAO, porém segundo a professora de Harvard, os benefícios de comer peixe podem compensar os riscos. Já as aves, os ovos e os produtos laticínios aparentemente não têm o mesmo efeito em relação aos níveis de TMAO que a carne vermelha e os peixes, acrescentou Manson.
Lembra o estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology? Então, ele apontou que o TMAO já foi relacionado ao aumento do risco de desenvolver doença no coração e de sofrer um ataque cardíaco.
Além disso, uma matéria publicada em 2019 no Journal of the American Medical Association (Jornal da Associação Médica Americana, JAMA, sigla em inglês) noticiou que três análises acharam uma ligação entre níveis sanguíneos elevados de TMAO e um aumento no risco de doença cardiovascular e de morte precoce decorrente de qualquer causa.
Um desses estudos identificou que as pessoas com níveis mais altos de TMAO no sangue podem ter mais que o dobro do risco de sofrer ataque cardíaco, acidente vascular cerebral (AVC) ou outros problemas cardiovasculares, em comparação aos que tinham menores níveis do metabólito.
Outras pesquisas encontraram associações entre os níveis elevados de TMAO com a insuficiência cardíaca e a doença renal crônica.
Os pesquisadores do estudo apresentado no Journal of the American College of Cardiology apontaram que eliminar ou diminuir bastante a quantidade de produtos de origem animal da dieta trouxe uma redução no TMAO da bactéria intestinal, auxiliando a cortar assim o risco associado ao metabólito.
Ao analisar os dados das mulheres do estudo, os pesquisadores observaram que aquelas que desenvolveram a doença arterial coronariana durante o período de 10 anos tinham maiores níveis de TMAO no sangue, assim como seguiam dietas de pior qualidade, tinham maiores Índices de Massa Corporal (IMC) e possuíam histórico familiar de ataque cardíaco.
Os autores da pesquisa também perceberam que as participantes com maiores elevações nos níveis do metabólito durante o período do estudo apresentaram um risco 67% mais alto de desenvolver a doença arterial coronariana.
O PhD em nutrição e epidemeologia e autor sênior da pesquisa, Lu Qi, afirmou que as descobertas do estudo mostram que diminuir os níveis de TMAO pode contribuir com o risco de doença arterial coronariana e sugerem que os microbiomas intestinais são novas áreas a serem exploradas no que se refere à prevenção de doença no coração.
Porém, vale ressaltar que o metabólito não deve ser a única preocupação em termos de saúde do coração. Manson alertou que existem outros fatores cruciais além do TMAO e que mais de 400 metabólitos tem sido analisados no que se refere à sua relação com a dieta.
A saída está na dieta
Enquando ainda não é possível examinar os níveis de TMAO para analisar a doença cardiovascular, indicar terapia com probióticos para introduzir bactérias do bem no intestino ou tratamentos com medicamentos para tentar diminuir os níveis do metabólito, a melhor maneira de influenciar esses níveis – e talvez diminuir o risco de doença cardiovascular – é modificar a dieta, destacou a professora de medicina e de saúde da mulher da Escola Médica de Harvard JoAnn Manson.
Isso significa se tornar vegetariano ou vegano? Não necessariamente. Uma dieta saudável precisa incluir uma variedade ampla de alimentos e não tem que eliminar determinadas comidas, no entanto, ela deve conter principalmente frutas, verduras, legumes, grãos integrais e mais peixes e aves do que carne vermelha ou processada.
Se você tem dificuldades para seguir esse tipo de alimentação, procure o auxílio de um nutricionista, que também poderá te indicar uma dieta que diminua outros riscos associados à saúde do coração.
As informações são Centro de Ecogenética e Saúde Ambiental da Universidade de Washington nos Estados Unidos, da Harvard Health Publishing (Publicação de Saúde de Harvard, tradução livre).
Todo mundo tem a sua rotina pela manhã. Aquelas coisas que fazemos quase que automaticamente sem nem se dar conta.
Enquanto alguns conseguem acordar pontualmente, com tempo suficiente para tomar um café da manhã saudável e se arrumar com calma para o trabalho, outros são os melhores amigos da opção soneca do alarme, estão sempre atrasados e precisam se arrumar correndo, sem ter muito tempo para fazer uma boa refeição antes de sair de casa.
Existem ainda aqueles que passam horas no banho quente e os que desde cedo ficam pendurados no celular. Outros precisam de um tempo até que consigam interagir com alguém, ao passo que há pessoas que já acordam querendo conversar com todo mundo.
Mas você já parou para refletir em como os seus hábitos matinais podem influenciar a sua saúde e forma física? Sim, eles têm esse poder! Vamos conhecer como oito deles podem ser destrutivos na lista a seguir:
1. Apertar o botão soneca no celular
O alarme de smartphone desperta, mas você ainda está cheio de sono. Então, vai lá e aperta o botão soneca para ter aqueles famosos “cinco minutinhos”. Os minutos passam, você ouve o barulho, mas ainda está com sono e aperta o botão soneca novamente. E assim vai até você atingir o limite do atraso.
Além de fazer com que você precise se arrumar e sair de casa em uma tremenda correria, esse “dorme e acorda” constante deixa o organismo confuso: ele não sabe mais se é dia ou noite e entra em ciclos curtos de sono que prejudicam a secreção hormonal. E quanto mais se adia a hora de levantar depois do primeiro alarme, pior é para a secreção hormonal.
Portanto, por mais difícil que seja, assim que o alarme do despertador tocar é preciso unir todas as forças que tiver para levantar da cama, abrir bem as janelas para deixar a luz solar entrar, lavar bem o rosto para dar aquela acordada e seguir com o dia que tem pela frente. De quebra, isso vai ajudar a ter uma manhã mais tranquila, sem precisar se arrumar e sair correndo feito um louco para não se atrasar.
Descura quantas horas devemos dormir por noite e programe-se desde a noite anterior para se deitar tendo o tempo suficiente para se sentir descansado ao acordar no dia seguinte.
2. Escolher o café como a primeira bebida da manhã
Isso significa que não pode tomar um cafezinho pela manhã? Não, mas que ele não pode ser a primeira bebida consumida depois que acorda. O ideal é que a primeira bebida do dia seja um copo de água, de preferência assim que acordar, para que o organismo seja reidratado, uma vez que ficou muitas horas sem receber água.
Isso sem contar que o café desidrata. Ou seja, ao tomá-lo assim que acordar, antes de ingerir água, o corpo, que passou a noite toda sem receber o líquido, vai ficar ainda mais desidratado.
Recomenda-se esperar 15 minutos após a ingestão do copo de água para tomar o café. E não exagere na quantidade da bebida ao longo do dia, pois tomar café demais pode fazer mal para a saúde.
3. Checar o celular logo de manhã
Olhar as mensagens e notificações no celular assim que acordar pode causar agitação. Se for uma notícia ruim ou uma cobrança de trabalho então, a pessoa já começará o dia estressada e ansiosa.
Como se não bastasse, ao ficar checando o celular perde-se um tempo precioso, que poderia ser aplicado para preparar um café da manhã saudável, ao passo que a correria pelo atraso decorrente do tempo que perdeu no celular pode estimular a comer qualquer comida pronta, calórica, pobre em nutrientes e cheia de açúcar, sódio e gorduras ruins.
Esse tempo também poderia ser usado para fazer um alongamento, uma meditação ou outra atividade para começar bem o dia. Falando nisso, vale a pena aprender como começar a meditar e incluir essa atividade na sua rotina.
Dica: deixe para ligar a internet e as notificações do celular quando já tiver finalizado toda a sua rotina matinal e quando realmente precisar do smartphone, como ao chegar ao trabalho ou precisar pesquisar algo para a escola ou faculdade, por exemplo.
4. Deixar a casa muito escura
Tem gente que deixa a casa ou o quarto bem escuro porque não suporta a luz que entra logo pela manhã. Entretanto, assim que acordar é aconselhável abrir as cortinas, persianas ou janelas da casa para deixar a luz natural entrar.
Isso fará com que o cérebro entenda que o dia começou e regule o ritmo ou ciclo circadiano, que é o relógio biológico ou ciclo de acordar e dormir do organismo.
Tal percepção é importante para que haja uma regulação adequada de hormônios, de modo que se fique mais atento e mais desperto. Já ao permanecer no escurinho, o cérebro não entende que acordou, o que afeta a secreção de hormônios e a disposição para iniciar o dia.
Uma parte do hipotálamo, que é uma parte do cérebro, controla o ciclo ou ritmo circadiano, entretanto, ele também é influenciado pela claridade ou escuridão.
Quando está escuro, os olhos enviam um sinal ao hipotálamo indicando que é hora de ficar cansado. Como consequência, o cérebro ordena que o corpo libere a melatonina, um hormônio que faz o corpo sentir-se cansado. Ou seja, o organismo realmente precisa da luz solar para saber que chegou o momento de ficar desperto.
5. Consumir uma quantidade elevada de carboidratos de alto índice glicêmico – e mais nada
Comer apenas carboidratos de alto índice glicêmico pela manhã como pão branco, biscoitos doces ou salgados, bolos, tortas, guloseimas, produtos industrializados ou bebidas açucaradas pode ser a alternativa de quem sai correndo sem tempo para preparar um café da manhã mais equilibrado.
Entretanto, a Escola de Saúde Pública de Harvard explicou que consumir muitos carboidratos de índice glicêmico elevado provocam poderosos picos nas taxas de glicose no sangue. Esses picos são seguidos por quedas nos níveis de açúcar no sangue, que podem resultar na fome e no desejo por alimentos ricos em calorias e açúcares. Ou seja, na metade da manhã, a pessoa já vai estar morrendo de fome e corre um grande risco de recorrer a comidas prontas e não muito saudáveis, especialmente se estiver no meio do estudo, trabalho ou outra ocupação.
O fato dos carboidratos de alto índice glicêmico apresentarem uma velocidade de absorção muito alta e se transformarem em açúcar muito rapidamente resulta em uma grande secreção de insulina. Quanto mais insulina o pâncreas secretar para que o organismo dê conta de guardar todo esse açúcar, maior será a probabilidade de que o corpo acumule gordura.
Todos esses carboidratos de alto índice glicêmico poderão gerar ainda uma hipoglicemia (baixa nos níveis de açúcar no sangue) de rebote ou ficar muito cansado e sem energia para o dia, uma vez que sobem e descem rapidamente as taxas de glicose no sangue.
Melhor ainda se forem carboidratos complexos, também chamados de carboidratos bons, cuja absorção é mais lenta – eles geram um aumento mais gradual nos níveis de glicose no sangue e saciam mais.
6. Deixar o exercício físico para o período noturno
Para quem pratica atividades físicas, deixar o treino apenas para o período da noite tem as suas desvantagens. Uma delas é que, ao fazer o treinamento logo pela manhã, ganha-se aquela sensação boa de que uma das tarefas do dia já foi cumprida.
Isso sem contar que os exercícios físicos liberam hormônios que estão associados às sensações de prazer, bem-estar e satisfação, ajudando assim a começar bem o dia.
7. Tomar banho quente de manhã
A água quente relaxa o corpo e deixa a pessoa mais calma e tranquila, em um período que ela pode estar ainda sonolenta e necessita justamente do contrário: ficar bem desperta. Por isso, o ideal é tomar um banho frio de manhã para ajudar a acordar. Inclusive, um banho gelado tem outros benefícios para a saúde.
Não consegue tomar banho frio por não gostar da água nessa temperatura ou por morar em uma cidade que faz muito frio? Então, a orientação é tomar um banho morno, que já é uma alternativa melhor a todo o relaxamento proporcionado pelo banho quente.
8. Não arrumar a cama de manhã
Às vezes bate uma preguiça de arrumar a cama assim que acorda, não é mesmo? Em outros casos, é um atraso e a correria que impedem que se tenha tempo para fazer a cama de manhã antes de sair de casa.
No entanto, esforçar-se para arrumar a cama logo cedo vale a pena porque traz aquela sensação boa de ter deixado a casa organizada e permite voltar para um ambiente arrumado, o que gera uma sensação de bem-estar e conforto.
Outra boa sensação positiva resultante do fato de já ter feito a cama é aquela de começar o dia já cumprindo os objetivos, o que é positivo em termos de motivação pessoal e pode se estender para a alimentação saudável, para a prática de atividades físicas e para fazer boas escolhas de maneira geral. Com informações da Fundação Nacional do Sono dos Estados Unidos.
Confira se é verdade que gelatina tem colágeno, o que é cada um exatamente e seus respectivos benefícios para a saúde e para a pele.
Muitas pessoas hoje em dia estão buscando consumir mais gelatina devido ao colágeno. Isso porque o colágeno é uma proteína muito importante para a saúde, principalmente para manter as articulações saudáveis, aumentar a elasticidade da pele e tratar e combater as tão temidas celulites, além de aumentar a hidratação, entre outros benefícios do colágeno, dentre eles alguns para o intestino.
A gelatina, assim como o colágeno, são geralmente associados a benefícios para a saúde e beleza, e muitas vezes você pode encontrá-los de maneira que um substitui o outro. Porém, embora venham das mesmas fontes – pele, ossos e tecido – eles não são exatamente as mesmas coisas.
Isso quer dizer que a gelatina tem colágeno? Qual a diferença entre eles?
Gelatina x Colágeno: similar, porém diferente
Como dito anteriormente, o colágeno está presente em ossos e tecidos conjuntivos, mas como é muito difícil comer ligamentos ou tendões, eles devem ser cozidos através de um processo chamado de hidrólise parcial, que torna o colágeno digerível.
Quando ocorre a secagem e a hidrólise parcial dos tecidos e ossos, é formado o pó de gelatina. Em outras palavras, a gelatina é basicamente uma forma cozida de colágeno.
Muitas pessoas fazem caldo com os ossos dos animais para consumirem mais gelatina e colágeno, pois ao ferver essas partes dos animais em água, eles são liberados dos ossos. Você pode fazer isso fervendo os tecidos e ossos dos animais por cerca de 20 a 24 horas e adicionar temperos e aromáticos, tendo assim uma deliciosa e nutritiva sopa.
Em relação aos suplementos de colágeno que estão presentes em várias farmácias, lojas de suplementos e mercados, você irá notar que os mais comuns são o colágeno hidrolisado ou peptídeos de colágenos, que nada mais é do que gelatina hidrolisada que foi processada para formar proteínas menores que podem ser facilmente absorvidas no trato digestivo.
Ou seja, simplificando, as diferenças entre gelatina e colágeno se resumem em como eles são processados.
O que dá à gelatina e ao colágeno texturas diferentes é o método de processamento, bem como os seus benefícios para a saúde e o que permite que cada um deles seja terapêutico de diferentes maneiras.
Para entender se você deve consumir o colágeno hidrolisado – peptídeos de colágeno – ou gelatina, veja agora detalhes sobre cada um deles, seus benefícios para a saúde, bem como as suas diferenças para entender qual é melhor para você.
O que é colágeno?
O colágeno é a principal proteína do tecido conjuntivo, ossos e pele. Na verdade, as pessoas possuem mais colágeno em seus corpos do que qualquer outro tipo de proteína, já que ele compõe de 25% a 35% das proteínas de todo o corpo e está presente nos músculos, pele, tendões e é uma parte natural dos ossos, cartilagem e outros tecidos.
Há pelo menos 16 tipos de colágeno no corpo, e a maioria deles pertence a uma das três categorias: Tipo I, Tipo II ou colágeno Tipo III, e cada uma apresenta características únicas e servem para vários propósitos, como por exemplo:
Colágeno tipo I: Este tipo de colágeno constitui grande parte da pele, é muito resistente e pode esticar bastante sem se quebrar. É ele que ajuda a pele a se manter mais firme e com aparência mais jovem. Os ossos também apresentam algumas fibras de colágeno Tipo I.
Colágeno tipo II: Trata-se de um importante componente da cartilagem nas articulações, já que suas fibras dão força e compressibilidade.
Colágeno tipo III: Está presente ao lado do colágeno Tipo I na pele, bem como nos órgãos e vasos sanguíneos.
No geral, o colágeno tem diferentes papéis, porém, conforme as pessoas vão ficando mais velhas, o colágeno natural presente no organismo diminui, o que contribui para vários problemas, como por exemplo as rugas. Outros fatores externos, como o sol, podem particularmente ser severos com o colágeno presente na pele.
O que é gelatina?
Não só a gelatina tem colágeno, como ela é de fato um colágeno. Como dito anteriormente, trata-se de um colágeno que foi cozido por tempo suficiente para que seus aminoácidos começassem a se decompor em componentes menores, extraídos, filtrados e secos em pó ou em folhas.
Tanto as folhas como o pó de gelatina podem ser dissolvidos em água quente para uso posterior. Elas geralmente são feitas de ossos, pele e tecidos de galinhas, vacas, peixes e porcos.
A gelatina tem colágeno e por isso é ótima para unhas e cabelo, e embora seja muito comum encontrá-las como suplementos, é mais provável encontrá-las em mercados onde são vendidas como sobremesas ou sopas.
O que é colágeno hidrolisado?
Basicamente, hidrolisar algo significa quebrá-lo usando água, e existem vários graus de hidrólise. A gelatina é o colágeno parcialmente hidrolisado.
No caso do colágeno hidrolisado, as ligações de aminoácidos são quebradas ainda mais do que na gelatina, criando assim um colágeno facilmente dissolvido em água fria ou quente que é facilmente digerido pelo corpo, já que suas proteínas são menores.
Este tipo de colágeno tem o mesmo perfil de aminoácidos e é proveniente das mesmas fontes, porém ele reage de maneira diferente aos líquidos e diferentemente da gelatina, não funciona da mesma maneira nas receitas, deixando os alimentos mais espessos.
Tecnicamente, a maioria dos colágenos presente nos suplementos são hidrolisados em algum grau para que ele possa ser digerido mais facilmente pelo seu corpo.
Como usar gelatina e colágeno hidrolisado
Há muitas maneiras de usar gelatina e colágeno hidrolisado para obter uma dosagem benéfica de aminoácidos.
Por se tratarem de substâncias insossas, ou seja, sem sabor, eles são muito versáteis, mas um não pode substituir o outro, já que o hidrolisado não “gelifica” como a gelatina e não deve ser usado em receitas para substituir a gelatina.
Porém, ao contrário da gelatina, o colágeno hidrolisado se dissolve tanto em líquidos frios como quentes, e por isso você pode adicioná-lo a quase tudo.
Benefícios da gelatina e do colágeno
Em relação aos benefícios, ambos oferecem mais ou menos os mesmos, pois tanto o colágeno como a gelatina contêm prolina, glicina e hidroxiprolina, três aminoácidos que o corpo usa para criar um novo colágeno e melhorar a saúde das articulações, pele e revestimento intestinal.
Esses aminoácidos são difíceis de encontrar, a menos que a pessoa consuma muita carne proveniente dos órgãos e tecidos conjuntivos.
Veja agora quatro dos principais benefícios do colágeno e da gelatina que são comprovados pela ciência para adicionar mais gelatina e colágeno à sua dieta.
1. Articulações mais fortes
O colágeno é capaz de fortalecer as articulações aumentando a sua resistência a dores e lesões. Vários estudos descobriram que o uso de colágeno hidrolisado diminui a dor nas articulações e aumenta a densidade da cartilagem deixando as articulações mais flexíveis, o que é muito importante à medida que você envelhece, já que o seu corpo passa a produzir menos colágeno.
Ele também é um ótimo complemento para atletas, especialmente quando o exercício físico praticado exige mais das articulações, como por exemplo correr por longas distâncias.
A maioria dos esportes, assim como trabalhos pesados, podem causar problemas nas articulações, e o colágeno pode ser um grande aliado.
2. Melhora o sono
O colágeno tem sido usado há anos para tratar problemas de sono, e isso pode se dar graças ao seu alto teor de glicina.
Pessoas com problemas para dormir passaram a dormir e entrar em sono profundo mais rapidamente, além de relatarem menos sonolência durante o dia no dia seguinte, quando tomaram glicina antes de dormir, além de se saírem melhor nos testes de memória, o que também indica que eles estavam mais descansados.
Em outro estudo, os participantes que tomaram glicina antes de dormir relataram menos fadiga e uma mente mais descansada no dia seguinte. Já um terceiro estudo descobriu que a glicina não contribui para a sonolência diurna, mesmo se você a tomar durante o dia; sendo assim, você não precisa se preocupar em consumir colágeno logo no seu café da manhã.
3. Pele mais hidratada e lisa
Tanto a pele como o tecido conjuntivo das pessoas contêm células chamadas fibroblastos que são responsáveis por fabricar colágeno, e podem produzi-lo desde que haja abundância de glicina, hidroxiprolina e prolina. A melhor maneira de obter esses aminoácidos é através do colágeno hidrolisado, que por ser decomposto é mais biodisponível.
O colágeno hidrolisado possui vários benefícios para a sua pele, como:
Remover rugas.
Melhorar a elasticidade da pele.
Aumentar a umidade da pele.
Aumentar a densidade de fibroblastos que é responsável pela saúde e elasticidade da pele.
Diminuir a quebra da pele.
Resumindo, o colágeno deixa a sua pele com um aspecto mais jovem, hidratada e elástica, e de acordo com estudos, o ideal é entre 2 e 10 gramas diárias.
4. Recuperação mais rápida
Se você se machucar, o colágeno também pode ser o seu grande aliado, já que ele é a principal proteína que o seu corpo procura para curar tudo, desde uma simples acne até um tendão torcido. Ele funciona bem por diversos motivos:
O colágeno combate bactérias e por isso ajuda a manter as feridas estéreis;
Ele forma uma matriz flexível que cobre o tecido danificado enquanto ainda permite que ele se mova. O colágeno age como algo que mantém tudo junto para que as outras células possam se reconstruir;
Por poder se assimilar ao tecido circundante, ele ajuda a fechar as feridas.
De acordo com um estudo realizado, o colágeno hidrolisado acelerou a cura da úlcera em cerca de 200%, já que as bactérias intestinais quebram o colágeno em ácidos graxos de cadeia curta que podem ser usados pelas células que revestem sua parede intestinal, fazendo com que o colágeno te ajude a tratar problemas intestinais e a evitar a síndrome do intestino permeável.
Embora ainda não tenha estudos específicos sobre acne e colágeno, há evidências que sugerem que ele também pode ajudar no tratamento desta condição.
As necessidades de colágeno do seu corpo aumentam quando você está doente ou ferido. Por isso, se estiver em recuperação, estudos recomendam que tome 10 gramas de colágeno de 2 a 3 vezes por dia.
Como você pode ver, não só a gelatina tem colágeno, mas ela é uma forma desta proteína tão importante para a sua saúde. Adicionar um pouco de colágeno na sua dieta é uma maneira de cuidar da sua saúde e estética.
Estresse, ansiedade, má alimentação… Muitos são os motivos para você estar com os cabelos danificados nesta quarentena. O problema é que, uma hora, os fios começam a pedir (ou até implorar) por cuidados específicos, enviando sinais de que não estão saudáveis.
“O primeiro alerta é a quebra repentina, até mesmo nos fios sem química”, diz a médica tricologista Ana Carina Junqueira, de São Paulo. Segundo ela, esse processo, somado à falta de brilho, ao excesso de oleosidade e ao ressecamento, indica baixa quantidade de proteínas e minerais essenciais para a saúde do cabelo.
Mas, apesar de os sinais surgirem de formas semelhantes, eles se manifestam de maneiras diferentes em cada tipo de fio. “Os cacheados, por exemplo, perdem o movimento, ficam rígidos e sem definição”, explica Ana Carina. Já os grisalhos, quando precisam de tratamento, começam a ficar opacos e ressecados, enquanto os alisados com progressiva sofrem com a queda abundante. No caso do cabelo tingido, o principal indício de que algo não vai bem é quando o tom fica diferente da cor desejada. “O fio fraco não absorve o pigmento, ou seja, o resultado é uma coloração manchada”, diz a médica. E, por fim, os loiros, que, segundo Ana Carina, são os mais suscetíveis à quebra. “Tudo começa com o surgimento de pontas duplas, às vezes até triplas, que depois, do nada, arrebentam.”
Cabelo danificado: Testes aliados
Elasticidade A elasticidade do fio indica a quantidade de água mantida dentro da fibra e, dependendo do resultado, é também a prova de que você está com os cabelos danificados. Uma das maneiras de descobrir é esticar um fio usando as duas mãos – se ele franzir, não voltar à forma inicial rapidamente ou romper, é sinal de enfraquecimento.
Porosidade Há, ainda, o teste de porosidade, que consiste em mergulhar um fio em um pote de água. O ideal é que ele fique na superfície, caso contrário, é preciso lançar mão de produtos nutritivos e reconstrutores.
Mas a especialista alerta: “Mesmo sendo testes simples, é preciso realizá-los com a ajuda de um profissional especializado para que ele interprete o resultado da maneira certa e recomende o tratamento adequado”. Além disso, muito salões possuem hoje máquinas de análise capilar, que verificam com uma câmera de aumento, se os fios estão porosos ou quebradiços.
Revertendo os danos dos cabelos danificados
Antes de mais nada, é fundamental identificar e resolver o que ocasionou esse enfraquecimento – alimentação inadequada, procedimentos químicos, estresse… “Na maioria das vezes é preciso dispensar a tintura e o secador, além de mudar a alimentação”, diz Ana Carina. A segunda medida é blindar os fios aplicando óleos ou cremes sem enxágue e filtro solar, além de caprichar na hidratação em casa e no salão. Fórmulas ricas em antioxidantes também são ótimas aliadas para bloquear o ressecamento e ainda ajudam a tratar o couro cabeludo.
Para finalizar, a médica afirma que durante a operação resgate não é recomendado desembaraçar o cabelo no banho. “Quando os fios estão sensíveis, com muita queda ou quebra, é essencial remover a umidade antes de penteá-los para evitar que a fibra perca ainda mais proteína.”