O excesso de vitamina B6 normalmente surge em pessoas que fazem suplementação da vitamina sem indicação de um médico ou nutricionista, sendo muito raro acontecer apenas através da ingestão de…
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Autor: Paul Risner
18 primeiros sintomas de gravidez
Os primeiros sinais e sintomas de gravidez podem ser tão sutis que somente algumas mulheres conseguem percebê-los, acabando por passar despercebidos na maior parte dos casos.
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Principais remédios para tratar a asma
Os medicamentos usados para o tratamento da asma vão depender de diversos fatores, como a idade, sintomas apresentados e frequência com que surgem, história de saúde, gravidade da doença e…
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Canabidiol: o que é, para que serve e efeitos colaterais
O Canabidiol é uma substância extraída da planta da maconha, Cannabis sativa, que atua no sistema nervoso central, sendo útil no tratamento de doenças psiquiátricas ou…
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Estresse e queda de cabelo: qual a relação?
Se o seu cabelo está caindo mais do que o normal durante a quarentena, saiba que você não está sozinho. Estresse e queda de cabelo têm uma relação direta e, durante a época de isolamento social, o sentimento é provocado tanto pelo medo do Covid-19 como pelas mudanças no estilo de vida, influenciando bastante na queda acentuada dos fios, em homens e mulheres.
E, nos últimos dois meses, os relatos dessa reclamação têm aumentado, segundo Misael do Nascimento, médico dermatologista, especializado em tricologia. “As minhas consultas, agora, estão cerca de 90% relacionadas à queda de cabelo, inclusive em pacientes que já estavam de alta há anos”, diz.
Como o estresse age na queda de cabelo
A sobrevivência da espécie humana deve muito ao estresse. Situações de perigo acionam essa reação imediata no corpo, liberando mais adrenalina, que acelera o coração, e cortisol, conhecido como hormônio do estresse e que eleva a pressão e o aporte de energia nos músculos. Tudo isso com o objetivo de nos deixar alertas e prontos para enfrentar qualquer perigo iminente. O problema, segundo Misael, é que o gatilho para acionar o estresse em tempos de coronavírus é contínuo. Temos o celular que fica o tempo todo mostrando notícias assustadoras, o trabalho ininterrupto, as cobranças por alta produtividade e as incertezas causadas pela pandemia.
Esse constante estado de alerta pode elevar os níveis de cortisol. Produzido pela glândula suprarrenal, o cortisol tem funções importantes no organismo, como controlar estresse, açúcar no sangue e pressão arterial, além de auxiliar no sistema imunológico e reduzir as inflamações. Já o seu excesso provoca alterações nessas funções, podendo causar diversas complicações, como diabetes, hipertensão, osteoporose e aumento de peso. Além disso, o abuso do álcool, o cigarro, as noites mal dormidas e o excesso de tarefas, ingredientes comuns do momento atual de pandemia, são agravantes poderosos na relação entre estresse e queda dos fios.
De acordo com Misael, “o cabelo e a unha crescem rápido, então precisam de muita energia. Se existe algum desequilíbrio endógeno, o organismo tem de priorizar a vida, ou seja, o cérebro, o coração, a locomoção. Assim, ele vai deixar de mandar suplementos e micronutrientes para o cabelo, por exemplo, e vai mandar tudo para os órgãos vitais.”
Outros fatores
Processos inflamatórios e fatores nutricionais, que influenciam os níveis hormonais, podem também estar associados a queda de cabelo. “Tenho pacientes que fazem dietas malucas por conta própria, outros com úlcera gástrica ou anemia, com falta de vitaminas e um estilo de vida pouco saudável. Todo esse processo inflamatório provoca uma perda de fluxo sanguíneo e de micronutrientes que são importantes para o cabelo como zinco, vitamina B, ferro, magnésio e cálcio. O silício, por exemplo, trabalha na ancoragem do cabelo para que ele não caia. Além disso, o cortisol é ativado pela luz do sol. Como estamos em quarentena, dentro de casa, muitas vezes dormindo e acordando mais tarde, sem pegar sol, isso ainda causa um déficit de vitamina D, ativada pela luz solar e importantíssima para o cabelo”, diz.
Há também a influencia de doenças como diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, hipertireoidismo, lúpus eritematoso, sífilis, ovário policístico e menopausa. “Quase sempre, cabelo, pele e unha refletem o que está acontecendo dentro do nosso corpo“, explica Misael.
Mas mesmo as situações mais comuns de queda de cabelo, como a alopecia areata – doença inflamatória com fatores genéticos e autoimune – e a alopecia androgenética ou calvície, determinada pela genética, podem ser desencadeadas e agravadas pelo estresse. “Na maioria dos casos, o estresse pode estar presente, sozinho ou associado a outras condições”, explica o especialista.
Estresse e queda de cabelo: como evitar
Dormir bem, ter uma alimentação saudável, tomar sol com certa frequência e praticar exercícios físicos são hábitos fundamentais para que o organismo organize seus níveis hormonais de modo que eles não fiquem em um quadro que vá provocar um nível alto constante de cortisol, evitando assim a queda de cabelo provocada por ele. Fazer ioga, relaxar, caminhar e meditar são algumas atividades que podem ajudar a diminuir o estresse.
Como saber se seu cabelo está caindo mais que o normal
O cabelo possui um ciclo de vida de três fases: o nascimento, o crescimento e a queda. Nessa combinação, é normal perder entre 100 e 150 fios por dia. Segundo Misael, “o problema não é o cabelo que cai, mas o cabelo que deveria crescer e não está crescendo”.
Para saber se seu ciclo de nascimento, crescimento e queda de cabelo está fora do normal, observe se o couro cabeludo apresenta falhas e se ela é local ou difusa – essa segunda é mais comum no caso do estresse. Faça um rabo de cavalo e veja se está com menos volume que o habitual. Falhas no couro cabeludo, diminuição de volume e outros sintomas como descamação, coceira e sensibilidade podem ser sinais de que existe algum problema. Procure um dermatologista se é seu caso.
Fonte: Associação Brasileira de Dermatologia
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Como tirar espinho da pele
O espinho pode ser removido de diferentes formas, porém, antes disso, é importante lavar bem a área, com água e sabão, para evitar o desenvolvimento de uma infecção, evitando esfregar, para que…
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7 exames que o recém-nascido deve fazer
Logo após o nascimento o bebê precisa realizar uma série de exames com o objetivo de identificar a presença de alterações que indiquem a presença de doenças genéticas ou metabólicas, como…
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O que é teste da linguinha, para que serve e como é feito
O teste da linguinha é um exame obrigatório que serve para diagnosticar e indicar o tratamento precoce de problemas no freio da língua de recém-nascidos, que podem prejudicar a…
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3 Melhores Verduras para Diabéticos

Veja quais são as melhores verduras para diabéticos, quais suas propriedades que podem trazer tais benefícios e entenda melhor a condição.
Diabetes mellitus é um grupo de doenças que faz com que as pessoas acumulem muito açúcar no sangue, ou seja, que elas tenham um alto nível de glicose no sangue.
Existem vários tipos de diabetes: a pré-diabetes, diabetes tipo 1, 2 e diabetes gestacional, e o que faz com que o controle de cada uma delas seja algo muito difícil para muitas pessoas é a falta de consciência e o diagnóstico tardio.
Porém, os nutricionistas asseguram que um estilo de vida e uma dieta saudável podem ajudar as pessoas a cuidar melhor desta condição – inclusive, pessoas relatam que depois de tomar todas as precauções necessárias foram capazes de reverter a diabetes.
Uma dieta ideal para pessoas com diabetes é aquela que combina vários elementos e na qual o açúcar deve ser evitado. Os carboidratos metabolizam muito rápido e fazem com que os níveis de açúcar no sangue aumentem. As bebidas açucaradas também não são boas opções, enquanto que a falta de calorias líquidas e fibras faz com que gerenciar seus níveis de açúcar no sangue seja ainda pior.
O índice glicêmico, também conhecido pela abreviação IG, é uma classificação relativa de carboidratos presente nos alimentos de acordo com a maneira como eles afetam seus níveis de glicose no sangue.
Os carboidratos com baixo IG (igual ou menor que 55) são digeridos, absorvidos e metabolizados lentamente pelo organismo causando um aumento gradual da glicose. Já os carboidratos com um IG maior que 70 causam flutuações nos níveis de glicose no sangue, o que está correlacionado com o diabetes tipo 2.
É por isso que é importante saber quais são os melhores alimentos para manter em sua dieta quando se tem diabetes. Sendo assim, veja agora as 3 melhores verduras para diabéticos para que você possa tratar essa condição que afeta milhares de pessoas em todo o mundo.
1. Couve-flor
A couve-flor é basicamente um depósito de minerais e nutrientes vitais, além de ser carregada com magnésio, manganês, proteínas, potássio e fósforo e possuir um alto teor de fibras.
A inflamação desempenha um papel bastante importante no início da diabetes tipo 2, e quando crônica, resulta em resistência à insulina, que por sua vez, tem efeitos negativos na tolerância normal à glicose, o que leva ao desenvolvimento do diabetes tipo 2.
Um estudo publicado no Archives of Internal Medicine mostrou que as pessoas com níveis baixos de potássio no sangue tinham um risco 64% maior de diabetes tipo 2, já que o potássio é usado pelas células beta do pâncreas para identificar o aumento nos níveis de açúcar no sangue. São essas células que então secretam o hormônio insulina para regular o aumento da glicose.
As células beta têm a sensibilidade diminuída em pessoas com baixos níveis de potássio e consequentemente ocorre o aumento nos níveis de glicose no sangue. Como resultado, elas não identificam e não iniciam a medida corretiva para aumentar a produção de insulina, e com o tempo, isso prejudica a tolerância à glicose e aumenta o risco de diabetes.
Por ser uma rica fonte de potássio, a couve-flor pode te ajudar a regular o metabolismo da glicose, além do seu IG ser calculado entre 5 e 15, o que é ideal para pessoas que sofrem com essa condição.
A couve-flor também possui um alto teor de fibras, que a torna ainda mais uma dos melhores verduras para diabéticos. Aproveite para conhecer em detalhes todos os benefícios da couve-flor.
2. Brócolis
Essa verdura potencialmente nutricional tem inúmeras razões para ser considerada uma das melhores verduras para diabéticos. O nutricionista Dr. Rupali Datta diz que o brócolis tem um IG de 15, o que é muito baixo, além de ser uma ótima fonte de fibras.
Uma das principais preocupações entre as pessoas com diabetes é a respeito do dano causado aos vasos sanguíneos. Em um estudo publicado na revista científica “Diabetes” em 2008, uma equipe de pesquisadores descobriu que os sulforafanos presente no brócolis protegem as pessoas contra esse tipo de dano celular.
Em um outro estudo de laboratório, pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, descobriram que os sulforafanos reduziram a produção de glicose nas células do fígado.
“É muito emocionante e abre novas possibilidades para o tratamento do diabetes tipo 2”, disse Anders RRosengren, professor assistente da Universidade de Gotemburgo na Suécia.
Conheça melhor todos os benefícios do brócolis para a saúde e boa forma.
3. Espinafre
A Associação Americana de Diabetes considera o espinafre um “superalimento” para diabéticos e recomenda que todas as pessoas incluam essa verdura em suas dietas.
Existem inúmeros benefícios do espinafre, pois além de ser rico em vitaminas, fitoquímicos e minerais, ele também possui um baixo índice glicêmico, o que significa que a sua ingestão ajuda a manter os níveis saudáveis e estáveis de glicose no sangue.
Esse alimento é uma ótima fonte de folato, vitaminas A, B, C, E, K e fibra dietética, que atrasa a digestão e garante que o açúcar não seja metabolizado rapidamente e cause o aumento nos níveis de açúcar no sangue.
O espinafre também é excepcionalmente pobre em calorias, sendo que uma xícara deste alimento cru contém apenas 7 calorias, e isso é muito benéfico para as pessoas com diabetes, já que um dos objetivos de uma dieta saudável para diabetes é promover o peso corporal saudável e melhorar os níveis de glicose no sangue, bem como o colesterol e pressão arterial.
Bem como todos os vegetais sem amido, ele também é pobre em carboidrato, contendo apenas cerca de 0,83 gramas por xícara. Isso o torna novamente uma excelente opção para diabéticos, já que restringir a sua ingestão de carboidratos ajuda a controlar sua glicose.
De acordo com a Associação Americana de Diabetes, uma refeição saudável para uma pessoa com diabetes inclui cerca de 45 a 65 gramas de carboidratos.
Quando a diabetes está descontrolada, o risco de várias doenças graves aumenta, e ao consumir essas verduras, bem como outros alimentos que também são poderosos para a diabetes, irá manter a insulina, inflamação e açúcar no sangue sob controle, o que consequentemente irá reduzir drasticamente o risco de desenvolver complicações.
Fontes e Referências Adicionais:
- http://www.eatingwell.com/article/288045/best-foods-for-diabetes/
- https://food.ndtv.com/food-drinks/5-vegetables-you-must-include-in-your-diabetes-diet-1867012
- https://www.healthline.com/nutrition/16-best-foods-for-diabetics#section17
- https://www.livestrong.com/article/499022-what-are-the-benefits-of-spinach-if-you-are-diabetic/
- http://www.diabeteshealth.co.in/blog/nutrition/396-cauliflower
- https://www.livescience.com/59489-broccoli-compound-sulforaphane-may-treat-type-2-diabetes.html
Você já conhecia as 3 melhores verduras para diabéticos? Pretende experimentar algum? Comente abaixo!
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6 Dicas Para Evitar Que Sua Relação Com o Álcool Se Torne Problemática Durante a Pandemia

Durante a pandemia do novo coronavírus, em que as pessoas precisam ficar muito mais tempo em casa para conter a propagação do vírus, é normal sentir-se entediado ou ficar ansioso, nervoso e estressado com as notícias acerca do avanço da COVID-19, a doença provocada pelo vírus.
Para lidar com todos esses sentimentos e tentar relaxar, algumas pessoas podem recorrer às bebidas alcoólicas. Entretanto, é preciso tomar muito cuidado para não tornar o hábito algo muito frequente, cair no abuso do álcool e flertar com o alcoolismo, ficando atento aos sinais de que sua relação com o álcool se tornou problemática durante a pandemia.
Como se não bastasse todo o transtorno provocado pelo alcoolismo, o abuso do álcool traz sérios riscos para a saúde, especialmente em tempos de pandemia do novo coronavírus. Isso porque as bebidas alcoólicas afetam a imunidade e o risco de contrair o novo coronavírus.
Pensando nisso, resolvemos trazer as dicas para evitar desenvolver um problema grave com o álcool durante a pandemia, trazidas pelo psicólogo, PhD em psicologia clínica e professor assistente de psicologia da Universidade da Pensilvânia nos Estados Unidos, Seth Gillihan, em artigo publicado no site WebMD.
1. Não beber
De acordo com o professor assistente de psicologia da Universidade da Pensilvânia, a única maneira certeira de evitar desenvolver um problema sério com o álcool durante a pandemia é simplesmente não tomar bebidas alcoólicas. No entanto, existem outras recomendações que podem diminuir os riscos para quem não optar por abolir o álcool:
2. Encontrar outros meios para ajudar a lidar com a situação
Segundo Gillihan, é menos provável que a bebida se torne a única válvula de escape para lidar com a tensão do momento se a pessoa tiver outras estratégias às quais pode recorrer para controlar o estresse e ansiedade.
O PhD em psicologia recomenda duas técnicas que podem ajudar. A primeira é prestar atenção se está segurando alguma tensão desnecessária no corpo ao acordar. Se tiver, você deverá tentar deixar essa tensão ir embora ao menos um pouco para receber o dia que vem pela frente em um estado de calma.
A segunda sugestão do psicólogo é respirar 10 vezes lentamente ao se deitar na cama à noite para liberar o estresse do dia. “Com cada exalar, deixe ir qualquer coisa que você estiver segurando do seu dia e relaxe completamente no seu colchão”, ensinou o professor assistente de psicologia da Universidade da Pensilvânia.
Você ainda pode aderir a passatempos saudáveis como ver um filme, ler um livro, praticar atividades físicas ou brincar com as crianças da casa no lugar de recorrer ao álcool para relaxar. Confira também como controlar o estresse e a ansiedade e não deixe de conhecer as dicas para preservar a saúde mental durante a quarentena da COVID-19.
3. Ser honesto consigo mesmo e aberto com os outros
Aqui o psicólogo recomenda ser honesto consigo mesmo a respeito do estágio do seu hábito de beber e reconhecer se ele estiver chegando em um território problemático. Ele também aconselha a evitar os problemas que podem vir ao manter o consumo de álcool em segredo (como exagerar por ninguém estar vendo) e ser aberto com as pessoas próximas de você sobre a sua relação com a bebida.
4. Não beber sozinho ou com pessoas que abusam da bebida
Não beber sozinho é algo útil para se manter responsável em relação à bebida, mas isso pode ser bem difícil durante a pandemia para quem mora sozinho, apontou o PhD em psicologia clínica. No entanto, nada de furar a quarentena para reunir os amigos e beber, porque isso representa um grande risco de contaminação pelo novo coronavírus para você e para as outras pessoas.
“Então, organize encontros virtuais para tomar uma bebida. Apenas tome cuidado com os companheiros de bebida, que podem influenciar fortemente o seu nível de consumo. Evite aqueles que fazem uso pesado do álcool e procure os que enfatizam a qualidade do vínculo acima da bebida”, aconselhou o professor assistente de psicologia da Universidade da Pensilvânia.
Ou então, dá para marcar os encontros via chamada de vídeo com os amigos que não bebem, para não correr o risco de ser influenciado a beber além da conta. Para quem mora com pai, mãe, irmãos, cônjuge e/ou filhos, outra opção é deixar para beber apenas quando estiver em família, uma vez que costuma-se ficar acanhado em abusar do álcool perto deles.
5. Manter as partes importantes da sua vida
Gillihan alertou que deixar de lado partes importantes da vida pode criar uma espécie do buraco, do qual a pessoa precisará se esforçar para sair, o que pode tornar o álcool uma alternativa ainda mais atraente para lidar com o problema.
Por outro lado, “seguir com as suas responsabilidades de trabalho, relacionamentos e atividades de lazer não relacionadas ao álcool vai diminuir as chances de ficar super dependente do álcool”, ressaltou o psicólogo.
6. Ter dias sem ingerir álcool
Conforme o PhD em psicologia clínica, quanto mais consistentemente um comportamento é praticado, mais automático ele se torna. Quebrar a sequência do consumo de álcool serve para voltar a ter um nível de escolha quanto a beber ou não e mostrar a si mesmo que dá conta de ficar sem o álcool, completou.
“Comprometa-se com uma pessoa querida a compartilhar dias sem bebida e passe tempo junto com ela nesses dias. Você pode aprender algo valioso sobre si mesmo quando você não cede ao impulso de beber – por exemplo, descobrir mais sobre as emoções por trás dos impulsos”, orientou o professor assistente de psicologia da Universidade da Pensilvânia.
Fontes e Referências Adicionais:
Você acredita que sua relação com o álcool acabou piorando durante a quarentena? Com que frequência tem bebido? Comente abaixo!
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