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Autor: Paul Risner
O que é mesoterapia capilar e como é feita
A mesoterapia capilar é uma técnica utilizada para tratar a queda de cabelo crônica a partir da aplicação diretamente no couro cabeludo de substâncias que estimulam o crescimento do…
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Bactérias na urina (bacteriúria): como identificar e o que significa
A bacteriúria corresponde à presença de bactérias na urina, podendo ser devido à coleta inadequada da urina, havendo contaminação da amostra, ou devido à infecção urinária,…
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Joelho varo: o que é, como identificar e tratamento
O joelho varo, conhecido também como geno varo ou “pernas de cowboy”, é uma condição normalmente genética em que os joelhos se mantém afastados mesmo quando a pessoa consegue…
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Causas do catarro verde e o que fazer
Descubra quais são as causas do catarro verde, um líquido viscoso produzido por glândulas situadas abaixo da mucosa. Saiba o que fazer se tiver essa condição e quais são as complicações associadas à secreção nasal esverdeada.
A presença de catarro é um fenômeno comum sobretudo em doenças virais do sistema respiratório como gripes e resfriados. Embora nem todos saibam, a cor do catarro pode indicar problemas de saúde.
O que é o catarro?
Catarro é o nome popularmente atribuído à secreção produzida em detrimento de uma série de fatores. Você também pode ouvir sendo chamado de escarro.
Trata-se de uma espécie de muco produzido em pequenas quantidades. O volume de produção aumenta quando o paciente está resfriado, gripado ou com outras complicações no sistema respiratório, por exemplo.
A água representa 90% da composição do escarro, enquanto os outros 10% são constituídos por sais minerais e restos celulares.
O escarro é normalmente expelido ao tossir, no que chamamos de expectoração. Pode-se notar, portanto, que a secreção eliminada apresenta uma coloração específica.
O catarro também pode ser expelido pelo nariz, principalmente quando a pessoa é acometida por alguma doença respiratória, e se torna mais espesso à medida em que micro-organismos se instalam na mucosa.
Função do catarro
O tecido produtor de muco reveste a boca, nariz, seios nasais, garganta, pulmões e trato gastrointestinal. O catarro é um líquido essencial para o funcionamento do corpo pois atua como uma camada de proteção e hidratação capaz de impedir que certos órgãos sequem.
O muco também atua como uma espécie de armadilha para substâncias potencialmente irritantes como poeira, fumaça ou bactérias.
Além disso, o muco produzido possui anticorpos e enzimas capazes de matar bactérias e, dessa forma, ajudando a combater infecções. O corpo humano produz cerca de 1 a 1,5 litros de muco por dia. Em condições comuns, essa secreção é praticamente imperceptível.
No entanto, quando sua produção é aumentada ou a qualidade do muco tenha mudado, aí ele é percebido e normalmente será indicativo de algum quadro subjacente.
Causas do catarro verde

Certamente você já se deu conta, ao longo da vida, que o catarro eliminado nem sempre é transparente como esperado, sobretudo quando estamos gripados, resfriados, com crises de sinusite, tosse, dentre outras complicações respiratórias.
Quando o catarro possui um aspecto esverdeado, significa que seu organismo está enviando uma resposta imune generalizada e mais pesada. Os glóbulos brancos, germes e outras células e proteínas que produzimos durante a resposta imune são responsáveis pela coloração verde.
Muitas vezes o escarro ou a fleuma verde são indicativos de infecção. No entanto, nem sempre precisa-se administração de antibióticos, já que a maioria das infecções que levam a isso é viral e geralmente desaparece apenas com a administração de remédios antigripais.
Além disso, a adesão indiscriminada e sem prescrição de antibióticos pode acabar sendo prejudicial, pois as bactérias podem aumentar a resistência. Ademais, nem sempre o catarro verde é sinal de infecção.
Em face disso, o médico irá fazer um exame físico antes de prescrever o tratamento ideal, auscultando o pulmão, medindo febre e adotando outros protocolos que permitirão alcançar o diagnóstico.
Algumas das doenças associadas ao catarro verde incluem:
Sinusite
Um das causas do catarro verde pode ser a infecção sinusal ou sinusite. Esse quadro pode ser uma infecção viral, por bactérias ou alergias. No entanto, quando se trata de sinusite bacteriana, é comum a eliminação de escarro verde ou amarelo.
Outros sintomas dessa doença incluem congestão nasal, coriza e pressão nas cavidades dos seios da face, causando dor de cabeça, sobretudo na região próxima aos olhos.
Bronquite
As crises de bronquite são normalmente iniciadas por tosse seca. É comum que, no início, o paciente expectore a fleuma transparente e, com o passar do tempo, ela se torne amarelada ou verde.
Quando isso ocorre, é sinal de que a doença pode estar progredindo de viral para bacteriana e os episódios de tosse podem durar até noventa dias.
Alergias
Os quadros alérgicos podem desencadear uma série de sintomas, como coceira nos olhos, espirros, congestão, por exemplo, além de sensação de aperto no peito e tosse.
Além disso, pessoas que são alérgicas a ácaros ou pólen são especialmente mais suscetíveis a apresentarem escarro.
Fibrose cística
Trata-se de uma doença pulmonar crônica em que muco se acumula nos pulmões. É mais comum que a doença acometa crianças e jovens. Pode ser uma das causas do catarro verde, amarelado ou até mesmo com aspecto marrom.
Pneumonia
Por fim, a pneumonia é um quadro grave que normalmente se manifesta em decorrência de outros problemas respiratórios. Se esse for o diagnóstico, além da tosse com catarro esverdeado ou amarelado, o paciente também pode eliminar sangue na tosse.
Os sintomas variam de acordo com o tipo de pneumonia e costumam incluir febre, tosse, calafrios e falta de ar.
Outros tipos de catarro
Além do catarro esverdeado, é possível eliminar escarro com outras colorações. As cores desse muco podem representar a origem ou o tipo da doença que acometeu o paciente. Os outros tipos de catarro podem ser:
Vermelho
Via de regra, quando o escarro está vermelho, é sinal de sangue no catarro.
A manifestação de sangue na fleuma pode não ser preocupante, a princípio, uma vez que episódios repetidos de tosse, seja por origem alérgica, bacteriana ou viral, podem fazer com que pequenos vasos sanguíneos sejam rompidos, ocasionando pequenos sangramentos no catarro.
No entanto, esse fenômeno também pode indicar ser indicativo de uma condição médica mais séria.
Marrom
Quando uma pessoa escarra em tons de marrom, normalmente significa que há a presença de sangue velho. Algumas complicações associadas à manifestação do catarro marrom ou preto são:
- pneumonia bacteriana;
- bronquite bacteriana;
- fibrose cística;
- pneumoconiose;
- abscesso pulmonar – uma cavidade cheia de pus dentro dos pulmões que pode estar cercado por tecido infectado e inflamado.
Amarelo
A presença de catarro amarelado pode indicar que as células imunológicas estão começando a funcionar no local da infecção ou em outro tipo de inflamação. À medida que os glóbulos brancos combatem uma infecção, grudam no muco, dando o aspecto amarelado.
Branco
Por fim, o catarro branco é o mais comum e se manifesta, normalmente, em decorrência de congestão nasal.
Quando o nariz está congestionado, os tecidos tendem a ficar inchados e inflamados, o que diminui a passagem do muco pelo trato respiratório. Quando isso acontece, o muco é mais espesso e esbranquiçado, por exemplo.
O que fazer?
Se o catarro de cor verde persiste por dias, e outros sintomas como febre, tosse, calafrio ou dor no peito, por exemplo, se manifestam, a melhor opção é recorrer à ajuda profissional para identificar o motivo.
Conforme mencionado, independente das causas do catarro verde, ele indica uma forte presença de anticorpos agindo no seu organismo. No entanto, é importante saber que não é possível diagnosticar uma doença ou condição com base apenas na cor do catarro de uma pessoa.
A presença de fleuma verde, amarela ou espessa nem sempre indica a presença de uma infecção. Além disso, ainda que uma infecção tenha se instalado, apenas sua cor não determina qual vírus, bactéria ou outro patógeno a causou.
Alergias simples, por exemplo, também podem causar alterações na cor do muco.
Alguns tratamentos caseiros que podem ser adotados em conjunto com o tratamento prescrito por seu médico incluem usar um umidificador em sua casa, pois manter o ar úmido pode ajudar a afinar o catarro e permitir que você a tosse com mais facilidade.
Por fim, gargarejar com água salgada, usar óleo de eucalipto no banho e tomar os expectorantes que podem ser comprados sem receitas também o ajudará e diminuir a presença de catarro.
Fontes e Referências Adicionais:
- Sunderland LPC – Green phlegm and snot ‘not always a sign of an infection needing antibiotics’
- WebMD – The Truth About Mucus
- The Ohio State University Wexner Medical Center – What does the color of phlegm mean?
- UnityPoint Health – 4 Questions to Determine If You Have Bronchitis
- Cleveland Clinic – What the Color of Your Snot Really Means
- Cedars-Sinai – Bronchitis
- Journal of Cytology – Black-pigmented sputum
- Harvard Health Blog – Don’t judge your mucus by its color
- Asthma and Allergy Foundation of America – Rhinitis (Nasal Allergies)
- American Lung Association – Coal Worker’s Pneumoconiosis (Black Lung Disease)
Você já conhecia todas as causas do catarro verde? Sofre com esse problema com frequência? Comente abaixo!
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Dor no canal da urina – O que pode ser? O que fazer?
A dor no canal da urina é uma complicação que pode causar muito desconforto e ser sintoma de uma complicação subjacente, normalmente associada a infecções. Descubra o que pode ser, o que fazer e como fazer um diagnóstico assertivo.
A dor sentida ao urinar pode ser originada na bexiga, no rim, na uretra, ureteres, ou no canal vaginal. A causa, no entanto, pode ser diversa e na maioria das vezes requer exames laboratoriais para averiguar sua real origem.
O que causa dor no canal da urina?
Existem diversos fenômenos associados à dor ao urinar. Abaixo, você irá conferir as principais causas e saber mais sobre elas. Confira:
1. Infecção urinária
A causa mais comum associada à dor no canal da urina é a infecção do trato urinário, que pode se instalar no canal vaginal, na uretra ou até mesmo nos rins. A infecção urinária é comumente um resultado de infecção bacteriana.
No entanto, embora deva-se às bactérias os principais casos de infecção do trato urinário, o quadro também pode, mais raramente, ser desencadeado por vírus.
Infecções do trato urinário são muito comuns nos humanos. Segundo o Hospital Israelita Albert Einstein, somente no Brasil, mais de 2 milhões de casos são reportados anualmente.
A maioria das infecções urinárias é uma infecção na bexiga ou uretra, órgãos localizados no trato inferior. No entanto, também pode se instalar nos ureteres e rins, localizados no trato superior.
Embora as infecções do trato superior sejam mais raras, elas podem ocorrer e geralmente são mais graves.
2. Inflamação do trato urinário
Além da infecção, a dor ou ardência ao urinar também pode ser um sintoma de inflamação de algum órgão do trato urinário. A uretra, bexiga, ureteres e rins compõem o sistema urinário. A inflamação em qualquer um desses órgãos pode causar dor ao urinar.
A cistite é um exemplo que faz com que o paciente sinta dor ao urinar. Esse quadro promove a inflamação da bexiga, normalmente causado pela bactéria Escherichia coli.
Essa bactéria está presente no intestino e é essencial no processo digestivo. No entanto, ela pode chegar à bexiga, fazendo com que o órgão inflame e promovendo sensação de dor ao urinar.
Além da bexiga, essa bactéria pode se alojar na uretra, desencadeando uretrite – fazendo com que o órgão também se inflame –, e nos rins – desencadeando o mesmo sintoma. Esses casos de inflamação podem evoluir e virar infecções.
3. Anatomia feminina
É um consenso na medicina que as mulheres são mais propensas a desenvolver problemas no trato urinário do que os homens. Isso se deve à anatomia do corpo feminino, já que a uretra é mais curta nas mulheres do que nos homens.
Dessa forma, é mais fácil que as bactérias viajem até a bexiga. Em contrapartida, as bactérias encontram mais dificuldade em viajar até os rins masculinos, uma vez que o caminho a ser percorrido é maior.
Além disso, mulheres grávidas ou na menopausa também apresentam mais riscos de desenvolver infecções urinárias.
4. Prostatite
Por outro lado, os homens podem sentir dor ao urinar devido à prostatite. Essa é uma condição que consiste na inflamação da próstata – situada abaixo da bexiga – e que pode ser desencadeada principalmente pelas bactérias E. coli, Klebsiella e Proteus.
Se esse for o caso, o tratamento mais comum se dá com antibióticos, que vão atuar no organismo matando as bactérias que causam o problema.
A próstata é responsável por produzir o sêmen, que, por sua vez, nutre e transporta esperma. Quando há a inflamação da próstata, além da dor no canal da urina, outros sintomas podem se manifestar, tais como dor na virilha, na área pélvica ou até mesmo nas genitais, por exemplo.
Dependendo da causa, a prostatite pode surgir gradualmente ou de repente. Do mesmo modo, ela também pode melhorar rapidamente, por conta própria ou com tratamento específico.
Alguns tipos duram meses ou sempre voltam a se instalar. Esse último quadro é conhecido como prostatite crônica e irá requerer um tratamento contínuo.
5. Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)
A dor no canal da urina também pode ocorrer quando a pessoa possui certas doenças sexualmente transmissíveis, incluindo herpes genital, gonorreia, candidíase e clamídia.
Se esse for o caso, é importante averiguar, pois nem sempre esses tipos de doenças apresentam sintomas. Há alguns hábitos que tornam uma pessoa mais suscetível à aquisição de DSTs, tais como a prática sexual sem preservativo ou fazer sexo com vários parceiros.
Recomenda-se que todas as pessoas que possuam vida sexual ativa façam exames de DST regularmente.
6. Outras causas
Além dos motivos mais comuns que desencadeiam dor no canal da urina, há algumas situações que podem ser responsáveis por esse fenômeno, tais como radioterapia e próstata aumentada. Nesses casos, você também poderá sentir dor ou desconforto na região da bexiga.
A presença de pedras nos rins também pode prejudicar o conforto ao urinar.
Ademais, outras possíveis causas para a dor são o uso de produtos nas regiões genitais, tais como sabonetes, cremes, óleos e espumas, que podem irritar os tecidos vaginais. Isso ocorre, sobretudo, devido à presença de corantes, aromatizadores e outras substâncias químicas.
Para quem possui mais sensibilidade na região genital, o uso de detergentes, sabões e amaciantes com cheiro forte também pode ser um fator desencadeante.
Como diagnosticar a causa?

Ao ser atendido por um urologista ou clínico geral, o paciente será submetido, a princípio, a um exame físico, tendo que responder certas perguntas, como o cheiro e a coloração da urina e a manifestação de sintomas subjacentes.
O médico também poderá perguntar sobre o uso de remédios ou até mesmo quanto à sua dieta.
Essas perguntas ajudarão o profissional a encontrar um diagnóstico. No entanto, para afirmar com precisão a causa do sintoma, quase sempre exames são requeridos, tais como:
Urinálise
Popularmente conhecido como exame de urina, a urinálise consiste na análise de uma amostra de urina fornecida pelo paciente. Utiliza-se o método chamado coleta asséptica, que garantirá a confiabilidade do resultado apresentado.
Urocultura
Urocultura, ou cultura de urina, é um exame que busca identificar a presença de bactérias. Ao contrário do intestino, a bexiga e os rins são locais onde não há a presença de bactérias. Ou seja, são, portanto, órgãos estéreis.
Sendo assim, quando há a presença de bactérias na urina, provavelmente será indicativo de infecção.
Para pacientes com suspeita de uretrite, pode-se indicar um teste de amplificação de ácido nucleico uretral, vaginal, endocervical ou na urina, visando encontrar Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis.
Exames de imagem
Os exames de imagem não são requeridos na maioria dos casos em que o paciente relata apenas dor ao urinar.
No entanto, para aqueles que possuem um quadro mais severo ou suspeita de alguma anomalia anatômica, manifestação de abcesso ou hematúria, pode-se requerir esses exames.
Se esse for o caso, o primeiro exame, normalmente, é a ultrassonografia. No entanto, para precisar um resultado mais específico, o médico poderá solicitar uma urografia por tomografia computadorizada helicoidal.
Como prevenir dor no canal da urina?
Embora nem sempre seja possível evitar a dor ao urinar, existem certas alterações que você pode fazer no seu dia a dia, que ajudarão a diminuir a incidência do sintoma. Um dos hábitos mais recomendados é evitar sabonetes e demais produtos de higiene íntima que sejam perfumados.
Além disso, usar preservativos durante a relação sexual é imprescindível, pois, além de evitar possíveis gestações indesejadas, o paciente protege-se de doenças sexualmente transmissíveis.
Além disso, alguns estudos sustentam que certos alimentos têm maior probabilidade de irritar a bexiga, tais como cafeína, álcool, alimentos muito condimentados, frutas e sucos cítricos, bem como produtos à base de tomate e adoçantes artificiais.
Se você possui sintomas de desconforto ao urinar, ou a dor no canal da urina é um problema recorrente, pode ser benéfico eliminar ou restringir o consumo desses alimentos.
Por fim, recomenda-se evitar alimentos altamente ácidos para ajudar a curar a bexiga. Portanto, se você estiver passando por tratamentos no trato urinário, manter uma dieta saudável e leve pode ser prescrito para aliviar a dor e potencializar os resultados.
Fontes e Referências Adicionais:
- International Journal of Urology – MECHANISMS OF PAIN FROM URINARY TRACT INFECTION
- Nelson Pediatric Symptom-Based Diagnosis – Dysuria
- American Academy of Family Physicians – Painful Urination
- Cleveland Clinic – Urinary Tract Infections
- healthdirect – Urinary problems
- WebMD – Dysuria (Painful Urination)
- Ministério da Saúde – Cistite
- Mayo Clinic – Prostatitis
- American Academy of Family Physicians – Dysuria: Evaluation and Differential Diagnosis in Adults
Você costuma sentir dor no canal da urina com frequência? Pretende, portanto, fazer mudanças na rotina para aliviar a dor? Comente abaixo!
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O que é isquemia cerebral – Sintomas, causas e tratamento
Veja o que é isquemia cerebral, quais são os sintomas mais característicos, bem como as possíveis causas e opções de tratamento para a condição.
A diminuição do fluxo sanguíneo ao cérebro pode desencadear uma série de sequelas, principalmente por poder causar um acidente vascular cerebral. No entanto, uma outra complicação que pode ocorrer é um quadro conhecido como isquemia cerebral.
Conhecer os sintomas e entender o que é isquemia cerebral é fundamental para identificar um possível caso da condição ou até mesmo de derrame. Veja como proceder caso surjam sinais da doença!
Afinal, o que é isquemia cerebral?
Também conhecido como mini derrame, o ataque isquêmico transitório (AIT) – ou isquemia cerebral – ocorre quando há uma interrupção temporária no fluxo sanguíneo que flui rumo a parte do cérebro.
Isso causa sintomas semelhantes a um derrame, mas que desaparecem em 24 horas.
Ao contrário de um derrame, a isquemia cerebral, por si só, não é capaz de causar sequelas permanentes. No entanto, os sintomas de um acidente vascular cerebral e de um ataque isquêmico transitório são praticamente idênticos.
Dessa forma, se os sintomas começarem a se manifestar, é necessário procurar ajuda médica rapidamente.
Com a interrupção no fornecimento de sangue ao cérebro, a falta de oxigenação promove diversos sintomas repentinos, semelhantes a um derrame, como dormência ou sensação de fraqueza no braço, perna e face, visão embaçada, dormência na língua e dificuldade em falar.
Entretanto, ao contrário do derrame convencional, os sintomas da isquemia cerebral não são permanentes. Os efeitos podem perdurar de alguns minutos a horas e cessam totalmente em, no máximo, um dia.
Causas de isquemia cerebral
As principais causas para um ataque isquêmico transitório são, sobretudo, problemas crônicos associados também a outras complicações cardiovasculares.
Dentre os principais fatores, estão:
- pressão alta;
- aterosclerose – formação de placas em uma artéria, provocando seu estreitamento;
- doença carotídea – que ocorre quando a artéria carótida interna ou externa do cérebro é bloqueada (geralmente causada por aterosclerose);
- diabetes;
- colesterol alto.
Dessa forma, é possível afirmar que o principal fator desencadeante para isquemia cerebral é o surgimento de coágulos sanguíneos que são alojados em uma artéria responsável por fornecer sangue ao cérebro.
Isso impede que haja a plena circulação do sangue na região, o que, portanto, impede que o oxigênio chegue. A interrupção de oxigenação, ainda que por uma fração de segundo, pode fazer com surjam diversas sequelas.
Outras pessoas que integram grupos de risco, ou seja, que são mais suscetíveis ao surgimento da doença, são:
- pessoas que consomem bebidas alcoólicas frequentemente;
- fumantes;
- obesos, pessoas que consomem regularmente alimentos ricos em colesterol, gordura trans e gorduras saturadas;
- pessoas que utilizam certos tipos de drogas ilícitas, tais como anfetamina, cocaína e heroína.
Além disso, portadores de doença arterial periférica (DAP) e de doença de células falciformes também integram o grupo de risco.
É importante ressaltar que as mulheres grávidas também apresentam chances mais elevadas de terem isquemia cerebral, já que a gravidez pode aumentar a pressão arterial e fazer seu coração trabalhar mais.
Ademais, mulheres que possuem enxaqueca com auras, que tomam pílulas anticoncepcionais – especialmente as que fumam ou têm hipertensão arterial – e as que fazem terapia de reposição hormonal estão mais suscetíveis à condição.
Fatores de Risco
Os fatores de risco são aqueles que tornam uma pessoa pré-disposta a apresentar sintomas de uma determinada doença. No caso da isquemia cerebral, é possível citar:
- Fator hereditário/Histórico familiar: Os riscos podem ser maiores se um dos membros de sua família tiver sofrido um AIT ou um derrame;
- Idade: O risco de AIT e derrame aumenta à medida que a pessoa envelhece, especialmente após os 55 anos;
- Sexo: Homens apresentam riscos um pouco mais elevado de sofrer AIT e derrame. Mas à medida que as mulheres envelhecem, o risco de derrame também aumenta;
- Histórico de AIT: Se você já teve um ou mais episódio de ataque isquêmico transitório, então as chances de se ter um derrame são muito mais elevadas;
- Anemia falciforme: O AVC é uma complicação frequentemente desencadeada por doença falciforme. Outro nome para esse distúrbio é anemia falciforme. As células sanguíneas em forma de foice transportam menos oxigênio do que o ideal. Além disso, elas tendem a ficar presas nas paredes das artérias, dificultando o fluxo sanguíneo para o cérebro.
É importante ressaltar, no entanto, que com o tratamento adequado para esses casos, os riscos de derrame e isquemia cerebral também são reduzidos.
Quais são as diferenças entre isquemia cerebral e AVC?
Ataques Isquêmicos Transitórios são muito semelhantes aos derrames, que também são causados por coágulos sanguíneos. O principal fator que distingue ambos os casos é o tempo de permanência dos sintomas.
Nos casos de AIT, depois de um período, o coágulo formado na artéria é empurrado, ou então as substâncias químicas presentes em seu organismo podem rapidamente quebrá-lo.
Dessa forma, o fluxo sanguíneo normal retorna ao seu cérebro antes que surjam problemas duradouros. Embora os sintomas possam durar até 24 horas, é mais comum que eles desapareçam em até uma hora.
Já os derrames, por outro lado, não desaparecem tão rapidamente. Isso significa que alguma parte do seu cérebro fica sem oxigênio e, quanto mais tempo essa situação dura, mais danos acontecem.
Enquanto um AIT desaparece em pouco tempo e não deixa sintomas e, portanto, é identificado como transitório, um acidente vascular cerebral pode ter efeitos duradouros e apresentar, inclusive, risco de vida.
Sintomas de isquemia cerebral
Para entender o que é isquemia cerebral, vale saber que os sintomas que indicam a presença de um ataque isquêmico transitório podem ser diversos e atingir desde os membros, passando pela face e dificultando até mesmo a capacidade de falar.
Confira, abaixo, os principais sintomas que se manifestam:
1. Disfasia
Pessoas acometidas pela isquemia cerebral podem ficar temporariamente incapazes de falar. Após uma complicação dessas, é comum que as pessoas relatem dificuldade em lembrar as palavras.
Outros problemas relacionados à fala podem incluir problemas de dicção ou até mesmo de compreensão de outras palavras.
Essa condição é conhecida como disfasia e, muitas vezes, esse pode ser o único sintoma de um ataque isquêmico transitório.
Isso ocorre porque o coágulo sanguíneo que desencadeou a condição pode ter ocorrido no hemisfério cerebral dominante – região do cérebro responsável pela motricidade da fala e da compreensão verbal.
2. Cegueira temporária
Não é raro que um distúrbio visual de um olho ocorra após uma isquemia cerebral. Essa complicação é conhecida como amaurose fugaz, ou também identificada como cegueira monocular transitória.
Na amaurose fugaz, a visão de uma pessoa em um olho fica subitamente obscurecida parcial ou totalmente. Os objetos podem ficar acinzentados ou embaçados. Isso pode durar segundos ou minutos.
A exposição à luz brilhante pode agravar o quadro e, nesses casos, dificilmente o paciente conseguirá ler palavras escritas em papeis brancos, por exemplo.
3. Outros sintomas
Além dos dois sintomas mencionados, é comum que durante um ataque isquêmico transitório o paciente sinta o olho ou a boca tremer unilateralmente.
Quando atingir a boca, pode ser que a pessoa tenha dificuldade para sorrir e falar. Além disso, é possível que o paciente sinta o braço ou a perna formigando ou dormente.
Além disso, outros possíveis sintomas incluem:
- Problemas de equilíbrio e coordenação;
- Impossibilidade de mover um dos lados do corpo;
- Confusão e dificuldade para entender os outros;
- Tontura;
- Dor de cabeça súbita e intensa;
- Dificuldade em engolir.
Tratamentos para isquemia cerebral

Quando uma pessoa apresenta um quadro de ataque isquêmico cerebral, as chances de um acidente vascular cerebral ser desencadeado a médio e longo prazo são maiores. Dessa forma, vale a pena conhecer o que é isquemia cerebral e qual é o tratamento correto.
Este consiste, principalmente, em diminuir o risco de acidente vascular cerebral subsequente ou outros quadros de AIT. Um tratamento adequado após um AIT pode reduzir significativamente o risco de derrame.
Estudos recentes reiteram a importância da avaliação e tratamentos rápidos, além da politerapia – uma abordagem de tratamento que consiste no uso de medicamentos ou tratamentos diversos.
Um estudo feito no Reino Unido mostrou a importância da intervenção precoce, reduzindo em 80% o risco de AVC.
Uma meta-análise feita em 2007 apontou que a combinação de dieta, atividades físicas, a administração de antiagregantes plaquetários, estatina e terapia anti-hipertensiva são medidas capazes de reduzir as chances de derrame subsequente em até 90%.
Além disso, estudos mais recentes publicados na China também corroboram a concepção de que medicamentos antiplaquetários duplos com aspirina e clopidogrel são efetivos no tratamento de prevenção.
Não são apenas os medicamentos antiplaquetários que podem ser utilizados no tratamento, mas os anticoagulantes também.
O corpo humano possui certas proteínas que se combinam com plaquetas e formam coágulos sanguíneos. Os anticoagulantes alteram essas proteínas para dificultar a formação de coágulos.
Como a causa motriz do aparecimento da doença pode ser formação de coágulos na artéria, ao fazer uso desses medicamentos, os coágulos se dissolvem e o sangue volta a fluir adequadamente, bem como a oxigenação ao cérebro.
Como prevenir isquemia cerebral?
Infelizmente, não é possível prevenir totalmente uma isquemia cerebral ou derrame, já que algumas vezes isso ocorrerá em detrimento de fatores incontroláveis, como hereditariedade ou doenças subjacentes.
No entanto, é possível adotar certos hábitos no estilo de vida que diminuem significativamente as chances dessas doenças cardíacas, tais como:
- Não fumar;
- Evitar o fumo passivo;
- Diminuir a ingestão de alimentos ricos em colesterol e gordura, sobretudo gorduras saturadas e trans;
- Diminuir a ingestão de álcool;
- Não usar drogas ilícitas;
- Verificar constantemente a pressão arterial;
- Reduzir o estresse o máximo;
- Adotar uma dieta equilibrada, rica em frutas e legumes e manter o peso saudável;
- Praticar exercícios físicos regularmente;
- Controlar a diabetes.
Fontes e Referências Adicionais:
- MedlinePlus – Transient Ischemic Attack
- Mayo Clinic – Transient ischemic attack
- American Heart Association – TIA (Transient Ischemic Attack)
- Continuum (Minneap Minn) – Diagnosis and Management of Transient Ischemic Attack
- NHS UK – Transient ischaemic attack TIA/
- Beth Israel Deaconess Medical Center – TIA: When a Dizzy Spell is a Warning Sign
Você já sabia o que é isquemia cerebral? Conhece alguém que tenha sofrido uma? Comente abaixo!
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Estômago alto: o que pode ser e o que fazer
O estômago alto acontece devido à distensão do abdômen que pode ser provocada por alimentação rica em açúcar e gordura, prisão de ventre e falta de prática de atividade físicas, por…
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Ciprofloxacino: para que serve, como tomar e efeitos colaterais
O ciprofloxacino é um antibiótico de amplo espectro, indicado para o tratamento de vários tipos de infecções, como bronquite, sinusite, prostatite ou gonorreia, por exemplo.
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Conheça as diferenças entre o colesterol bom e ruim
O colesterol é um tipo de gordura presente no organismo que é essencial para o seu bom funcionamento.
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