Pólipos no Intestino – O Que São, Sintomas, Causas e Tratamento

Pólipo no intestino

Você vai ficar sabendo o que são pólipos no intestino, quais são os sintomas e as causas desse problema e que tipo de tratamento é indicado para a condição.

Pólipos são crescimentos anormais de tecido que podem ocorrer em várias partes do corpo. O intestino é o local onde eles são observados com mais frequência, mas também podem existir pólipos na vesícula e em outros locais.

Conforme envelhecemos, o risco de ter pólipos no intestino se torna maior. Felizmente, a maioria dos pólipos são inofensivos e causam apenas uma leve inflamação no intestino, mas alguns podem progredir para um câncer. Assim, o melhor a se fazer é não ignorar os sintomas e seguir as orientações médicas para tratar os pólipos no intestino e evitar complicações de saúde.

Saiba mais detalhes sobre esse tipo de pólipo a seguir e tire todas suas dúvidas.

Pólipos no intestino – o que são?

Os pólipos no intestino – ou pólipos no cólon – são o tipo de pólipo mais comum, mas também podem ser observados pólipos em locais do corpo como:

  • Nariz;
  • Útero;
  • Garganta;
  • Estômago;
  • Canal do ouvido;
  • Colo do útero.

A grande maioria é benigna, mas o crescimento anormal dessas células eventualmente pode se tornar maligno ou cancerígeno. A evolução para um câncer se dá de forma muito lenta e, assim, identificar os sintomas precocemente é uma maneira bastante eficaz de prevenção contra o câncer de cólon.

Tipos de pólipos intestinais

Além de afetar diferentes locais, há mais de um tipo de pólipo. Os tipos mais comuns são os hiperplásicos e os adenomatosos, mas existem também os malignos.

Aproveite para saber quais são os melhores alimentos que ajudam a prevenir o câncer e outras doenças.

1. Pólipos hiperplásicos

Os pólipos hiperplásicos – também conhecidos como pólipos inflamatórios – costumam ser inofensivos e apresentam um baixo risco de se tornarem cancerosos.

2. Adenomas

Os adenomas – ou pólipos adenomatosos – também não são cancerígenos, mas podem se tornar ao longo do tempo. Quanto maior for o adenoma, maior é o risco de ele se tornar cancerígeno. Por isso, esse tipo de pólipo é normalmente removido cirurgicamente para evitar problemas no futuro.

3. Pólipos malignos

Os pólipos malignos são os menos comuns, mas os mais graves. Eles podem conter células cancerígenas e, neste caso, o problema deve ser tratado como um câncer.

De acordo com um estudo de revisão publicado em 2014 no periódico científico World Journal of Gastroneterology, os pólipos de até 5 milímetros têm um risco baixo de se tornar canceroso enquanto que os com 1,5 até 3,5 centímetros apresentam um potencial de malignidade que pode variar de 19 a 43%.

Ou seja, quanto maior o pólipo, maior também a gravidade do problema e maior o risco de surgir um câncer.

Sintomas

Os pólipos são, em geral, pequenos inchaços que podem adotar um formato achatado ou parecido com os caules de um cogumelo, por exemplo.

No pólipo colorretal – que pode afetar o intestino grosso, o cólon (intestino delgado) e o reto – os principais sintomas são:

  • Sangue nas fezes ou no reto: um dos sintomas mais comuns de pólipos no intestino, mas que também podem ser um sinal de condições como hemorroidas;
  • Alteração nos hábitos intestinais: mudanças no padrão intestinal como prisão de ventre ou diarreia que duram mais de uma semana;
  • Mudança de cor das fezes: o sangramento pode alterar a cor das fezes, as deixando avermelhadas ou pretas. Essas e outras alterações nas fezes podem revelar muito sobre a sua saúde, inclusive indicar a presença de um pólipo intestinal.
  • Dor abdominal: pólipos que bloqueiam parte do intestino podem causar dores ou cólicas abdominais;
  • Anemia por deficiência de ferro: o sangramento ao longo do tempo pode resultar em uma deficiência de ferro, que pode ser notada por meio de sintomas como fraqueza, falta de ar, tontura, palidez ou desmaio.

Os sintomas só costumam aparecer quando os pólipos já estão mais desenvolvidos. Assim, é essencial procurar um médico ao notar qualquer um desses sinais para já iniciar o tratamento adequado.

Causas

Algumas pessoas já nascem com pólipos no cólon, enquanto outras desenvolvem o problema ao longo da vida.

Ainda não se sabe a causa exata dos pólipos no intestino, mas é possível que eles tenham relação direta com o estilo de vida.

Alguns fatores de risco para o desenvolvimento de pólipos no intestino são:

  1. Ter mais de 50 anos de idade;
  2. Usar álcool ou fumar;
  3. Ter histórico familiar de pólipos no cólon e câncer;
  4. Ser obeso;
  5. Comer carne vermelha em excesso;
  6. Não praticar exercícios físicos com regularidade;
  7. Ter diabetes do tipo 2 e não controlar os níveis de açúcar;
  8. Sofrer de algum distúrbio de inflamação intestinal como a doença de Crohn ou a colite ulcerosa, por exemplo;
  9. Ter uma dieta rica em gorduras e com poucas fibras.

Fatores genéticos também podem contribuir com a multiplicação das células do intestino. Quando as células do cólon se multiplicam de forma anormal gerando os pólipos, eles são chamados de pólipos do cólon. Por outro lado, quando esse crescimento celular anormal acontece no reto, temos os pólipos colorretais.

Algumas condições genéticas herdadas que podem aumentar o risco de desenvolver pólipos no intestino são:

  • Síndrome de Gardner;
  • Polipose adenomatosa familiar;
  • Síndrome de Peutz-Jeghers.

Tais condições também elevam o risco de desenvolver câncer em órgãos como o intestino delgado e o intestino grosso.

Como é feito o diagnóstico de pólipos no intestino?

Nem sempre pessoas com pólipos no cólon apresentam sintomas. Desta forma, o problema é geralmente identificado durante testes de rotina ou outros tipos de exames.

Como os pólipos são mais comuns em pessoas mais velhas, os médicos recomendam que adultos com mais de 50 anos de idade ou pessoas com fatores de risco para o desenvolvimento de pólipos do cólon realizem exames regulares de triagem.

O diagnóstico é muito importante já que muitos sintomas de pólipos intestinais podem ser confundidos sintomas da diverticulite e com doenças como a síndrome do intestino irritável.

São vários tipos de exames podem ajudar o médico a confirmar a presença de pólipos no intestino. Conheça alguns deles logo abaixo:

– Colonoscopia

Em uma colonoscopia, o médico insere um tubo fino com uma microcâmera acoplada – chamado de colonoscópio – através do ânus para analisar a situação do cólon. Por meio do exame, é possível até remover uma amostra de tecido para realizar uma biópsia, se necessário.

– Colonoscopia virtual

Trata-se de um exame não invasivo em que o médico usa apenas exames de imagem para examinar o cólon. Os testes de imagem que podem ser solicitados incluem exames de raios X, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

Tais exames são menos precisos do que uma colonoscopia tradicional, mas pode dar um bom panorama sobre a saúde intestinal.

– Sigmoidoscopia flexível

Na sigmoidoscopia flexível, o médico usa um dispositivo chamado de sigmoidoscópio, que é como uma versão mais curta de um colonoscópio. Isso significa que apenas uma porção do cólon pode ser examinada devido ao tamanho reduzido do tubo, mas o princípio é o mesmo de uma colonoscopia.

– Exame de fezes

Um exame de fezes também pode ser útil na identificação de sangue e na avaliação do DNA das fezes. O teste não é determinante para diagnosticar pólipos intestinais, mas pode ser uma boa ferramenta de diagnóstico precoce.

– Biópsia

Como os pólipos crescem a partir de células que se dividem muito rapidamente, eles podem se tornar cancerosos durante o processo de divisão celular. Por meio de uma biópsia, é possível confirmar se os pólipos no intestino são benignos ou malignos.

No caso de uma biópsia, é preciso remover uma amostra de tecido para ser posteriormente analisada em um laboratório.

Tratamento

O tratamento vai depender de diversos fatores, incluindo:

  • Localização;
  • Tamanho;
  • Quantidade de pólipos;
  • Tipo de crescimento celular: benigno ou maligno.

Se houver risco de os pólipos no intestino se transformarem em um câncer, o médico pode sugerir a remoção cirúrgica dos pólipos. Se não houver essa necessidade, os pólipos são tratados com mudanças no estilo de vida.

A remoção cirúrgica pode ser feita por meio de vários procedimentos. Exemplos incluem:

– Colonoscopia

Por meio de uma colonoscopia, os médicos usam um instrumento cirúrgico de corte ou uma alça de arame eletrificado na ponta de um colonoscópio para remover o pólipo – procedimento conhecido também como polipectomia.

Se os pólipos forem muito pequenos, a equipe médica injeta um líquido embaixo dos pólipos para que eles fiquem mais visíveis, facilitando a remoção.

– Laparoscopia

A laparoscopia é um procedimento um pouco mais invasivo do que uma colonoscopia. Nesse caso, o médico cirurgião faz uma pequena incisão no abdômen ou na pelve e insere um laparoscópio no intestino.

Esse instrumento permite a remoção de pólipos muito grandes ou que não podem ser removidos com segurança através de uma colonoscopia.

– Remoção do cólon e do reto

A proctocolectomia total ou remoção do cólon e do reto é indicado quando o paciente sofre de uma condição grave de saúde ou de um câncer. Geralmente, essa é uma opção válida para pessoas que têm doenças hereditárias raras como a polipose adenomatosa familiar, por exemplo.

Pessoas com essa doença genética desenvolvem pólipos o tempo todo e, por isso, o risco de ter um câncer no cólon ou no reto é muito grande. Assim, ainda que pareça uma solução um tanto quanto exagerada, a remoção do cólon e do reto pode ser a única estratégia realmente eficaz para tratar os pólipos no intestino.

Prognóstico de pólipos intestinais

Pólipos benignos geralmente não são motivos de preocupação, mas tudo vai depender das características de cada paciente. Assim sendo, o acompanhamento médico é indispensável.

Em geral, os pólipos não cancerosos e que não causam sintomas não precisam de intervenção médica, mas a partir do momento que os pólipos interferem na sua rotina ou passam a se multiplicar, pode ser indicada a remoção cirúrgica.

Uma vez retirados, a chance de os pólipos no intestino surgirem novamente é de 30% e, por isso, é importante visitar o médico regularmente nos primeiros anos posteriores à cirurgia para monitorar o local e verificar se há novos pólipos.

Prevenção

Os especialistas acreditam que pólipos no cólon podem ser evitados através da adoção de um estilo de vida mais saudável que deve incluir:

  • A prática de atividades físicas;
  • A manutenção de um peso saudável;
  • Uma alimentação saudável rica em frutas, legumes e cereais integrais;
  • A limitação do consumo de bebidas alcoólicas;
  • A abstenção do uso de tabaco.

Pessoas que já apresentam pólipos ou câncer de cólon e passaram por um tratamento podem precisar tomar aspirina ou inibidores da COX-2, que são medicamentos que podem impedir a formação de novos pólipos. Mas o uso desses remédios só deve ser feito sob orientação e prescrição médica.

Se você tem um histórico médico familiar de pólipos intestinais, informe ao seu médico para que ele determine o seu risco de ter problemas mais graves e faça um cronograma adequado de visitar ao consultório para acompanhar a condição.

Pólipos pequenos e que não incomodam podem permanecer no organismo, desde que a condição seja monitorada para garantir que eles não estão mais crescendo. Além disso, a inclusão de hábitos saudáveis na rotina pode ajudar não só a prevenir pólipos intestinais como também a manter uma boa saúde de forma geral.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar de pólipos no intestino? Conhece alguém que já foi diagnosticado? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Pólipos no Intestino – O Que São, Sintomas, Causas e Tratamentosurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Pólipos no Intestino – O Que São, Sintomas, Causas e Tratamento visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Edema de glote: o que é, sintomas e o que fazer

O edema de glote, conhecido cientificamente como angioedema de laringe, é uma complicação que pode surgir durante uma reação alérgica grave e que se caracteriza pelo inchaço na…
Edema de glote: o que é, sintomas e o que fazerapareceu antes em https://tuasaude.com
Edema de glote: o que é, sintomas e o que fazer visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

5 dicas para aliviar a dor de cabeça sem remédios

A dor de cabeça é muito comum, mas pode ser aliviada sem remédios, através de medidas simples como colocar compressas frias na testa, especialmente se a causa da dor de cabeça for estresse, má…
5 dicas para aliviar a dor de cabeça sem remédiosapareceu antes em https://tuasaude.com
5 dicas para aliviar a dor de cabeça sem remédios visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Benefícios e para que serve a hortelã-pimenta

A Hortelã-pimenta é uma planta medicinal e erva aromática, também conhecida como Hortelã-das-cozinhas ou Hortelã-pimenta-bastarda, que pode ser usada no tratamento de problemas de estômago,…
Benefícios e para que serve a hortelã-pimentaapareceu antes em https://tuasaude.com
Benefícios e para que serve a hortelã-pimenta visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Para que serve e como usar a hortelã comum

A hortelã comum, conhecida cientificamente como Mentha spicata, é uma planta medicinal e aromática, com propriedades que ajudam a tratar problemas digestivos, como má digestão, flatulência,…
Para que serve e como usar a hortelã comumapareceu antes em https://tuasaude.com
Para que serve e como usar a hortelã comum visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Eczema – O Que é, Sintomas, Causas, Tratamento e Tipos

Eczema

O eczema é uma condição que afeta a pele e que pode causar constrangimento ou desconforto. Se você tem dúvidas ou não sabe exatamente o que é um eczema, confira os tipos da doença que existem, além de seus sintomas, causas e formas de tratamento.

Só quem sofre alguma doença de pele ou tem sensibilidade na pele sabe o quão difícil é contornar essa situação. Dentre os sintomas mais comuns do eczema, destaca-se a pele seca. É muito importante saber escolher um bom creme para pele seca que não agrida ainda mais a pele.

Saiba tudo sobre esse problema de pele tão comum e aprenda a tratar da melhor forma possível.

Eczema – O que é

Uma pele que coça e que fica vermelha pode ser sinal de eczema. Chamada também de dermatite atópica (em que o termo atópico se refere a uma alergia), o problema de é muito comum em crianças, mas também pode afetar adultos.

O eczema é bastante comum em pessoas que já sofrem de alguma alergia como a rinite alérgica ou a asma, por exemplo.

Conheça os sintomas comuns e os tipos da doença logo a seguir.

Sintomas de eczema

Embora existam vários tipos de eczema com seus sintomas específicos, mas o seguinte grupo de sintomas é comum em todas as manifestações da alergia:

  • Pele seca;
  • Vermelhidão;
  • Coceira que pode ser bem intensa;
  • Pele escamosa.

Veja abaixo quais são os tipos de eczema na pele e quais as causas e sintomas relacionados a cada um deles.

Tipos de eczema

O eczema pode surgir de várias formas. Conheça quais são todos os tipos e saiba como identificar cada um deles.

1. Eczema numular ou discoide

O eczema numular – conhecido também como eczema discoide – é um tipo de eczema que causa manchas redondas na pele que lembram o formato de uma moeda. Por isso, o nome numular foi dado a esse tipo já que numular significa moeda em latim.

Sintomas

  • Manchas redondas características na pele;
  • Manchas que coçam muito;
  • Pele escamosa.

Causas

São muitas as possíveis causas de um eczema numular. Ele pode ser causado por uma picada de inseto, por uma reação alérgica ou por ter uma pele muito seca, por exemplo.

2. Eczema atópico

A dermatite atópica ou eczema atópico é o tipo mais comum de eczema. Em geral, surge na infância e vai perdendo a força ao longo da vida adulta.

Quem tem dermatite atópica geralmente sofre de asma e rinite alérgica também.

Sintomas

Os principais sintomas incluem:

  • Erupção cutânea que se forma nos vincos dos cotovelos e dos joelhos;
  • Pequenas saliências que aparecem na pele e que podem soltar fluidos se você coçar;
  • Coceira na pele que pode se tornar uma infecção na pele se você coçar;
  • Pele mais clara, mais escura ou mais espessa no local da erupção cutânea;
  • Erupções cutâneas no couro cabeludo e nas bochechas em bebês.

Causas

Na dermatite atópica, a barreira natural da pele fica mais fraca e acaba protegendo menos a pele contra substâncias irritantes ou alérgenas. Os fatores que estão envolvidos no seu desenvolvimento podem ser:

  • Fatores genéticos;
  • Pele seca;
  • Gatilhos ambientais;
  • Problema no sistema imunológico.

3. Dermatite de contato

A dermatite de contato é caracterizada por uma reação a substâncias que têm contato direto com a pele. Ela pode ser de dois tipos: a dermatite de contato alérgica ou a dermatite de contato irritante.

Na dermatite de contato alérgica, o eczema surge por causa do contato da pele com um composto alérgeno que ativa uma reação do sistema imunológico. Já na dermatite de contato irritante, decorre do contato com uma substância que irrita a pele.

Sintomas

Os sintomas podem incluir:

  • Pele avermelhada;
  • Coceira;
  • Sensação de ardência e queimação;
  • Urticária;
  • Pele grossa ou escamosa;
  • Surgimento de bolhas com pus.

Causas

A dermatite de contato é causada por qualquer substância que causa irritação ou que provoca uma reação alérgica na pele. Dentre os compostos irritantes ou alérgenos mais comuns, destacam-se:

  • Látex e borracha;
  • Medicamentos de uso tópico;
  • Tecidos ou corantes de roupas;
  • Metais como níquel e cobalto;
  • Detergentes;
  • Produtos de limpeza em geral;
  • Perfumes;
  • Colas e adesivos;
  • Certos tipos de plantas;
  • Ingredientes presentes em esmaltes, itens de maquiagem, cremes, tinturas e outros cosméticos.

4. Eczema disidrótico

Esse tipo de eczema causa pequenas bolhas nas mãos e nos pés e tende a afetar mais as mulheres do que os homens.

Sintomas

Os sintomas são:

  • Bolhas na pele que coçam e doem;
  • Bolhas com pus que se formam nos dedos e palmas das mãos e nos dedos e solas dos pés;
  • Pele descamada ou rachada.

Causas

Algumas das causas são:

  • Alergias;
  • Umidade nas mãos e nos pés;
  • Estresse;
  • Exposição a substâncias como níquel, cobalto ou sal de cromo.

5. Eczema varicoso

O eczema varicoso, também chamado de eczema de estase, é um tipo de dermatite em que um fluido vaza das veias para a pele. O vazamento desse líquido acaba causando inchaço, vermelhidão, dor e coceira.

Sintomas

Sintomas típicos do eczema varicoso são:

  • Inchaço na parte inferior das pernas, principalmente quando você anda muito;
  • Dor ou peso nas pernas;
  • Pele seca e com coceira;
  • Feridas abertas nas partes e na parte superior dos pés;
  • Varizes grossas nas pernas.

Causas

Esse tipo de eczema costuma afetar pessoas com problemas de fluxo sanguíneo nas pernas. O fluxo sanguíneo inadequado prejudica o funcionamento do coração e faz com que o sangue se acumule nas pernas, o que resulta em inchaço e varizes.

Se esse é seu caso, veja também quais os melhores cremes para varizes.

6. Eczema asteatótico

Trata-se de um tipo de eczema que afeta pessoas com mais de 60 anos de idade. Normalmente, o problema afeta as pernas, mas outras partes do corpo também podem ser afetadas.

Sintomas

Os sintomas podem incluir:

  • Dor;
  • Coceira;
  • Rachaduras ou sulcos avermelhados na pele;
  • Pele seca ou rachada.

Causas

O eczema asteatótico geralmente ocorre por causa do ressecamento da pele conforme envelhecemos. Alguns gatilhos que favorecem seu surgimento são:

  • Limpeza ou lavagem excessiva da pele;
  • Secagem com uma toalha áspera;
  • Clima seco e frio;
  • Uso de certos sabonetes ou detergentes que ressecam a pele;
  • Banhos muito quentes.

É bem comum que idosos sofram com rachaduras nos pés, sendo essencial hidratar muito bem a região.

Tratamento

O tratamento do eczema geralmente envolve produtos de uso tópico, mas também pode incluir a prescrição de medicamentos de uso oral e até mesmo de terapias alternativas como a fototerapia.

– Cremes hidratantes

Hidratar a pele é muito importante para evitar o ressecamento da mesmo e outros sintomas de eczema. Alguns desses cremes podem conter substâncias com propriedades anti-inflamatórias para reduzir a dor, o inchaço e a coceira como os produtos que contêm esteroides em sua composição.

– Antibióticos

Antibióticos podem ser prescritos por um médico quando houver uma infecção bacteriana na pele ou quando houver feridas abertas ou rachaduras que aumentem o risco de infecção.

– Corticosteroides

Além de cremes corticosteroides de uso tópico, o médico pode indicar o uso de corticosteroides orais para casos mais graves. Um exemplo clássico é a prednisona. No entanto, os corticosteroides orais não devem ser usados a longo prazo por causa do risco de efeitos adversos graves.

– Anti-histamínicos

Anti-histamínicos de uso tópico ou de uso oral podem ajudar a reduzir sintomas como a coceira e a vermelhidão na pele. Os mais comuns são a difenidramina, a cetirizina e a fexofenadina.

– Inibidores tópicos de calcineurina

Os inibidores da calcineurina são medicamentos que atuam no sistema imunológico e que reduzem a inflamação. Eles podem ser usados diretamente sobre a pele para reduzir a resposta imune do corpo e diminuir os sintomas do eczema.

Exemplos incluem o tacrolimus e o pimecrolimus e eles podem ser usados a partir dos 2 anos de idade em casos recorrentes ou persistentes.

– Fototerapia

A fototerapia é um tratamento de curto prazo que usa luz ultravioleta para combater a inflamação na pele. Esse tratamento geralmente é indicado para pessoas que não melhoram com os tratamentos usuais.

Prevenção

As medidas de prevenção mencionadas a seguir ajudam a diminuir os sintomas de um eczema em curso e também a evitar novas crises.

– Hidratar a pele

Manter a pele hidratada é essencial. Para isso, é indicado usar um creme hidratante de sua preferência pelo menos duas vezes por dia.

O uso de cremes contendo hidrocortisona podem ajudar a aliviar a coceira na pele além de hidratar.

– Tomar banhos curtos

Demorar tempo demais no banho pode ressecar a sua pele e aumentar o risco de ter eczema. Além disso, é recomendado usar água morna ou fria e evitar a água quente.

– Usar sabonetes suaves

O uso de produtos de higiene suaves e que não irritam a pele é essencial se você sofre de eczema. Identifique quais são os produtos mais suaves com a sua pele e evite usar aqueles que são muito perfumados.

– Reduzir o atrito contra a pele

É recomendado reduzir o atrito de objetos com a pele e isso também é válido para a toalha e as roupas que você usa. Procure se secar com suavidade e prefira usar roupas produzidas a partir de fibras naturais e que não sejam apertadas.

Evite também coçar a pele porque isso pode danificá-la e aumentar o risco de infecção durante um surto de eczema.

– Identificar e evitar os gatilhos

Se você já sabe quais são os gatilhos que causam crises na sua pele, o ideal é ficar longe deles. Caso você não saiba o que está causando os seus sintomas, trabalhe em conjunto com o seu dermatologista para identificar as possíveis causas do seu eczema para ter mais sucesso na prevenção e no gerenciamento dos sintomas.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já foi diagnosticado com algum tipo de eczema? Como foi o tratamento recomendado pelo dermatologista? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Eczema – O Que é, Sintomas, Causas, Tratamento e Tipossurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Eczema – O Que é, Sintomas, Causas, Tratamento e Tipos visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Neuropatia Diabética – O Que é, Sintomas, Tratamentos

Neuropatia diabética

Saiba o que é a neuropatia diabética, quais são os seus sintomas e as opções de tratamento disponíveis e veja se a neuropatia diabética tem cura.

A neuropatia é uma possível complicação da diabetes que pode prejudicar bastante a sua qualidade de vida e a sua saúde em geral.

Não há uma cura para a diabetes, mas existem muitas ferramentas para você lidar com a doença e prevenir complicações como a neuropatia. Uma delas envolve adotar uma dieta com alimentos saudáveis para a diabetes.

Além de identificar os sintomas e saber como a doença pode ser controlada, você vai conhecer os vários tipos de neuropatia diabética e encontrar dicas que podem te ajudar a evitar complicações ou até mesmo prevenir o desenvolvimento da doença.

Neuropatia diabética – O que é?

A neuropatia diabética é uma complicação comum e grave da diabetes do tipo 1 ou do tipo 2. Trata-se de um dano nervoso desencadeado por altos níveis de açúcar ou de gordura no sangue. Ou seja, a neuropatia diabética afeta os diabéticos que não controlam a glicemia.

Segundo dados do National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Disease (NIDDK), é estimado que um terço e meio das pessoas com diabetes apresentam neuropatia.

O desenvolvimento da complicação pode ser lento e por isso é muito importante monitorar os níveis de glicose e controlar o açúcar no sangue, principalmente se você já tem diabetes, para evitar que a neuropatia vá se desenvolvendo ao longo do tempo.

Tipos de neuropatia e seus sintomas

Os nervos são indispensáveis para o funcionamento do corpo. São eles os responsáveis por funções automáticas como a respiração, pelo envio de mensagens entre os diferentes órgãos e pela locomoção, por exemplo.

Existem vários tipos de nervos e as características da neuropatia variam de acordo com o nervo afetado pela doença.

Os sintomas da neuropatia diabética surgem aos poucos e, na maioria dos casos, o primeiro sinal de que algo não vai bem é uma sensação de alfinetadas nos nervos dos pés.

Outros sintomas gerais que podem ser observados em vários tipos de neuropatia diabética são:

  • Sensibilidade ao toque;
  • Dificuldade de coordenação motora para caminhar;
  • Fraqueza muscular;
  • Sensação de queimação nos pés;
  • Perda da sensibilidade ao toque;
  • Dormência ou dor nas mãos ou nos pés;
  • Disfunção erétil nos homens;
  • Secura vaginal nas mulheres;
  • Transpiração excessiva ou reduzida;
  • Tontura ao se levantar;
  • Diarreia ou constipação;
  • Sensação de inchaço abdominal ou plenitude;
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Indigestão;
  • Problemas na bexiga como o esvaziamento incompleto;
  • Alterações na visão incluindo a visão dupla ou turva;
  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Incapacidade de notar os sintomas da glicemia baixa.

Como a neuropatia diabética pode se apresentar em várias formas, veja a seguir quais são os quatro tipos principais de neuropatia e os sintomas característicos de cada um deles:

1. Neuropatia simétrica periférica

É a forma mais comum de neuropatia que afeta principalmente os pés e as mãos, mas que também pode afetar os braços ou as pernas.

Os sintomas da neuropatia periférica podem ser leves ou graves e podem incluir:

  • Formigamento ou queimação;
  • Sensibilidade extrema ao toque;
  • Dormência;
  • Dor aguda;
  • Cólicas;
  • Perda de equilíbrio ou de coordenação;
  • Fraqueza muscular, especialmente nas mãos ou nos pés;
  • Insensibilidade a temperaturas quentes ou frias.

Quem sofre de neuropatia periférica deve estar atento a lesões nos pés porque é bastante comum que essas pessoas não sintam dor no local e não percebam que há uma ferida. Além disso, quem tem diabetes normalmente também apresenta problemas na circulação sanguínea, o que acaba dificultando a cicatrização de feridas.

Casos graves ou neuropatia periférica de longa data podem deixar o paciente vulnerável a lesões e infecções. Se a situação for muito delicada, podem se formar ulceras nos pés que não cicatrizam bem ou que ficam infeccionadas.

Essa combinação de características pode aumentar o risco de infecções graves que, em alguns casos, pode resultar em uma amputação do membro.

Veja também o que fazer para evitar e tratar rachaduras nos pés.

2. Neuropatia autonômica

A neuropatia autonômica é o segundo tipo mais comum de neuropatia em diabéticos. O nosso sistema nervoso autônomo é aquele que controla funções involuntárias do corpo como a digestão, a frequência cardíaca ou a micção, por exemplo.

Assim, alguns dos órgãos controlados pelo sistema autônomo são o sistema digestivo, as glândulas sudoríparas, a bexiga, os órgãos sexuais e o sistema cardiovascular.

Os sintomas da neuropatia autonômica afetam os órgãos mencionados acima e podem incluir os seguintes problemas.

– Problemas digestivos

Os danos nos nervos no sistema digestivo podem causar sintomas como:

  • Prisão de ventre;
  • Problemas de deglutição;
  • Diarreia;
  • Gastroparesia, condição que causa uma digestão muito lenta que pode causar náuseas e vômitos.

A digestão lenta pode fazer com que você se sinta cheio muito rápido ou não seja capaz de terminar uma refeição. Problemas na digestão também dificultam o controle dos níveis de açúcar no sangue e alguns sintomas de hipoglicemia podem não ser notados, o que representa um grande risco para a saúde.

– Problemas sexuais e na bexiga

Sinais de problemas sexuais e da bexiga causados pela neuropatia autonômica podem incluir:

  • Disfunção erétil;
  • Dificuldade para atingir o orgasmo;
  • Secura vaginal;
  • Incontinência;
  • Dificuldade para esvaziar a bexiga.

– Problemas cardiovasculares

Quando danos nos nervos causados pela neuropatia diabética afetam o sistema cardiovascular, podem ocorrer sintomas como:

  • Queda na pressão arterial sanguínea;
  • Tontura ao se levantar ou ao praticar uma atividade física;
  • Frequência cardíaca alterada.

Tais sintomas podem mascarar alguns sinais de um ataque cardíaco como a dor no peito, por exemplo. Assim, é importante conhecer sintomas adicionais de um ataque cardíaco para casos de emergência que são:

  • Transpiração intensa;
  • Falta de ar;
  • Náusea;
  • Tontura;
  • Dor no braço, pescoço, costas, mandíbula ou estômago.

3. Neuropatia proximal ou amiotrofia diabética

Esse tipo de neuropatia diabética afeta mais os homens adultos acima de 50 anos de idade com diabetes do tipo 2.

A neuropatia proximal costuma afetar os nervos ao longo de uma região específica do corpo como os quadris, as nádegas e as coxas. Sintomas observados podem ser:

  • Fraqueza muscular nas pernas que pode interferir na postura em pé;
  • Dor súbita ou intensa;
  • Sintomas em apenas um lado do corpo.

Na maioria dos casos, os sintomas pioram e depois começam a melhorar, mesmo se nenhum tratamento for feito.

4. Neuropatia focal ou mononeuropatia

A neuropatia focal acontece quando ocorre um dano em um nervo individual ou em um grupo de nervos semelhantes.

Os locais mais afetados são a mão, a cabeça, a perna e o tronco. O principal sintoma é uma dor intensa que surge de uma hora para outra. Sintomas adicionais podem incluir:

  • Dor atrás dos olhos;
  • Visão dupla;
  • Dor, dormência ou formigamento nos dedos;
  • Incapacidade de se concentrar;
  • Paralisia de Bell;
  • Dor em regiões isoladas do corpo como a frente da cova, o peito, o estômago, a parte de dentro do pé, a região lombar, a região pélvica, a parte de fora da perna além de fraqueza no dedão do pé.

Esse também é um tipo de neuropatia que tende a desaparecer em algumas semanas ou meses e que não causa danos permanentes. Um exemplo muito comum desse tipo de neuropatia é a síndrome do túnel do carpo, que costuma causar muita dormência nas mãos.

Principais causas e fatores de risco

As causas principais da neuropatia diabética são os altos níveis de açúcar no sangue por longos períodos de tempo, mas há outros fatores de risco que podem contribuir para a ocorrência de danos nos nervos, tais como:

  • Lesões mecânicas como aquelas causadas pela síndrome do túnel do carpo;
  • Hábitos nocivos como tabagismo ou uso excessivo de álcool;
  • Danos aos vasos sanguíneos desencadeados por altos níveis de colesterol;
  • Baixos níveis de vitamina B12;
  • Uso do antidiabético metformina que pode reduzir os níveis de vitamina B12.

Identificando a neuropatia diabética

O diagnóstico da neuropatia diabética é feito com base na análise dos sintomas, no histórico médico e também em um exame físico. Na consulta, é verificada a frequência cardíaca, a pressão arterial e o tônus muscular.

A sua sensibilidade ao toque e a mudanças de temperatura também é checada, principalmente nos membros periféricos como as mãos e os pés.

Testes adicionais podem incluir um eletromiograma para verificar a atividade elétrica nos músculos e um teste de velocidade de condução nervosa que registra a velocidade em que os sinais induzidos passam pelos nervos do corpo.

Complicações

A neuropatia não tratada pode causar as seguintes complicações de saúde.

  • Amputação: A perda de sensibilidade nos pés pode te incapacitar de sentir um corte ou uma ferida no membro. Isso aumenta o risco de infecção e, se ela não for tratada, o membro pode precisar ser amputado para que a infecção não se espalhe ainda mais.
  • Dano articular: Os danos nos nervos também podem prejudicar as articulações dos pés causando uma condição conhecida como articulação de Charcot.
  • Redução na pressão arterial sanguínea: Alterações na frequência cardíaca causadas por danos nos nervos que controlam o fluxo sanguíneo podem alterar também a pressão arterial.
  • Hipoglicemia: Pessoas com neuropatia diabética podem ter dificuldade de reconhecer sinais de alerta de uma crise de hipoglicemia que podem incluir suor, batimento cardíaco acelerado e tremores.
  • Infecções no trato urinário e incontinência urinária: Além de prejudicar a função dos nervos que controlam a bexiga, bactérias podem se acumular no trato urinário, causando infecções que podem migrar para os rins.
  • Problemas digestivos: Danos nos nervos do trato digestivo podem causar constipação, diarreia e outros problemas digestivos como a gastroparesia.
  • Aumento ou redução da transpiração: Nervos danificados podem prejudicar as glândulas sudoríparas, dificultando o controle da temperatura do corpo e causando suor excessivo ou pouco suor.
  • Disfunção sexual: Se os nervos sexuais forem afetados, os homens podem sofrer com disfunção erétil e as mulheres podem ter dificuldades relacionadas à lubrificação e à excitação sexual. Caso você esteja enfrentando dificuldades relacionadas ao desempenho sexual, entenda se a diabetes pode causar impotência.

Como é o tratamento da neuropatia diabética

A neuropatia diabética não tem cura, mas o tratamento ajuda a retardar a progressão da doença e a controlar os sintomas.

O tratamento consiste basicamente em manter os níveis de açúcar no sangue dentro de um intervalo aceitável. Isso é útil não só para tratar a condição como também para evitar o desenvolvimento da neuropatia em diabéticos.

Veja abaixo quais estratégias você pode adotar para tratar a neuropatia diabética e aliviar os seus sintomas.

1. Medicamentos

Se você sente muita dor, você pode tomar um remédio analgésico para amenizar os sintomas.

Outros remédios que podem ser usados sob prescrição médica incluem anticonvulsivos, antidepressivos tricíclicos e opioides.

Outra alternativa é usar produtos de uso tópico à base de capsaicina no local da dor. De acordo com um estudo publicado em 2017 no Journal of Pain, a capsaicina pode promover o alívio da dor.

2. Fisioterapia

A fisioterapia é muito importante para aliviar os sintomas da neuropatia diabética e diminuir o uso de medicamentos.

Nas sessões, o fisioterapeuta pode usar dispositivos de estimulação elétrica nos nervos e te ensinar exercícios que envolvem o treinamento da marcha para que você aprenda a andar de uma maneira que seus pés fiquem estáveis, o que ajuda a prevenir contra lesões.

Quando a amputação de um membro for necessária, a fisioterapia é essencial após a recuperação da cirurgia.

3. Terapias alternativas

Algumas terapias alternativas como a acupuntura também parecem reduzir a dor. A quiropraxia, a massoterapia e a osteopatia também podem ser boas terapias para alongar o corpo e prevenir dores.

A prática de exercícios específicos como a natação pode ajudar a preservar a massa muscular sem sobrecarregar as articulações dos pés.

4. Gerenciamento de complicações

Além de medicamentos prescritos por um médico e terapias para ajudar na dor, algumas mudanças no estilo de vida são muito úteis para lidar melhor com os sintomas e reduzir o risco de complicações.

As alterações no estilo de vida podem ser sugeridas de acordo com os seus sintomas. Se você tem problemas digestivos, por exemplo, o médico pode indicar que você faça refeições menores e com uma frequência maior, além de limitar a quantidade de fibras e gorduras na sua alimentação diária.

Em casos de secura vaginal, o médico pode recomendar o uso de um lubrificante. Na disfunção erétil, alguns medicamentos prescritos podem reduzir o sintoma.

Se houver uma ferida nos pés, é importante cuidar do problema o mais rápido possível e manter os pés bem hidratados para evitar complicações graves no membro.

É possível evitar a neuropatia diabética?

Um diabético pode evitar complicações como a neuropatia diabética por meio das seguintes medidas.

– Controle de açúcar no sangue

Administrar os níveis de glicose no sangue pode evitar que a neuropatia diabética se desenvolva. Para ter sucesso nessa missão, você deve cuidar da sua dieta, tomar os medicamentos antidiabéticos prescritos pelo médico (caso você já seja diabético), monitorar os seus níveis de glicose com um monitor portátil e ser ativo fisicamente.

A American Diabetes Association indica que os diabéticos façam um exame de sangue para checar os níveis de açúcar pelo menos duas vezes por ano ou de acordo com a frequência recomendada pelo seu médico.

– Cuidado com os pés

Complicações bem comuns da neuropatia diabética são feridas e úlceras que não cicatrizam nos pés. Para evitar que isso ocorra, é importante ficar atento aos seus pés e tomar os seguintes cuidados:

  • Manter os pés limpos e secos: lavar os pés com água morna e sabão neutro todos os dias e seca-los muito bem com uma toalha macia;
  • Checar os pés diariamente: como seus pés podem perder a sensibilidade, é preciso verificar se existem bolhas, cortes, rachaduras, descamação, inchaço, vermelhidão ou contusões nos pés;
  • Aparar as unhas com cuidado: as unhas dos pés devem ser aparadas com cuidado e as bordas devem ser lixadas para evitar que as unhas fiquem grandes e afiadas, podendo causar acidentes;
  • Usar meias limpas e secas: prefira as meias de algodão ou de fibras que absorvem a umidade, além de evitar aquelas que são muito apertadas para não machucar os pés;
  • Calçar sapatos confortáveis: use sapatos que não apertem os pés, que protejam os seus pés e que sejam confortáveis.

Os cuidados mencionados acima podem soar exagerados, mas eles são realmente necessários. Mesmo feridas pequenas e que cicatrizam facilmente na maioria das pessoas podem se transformar em infecções graves em diabéticos que desenvolvem neuropatia diabética.

Fontes e Referências adicionais:

Você já tinha ouvido falar da neuropatia diabética? Já foi diagnosticado com diabetes e tem percebido sintomas da neuropatia? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Neuropatia Diabética – O Que é, Sintomas, Tratamentossurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Neuropatia Diabética – O Que é, Sintomas, Tratamentos visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Zumba: benefícios e quantas caloria ajuda a queimar

A zumba é um tipo de atividade física em que são misturados paços de ginástica aeróbica e danças latinas, favorecendo a perda de peso e ajudando a tonificar os músculos,…
Zumba: benefícios e quantas caloria ajuda a queimarapareceu antes em https://tuasaude.com
Zumba: benefícios e quantas caloria ajuda a queimar visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Inteligência artificial pode diagnosticar tumor de pele

Pesquisadores do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas, conhecida como Unicamp, desenvolveram um programa de computador capaz de diagnosticar tumores de pele, como o melanoma,…
Inteligência artificial pode diagnosticar tumor de peleapareceu antes em https://tuasaude.com
Inteligência artificial pode diagnosticar tumor de pele visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com