O Que a Falta de Ômega 3 Pode Causar?

Saber os sintomas da falta de ômega 3 é uma maneira de poder detectar se você está precisando consumir mais essa gordura essencial e evitar problemas de saúde. Veja agora quais são.

O corpo humano é capaz de produzir a maioria dos tipos de gorduras que ele precisa a partir de outras matérias primas ou gorduras, porém esse não é o caso do ômega 3.

Os ácidos graxos ômega 3 que também são chamados de n-3 são essenciais, porém o corpo não pode produzi-los a partir do zero e você deve obtê-las através dos alimentos ou suplementação.

Além de estar presente em vários alimentos, existem aqueles que são fontes muito ricas de ômega 3 que segundo especialista, são bem melhores que os suplementos e além de ser essencial para os adultos, o ômega 3 traz benefícios também para as crianças.

Os alimentos ricos em ômega 3 incluem peixes, óleos vegetais, castanhas (especialmente nozes), vegetais folhosos, óleo e semente de linhaça.

Por que o ômega 3 é tão importante

Esses ácidos graxos são parte integrante das membranas celulares presente em todo o corpo e afetam a função dos receptores celulares dessas membranas.

Eles fornecem o ponto de partida para a produção de hormônios que regulam a coagulação do sangue, a inflamação, contração e o relaxamento das paredes das artérias e também se ligam a receptores nas células que regulam a função genética.

Provavelmente, é devido a esses efeitos que eles demonstraram ajudar a prevenir doenças cardíacas e derrames.

Eles também ajudam a controlar o lúpus, o eczema e a artrite reumatoide e podem desempenhar papeis protetores no câncer e em outras condições.

Porém, um estudo recente sugeriu que a maioria das pessoas não consomem uma quantidade suficiente e provavelmente sofre com sintomas devido à falta de ômega 3.

Se você não atingir a sua corta diária desses ácidos graxos essenciais em sua dieta, isso pode causar vários problemas de saúde, incluindo sono ruim, condições de pele seca e até um risco maior de doença cardíaca.

A nutricionista Amy Morris compartilha os sete sinais mais comuns de falta de ômega 3.

Se algum desses sintomas lhe parecer familiar, não precisa entrar em pânico, na maioria dos casos as deficiências podem ser facilmente corrigidas ao fazer simples alterações em sua dieta e estilo de vida.

Sintomas da falta de ômega 3

Veja agora quais são os sintomas da falta de ômega 3.

Unhas quebradiças

Unhas descascadas, macias e quebradiças são sinais externos de que há algo errado em seu corpo, e isso pode ser uma deficiência de ômega-3.

Muitos estudos demonstraram que o ômega-3 proveniente de fontes animais, como os óleos de peixe, é mais fácil de ser absorvido pelo corpo do que os vegetais, portanto, se possível, incorpore os peixes gordurosos em sua dieta.

Se você é vegano ou vegetariano e acha que pode estar com deficiência de ômega-3, coma bastante castanhas e sementes, óleos vegetais, feijões, vegetais de folhas verdes, produtos de soja e considere tomar um suplemento de ômega-3.

Fadiga

Há várias condições que podem causar a fadiga, mas não há dúvida de que uma deficiência de ômega 3 poderia ser uma delas.

De acordo com o Centro Médico da Universidade de Maryland, Estados Unidos, a fadiga é um sintoma comum de uma deficiência subjacente de ômega 3 e por isso, aumentar suas doses diárias desses ácidos graxos pode ajudar a aumentar seus níveis de energia.

Pele ressecada

Um dos segredos para se manter a pele jovem e hidratada são as gorduras ômega-3 que como você pode ver anteriormente estão presentes naturalmente na estrutura da parede celular.

Porém, quanto maior for a sua falta de ômega 3, mais seca a sua pele será.

Esse ácido graxo também ajuda a pele a absorver nutrientes saudáveis e a expulsar resíduos que são prejudiciais, resultando em uma pele com aparência brilhante e saudável.

Má concentração

Se os peixes gordurosos não estão sempre presentes em sua dieta ou você não toma suplementos de ômega 3, há boas chances de que você tenha problemas com a falta de concentração.

Muitas pessoas experimentaram melhorias significativas em sua concentração, simplesmente consumindo uma dose diária de ômega-3.

A nutricionista Amy Morris recomenda um suplemento de ômega 3 de alta qualidade que combine esse ácido graxo com a vitamina B.

Dores nas articulações

Os ácidos graxos ômega 3 derivados dos óleos de peixe são poderosos agentes anti-inflamatórios, e é isso que os torna tão importantes para as pessoas que sofrem com dores nas articulações.

Garantir a ingestão suficiente de ômega-3 pode interromper o processo que destrói os tecidos e as articulações causando uma inflamação.

Cabelos sem vida

O mesmo ômega-3 que está presente nas células da pele também pode ser encontrado nos folículos capilares, tornando-o um nutriente importante para manter os cabelos brilhantes e saudáveis.

Essas gorduras nutrem os cabelos, ajudam os fios a ficarem mais espessos e também reduzem a inflamação do couro cabeludo que pode levar à perda de cabelo.

Insônia

Um estudo realizado na Universidade de Oxford na Inglaterra descobriu que as pessoas com níveis mais altos de ômega-3 experimentaram um sono de melhor qualidade.

No entanto, a nutricionista aconselha as pessoas a tomares suplementos de ômega-3 pela manhã e não durante à noite, pois isso pode te manter acordado se tomado muito perto da hora de dormir.

Os sintomas de deficiência de ômega 3 mudam com a idade

Crianças e adultos jovens geralmente apresentam sintomas de pele e concentração, porém, com a idade você pode começar a notar sintomas relacionados ao sono e à energia.

Sintomas articulares e cognitivos são comumente observados em pessoas de meia idade e idosos.

Se você estiver sofrendo com alguns desses sintomas relacionados a falta de ômega 3 um médico poderá fazer um exame para saber seus níveis desse ácido graxo.

Sua falta pode ser devido a fatores de estilo de vida que podem afetar o metabolismo das gorduras, como por exemplo fumar cigarros, estresse, consumir bebidas alcoólicas, diabetes, genética ou problemas no sistema imunológico.

Para superar a falta de ômega 3, é importante ingerir alimentos que aumentem os níveis de ácidos graxos em seu corpo bem como para complementar a sua dieta com um suplemento dietético de ômega 3.

Esse ácido graxo apresenta vários benefícios para a saúde, é muito importante para o seu corpo e por isso você deve prestar atenção nos sintomas para saber se está com falta de ômega 3.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia o que a falta de omega 3 pode causar? Já passou por isso? Comente abaixo!

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Como Saber Se Tenho Mau Hálito?

Como saber se tenho mau hálito? Existem algumas dicas para você saber e se livrar deste problema presente na vida de muitas pessoas. Aprenda agora.

O mau hálito pode ser causado por vários problemas que vão desde algo que você comeu até problemas bucais, dentários, no trato respiratório, bactérias intestinais, sistema digestivo, etc.

Se o seu mau hálito é persistente, é importante entender que existem opções de tratamento que irão variar de acordo com o problema que o está causando.

Para acabar de vez com esse problema, é importante conhecer as causas do mau hálito e os possíveis tratamentos e as opções podem ir desde um simples chá para combater o mau hálito até remédios.  

Ninguém gosta de sofrer com esse problema que clinicamente é conhecido como halitose, mas de acordo com Jonathan B. Levine, professor associado da Faculdade de Odontologia da Universidade de Nova York, mais da metade das pessoas sofrem com isso.

Ele disse: “A maioria das pessoas tem mau hálito e simplesmente não sabem”.

Por que a maioria das pessoas que sofrem com mau hálito não sabem

Acredite ou não, pessoas com mau hálito, especialmente as que sofrem com mau hálito crônico, podem nem estar cientes deste problema.

Isso ocorre porque as cavidades orais estão conectadas aos narizes através de uma abertura na parte de trás da boca que fica atrás do palato mole chamada laringe. 

Algumas pesquisas sugerem que o cérebro filtra automaticamente os gatilhos ou receptores que considera não ameaçadores por meio de um processo chamado adaptação sensorial.

Segundo essa teoria, o nariz pode filtrar qualquer mau cheiro que sai da boca porque as pessoas se acostumam com os seus próprios odores.

Além disso, existe também o estigma social. Uma outra pessoa pode notar o seu mau hálito porém, tem vergonha de avisar, e como a que sofre com este problema não consegue perceber o cheiro e ninguém a avisa, o problema continua.

Algumas pessoas tentam descobrir respirando com a mão no nariz e cheirando, o que lhe dá o cheiro da sua mão, e por isso essa técnica não funciona.

Sendo assim, como saber se tenho mau hálito?

– Pergunte para alguém de sua confiança

Perguntar para alguém de sua confiança é uma solução fácil de saber se você tem mau hálito, porém é uma das respostas mais difíceis de receber.

Se você estiver constrangido em pedir que alguém cheire a sua respiração, peça para dar uma olhada no interior da sua boca, e se ela notar um revestimento branco na parte de trás da sua língua esse é geralmente um sinal de bactérias odoríferas.

Você também pode perguntar ao seu dentista. Ele poderá avaliar o ar da sua boca e do seu nariz oferecendo uma avaliação mais específica sobre a fonte do odor.

O dentista também poderá te ajudar a descobrir qual a melhor maneira de trata-lo.

– Gosto ruim

Outro indicador é um gosto ruim na boca. Pode ser que você não consiga sentir o cheiro da sua respiração mas pode sentir o sabor.

Você pode perceber que está com um cheiro ruim na boca após comer algo muito temperado ou depois de tomar uma bebida alcoólica ou açucarada.

Escovar os dentes e usar enxaguante bucal geralmente ajuda a cuidar desses problemas incidentais de halitose.

– Teste com o fio dental

Se você se pergunta “como saber se tenho mau hálito?” saiba que é capaz de descobrir se o seu hálito está fresco usando um fio dental.

Passe o fio dental entre as partes de trás dos dentes, onde é mais provável que as partículas de alimentos fiquem presas e em seguida cheire mal.

O cheiro que sentir no fio dental lhe dará uma ideia do odor que as outras pessoas sentem quando você respira ou fala.

– Teste do pulso

Você também pode saber se está com este problema fazendo o teste do pulso. Para isso, basta lamber a parte interna do seu pulso, deixe secar por um minuto e cheirar.

Como a parte interna do pulso não está em constante contato com as coisas, é uma boa maneira de obter um odor mais realístico da sua respiração.

Outra opção é fazer isso nas costas da sua mão.

Esse teste funciona porque se você tiver halitose, os sais de enxofre serão transferidos da sua língua para a sua pele.

– Teste com espelho

Outro método é fazendo um teste com um espelho.

Na frente do espelho você estica a sua língua e a levanta o máximo possível. Se houver uma mancha branca em sua língua, você pode ter mau hálito por causa das bactérias presentes nesta camada.

– Teste com gaze

Uma das maneiras de testar o cheiro da sua respiração é com um pedaço de gaze de algodão.

Use um pedaço para limpar a parte de trás da língua e cheire. Se está parte está com um cheiro ruim, a sua respiração também está.

Você também pode notar uma mancha amarela, que é outro indicador de que há uma produção de sulfeto maior do que o normal.

– Teste da colher

A colher irá te ajudar a chegar no fundo da sua língua.

Pegue uma colher de chá, vire-a de cabeça para baixo e use-a para raspar a parte de trás da sua língua. Faça com cuidado para não engasgar!

Se houver uma camada esbranquiçada na colher, cheire-a. Se tiver um revestimento branco, ela provavelmente irá cheirar mal.

– Teste do halímetro

A melhor maneira de testar a sua respiração é no consultório do dentista onde ela será testada com um halímetro.

O halímetro é um instrumento que mede com precisão a concentração de moléculas de sulfeto presente em sua respiração e em sua saliva.

Há uma grande diferença na concentração de sulfeto entre o hálito fresco e o hálito obsoleto, e essa é a base deste teste.

Atualmente este instrumento é muito utilizado em clínicas odontológicas e é considerada a maneira mais precisa e honesta de testar a sua respiração.

Considerações Finais

A halitose é um problema que causa muito constrangimento, porém não é um problema com o qual você é obrigado a conviver.

Ter uma ideia de como é o cheiro da sua respiração e o que o está causando irá permitir que você inicie um plano de ação e melhore tanto o seu hálito como a sua vida social.

Lembre-se sempre de manter uma boa higiene bucal, pois ela poderá te ajudar a acabar e tratar vários problemas que causam o mau hálito, mas se eles persistirem, consulte o seu dentista e/ou médico.

Fontes e Referências Adicionais:

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Moto francesa de quatro rodas usa motor de Yamaha R1 e custa R$ 500 mil

Chassi da Lazareth LM 410 se inclina nas curvas, mas mantém as quatro rodas perpendiculares ao solo

O francês Ludovic Lazareth costuma transformar suas ideias inusitadas em curiosas motocicletas que levam seu sobrenome. O mais recente modelo, a LM 410 da Lazareth Motorcycles, tem quatro rodas, usa motor da superesportiva Yamaha R1 e é chamada pelo seu criador de “moto pendular”. Além de sua proposta, digamos, “revolucionária”, a LM 410 tem um preço exorbitante: custa 110 mil dólares, ou seja, cerca de R$ 500 mil. Motor de quatro cilindros e 1.000 cc é herdado da superesportiva Yamaha R1 e, certamente, tem mais de 200 cv

Apesar das quatro rodas, a LM 410 é considerada tecnicamente uma motocicleta. Ela se inclina nas curvas, porém de um jeito curioso. O chassi é que se move, enquanto as quatro rodas mantêm-se perpendiculares ao chão. Diferentemente de “motos de duas rodas”, nas quais rodas, pneus e quadro se inclinam ao mesmo tempo. E distinto da tecnologia de inclinar as rodas, usada em modelos de três rodas, como a Yamaha NikenLM 410 é mais uma das criações “malucas” de Ludovic Lazareth

O curioso sistema de contornar curvas e o desenho ousado foram herdados de outra criação insana de Ludovic, a LM 487. O modelo, apresentado em 2016, usava o motor V8 da Maserati de 4,7 litros de capacidade e 476 cv de potência máxima. Mais insano do que sua motorização era o preço de cerca de 220 mil dólares, mais de R$ 1 milhão.Marca francesa também criou a LM 487, com motor Maserati V8 de 476 cv

Mas, segundo Ludovic, a nova LM 410 é uma moto mais leve que qualquer outro modelo já fabricado pela Lazareth, e que poderia levar a marca para um público maior. Mas, por esse preço? (por Arthur Caldeira)

via Blog da Infomoto https://ift.tt/2HK1LOf encontrado em http://infomoto.blogosfera.uol.com.br

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Como Começar a Malhar – 7 Dicas Importantes para Iniciantes

Se você decidiu que é hora de descobrir como começar a malhar, você já deu o primeiro passo. Agora veja essas 7 dicas importantes de como começar a malhar.

“O exercício é uma pílula mágica” disse Michael R. Bracko chairman do Comitê de Informações ao Consumidor do American College of Sports Medicine.

De acordo com Michael, “o exercício pode literalmente curar doenças como algumas doenças cardíacas. O exercício tem sido relacionado em ajudar as pessoas a prevenir ou se recuperar de algumas formas de câncer e ajuda as pessoas com artrite e a prevenir e reverter a depressão”.

Não há como argumentar que ele ajuda a maioria das pessoas a perder peso além de ficarem mais tonificadas.

São vários os benefícios dos exercícios aeróbios e dos exercícios anaeróbicos que vão desde o emagrecimento até saúde mental e inclusive curas e tratamento de doenças como é o caso da diabetes.

Mas se você quiser obter todos esses benefícios, precisará se manter em movimento. O que não significa necessariamente seguir um treino rigoroso e demorado na academia, mas sim praticá-lo com frequência.

“Qualquer pequeno incremento de atividade física será um grande incentivo para a perda de peso e para se sentir melhor” disse Rita Redberg, presidente do Conselho Consultivo da American Heart Association.

Veja agora essas 7 dicas de como começar a malhar.

1. Faça um check-up médico

Antes de começar a praticar qualquer tipo de exercício físico o mais importante é consultar um médico para saber como está a sua saúde.

Isso é ainda mais importante para as pessoas que não estão acostumadas a praticar atividades físicas extenuantes bem como para aquelas com 45 anos de idade ou mais.

Esse exame que deve ser realizado antes de começar a malhar pode detectar problemas ou condições de saúde que podem colocar você em risco de lesão durante o exercício físico.

Além disso, essa primeira dica de como começar a malhar também é muito importante pois pode te ajudar a otimizar o seu treino facilitando a compreensão de suas limitações tanto para você como para o seu professor pois assim ele irá criar um plano de exercícios adaptado às suas necessidades.

2. Quantas vezes por semana você deve se exercitar

A recomendação geral em relação ao tempo que você deve se exercitar semanalmente é:

  • Exercícios cardiovasculares: A quantidade mínima de exercícios cardiovasculares por semana é pelo menos 150 minutos de exercício moderado.

Esse tempo também pode ser substituído por pelo menos 75 minutos de cardio intenso durante a semana ou uma combinação de ambos.

  • Exercícios anaeróbicos: Também conhecido como treinamento de força, eles são altamente recomendados.

Os exercícios envolvendo os principais grupos musculares devem ser realizados entre 2 ou mais dias por semana.

Para que você possa usufruir dos benefícios extras à saúde, o tempo mínimo de exercícios cardiovasculares deve ser aumentado em 300 minutos de exercícios moderados adicionais por semana  ou 150 minutos de cardio intenso ou uma combinação de ambos.

Embora possa parecer muito, o bom é que você possa ajustar isso à sua rotina. Desde de que os cardiovasculares sejam realizados por pelo menos 10 minutos, você pode dividir seus minutos ativos em quantas sessões de treinos por semana desejar.

3. Faça um planejamento e defina metas realistas

Uma dica muito importante de como começar a malhar é criar um plano que inclua etapas e objetivos atingíveis.

Uma maneira de fazer isso é começando com um plano que tenha etapas fáceis de serem seguidas e em seguida, você pode ir aprimorando conforme o seu nível de condicionamento físico vai melhorando.

Por exemplo, se o seu objetivo é começar a malhar para ganhar mais resistência e conseguir concluir uma corrida de 5 km, comece criando um plano com corridas mais curtas.

Quando você terminar essas corridas menores, aumente a distância até que você consiga correr os 5 km inteiros de uma só vez.

Começar com objetivos pequenos não irá apenas aumentar as suas chances de sucesso como também o manterá motivado a cada treino.

Estabelecer uma rotina de exercícios e cumpri-lo é mais importante do que a duração e o tipo de exercício que está realizando.

Nos dias em que você realmente não tem tempo, até exercícios de 7 a 10 minutos podem oferecer benefícios à saúde, especialmente para quem está começando.

4. Acompanhe o seu progresso

Os resultados levam algum tempo para aparecer, e é por isso que você precisa de um sistema de rastreamento que mostre como você melhora no dia a dia.

É isso que irá te motivar quando não estiver muito afim de ir malhar.

Existem vários aplicativos para smartphone que podem te ajudar em sua jornada fitness que vão desde o primeiro treino até sua meta anual de corrida.

Um exemplo é o Adidas Training ou o RunKeeper.

Você também pode tirar fotos do seu corpo, tirar suas medidas e se pesar para com o tempo ir comparando suas mudanças.

Fotos e medidas são muito importantes, já que quando você começa a malhar você começa a emagrecer – perder massa magra – mas ganha massa muscular, e por isso muitas vezes os números da balança podem não mudar.

5. Esteja preparado para contratempos e tenha um plano B

Pular um dia de treino ou ficar resfriado não deve prejudicar todo o seu planejamento e resultados. Todo mundo passa por alguns contratempos.

O seu objetivo não é ser perfeito, mas ir melhorando com o tempo. O mais importante é não desistir.

Da mesma forma que acontece quando você tira uma nota ruim na e isso não faz com que você deixe de frequentar a escola ou não sai do emprego quando enfrenta um desafio.

Veja essas ideias do que fazer quando acontecer um contratempo:

Planejou ir malhar mas de repente parece que sua energia acabou?

Se você já se sente exausto logo pela manhã, faça uma pausa no seu exercício e concentre-se realmente no que você irá comer durante o dia de descanso para melhorar a sua nutrição.

Se você começar a se sentir cansado demais no final da tarde, faça uma caminhada para relaxar e se movimentar um pouco durante o dirá.

Se sente estressado ou sem motivação para ir treinar?

É normal se sentir cansado e estressado.

Neste caso, pule um dia de treino e se concentre em dormir o tempo suficiente e ter um sono de qualidade para que possa descansar.

Pulou alguns dias de treino e agora se sente mal com isso?

Pense no que fez com que você não fosse treinar todos esses dias. Foi um dia difícil, uma refeição que não caiu bem ou apenas uma agenda lotada de compromissos?

Aprenda algo com isso pois acontecerá novamente e prepare-se para continuar de onde parou.

Cada contratempo pode trazer novos ensinamentos e motivações se você estiver pronto para olhar mais afundo e entender o que aconteceu.

6. Faça disso um hábito

Outro ponto essencial para se obter sucesso com a prática do exercício físico seja para o emagrecimento, saúde, performance ou qualquer outro objetivo, é manter a sua rotina.

Se você criar um hábito e se exercitar regularmente, será fácil manter uma rotina de exercícios a longo prazo.

Uma análise de estudos concluiu que a substituição de um comportamento não saudável por um novo hábito saudável é uma ótima abordagem para pode mantê-lo a longo prazo.

Além disso, fazer uma programação ou se exercitar todos os dias no mesmo horário são boas maneiras de manter a sua rotina e fazer com que ela seja duradoura.

Por exemplo, você pode criar um hábito de se exercitar todos os dias logo depois de sair do trabalho ou logo que acordar, sendo a primeira coisa do dia.

7. Antes de se matricular em uma academia faça uma lista de perguntas

Em primeiro lugar o ideal é escolher uma academia que seja perto da sua casa ou trabalho, pois isso irá aumentar a probabilidade de você ir com mais frequência.

Em seguida, marque uma aula experimental para conhecer a academia e o ideal é que você faça as seguintes perguntas:

  • O pagamento pode ser mensal, trimestral ou anual?
  • Quais os horários em que a academia está mais cheia e mais vazia?
  • A academia oferece um período de teste?
  • Quais aulas são oferecidas?

Quando você está começando, entrar em uma academia lotada pode ser algo assustador, por isso certifique-se de que o horário de pico não seja o mesmo dos seus dias de teste ou que irá frequentar pelo menos no começo.

Iniciar uma nova rotina de exercícios pode ser um grande desafio, porém criar objetivos reais irá te ajudar a se manter focado a longo prazo.

Existem muitos tipos diferentes de atividade física para você escolher, e para te ajudar a seguir em frente é ideal escolher aquele que funcione para o seu corpo e para a sua mente.

Comece devagar e vá aumentando o seu nível de condicionamento físico sem esquecer de deixar o seu corpo descansar de vez em quando para evitar lesões.

Manter o controle do seu progresso ou ingressar em um grupo fitness poderá te ajudar a se manter motivado e atingir os seus objetivos.

Também é importante seguir uma dieta saudável e se manter hidratado.

Com essas dicas de como começar a malhar, verá que será muito mais fácil e prazeroso do que você imagina.

Muitas pessoas começam por obrigação e acabam se tornando adeptos dessa prática extremamente saudável.

Fontes e Referências Adicionais:

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Do Que é Feito o Tofu – Composição, Ingredientes e Cuidados

Conhecido como um alimento vegano, ele é motivo de vários debates, devido a isso, vale a pena entender do que é feito o tofu, sua composição, ingredientes e todos os cuidados necessários com este alimento.

Um alimento tradicional da Ásia, o tofu é uma fonte de proteína e por isso muito conhecido por ser um substituto saudável da carne e muito utilizado na dieta vegana usado em várias receitas que vão desde de as asiáticas mais tradicionais até o tão popular hambúrguer de tofu.

Para que você entenda melhor sobre este alimento controverso, veja agora do que ele é feito, seus ingredientes e composição.

Do que é feito o Tofu

A primeira coisa quando se quer saber do que é feito o tofu é que o tofu é um alimento que entre os seus ingredientes tem como principal o leite de soja.

Este leite é condensado se transformando em uma coalhada de soja processada que é feita a partir da soja moída na água, aquecida e coagulada com minerais como sal de cálcio ou magnésio.

Essa coalhada é então pressionada em bloco, cortada e vendida como tofu. Este é um processo semelhante ao da fabricação de queijos.

Com origem na china, há rumores de que um cozinheiro chinês descobriu o tofu a mais de 2.000 anos misturando acidentalmente um lote de leite de soja fresco com nigari.

O Nigari é o que resta quando o sal é extraído da água do mar, e é um coagulante rico em minerais responsável por fazer com que essa coalhada se solidifique e possa manter a sua forma.

Hoje em dia você irá encontrar vários tipos diferentes de tofu, desde o extra macio ao extra firme, e você irá escolher de acordo como ele será usado.

Por exemplo, o tofu extra macio pode ser ideal para sobremesas, como por exemplo para fazer cheesecake, já o extra firme pode ser cortado em cubos e grelhados ou assados no forno.

Motivo de debate

A sua composição e ingredientes é um dos motivos que faz com que as pessoas debatam sobre do que é feito o tofu, já que grande parte da produção de soja mundial é geneticamente modificada (OGM) e grande parte da composição do tofu é leite de soja.

Existem muitos mitos sobre os alimentos geneticamente modificados ou como também são conhecidos, alimentos transgênicos.

Mas embora sejam controversos, as pesquisas que foram realizadas até agora não os consideraram prejudiciais à saúde das pessoas.

No entanto, se você estiver preocupado com isso, basta optar pelas marcas de tofu orgânicos, pois eles não terão em sua composição ingredientes geneticamente modificados.

Valores Nutricionais

O tofu é um alimento que contém muitos nutrientes. Ele é rico em proteínas e contém todos os aminoácidos essenciais que o seu corpo precisa.

Além disso, ele também fornece carboidratos, gorduras e uma grande variedade de vitaminas e minerais.

Uma porção de 100 gramas de tofu contém:

Calorias: 70 kcal

Proteínas: 8 g

Fibra: 1 g

Carboidratos: 2 g

Gorduras totais: 4 g

Cálcio: 20% da IDR*

Fósforo: 12% da IDR*

Magnésio: 9% da IDR*

Manganês: 31% da IDR*

Selênio: 14% da IDR*

Ferro: 9% da IDR*

Cobre: 11% da IDR*

Zinco: 6% da IDR*.

*IDR: Ingestão diária recomendada

No entanto, esses valores nutricionais podem variar de acordo com o coagulante utilizado pelo fabricante.

O Nigari por exemplo, adiciona mais magnésio enquanto que o carbonato de cálcio precipitado adiciona mais cálcio.

O tofu contém antinutrientes

Como acontece com a maioria dos alimentos vegetais, ele também contém vários antinutrientes. São eles:

  • Fitatos: Os fitatos podem reduzir a absorção de minerais, como o ferro, cálcio e zinco.
  • Inibidores da tripsina: São compostos que bloqueiam a tripsina, uma enzima necessária para digerir as proteínas de maneira adequada.

Porém, cozinhar ou lavar os grãos de soja pode inativar ou eliminar alguns desses nutrientes.

A germinação da soja pode reduzir os fitados em até 56% e os inibidores de tripsina em até 81% além de aumentar o conteúdo de proteínas em até 13%.

A fermentação também pode reduzir os antinutrientes, e por esse motivo os alimentos probióticos de soja, como o natto, tempeh ou tamari, são pobres em antinutrientes.

É importante ressaltar que o conteúdo antinutriente do tufo não é motivo de preocupação quando se quer entender do que é feito o tofu, a menos que você esteja seguindo uma dieta desequilibrada e tendo o tofu como a sua principal fonte de zinco ou ferro.

Contém Isoflavonas

A soja contém compostos naturais de plantas chamados isoflavonas que são benéficos para a saúde e muitos dos benefícios para a saúde do tofu são atribuídos ao seu alto conteúdo desses compostos.

As isoflavonas funcionam como fitoestrógenos, o que significa que podem se ligar e ativar os receptores de estrogênio em seu corpo produzindo efeitos semelhantes ao hormônio estrogênio, embora sejam mais fracos.

Uma porção de 100 gramas de tofu contém de 20,2 a 24,7 mg de isoflavonas.

Cuidados com o consumo de tofu

Tofu e o câncer de mama

Os alimentos à base de soja têm uma má reputação já que muitas pessoas afirmam que eles podem causar câncer, principalmente câncer de mama.

É por esse motivo que muitas mulheres evitam consumir tanto o tofu como outros alimentos à base de soja, porém, os alimentos integrais de soja podem ter um efeito totalmente contrário e inclusive diminuir o risco da doença.

De acordo com o Instituto Americano de Pesquisa do Câncer (AICR), a soja, incluindo o tofu, é um dos principais alimentos que previnem o câncer.

De acordo com site da AICR “Como a soja contém compostos semelhantes ao estrogênio, havia medo de que ela aumentasse o risco de câncer relacionado ao hormônio. As evidências mostram que isso não é verdade”.

Se você já sofreu com o câncer de mama, não há razão para evitar o consumo de soja e seus derivados. Inclusive existem evidências de que esses alimentos podem diminuir o risco de recorrência de câncer de mama embora não seja suficiente para recomendar o seu consumo proposital como forma de prevenção e diminuição do risco.

Por outro lado, devido aos seus fracos efeitos hormonais, alguns médicos dizem às mulheres com tumores de mama sensíveis ao estrogênio devem limitar a sua ingestão de soja.

Sendo assim, o ideal é conversar com o seu médico antes de fazer qualquer alteração em sua dieta.

Tofu e problemas na tireóide

Comer diariamente tofu bem como outros alimentos à base de soja é geralmente considerado seguro, porém, você pode precisar moderar a ingestão desses alimentos se tiver problemas na tireóide.

Alguns profissionais de saúde aconselham que as pessoas com a função tireoidiana ruim devem evitar o tofu devido ao seu conteúdo em goitrogênio.

No entanto, um relatório recente da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) concluiu que a soja e as isoflavonas de soja não apresentam preocupações em relação a função tireóide ou com o câncer de mama e uterino.

Tofu e o desenvolvimento dos órgãos reprodutivos em bebês

Pesquisadores concordam que bebês não devem consumir às isoflavonas de soja, pois elas podem atrapalhar o desenvolvimento dos órgãos reprodutivos.

Embora isso não tenha sido bem estudado em humanos, alguns estudos realizados em animais sugerem que grandes quantidades de soja podem interferir na fertilidade.

Se você tiver preocupações a respeito do consumo deste alimento, fale com o seu médico.

Preparação e variedades de tofu

O tofu pode ser comprado em pacotes a granel ou individuais.

Eles estão disponíveis no mercado tanto refrigerados como não, desidratado, liofilizado, dentro de vidros ou latas.

Geralmente, para se fazer tofu não é necessário um processamento pesado, portanto escolha variedades que tenham uma lista pequena de ingredientes em sua embalagem.

Normalmente os tofus são compostos por soja, água, coagulantes como sulfato de cálcio, delta gluconolactona ou cloreto de magnésio e talvez algum tempero.

Cuidados ao utilizar

Uma vez que a embalagem do tofu é aberta, ele precisa ser lavado antes de ser consumido e suas sobras podem ser mantidas na geladeira por até uma semana cobrindo com água desde que você a troque frequentemente.

O tofu também pode ser congelado em sua embalagem original por até cinco meses.

Finalmente, também é possível fazer o seu próprio tofu com apenas soja, água e limão.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia do que é feito o tofu? Consome com frequência? Comente abaixo!

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Açúcar de Coco para Diabéticos é uma Boa?

O açúcar de coco para diabéticos está cada vez mais popular entre as pessoas que buscam uma alimentação saudável. Descubra a seguir tudo sobre este açúcar e a sua relação com a diabetes.

As pessoas com diabetes precisam monitorar a sua ingestão de carboidratos, principalmente de açúcar, já que uma alta ingestão pode aumentar o risco de picos de açúcar (glicose) no sangue e causar sintomas relacionados ao alto nível de açúcar no sangue e desenvolver complicações.

Para evitar esses sintomas e complicações, as pessoas procuram alternativas ao açúcar, e uma opção que vem se tornando cada vez mais popular é o açúcar de coco.

Um dos motivos da sua popularidade são os benefícios do açúcar de coco, pois além do açúcar de coco ser mais saudável do que o açúcar refinado dizem também que  o açúcar de coco pode ser um ótimo aliado da perda de peso. Mas será que isso é verdade?

O que é açúcar de coco

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam devido ao seu nome, o açúcar de coco não vem coco e sim da seiva do coqueiro que circula pela árvore de maneira semelhante ao xarope de bordo.

Para colher a seiva do coqueiro, os agricultores cortam o caule da árvore para permitir que o néctar flua, e fazem a calda misturando essa seiva com água e em seguida, fervem essa mistura.

Os produtores produzem o açúcar de coco granulado ao deixar essa calda secar e cristalizar, então a quebram em pedaços para criar os grãos.

Parecido com o açúcar não processado, ele pode ter variantes mais naturais, como grãos claros ou escuros e variações nos tamanhos dos grãos.

Açúcar de coco e índice glicêmico

A insulina permite que o corpo use o açúcar ou glicose como energia, e quando uma pessoa tem diabetes, o seu corpo não produz insulina suficiente ou não a usa corretamente.

Quando a insulina não funciona de maneira adequada, o açúcar permanece na corrente sanguínea em vez de entrar nas células para ser usado, e isso faz com que os níveis de glicose (açúcar) no sangue aumentem.

A curto prazo isso pode fazer com que a pessoa sinta mais sede, vontade de urinar com mais frequência, cansaço e ao risco de desenvolver uma condição potencialmente fatal chamada de cetoacidose diabética (CAD).

A longo prazo, essa condição pode resultar em danos por todo o corpo, por isso, gerenciar os níveis de açúcar no sangue pode ajudar a reduzir o risco de sintomas e complicações.

Uma maneira de fazer isso é limitar a ingestão de carboidratos processados, como por exemplo o açúcar branco. A idéia de substituí-lo pelo açúcar de coco pode parecer ser uma boa opção já que ele possui um índice glicêmico (IG) baixo. Entretanto, não podemos esquecer que o açúcar de coco possui valor calórico expressivo e carboidratos, assim como o açúcar branco.

A classificação do IG de um alimento é uma medida de quanto esse alimento pode aumentar a glicose ou o açúcar no sangue do seu corpo.

Enquanto o açúcar branco comum tem uma classificação média de IG de 58 o IG do açúcar de coco fica entre 35 e 54 de acordo com a fonte e/ou produtor, o que na maioria das vezes é baixo, já que em média, qualquer valor abaixo de 55 é considerado baixo.

O açúcar de mesa comum, o branco, geralmente fica na faixa intermediária, que geralmente abrange classificações entre 56 e 69. Qualquer valor acima de 70 é considerado geralmente como um IG alto.

A maneira como cada pessoa absorve o açúcar varia, o que significa que o IG de um alimento será diferente dependendo de quem o está comendo, por esse motivo as classificações de IG não é a maneira mais eficaz de determinar se um determinado alimento é uma boa escolha para você.

Ele também apresenta quantidades semelhantes de frutose quando comparado ao açúcar branco, o que significa que comer o açúcar extraído do coqueiro em excesso tem as mesmas consequências para a saúde do que comer açúcar branco em excesso, incluindo um risco aumentado de desenvolver obesidade e doenças crônicas.

Valores nutricionais

Uma porção de 5 gramas – 1 colher de chá, contém cerca de:

Calorias: 20 kcal

Carboidratos: 5 g

Proteínas: 0 g

Gorduras: 0 g

O açúcar de coco é mais nutritivo do que o açúcar branco?

O açúcar branco ou açúcar de mesa comum contém um alto teor de frutose e não contém nutrientes vitais, por isso ele fornece calorias “vazias”.

Já o de coco retém um pouco dos nutrientes encontrados no coqueiro. Os mais notáveis são os minerais zinco, potássio, ferro e cálcio, além de alguns ácidos graxos de cadeia curta como antioxidantes e polifenóis.

Ele também contém uma fibra chamada inulina, que pode diminuir a absorção de glicose e explicar por que ele tem um IG mais baixo do que o açúcar branco comum.

Embora o açúcar de coco contenha alguns nutrientes, você poderia obter quantidades muito maiores através de alimentos de “verdade” como verduras, legumes, frutas, etc.

Ele também é rico em calorias, contém a mesma quantidade de calorias que o açúcar branco, e para satisfazer as suas necessidades dos nutrientes citados acima, teria que ingerir uma quantidade enorme desse açúcar, o que com certeza levaria a outros problemas de saúde.

Por isso, o açúcar de coco para diabéticos deve ser usado com moderação.

Tanto o açúcar de coco como o branco proveniente da cana contêm:

  • Frutose
  • Glicose
  • Sacarose, incluindo glicose e frutose

Saúde bucal

A ingestão de muito açúcar, incluindo o açúcar de coco, pode aumentar o risco de infecções bucais e problemas dentários porque esses alimentos contêm grandes quantidades de carboidratos fermentáveis.

Pessoas com diabetes são mais propensas a infecções e doenças gengivais, além do que infecções e feridas demoram mais para curar no caso das pessoas com essa condição de saúde bem como piorar rapidamente levando a outras complicações.

A doença gengival também pode dificultar o controle dos níveis de açúcar no sangue.

O açúcar de coco, como muitos outros açúcares, é prejudicial aos dentes, e pessoas com diabetes precisam ter um cuidado especial para manter uma boa higiene bucal.

Açúcar de coco para diabéticos

Ainda não existem evidências suficientes para confirmar que o açúcar de coco para diabéticos é mais saudável do que qualquer outro açúcar.

Todos os tipos e formas de açúcar são ricos em calorias e relativamente baixas em nutrientes enquanto que o corpo os absorvem rapidamente podendo levar a picos de açúcar no sangue e um risco maior de doenças cardíacas, problemas de saúde dentária, obesidade entre outras complicações.

Pesquisadores do Departamento de Cardiologia Preventiva do Instituto do Coração da América Central de Saint Luke localizado na cidade do Kansas nos Estados Unidos explicou:

“Não há necessidade biológica de adição de açúcares na dieta, principalmente os que contêm frutose. Por outro lado, alimentos integrais que contêm frutose (como por exemplo frutas e vegetais) não apresentam problemas para a saúde e provavelmente protegem contra o diabetes e resultados (cardiovasculares) adversos”.

Sendo assim, as pessoas devem prestar atenção em sua ingestão de açúcares adicionados e devem continuar comendo frutas que contém açúcares naturais.

Pessoas com diabetes devem tomar cuidado ao consumir açúcar, incluindo o açúcar de coco. Se desejam adicionar açúcar à dieta, devem fazer com moderação e levar em conta a quantidade de calorias e carboidratos que ele contém.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia se açúcar de coco para diabéticos é uma boa? Pretende experimentar? Comente abaixo!

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Não Comer Carne Faz Mal?

Muitos alegam que não comer carne faz mal. De acordo com uma pesquisa do IBOPE realizada em 2018, cerca de 14% dos brasileiros se declararam vegetarianos, e ao levar em consideração o número total da população brasileira da época, isso seria 29,2 milhões de brasileiros que não comem carne.

Por algum tempo as organizações científicas e médicas vêm dizendo que carne vermelha e processada fazem mal para as pessoas, enquanto que por outro lado, há profissionais da saúde que afirmam a importância do consumo de carne.

Várias pesquisas são lançadas todos os anos dizendo se comer carne vermelha faz mal à saúde, os malefícios do consumo de carne, se carne vermelha desencadeia o câncer, etc. Porém as pesquisas vêm avançando e trazendo novos resultados tanto sobre o seu consumo como o não consumo.

Há muita controvérsia a respeito do consumo de carne, se comer carne faz mal ou não, quais os tipos de carne que trazem resultados para a saúde como câncer, doenças cardiovasculares entre outros.

Por outro lado, a carne é uma boa fonte de proteínas, minerais e vitamina, porém é importante prestar atenção na quantidade. O Departamento de Saúde do Reino Unido recomenda que você consuma até 70g do peso cozido de carne por dia.

Enquanto comer carne traz todos esses debates, e não comer? Não comer carne faz mal?

Dieta vegetariana é benéfica para a saúde

Existem vários tipos de dietas vegetarianas porém o que todas têm em comum é o não consumo de carne.

Seguir essas dietas está cada vez mais atraente e acessível graças à disponibilidade de produtos, mais opções de refeições e a sua crescente influência culinária.

Tradicionalmente a pesquisa sobre o vegetarianismo concentrava-se principalmente em possíveis deficiências nutricionais, porém, nos últimos anos isso mudou, e estudos confirmam os benefícios para a saúde de uma alimentação sem carne.

Atualmente a alimentação baseada em vegetais é reconhecida não apenas como uma dieta nutricionalmente suficiente, mas também como uma maneira de reduzir o risco de muitas doenças crônicas.

De acordo com a American Dietetic Association (Associação Dietética Americana) “dietas vegetarianas que são adequadamente planejadas, incluindo dietas vegetarianas ou veganas, são saudáveis, nutricionalmente adequadas e podem fornecer benefícios à saúde para a prevenção e tratamento de certas doenças”.

Planejamento adequado

Planejar adequadamente a sua dieta sem carne é o mais importante, pois do contrário, isso pode não ser necessariamente bom.

Por exemplo, se a sua dieta for composta por muito refrigerante, pizzas, batata frita, frituras, massas, queijos e doces, ela ainda será tecnicamente “vegetariana”, porém será péssima para a sua saúde.

Para uma boa saúde e nutrição adequada, é importante garantir o consumo de uma grande variedade de frutas, legumes, vegetais e grãos integrais.

Também é vital substituir gorduras saturadas e trans por gorduras boas, como as encontradas nas castanhas e azeite de oliva.

Outro ponto importante é que, mesmo seguindo uma dieta sem carne, você também pode acabar consumindo muitas calorias, mesmo com alimentos nutritivos e com pouca gordura e vegetais, fazendo com que você ganhe peso.

Portanto, também é importante praticar o controle de porções, ler os rótulos dos alimentos e praticar atividades físicas regularmente. Apenas retirar a carne do cardápio não significa ser mais saudável.

Benefícios de não comer carne

De acordo com um artigo publicado na Harvard Health Publishing da Escola de Medicina da Universidade de Harvard, Estados Unidos, quando as pessoas que não comem carne são comparadas com os que a comem, os vegetarianos tendem a consumir menos gordura saturada e colesterol e mais vitaminas C e E, ácido fólico, magnésio, fibra alimentar, potássio e fitoquímicos como flavonoides e carotenoides.

Como resultado, é provável que eles tenham menos colesterol total e LDL (o colesterol “ruim”), menor índice de massa corporal (IMC) e uma pressão arterial mais baixa. Tudo isso está associado à longevidade e a um risco reduzido de muitas doenças crônicas.

Porém, ainda não existem dados suficientes para dizer exatamente como uma dieta vegetariana influencia a saúde a longo prazo já que é difícil provar a influência do vegetarianismo e outros hábitos que essas pessoas têm maior probabilidade de seguir, como por exemplo não beber em excesso, não fumar e praticar exercícios físicos.

Porém, veja o que algumas pesquisas mostraram até agora a respeito dos benefícios de não comer carne para a saúde.

Doenças cardíacas

Existem evidências de que as pessoas que não comem carne têm um risco menor de sofrer com doenças cardíacas como por exemplo um ataque cardíaco e morte por essas doenças.

Em um dos maiores estudos, uma análise combinada dos dados de cinco estudos prospectivos envolvendo mais de 76.000 participantes, os vegetarianos tiveram em média 25% menos chances de morrer de doenças cardíacas.

Esse resultado confirmou resultados de estudos anteriores que compararam vegetarianos e não vegetarianos.

Já um outro estudo que envolveu 65.000 pessoas realizado pela EPIC-Oxford, componente do European Prospective Investigation on Cancer and Nutrition descobriu um risco 19% menor de morte por doenças cardíacas em grupos de pessoas vegetarianas.

No entanto, houve poucas mortes em ambos os grupos, portanto, as diferenças observadas podem ter sido devido ao acaso.

Para proteger o seu coração, a melhor opção são os grãos integrais e as leguminosas ricas em fibras que são alimentos que são digeridos lentamente com baixo índice glicêmico, ou seja, ajudam a manter os níveis de açúcar no sangue estáveis.

A fibra solúvel também ajuda a reduzir os níveis de colesterol enquanto que os carboidratos refinados e amidos, como o arroz branco, batatas ou produtos de farinha branca, causam um rápido aumento de açúcar no sangue, o que aumenta o risco de ataque cardíaco e diabetes – fator de risco para doenças cardíacas.

As castanhas também protegem o coração e têm um baixo índice glicêmico, muitos antioxidantes, fibras, proteínas vegetais, ácidos graxos saudáveis e minerais.

Mas é importante prestar atenção nas porções pois elas contêm muitas calorias, assim que a sua ingestão diária deve ser controlada, cerca de 30 gramas.

Por outro lado, devido ao seu alto teor de gordura, uma pequena quantidade pode satisfazer o seu apetite.

Diabetes tipo 2

Pesquisas sugerem que uma dieta predominantemente baseada em plantas pode reduzir o risco de diabetes tipo 2.

Em estudos realizados com pessoas que não comem carne, especificamente que eram adventistas do sétimo dia, o risco de os vegetarianos desenvolverem diabetes era metade quando comparados com aqueles que consumiam carne mesmo após considerar o IMC.

Um estudo da Universidade de Harvard intitulado de Women’s Health Study (Estudo da Saúde da Mulher) encontrou uma correlação semelhante entre comer carne vermelha (especialmente carnes processas como bacon e salsichas) e o risco de diabetes depois de ajustar o IMC, a ingestão total de calorias e o exercício físico.

Câncer

Centenas de estudos sugerem que comer muitas frutas e legumes pode reduzir o risco de desenvolver certos tipos de câncer, e há evidências de que os vegetarianos têm uma incidência menor de câncer do que os não vegetarianos.

Embora as diferenças não sejam grandes, uma dieta vegetariana pode facilitar a obtenção da quantidade mínima recomendada de cinco porções diárias de frutas e legumes.

Porém, mas uma dieta puramente vegetariana não é necessariamente melhor do que uma dieta baseada em vegetais que também inclui peixes ou aves.

Por exemplo, em uma análise conjunta de dados do Oxford Vegetarian Study e da EPIC-Oxford, as pessoas que comiam peixe tiveram um risco menor de certos tipos de câncer do que os vegetarianos.

Se você parar de comer carne vermelha, eliminará um fator de risco para o câncer de cólon. Ainda não está claro se evitar todos os produtos de origem animal, como ovos e leite por exemplo, reduz ainda mais o risco.

Os vegetarianos geralmente têm níveis mais baixos de substâncias potencialmente cancerígenas em seus cólons, mas estudos que compararam as taxas de câncer em vegetarianos e não vegetarianos mostraram resultados inconsistentes.

Diminui a inflamação

A resposta biológica dos tecidos do corpo a estímulos prejudiciais como patógenos, células danificas ou irritadas é comumente conhecida como inflamação.

Em essência, é basicamente uma resposta protetora que muitas vezes é sua amiga, porém, quando você estiver comendo um pedaço de lombo ela pode aparecer para te “ajudar”, o que não é bom para a sua saúde.

O nutricionista Jim White disse que “os produtos de origem animal contem compostos inflamatórios como gorduras saturas e endotoxinas” e ele acrescenta que por outro lado, as dietas à base de plantas são naturalmente anti-inflamatórias devido ao seu alto teor de fibras e antioxidantes.

Ele aponta para um estudo que demonstrou que as dietas à base de plantas resultam em uma diminuição das proteínas C-reativa, um indicador de inflamação no corpo.

Você estará ajudando o meio ambiente

A criação de animais destinada à alimentação requer grandes pedaços de terra, enormes quantidades de água, ração e energia. De acordo com o Worldwatch Institute 51% ou mais das emissões globais de gases de efeito estufa são causadas pela agricultura animal.

A cada ano, o setor pecuário produz 59 milhões de toneladas de carne bovina e de búfalo e 11 milhões de toneladas de carne de ovinos e caprinos.

Os norte-americanos consomem cerca de 123 quilos de carne por pessoa por ano liderando o ranking dos países com o maior consumo de carne no mundo junto com a Austrália, sendo que a média de outros países por pessoa pode ficar em torno de 2 quilos por ano.

Optar por outras fontes alternativas de proteína é uma maneira de reduzir significativamente este dano para o meio ambiente.

Atenção e cuidados

Saúde dos ossos

Muitas pessoas, principalmente mulheres relutam em tentar manter uma dieta vegetariana, especialmente aquelas dietas que não incluem laticínios que são ricos em cálcios porque estão preocupadas com a osteoporose.

Os ovo-lacto vegetarianos consomem pelo menos a mesma quantidade de cálcio do que os que comem carne, já os veganos normalmente consomem menos.

No estudo realizado pela EPIC-Oxford, 75% dos veganos consumiram uma quantidade menor de cálcio do que a que é recomendada e no geral tiveram uma taxa relativamente alta de fraturas nos ossos.

Por outro lado, aqueles que consumiam pelo menos 525 miligramas de cálcio por dia não eram especialmente vulneráveis a fraturas.

Certos vegetais podem fornecer cálcio, como por exemplo a couve e o brócolis, já o espinafre e a acelga, que embora contenham cálcio não são boas escolhas porque juntamente com o cálcio eles contém oxalatos, o que dificulta a sua absorção pelo organismo.

Além disso, o alto teor de potássio e magnésio das frutas e legumes reduz a acidez do sangue diminuindo a excreção do cálcio através da urina.

As pessoas que não comem carne em especial aquelas que seguem uma dieta vegana, podem estar em risco de obter quantidades insuficientes de vitamina D e K, ambas necessárias para a saúde óssea.

Embora os vegetais de folhas verdes contenham vitamina K, os veganos também podem precisar de alimentos fortificados, incluindo alguns tipos de leite de soja, sucos, leite de arroz e cereais além de considerar a ideia de tomar um suplemento de vitamina D.

Proteínas

É comum as pessoas pensarem que não comer carne irá fazer com que a ela sofra com a falta de proteína, porém, pesquisas mostram que não.

As pessoas que não consomem carne mas comem ovos e laticínios geralmente recebem a quantidade diária recomendada de proteína. No caso dos veganos existem muitas fontes vegetais que os ajudam a atender suas necessidades.

Entre elas estão as ervilhas, feijões, grão de bico, lentilhas, sementes, produtos de soja, castanhas e grãos integrais como por exemplo aveia, trigo, cevada e arroz integral.

Ferro

Estudos mostram que nos países ocidentais, as pessoas que não comem carne tendem a receber a mesma quantidade de ferro que os que comem.

Porém, o ferro presente na carne, especialmente na carne vermelha, é mais facilmente absorvido pelo organismo do que o que está presente nos alimentos vegetais que são conhecidos como ferro não-heme.

A absorção do ferro não-heme é aumentada pela vitamina C e outros ácidos presentes em frutas e legumes, mas pode ser inibida pelo ácido fítico dos grãos integrais, lentilhas, feijões, nozes e sementes, por isso novamente é importante ressaltar a importância do planejamento alimentar adequado.

Vitamina B12

A vitamina B12 é encontrada apenas em produtos de origem animal, como carne, laticínios e ovos, se você não comer carne nem ovos e laticínios, deverá comer alimentos enriquecidos com vitamina B12 para evitar sua deficiência.

A deficiência em vitamina B12 pode levar a problemas neurológicos e anemia perniciosa.

Zinco

O ácido fítico presente em sementes, grãos integrais, legumes e leguminosas também reduz a absorção de zinco, porém as pessoas que não comem carne dos países ocidentais não parecem ser deficientes em zinco.

Ácidos graxos ômega-3

Dietas que não incluem peixes ou ovos são baixas em DHA e EPA, pois o organismo das pessoas podem converter o ALA presente em vegetais em DHA e EPA porém com pouca eficiência.

Os vegetarianos podem obter DHA a partir de suplementos de algas, que aumentam os níveis sanguíneos de DHA e EPA por um processo chamado retroversão.

Também estão disponíveis no mercado alimentos fortificados. Linhaça, nozes, soja e óleo de canola também são boas fontes de ALA.

Não comer carne pode fazer bem ou mal

Como você pode ver, a resposta para a pergunta se não comer carne faz mal pode ser tão controvérsia como se comer carne faz bem.

Isso porque, como citado acima, foi comprovado que, diferente dos que pensam que não comer carne faz mal, não consumir carne vermelha pode fazer muito bem para à saúde e inclusive evitar muitas doenças perigosas, porém, para que isso aconteça, é necessário manter uma dieta saudável e rica em vegetais, frutas, legumes e grãos integrais.

Ou seja, deixar de comer carne e manter uma dieta rica em refrigerantes, frituras, massas, etc., pode fazer muito mal, mas isso também acontece se você comer todos esses alimentos e carne.

Para se beneficiar com todas as vantagens de uma dieta sem carne, o equilíbrio e bom planejamento alimentar é essencial para que você possa obter todas as vitaminas, minerais e nutrientes necessários para manter uma boa saúde.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já e perguntou se não comer carne faz mal? Conhece alguém que possa confirmar? Comente abaixo!

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8 Benefícios da Amora Branca – Para Que Serve e Propriedades

Amora branca

A amora branca é um fruto originário da China, mas foi introduzido nos Estados Unidos e em suas colônias. Ela é rica em diversos nutrientes, não apenas enquanto fruto, mas enquanto erva, graças às suas ricas folhas, oferecendo diversos benefícios ao organismo humano, mas que nem todos conhecem.

Abaixo, você poderá saber para que serve e quais são os principais benefícios da amora branca, que pode ser incorporada ao cardápio na versão in natura, em chá ou até mesmo em cápsula.

Uma das propriedades mais importantes encontradas na amor branca são os antioxidantes, que atuam no organismo humano prevenindo a ação dos radicais livres – que são capazes de desencadear uma série de complicações e doenças devido ao envelhecimento celular que provocam.

Além disso, as folhas da amoreira branca são muito comumente utilizadas na medicina alternativa chinesa, para tratar a saúde sanguínea e até mesmo o diabetes.

Caso esteja procurando pela versão mais conhecida da fruta, veja os benefícios da amora.

Benefícios da Amora Branca

Morus alba é o nome científico da amora branca, que cresce em árvores de tamanho mediano. Muitas culturas costumam utilizar o chá dessa fruta para tratar uma série de doenças devido às suas propriedades.

Vitamina C, ferro, magnésio e potássio são alguns dos nutrientes presentes em sua composição e que, ao serem ingeridos, ajudam certos órgãos e tecidos a desenvolverem uma performance adequada.

Veja alguns dos benefícios oferecidos pela amora branca:

1. Promove a saúde cardíaca

O fitoquímico ativo da amora branca é o resveratrol, que é encontrado também na uva e na pele de amendoins. Trata-se de uma substância responsável por melhorar a resistência do organismo e por agir como um anticoagulante.

Dessa maneira, a amora branca é uma fruta capaz de promover a saúde cardíaca e ajudar a diminuir as chances de complicações cardiovasculares se manifestarem.

2. Tratamento auxiliar na diabetes

Esse é um dos benefícios que não está apenas relacionado ao fruto, mas também às folhas da amoreira branca. Algumas das propriedades encontradas nessa erva são similares aos ativos encontrados nos remédios para tratamento de diabetes.

Após uma revisão literária feita com base em 4 estudos, constatou-se que o chá das folhas dessa planta reduziu a absorção de açúcar e carboidratos pelo organismo.

Consequentemente, há a diminuição de açúcar no sangue e de picos de insulina após refeições. Além disso, o mesmo efeito foi observado quando os voluntários consumiram o chá em jejum.

Isso ocorre porque a bebida, ao absorver as propriedades das folhas, melhora a sensibilidade à insulina e a tolerância à glicose. A nível celular, o chá foi capaz de diminuir os níveis de glicose, aumentando a produção de seu transportador GLUT4.

Endossando os resultados obtidos, ao observar estudos feitos com cerca de 400 pessoas com altos níveis de gordura no sangue, constatou-se que o consumo regular do chá de folha de amoreira branca diminui as chances de desenvolver diabetes tipo 2.

3. Diminui o colesterol

A amoreira branca foi submetida a testes utilizando-a como um tratamento natural para regular altos níveis de colesterol. Há uma forte relação entre colesterol alto e complicações cardiovasculares.

Uma pessoa que é diagnosticada com colesterol alto recebe a prescrição, como parte do tratamento, de praticar exercícios físicos, melhorar a dieta e, em alguns casos, administrar medicamentos.

Uma boa alimentação é importante e responsável por uma boa parte no sucesso do tratamento. Sendo assim, diversos estudos clínicos demonstraram que a ingestão de chá de folhas de amoreira branca reduz os níveis de colesterol em pacientes humanos. Isso é possível porque certas propriedades que compõem a planta reduzem o LDL (o colesterol ruim, como é conhecido), enquanto o HDL (colesterol bom) foi aumentado.

4. Melhora as funções cognitivas

Um estudo feito com 60 pessoas adultas constatou que consumir uma porção de chá de folha de amoreira branca diariamente foi capaz de melhorar algumas funções cognitivas, como a memória.

Ao submeter ratos a estudos com o mesmo extrato, evidenciou-se o aumento nos níveis de NGF – fator de crescimento nervoso, o que significa o aumento de tamanho das células cerebrais. Dessa forma, pôde-se observar que esses ratos tiveram suas capacidades de aprendizado e memória significativamente melhoradas.

5. Propriedades anti-inflamatórias

O resveratrol, um dos ativos da folha de amora branca, atua no organismo de forma anti-inflamatória. Isso quer dizer que diversas condições desencadeadas pela inflamação crônica podem ser atenuadas ao consumir o chá dessa erva, tais como obesidade, acnes e artrite.

Além disso, esse ativo inibe a ativação da via MEK/ERK, que, por sua vez, impede que os glóbulos brancos se acumulem nos tecidos e desencadeiem inflamação.

Estudos constataram que o extrato das folhas de amoreira branca reduziu a obesidade de ratos e a inflamação em suas células.

6. Propriedades antimicrobianas

As folhas de amoreira branca contêm vários flavonoides antimicrobianos, alcaloides e estilbenoides. Ao submeter ratos ao consumo desse extrato, relatou-se atividades antimicrobianas, surtindo efeitos significativos contra Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa, Candida albicans, Candida krusei, Candida tropicalis e Aspergillus flavus.

Além disso, as propriedades encontradas na casca da raiz dessa planta mostraram inibir o crescimento de bactérias que desencadeiam cáries e problemas gengivais. O estudo, no entanto, foi feito em tubos de ensaio e carece de mais estudos acerca desse assunto para se chegara um veredito assertivo.

7. Diminui as chances de desenvolvimento de câncer

Os radicais livres são substâncias que atuam no organismo ocasionando o envelhecimento celular, como mencionado acima. Células epiteliais e de demais órgãos podem ser prejudicadas quando não há o consumo adequado de vitamina C e demais antioxidantes para neutralizar seus efeitos.

Além disso, essas substâncias também podem estar relacionadas ao desenvolvimento de células cancerígenas. Dessa maneira, consumir frequentemente alimentos ricos em antioxidantes, como a amora branca, é algo que promove a saúde e ajuda a tornar uma pessoa menos suscetível ao desenvolvimento de câncer.

Em outros estudos envolvendo ratos, foi constatado que o extrato da folha de amoreira branca impediu que eles absorvessem um produto químico causador de câncer (NDEA) desenvolvessem a doença no fígado.

No entanto, é importante ressaltar que nenhuma terapia ou demais tratamento deve ser substituído pelo alimento. A fruta da amora branca, assim como os demais alimentos ricos em antioxidantes, pode ser consumida como tratamento auxiliar, e nunca em substituição.

8. Combate à fadiga

Estudiosos, ao realizarem uma pesquisa, isolaram o neurotransmissor GABA das folhas de amoreira branca e deram aos camundongos. Em seguida, notaram haver um significativo aumento na resistência durante a prática de exercícios físicos.

Além disso, houve a melhora em diversos indicadores biológicos de fadiga, tais como o glicogênio e os níveis hormonais.

Como consumir amora branca?

As pessoas podem ser beneficiadas tanto com o fruto da amoreira branca, quanto com suas folhas. É possível consumir a fruta in natura, recorrer aos chás ou até mesmo às versões em cápsula que podem ser encontradas em algumas farmácias e em lojas de produtos naturais.

– Chá de amoreira branca

De maneira geral, a maioria das propriedades terapêuticas da planta estão concentradas nas folhas. Para obter os benefícios proporcionados por elas, o chá pode ser feito utilizando 2 gramas de folha de amoreira branca em 200ml de água.

O preparo consiste na infusão das folhas na água por quinze minutos. Para garantir que as propriedades sejam eficazes, deve-se consumir, em média, três xícaras ao dia.

– Amora em pó

É possível encontrar amora branca em pó, algo muito cômodo e fácil de ser consumido.

Consumir 1 grama desse pó misturado em sucos, água ou até mesmo na comida, três vezes ao dia, é a frequência recomendada para combater os sintomas da diabetes e dos altos níveis de colesterol.

No entanto, o consumo é contraindicado a pessoas que tenham alergia a essa planta ou sofram de diarreia crônica.

Referências Adicionais:

Você já conhecia a fruta amora branca e os seus benefícios para a saúde? Pretende experimentar? Comente abaixo!

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Black Viper Funciona? Para Que Serve, Relatos, Efeitos Colaterais e Como Tomar

Black Viper

Veja a seguir para que serve o Black Viper, um termogênico que vem conquistando diversos adeptos, prometendo uma melhor performance durante o treino e, consequentemente, assegurando melhores resultados.

Embora haja diversos relatos apontando os benefícios e ganhos obtidos com o consumo desse suplemento, há a possibilidade de o indivíduo manifestar certos efeitos colaterais.

Para sanar essas questões, continue lendo e saiba mais sobre como o Black Viper funciona no seu organismo. Veja também mais dicas sobre suplementos termogênicos, como escolher e tomar.

O Que é Black Viper?

Black Viper é o nome que se dá a um suplemento termogênico que age acelerando o metabolismo e, dessa forma, melhorando o desempenho da queima de gordura.

O suplemento pode ser consumido visando uma melhor performance no treino, seja aeróbico, de musculação ou até mesmo em práticas esportivas, auxiliando na redução de gordura corporal graças à forma como o metabolismo é acelerado.

Quais são os componentes do Black Viper?

O Black Viper fornece benefícios ao organismo graças aos elementos que o compõem. A mistura dessas substâncias assegura que um desempenho melhor seja alcançado durante a prática física.

Conheça os componentes do produto e como eles atuam no organismo:

1. Casca de Salgueiro Branco

Essa é uma erva que contém salicina, que, por sua vez, atua como uma aspirina natural, mas sem ocasionar problemas e desconfortos estomacais.

Dessa maneira, essa substância auxilia na redução de inflamação dos tecidos e órgãos. Atuando em conjunto com os outros componentes, ajuda a acelerar o emagrecimento.

No Black Viper, a concentração de salicina é de 10%, oriunda da casca de salgueiro branco, ou White Willow Bark Extract, como também é chamado.

2. Cafeína

Quando a cafeína é ingerida, ela atua no organismo como um estimulante, aumentando os níveis de epinefrina, serotonina e dopamina, importantes hormônios presentes no corpo humano.

De maneira geral, a cafeína é responsável por dar mais disposição e energia e reduzindo a fadiga de quem a consome.

Consequentemente, essa substância irá influenciar positivamente sobre o metabolismo, proporcionando uma queima lipídica mais eficiente. Aliar o consumo da cafeína encontrada no produto à prática de atividades físicas é capaz de melhorar consideravelmente os resultados. Além disso, a cafeína oferece benefícios à saúde mental.

3. Extrato de Ephedra

A ephedra é um extrato que atua no organismo humano favorecendo a queima lipídica e melhorando o desempenho físico. Além disso, essa substância auxilia na redução de apetite, o que favorece o processo de emagrecimento.

A efedrina é uma das principais substâncias encontradas na ephedra. Essa substância é um beta-adrenérgico. Ou seja, trata-se de um componente capaz de elevar a frequência cardíaca e térmica, o que favorece a queima de gordura.

No entanto, pelo fato de a substância elevar não apenas a frequência cardíaca, mas também o funcionamento pulmonar e estimular o sistema nervoso, alguns países proibiram a comercialização dessa substância, pois pode desencadear certos efeitos colaterais.

O Black Viper contém uma quantidade de 75miligramas de ephedra em sua composição.

4. L-Carnitina

L-Carnitina é algo que é produzido no organismo a partir da metionina e lisina, dois aminoácidos que, quando entram em ação, ajudam no transporte de ácidos graxos até as mitocôndrias, no interior das células, por meio das membranas.

Isso faz com esses ácidos sejam utilizados como fonte de energia, corroborando para o desempenho de quem treina.

Certos estudos vêm associando a L-Carnitina à preservação da massa muscular, evitando que ocorra o catabolismo, ou seja, quando o músculo é utilizado como fonte de energia, impedindo a hipertrofia.

5. CLA – Ácido Linoleico Conjugado

O CLA é uma outra substância presente no Black Viper que auxilia na performance física, sobretudo em exercícios de resistência, como musculação, pois aumenta a força muscular.

Além disso, segundo alguns estudos, o CLA ajuda a elevar a sensação de saciedade e fazer com que o metabolismo acelere. Esse elemento também é capaz de melhorar a sistema imunológico, além de ser uma substância responsável por ajudar a manter os níveis de colesterol estáveis.

6. Ácido Alfa Lipoico

Esse ácido, ao ser absorvido pelo organismo, atua como antioxidante. Isso faz com que ocorra a redução da gordura nos tecidos adiposos, bem como o bloqueio dos efeitos dos radicais livres. Esses, por sua vez, promovem a oxidação das células, acelerando o envelhecimento da pele, por exemplo, e prejudicando o funcionamento de certos órgãos. Além disso, quando os efeitos dos radicais livres não são controlados adequadamente, células cancerígenas podem se instaurar.

Dessa maneira, esse ácido atua não apenas promovendo a melhora na perda de gordura, mas melhorando a saúde do organismo.

Cabe aos ácidos alfa lipoicos fazer com que as calorias consumidas sejam convertidas em energia.

7. Higenamina

Essa substância atua no organismo estimulando a atividade de enzimas que ajudam na queima de gordura. Além disso, a Higenamina ajuda no controle do tônus muscular, bem como do fluxo sanguíneo.

Estudos recentes apontam que essa substância é rapidamente absorvida pelo corpo e atinge níveis máximos após 10 minutos em contato com o organismo.

8. Sulbutiamina

A sulbutiamina é uma substância sintética criada para atuar no organismo de forma semelhante à vitamina B1, também conhecida como tiamina. No entanto, ao contrário da versão natural, esse elemento não é solúvel em água, mas em gordura.

A substância tem como finalidade combater a fadiga, a fraqueza e promover a melhora no desempenho físico.

Além disso, estudos recentes vêm associando o consumo dessa substância a melhoras no sistema neural, oferecendo benefícios à capacidade cognitiva, como memória e concentração. No entanto, esse campo requer mais estudos para que possam ser vinculados, efetivamente, aos resultados no campo cerebral.

9. 5-HTP

5-HTP é o apelido que se dá à substância hidroxitriptofano. A principal função desse elemento é promover a sensação de saciedade, ajudando você a comer menos e, consequentemente, reduzir medidas.

Quando uma pessoa está em processo de perda de peso, a produção de hormônios que fazem sentir fome aumenta. Isso pode tornar os resultados a longo prazo insustentáveis.

Dessa maneira, cabe ao 5-HTP neutralizar o efeito desses hormônios e assegurar que os ganhos físicos se mantenham estáveis mesmo depois dos meses iniciais.

Além disso, alguns estudos sugerem que o uso dessa substância pode melhorar a saúde mental, elevando a produção de serotonina, por exemplo.

10. Coleus Forskohlii

Coleus Forskohlii é o nome dado a uma planta utilizada há milênios na medicina Ayurveda que auxilia na redução de inflamações e retenção de líquido. Sendo assim, trata-se de uma substância que ajuda a desinchar, emagrecer e a promover a manutenção de massa magra.

Esse extrato promove a ativação da enzima adenilciclase, que resultará também em um desempenho melhor da função tireoide. A grande vantagem desse elemento do black Viper é que ele é seguro e não promove efeitos colaterais.

11. Ioimbina

A capacidade da Ioimbina de bloquear os receptores alfa-2 adrenérgicos localizados nas células adiposas, como na região abdominal, flancos e costas, onde elas costumam estar ais concentradas, ajuda a promover o aumento da perda de gordura. Além disso, a ioimbina (ou yohimbe) também é utilizada para tratamentos de disfunção erétil.

Possíveis efeitos colaterais

É imprescindível ressaltar que as pessoas que estiverem fazendo efeito do Black Viper devem se abster de outros tipos de estimulante, devido à sua potência, como refrigerantes, cafés, bebidas energéticas e demais suplementos para treino.

Alguns dos efeitos colaterais que podem desencadear em quem o consome são:

  • Insônia;
  • Dor de cabeça;
  • Agressividade;
  • Tremor muscular;
  • Tontura;
  • Ansiedade;
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Taquicardia;
  • Alteração na pressão.

Como pôde ser percebido, alguns dos possíveis efeitos colaterais são sérios e, portanto, pessoas que sofrem com diabetes, hipotensão, hipertensão, problemas cardiovasculares, fazem uso de antidepressivos, problemas renais ou nos fígados, gestantes, idosos e crianças não devem consumir o produto.

Relatos

De acordo com relatos de quem consome o produto, a perda de gordura ocorre muito mais rapidamente.

Em um dos casos expostos, um adepto do Black Viper apontou que passou de 22% de gordura no corpo para 3,5% em três meses, ganhando 5kg, ou seja, além da queima lipídica, houve um ganho consistente de massa magra.

Essa mesma pessoa, no entanto, aponta que reduziu consideravelmente o consumo de carboidrato, açúcar, gordura e sódio, tendo aumentado a ingestão de proteína.

Existem outros relatos na internet que mostram que o Black Viper funciona para muitas pessoas, mas para ter certeza de que ele é a melhor escolha para você, não deixe de consultar seu médico e/ou nutricionista antes de decidir por tomá-lo como suplemento.

Referências Adicionais:

Você conhece alguém que tenha tomado e afirme que o suplemento Black Viper funciona? Tem vontade de experimentar? Comente abaixo!

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