8 doenças que causam cansaço excessivo e sono

O cansaço excessivo geralmente indica falta de tempo para descansar, mas também pode ser um sinal de algumas doenças como anemia, diabetes, alterações da tireoide ou até mesmo depressão.
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Quais são os remédios para tratar as Doenças da Tireoide

Medicamentos como a levotiroxina, propiltiouracil ou metimazol, são usados no tratamento de desordens da tireoide, pois ajudam a regular o funcionamento desta glândula.
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5 Malefícios do Celular Comprovados pela Ciência

Você provavelmente já deve ter ouvido falar dos malefícios do celular para a saúde, ou que isso não é verdade. Entenda de uma vez o que a ciência fala sobre esses aparelhos e como isso afeta a sua saúde.

Alguma vez você já parou para ler o manual do seu telefone celular? Todos eles dizem para você não segurar o aparelho próximo ao ouvido, mas você faz isso?

Existem preocupações tanto da área científica como da mídia a respeito de que o uso do telefone celular está ligado a doenças.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) pediram cautela no uso do telefone celular por causa da “questão não resolvida do câncer”, porém eles removeram essa declaração rapidamente do site.

Críticos assumem que isso ocorreu por causa da pressão política das empresas de telefonia celular e atualmente o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) diz que são necessárias mais pesquisas sobre este assunto uma vez que “não há evidências científicas que forneçam uma resposta definitiva” mas será que isso é verdade?

Veja agora quais são os 5 Malefícios do Celular Comprovados pela Ciência.

1. Radiação do celular danifica DNA

De acordo com um estudo de laboratório realizado na Europa, a radiação dos telefones celulares prejudica o DNA das células humanas.

Embora os pesquisadores enfatizem que são necessários estudos mais extensos sobre este assunto, eles recomendam que os usuários desses aparelhos sejam cautelosos.

O estudo intitulado de REFLEX foi um projeto de quatro anos realizado por doze grupos de pesquisas em sete países europeus. “Encontramos um mecanismo que pode causar doenças crônicas”, concluiu o líder do estudo Franz Adlkofer da Verun – organização de pesquisa sediada em Munique, Alemanha.

A equipe descobriu que níveis de radiação equivalentes aos do celular provocam quebras em cadeias individuais de DNA em uma variedade de células humanas. Esses tipos de danos têm sido associados ao câncer.

O nível de lesão aumentou com a intensidade da radiação e o tempo de exposição.

Os pesquisadores também viram indícios mas não evidências conclusivas de outras alterações celulares, incluindo danos aos cromossomos, alterações na atividade de certos genes e um aumento na taxa de divisão celular.

Dúvida indiscutível

Os efeitos prejudiciais ocorreram quando as células foram expostas a radiação eletromagnéticas de intensidades entre 0,3 e 2 watts por quilograma.

Esses valores se sobrepõe ao nível de radiação normalmente emitida pelos celulares que fica em torno de 0,2 a 1 watt por quilograma.

Adlkofer reconhece que o trabalho, bem como estudos anteriores que mostram danos causados pela radiação do telefone celular, provavelmente será criticado, mas ele diz:

“Vi experimentos realizados 100 vezes em vários laboratórios. Para mim não há dúvidas de que causa danos ao DNA sob certas condições”.

Adlkofer diz que outros grupos de pesquisa podem ter perdido alguns resultados de danos equivalentes em seus estudos porque expuseram as células à radiação por um período muito curto ou usaram tipos de células de laboratório resistentes a danos.

Com base nesses dados, Aldkofer diz que são necessários estudos mais extensos para testar se a radiação do telefone celular danifica o DNA das pessoas e se está relacionada à doença.

Ele diz: “Peço à indústria e ao governo que avancem nisso o mais rápido possível”.

2. Telefone celular pode causar risco de câncer

Pesquisadores realizaram vários tipos de estudos epidemiológicos em humanos para investigar a possibilidade de uma relação entre o uso de telefones celulares e o risco de tumores cerebrais malignos (cancerígenos), como gliomas bem como os benignos (não cancerígenos) como por exemplo:

  • Neuroma acústico (tumores nas células do nervo responsável pela audição também conhecido como schwannomas vestibulares).
  • Meningiomas (geralmente tumores benignos nas membranas que cobrem e protegem o cérebro e a medula espinhal).
  • Tumores da glândula parótida (tumores nas glândulas salivares).

Em um tipo de estudo chamado estudo de controle de caso, o uso do telefone celular é comparado entre pessoas com esses tipos de tumores e pessoas sem eles.

Em um tipo de estudo chamado estudo de coorte, um grande grupo de pessoas que não tinham câncer no começo do estudo foi acompanhado ao longo do tempo e a taxa desses tumores em pessoas que usaram e não usaram telefones celulares é comparada.

Os dados de incidência de câncer também podem ser analisados ao longo do tempo para verificar se as taxas de tumores cerebrais mudaram em grandes populações durante o período em que o uso do celular aumentou dramaticamente.

Esses estudos não mostraram evidências claras de uma relação entre o uso de telefones celulares e o câncer, no entanto os pesquisadores relataram algumas associações estatisticamente significativas para certos subgrupos de pessoas.

O que as associações dizem a respeito do risco de câncer causado pelo uso do celular

Em 2011, a Agência Internacional de Pesquisa sobre Isenção de Existência de Câncer (IARC), componente da OMS – Organização Mundial da Saúde, nomeou um grupo de trabalho especializado para revisar todas as evidências disponíveis sobre o uso de telefones celulares.

Como resultado, esse grupo de trabalho classificou o uso do celular como “possivelmente carcinogênico para humanos”, com base em evidências limitadas de estudos em humanos, evidências limitadas em estudos de radiação por radiofrequência e câncer em roedores e evidências inconsistentes em estudos de mecanismos.

O Termo de Isenção da Sociedade Americana de Câncer declarou que a classificação da IARC significa que poderia haver algum risco de câncer associado à radiação por radiofrequência, porém mais pesquisas são necessárias.

Em 2018, a mesma associação emitiu uma declaração sobre os relatórios preliminares indicando que as descobertas ainda eram inconclusivas e que até o momento não havia sido visto um maior risco de câncer nas pessoas, mas que as que estivessem preocupadas deveriam usar fone de ouvido ao falar usando o aparelho.

O grande problema, é que o uso frequente do telefone celular é um fenômeno relativamente recente, e como o câncer leva geralmente de 10 a 20 anos para se desenvolver, serão necessários anos para que as pesquisas concluam se esses aparelhos causam ou não câncer.

Além do que, os riscos a longo prazo do uso dos celulares podem ser muito maiores para crianças do que para os adultos.

3. Efeitos neurológicos

Os efeitos neurológicos também estão entre os malefícios do celular já que pesquisas descobriram evidências de que o uso desse aparelho pode alterar as ondas cerebrais.

Um outro estudo mais recente que foi publicado em 2018 encontrou um vínculo entre o uso de telefones celulares e os efeitos adversos na retenção de memória dos jovens.

Pesquisadores suíços estudaram 700 adolescentes com idades entre 12 e 17 anos rastreando os seus hábitos telefônicos e fazendo com que eles concluíssem testes de memórias.

Ao longo de um ano, os participantes tiveram que preencher um questionário sobre seus hábitos de telefonia celular além de responder perguntas sobre sua saúde física e psicológica e completaram uma série de testes cognitivos computadorizados.

Este estudo que foi publicado na Environmental Health Perspectives descobriu que um ano de exposição (chamadas telefônicas) à radiação do celular pode ter um efeito negativo no desenvolvimento do desempenho da memória em regiões específicas do cérebro em adolescentes.

“Basicamente, o que vimos foi quanto maior a absorção de radiação (pelo cérebro), maior a probabilidade de o desenvolvimento da memória em um ano não ser tão bom quanto aqueles que não absorviam tanto”, disse Röösli.

Os pesquisadores também enfatizaram que mais pesquisas precisam ser feitas para descartar fatores como por exemplo, a puberdade, que podem afetar o uso e a cognição do telefone celular.

4. Efeito do celular na fertilidade masculina e qualidade do esperma

É impossível imaginar um homem moderno que não usa aparelhos celulares, porém o efeito da radiação do celular na fertilidade masculina é objeto de interesse e pesquisas.

Um estudo realizado na Ucrânia pesquisou a influência direta in vitro da radiação do celular na fragmentação do DNA espermático e nos parâmetros de motilidade em indivíduos saudáveis com normozooespermia.

Como conclusão eles disseram que a exposição prolongada do sêmen ao telefone celular leva a uma diminuição significativa no número de espermatozoides com movimento progressivo e a um aumento naqueles com movimentos não progressivos.

A exposição direta prolongada ao telefone celular pode causar a fragmentação do DNA espermático e é recomendado para os homens que se preparam para a paternidade, especialmente aqueles com problemas de fertilidade evitar deixar o celular no bolso da calça por longos períodos.

5. Vício em celular

Um vício é um tipo de hábito descontrolado e insalubre, e que “certas pessoas podem ser viciadas em comportamentos” segundo James Rooberts, professor de marketing na Universidade Baylor em Waco, Texas e principal autor do estudo publicado no Journal of Behavioral Addictions.

Segundo o especialista, alguns usuários de telefones celulares apresentam os mesmos sintomas de uma pessoa drogada, e usam o aparelho para melhorar o humor.

Já para outras pessoas, perder um celular ou ficar sem bateria pode causar ansiedade ou pânico, como se estivem sofrendo com a abstinência de uma droga.

O uso excessivo do celular pode interferir nas atividades normais ou causar conflitos com a família e outras pessoas, acrescenta James. E mesmo com todos esses problemas sociais, elas podem ser incapazes de parar por contra própria.

Celular e ansiedade

Em novembro de 2017 o MIT – Instituto de Tecnologia de Massachussets publicou um experimento onde professores de duas escolas de negócios na Itália e na França fizeram com que seus alunos não usassem seus smartphones por um dia como uma exigência do curso.

A maioria dos estudantes sentiu algum grau de ansiedade. Eles não sabiam o que fazer com o seu tempo extra.

Eles também observaram com que frequência as pessoas que tinham os aparelhos os checavam, e um aluno apontou que seu amigo checou seu celular quatro vezes em um período de 10 minutos, e que era provavelmente como eles se comportavam em um dia típico.

Um estudo anterior nos EUA também fez com que os jovens parassem de usar seus celulares e descobriu que eles tinham desempenho pior em tarefas mentais quando estavam em “abstinência” e sentiam sintomas fisiológicos, como aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial além de uma sensação de perda.

A realidade é que especialmente no caso de pessoas mais jovens, o uso do celular pode ser um grande problema. Um estudo analisou o aumento da depressão do suicídio em adolescentes nos últimos anos.

Vício em celular e suicídio

O CDC – Centro de Controle de Doenças observou um aumento nas taxas de ambos ao longo dos anos de 2010 e 2015 e descobriram que as meninas estavam particularmente em risco: a taxa de suicídio aumentou 65% nesses cinco anos e o número de meninas com depressão severa aumento 58%.

Embora seja apenas uma correlação, a equipe encontrou uma relação estreita entre problemas de saúde mental e o aumento nas atividades em frente a “tela”.

Cerca de 48% das pessoas que passavam cinco ou mais horas por dia em seus telefones, o que é considerado um tempo bastante longo, havia pensado em suicídio ou feito planos para cometê-lo contra 28% daqueles que passavam uma hora por dia em seus telefones.

Nenhuma outra variável como questões financeiras, trabalhos ou pressão escolar poderia explicar o aumento dos problemas de saúde mental ao longo desse tempo.

Curiosamente, os adolescentes que passavam mais tempo praticando esportes, fazendo lição de casa, socializando com amigos na vida real e indo à igreja tinham um risco menor de depressão e suicídio.

Efeito do vício em celular no cérebro

Outro estudo apresentado na conferência Radiological Society of North America em 2017 analisou os cérebros de adolescentes que se enquadravam-na categoria de dependência de celulares ou internet.

Os autores encontraram algumas diferenças na química dos circuitos de recompensa do cérebro, particularmente na proporção do neurotransmissor GABA para outros neurotransmissores.

Curiosamente quando os adolescentes passaram pela terapia comportamental cognitiva (TCC) devido ao vício, a química do cérebro mudava e parecia mais com um controle contra um vício.

Estudos anteriores também analisaram a atividade nos circuitos de dependência do cérebro dos adolescentes quando estão interagindo com as redes sociais e descobriram que as células de uma dessas áreas, o núcleo accumbens, foram ativadas quando os participantes viram as fotos do Instagram com mais “curtidas”.

Mudança de comportamento

Embora mais pesquisas sejam necessárias, os especialistas dizem que os efeitos da radiação podem ser minimizados ao usar o aparelho do lado esquerdo da cabeça – especialmente quando a qualidade da rede for muito baixa.

Curiosamente os pesquisadores suíços descobriram que a função da memória do cérebro era mais vulnerável ao impacto negativo da radiação quando o telefone era segurado no lado direito da cabeça, onde estão localizadas as áreas do cérebro relacionadas à memória.

Os cientistas reconhecem que a maioria das pessoas não vão parar de usar os seus telefones celulares, porém, para evitar os riscos à saúde eles recomendam:

  • Limite a duração das suas ligações.
  • Mantenha-o longe do seu ouvido.
  • Limite o número de chamadas que faz.
  • Use o dispositivos viva-voz
  • Use fones de ouvido com fio para celular ou sem fio como Bluetooth.
  • Verifique quanta radiação o seu telefone emite observando a SAR (taxa de absorção específica) que é uma medida da quantidade de radiação pelo seu corpo. Ao comprar um novo aparelho, tente selecionar um com um SAR mais baixos.
  • Evite carregar o telefone no bolso, cinto ou qualquer lugar próximo ao corpo pois eles emitem radiação mesmo quando não estão em uso.
  • Limite o seu uso em áreas onde o sinal seja ruim, pois mais radiação é emitida quando você está longe de uma torre de celular.
  • Mande mensagens de texto em vez de ligar.

Embora muitos outros efeitos do celular para a saúde estejam sendo estudados, esses são os 4 principais malefícios do celular comprovado pela ciência, por isso, você pode seguir essas recomendações para evitar correr o risco de sofrer com algum deles.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia os 5 malefícios do celular comprovados pela ciência? Pretende repensar seu uso diário? Comente abaixo!

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L-Carnitina Antes de Dormir Emagrece? Faz Bem ou Faz Mal?

Conhecida por oferecer vários benefícios para a saúde, muitos debatem sobre os efeitos da l-carnitina antes de dormir, incluindo os seus possíveis efeitos para emagrecer, se faz bem ou faz mal e etc.

Abaixo, você obterá respostas para essas dúvidas para poder usufruir melhor deste suplemento.

Emagrecer e ficar em forma é um processo que exige muito esforço, dedicação e determinação.

Para isso, você precisa ingerir menos calorias do que queima e também precisa construir músculos com exercícios de força além de fazer exercícios cardiovasculares que fazem com que o coração dispare e o sangue flua.

Se você estiver tomando todas as medidas corretas para entrar em forma, incluir um suplemento correto em sua rotina é uma maneira de acelerara sua queima de gordura e obter melhores resultados.

Entre eles, estão os suplementos de L-carnitna que são conhecidos por ajudar a emagrecer além de proporcionar mais força entre vários outros benefícios que vem sendo estudado cada vez mais.

Pode ser dizer que a L-carnitina é o ingrediente mais comum presente nos queimadores de gordura e nos suplementos pré-treino além de ser conhecido por melhorar o metabolismo geral do corpo e reduzir a fadiga e depressão.

O que é L-Carnitina

A L- carnitina tem uma estrutura química semelhante aos aminoácidos e quimicamente é classificada como um aminoácido, porém ela tem uma função mais semelhante ao de uma vitamina.

Na década de 1950, quando foi estudada pela primeira vez era conhecida como vitamina BT.

A L-carnitina é formada no fígado e nos rins a partir dos aminoácidos lisina e metionina, no entanto, é armazenada em outras partes do corpo, principalmente nos músculos (incluindo o coração), no cérebro e até nos espermatozoides.

Na dieta, ela provém principalmente da carne e de outros produtos de origem animal, e embora você a possa obter de alguns produtos vegetais, como a soja e o abacate, a carne é a melhor fonte, e quanto mais vermelha melhor.

A carnitina existe em duas formas, a D-carnitina e a L-carnitina. A forma L é a mais encontrada na natureza e é biologicamente ativa.

Diferentes tipos de carnitina

Nos rótulos costuma vir listada como L-carnitina, L-tartarato ou Propionil-L-carnitina. Eles são todos semelhantes e igualmente eficazes. Por outro lado, a forma D é biologicamente inativa e não é vendida como um suplemento.

A acetil L-carnitina, também conhecida como acetilcarnitina ou ALCAR é outra forma popular de carnitina que pode ser encontrada em todo o sistema nervoso central, onde desempenha um papel na produção d energia e produz um importante neurotransmissor, a acetilcolina.

O grupo acetil ligado à molécula de carnitina aumenta a sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica e entrar no cérebro, onde atua como um poderoso antioxidantes.

Por esse motivo, algumas pesquisas sugerem que a aceil L-carnitina pode fornecer ações protetoras contra processos de envelhecimento e neurodegeneração.

Suplemento L-Carnitina

A carnitina desempenha um papel vital no transporte de ácidos graxos (gordura) para as mitocôndrias das células onde são queimadas por energia.

Pesquisas demonstraram que quanto mais carnitina nos músculos, mais gordura será queimada como fonte de energia durante o exercício.

Quando você toma o suplemento de l-carnitina e ele atinge a sua corrente sanguínea ele começa a funcionar imediatamente, quebrando as células de gordura que são armazenadas em seu corpo e move-as por ele.

Basicamente, ela está preparando energia para você usar, o que significa que logo após tomar o suplemento você terá um suprimento de energia pronto para uso.

L-Carnitina Antes de dormir

O que muitas pessoas se perguntam é se L-carnitina antes de dormir emagrece, se isso faz bem ou se faz mal.

Como você pode ver, embora este aminoácido não seja considerado um estimulando, por funcionar queimando gordura algumas pessoas podem sentir um bom aumento em sua quantidade de energia o que pode dificultar o sono.

Pesquisas estão demonstrando alguns benefícios interessantes da L-Carnitina para pessoas que têm problemas de sono, como por exemplo melhorar o estado de alerta diurno em pessoas com narcolepsia que é caracterizada por sonolência excessiva durante o dia.

Já outras pesquisas vêm demonstrando que a ALCAR melhora a qualidade do sono e reduz a fadiga mental e física em idosos bem como em pessoas com condições muito variadas, incluindo esclerose múltipla, diabetes, câncer e pessoas que estão passando por tratamentos de hemodiálises.

Também foi demonstrado que ela evita o comprometimento da memória causado pela privação do sono e atualmente está sendo pesquisada para obter benefícios adicionais em pessoas saudáveis, mas com privação de sono.

Sendo assim, tomar l-carnita antes de dormir faz mal para algumas pessoas pois pode fazer com que elas se sintam mais alertas e tenham problemas para “pegar no sono”.

Melhor momento para tomar L-carnitina para emagrecer

Muitos especialistas dizem que você pode tomar o suplemento de l-carnitina antes ou depois do treino e obter os mesmos benefícios, porém, tomar antes do treino pode fazer com que você se sinta com mais energia e força.

Como este suplemento não demora muito para começar a “funcionar”, cerca de 30 a 45 minutos, você pode tomar cerca de meia hora antes de ir treinar.

Também não é recomendado consumir antes de se alimentar, pois isso irá fornecer um monte de energia que não irá usar quando estiver se alimentando, além de poder fazer com que se sinta inquieto e impaciente podendo agitar o seu estômago.

Se você está no meio do treino e se esqueceu de tomar o suplemento, ainda pode toma-lo. Lembre-se que ele começa a agir muito rapidamente, então não irá precisar esperar muito tempo para que ele entre em ação e comece a fornecer energia para você malhar.

Como dito anteriormente, tomar l-carnitina antes de dormir não é uma boa ideia, o ideal é tomar sempre que estiver preparado para queimar energia.

É por esta mesma razão que se você tem um emprego onde passar a maior parte do tempo sentado, onde realiza pouca atividade física, tomar este suplemento antes de ir trabalhar não é uma boa ideia.

Tome l-carnitina quando puder queimar toda essa energia e fornecer ao seu corpo o que ele precisa quando o suplemento bombear na corrente sanguínea.

Como tomar l-carnitina

Estudos recentes mostraram que os níveis de insulina devem estar bastante altos para que as quantidades adequadas de l-carnitina entrem nas células musculares onde realizam a maior parte do seu trabalho.

Por outro lado, a l-carnitina aumenta as ações da insulina nas células musculares, ajudando a fornecer mais glicose para essas células além de mais l-carnitina.

Em uma pesquisa, a combinação deste aminoácido com carboidratos impediu um aumento de 18% no acúmulo de gordura corporal que está associado à ingestão apenas de suplementação de carboidratos em jovens saudáveis do sexo masculino.

Estudos observaram que quando esse suplemento é ingerido com 80g de carboidratos, tem efeitos positivos, pois há um aumento de 20% no conteúdo de carnitina muscular em 12 semanas de suplementação.

Tomar este suplemento com uma quantidade razoável de carboidratos de ação rápida pode ser mais benéfico, pois a insulina estimula o seu transporte no músculo esquelético.

Embora apenas 1 grama de l-carnitina possa ser eficaz, sua melhor aposta é entre 2 e 3 gramas por dose para obter o seu máximo benefício juntamente com pelo menos 30 a 40 gramas de carboidratos e 20 gramas de proteína, de preferência com uma refeição.

Se você estiver tomando com o estômago vazio, não é recomendado tomar mais de 500 mg.

Este suplemento pode ser um grande aliado na perda de peso principalmente se você pratica exercícios físicos, mas tomar l-carnitina antes de dormir não é o mais aconselhável.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já ouviu falar que L-Cartina antes de dormir emagrece? Conhece alguém que possa confirmar? Comente abaixo!

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Centella Asiática em Creme – Benefícios e Como Usar

A centella asiática em creme está cada vez mais popular no Brasil. Conheça seus benefícios, o que a ciência fala sobre ela e dicas de especialistas sobre como usar.

Também conhecida como gotu kola, brahmi ou folha de pá, a centella asiática é uma planta que em vários países asiáticos vem sido usada há séculos para o tratamento de beleza.

Muitas vezes chamada apenas de Centella, esta planta é rica em aminoácidos, ácidos graxos, beta-caroteno e numerosos potentes fitoquímicos.

A centelha asiática apresenta diversos benefícios para a saúde, estudados pela ciência, e é utilizada desde creme destinado à beleza, cremes para varizes, produtos para emagrecer entre vários outros.

Isso acontece porque foi encontrado nesta planta extratos para acalmar inflamação, estimular o crescimento de novas células, acelerar a cicatrização de feridas e criar colágeno.

Ultimamente, graças a várias pesquisas que foram realizadas a respeito das suas propriedades de cura e rejuvenescedoras da pele, a centella asiática em creme tem aparecido como ingrediente em uma série de novos tratamentos.

Centella e seu longo histórico medicinal

Poucas plantas medicinais têm uma história tão longa quanto a da centella. Há evidências de que ela foi usada inclusive pelo homem pré-histórico.

Conhecida na medicina chinesa como gotu kola, ela está listada entre os “elixires milagrosos da vida” e é mencionada nas lendas como a erva que ajudou um famoso sábio a viver mais de 200 anos.

Na Índia, ela possui vários nomes, como jalbrahmi, mandukparni ou brahmi, mas não confunda bacopa monnieri, outra planta ayuvédica também chamada pelo nome de brahmi.

Muito importante na medicina ayuvédica há milhares de anos, ela é usada para tratar feridas infectadas, eczema, sífilis, lúpus, psoríase e distúrbios femininos.

Na França ela foi identificada e aceita pela primeira vez como agente farmacêutico nos anos 1800 devido ao seu uso no tratamento de problemas femininos, incluindo a infertilidade, além de diarreia e disenteria, enquanto que medicina grega e inglesa foi considerada um útil remédio contra hanseníase.

Tomada via oral era usada para tratar distúrbios da pele como eczema, dermatite, lúpus, abcessos, hematomas, loucura, esclerodermia, picadas de cobra, diarreia infantil, fraturas, epilepsia, condições reumáticas, uretrite, asma, hematêse, bronquite, anemia, nefrite, furunculose e dor de dente.

Na Tailândia, a centella é uma bebida considerada um tônico para a saúde que faz o relógio voltar no tempo.

O que diz a ciência

Pesquisas realizadas em camundongos descobriram que a centella asiática pode ajudar a acelerar o processo de cicatrização de feridas, particularmente na fase em que o colágeno é necessário para fechar a ferida.

Em um outro estudo publicado no International Journal of Molecular Sciences, os pesquisadores descobriram que a centella asiática era eficaz na redução da inflamação em um modelo de eczema em ratos (dermatite atópica).

Evan Rieder, professor assistente do departamento de dermatologia Ronald O. Perelman da Universidade de Nova York Lagone Health disse que existem alguns dados em humanos, embora sejam limitados.

Uma publicação do Indian Journal of Medicine chama essa planta de “erva com potencial para curar tudo”, enquanto um resumo de pesquisa publicado na Phytomedicine diz que “a Centella asiática foi submetida a extensas investigações experimentais e clínicas”.

Recentemente, os pesquisadores que investigaram como a centella asiática cura feridas identificaram produtos químicos vegetais específicos chamados saponinas triterpenóides que demonstraram ajudar a curar feridas aumentando os antioxidantes e o suprimento sanguíneo para a área e fortalecendo a pele.

Também há boas evidências de que ela pode ajudar a reparar as veias. Pesquisas recentes mostram que ela é capaz de penetrar na pele o suficiente para ser utilizada com eficácia.

Os cientistas estão experimentando a aplicação desta erva para tratar psoríase, queimaduras, prevenir cicatrizes e diminuir estrias.

De fato, as habilidades da centella de aumentar a circulação são tão poderosas que têm sido usadas como um tratamento eficaz para diversos tratamentos ligados à pele, inclusive celulite ao encolher os tecidos conjuntivos que ligam as células de gordura sob a pele.

Benefícios da Centella Asiática em Creme

De acordo com uma revisão realizada de 63 estudos, os benefícios da centella asiática em creme são:

  • Melhora celulite e estrias.
  • Protege as veias após a trombose venosa profunda (TVP).
  • Trata queimaduras.
  • Repara a pele e os vasos sanguíneos.
  • Protege a elastina e o ácido hialurônico da quebra protegendo a elasticidade, a saúde e a hidratação da pele.
  • Faz com que pessoas diabéticas evitem os estágios clínicos da doença venosa.
  • Trata a inflamação do tecido adiposo.
  • Acelera a cicatrização de feridas.
  • Protege as paredes dos vasos sanguíneos e repara os capilares com vazamentos melhorando a retenção de água.
  • Combate a glicação.
  • Aumenta a produção de fibronectina, colágeno tipo I, colágeno tipo III e estimula a proliferação de fibroblastos, proporcionando uma pele e tecido conjuntivo mais firme.
  • Tem propriedades anti-inflamatórias.
  • Previne o vitiligo protegendo as células da melanina dos danos oxidativos.
  • Melhora a insuficiência venosa crônica (IVC), hipertensão venosa, linfedema, hemorroidas, varizes e flebite.
  • Reduz o ressecamento da pele.
  • Estabiliza a placa arterial e previne a aterisclerose.
  • Melhora a função da barreira protetora da pele aumentando a hidratação da pele.
  • Previne e trata a fibrose.
  • Combate as rugas e o envelhecimento da pele devido a essas ações combinadas em elastina, colágeno e ácido hialurônico.
  • Previne cicatrizes hipertróficas e queloides.
  • Protege contra danos causados pelo sol.
  • Aumenta a oxigenação do tecido da perna, remoção de dióxido de carbono dos tecidos e reduz o inchaço / edema do tornozelo, peso da perna, dor, coceira, inchaço, cãibras, inquietação e cansaço.
  • Estimula a lipólise melhor do que a cafeína.
  • Trata a hiperpigmentação

Como usar centella asiática em creme

A maneira ideal de como usar centella asiática em creme irá depender do creme que escolher e para que você o está utilizando.

Como a centella asiática é rica em antioxidantes e possui propriedades calmantes e reparadoras, Rhonda Q. Klein, dermatologista certificada pelo Conselho de Dermatologia de Connecticut, geralmente recomenda a aplicação do creme pela manhã ou duas vezes ao dia após a limpeza da pele.

A dermatologista alerta para que você preste atenção pois alguns cremes desta erva também contêm retinol, substância que o torna mais sensível ao sol, por isso, se você comprar um que contenha essa substância, use-o apenas durante a noite.

David Lortscher, dermatologista certificado e CEO da Curology alerta para que se a sua pele tem tendências a acne, o ideal é conversar com o seu dermatologista antes de começar a usar o creme para garantir que o que você irá utilizar não tenha ingredientes que obstruam os poros.

Use de maneira correta a centella asiática em creme e verá os resultados em sua pele e saúde.

Fontes e Referências Adicionais:

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