Luxação do quadril: o que é, sintomas e tratamento

A luxação do quadril acontece quando a articulação do quadril fica fora do lugar correto e, embora não seja um problema muito comum, é considerada uma situação grave, que…
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Aprenda a diferenciar sintomas do coronavírus, gripe, resfriado e alergia

A chegada do outono/inverno marca o aparecimento de enfermidades respiratórias como gripes, resfriados e alergias. Afinal, as temperaturas ficam mais baixas e o tempo bem mais seco. E com a pandemia de COVID-19 este ano, fica mais difícil identificar essas doenças e até diferenciá-las dos reais sintomas do coronavírus.

Saber analisar o que você realmente está sentindo é muito importante para evitar idas desnecessárias ao hospital e até uma sobrecarga no sistema de saúde. Sem contar que, se percebidos rapidamente, você evita que os sinais se agravem e pode fazer o tratamento adequado para seu caso. Saiba mais:

1. Quais os principais sintomas do coronavírus e quando procurar ajuda médica? 

De acordo com o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), a COVID-19 é uma doença respiratória nova que foi identificada pela primeira vez em Wuhan, na China. Os sintomas do coronavírus mais comuns são febre, cansaço e tosse seca. Já os considerados mais graves são febre alta e dificuldade de respirar. “Alguns pacientes podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarreia. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente”, afirma o relatório. 

Como existem pouquíssimos estudos a respeito da enfermidade, outros problemas também podem ser sinais da doença, mas a ciência ainda não conseguiu comprovar a relação. É o caso da perda de olfato e paladar, bem como tonturas e dores de cabeça.

Em todo caso, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) recomendam que só deve ir ao hospital quem estiver se sentindo muito mal, com os sintomas mais graves (febre alta e dificuldade para respirar). 

2. Qual a diferença entre gripe e resfriado?

Resfriado: contagioso durante os primeiros 3 dias, é mais leve, dura menos tempo e não costuma causar febre, exceto em crianças. Os principais sintomas são coriza, tosse seca, espirros, dor na garganta e indisposição, e costuma durar de 5 a 7 dias, porém alguns sintomas podem perdurar por duas semanas. “Dificilmente evolui para um quadro mais grave”, diz Horácio Cardoso Salles, pneumologista e gerente da área de Medicina Ambulatorial do Seconci-SP (Serviço Social da Construção).

Gripe: causa febre, normalmente acima de 38ºC, principalmente nas crianças e deixa a pessoa prostrada, com dor de cabeça, dores pelo corpo, mal estar e perda o apetite. Pode durar duas semanas, mas o período de contágio, em geral, perdura por 1 a 2 dias após o final da febre. É causada pelo vírus Influenza e pode evoluir para pneumonia. “Em qualquer um dos casos, a hidratação é muito importante, já que a água contribui para fluidificar as secreções e tem função expectorante”, recomenda Salles.

3. Como evitar gripes e resfriados?

O resfriado e a gripe são causados por vírus altamente contagiosos. “Cultivar hábitos simples de higiene, como lavar as mãos com frequência e usar álcool-gel, evitar ambientes com pouca circulação de ar e muita concentração de pessoas são atitudes eficientes para a prevenção de ambas”, garante o especialista. Do mesmo modo, é importante evitar o contato próximo com enfermos, mantendo uma distância de pelo menos dois metros. A vacina, no caso da gripe, é a melhor forma de prevenção.

4. O que evitar o contágio do coronavírus?

De acordo com a OMS:

  • Lave as mãos com água e sabão ou higienizador à base de álcool, para matar vírus que podem estar nas suas mãos;
  • Mantenha pelo menos 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando. Quando alguém tosse ou espirra, pulveriza pequenas gotas líquidas do nariz ou da boca, que podem conter vírus. Se você estiver muito próximo, poderá inspirar as gotículas – inclusive do vírus da COVID-19 se a pessoa que tossir tiver a doença;
  • Evite tocar nos olhos, nariz e boca. As mãos tocam muitas superfícies e podem ser infectadas por vírus. Uma vez contaminadas, as mãos podem transferir o vírus para os olhos, nariz ou boca. A partir daí, o vírus pode entrar no corpo da pessoa e deixá-la doente;
  • Certifique-se de que você e as pessoas ao seu redor seguem uma boa higiene respiratória. Isso significa cobrir a boca e o nariz com a parte interna do cotovelo ou lenço quando tossir ou espirrar (em seguida, descarte o lenço usado imediatamente). Gotículas espalham vírus. Ao seguir uma boa higiene respiratória, você protege as pessoas ao seu redor contra vírus responsáveis por resfriado, gripe e COVID-19;
  • Fique em casa se não se sentir bem. Siga as instruções da sua autoridade sanitária nacional ou local, porque elas sempre terão as informações mais atualizadas sobre a situação em sua área;
  • Pessoas doentes devem adiar ou evitar viajar para as áreas afetadas por coronavírus. Áreas afetadas são países, áreas, províncias ou cidades onde há transmissão contínua – não áreas com apenas casos importados;
  • Os viajantes que retornam das áreas afetadas devem monitorar seus sintomas por 14 dias e seguir os protocolos nacionais dos países receptores; e se ocorrerem sintomas, devem entrar em contato com um médico e informar sobre o histórico de viagem e os sintomas.

5. Muitos dizem que nunca tiveram gripe e depois da vacina começaram a ter frequentemente. Isso pode acontecer?

De acordo com Salles, trata-se de um mito. Aproximadamente 10% dos subtipos do vírus Influenza não são cobertos pelas vacinas, por isso alguns pacientes, mesmo sendo imunizados, podem pegar gripe. “É comum as pessoas apresentarem resfriados e acabarem confundindo com gripe”, explica.

6. Quais os principais problemas alérgicos que surgem durante o inverno?

São as doenças como amidalite, asma, bronquite, faringite, meningite e sinusite, além das alergias de pele, chamadas de dermatite tópica, que ocorrem com muito mais frequência devido ao tempo seco.

7. Quais os principais agentes causadores de alergias no inverno?

Os ácaros (presentes no pó ou poeira) e os pelos e penas de animais são os principais causadores do problema. Ao entrarem no sistema respiratório ou em contato com os olhos ou outra mucosa podem desencadear a hipersensibilidade. O pneumologista recomenda evitar tapetes e cortinas em casa, além de utilizar panos úmidos para a limpeza dos ambientes, uma vez que vassoura e espanador levantam pó. Outra dica é lavar as roupas guardadas há muito tempo antes de colocá-las em uso.

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Artrose no quadril: o que é, sintomas e tratamento

A artrose no quadril, também chamada de osteoartrose ou coxartrose, é um desgaste da articulação que provoca sintomas como dor localizada no quadril, que surge principalmente…
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Bursite no quadril: o que é, principais sintomas e tratamento

A bursite no quadril, também conhecida por bursite trocantérica, consiste num processo inflamatório doloroso das bursas sinoviais, que são pequenas bolsas de tecido conjuntivo cheias de…
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Dor no quadril: 6 causas comuns e o que fazer

A dor no quadril geralmente não é um sintoma grave e, na maior parte dos casos, pode ser tratada em casa com a aplicação de calor na região e repouso, além de evitar exercícios de impacto…
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Graviola: benefícios, propriedades e como consumir

A graviola é uma fruta, também conhecida como Jaca do Pará ou Jaca de pobre, utilizada como fonte de fibras e vitaminas, sendo o seu consumo recomendado em casos de prisão de ventre,…
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Como Fazer Farinha de Mandioca – 3 Formas e Dicas Especiais

Farinha de mandioca

Aprenda como fazer farinha de mandioca de 3 formas diferentes e veja mais algumas dicas especiais para ter os melhores resultados com a receita.

A mandioca, também conhecida no Brasil pelos nomes de aipim ou macaxeira, pode ser consumida de diversas maneiras na cozinha: cozida, assada ou frita ou em receitas de purê de mandioca, chips, lasanhas e tortas, por exemplo.

Mas você sabia que o tubérculo também pode dar origem a uma farinha? Isso mesmo! Vamos conhecer abaixo alguns métodos de como fazer farinha de mandioca! Aproveite para conhecer também todos os benefícios da farinha de mandioca que poderão ser aproveitados.

Sobre a farinha de mandioca

Uma das principais vantagens da farinha de mandioca consiste no fato dela ser um produto naturalmente livre das proteínas do glúten, o que é uma boa notícia para as pessoas que sofrem com a doença celíaca ou outras condições de saúde que impedem a ingestão da substância.

Além disso, ao ser comparada com a farinha branca tradicional, a farinha de mandioca é nutricionalmente superior.

No entanto, quando comparada com outras farinhas sem glúten, a farinha de mandioca sai perdendo. As farinhas de arroz integral e de grão-de-bico, por exemplo, são fontes mais ricas de proteínas.

A farinha de mandioca tem mais fibras que a farinha de arroz, mas menos que as farinhas integral e de grão-de-bico. A farinha de mandioca é mais pobre em vitaminas e minerais que a farinha branca enriquecida, a farinha de trigo integral, a farinha de grão-de-bico e a farinha de arroz integral.

Além disso, a farinha de mandioca é calórica e rica em carboidratos, o que não a torna a melhor escolha de farinha em termos nutricionais e faz com que seja aconselhável usá-la apenas moderadamente dentro de preparações saudáveis ou receitas light com os bolos light com farinha de mandioca.

3 maneiras de como fazer farinha de mandioca em casa

Método 1

Ingredientes:

  • 1 kg de mandioca;
  • ½ litro de água.

Modo de preparo:

Descascar a mandioca, lavar muito bem e cortar no formato de cubos. Preaquecer o forno em fogo baixo, a 100º C; Juntar toda a mandioca descascada e cortada com o ½ litro de água no liquidificador. Bater bem até adquirir uma substância homogênea; Transferir o conteúdo para um pano líquido e seco. Fechar o pano e espremer bem até sair todo o líquido.

A parte que permaneceu no pano deverá ser disposta em uma assadeira. Espalhar bem o conteúdo na forma e levar ao forno para assar durante aproximadamente cinco horas, mexendo de tempos em tempos para que não queime.

Depois que essa etapa for concluída, desligar o forno, esperar esfriar completamente em temperatura ambiente e armazenar a farinha de mandioca em um recipiente de vidro esterilizado e tampado para que seja melhor conservada.

Método 2

Ingredientes:

  • Mandiocas;
  • Água.

Modo de preparo:

Descascar a mandioca e lavar bem o tubérculo, de modo que ele fique bem branquinho. Na sequência, cortar em pedaços; Juntar os pedaços de mandioca com a água no liquidificador – a dica é seguir a proporção da receita acima, de ½ litro de água para cada 1 kg de mandioca. Bater bem até formar uma substância homogênea.

Coar o conteúdo com o auxílio de um pano tipo voal bem limpo, espremendo bastante para remover o máximo de líquido que conseguir.

Em seguida, cobrir uma travessa ou assadeira com um tecido de voal e distribuir a mandioca que restou por cima, espalhando com o auxílio das mãos e soltando com o auxílio dos dedos.

Deixar a travessa ou assadeira com a mandioca um dia inteirinho no sol – a dica é escolher um dia bem quente para fazer isso. Mexer de tempos em tempos ao longo do dia para favorecer que a mandioca seque por completo.

Caso chegue no final do dia e a mandioca ainda se encontro um pouco úmida, a orientação é armazenar a travessa ou assadeira em um tecido de voal e colocar novamente ao sol no dia seguinte. Quando a mandioca estiver sequinha, ela poderá ser armazenada em um recipiente de vidro esterilizado e tampado para que seja melhor conservada.

Método 3

Ingredientes:

  • Mandiocas;
  • Água.

Modo de preparo:

Descascar a mandioca e lavar bem o tubérculo, de modo que ele fique bem branquinho. Na sequência, cortar em pedaços; Juntar os pedaços de mandioca com a água no liquidificador – a dica é seguir a proporção da receita acima, de ½ litro de água para cada 1 kg de mandioca. Bater bem até formar uma substância homogênea.

Coar o conteúdo com o auxílio de um pano tipo voal bem limpo, espremendo bastante para remover o máximo de líquido que conseguir.

Em seguida, cobrir uma travessa ou assadeira com um tecido de voal e distribuir a mandioca que restou por cima, espalhando com o auxílio das mãos e soltando com o auxílio dos dedos; Colocar a travessa ou assadeira com a mandioca para secar ao sol por algumas horas.

Quando a mandioca estiver mais para seca do que para úmida, levar ao forno em fogo baixo até torrar. Ficar de olho para não permitir que queime; Depois que a farinha de mandioca torrar, retirar do forno, esperar esfriar completamente em temperatura ambiente e armazená-la em um recipiente de vidro esterilizado e tampado para que seja melhor conservada.

Tome cuidado com a mandioca escolhida como matéria-prima para a sua farinha

Quando falamos a respeito de como fazer farinha de mandioca em casa, não podemos deixar de salientar que é necessário escolher uma mandioca própria para o consumo humano, ou seja, a chamada mandioca de mesa, que também pode ser conhecida pelo nome de mandioca-mansa.

Isso porque as mandiocas do tipo brava não são adequadas para o consumo caseiro porque possuem uma toxina ou veneno e o preparo caseiro não dispõe das ferramentas necessárias para neutralizar o efeito da substância perigosa.

A ingestão da versão tóxica ou venenosa da mandioca provoca cansaço, falta de ar, fraqueza, taquicardia, agitação, confusão mental, coma e até a morte. Se não souber diferenciar uma variedade da outra, peça a orientação de um profissional capacitado.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia como fazer farinha de mandioca? Pretende experimentar em casa? Comente abaixo!

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