A brotoeja é uma resposta do organismo ao excesso de calor e suor o que leva ao aparecimento de pequenas manchas e bolinhas vermelhas na pele que causam coceira e ardor, como se fosse…
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Autor: Paul Risner
Grávida Pode Tomar Luftal?

Veja se uma mulher grávida pode tomar Luftal ou se o consumo desse medicamento promove algum efeito colateral à mulher ou bebê.
Luftal é um remédio em gotas que pode ser indicado para as pessoas que sofrem com o excesso dos gases intestinais, também conhecidos pelo nome de flatulência. Falando nisso, vale a pena entender o que causa gases e como resolver isso.
Ele também pode ser utilizado como um medicamento auxiliar no preparo dos pacientes para a realização de exames médicos como endoscopia digestiva (exame do interior do esôfago, estômago e intestino) e/ou colonoscopia (exame do interior do intestino grosso).
O seu uso é oral, adulto e pediátrico e acredita-se que depois de 10 minutos a 30 minutos da sua ingestão, Luftal já atue no estômago e no intestino. As informações são da bula de Luftal em gotas, disponibilizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Mas será que é todo mundo que pode e deve recorrer ao medicamento quando fica muito flatulento?
Será que a grávida pode tomar Luftal?
Para sabermos se uma grávida pode tomar Luftal, a primeira coisa que decidimos fazer foi checar o que a bula do medicamento em gotas, aquelas disponibilizada pela Anvisa, nos informa a respeito disso.
Pois bem, de acordo com o documento, o remédio não pode ser utilizado pelas gestantes sem a orientação médica. A bula determina ainda que tantos as grávidas quanto as mulheres que amamentam converse com o médico que as acompanha antes de começar a usar Luftal.
Com isso, para a mulher que já utilizava o medicamento e descobriu que está esperando um neném, a recomendação também é a de consultar o médico para saber se pode continuar a tomar o Luftal agora que está grávida.
Ou seja, o Luftal até pode ser uma das possíveis maneira de lidar com a flatulência excessiva na gestação, entretanto, ele deve ser prescrito pelo médico obstetra.
As contraindicações de Luftal
O medicamento não pode ser utilizado por alguns grupos de pessoas. Com isso, se além de estar grávida, a paciente fizer parte de um ou mais desses grupos, então ela não poderá tomar.
Tendo isso em mente, é importante saber que, de acordo com informações da bula de Luftal em gotas, disponibilizada pela Anvisa, o remedinho não pode ser usado por:
- Pacientes que apresentam alergia ou sensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula do medicamento;
- Pacientes que apresentam sintomas como distensão abdominal grave (grande aumento do volume abdominal), cólica grave (dor na barriga de forte intensidade), dor persistente (com duração de mais de 36 horas), massa palpável na região do abdômen.
É aconselhável que, ao apresentar os sintomas acima, o médico seja procurado para saber direitinho do que pode se tratar o problema e receber os cuidados e o tratamento que forem necessários.
Os possíveis efeitos colaterais de Luftal
A gestação já é um período em que a mulher sofre com alguns sintomas da gravidez indesejáveis como enjoos, vômitos, dores de cabeça, inchaço e variações do humor, apenas para citar alguns exemplos. Portanto, mesmo quando o médico determina que a sua paciente grávida pode tomar Luftal é importante conhecer quais reações adversas o medicamento pode provocar, não é mesmo?
Pois bem, a boa notícia é que conforme informações da bula de Luftal em gotas, disponibilizada pela Anvisa, graças ao fato de não ser absorvido pelo organismo e atuar somente dentro do aparelho digestivo, sendo completamente eliminado por meio das fezes, é menos provável que o remédio provoque efeitos colaterais desagradáveis.
Entretanto, o documento admite que ainda assim é possível que o medicamento cause eczema de contato (um tipo de inflamação na pele) ou, em casos raros, reações imediatas como a urticária (alergia na pele).
Especialmente para uma mulher grávida, é necessário procurar rapidamente o auxílio do médico caso experimente um desses efeitos colaterais ou qualquer outro problema durante o tratamento com Luftal, ainda que o sintoma em questão não tenha a aparência de ser tão grave assim.
Isso é importante para verificar a real seriedade da reação adversa em questão, receber o tratamento apropriado e saber como deve proceder em relação à continuidade do uso do medicamento.
Outros cuidados importantes
Antes de começar a tomar Luftal, é importante – para qualquer pessoa, não somente as mulheres grávidas – informar ao médico caso esteja utilizando algum medicamento, suplemento ou planta para que o profissional verifique se não pode fazer mal usar as duas substâncias ao mesmo tempo.
É fundamental também seguir todas as recomendações do médico e/ou da bula do remedinho a respeito da dosagem, frequência de uso e duração do tratamento com Luftal, como forma de evitar problemas para a saúde do organismo e/ou que os resultados esperados com uso do medicamento não sejam alcançados.
A bula de Luftal, disponibilizada pela Anvisa, recomenda que quando forem ingeridas grandes quantidades do medicamento, o paciente deverá procurar rapidamente o socorro médico e levar a embalagem e/ou a bula do medicamento consigo.
Mais importante do que saber se a grávida pode tomar Luftal
É que a futura mamãe conte com o acompanhamento individualizado com o médico a partir do momento em que descobre que está esperando um neném para que saiba exatamente o que pode e o que não pode fazer ao longo as sua gestação – o que inclui os medicamentos que deve e os que não deve tomar durante os nove meses.
Precisamos lembrar que cada mulher e cada gravidez é única, podendo apresentar diferentes riscos e necessidades. Portanto, as recomendações podem variar de gestante para gestante, o que evidencia como é importante que cada futura mamãe realmente tenha um acompanhamento médico individualizado.
Tenha em mente ainda que este artigo serve unicamente para informar e jamais pode substituir as orientações qualificadas e profissionais de um médico.
Fontes e Referências Adicionais:
- https://www.drugs.com/pregnancy/simethicone.html
- https://www.aafp.org/afp/2003/0615/p2517.html
- https://www.nhs.uk/medicines/simeticone/
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O que pode ser a unha ondulada e o que fazer
As unhas onduladas são na maioria das vezes consideradas normais, isso porque acontecem com mais frequência em pessoa mais velhas e, por isso, está associada com o processo normal de…
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Chá de Amora Branca Emagrece?

Confira o que é e veja se o chá de amora branca emagrece mesmo ou se essa bebida não auxilia o processo de perda de peso, entre outros benefícios.
Ficar em forma e com o corpo tonificado requer mais do que apenas alguns dias na academia. É preciso motivação, dedicação e uma nutrição bem planejada.
Tomar chás de ervas para perder peso é um conceito bastante utilizado e ideal para as pessoas que procuram uma ajuda natural e saudável para o seu processo. Há vários chás que compõe a lista daqueles que ajudam a queimar as gordurinhas indesejadas, como por exemplo o chá de cavalinha, chá verde, chá de hibisco, entre outros.
Mas será que o chá de amora branca emagrece e pode integrar essa lista?
Antes, o que é o chá de amora branca?
O chá de amora branca é feito a partir das folhas da amora branca, que também leva o nome de Rubus suavissimus. Essas folhas contêm um adoçante natural chamado de rubusoside, que é 200 vezes mais doce do que o açúcar proveniente da cana.
Há muito tempo o chá de amora branca vem sido usado para aliviar sintomas nos rins, e um recente estudo japonês também indica que ele possui efeitos anti-inflamatórios e ajuda contra alergias.
Embora as folhas usadas para preparar o chá não contenham açúcar, elas contêm entre 5% a 8% de um adoçante natural, o Rubusoside, glicosídeos diterpênicos, e um baixo teor calórico, mesmo sendo 300 vezes mais doce que a sacarose, ficando próximo da doçura do açúcar puro e sendo considerado o melhor substituto do açúcar para todas as idades.
Por isso, pode ser usado no processamento de produtos de pastelaria, bebidas, pães, chocolates bem como na culinária caseira.
Esse adoçante natural é bom para todas as pessoas, especialmente aquelas que sofram de diabetes, hipertensão, obesidade, alergia ao pólen, constipação, rinite, bronquite, angina e também para pessoas que bebem e fumam muito. Esse chá possui um sabor doce, suave e é ótimo para saciar a sede.
Valores nutricionais do chá de amora branca
Esse chá contém 18 tipos de aminoácidos, em especial, 8 aminoácidos que não podem ser absorvidos através de alimentos e são apenas produzidos pelo organismo das pessoas como a lisina, fenilalanina e triptofano. Também é rico em vários oligoelementos que são necessários para o corpo e muitos tipos de vitaminas.
Principais valores nutricionais por 100 gramas de chá de amora branca.
- Rubososide – 5.0g
- Aminoácidos totais – 13.6
- Flavonóides – 4.1g
- Vitamina B1 – 5.3 mg
- Vitamina B2 – 0.26 mg
- Vitamina B6 – 20.0 mg
- Vitamina E – 88,0 mg
- Polifenóis – 20.3 g
- Cafeína – 5.4 mg
- Ferro – 4.55 mg
- Ácido fólico – 10 mg
- Zinco – 17 mg
- Selênio – 1,3 mg
- Kalium – 383.0 mg
- Germânio – 55 ug
O chá de amora branca também contém outros quatro constituintes bioativos, são eles:
- Ácido elágico;
- Ácido gálico;
- Monossídeo de Steviol;
- Rutina.
Benefícios do chá de amora branca
Alguns dos benefícios para a saúde do chá de amora branca são:
1. Atividade antioxidantes
Os polifenóis presente no chá de amora branca têm uma quantidade significativa de antioxidantes. Eles podem promover mutação antissúbita, têm propriedades anticâncer, podem diminuir o colesterol e a lipoproteína de baixa densidade no sangue, diminuir a pressão arterial e inibir a agregação plaquetária.
O chá ainda é antibacteriano, ajuda contra a alergia alimentar, melhora o ambiente microbiano gastrointestinal e tem efeito desodorizante.
2. Balanceamento de pressão arterial, lipídios sanguíneos e açúcar no sangue
O chá de amora branca pode reduzir o colesterol sérico (colesterol total), TG (triglicerídeos), aumentar o HDL-C (lipoproteína de alta densidade) e reduzir significativamente o alto nível de açúcar no sangue induzido pela STZ (aloxana).
3. Atividade antialérgica significativa
A rubusoside (glicosídeos de chá de amora branca 5-8%) e tanino hidrolítico são substâncias anti-alérgicas, muito utilizadas no Japão para tratar a alergia ao pólen.
4. Melhora o comichão e o clareamento da pele
Estudos descobriram que os cosméticos fabricados com extratos de chá de amora branca podem melhorar a coceira da pele e inibir o declínio do ácido hialurônico na pele e vasos sanguíneos e indiretamente hidrata a pele para obter resultados de beleza.
5. Promove a memória, estimula o crescimento e o desenvolvimento
A lisina do chá de amora branca é uma importante variedade de síntese de proteínas do nervo e do cérebro, sendo propícia para a aptidão cerebral, com o efeito de promover o crescimento e o desenvolvimento.
6. Antienvelhecimento, melhora a resistência
O selênio e os polifenóis presentes neste chá podem eliminar os radicais livres nocivos, mudar a direção do metabolismo de carcinogênicos, reduzir o dano oxidativo da membrana celular e componentes das células humanas, além de aumentar a resistência do corpo aumentando a expectativa de vida da pessoa.
7. Prevenção de doenças cardiovasculares
O chá de amora branca possui flavonoides que ajudam a fortalecer os vasos capilares e ajudam a manter a pressão arterial mais baixa.
Pesquisas científicas tentam descobrir se chá de amora branca emagrece
Antes de mais nada, é importante dizer que ainda não foram realizadas pesquisas em humanos para descobrir se de fato o chá de amora branca emagrece. Trata-se de uma bebida ainda muito pouco estudada.
Um dos estudos foi realizado pelo Laboratório de Engenharia de Células Animais da Universidade de Farmácia e Ciências Aplicadas da Vida de Niigata no Japão com ratos em que alguns dos animais receberam o equivalente a 3% de sua dieta a parte de um extrato de Rubus e foram alimentados com uma dieta com baixo teor de gordura ou com com alto teor de gordura em um período de 9 semanas.
Os ratos que tiveram o extrato das folhas de amora branca adicionado à sua dieta reduziram o ganho de peso em 22%, ou seja, isso não significa que eles perderam peso, mas sim que esse extrato diminuiu a quantidade de ganho de peso.
Além disso, o extrato do chá de amora branca melhorou os níveis de açúcar no sangue, os níveis de colesterol e a saúde vascular.
Em um outro estudo realizado no Japão e publicado no Journal of Natural Medicines, os pesquisadores testaram in vitro os efeitos das folhas desta planta em células de gordura isoladas. Eles adicionaram um extrato do chá e descobriram que ele suprimiu o crescimento de adipócitos (células adiposas).
Embora essas descobertas sejam bem interessantes e reveladoras, ainda não se pode afirmar que podem ser transferidas para o tecido humano vivo, e muito menos que terá os mesmos efeitos quando utilizadas por serem humanos.
Por isso, até o presente momento, de acordo com os estudos e pesquisas científicas, ainda não há nenhuma evidência de que o chá de amora branca emagrece, já que mais pesquisas, principalmente realizadas com seres humanos, são necessárias.
Embora muitas pessoas ainda procurem suplementos milagrosos para a perda de peso, o chá de amora branca certamente não é considerado cientificamente um, já que de acordo com os estudos citados acima, ele apenas reduziu a velocidade do ganho de peso.
Porém, nada disso impede que você possa provar esse chá naturalmente doce, rico em nutrientes, muito saudável, e quem sabe, ao ser combinado com uma alimentação saudável e exercícios físicos ele possa se tonar seu novo aliado na perda de peso, ou desacelerando o ganho de peso.
Fontes e Referências Adicionais:
- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21138267
- https://www.instantknockout.com/ik/is-chinese-sweet-leaf-tea-good-for-weight-loss/
- https://herbalteadirect.com.au/blogs/tea-health-blog/13445949-what-is-herbal-tea-direct-tea-made-from
- https://www.hindawi.com/journals/ecam/2016/4282758/
Você já ouviu falar que o chá de amora branca emagrece? Pretende experimentar a bebida? Comente abaixo!
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Morango, hortelã, gengibre…12 águas aromatizadas para fazer em casa
Beber cerca de 2 litros de água por dia é importante para matar a sede, regular a temperatura corporal, fazer o transporte de sais minerais e vitaminas e até acabar com aquela sensação falsa de fome. Mas nem todo mundo consegue colocar essa recomendação em prática – a maior parte por achar que água pura não tem graça. Então vamos lá deixar esse líquido precioso com gostinho bom.
Acrescentar frutas, legumes, ervas e sementes na jarra ou no pote traz outras vantagens. “Os fitoquímicos e os compostos ativos desses ingredientes ficam na água e, assim, podemos consumi-los o dia todo”, conta a nutricionista Carol Morais, autora do livro Projeto Verão para a Vida Toda (compre aqui), (editora Memória Visual). Sem falar que a receita enfeita qualquer refeição.
Veja também: Smoothie de morango
Energia extra, melhora na digestão, menos toxinas e combate às agressões dos radicais livres são alguns dos efeitos no organismo. Por isso, combine os itens da sua água pensando não só no sabor e no aroma mas também no seu objetivo. É só seguir as receitas de chefs e nutricionistas experts nessas delícias refrescantes. Difícil você não gostar!
Na jarra ou no pote
Com a ajuda de um pilão, macere as sementes e parte das ervas para que liberem um pouco do aroma e dos óleos essenciais. Em seguida, junte as frutas e a água. Coloque em uma jarra ou um pote com tampa, bem lavados, e deixe descansar por três horas, no mínimo, na geladeira ou em temperatura ambiente. Na hora de servir, adicione gelo se quiser que a preparação fique ainda mais fresca.
Água de limão, erva-doce e hortelã (digestiva e detox)
• 1 limão-siciliano com a casca, cortado em rodelas
• 10 folhas de hortelã fresca
• 1 talo de erva-doce, cortado em tiras finas
• 1 litro de água filtrada
Água de morango e capim-cidreira (relaxante e alcalinizante)
• 2 folhas de capim-cidreira frescas
• 4 fatias finas de limão-siciliano
• 5 morangos em rodelas (ou 6 uvas cortadas em 4 partes)
• 1 litro de água filtrada
Água de laranja, limão e pepino (diurético e antioxidante)
• 1 limão-taiti com a casca, cortado em rodelas finas
• 1 laranja-lima com a casca, cortada em rodelas finas
• 1 laranja pera (ou bahia) com a casca, cortada em rodelas finas
• 1 pepino com a casca, cortado em rodelas finas
• 1 litro de água
Água de laranja, gengibre e canela (estimulante e termogênica)
• 10 folhas de hortelã frescas
• 3 canelas em pau
• 3 rodelas finas de gengibre fresco
• 4 rodelas de laranja (ou tangerina) com a casca
• 1 litro de água filtrada
Água de pêssego, mirtilo e limão (antioxidante e alcalinizante)
• 1 xíc. (chá) de mirtilo
• 2 pêssegos médios sem a casca, cortados em gomos
• 1 limão-taiti com a casca, cortado em rodelas finas
• 20 folhas de hortelã fresca
• 1 litro de água filtrada
Água de morango e manjericão (antioxidante e estimulante)
• 6 morangos cortados ao meio, na longitudinal (coe antes de beber e use a fruta em outras receitas)
• 10 folhas de manjericão fresco
• 1 litro de água filtrada
Água de limão e alecrim (digestiva e estimulante)
• 1/2 limão-siciliano com a casca, cortado em rodelas
• 1/2 limão-taiti com a casca, cortado em rodelas
• 1 galhinho de alecrim
• 1 litro de água filtrada
Água de laranja e flor de laranjeira (antioxidante)
• 2 laranjas com a casca, cortada em rodelas finas
• 6 gotas de água de flor de laranjeira (à venda em lojas de produtos árabes)
• 1 litro de água filtrada
Água de gojiberry e melancia (antioxidante e diurética)
• 1 col. (sopa) de gojiberry
• Raspas da casca de 1/2 laranja
• 1 litro de água filtrada
• 1 xíc. (chá) de melancia em cubos congelados (junte na hora de servir)
Água de abacaxi, hortelã e cardamomo (digestiva e estimulante)
• 5 folhas de hortelã
• 3 cardamomos inteiros
• 1/2 abacaxi pérola picado
• 1 litro de água filtrada
Água aromatizada para eliminar as toxinas
• 2 litros de água
• 1 pedaço (6 cm) de gengibre
• 5 ramos de alecrim
• 2 talos pequenos de salsão
• Suco de 1 limão-taiti
• 1 limão-siciliano cortado em rodelas
• Gelo a gosto (se quiser, use esse gelinho de gengibre)
• 1/2 xíc. (chá) de mirtilo (ou morango cortado em 4 partes)
Higienize os ingredientes. Ferva a água com o gengibre por 10 minutos. Desligue o fogo e adicione metade do alecrim. Espere amornar e leve à geladeira por 2 horas. Coe e junte o suco e as rodelas de limão, o alecrim o gelo e o mirtilo. Decore com o salsão e sirva.
Água antioxidante de framboesa para refrescar no verão
• 1 litro de água
• 1/2 xícara (chá) de framboesa fresca
• suco de 1/2 limão-taiti
• adoçante stevia a gosto
*Receitas sugeridas pelo proprietário do restaurante Expedito, no Paraná; Patricia Lorenzino, do cathering e bufê Grão de Luz (especializado em raw food), em São Paulo; nutricionistas Carol Morais, de Goiânia, e Glaucia Figueiredo, da Policlínica Granato, no Rio de Janeiro, chef e nutricionista André Luiz (@andrenutichef), de Florianópolis e Gabi Castejon, do perfil @farofafit.
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Como o coronavírus (COVID-19) afeta as crianças
Embora seja menos frequente que nos adultos, as crianças também podem pegar a infecção pelo novo coronavírus, a COVID-19.
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Pedra na Vesícula é Perigoso? Pode Matar?

Saiba se ter pedra na vesícula é perigoso, se pode matar, quais são as causas, sintomas, riscos e complicações a longo prazo desta condição.
Cálculos biliares ou, como são popularmente conhecidos, pedras na vesícula, são depósitos endurecidos de líquido digestivo que podem se formar em sua vesícula biliar.
A vesícula biliar é um pequeno órgão em forma de pêra localizado no lado superior direito do abdômen logo abaixo do fígado e contém um líquido digestivo amarelo-esverdeado chamado bile, que ajuda na digestão e é liberado em seu intestino delgado.
Ter pedra na vesícula é perigoso dependendo da quantidade e o tamanho de cada uma, já que suas dimensões variam desde o tamanho de um grão de areia até uma bola de golfe. Algumas pessoas desenvolvem apenas uma, enquanto que outras desenvolvem muitas ao mesmo tempo.
As pessoas que experimentam sintomas de cálculos biliares geralmente precisam passar por uma cirurgia de remoção da vesícula, enquanto os cálculos biliares que não causam nenhum sintoma ou sinais normalmente não precisam de tratamento.
Causas da pedra na vesícula
De acordo com um estudo, 80% das pedras na vesícula são formadas de colesterol, enquanto que os outros 20% são formadas de sais de cálculo e bilirrubina.
Não se sabe exatamente o que causa a sua formação, embora existam algumas teorias como:
– Muita bilirrubina em sua bílis
A bilirrubina é um produto químico produzido quando o fígado destrói as células vermelhas antigas do sangue. Algumas condições como danos ao fígado e certos problemas no sangue fazem com que o fígado produza mais bilirrubina do que deveria e as pedras na vesícula de pigmento se formam quando sua vesícula biliar não consegue quebrar o excesso de bilirrubina.
Geralmente essas pedras são marrom-escuras ou pretas.
– Colesterol demais na sua bílis
Ter muito colesterol na sua bile pode causar pedras amarelas de colesterol, que podem se desenvolver caso o seu fígado produza mais colesterol do que a sua bílis pode dissolver.
– Bile concentrada devido a uma vesícula biliar cheia
Sua vesícula biliar precisa esvaziar sua bílis para estar saudável e funcionar adequadamente. Se não conseguir esvaziar seu conteúdo de bile, a bile fica excessivamente concentrada e faz com que as pedras se formem.
Sintomas
Os cálculos biliares podem causar dor no abdômen superior direito, e você pode começar a sentir dor na vesícula biliar ao longo do tempo quando come alimentos que são ricos em gordura como as frituras.
Essa dor normalmente não dura mais do que algumas horas. Além dessa dor, você também poderá sintomas como:
- Vômito;
- Indigestão;
- Urina escura;
- Náusea;
- Fezes com cor de barro;
- Diarreia;
- Dores de estômago;
- Arrotos.
Esses sintomas também são conhecidos como cólica biliar.
– Cálculos biliares assintomáticos
Os cálculos biliares por si só não causam dor. O que causa a dor é quando os cálculos biliares bloqueiam o movimento da bílis da vesícula biliar.
De acordo com algumas pesquisas, 80% das pessoas têm “pedras na vesícula silenciosas”, o que significa que elas não sentem dor ou qualquer um dos sintomas. Nestes casos, seu médico pode descobrir os cálculos biliares através de raios-X ou durante uma cirurgia de abdômem.
Riscos e complicações a longo prazo
Se formos pensar nos riscos e complicações a longo prazo, pode ser possível afirmar que ter pedra na vesícula é perigoso se não for tratado corretamente. Veja quais são eles:
– Colecistite aguda
Quando um cálculo biliar bloqueia o canal por onde a bile se move desde a vesícula biliar, pode causar inflamação e infecção na vesícula, o que é conhecido como colecistite aguda. Neste caso, pedra na vesícula é perigoso e se trata de uma emergência médica.
O risco de desenvolver colecistite aguda a partir de cálculos biliares sintomáticos é de 1% a 3%, e os sintomas associados à colecistite aguda incluem:
- Febre;
- Náusea;
- Vômito;
- Dor intensa na parte superior do estômago ou no meio das costas;
- Perda de apetite.
Consulte um médico imediatamente se esses sintomas durarem mais de 1 a 2 horas ou se apresentar febre.
– Outras complicações
Quando as pedras na vesícula não são tratadas, elas podem causar as seguintes complicações:
- Câncer de vesícula biliar;
- Inflamação do pâncreas;
- Colecistite – infecção da vesícula biliar;
- Icterícia – tom amarelado na pele ou nos olhos;
- Colangite – infecção do ducto biliar;
- Sepse – infecção generalizada.
Fatores de risco
Os fatores que podem aumentar o risco de pedra na vesícula incluem:
- Ser mulher;
- Medicamentos para baixar o colesterol;
- Ter cirrose;
- Perder peso muito rapidamente;
- Manter uma dieta rica em gordura;
- Ter histórico familiar de cálculos biliares;
- Ser sedentário;
- Tomar medicamentos que contenham estrogênio, como por exemplo os contraceptivos orais ou medicamentos para terapia hormonal;
- Manter uma dieta pobre em fibras;
- Excesso de peso ou obeso;
- Gravidez;
- Diabetes;
- Manter uma dieta rica em colesterol;
- Ter 40 anos ou mais;
- Doença hepática.
Embora os medicamentos possam aumentar o risco de cálculos biliares, não pare de tomá-los a menos que tenha conversado com o seu médico e ele tenha aprovado tal medida.
Diagnóstico
Para fazer um diagnóstico, o seu médico irá realizar um exame físico que inclui a verificação dos seus olhos e pele para saber se há mudanças visíveis na cor. Um tom amarelado pode ser um sinal de icterícia, que é o resultado de muita bilirrubina em seu corpo.
O exame pode envolver o uso de testes diagnósticos que ajudam o seu médico a ver o interior do seu corpo. Esses testes incluem:
- Tomografia computadorizada abdominal: Este exame de imagem tira fotos do fígado e da região abdominal.
- Análises do sangue: O seu médico pode pedir análises que meçam a quantidade de bilirrubina em seu sangue. Esses exames também ajudam a determinar o quão bem o seu fígado está funcionando.
- Ultrassom: O ultrassom é o método que produz imagens do seu abdômen e o preferido da grande maioria dos médicos para confirmar se você tem ou não a doença do cálculo biliar. Esse método também irá mostrar anormalidades associadas à colecistite aguda.
- Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE): a CPRE é um procedimento que utiliza uma câmera e raios X para examinar problemas nos ductos biliares e pancreáticos e ajuda o médico a procurar cálculos biliares presos no seu ducto biliar.
- Varredura de radionuclídeo da vesícula biliar: Trata-se de uma varredura importante que leva cerca de uma hora para ser concluída. Um especialista injeta uma substância radioativa em suas veias, e essa substância viaja através do sangue para ao fígado e vesícula biliar. Em um exame, ele pode revelar evidências para sugerir infecção ou bloqueio dos ductos biliares das pedras.
Pedra na vesícula é perigoso? Pode matar?
Um novo estudo publicado afirma que as pessoas que têm pedras na vesícula são mais propensas a morrer de doenças cardíacas ou câncer dentro de 20 anos após o diagnóstico em comparação com aquelas sem a doença.
De acordo com Philip Barie, professor de cirurgia e saúde pública da Weill Cornell Medical College em Nova York,essas descobertas não significam que uma condição causa a outra, mas sim que a doença dos cálculos biliares e as doenças cardíacas podem ter a mesma causa.
“As pessoas com cálculos biliares podem ter um equilíbrio anormal de gorduras em seu corpo, incluindo o colesterol, embora não haja uma relação clara entre a doença do cálculo biliar e o colesterol alto”, disse o Dr. Barie.
Os pesquisadores analisaram os registros médicos de mais de 14.000 pessoas entre 20 e 74 anos de idade, e cerca de uma em cada 14 tinha cálculos biliares, e uma em cada 20 tiveram suas vesículas removidas entre 1988 e 1994.
Cerca de uma em cada três pessoas que tiveram cálculos biliares ou suas vesículas biliares removidas morreram de qualquer causa durante o tempo de acompanhamento em comparação com cerca de uma em cada sete pessoas com idade semelhante sem a doença.
Doenças cardíacas tiraram a vida de um pouco menos de 1 em 5 cindo pessoas com pedra na vesícula em comparação com 1 em 20 pessoas sem. A morte causada por câncer também foi mais provável, sendo que uma em cada 10 pessoas com pedras na vesícula foram vítimas desta doença em comparação com uma em 25 pessoas sem as pedras.
Os pesquisadores acompanharam todos os pacientes até 2006 e registraram todas as causas de morte nas certidões de óbito dos pacientes.
De acordo com o Dr. Barie, os cálculos biliares graves geralmente são tratados cortando a vesícula biliar. O risco de morrer em uma cirurgia de vesícula biliar de emergência é de cerca de 1 em 50, dependendo da idade do paciente, mas se a vesícula biliar for removida antes de se tornar uma emergência, o risco de morte é de apenas 1 em 500.
O Dr. Barie sugere que as pessoas com cálculos biliares mantenham uma dieta com baixo teor de gordura para reduzir os riscos de doença cardíaca ou derrame. “Apenas uma boa dieta saudável”, disse ele. Se quiser saber mais, veja aqui uma dieta para vesícula biliar infalamada e dicas.
Como tratar os cálculos biliares
Na maioria das vezes, você não precisará de tratamento para tratar os cálculos biliares, a menos que eles causem dor. Às vezes, você pode tê-los e nem perceber, mas se estiver com dor, o seu médico provavelmente irá recomendar uma cirurgia, e em alguns casos raros, pode ser usado uma medicação.
Se você tem alto risco de sofrer com complicações cirúrgicas, um tubo de drenagem pode ser colocado na vesícula biliar através da pele e a cirurgia ser adiada até o que risco diminua ao tratar as outras condições médicas.
– Tratamento natural e remédios caseiros
Se você tem cálculos biliares e não sente nenhum sintoma, pode fazer algumas mudanças em seu estilo de vida.
Dicas para a saúde da vesícula biliar:
- Evite a perda de peso rápida;
- Faça exercícios físicos regularmente;
- Tome suplementos conforme aprovado pelo seu médico;
- Mantenha um peso saudável;
- Mantenha uma dieta anti-inflamatória.
Alguns suplementos nutricionais que você pode tomar são vitamina C, lecitina e ferro. Uma revisão descobriu que a vitamina C e a lecitina podem diminuir o risco de cálculos biliares. Converse com o seu médico sobre a dosagem adequada desses suplementos.
– Cirurgia
Pode ser necessário fazer uma cirurgia de remoção da vesícula biliar por laparoscopia. Essa cirurgia requer anestesia geral, e o cirurgião geralmente fará de 3 ou 4 incisões no seu abdômen. Em seguida, será inserido um dispositivo pequeno e iluminado em uma das incisões e removem cuidadosamente a sua vesícula biliar.
Se não tiver complicações, você poderá ir para casa no mesmo dia do procedimento ou no dia seguinte.
Suas fezes podem ficar moles ou aquosas após a remoção da vesícula biliar, pois a sua remoção envolve o reencaminhamento da bile do fígado para o intestino delgado. A bile não irá mais passar pela vesícula biliar se tornando menos concentrada, e o resultado é um efeito laxante que causa diarreia. Para tratar isso, coma uma dieta pobre em gorduras para assim liberar menos bile.
– Tratamentos não cirúrgicos
Os medicamentos não são mais utilizados com muita frequência porque as técnicas laparoscópicas e robóticas tornam a cirurgia muito menos arriscada do que costumava ser.
No entanto, se você não puder passar por uma cirurgia, poderá tomar o ursodiol para dissolver cálculos biliares causados pelo colesterol de 2 a 4 vezes por dia.
Os medicamentos podem levar vários anos para eliminar os cálculos biliares, que podem se formar novamente se parar o tratamento. Veja um resumo de remédios para vesículo mais usados.
A litotripsia por ondas de choque é outra opção. Um litotritor é uma máquina que gera ondas de choque que passam pela pessoa, e essas ondas podem quebrar os cálculos biliares em pedaços menores.
Alimentos que você deve evitar
Para ajudar a melhorar a sua condição e reduzir o risco de cálculos biliares, reduza a ingestão de gorduras e escolha alimentos com baixo teor de gordura sempre que possível. Evite os alimentos com alto teor de gordura e fritos.
Adicione fibras à sua dieta para tornar os movimentos intestinais mais sólidos, mas tente adicionar apenas uma porção de fibras de cada vez para evitar a ocorrência de gases devido ao excesso de fibras.
Coma pequenas refeições várias vezes por dia, pois as refeições menores são mais fáceis para o corpo digerir, e evite alimentos e bebidas conhecidos por causar diarreia, como bebidas com cafeína, produtos lácteos com alto teor de gordura e alimentos muito doces.
Beba uma quantidade suficiente de água, o que é cerca de 6 a 8 copos por dia.
Se você planeja perder peso, vá devagar. O ideal é não perder mais de dois quilos por semana, pois a perda de peso rápida pode aumentar o risco de cálculos biliares e outros problemas de saúde.
Em resumo, se você tem cálculo biliar, sente os sintomas e não trata, ter pedra na vesícula é perigoso, porém, ainda não foi comprovado que ela pode matar, apenas que o seu aparecimento pode estar associado com outra condição de saúde.
Se você sentir qualquer sintoma, consulte o seu médico para que ele possa fazer o diagnóstico correto.
Fontes e Referências Adicionais:
- https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/gallstones/symptoms-causes/syc-20354214
- niddk.nih.gov/health-information/diagnostic-tests/endoscopic-retrograde-cholangiopancreatography
- ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3343155/
- mayoclinic.org/diseases-conditions/gallstones/home/ovc-20231394
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Diabético Pode Comer Manteiga?

Confira se um diabético pode comer manteiga ou se esse deve ser um ingrediente evitado em sua dieta para controlar o nível de glicose no sangue.
A manteiga é um ingrediente bastante útil na cozinha e aparece em diversas receitas, seja para auxiliar a preparação em si ou para melhorar o seu sabor. Mas será que todo mundo que pode usá-la tranquilamente ou quem sofre com uma doença crônica como a diabetes precisam tomar cuidado com ela?
Antes de tudo, entenda se é melhor para a saúde comer manteiga ou margarina e veja receitas de manteiga caseira que podem ser mais saudáveis
O que é a diabetes?
Antes de investigar se o diabético pode comer manteiga, é importante que fiquemos um pouco mais familiarizados com essa doença.
Pois bem, o que temos aqui é uma condição de saúde que pode incluir sintomas como aumento da sede, da fome e da urina, fadiga, visão borrada, dormência ou formigamento nos pés e mãos, feridas que não se curam e perda de peso inexplicável.
Enquanto os sinais da diabetes do tipo 1 podem começar a aparecer rapidamente, em uma questão de semanas, os sintoams da diabetes do tipo 2 são desenvolvidos lentamente, ao longo de anos, e podem ser tão leves ao ponto da pessoa afetada nem sequer percebê-los.
Além disso, muitos dos pacientes com diabetes do tipo 2 não apresentam sintomas. Com isso, alguns descobrem que sofrem com a condição somente quando desenvolvem problemas de saúde associados a ela.
A doença ocorre quando os níveis de açúcar no sangue, também chamados de glicose no sangue, estão muito elevados. Vale lembrar que a glicose sanguínea é a maior fonte de energia para o organismo e é proveniente dos alimentos consumidos por meia da dieta.
Também precisamos citar a insulina, que é um hormônio produzido pelo pâncreas e é responsável por auxiliar a glicose obtida por meio dos alimentos a chegar até as células para ser utilizada como fonte de energia. Mas você sabia que ela também é relevante para o surgimento da diabetes?
Isso porque em um quadro de diabetes, o corpo não produz insulina o suficiente ou qualquer quantidade do hormônio ou não consegue utilizar a insulina presente apropriadamente. Com isso, a glicose permanece no sangue e não dá conta de chegar até as células.
Ao receber a notícia de que foi diagnosticado com a doença, o paciente precisa seguir as orientações do médico em relação ao tratamento, pois a condição não é brincadeira.
A diabetes pode resultar no desenvolvimento de complicações graves como pressão arterial, elevada, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), problemas nos olhos, doenças dentais, danos nos nervos e problemas nos pés, de acordo com informações são do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais (NIDDK, sigla em inglês) dos Estados Unidos.
Afinal, o diabético pode comer manteiga?
Consumir a manteiga em moderação é seguro para os diabéticos, porém, exige uma série de cuidados por ser um dos alimentos com gorduras saturadas, que precisam ser evitadas na dieta dos diabéticos.
Escolher uma manteiga de verdade no lugar da margarina vai diminuir a ingestão de gorduras trans e ter um impacto melhor na saúde do coração e no controle da diabetes no geral. Como a manteiga é uma gordura saturada, ser consciente em relação à ingestão diária é importante.
Para uma dieta de 2 mil calorias, a orientação da Associação Americana do Coração é consumir somente 13 g diárias de gorduras saturadas, o que corresponde a 5% a 6% do total de calorias para um dia.
Para você ter uma noção do teor de gorduras saturadas de uma manteiga, uma colher de sopa ou 10 g de manteiga da marca Aviação pode apresentar aproximadamente 5 g de gorduras saturadas. Ou seja, o consumo do ingrediente realmente precisa ser muito bem controlado.
Mas qual seria a relação entre as gorduras saturadas da manteiga e a diabetes? Bem, segundo a Associação Diabética Britânica, as gorduras saturadas aumentam o colesterol ruim – também conhecido como LDL – no organismo. Ter muito colesterol LDL pode resultar em um acúmulo de material gorduroso nas paredes arteriais, o que aumenta o risco de desenvolvimento de doença cardiovascular, completou a organização.
Isso é indesejável para qualquer pessoa, especialmente para os diabéticos porque, como aprendemos acima, a diabetes em si já pode ter a doença no coração e o AVC como algumas de suas possíveis complicações.
Essa conclusão foi atestada pela Associação Americana da Diabetes que alertou o seguinte: “Por que você deve comer menos gordura saturada? Porque a gordura saturada aumenta os níveis de colesterol no sangue. O colesterol alto no sangue é um fator de risco para doença no coração. Pessoas com diabetes têm um risco elevado para doença no coração e limitar a gordura saturada pode diminuir o seu risco de ter um ataque no coração ou AVC”.
A questão do sódio
Optar por uma manteiga sem sal é essencial para diminuir a ingestão de sódio, o que é importante para melhorar a pressão arterial e a saúde do coração.
Até mesmo porque a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, advertiu que o excesso do mineral pode provocar problemas como retenção de líquidos, endurecimento dos vasos sanguíneos, pressão arterial alta, ataque cardíaco, AVC e insuficiência cardíaca.
Se o exagero no consumo de sódio já é perigoso para qualquer pessoa, imagine como ele pode ser ruim para alguém que já sofre com a diabetes? As complicações da doença são parecidas com alguns dos prejuízos provocados pelo excesso de sódio.
Portanto, a junção de um quadro de diabetes com uma dieta rica em sódio representa a união entre dois fatores de risco para problemas graves como pressão alta, AVC e problemas no coração.
Os alimentos gordurosos e a glicemia
De acordo com a Liga Interdisciplinar de Diabetes (LIDIA) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), uma refeição rica em alimentos gordurosos – o que pode incluir a manteiga e outros itens como frituras, carnes gordurosas, banhas, nata, creme de leite, maionese, salgadinha industrializados, entre outros – pode aumentar a glicose no sangue horas depois do consumo.
Esse efeito recebe o nome de hiperglicemia tardia e é caracterizado pela elevação súbita da glicose muito tempo depois de uma refeição, dependendo do conteúdo presente de gorduras, esclareceu a liga da UFRGS.
A LIDIA explicou que a principal justificativa para isso acontecer é que a gordura demora mais tempo para ser digerida e, consequentemente, absorvida. Assim, a recomendação da liga da UFRGS é que os pacientes diabéticos controlem a ingestão de alimentos gordurosos e monitorem a glicemia até cinco horas depois de fazer uma refeição cheia de gorduras.
O conselho de ouro
Para as pessoas que sofrem com a diabetes, gostam de manteiga, desejam incluí-la com segurança na dieta e se perguntam se um diabético pode comer manteiga, o ideal mesmo é conversar com o seu médico e/ou nutricionista para saber como, em que frequência e quantidade incluir o ingrediente na dieta sem prejudicar a sua saúde.
Tenha em mente que este artigo fornece somente informações gerais e jamais pode substituir as orientações profissionais, qualificadas e individualizadas do médico e do nutricionista.
Fontes e Referências Adicionais:
- https://www.medicalnewstoday.com/articles/317222.php
- https://www.diabetes.org.uk/guide-to-diabetes/enjoy-food/eating-with-diabetes/food-groups/fats-and-diabetes
- https://www.diabetes.org/nutrition/healthy-food-choices-made-easy/fats
Você já se perguntou se diabético pode comer manteiga? Possui a condição e costuma comer manteiga diariamente? Comente abaixo!
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