Cloroquina: o que é, para que serve e efeitos colaterais

O Difosfato de cloroquina é um medicamento indicado para o tratamento da malária causada por Plasmodium vivax, Plasmodium malariae e Plasmodium ovale, amebíase hepática, artrite reumatoide,…
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É Seguro Ir Ao Salão de Beleza Durante a Pandemia do Novo Coronavírus?

Salão de beleza

Em um momento em que a quarentena estabelecida para conter a pandemia do novo coronavírus está começando a ser flexibilizada, podem surgir muitas dúvidas a respeito do que é ou não é seguro fazer.

Afinal, a doença não está controlada em nosso país, que acumulava aproximadamente 555,3 mil casos e 31,2 mil mortes por COVID-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, até a terça-feira, 3 de junho, segundo dados oficiais do Ministério da Saúde.

Para quem ficou todo esse tempo isolado em casa, não conseguiu cuidar muito bem das unhas e viu os cabelos crescerem demais, a dúvida que pode pairar é se é seguro ir a um salão de beleza durante a pandemia.

Ao responder esse questionamento no meio de maio, a epidemiologista de doenças infecciosas da Escola de Saúde Pública da Universidade do Texas nos Estados Unidos, Catherine Troisi, foi direta e reta: ela acredita que ir ao salão não é um risco que vale a pena correr.

“Eu acho que você precisa decidir, vale a pena correr o risco por algo que não é necessário?”, enfatizou a epidemiologista de doenças infecciosas.

A especialista em doenças infecciosas Sandra Kesh concordou com Troisi e recomendou adiar a ida a um salão de beleza, principalmente para aqueles que moram em uma região onde os casos do novo coronavírus permanecem ativos, como é o caso do nosso país.

Conheça os riscos

Em um salão, é impossível manter a distância recomendada de aproximadamente dois metros em relação à pessoa que te atende: não há como a manicure ou cabeleireira mexer com suas unhas ou cabelos a partir dessa distância. Segundo Kesh, a distância entre o cliente e o funcionário do salão durante o atendimento fica dentro de aproximadamente 0,3 metros.

“A não ser que o seu cabeleireiro tenha braços de dois metros de modo que possa cortar o seu cabelo dessa distância, você vai estar perto de outra pessoa. Honestamente, o cabeleireiro vai estar sendo exposto a um número grande de pessoas, o que aumenta a chance de que uma delas esteja infectada”, alertou Troisi.

Assim, se o cabeleireiro ou manicure pegar COVID-19 de algum cliente, poderá transmitir a doença a você. O risco não é extinto mesmo se todos os funcionários do salão e clientes previamente atendidos estiverem sem sintomas do novo coronavírus, uma vez que é possível ter a COVID-19, não apresentar sintomas e contaminar outras pessoas com a doença.

A epidemiologista de doenças infecciosas advertiu ainda que mesmo que o cliente e o profissional do salão estejam usando máscaras faciais – o que precisa ocorrer – haverá o risco de transmissão devido ao fato deles ficarem tão próximos no salão.

É necessário levar em consideração ainda o tempo que precisará permanecer dentro do salão. A especialista em doenças infecciosas lembrou que um corte de cabelo feminino dura pelo menos entre 35 a 40 minutos e alertou que quanto maior for o tempo de exposição, maiores serão os riscos de contrair o novo coronavírus.

“Se você está em um espaço físico próximo com outras pessoas por um período maior de tempo, o seu risco de exposição se torna maior. Se você passa por alguém rapidamente na rua ou ciclovia, por exemplo, o risco de pegar o coronavírus é menor do que estar a 0,3 ou 0,6 metros de alguém que lava ou corta o seu cabelo por uma hora ou mais”, detalhou Kesh.

Se ainda assim você decidir ir ao salão durante a pandemia

Tome todos os cuidados possíveis e faça isso da maneira mais segura que puder, aconselhou a especialista em doenças infecciosas Sandra Kesh. “Eu recomendaria que você use uma máscara facial apropriada e óculos de proteção para reduzir o risco de que gotículas respiratórias atinjam os seus olhos. Um estudo apontou que o novo coronavírus pode ser transmitido até pelos olhos.

Além disso, é crucial escolher um salão de confiança, que esteja se esforçando para proteger ao máximo seus clientes e funcionários, não apenas respeitando as regras estabelecidas pelas autoridades, mas indo além das exigências para garantir a maior proteção possível contra a COVID-19.

“Antes de fazer o agendamento, eu sugeriria perguntar ao salão o que eles estão fazendo para ter medidas de controle de infecção, com distanciamento social, desinfecção e fluxo e volume geral de pessoas dentro do seu espaço”, orientou Kesh.

Um salão lotado de pessoas na sala de espera não é uma boa escolha para o período da pandemia e para proteger-se e proteger os outros da contaminação pelo novo coronavírus você deve reforçar os seus próprios cuidados contra o vírus.

Além das medidas já citadas isso inclui: lavar muito bem as mãos com água e sabão ou passar álcool em gel 70% várias vezes ao dia, manter uma distância de dois metros em relação às outras pessoas, cobrir o rosto com um lenço descartável ou com o antebraço ao tossir e espirrar, não tocar os olhos, nariz ou boca com as mãos, evitar contato direto como beijos, abraços e apertos de mão com outras pessoas, manter os ambientes bem ventilados, não compartilhar objetos de uso pessoal como talheres, pratos, copos e garrafas e evitar sair de casa sem necessidade.

Fontes e Referências Adicionais:

Você conhece alguém que já tenha ido ao salão de beleza durante a pandemia? Teria coragem de se arriscar a esse ponto, mesmo sabendo que não é seguro? Comente abaixo!

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7 Sinais de Que a Sua Relação Com o Álcool se Tornou Problemática Durante a Pandemia

Álcool na pandemia

A pandemia do novo coronavírus nos obrigou a passar muito mais tempo em casa. Ainda que alguns saiam para trabalhar por atuar em serviços essenciais ou precisemos sair uma vez ou outra para resolver alguma necessidade, como fazer compras no supermercado, ir ao banco ou comprar remédios, outros tipos de saídas como encontros de família, churrascos e outras reuniões entre amigos e idas a restaurantes e bares em que há aglomerações de pessoas precisaram ser abolidos para evitar a propagação do vírus.

Todo esse tempo a mais passado em casa pode trazer tédio e solidão, especialmente para as pessoas que tinham uma vida social agitada ou que moram sozinhas. Isso sem contar que as notícias relacionadas à pandemia e ao que o novo coronavírus pode provocar no organismo geram apreensão.

Ou seja, o momento representa um desafio para a saúde mental de qualquer pessoa e vale a pena conhecer dicas para preservar a sua saúde mental durante a quarentena da Covid-19.

Cada um tem a sua maneira de passar o tempo durante o isolamento e lidar com os sentimentos que a pandemia traz à tona: fazer treinos em casa, maratonar séries e filmes, comer muita guloseima e fast food, fazer chamadas de vídeo com os amigos e familiares, colocar a leitura em dia, testar novas receitas, jogar online, limpar a casa, ouvir podcasts, ou aproveitar para passar mais tempo com a família, por exemplo.

Além disso, existem aqueles que têm recorrido ao álcool para lidar com o isolamento e a pandemia. “Se você se pega bebendo mais álcool durante a pandemia de COVID-19 ou começando a beber, você não está sozinho. Talvez você costumava beber apenas ocasionalmente, mas agora parece que há permissão para transformar beber em um ritual diário”, apontou o psicólogo, PhD em psicologia clínica e professor assistente de psicologia da Universidade da Pensilvânia nos Estados Unidos, Seth Gillihan, em artigo publicado no site WebMD.

Conforme destacou Gillihan, uma dose de álcool pode parecer especialmente atraente depois de um dia estressante, o que se torna algo bem comum dentro de um contexto de pandemia. Entretanto, quando se trata de álcool é preciso ficar de olho, parar e analisar se a relação com a bebida não passou dos limites e se tornou problemática.

Até porque as bebidas alcoólicas afetam a imunidade e o risco de contrair o novo coronavírus. Mas como identificar se a bebedeira durante a quarentena passou da conta? De acordo com o PhD em psicologia clínica, os sinais a seguir indicam que os hábitos de consumo do álcool podem ter passado dos limites:

1. A sua ingestão de álcool está crescendo

Segundo o psicólogo, isso se traduz em beber um pouco mais a cada semana, beber mais noites por semana ou começar a beber mais cedo. Pode ser também ter ressacas mais frequentes ou que duram mais, consistentemente beber mais do que havia planejado ou beber nos dias em que tinha projetado não ingerir álcool, acrescentou o professor assistente de psicologia da Universidade da Pensilvânia.

2. Beber ocupa a sua mente

“Talvez você fantasie sobre o que vai beber e mal pode esperar para começar. Você começa a pensar sobre o primeiro drink horas antes do período em que pretende beber, imaginando como se sentirá feliz”, explicou Gillihan.

3. O álcool ocupa o tempo de outras atividades

De acordo com o PhD em psicologia clínica, isso significa que beber se torna a sua principal atividade de lazer, que ocupa o espaço e rouba a possibilidade de fazer outras coisas para passar o tempo.

4. O álcool passou a interferir na sua vida

Por conta da bebedeira, você não é mais tão efetivo no trabalho ou pode ser que você esteja deixando outras atividades de lado, como não dar conta de treinar em casa devido às ressacas, exemplificou o psicólogo. É possível ainda que o álcool tenha gerado tensões no relacionamento conjugal e/ou familiar.

5. As pessoas estão preocupadas com você

“As pessoas próximas de você podem perceber que você está bebendo mais, expressaram a sua preocupação e pediram para você diminuir. As pessoas geralmente relutam em confrontar uma pessoa querida sobre a sua bebedeira, então se alguém te disser que está preocupado, provavelmente se trata de uma preocupação razoável”, explicou o professor assistente de psicologia da Universidade da Pensilvânia.

6. Você fica na defensiva

Isso quer dizer que quando alguém expressa preocupação acerca da sua relação com o álcool durante a pandemia, você fica agressivo e bravo, esclareceu o psicólogo. Ficar na defensiva também se traduz em tentar virar o jogo, apontando os comportamentos problemáticos da pessoa que expressou a preocupação e tentando tirar o foco de si mesmo.

7. Você bebe em segredo

“Você pode fazer para si mesmo fortes bebidas mistas, de modo que seja difícil para os outros saberem quanto álcool você está tomando. Ou você tenta impedir que eles saibam quantos drinks você está tomando”, exemplificou o PhD em psicologia clínica.

Acho que minha relação com o álcool durante a pandemia está problemática. E agora?

Um dos conselhos de Gillihan é não ser duro consigo mesmo. Segundo o psicólogo, recorrer a estratégias familiares para lidar com tudo o que tem ocorrido é uma resposta comum e compreensível à situação.

Logicamente, isso não significa se acomodar e continuar a beber excessivamente. Até porque o abuso do álcool traz o perigo de desenvolver o alcoolismo e representa graves riscos à saúde do organismo.

Para quem está suspeitando se precisa modificar o seu comportamento em relação à bebida, o conselho do psicólogo é mudar a pergunta que faz a si mesmo: em vez de se questionar se é um viciado ou um alcoólatra, a pergunta que deve ser feita é se o jeito que tem bebido é uma rede positiva na sua vida.

“Se não for, converse com alguém que você ama e confia sobre as preocupações que você tem. Explore com ele se é hora de mudar o seu relacionamento com o álcool e como eles podem te apoiar no processo”, afirmou o PhD em psicologia clínica.

Mas fica o alerta: para quem está fazendo uso pesado de álcool, é perigoso tirar a bebida subitamente. Portanto, se você desconfia que o seu relacionamento com o álcool se tornou problemático durante a pandemia, consulte um médico para saber qual é o grau do seu problema e ter acesso a um plano seguro de como diminuir o seu consumo de álcool.

Fontes e Referências Adicionais:

Você passou a beber mais álcool durante a pandemia? Acredita que isso está trazendo prejuízos ao seu dia a dia? Comente abaixo!

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Simulação Mostra Como Uso Inadequado de EPI Traz Risco de Contaminação Pelo Novo Coronavírus Para Profissionais de Saúde

EPIs

Na luta contra a pandemia do novo coronavírus, os profissionais de saúde atuam na linha de frente e são os mais expostos ao risco de contaminação por trabalharem diretamente no cuidado dos infectados. Por isso, eles precisam ter acessos aos equipamentos de proteção individual (EPIs) e devemos deixar as escassas máscaras cirúrgicas e do tipo N95 para eles e usar as máscaras faciais de pano ao sair de casa.

Entretanto, mais do que usar o EPI, os profissionais de saúde precisam certificar-se de colocar os seus itens de proteção: um estudo demonstrou como o uso inapropriado do EPI pode resultar na exposição ao novo coronavírus. A pesquisa foi publicada na revista médica Medical Education (Educação Médica, tradução livre).

A simulação

O estudo fez essa demonstração por meio de uma simulação: um dos pesquisadores responsáveis pelo trabalho, o diretor do programa de simulação de medicina de urgência da Universidade Atlântica da Flórida nos Estados Unidos, Patrick Hughes, chamou profissionais de saúde e solicitou que eles colocassem equipamentos de proteção como touca, vestimenta médica, luvas cirúrgicas, proteção ocular, máscara N95 e proteção facial (face shield).

Feito isso, eles entraram em uma sala e simularam o atendimento a um grupo de pessoas que tinham sido pulverizadas com uma tinta fluorescente não tóxica que simulou o vírus. A solução fluorescente também foi passada em um nebulizador simulado, que foi dado aos pacientes simulados.

Para não desperdiçar os EPIs, que são essenciais para os profissionais de saúde e estão escassos, os materiais usados na simulação foram limpos e reutilizados em múltiplos treinamentos.

Depois que os profissionais de saúde terminaram a simulação, eles permaneceram com os seus EPIs e partiram para uma sala, onde as luzes foram apagadas e os pesquisadores utilizaram uma luz negra para ver se havia alguma porção da solução fluorescente que simulou o vírus nos profissionais. Só depois disso que eles removeram os seus EPIs.

Foi observada a presença de solução fluorescente na pele, mostrando que havia sido cometido um erro na hora de colocar ou tirar o EPI. Observou-se que o erro mais comum foi a contaminação das faces e dos antebraços durante a remoção do EPI.

Por sua vez, aqueles que colocaram e tiraram o seu EPI conforme as normas apropriadas não apresentaram sinais do contágio pela solução fluorescente que simulou o vírus em suas peles ou rostos.

Para Hughes, o método de treinamento aplicado em seu estudo permite visualizar facilmente qualquer contaminação que pode ter ocorrido após a remoção completa dos EPIs. “Nós podemos fazer correções imediatas na técnica de cada indivíduo, baseadas na evidência visual de exposição”, afirmou o diretor do programa de simulação de medicina de urgência da Universidade Atlântica da Flórida.

Os pesquisadores também acreditam que esse método de treinamento pode ajudar os profissionais de saúde a ganhar confiança em seu treino e nos seus EPIs. Eles também disseram que essa abordagem de simulação representa uma solução eficiente e de baixo custo que pode ser implementada em qualquer hospital.

O estudo de Hughes e sua equipe não foi o único a simular como a propagação do novo coronavírus pode acontecer: um teste similar mostrou como o vírus se espalha facilmente em um restaurante.

Fontes e Referências Adicionais:

Você é um profissional de saúde que precisa usar EPIs no seu trabalho? Tem usado corretamente para não correr os riscos acima explicados? Comente abaixo!

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Remédio Caseiro para Infecção Urinária – 5 Mais Usados

Cranberry

Confira as opções mais usadas de remédio caseiro para infecção urinária com eficácia comprovada cientificamente que podem ajudar nesses casos, contendo os danos e os sintomas provocados pelas infecções.

A infecção urinária é uma complicação muito comum e que pode surgir em detrimento de uma série de fatores. A infecção do trato urinário é uma condição considerada muito comum que, apenas no Brasil, acomete mais de dois milhões de pessoa anualmente e que requer exames laboratoriais para ser diagnosticada pelo médico.

Abaixo, você irá saber mais sobre os tipos de remédio caseiro para infecção urinária e como eles podem ajudar a atenuar os sintomas da infecção, que se forem persistentes, certamente farão seu médico recomendar o uso dos remédios para infecção urinária específicos.

Como as infecções urinárias ocorrem?

A urina, a princípio, é estéril e desprovida de bactérias ou outros micro-organismos infecciosos. Também não há a presença desses micro-organismos na uretra – o tubo que transporta a urina desde a bexiga até sua evacuação. No entanto, essa doença ocorre quando uma infecção se manifesta em qualquer parte do sistema urinário.

Estima-se que cerca de 30% das mulheres serão acometidas por infecções urinárias ao menos uma vez ao longo da vida, já que o sexo feminino tem 50% de chances a mais de desenvolver essa complicação em relação aos homens. Isso se deve, sobretudo, à anatomia do sistema urinário feminino, que favorece a proliferação de bactérias mais facilmente.

A classificação das ITUs é feita de acordo com o local afetado pela infecção. Normalmente a categorização se divide em:

  • ITU Superior: Infecção nos rins, também conhecida como pielonefrite;
  • ITU Inferior: Infecções na bexiga, também conhecida como cistite.

Além disso, há outras complicações possíveis que são identificadas como infecção do trato urinário, como quando o foco infeccioso está nas uretras – uretrite – ou na próstata – prostatite.

Remédio caseiro para infecção urinária

Além de tratamentos à base de antibióticos, existem diversas opções de remédios caseiros que auxiliam no tratamento e nos sintomas das infecções urinárias, que são eficazes tanto para os homens quanto para as mulheres. Conheça os 5 mais utilizados:

1. Alimentos ricos em vitamina C

Acerola, laranja, brócolis, pimentão, goiaba, kiwi e caju são alguns dos alimentos com altas concentrações de vitamina C. Aumentar o consumo desse nutriente quando um paciente estiver portando uma infecção urinária é importante, pois diversas evidências médicas constataram que ela aumenta a acidez da urina, matando as bactérias ali presentes.

Em um estudo feito em 2007, que obteve gestantes como voluntárias, verificou-se que o consumo de 100mg de vitamina C diariamente diminuiu em mais de 50% as chances de desenvolvimento de infecção urinária em relação ao grupo que não consumia a suplementação.

Já em outro estudo, coordenado por Betsy Foxman, epidemiologista na Universidade de Michigan e diretora do Centro de Epidemiologia Molecular e Clínica de Doenças Infecciosas, verificou-se que alguns padrões comportamentais diminuíam consideravelmente o risco de desenvolvimento de infecções do trato urinário, e um deles seria o consumo frequente de quantidades significativas de vitamina C.

2. Probióticos

Probióticos são micro-organismos considerados benéficos ao organismo e podem ser consumidos por meio da alimentação ou suplementação. Esses micro-organismos são saudáveis e auxiliam nas funções do corpo humano, sobretudo no sistema digestivo.

Um estudo publicado no Canadian Journal of Urology, em 2013, verificou que os Lactobacillus, um gênero comum de probióticos, ajudaram a diminuir consideravelmente o risco de infecções urinárias em mulheres adultas.

Já um outro estudo publicado no Iranian Journal of Pediatricsconstatou que associar o uso de alimentos probióticos à administração de antibióticos para tratar as ITUs é mais eficaz do que tratar exclusivamente com o medicamento, já que os antibióticos podem causar déficits nos níveis de bactérias intestinais, enquanto os probióticos são responsáveis por restaurá-las.

Os probióticos podem ser encontrados em alimentos como iogurtes, kefir, leite fermentado e kombucha.

3. Água

A hidratação é um fator que há muito tempo vem sendo associado às infecções urinárias. Isso ocorre porque quanto mais água ingerimos, mais vezes urinamos. Dessa maneira, mais bactérias do trato urinário são liberadas.

Em um estudo coordenado por Brunello Mazzola, urologista em Bellinzona, na Suíça, participantes com catéteres urinários de longo prazo foram examinados. Descobriu-se que o baixo índice de urina estava associado a um risco aumentado de desenvolver uma ITU.

Já em um outro estudo, que obteve como voluntárias 28 mulheres que monitoraram seu estado de hidratação usando uma sonda para medir a concentração de urina, verificou-se que um aumento na ingestão de líquidos levou a uma diminuição na frequência das infecções urinárias.

Dessa maneira, aumentar o consumo de água e manter-se hidratado é um ótimo remédio caseiro para infecção urinária ou diminuir seus sintomas e acelerar sua recuperação.

4. Alimentos antibacterianos

Desde os tempos mais remotos e ancestrais, muito antes da criação de fármacos e medicamentos artificiais, as pessoas utilizam alimentos e ervas para conter ou eliminar certas doenças e seus sintomas.

Embora muita coisa tenha sido erradicada, muitas outras permaneceram e servem, inclusive, como base para remédios fitoterápicos.

Há diversos alimentos com princípios antibacterianos comprovados e que podem ser consumidos quando quadros infecciosos se instauram.

Dentre esses alimentos, encontram-se o alho, cebola, chá verde, gengibre, salsinha (in natura e em chá), Echinacea (flor-de-cone), canela, pau d’Arco, neem, abacate e orégano (in natura e em chá).

O consumo regular desses alimentos ajuda a diminuir a presença das bactérias nocivas no organismo e a acelerar a recuperação de infecções urinárias.

5. Evite bebidas que irritam a bexiga

Algumas bebidas, ao serem consumidas, são capazes de irritar a bexiga e agravar os quadros de infecções do trato urinário, como café, refrigerantes, álcool e demais alimentos e bebidas que contenham cafeína em sua composição.

Dessa maneira, evitar o seu consumo é uma dica importante, sobretudo quando o quadro infeccioso já está instaurado.

6. Suco de cranberry

O cranberry é uma fruta originária da América do Norte. No Brasil, podemos encontrá-la sob o nome de airela, arando ou até mesmo oxicoco. Embora o consumo dessa fruta ainda seja pouco comum no Brasil, podemos encontrar os sucos industrializados nos grandes supermercados.

A bebida feita à base dessa fruta oferece inúmeros benefícios à saúde e é um ótimo remédio natural para infecção urinária.

Isso tem uma explicação: os cranberries atuam no organismo impedindo a adesão de bactérias ao trato urinário, prevenindo e tratando infecções.

Em um estudo recente, mulheres com histórico recente de UTIs consumiram, diariamente, uma porção referente a 240ml de suco de cranberry todos os dias, durante 24 semanas. Verificou-se que aqueles que consumiram a bebida apresentaram menos episódios de infecção de urina do que as que consumiram.

Para corroborar esses dados, em um estudo divulgado no American Journal of Obstetrics and Gynecology em 2015, pôde-se perceber que o tratamento com cápsulas de suco de cranberry, equivalente a duas porções de 250ml, poderia reduzir pela metade o risco de infecções do trato urinário.

Causas de infecções urinárias

As infecções do trato urinário podem ser contraídas por causas distintas. No entanto, de maneira geral, o fator desencadeante são os micro-organismos que se alojam no sistema urinário por diferentes entradas.

A principal porta de entrada desses micro-organismos são as extremidades inferiores do sistema urinário. No caso dos homens, na extremidade do pênis, e no caso das mulheres, no fim da uretra, por onde a urina é liberada.

Dessa forma, os micro-organismos podem chegar à bexiga e, algumas vezes, até aos rins ou a ambos. Outra forma possível de esses micro-organismos chegarem aos rins é pelas vias sanguíneas.

A grande maioria das infecções urinárias são desencadeadas por bactérias, mas certos vírus, parasitas e fungos também podem desencadear a doença. Estima-se que quase 90% dos casos seja em decorrência de bactérias do intestino ou da vagina.

– Bactérias

As infecções urinárias de origem bacteriana representam a grande maioria dos casos e atingem, majoritariamente, o trato urinário inferior, ou seja, a bexiga. Essa é uma condição que acomete principalmente mulheres sexualmente ativas.

O gênero e a idade estão entre os principais fatores de risco, já que mulheres de 20 a 50 anos estão entre os principais alvos, uma vez que a doença ocorre 50 vezes mais no sexo feminino do que em homens nessa faixa etária. Isso se deve ao fato de a mulher ter uma uretra menor e, portanto, mais suscetível ao trânsito de bactérias.

Nos homens com idade entre 20 e 50 anos, as infecções bacterianas mais comuns são as que se instauram na uretra e na próstata.

Já a partir dos 50 anos, a manifestação da doença torna-se mais frequente, mas sem representar grandes desproporções entre os homens e mulheres.

Embora a bexiga seja o foco mais comum da doença, também pode acontecer de uma infecção bacteriana do trato urinário se instaurar nos rins. Escherichia coli é o nome da bactéria que mais frequentemente causa as infecções urinárias.

– Fungos

O trato urinário também pode ser infectado por certos fungos e leveduras, que podem se instaurar na vagina, desencadeando quadros inflamatórios.

Nesses casos, o fungo mais comum é chamado Candida, responsável por causar a candidíase, uma complicação que pode ser identificada como infecção por levedura e que pode se instaurar sobretudo em pessoas com baixa imunidade ou que utilizem catéteres na bexiga.

Os fungos podem afetar a bexiga e os rins, desencadeando quadros de infecção urinária.

– Vírus

Outro vetor possível para infecções do trato urinário é o vírus do herpes simples 2 (HSV-2). Quando esse vírus infecta a uretra, torna a micção muito mais dolorosa, o que prejudica o esvaziamento da bexiga.

No entanto, as infeções urinárias na bexiga e no rim ocasionadas por fatores virais são muito mais raras e só ocorrem em pacientes com o sistema imunológico comprometido, como os que utilizam medicamentos imunossupressores, ou quando é portador de doenças como HIV/AIDS e câncer, que reduzem drasticamente a imunidade das pessoas.

Como prevenir infecção do trato urinário?

As infecções urinárias são desconfortáveis e comprometem o bem-estar das pessoas, pois dificultam a micção. Existem alguns hábitos que podem ser adotados para prevenir a manifestação dessa doença.

Alguns deles incluem urinar sempre que tiver vontade, já que segurar a urina aumenta as chances de proliferação de bactérias. Não é considerado saudável permanecer mais do que quatros horas sem ir ao banheiro.

Evitar o uso de produtos com aromas artificiais nas genitais é uma outra dica importante e capaz de evitar irritações, pois as essências ajudam a alterar o pH vaginal, o que prejudica a flora bacteriana. Dessa maneira, todos os produtos de higiene íntima com aromas artificiais devem ser evitados.

Urinar depois do sexo é uma outra prática que deve ser adotada, principalmente no caso das mulheres, pois bactérias podem facilmente entrar pela uretra durante o ato sexual. Ao urinar, a acidez da urina ajuda a eliminá-las.

Além disso, uma higiene correta – e sempre na área externa – é fundamental para ajudar a manter o sistema urinário livre de infecções.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já usou algum remédio caseiro para infecção urinaria? Já foi diagnosticado com essa condição? Comente abaixo!

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Sintomas de sinusite e como diferenciar os principais tipos

Os sintomas da sinusite, que também pode ser chamada de rinossinusite, acontecem quando há uma inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor das cavidades nasais.
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Iogurte Pós-Treino é Bom? Qual? Com Que? Quanto?

Iogurte

Veja se tomar iogurte pós-treino é bom, qual tipo é o melhor a ser escolhido, com que acompanhamento e a melhor quantidade.

Quem gosta de tomar um iogurte de manhã ou pelo final da tarde e costuma treinar nesses horários pode se perguntar se o alimento é uma boa opção para a refeição depois do treinamento, já que se trata de um produto fonte de proteínas – veja se iogurte tem muita proteína e mais dicas.

Mas será que o iogurte realmente contribui com a nutrição e a recuperação após a prática de exercícios? Seria ele um dos melhores pós-treino?

Tomar iogurte pós-treino é bom mesmo?

De acordo com a instrutora de fitness Sunny Griffis, os músculos são submetidos a estresse e danos durante os treinamentos intensos e é uma nutrição pós-treino adequada que propicia o processo de regeneração das fibras musculares.

O valor nutricional do iogurte fornece carboidratos e proteínas essenciais que o corpo pode assimilar para a reparação muscular, a nutrição efetiva pós-treino contém carboidratos para reabastecer os estoques de glicogênio e proteínas para auxiliar a reparação muscular, de acordo com a Mayo Clinic.

Entretanto, nem todo tipo de iogurte pós-treino é bom: as versões com gordura do produto podem atrapalhar em vez de contribuir. Isso porque, conforme apontou Griffis, citando o PhD em cinesiologia (ciência do movimento) John Berardi, o consumo de alimentos que contêm gorduras deve ser evitado nas refeições pós-treino porque desacelera a digestão e a absorção dos carboidratos e das proteínas.

Nem todo iogurte contém nutrientes saudáveis que servem para as refeições pós-treino. Escolha um iogurte que seja pobre em gorduras e açúcar, que contenha culturas ativas e que tenha menos de 250 calorias por porção, recomenda a Universidade do Estado do Colorado.

Experimente o iogurte natural ou selecione iogurtes com adoçantes naturais que sejam desprovidos de ingredientes artificiais. Aproveite para conhecer os maiores erros de uma alimentação pós-treino.

Com o que combinar o iogurte pós-treino?

A Mayo Clinic, organização da área de serviços médicos e pesquisas médico-hospitalares dos Estados Unidos, recomenda o iogurte pós-treino acompanhado de frutas como uma das boas opções de escolhas alimentares para depois do término da sessão de exercícios físicos.

Ao combinar o iogurte com frutas, o praticante evita o açúcar adicionado não nutritivo que é encontrado na composição dos iogurtes que já vêm adoçados. Isso porque a presença da fruta já exerce o papel de deixar o iogurte um pouco mais docinho, porém, de uma forma mais natural e nutritiva.

Além disso, combinar frutas com iogurte pós-treino é bom porque permite consumir uma variedade de nutrientes importantes como proteínas, carboidratos, cálcio, vitamina C e outras vitaminas e minerais.

Quando consumir o iogurte pós-treino?

A Mayo Clinic recomenda fazer uma refeição que contenha tanto carboidratos quanto proteínas dentro de duas horas depois da finalização da sessão de exercícios físicos para auxiliar os músculos a se recuperarem e para repor os estoques de glicogênio.

Imediatamente depois dos treinamentos, o corpo procura por nutrientes para começar a reparar os danos musculares. Consumir uma refeição pós-treino diretamente depois dos exercícios melhora os índices de síntese muscular, de acordo com a publicação ‘Sports Medicine’ (Medicina Esportiva, tradução livre) da Universidade de Birmingham (no Reino Unido).

Um artigo do American Journal of Physiology — Endocrinology and Metabolism (Jornal Americano de Fisiologia – Endocrinologia e Metabolismo, tradução livre) ainda apontou que o tempo da nutrição pós-treino é crítico para a recuperação e o organismo recebe mais benefícios quando o alimento é ingerido imediatamente depois da prática de exercícios físicos.

Quanto tomar?

A quantia exata vai depender do tipo de treinamento realizado pelo praticante, de quais são os seus objetivos, da quantidade de proteínas e carboidratos que foi recomendada para a sua refeição pós-treino e do tipo de iogurte escolhido por ele.

Diferentes tipos de iogurte podem apresentar diferentes teores de carboidratos e proteínas. Por exemplo, enquanto um copo com 170 g do iogurte natural integral da marca Nestlé apresenta 9 g de carboidratos e 6,8 g de proteínas, um potinho de 130 g do iogurte natural grego da marca Yorgus carrega 4 g de carboidratos e 15 g de proteínas.

Além disso, a recomendação quanto à proporção da ingestão de carboidratos e proteínas após o treino pode variar conforme o tipo de exercício realizado. A regra costuma ser ingerir 4g de carboidratos para cada grama de proteínas no caso do treinamento de resistência e 2g de carboidratos para cada grama de proteínas no caso do treino com pesos.

Entretanto, não dá para afirmar que essa regra é exata e cabe para todos os praticantes, já que eles podem ter diferentes objetivos. Portanto, para saber a quantidade ideal e exata de iogurte que deve e/ou pode consumir no pós-treino, tendo em vista o seu caso em particular, o melhor mesmo é pedir a orientação de um nutricionista.

Além de saber se o iogurte pós-treino é bom

É fundamental cuidar da dieta como um todo para que, aliada à prática dos treinamentos físicos, os resultados desejados sejam alcançados. Como montar uma alimentação para construir músculos e/ou perder peso por conta própria pode ser um tanto quanto complicado, temos aí mais um motivo para correr atrás do acompanhamento de um nutricionista.

O profissional é qualificado para indicar uma dieta que auxilie a atingir os objetivos, ao mesmo tempo em que fornece os nutrientes e a energia que o organismo exige para funcionar.

Além disso, lembre-se sempre de que artigos como este servem unicamente para informar e jamais podem substituir as informações qualificadas e profissionais de um nutricionista.

Fontes e Referências adicionais:

Você já tinha ouvido falar que iogurte pós-treino é bom? Costuma consumir o quê no seu pós-treino? Comente abaixo!

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