Grávida Pode Comer Sushi?

Sushi

Peixe cru, peixe curado, feito em casa ou em restaurantes: confira se uma mulher grávida pode comer sushi de diferentes tipos e quais são os perigos.

Quando uma mulher fica grávida, junto com a gravidez chega uma lista de coisas do que ela pode ou não fazer e comer, e alguns itens desses itens são um pouco mais confusos que outros.

Embora muitas pessoas acreditem que sushi faz mal durante a gravidez, há vertentes que afirmam que a grávida pode comer peixe cru, como é caso do sushi. Porém, o importante é saber se o peixe cru foi congelado primeiro e limitar a quantidade de alguns tipos de peixe como atum e peixe oleoso.

Vídeo:

Grávida pode comer sushi?

– Sushi feito com peixe cru

Alguns peixes crus, como por exemplo o salmão, contêm pequenos vermes parasitas, como o chamado anisakis, que podem deixar tanto a mulher grávida como qualquer outra pessoa doente.

Quando o peixe está cru ou mal cozido, ele pode estar infectado com esses parasitas que podem causar problemas de saúde.

A infecção causada por esses vermes resulta em uma condição conhecida como anisakidose, e seus sintomas podem ser:

  • Diarreia;
  • Vômito;
  • Náusea;
  • Dor abdominal severa.

Essa doença é dolorosa e desagradável, e em alguns casos raros, pode ser inclusive fatal. Alimentar-se com peixe contaminado com anisakis também pode causar reações alérgicas.

Porém, por outro lado, quando esses peixes crus são congelados, todos os vermes que poderiam estar presentes são mortos e por isso esses alimentos se tornam seguros para todas as pessoas.

Certos peixes que são criados para serem consumidos crus em pratos como o sushi, como é o caso do salmão de viveiro, geralmente nem precisam mais serem congelados antes. Isso ocorre porque é muito improvável que esses tipos específicos de peixes de criação contenham vermes parasitas por causa dos métodos de criação utilizados.

– Sushi feito com peixe curado

Alguns peixes usados para fazer sushi, como por exemplo o salmão defumado, não precisam ser congelados antes de serem usados porque a maioria dos processos de defumação mata quaisquer vermes parasitas do peixe.

Outros métodos, como salga ou decapagem, também tornam o peixe cru seguro de se comer até mesmo para uma grávida.

– Sushi feito com mariscos

Há algumas variedades de sushi que contêm mariscos, como por exemplo:

  • Caranguejos;
  • Camarão;
  • Vieiras.

Quando uma mulher está grávida, ela só deve comer mariscos cozido, pois o cru pode conter bactérias e vírus que são prejudiciais e podem causar intoxicação alimentar. Por isso, se você está grávida e for comer marisco em um restaurante, pergunte se o mesmo está cozido.

Em 1991 a Academia Nacional de Ciências do Instituto de Medicina dos Estados Unidos concluiu que “a maioria das doenças associadas aos frutos do mar é relatada pelos consumidores de moluscos bivalves crus… A maioria dos incidentes se dá devido ao consumo de moluscos provenientes de água contaminada por fezes.”

Se você tirar os mariscos crus e parcialmente cozidos, o risco de adoecer comendo frutos do mar é de 1 em 2 milhões, de acordo com os cálculos realizados pelo governo dos Estados Unidos, -bem menor do que o risco de se comer frango, que é de 1 em 25.000.

– Sushi vendido em mercados e restaurantes

Em termos gerais, a grávida pode comer sushi vendido em mercado. A grande maioria dos vendidos em mercados não são produzidos no local. Se a loja ou restaurante comprou o sushi pronto, o peixe cru usado provavelmente terá sido submetido a um tratamento adequado de congelamento, e por isso, todas as bactérias e vírus terão sido mortos.

Os regulamentos de segurança alimentar exigem que as lojas e os restaurantes congelem os peixes crus a menos de 20ºC por pelo menos 24 horas antes de fazerem o sushi.

Mesmo no caso dos restaurantes de comida japonesa e lojas que fazem o seu próprio sushi, o peixe cru deve ter sido congelado para atender às normas de segurança. Mas lembre-se, caso esteja preocupada, pergunte no local se eles congelam o peixe cru antes de servir e certifique-se de frequentar restaurantes confiáveis e de boa procedência.

– Sushi caseiro

Se você for fazer sushi em sua casa e comprar o peixe fresco, sem que tenha sido congelado, congele-o pelo menos 4 dias antes de consumi-lo para não ter maiores preocupações.

No Japão, toda grávida pode comer sushi

No Japão, comer peixe cru é considerado parte de uma boa nutrição neonatal. O governo japonês é fanático em relação à saúde pública e os cientistas médicos japoneses estão entre os melhores do mundo.

Por isso, você pode ter certeza de que se houvesse complicações documentadas resultantes de mulheres grávidas comendo sushi no Japão, haveria rapidamente uma intervenção do governo. Porém, no Ocidente, comer peixe cru, como a comida japonesa, quando está grávida ainda é um tabu.

O principal risco não é comer o peixe cru em si. De acordo com o Institute of Medicine dos Estados Unidos, o problema é a “contaminação cruzada de produtos crus com cozidos”. Em outras palavras, não importa o que você consome se o alimento não for mantido em uma temperatura adequada e protegido de contaminação.

Por outro lado, se o restaurante segue boas práticas de segurança alimentar, não há muito com que se preocupar.

De acordo com Steven A. Shaw, autor de “Turning the Tables on Asian Restaurants: The Insider’s Guide to Chinese, Japanese, Indian, Korean and Shoutheast Asian Dining”, que já esteve dentro das cozinhas de dezenas de restaurantes de todos os tipos para pesquisa, as cozinhas japonesas são, em geral, as mais limpas, mais cuidadosas e as com maior consciência.

Além disso, os sushi bars e muitas cozinhas de comida japonesa estão ao ar livre para todos verem, e qualquer pessoa que tenha passado alguns minutos observando irá notar o alto padrão de limpeza; caso contrário, é melhor mudar de restaurante.

Se você ainda tem dúvidas se grávida pode comer sushi, fale com o seu médico sobre a sua dieta e os alimentos perigosos para a gestação, mas o pânico que muitas mulheres têm sobre comida japonesa e peixe cru parece ser algo completamente exagerado. Pelo contrário, alimentar-se com esses alimentos pode realmente ajudar no desenvolvimento do cérebro do seu bebê.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar que grávida pode comer sushi? Costuma comer comida japonesa e pretende parar na gestação? Comente abaixo!

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Ballet: a modalidade pode ser uma aliada no combate ao estresse

Surgido nas cortes italianas do século 16, o ballet clássico ainda encanta muita gente. E foi para compartilhar a sua paixão por ele – e pela dança em si – que a bailarina e educadora física Anna Paula Martins (conhecida como Anninha) se dedica à modalidade há mais de 25 anos. Ela, que é de Pirassununga, interior de São Paulo, tem formação com direito a diploma reconhecido pelo MEC e certificado do Royal Academy of Dance. E resolveu complementar seus conhecimentos com a faculdade de Educação Física.

Anninha nos ajudou a entender por que o ballet é considerado tão completo. Confira:

Benefícios do ballet para o corpo 

  • Desenvolve habilidades motoras. 

“Quem começa a praticar a dança logo é desafiado na questão de destreza e habilidades motoras.”

  • Ajuda na bilateralidade. 

“Sabe aquelas pessoas que sentem certa dificuldade de diferenciar com rapidez o lado esquerdo do direito? Geralmente são elas são mais emocionais do que racionais. O ballet ajuda nisso.”

  • Auxilia no alinhamento articular. 

“Alonga e melhora a postura. A diferença é clara entre quem pratica e quem não.”

  • Trabalha a força muscular. 

“Movimentos e posições exigem da musculatura o tempo todo. Principalmente o core, na parte do abdômen, glúteos e adutores e abdutores das pernas.”

  • Aquisição de mais flexibilidade. 

“A flexibilidade está muito relacionada com os nossos limites individuais: há pessoas que realmente nascem mais flexíveis. Mas com a dança, todo mundo pode adquirir a habilidade dentro de seus próprios patamares.”

  • Mais potência. 

“Os saltos exigem explosões de força – isso é a potência dos músculos.”

Benefícios do ballet para a mente

  • A música nos envolve e acalma. 

“Os movimentos ao ritmo da música realmente podem nos deixar mais calmos.”

  • Seu lado cognitivo é trabalhado.

“O ballet exige que você decore movimentos e coreografias – o que recruta nossa atenção e melhora o lado cognitivo – muito importante para prevenir o Alzheimer.”

  • Há melhoras na autoestima e confiança. 

“Há um maior conhecimento do próprio corpo. E, com isso, a nossa imagem corporal também evolui.”

  • Você aprende a expressar melhor os sentimentos. 

“Na dança, aprendemos a expressar nossos sentimentos por meio dos movimentos. Isso é transportado para fora dela, para o cotidiano.”

  • A dança é uma meditação ativa. 

“É como na ioga, só que com movimentos mais intensos. Você precisa estar concentrado e com a mente no presente para realizar melhor os passos.”

Ballet Fitness by Betina Dantas

O ballet fitness é uma modalidade que veio da adaptação do clássico com foco no tônus muscular. Durante a aula são feitos exercícios na barra, fora dela e no chão. Sustentação, isometria, abdominais e agachamentos são as palavras-chaves que vão te fazer suar. Betina Dantas (@balletfitness), sua criadora, conta que a ideia surgiu quando ela, que é bailarina profissional e educadora física, sofreu uma contusão no tornozelo que a forçou a parar os treinos por um tempo. “Como odiava musculação, senti que meu corpo foi perdendo a definição. Assim, decidi usar os movimentos do ballet a meu favor e criei o Ballet Fitness. Comecei as aulas para as mães e foi um sucesso”. Hoje, ela já é instrutora de muitas famosas, como a Sabrina Sato.

Além de músculos fortalecidos, a instrutora explica que as sessões podem garantir a melhora na respiração, aumento da flexibilidade, equilíbrio e maior consciência corporal. Tudo, é claro, ao ritmo de música (que varia do estilo mais clássico para os alongamentos até batidas mais agitadas na hora dos movimentos desafiadores). E a mente agradece. “É uma ótima pedida para a quarentena. Além de acalmar, a pessoa vai sentir mais energia para enfrentar o dia”, finaliza Betina.

Bem-estar físico está totalmente ligado ao nosso emocional. Quando você sua, já consegue sentir os benefícios que isso traz para a mente!

Betina Dantas, criadora do Ballet Fitness

Treino de Ballet Fitness para fazer na quarentena

Betina separou uma sessão de exercícios para você fazer em casa! Eles são fáceis, mas exigem alguns cuidados básicos e objetos. “Você vai precisar de um apoio de uma cadeira, mesa ou até mala de rodinha. E um colchonete ou algo parecido – eu, por exemplo, estou usando um tapete mesmo.”

A dica que ela dá é começar devagar (30 minutos nas primeiras sessões e depois ir aumentando). A aula é um circuito bem intenso, e pode ser mais pesada para quem está há um tempo parado. Vale também fazer apenas metade das repetições de cada exercício.

<p>Ballet Fitness</p>(Luciano MunhozBOA FORMA)
<p>Ballet Fitness</p>(Nino AndrésBOA FORMA)
<p>Ballet Fitness</p>(AcervoBOA FORMA)
<p>Ballet Fitness</p>(Luciano MunhozBOA FORMA)
<p>Ballet Fitness</p>(AcervoBOA FORMA)

1 – Posterior reto

Deitado, apoie os braços no solo ao lado do corpo. Estenda a perna direita, com o pé esticado, e flexione a perna esquerda com a meia ponta no solo. Erga um pouco o bumbum. Eleve o quadril o máximo que conseguir e, ao mesmo tempo, leve o joelho direito em direção ao peitoral. De 6 a 12 repetições (cada perna).

2 – Isometria da perna

De lado, apoie a mão na barra e una os pés na quinta posição (calcanhar encostado na metade da lateral do outro pé). Flexione os joelhos, apontados para fora, e contraia o abdômen, curvando-o em direção ao apoio (mesa ou cadeira). Erga o tronco e torça-o na diagonal oposta, ao mesmo tempo que eleva o braço em direção ao teto e estende a perna de fora à frente, com o pé em ponta. 3 séries de 15 repetições (cada lado).

3 – Abdominal

Deite-se, mantendo a perna direita estendida e afastada do solo, assim como a cabeça e os braços. A perna esquerda fica flexionada e com a ponta do pé apoiada no solo. Eleve a perna direita ao mesmo tempo que ergue o tronco em direção a ela e posiciona os braços acima da cabeça. Faça de 4 a 8 repetições (cada lado).

4 – Flexão diamante

Posicione as mãos no solo, formando um triângulo com os dedos indicadores e os dedões. Os braços ficam estendidos e as pernas flexionadas, com os joelhos apoiados no colchonete e os calcanhares unidos. Contraia o core para manter o quadril encaixado e flexione os cotovelos, apontados para fora. 3 séries de 6 a 8 repetições (iniciante), 8 a 10 repetições (intermediário) e 10 a 12 repetições (avançado). Se for difícil, flexione menos os cotovelos.

5 – Oblíquo

Deite-se na lateral esquerda do corpo, erga um pouco o tronco e apoie o braço esquerdo no chão, alinhado com os ombros. A palma da mão direita aponta para o teto e o braço fica estendido. Passe a perna direita por cima da esquerda. Erga o tronco sem curvar a coluna. Leve o braço direito acima da cabeça, levemente flexionado, e eleve  as pernas. Faça 8 movimentos lentos, 8 curtos e, por fim, sustente a posição “b” durante oito segundos. Repita tudo  três vezes e então troque o lado.

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