Fumar narguilé faz mal como fumar cigarro, pois, embora se pense que a fumaça do narguilé é menos prejudicial ao corpo por ser filtrada ao passar pela água, isso não é totalmente verdade, já…
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Autor: Paul Risner
Adenoma tubular: o que é, como identificar e tratar
O adenoma tubular corresponde ao crescimento anormal das células tubulares presentes no intestino, não levando ao aparecimento de sinais ou sintomas e sendo identificado apenas durante a…
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9 sintomas clássicos de enxaqueca
A enxaqueca é uma doença neurológica genética e crônica que provoca sintomas como dor de cabeça intensa e pulsante, náuseas e vômitos, além de tonturas e sensibilidade à luz.
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Principais remédios usados para tratar a enxaqueca
Os remédios para enxaqueca como Sumax, Cefaliv, Cefalium, Aspirina ou paracetamol, podem ser usados para cessar um momento de crise.
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Como é feito o tratamento para hemofilia
O tratamento para hemofilia, que é uma doença genética que altera a capacidade de coagulação do sangue, é feito com a reposição dos fatores de coagulação que estão deficientes na pessoa,…
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5 dúvidas comuns sobre a cura do coronavírus (COVID-19)
A maioria das pessoas infectadas com o novo coronavírus (COVID-19) consegue alcançar a cura e se recuperar totalmente, já que o sistema imunológico é capaz de eliminar o vírus do organismo.
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Infecção Urinária na Gravidez – Sintomas, Riscos e Tratamento

Veja quais são os sintomas e os riscos da infecção urinária na gravidez e as melhores opções de remédio e tratamento para a condição.
Provavelmente você já sabe o que é uma infecção urinária ou infecção no trato urinário, que ocorre quando bactérias infeccionam o trato urinário. A infecção urinária já é bastante comum nas mulheres e, durante a gravidez, o risco aumenta ainda mais. Como a uretra da mulher é menor do que a do homem, as bactérias têm mais facilidade de passar por ela e entrar no trato urinário.
Infecção urinária na gravidez
Estudos como o publicado em 2015 na revista científica Archives of Medical Science mostram que é bastante comum que mulheres grávidas tenham infecção urinaria. Essa mesma pesquisa indica também que entre 2 a 10% das mulheres grávidas sofrem de infecção do trato urinário e outro dado preocupante é que mulheres que já tiveram uma infecção urinária têm um risco maior de ter outra infecção durante a gravidez.
Dados do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), órgão americano responsável pelo controle e prevenção de doenças, indicam que 8% das gestantes sofrem de infecção do trato urinário, o que condiz com o estudo mencionado anteriormente.
Uma infecção urinaria é causada por bactérias que se proliferam na bexiga e na uretra. Sem tratamento, as bactérias podem migrar para os ureteres ou para os rins, infectando também a parte superior do trato urinário e tornando o tratamento um pouco mais complicado.
Causas da infecção urinária na gestação
Ter uma infecção urinária na gestação é bastante comum porque o útero da mulher se expande para comportar o feto em desenvolvimento e essa expansão pode pressionar a bexiga e os ureteres (tubos que transportam a urina dos rins até a bexiga) – não é à toa que nessa fase a mulher sente muito mais vontade de urinar do que antes.
Essa pressão extra pode pressionar também as bactérias contra as paredes que revestem a uretra e dificultar a saída delas através da urina. Além disso, fica mais difícil eliminar toda a urina durante a micção e a urina restante pode se tornar uma fonte de infecção.
Outro problema é que um pouco de urina pode vazar em momentos inoportunos – fazendo com que as bactérias fiquem concentradas na região vaginal, causando uma infecção.
A expansão do útero também causa a dilatação da uretra (dilatação ureteral), que acontece a partir da sexta semana de gestação e que também influencia no maior índice de infecção urinaria na gravidez. Com a expansão da uretra, há também um aumento do volume e uma redução do tônus ou força da bexiga, dificultando o esvaziamento total da bexiga e tornando o ambiente mais propício para o crescimento de bactérias.
Mais um fator que contribui para a infecção urinária na gravidez é que a urina da gestante é mais concentrada, além de conter uma concentração alta de hormônios (como a progesterona), proteínas e açúcar. Todos esses fatores podem estimular o crescimento bacteriano e reduzir a capacidade do corpo de combater as bactérias ruins.
Confira quais são as principais causas de infecção urinária e saiba como se prevenir.
Mesmo que a mulher passe pela gravidez sem ter uma infecção urinária, há ainda o risco de contrair uma infecção na hora do parto. Isso porque as bactérias podem entrar no trato urinário durante o trabalho de parto.
Sintomas
Os sintomas de uma infecção urinária durante a gravidez são os mesmos de uma infecção fora do período gestacional. Os seguintes sintomas podem ser observados:
- Micção ardente ou dolorosa;
- Dor pélvica, abdominal ou lombar;
- Urina turva ou com sangue;
- Cheiro forte na urina;
- Necessidade frequente ou urgente de urinar.
O sangue na urina pode ser sinal de outros problemas de saúde e, por isso, esse sintoma precisa ser informado ao médico imediatamente.
Outros sintomas podem ser observados se a infecção afetar os rins. Tais sintomas geralmente são:
- Náusea e vômito;
- Calafrios;
- Febre;
- Dor nas costas.
Todos os sinais devem ser levados em conta, mas os sintomas de infecção nos rins requerem ainda mais atenção pois quanto antes o tratamento médico for iniciado, melhor será para a saúde da mãe e do bebê.
Riscos
Qualquer problema de saúde que afeta a mulher durante a gestação é preocupante e com a infecção urinária não é diferente.
Infecções em geral aumentam o risco de parto prematuro e baixo peso ao nascer, por exemplo, e por isso é muito importante fazer o acompanhamento médico durante a gestação e tratar a infecção urinária assim que ela for identificada.
Além do risco de ter um bebê prematuro, uma infecção urinária não tratada durante a gravidez pode causar complicações graves como a pielonefrite – condição em que a infecção afeta os rins e prejudica a função renal. Outra complicação decorrente de uma infecção urinária não tratada é a sepse, condição em que a infecção se espalha para o sangue.
Caso a infecção urinária afete a parte superior do trato urinário – ou seja, os rins – complicações adicionais para a gestante incluem:
- Anemia;
- Pré-eclâmpsia;
- Pressão alta;
- Baixa contagem de plaquetas no sangue ou trombocitopenia;
- Bactérias na corrente sanguínea ou bacteremia;
- Colapso dos glóbulos vermelhos ou hemólise;
- Síndrome respiratória aguda grave.
Raramente a infecção passa para o bebê recém-nascido, mas de qualquer forma é essencial fazer todos os exames que seu médico pedir durante a gestação, mesmo sem sintomas de infecção urinária para evitar complicações de saúde. Veja também se a infecção urinária é contagiosa.
Tratamento
O remédio mais eficaz para o tratamento da infecção urinária na gravidez é o antibiótico. O antibiótico prescrito geralmente é tomado por 3 a 7 dias, mas o certo é seguir a recomendação do seu médico e tomar todo o curso de antibiótico mesmo que seus sintomas desapareçam nos primeiros dias de tratamento.
Existem várias opções, mas o médico irá determinar qual é o remédio para infecção urinária mais seguro durante a gravidez. Exames simples como um exame de urina e um teste de cultura de urina são suficientes para mostrar o tipo de bactéria presente na urina e guiar o médico na escolha do tratamento mais adequado.
Se a infecção evoluir e afetar os rins (o que é pouco comum na gestação), pode ser preciso tomar um antibiótico mais forte por mais tempo ou então tomar o remédio e outros fluidos por via intravenosa.
Os antibióticos que podem ser prescritos são:
- Amoxicilina;
- Eritromicina;
- Penicilina;
- Ampicilina;
- Cefalosporina;
- Nitrofurantoína;
- Trimetoprim-sulfametoxazol.
No entanto, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda que as mulheres grávidas evitem o uso dos antibióticos nitrofurantoína e trimetoprim-sulfametoxazol durante o primeiro trimestre da gestação devido ao risco de anormalidades ou defeitos congênitos no feto. Outras opções como a tetraciclina e a ciprofloxacina também não são recomendadas durante a gravidez.
Nos primeiros três meses da gravidez, o mais indicado é tratar a infecção com antibióticos considerados seguros para mulheres grávidas e só usar opções como a nitrofurantoína ou o trimetoprim-sulfametoxazol se nenhum outro remédio surtir efeito contra a infecção urinária – o que é pouco provável. Após o terceiro trimestre da gestação, tais antibióticos podem ser usados desde que prescritos por um médico.
Um cuidado extra deve ser tomado quando o parto se aproximar: tomar um antibiótico na ultima semana antes do parto pode elevar o risco de icterícia em bebês recém-nascidos.
Apesar de tudo, os médicos afirmam que é improvável que o tratamento com antibióticos de curto prazo durante a gestação cause danos ao feto. Além disso, o estudo já mencionado aqui da Archives of Medical Science sugere que os benefícios de usar o antibiótico superam os riscos de não tratar a infecção urinária na gravidez.
Remédios caseiros
Os remédios caseiros não substituem os antibióticos, mas podem ajudar no alívio dos sintomas e na prevenção de novas infecções. São eles:
- Tomar suco de cranberry: um estudo de revisão publicado em 2012 na revista Clinics indica que o suco de cranberry apresenta compostos que impedem que as bactérias se liguem ao revestimento do trato urinário. Isso ajuda não só no tratamento como também na prevenção de infecções urinarias recorrentes.
- Usar suplementos: uma pesquisa de 2016 indexada no periódico European Urology mostra que uma combinação de suplementos como a vitamina C, os probióticos e o cranberry pode ser útil para tratar infecções urinarias recorrentes em mulheres.
Beber bastante água e urinar sempre que tiver vontade também é ótimo para ajudar o corpo a eliminar as bactérias rapidamente.
Prevenção
Medidas que ajudam na prevenção de uma infecção urinária na gravidez incluem:
- Esvaziar a bexiga com frequência ou sempre que sentir vontade – especialmente depois de ter uma relação sexual;
- Optar por roupas íntimas de algodão;
- Limpar a região genital sempre no sentido da frente para trás para evitar que bactérias do ânus entrem em contato com a uretra;
- Beber água e se manter bem hidratada;
- Evitar o uso de calças muito apertadas;
- Comparecer em todas as suas consultar pré-natais;
- Higienizar bem os órgãos genitais;
- Evitar duchas higiênicas;
- Não passar perfumes ou produtos irritantes na região genital.
Uma infecção urinária tratada adequadamente não causará nenhum dano ao seu bebê e nem à sua saúde. Fazer os exames pré-natais – que incluem análises frequentes da urina – é importante para identificar uma infecção precocemente e evitar qualquer tipo de complicação.
Se você fizer um acompanhamento médico adequado durante a gravidez, uma infecção urinaria nunca passará desapercebida e isso vai proteger você e o seu bebê pois mesmo uma infecção urinaria assintomática será identificada e tratada com antibióticos seguros.
Fontes e Referências Adicionais:
- https://americanpregnancy.org/pregnancy-complications/urinary-tract-infections-during-pregnancy/
- https://www.aafp.org/afp/2000/0201/p713.html
- https://www.cochrane.org/CD000490/PREG_antibiotics-bacterial-infection-urine-pregnancy-when-there-are-no-symptoms
- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4379362/
- https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/67/wr/mm6701a4.htm?s_cid=mm6701a4_e
- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK537047/
- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3370320/
- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27283213
- https://bpac.org.nz/BPJ/2011/april/pregnant-uti.aspx
Você já sofreu infecção urinária na gravidez? Que tipo de remédio e tratamento foi recomendado pelo médico responsável? Que sintomas sentia? comente abaixo!
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Ranking Mostra o Risco de Contágio Pelo Novo Coronavírus que Diferentes Atividades Podem Trazer

A pandemia do novo coronavírus continua ativa e o risco de pegar a COVID-19 infelizmente ainda existe. Mas você sabia que algumas atividades podem trazer mais risco de contaminação que outras?
A Texas Medical Association (Associação Médica do Texas, tradução livre) lançou um gráfico em que ranqueia uma série de atividades, desde pegar correspondência na caixa de correios até ir a um bar, conforme o risco de contágio pelo novo coronavírus.
Os níveis de risco foram baseados na contribuição dos médicos da Força-Tarefa da COVID-19 e Comitê de Doenças Infecciosas da Associação Médica do Texas. Segundo o site da organização, os níveis foram formulados de acordo com o máximo possível de precauções de segurança tomadas pelos participantes, independente da atividade, incluindo cuidados como usar máscara, manter dois metros de distância em relação às outras pessoas e lavar muito bem as mãos.
O ranking é composto por uma escala de um a 10 – sendo 1 o risco mais baixo e 10 o risco mais alto – e dividida nos seguintes grupos: baixo risco; moderado a baixo; risco moderado; moderado a alto e alto risco. Na lista a seguir, você confere como as atividades foram classificadas no ranking da Associação Médica do Texas:
Baixo risco
- Pegar correspondência na caixa de correio (1);
- Receber comida para viagem (2);
- Jogar tênis (2);
- Acampar (2).
Moderado a baixo
- Fazer compras no mercado (3);
- Caminhar correr ou andar de bicicleta com outras pessoas (3);
- Jogar golfe (3);
- Ficar em um hotel por duas noites (4);
- Sentar na sala de espera do médico (4);
- Ir a uma biblioteca ou museu (4);
- Comer do lado de fora de um restaurante (4);
- Andar no centro da cidade movimentado (4);
- Passar uma hora em um parquinho (4).
Risco moderado
- Jantar na casa de outra pessoa (5);
- Ir a um churrasco no quintal (5);
- Ir à praia (5);
- Fazer compras no shopping (5);
- Mandar as crianças à escola, acampamento ou creche (6);
- Semana de trabalho no escritório (6);
- Nadar em uma piscina pública (6);
- Visitar um parente ou amigo idoso na sua casa (6).
Moderado a alto
- Ir ao salão de beleza ou barbeiro (7);
- Comer na parte interna de um restaurante (7);
- Ir a um casamento ou funeral (7);
- Viajar de avião (7);
- Jogar basquete (7);
- Abraçar ou dar as mãos ao cumprimentar um amigo (7).
Risco alto
- Comer em um buffet (8);
- Treinar na academia (8);
- Parque de diversões (8);
- Ir ao cinema (8);
- Ir a um grande show ou concerto musical (9);
- Ir a um estádio de esportes (9);
- Ir a uma reunião religiosa com mais de 500 fiéis (9);
- Ir a um bar (9).
O gráfico da Associação Médica do Texas também está disponível (em inglês) por meio deste link.
Ao analisarmos o ranking, é importante ter em mente que mesmo as atividades de menor risco não eliminam a necessidade de tomar todas as medidas de proteção contra o novo coronavírus.
Além disso, o ranking foi elaborado por uma organização dos Estados Unidos, ou seja, não leva em consideração as peculiaridades do Brasil em relação à pandemia.
Você tem praticado alguma das atividades relacionadas acima? Quais delas mais trazem risco de contágio pelo novo coronavírus? Comente abaixo!
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Lista completa do índice glicêmico dos alimentos
O índice glicêmico (IG) corresponde à velocidade com que um alimento que contenha carboidrato promova o aumento da glicemia, ou seja, da quantidade de açúcar no sangue.
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Coceira no corpo: 6 principais causas e o que fazer
A coceira no corpo surge quando alguma reação estimula terminações nervosas da pele, o que pode acontecer por diversos motivos, sendo que os principais incluem algum tipo de alergia ou…
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