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Autor: Paul Risner
Urticária nervosa: o que é, principais sintomas e tratamento
A urticária é uma doença que pode ser agravada pelo estresse emocional e, nesses casos, é muitas vezes chamada de \”urticária nervosa\”.
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Câncer de cólon: o que é, sintomas e tratamento
O câncer de cólon, também chamado de câncer do intestino grosso ou câncer colorretal, quando afeta o reto, que é parte final do cólon, acontece quando as células dos pólipos…
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Remédio para artrose – 6 mais usados!

Encontre aqui uma relação dos remédios para artrose mais usados e conheça opções de tratamento caseiro para tratar a osteoartrite.
A artrose é uma doença caracterizada pelo desgaste normal das cartilagens (tecido que reveste os ossos) e inflamação das articulações (estruturas que conectam os ossos no corpo). Conhecida também como osteoartrite, a artrose é o tipo mais comum de artrite.
Embora exista certa confusão entre os termos artrose e artrite, a diferença é muito clara: a artrite é um termo genérico usado para descrever qualquer tipo de inflamação nas articulações, enquanto que a artrose é apenas um desses tipos de inflamações.
A osteoartrite também entra na lista de doenças reumáticas, que são doenças crônicas que costumam piorar com o tempo e que causam muita dor. Felizmente, existem remédios para vários tipos de reumatismo que também ajudam no tratamento da artrose.
Remédios para artrose mais usados

Quando a cartilagem é desgastada, os ossos acabam entrando em atrito entre si, o que pode gerar inflamação nas articulações e sintomas como dor, rigidez, vermelhidão, inchaço e mobilidade reduzida. Tudo isso caracteriza o surgimento da artrose.
Por ser uma doença progressiva, muita gente se pergunta se a artrose tem cura. O mais importante é que há várias opções de remédio para artrose e outros tipos de tratamento, que você vai conhecer a seguir:
1. Analgésicos
Casos leves e moderados de osteoartrite podem ser inicialmente tratados com analgésicos como o paracetamol (ou acetaminofeno).
Analgésicos de uso tópico como cremes, géis ou pomadas contendo ingredientes como a capsaicina, o mentol e o salicilato também podem ajudar no alívio da dor localizada e podem ser usados ao mesmo tempo em que um analgésico de uso oral.
2. Opioides
Os opioides, chamados também de narcóticos, são remédios muito eficazes para a dor. Geralmente, combinam a ação analgésica do paracetamol com ingredientes derivados da morfina que geram um efeito anestésico.
São remédios como o tramadol, a codeína, a hidrocodona e a oxicodona que atuam reduzindo a percepção do cérebro em relação à dor.
Apesar da eficácia, esse tipo de remédio para artrose deve ser usado a curto prazo porque pode causar dependência e efeitos colaterais como náusea, sonolência e constipação.
3. Anti-inflamatórios não esteroides
Os anti-inflamatórios do tipo não esteroide são eficazes no combate à dor e são mais seguros do que os opioides. Alguns conhecidos são a aspirina, o ibuprofeno, o diclofenaco, o celecoxibe e o naproxeno.
Eles podem causar certa irritação no estômago, mas a maioria das pessoas não sente nenhum efeito colateral relacionado ao uso de anti-inflamatórios, especialmente quando a dose correta é tomada.
4. Corticoides
A prednisona é um remédio para artrose extremamente eficiente. Outro bom exemplo é a cortisona. Tratam-se de corticosteroides capazes de trazer alívio imediato da dor associada à artrose.
Corticoides em geral – principalmente quando injetados localmente na articulação inflamada – diminuem a inflamação, o que resulta na eliminação do inchaço e da dor.
O efeito do corticoide injetável costuma durar várias semanas ou até meses, mas as injeções não devem ser aplicadas constantemente devido ao risco elevado de efeitos colaterais.
O limite é de no máximo três ou quatro injeções por ano nas articulações inflamadas. Por isso, a aplicação é destinada para situações de extrema necessidade.
Os corticosteroides de uso oral, na forma de comprimidos, podem ser prescritos para o controle da inflamação por algumas semanas ou por mais tempo, dependendo da orientação médica.
Entretanto, o uso também deve ser monitorado de perto pelo profissional, já que podem causar retenção de líquidos, aumento da pressão arterial e ganho expressivo de peso.
5. Ácido hialurônico
Injeções de ácido hialurônico têm sido bastante eficazes no tratamento da osteoartrite. A substância – que também é encontrada naturalmente no fluido das articulações – lubrifica o local, diminuindo o atrito entre os ossos.
Já foi constatado pelos médicos que a quantidade de ácido hialurônico geralmente é mais baixa que a normal em pessoas que têm artrose e essa injeção pode ser uma importante no tratamento.
A função do ácido hialurônico nas articulações contribui não só com a redução da dor, mas também com a melhora da mobilidade física.
No momento da injeção, pode ocorrer um aumento temporário da dor e do inchaço que é considerado normal e os benefícios são observados logo em seguida com a redução dos sintomas da artrose.
6. Antirreumáticos
Antirreumáticos são medicamentos que retardam ou impedem a ação do sistema imunológico contra as próprias articulações. Esses medicamentos são destinados para pessoas que não respondem aos outros remédios da lista, já que o uso pode trazer efeitos colaterais graves.
Exemplos de antirreumáticos usados para esse fim são o metotrexato e a hidroxicloroquina.
Recentemente, a hidroxicloroquina ficou conhecida na mídia devido ao seu potencial uso no tratamento de casos graves de infecção causada pelo coronavírus, mas ainda assim os potenciais riscos do medicamento não supera os possíveis benefícios relacionados ao seu uso.
Por isso, ele não é recomendado em todos os casos da doença. Entenda melhor por que remédios como a hidroxicloroquina e a cloroquina não foram recomendados para o tratamento da Covid-19.
Outros remédios
Quando a dor crônica é muito difícil de tratar, o médico pode sugerir o uso de um antidepressivo. Embora não seja a função de um antidepressivo diminuir a dor, há evidências de que eles podem auxiliar no tratamento de doenças que causam dores crônicas e intensas.
Caso essa seja sua opção no momento, não deixe de tirar as dúvidas com um médico de confiança sobre os riscos e benefícios de tratar a artrose com antidepressivos.
Tratamento sem medicamentos

Além dos remédios para artrose mencionados acima, existem tratamentos que podem ser feitos em casa que ajudam no alívio dos sintomas.
Suplemento de glucosamina e condroitina
Não há evidências suficientes para atestar a eficácia, mas como a glucosamina e condroitina são substâncias que estão naturalmente presentes na cartilagem e no líquido articular, acredita-se que podem ajudar no tratamento da artrose.
Chá de ervas alecrim
O chá pode ser um bom remédio caseiro para artrose naqueles dias difíceis de dor. A combinação do poder relaxante de um chá quentinho com os ingredientes ativos de ervas como o alecrim, o salgueiro e a ulmária podem contribuir para reduzir a sensação de dor e a inflamação.
Compressas
É preciso muito cuidado ao tentar aliviar a dor da artrose com compressas. Dependendo do estágio da inflamação, a condição responde melhor a compressas quentes ou frias.
Se a sua dor for aguda, provavelmente a aplicação de uma compressa fria será mais eficaz. O frio reduz a circulação sanguínea para o local da inflamação, o que diminui o inchaço.
Além disso, o frio também pode adormecer a região e bloquear temporariamente os sinais de dor que viajam do local inflamado até o cérebro através dos nervos.
A compressa quente pode ser útil em outros momentos e algumas pessoas se beneficiam da alternância entre os dois tipos de compressa. Veja como o seu corpo responde a cada tipo e se notar uma piora na dor, interrompa a aplicação da compressa.
Massagem com óleos essenciais
Tanto a massagem quanto o uso de óleos essenciais promovem a sensação de relaxamento local que pode contribuir para o controle da dor.
Terapias complementares

Exercício físico
Segundo orientações da Arthritis Foundation (Fundação da Artrite nos Estados Unidos), exercícios como caminhada e hidroginástica são excelentes opções para pessoas com artrose.
As duas atividades físicas causam baixo impacto para as articulações e podem ser praticados por qualquer pessoa.
Além de melhorar o condicionamento físico, a prática regular de exercícios físicos pode promover a perda de peso, que é importante para quem sofre de problemas articulares.
A fisioterapia e a terapia ocupacional podem ser importantes para pessoas que têm algum tipo de limitação física no dia a dia ou dificuldade para iniciar a prática de uma atividade. Terapias alternativas como a acupuntura também podem ser boas para algumas pessoas com artrose.
Intervenção cirúrgica
Quando há lesões articulares muito graves, limitação séria do movimento ou dor intensa que não melhora com nenhum outro tratamento, a cirurgia é a única solução para a osteoartrite.
Existem vários tipos de cirurgia incluindo a cirurgia artroscópica, a substituição da articulação, a fusão da articulação e a osteotomia.
Essa opção é destinada aos casos mais graves, já que a artrose, quando tratada e monitorada por um bom médico, responde bem aos remédios que listamos.
Fontes e Referências adicionais:
- Mayo Clinic – Arthritis
- Arthritis Foundation – Medical Treatments for Osteoarthritis Pain
- Arthritis Foundation – 8 Natural Therapies for Arthritis Pain
- NHS UK – Osteoarthritis – Treatment and support
- Cleveland Clinic – Osteoarthritis: Management and Treatment
- WebMD – What Are the Treatments for Osteoarthritis?
- WebMD – What Complementary Therapies Help With Osteoarthritis?
Você já precisou tomar algum remédio para artrose? Sofre com essa condição e tem muitas dores em alguma articulação? Comente abaixo!
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Como funciona o preenchimento labial – Tipos e cuidados

Fique sabendo como é feito o preenchimento labial, quais são os tipos de aplicação e quanto tempo dura o resultado desse procedimento estético.
Não importa se você quer corrigir assimetrias labiais ou se quer apenas deixar os lábios mais atraentes e volumosos. Hoje, há muitas formas de mudar a aparência sem precisar fazer uma cirurgia plástica.
O preenchimento labial é apenas um desses procedimentos minimamente invasivos capazes de dar um up nos seus lábios. Além do preenchimento de lábios, outras técnicas como o preenchimento de queixo podem contribuir para melhorar a harmonização facial.
Por não ser uma cirurgia, o preenchimento de lábios é muito procurado por quem quer harmonizar os lábios com o resto do rosto ou para quem quer realçar características como aumentar o volume ou o contorno dos lábios.
Como funciona o preenchimento labial
O preenchimento labial consiste na injeção de uma substância biocompatível com o organismo humano a fim de dar mais volume aos lábios ou de modificar o contorno labial.
A aplicação é feita com o auxílio de uma agulha ou microcânula e é possível optar pelo uso de um anestésico local para evitar o desconforto das picadas.
Após as aplicações, o profissional – que pode ser um dermatologista, um cirurgião plástico ou um cirurgião dentista, por exemplo – massageia o local para que tudo fique em seu devido lugar.
O procedimento completo dura cerca de 30 minutos, não mais do que isso.
Após o procedimento, pode-se aplicar compressas de gelo para reduzir o inchaço e o desconforto, mas sem pressionar a região com força para não interferir no resultado do procedimento. Também é recomendado evitar passar produtos como maquiagem ou hidratantes.
Tipos de preenchimento labial
Há basicamente três tipos de preenchimento labial: o temporário, o semipermanente e o permanente.
Semipermanente
No preenchimento semipermanente, a substância usada para preencher os lábios pode ser a polilactona ou a hidroxiapatita, mas é um procedimento que caiu em desuso porque existe o risco da formação de granulomas que podem deixar os lábios com uma aparência desagradável.
Permanente
O preenchimento labial permanente é aquele feito com polímeros como o polimetilmetacrilato (PMMA). No entanto, há um grande risco de infecções crônicas ou reações inflamatórias graves.
Além disso, depois que o produto é injetado, é quase impossível remover o PMMA do organismo – seja por causa de uma reação inesperada do organismo ou por arrependimento pessoal.
Entenda tudo sobre o preenchimento com PMMA e veja se é seguro para a sua saúde.
Outros produtos que podem ser usados no lugar do PMMA são o hidrogel ou o silicone, mas eles também não são 100% seguros.
Temporário
O preenchimento dos lábios temporário é a alternativa mais segura para esse procedimento estético.
O produto injetado nos lábios pode ser o ácido hialurônico ou a gordura corporal. A grande vantagem é que ambos são compatíveis com o organismo, já que eles já existem naturalmente no corpo.
No caso da gordura (que geralmente é removida em pequenas quantidades de outro local do corpo para a injeção), há o risco de reabsorção pelo corpo – processo que ocorre naturalmente quando há pequenas massas de gordura localizada.
Também pode ocorrer o contrário e o preenchimento ganhar ainda mais volume caso a pessoa ganhe peso ao longo do tempo. As duas situações podem alterar os resultados iniciais do preenchimento labial.
A outra substância usada é o ácido hialurônico, que é o tipo de injeção mais aplicado atualmente para preenchimento labial. Apesar de tornar o procedimento mais caro, ele se torna muito mais seguro.
Isso porque o ácido hialurônico é encontrado naturalmente na nossa pele e é responsável por boa parte de sua hidratação, firmeza e elasticidade. Quando é aplicado nos lábios, ele confere essas mesmas propriedades, mantendo-os hidratados, firmes, elásticos e com maior volume.
Cuidados
1. Escolha do profissional
A maioria dos bons profissionais só faz preenchimentos labiais com substâncias consideradas seguras como o ácido hialurônico ou a gordura corporal. Mesmo que procedimentos com PMMA sejam mais baratos, desconfie e não coloque a sua saúde em risco.
2. Dura quanto tempo?
Os preenchimentos permanentes são projetados para durar a vida toda, mas a um custo que pode ser alto. Já os procedimentos temporários podem durar de um a dois anos, dependendo da resposta do corpo à substância.
Neste último caso, o resultado é temporário porque o corpo reabsorve essas substâncias e as elimina por meio do sistema linfático. Apesar de a reaplicação ser necessária para preservar o resultado, trata-se de um preenchimento mais seguro e que não causa grandes transtornos.
O ácido hialurônico pode durar em média um ano, mas ele provoca um efeito estimulador de colágeno que pode fazer o resultado durar de um ano e meio a três anos. Dessa forma, a reaplicação do produto deve ser feita em intervalos de dois anos para que o efeito seja mantido.
3. Efeito exagerado
Ainda que o médico possa introduzir uma enzima chamada de hialuronidase ou um corticoide para degradar o excesso de ácido hialurônico ou de gordura, o melhor é planejar o resultado que você quer e usar a quantidade adequada de ácido.
Quando o ácido hialurônico é utilizado, por exemplo, o volume ideal é de 1 mL por aplicação.
4. Riscos do preenchimento labial
Existe o risco de assimetria se o profissional for inexperiente ou pouco cuidadoso na hora da aplicação.
Em geral, a assimetria desaparece nos primeiros dias assim que o inchaço é reduzido. No entanto, há casos em que ela persiste e precisa de tratamento com medicamentos ou cirurgia.
Outros riscos relacionados ao preenchimento labial podem ser:
- Inchaço e hematoma prolongados;
- Sensibilidade e vermelhidão;
- Sangramento;
- Herpes labial ou bolhas na boca;
- Reação alérgica;
- Rigidez nos lábios;
- Infecção.
5. Contraindicações
Pessoas com herpes não devem fazer preenchimento labial porque o estresse gerado nos lábios pode fazer a herpes ressurgir, causando complicações.
Também recomenda-se suspender o uso de qualquer anticoagulante pelo menos uma semana antes do procedimento para evitar o surgimento de hematomas.
Os diabéticos e pessoas que sofrem de lúpus também não são aconselhadas a se submeter ao preenchimento labial.
Benefícios do preenchimento labial com ácido hialurônico
- O volume labial pode ser controlado mais facilmente do que outros tipos de preenchimentos;
- As injeções podem ser aplicadas em várias sessões para ir modelando a boca aos poucos;
- O ácido causa menos hematomas e inchaços do que outros tipos de preenchimentos;
- É pouco provável a ocorrência de reações alérgicas;
- Qualquer nódulo ou inchaço posterior à aplicação é facilmente removido.
Vale a pena?

Existem muitas opções estéticas a laser ou com cremes para dar volume aos lábios, mas que não usam preenchimentos dérmicos. Assim, é preciso estar atento e conhecer todos os tipos de procedimentos.
Como os tipos podem variar muito, o valor do preenchimento labial também varia entre mil e cinco mil reais.
Sobre o preenchimento de lábios com ácido hialurônico, o resultado é notado dentro de cinco ou seis dias, quando já é observada uma redução do inchaço. Quando a gordura é usada, o resultado pode demorar dez dias para ser notado porque a reação inflamatória nesse caso é mais pronunciada.
Em ambos os casos, os resultados obtidos são satisfatórios e valem a pena se a remodelação dos lábios é algo que você realmente deseja.
Já sobre os preenchimentos permanentes, é preciso ter mais cautela. Nesses casos, eles só podem ser removidos cirurgicamente e o risco de complicações envolvidas em todo o procedimento é alto.
Ao optar por um preenchimento permanente, é preciso considerar não só o risco como também o resultado a longo prazo.
Assim, preenchimentos labiais temporários parecem ser muito mais seguros, mas cabe a você se informar e decidir o que considera melhor para a sua realidade.
Fontes e Referências Adicionais:
- American Society of Plastic Surgeons – Surgical and nonsurgical options to plump up your lips
- FDA – Dermal Fillers Approved by the Center for Devices and Radiological Health
- Journal of Cutaneous and Aesthetic Surgery – Dermal fillers: Do’s and Dont’s
- NHS UK – Face and lip fillers (dermal fillers)
- Harvard Women’s Health Watch – Dermal fillers: Caulking the lines of time
- WebMD – Lip augmentation
Você tem vontade de fazer preenchimento labial? Sabia que existem diferentes tipos e substâncias utilizadas? Qual mais chamou sua atenção? Comente abaixo!
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Leve uma vida leve
Eu começo o texto contando pra vocês que a cada pauta que escrevo aqui na coluna, meu mundo desdobra em acontecimentos contendo questões que permeiam o tema escolhido. Quando Larissa Serpa, editora de BOA FORMA, me contou que neste mês BOA FORMA iria trazer abordagens para uma vida mais leve e com menos cobranças, eu ri e pensei: “Bem, eu me cobro demais!!”. Depois de alguns dias de reflexões antes de escrever, fui relembrando que na verdade eu me cobro muito além do necessário.
A compreensão que tenho hoje é que a origem da minha autocobrança vinha da “necessidade” constante de garantir a sobrevivência e de provar pros outros minha capacidade de “vencer na vida” — de ser notado, reconhecido e amado por isso. O retrato dessa história é mais ou menos assim: nasci prematuro com 06 meses, fiquei as primeiras semanas em UTI, sempre ansioso, tenho uma deficiência auditiva, gay, não tinha grana e morava no interior do menor estado do Brasil. Um menino lindo, cheio de amor, aspirações e sonhos que foi se dedicando e estudando bastante pra ir conseguindo bolsas e ganhar o mundo. Um caminho com incontáveis desafios e lições sim, mas tudo foi acontecendo dentro do que eu precisava aprender e tenho colecionado experiências extremamente positivas.
Só que comecei a perceber com mais maturidade, que eu ainda mantenho uma corrida ansiosa pela vida mantendo uma cobrança muito grande que já não precisa. E a vida, claro, passou a ser aquela auto exigência em que eu me colocava à prova sempre. A autocobrança para atender minhas expectativas e às do mundo dá uma canseira danada, porque era como se eu tivesse ainda lutando para sobreviver no escuro contra um inimigo que nunca existiu. Viver esses anos em São Paulo também aumentou muito essa pressão, claro. Compreendo que sim, existe uma corrida cotidiana, mas que eu posso escolher viver de maneira mais leve e em qualquer lugar.
Pela compreensão espiritual, alguns acontecimentos em nossa vida funcionam como gatilhos que despertam vivências passadas e memórias mais profundas que estão registradas em nosso DNA, por isso, muitas vezes o momento presente pode nos lembrar e desencadear lições de casa ou situações específicas que estão pendentes de aprender ou de compreender melhor. Muitas vezes, situações específicas ganham proporções maiores do que realmente são, pois podem ativar gatilhos que estão registrados no íntimo da nossa consciência, justamente com a necessidade de impulsionar nosso desenvolvimento.
Estou contando essa história para esclarecer — e encorajar — que cada pessoa carrega motivações profundas e diferentes em seu interior, que muitas vezes a razão da cobrança tamanha fica incompreendida. E para melhor entender nossas próprias cobranças, o autoconhecimento é um excelente caminho tanto para motivações mais simples (que você pode identificá-las com reflexões) ou mais profundas (aquelas que estão em nossas memórias akashicas ou as que requerem um pouco mais de profundeza de investigação). E a resposta sobre porque nos cobramos tanto, como você já deve imaginar, é que não existe uma rota única para todos, pois somos seres únicos mesmo vivendo uma experiência coletiva.

Autoconhecimento é o caminho
Reflexões para entender porque nos cobramos tanto
Acredito que a autocobrança pode ser saudável até certo ponto já que nos impulsiona e motiva as mudanças positivas que precisamos fazer na vida – sob um olhar atento de quem se predispõe a crescer e ser melhor a cada dia.
Quando vamos longe demais, cruzamos fronteiras onde essa cobrança passa a ser exagerada, o que não é muito saudável, nem leve. Se há uma autocobrança, há também uma motivação para que ela exista.
Reflita se essa autocobrança na verdade não é uma necessidade de provar algo, de controlar a vida, de ser reconhecidx e amadx, de corresponder expectativas criadas, de alcançar status ou prestígio social, dúvida sobre sua capacidade ou se você só precisa relaxar mais mesmo. Portanto a dica é: mergulhe na motivação e vá além da justificativa que você dá pra ela.
Leve uma vida leve

Veja como você pode ser mais gentil consigo
Desacelere e pegue mais leve com você.
Nem sempre você “tem que” fazer algo, isso começa com a condição de obrigação. A priorização e o equilíbrio das escolhas ajuda a decidir o que pode fazer e o que você não pode fazer. Nem sempre dá pra responder a todos, fazer a aula de yoga, bater todas as metas, fazer supermercado, faxina, cuidar da casa, da família, do cachorro e do gato, ao mesmo tempo.
Se a gente não pegar leve agora, quando poderemos ser mais leves, afinal?
Se gastamos a maior parte do nosso tempo nos cobrando ao invés de buscar formas mais leves e conscientes de viver – e dar atenção ao que realmente importa – precisamos lembrar de uma coisa: que a vida acaba, e pode ser amanhã.
Estamos vivendo em constante crescimento individual e coletivo.
Se enxergarmos a vida como uma escola e que toda a existência está se transformando o tempo todo, logo, pode ser que o conceito de perfeição que criamos e idealizamos não existe, seja algo irreal e pequeno demais diante de tudo.
Nem todo dia a gente tá bem.
E está tudo bem, a diferença é como você compreende o seu processo e busca formas de se equilibrar cada vez mais, assim é um equilíbrio de polaridades que vai ganhando uma fluidez melhor com menos oscilações.
A gente não precisa ter resposta pra tudo e podemos dizer não.
E também está tudo bem com isso.
Feito é: nem mal feito, nem perfeito.
Dê esse novo olhar para suas ideias, tarefas, compromissos e projetos.
Não viver o momento presente é ir ao teatro e não assistir ao show.
Quantas coisas que estavam no futuro realmente aconteceram como imaginávamos? Ou quantos momentos deixaram de ser contemplados porque nossa atenção estava no que já passou?
Há um plano maior para estarmos aqui
A vida acontece a partir de um plano cósmico que acordamos para o desenvolvimento individual e coletivo de nossa experiência, senão estaríamos à deriva. Quanto mais fluímos dentro de nossa essência e natureza (conexão coração-espírito-mente), seguiremos mais naturalmente com os sinais e acontecimentos que precisamos experienciar, mudar e/ou seguir. O que mais precisamos fazer, talvez seja soltar o controle e parar de achar que controlamos tudo. Deixe que a “mágica” do universo aconteça – você contribui deixando que essa fluidez ocorra, do que tentando nadar contra essa corrente.
Talvez você não precisa ir aonde todos também estão indo.
Outras histórias podem nos inspirar, mas você pode e deve construir sua própria história a partir de quem você já é, que é tão genuína e tão sua. Às vezes, a gente corre demais para ser alguém que imaginamos ou para alcançar algo que não necessariamente precisa ser nosso. Ao reconhecer isso, talvez seja o momento mais apropriado para você poder olhar pra dentro, cuidar de si e entender quem você é de verdade. Aos poucos e naturalmente, os ajustes são realizados e passamos a caminhar mais próximos da nossa essência, sem correr nem se cobrar tanto por isso.

PS.: Tudo o que eu escrevo serve pra mim também, então tá anotado.
Até a próxima!
Mateus
Sobre o autor

Mateus Morais é formado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e tem atuado nos últimos anos com Marketing de Projetos em grandes organizações. É facilitador da imersão Despertar da Vida com Propósito, uma jornada de vivências de autoconhecimento. Estuda sobre espiritualidade e desenvolvimento humano e realiza consultoria sobre empreendedorismo consciente e sessões de Cura Interdimensional. Você pode acompanhá-lo pelo Instagram.
Leve uma vida leveoriginado em https://boaforma.abril.com.br
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Doenças que se pode pegar na piscina ou na banheira
As piscinas e banheiras de hotel podem representar um grande risco para a saúde, principalmente quando não são higienizadas corretamente ou quando muitas pessoas fazem uso ao mesmo tempo, podendo…
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Tratamento para a doença de Parkinson
O tratamento para a doença de Parkinson, ou mal de Parkinson, inclui o uso de medicamentos, prescritos pelo neurologista ou geriatra, como Levodopa, Pramipexol e Seleginina, por exemplo, que ajudam a…
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Suplemento de cálcio e vitamina D
O suplemento de cálcio e vitamina D serve para tratar ou prevenir o aparecimento de osteoporose e reduzir o risco de fraturas, principalmente em indivíduos com baixos níveis de cálcio no sangue.
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O que fazer para aumentar a testosterona
Para aumentar os níveis de testosterona circulantes no sangue é importante ter uma alimentação rica em zinco e vitaminas A e D, praticar atividade física, de preferência utilizando pesos, e ter…
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