Todos já passamos por isso: quando um produto é muito amado, nós até decidimos “economizar” e usar só uma a duas vezes por semana, para durar mais. O problema é que, após abertos, esses produtos têm um prazo para serem usados antes que estraguem. Veja aqui os riscos de usar um produto vencido e qual é a validade dos cosméticos.
O problema de usar um produto vencido não é só que a eficácia irá diminuir, “o uso pode causar problemas como dermatites de contato irritativas ou alérgicas. A pele pode ficar avermelhada, com bolinhas, aspecto áspero, descamação. Sintomas como ardência e coceira são frequentes também, além de pele mais seca, opaca, até mesmo com um aspecto mais “envelhecido” devido ao fato de as linhas ficarem mais evidentes por conta desses sintomas.”, explica Carla Albuquerque, dermatologista e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Além disso, maquiagens vencidas são um terreno propício à proliferação de fungos e bactérias, que podem levar de espinhas à infecções na pele, completa Bárbara Carneiro, dermatologista e membro da Associação Brasileira de Medicina Estética (ABME).
Validade dos cosméticos: fechados
“Antes de abertos, a validade que vale é a que consta na embalagem”, explica Carla. As normas de saúde brasileiras exigem que todos os produtos comercializado aqui tenham essa data na embalagem mas, se você adquiriu os cosméticos fora do país, nem sempre a data está escrita.
Nesses casos, existe uma plataforma online que permite que você cheque a informação. Para utilizar a Check Cosmetic basta inserir a marca do produto e o código de lote que pode vir marcado como um carimbo em caracteres pretos ou em relevo na própria embalagem (normalmente na parte em que o plástico é comprimido, em produtos de formato bisnaga).
Validade dos cosméticos: abertos
Depois de aberto, não importa a validade inscrita na caia, o produto segue a validade média, chamada de “vida útil”. A maioria vem com uma inscrição que mostra qual é essa vida — é uma ilustração de um pote aberto com o número de meses inscrito dentro. Mas, no geral, você pode seguir a lista na galeria abaixo.
<p><span>“</span><span>Depende da composição de cada creme, mas a vida útil média após aberto costuma ser de 6 meses”, explica Carla. </span></p>(PexelsPexels)<p><span>12 meses, se for oil-free; 18 meses se possuir óleo. Para manter essa vida útil, Carla explica que esses produtos devem ser mantidos longe de calor, sol ou umidade. “E sempre pegue o produto com auxílio de espátula limpa se o formato for em pote, para evitar contaminação de bactérias”, conta Carla.</span></p>(PexelsPexels)<p><span>12 meses em média, mas as cremosas podem ter vida útil de apenas 6.</span></p>(PexelsPexels)<p><span>3 meses se usado corretamente. </span><span>O hábito de “empurrar” o aplicador de máscara para cílios para dentro e para fora e sua consequente entrada de ar, faz com que a vida útil do produto seja reduzida, facilitando a proliferação das bactérias e fungos.</span></p>(PexelsPexels)<p><span>12-18 meses, segundo Carla. Após expirado o prazo, o produto costuma ficar seco e com alteração no cheiro característico.</span><span> </span></p>(PexelsPexels)<p><span>18 meses. “Esses e todos os produtos cosméticos são regulamentados pela RDC 211 de 2005, que define a validade como o tempo em que o produto mantém suas propriedades, quando conservado na embalagem original e fechados”, explica Bárbara.</span></p>(PexelsPexels)
Essa é uma receita de pão de frigideira saudável que você pode usar no lanche ou no café da manhã. É barata, simples de fazer e fica muito gostosa. É uma opção saudável para quem não quer comer mais o pão industrializado e quer tirar a farinha de trigo da dieta.
Você pode comer com um queijo cremoso e fica uma delícia! Com essa receita fácil e rápida, dá para se deliciar e ainda ficar na dieta saudável, além de aproveitar os benefícios da aveia e os benefícios da chia, fora outros ingredientes saudáveis que vão acrescentar muito!
Aproveite e veja agora mesmo como fazer no vídeo abaixo:
Vídeo:
Ingredientes:
1 ovo;
1/4 xícara de farelo de aveia;
1/4 xícara de farinha de aveia;
2 colheres de sopa de água;
1 colher de chá de chia;
Alecrim a gosto.
Rende 1 pão com 303 calorias, 31g de carboidratos (9g de fibras), 16g de proteínas e 13g de gorduras. Isso corresponde a toda a frigideira que usei. Você pode comer meia porção por vez se quiser consumir menos calorias.
Legenda do vídeo:
Olá! Tudo bom? Hoje eu trouxe aqui para você mais uma receita. Pra você que não quer comer pão, que não quer mais consumir aquela farinha branca industrializada, que quer uma alternativa rápida, prática e que dê para fazer ali de manhã mesmo, naquela correria do dia a dia. Ou até para consumir a tarde mesmo, mas que seja rápida e saudável. Essa receita é super barata, você não vai querer perder, espera aí.
Antes de mais nada, se você é novo, seja bem-vindo, se inscreve no canal e ative o sininho. Aqui tem vídeo novo todos os dias, você vai adorar, com certeza. Se você conhece alguém que gosta desse tipo de receita, compartilhe. Vamos juntos, eu e você, ampliar essa corrente do bem, que é isso que eu mais quero aqui com o canal. E também, vou deixar aqui na descrição, lembrando para você, os ingredientes da receita, a informação nutricional dela e outros links que eu acho que você vai gostar, está bom?
Vamos começar porque ela é super rápida. Eu tenho aqui um mix de farinhas. Na verdade, eu tenho farinha de aveia e farelo de aveia. Eu acrescentei o farelo de aveia porque ele tem mais fibras e menos carboidrato líquido por porção. Então, esse nosso pãozinho vai ser ligeiramente menor em carboidratos do que os outros pães de frigideira que a gente vê por aí.
Eu tenho aqui a nossa aveia, então, eu vou acrescentar a ela um ovo. Vou acrescentar água mesmo. Chia para ajudar a diminuir ainda mais o índice glicêmico e trazer gorduras saudáveis, precursoras do Ômega 3. Vou botar aqui sal. E para ficar com uma carinha de focaccia, de um pãozinho assim temperadinho, eu vou colocar o alecrim.
Deixe-me dar uma mistura nisso tudo. Eu já tenho a minha frigideira aqui que está aquecendo. E vamos envolver essa nossa massinha aqui. Eu untei essa minha frigideira com um pouquinho de óleo de coco, você pode untar com o que você quiser aí. E aí, a gente coloca a massa aqui. E vamos espalhar um pouquinho para ela cozinhar. E é só esperar um pouquinho, espera aí.
Já passou uns três minutos, então, eu vou virar o meu pãozinho. É super fácil de virar, se precisar você ajuda aí com a sua mão. E se você quiser que ele fique mais torradinho, espera mais tempo. Calma aí, que eu já volto.
Prontinho, mais dois minutos e já está pronto. Também vou colocar o meu pãozinho aqui no prato. Deixe-me virar com este lado para cima, que fica mais bonito, mais douradinho. E eu tenho aqui, para acompanhar, o meu requeijão caseiro. Esse aqui… Eu tenho vídeo no canal fazendo, e esse aqui é a versão light, que eu fiz com a mussarela light, sem manteiga e com leite desnatado. Vou mostrar para vocês como é que ficou a textura dele também.
E eu vou te mostrar o pão agora, como ficou a textura do pão. Vou abrir para vocês aqui um pedacinho, olha. Ele fica, gente… Está bem quente, está saindo fumaça… Mas está vendo que ele fica um pouquinho macio, assim, no meio? Então, realmente, é uma delícia e vale super a pena você fazer em casa, porque é muito mais saudável do que você comer o pão francês, o pão de forma integral, o pão de forma branco…
Vocês sabem que muitos pães de forma, que são vendidos no mercado como “pão de forma integral”, o primeiro ingrediente é a farinha de trigo branca refinada. Então, na verdade, passa longe de ser integral.
Então, compartilhe esse vídeo com quem você sabe que vai gostar dessa receita. Isso é muito importante. E me conta aqui embaixo, com o que você comeria esse pãozinho? Tem a minha receita de queijo branco aqui, feito em casa, receita de requeijão, maionese de abacate, maionese de linhaça, mortadela de frango… Meu Deus, muita opção gostosa e saudável! Todas elas vão estar aqui embaixo na descrição.
E me conta com qual opção você vai comer aí na sua casa? Que eu vou adorar saber. Mais uma vez, compartilhe esse vídeo com quem precisa, isso é muito importante hoje em dia, ampliar essa corrente do bem. Curte o vídeo, isso me ajuda muito, se inscreve no canal e ative o sininho. Eu tenho vídeo novo todos os dias com muitas dicas de boa forma, saúde, nutrição e com essas receitas maravilhosas que vocês adoram.
Até a próxima. Tchau, tchau. Agora eu vou comer esse pedacinho aqui, porque esse pãozinho quentinho ninguém resiste… Olha como é que ficou a consistência do requeijão para vocês verem. Fica igualzinho, está vendo? Então, pode fazer em casa sim, com leite desnatado e com mussarela light e sem manteiga, se você tiver dúvida vai lá no vídeo ver. Até a próxima. Tchau, tchau. Hum!
O que você achou dessa receita de pão de aveia de frigideira que separamos acima? Pretende experimentar e fazer a sua em casa? Comente abaixo!
O exame de colonoscopia é um procedimento invasivo que gera muitas dúvidas. Saiba como deve ser o preparo e a sua dieta antes do exame e entenda como funciona uma colonoscopia.
A colonoscopia é um exame que serve para avaliar a presença de anormalidades no intestino grosso (ou cólon) e no reto. O cólon é a última parte do trato gastrointestinal em que ocorre a absorção de nutrientes e a eliminação de resíduos que o corpo não precisa.
Por meio de uma colonoscopia, é possível detectar pólipos no intestino e alguns tipos de câncer que podem surgir na região como o câncer colorretal. Doenças inflamatórias intestinais como a síndrome do intestino irritável, a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, por exemplo, também podem ser diagnosticadas por meio de uma colonoscopia.
Geralmente, o exame de colonoscopia é indicado para homens e mulheres que têm mais de 50 anos de idade e que apresentam fatores de risco para o desenvolvimento do câncer colorretal. Em países como os Estados Unidos, o exame é feito ainda mais cedo a partir dos 45 anos.
A realização do exame, mesmo sem sintomas da doença, pode ajudar na detecção precoce do câncer, o que aumenta as chances de sucesso do tratamento. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é indicado repetir o exame a cada dez anos mesmo sem estar no grupo de risco e a cada cinco anos caso fatores de risco para o câncer colorretal sejam identificados.
Há pelo menos três tipos principais de colonoscopia que são a retossigmoidoscopia, a colonoscopia esquerda e a colonoscopia total. Cada tipo tem suas particularidades, mas o mecanismo por trás do diagnóstico é o mesmo.
Como funciona
Um exame de colonoscopia consiste na inserção de um tubo muito fino e flexível, chamado também de colonoscópio, acoplado a uma microcâmera através do ânus.
As imagens geradas permitem que o médico perceba anormalidades na região intestinal (especialmente no intestino grosso) e até mesmo colete pólipos ou pequenas amostras de tecido para biópsia se julgar necessário.
Para que o exame de colonoscopia avalie o revestimento mucoso, a vascularização e a distensibilidade do intestino grosso, é indispensável que o intestino esteja livre de resíduos. O preparo abaixo é muito importante para garantir as condições ideias para a realização do exame.
Preparo
Assim que você marcar o exame de colonoscopia, você receberá as instruções para preparar o intestino para o procedimento. Para que a imagem capturada pela câmera seja adequada para obter um diagnóstico preciso, é importante seguir as seguintes orientações:
– Dieta
De 24 a 72 horas antes do exame, siga uma dieta líquida e leve que pode contar com alimentos como gelatina, sucos de frutas sem a polpa, caldos, bebidas isotônicas, chá e café. Alimentos pesados como gorduras e proteínas de origem animal devem ser cortados do cardápio.
Tenha o cuidado de não ingerir líquidos que contenham corantes vermelhos ou roxos, pois isso pode prejudicar a visualização do seu intestino no exame. Alimentos como suco de beterraba, por exemplo, não devem ser consumidos antes da colonoscopia.
Nas 24 horas de antecedem o exame, não será permitido comer nada e sua dieta deve ser baseada em água e fluidos sem cor como água de coco ou suco de limão.
– Laxante
Essa é a parte que ninguém gosta, mas que é necessária para fazer uma colonoscopia. O médico deve prescrever um laxante que você precisa tomar uma noite antes do exame ou então na parte da manhã para ajudar o intestino a expelir todo e qualquer resíduo do órgão.
Todo esse cuidado serve para garantir que seu intestino esteja “limpo” e livre de interferências que possam alterar os resultados da colonoscopia. Um sinal claro de que está tudo certo para o exame de colonoscopia se dá quando suas fezes estiverem praticamente incolores e líquidas.
Assim que estiver tudo pronto para a sua colonoscopia, a equipe médica vai pedir que você tome um sedativo que geralmente é administrado oralmente na forma de pílula para que você não sinta nenhuma dor ou desconforto durante a inserção do tubo através do ânus e do reto. Para garantir um processo totalmente indolor, o médico também pode administrar um analgésico intravenoso.
O paciente deve ficar deitado de lado, preferencialmente com os joelhos dobrados em direção ao peito e só então o colonoscópio é inserido no ânus.
Uma vez dentro do cólon, o médico infla o cólon com ar ou dióxido de carbono para que seja mais fácil visualizar o revestimento intestinal. É normal sentir cólicas abdominais ou vontade de evacuar durante essa parte do exame. Após coletar as imagens (e amostras, se necessário), o colonoscópio é removido. Todo o procedimento costuma durar de 30 minutos a uma hora.
Cuidados e alertas importantes
Por causa do sedativo administrado, você vai precisar de um acompanhante para te levar para casa.
A recuperação do exame de colonoscopia é rápida e em poucas horas o efeito sedativo termina. Mas podem ocorrer efeitos colaterais como gases e desconforto abdominal. Se houver remoção de pólipos ou de tecido para biópsia, pode ocorrer sangramento nas fezes na primeira vez que você for ao banheiro após a colonoscopia.
Após o exame, a alimentação tem que ser leve pois o intestino estará completamente vazio. É normal sentir mal-estar depois do exame, mas se houver sintomas como náusea e vômito, é importante procurar um médico.
Contraindicações e riscos
O teste não deve ser feito por pessoas que sofrem de condições no intestino como a obstrução intestinal, o megacólon tóxico ou a diverticulite aguda complicada. Também não é recomendado para pessoas que sofreram um infarto recentemente, que são gestantes no terceiro trimestre da gravidez e pessoas que tomam remédios anticoagulantes.
Os médicos estão habituados a realizar exames de colonoscopia e isso já reduz muito o risco de complicações. Mas ainda assim, podem ocorrer algumas complicações raras como:
Reação à anestesia;
Sangramento;
Ferida na parede retal ou no cólon.
O que esperar do resultado
Se o médico gastroenterologista encontrar algum pólipo ou anormalidade no intestino, ele pode sugerir uma dieta especial por alguns dias até que o resultado da biópsia seja liberado. Em geral, pólipos intestinais são benignos e inofensivos, mas o médico irá informar se o crescimento anormal for um câncer e precisar de tratamento específico.
Caso não seja observada nenhuma alteração, o exame de colonoscopia pode ser repetido dentro de cinco ou dez anos ou de acordo com a orientação médica baseada no seu histórico médico e fatores de risco.
Melhora a digestão, ajuda a melhorar o sono e a reduzir o açúcar no sangue: veja todos os benefícios do estragão e como usar!
Você sabe o que é o estragão? Trata-se de uma erva usada para fins medicinais e para o preparo de alimentos. Membro do gênero de plantas Artemísia ou Asteraceae, que contém mais de 400 espécies, o estragão (Artemisia dracunculus) é bastante versátil como tempero – assim como os outros membros dessa mesma família de plantas como a artemísia e o manjericão.
Na culinária francesa, é bastante comum o uso de ervas finas que adicionam sabor, cheiro e textura especiais aos pratos e uma dessas ervas é justamente o estragão. Os minerais encontrados no estragão desempenham papéis essenciais no organismo. O manganês, por exemplo, é essencial para a saúde do cérebro, para o metabolismo e para a redução do estresse oxidativo. Já o ferro é indispensável para o transporte de oxigênio e nutrientes. O potássio é necessário para o funcionamento correto do coração, dos nervos e dos músculos.
Outros minerais como o fósforo, o sódio, o selênio e o zinco além de vitaminas como A, C, B6 e folato também são encontrados na erva.
Benefícios do Estragão
1. Pode melhorar os padrões de sono
Plantas do gênero Artemísia têm propriedades que podem te ajudar a lidar com problemas para dormir. Os franceses costumam usar o chá de estragão como um remédio natural para insônia e vários homeopatas sugerem o consumo do chá de estragão antes de dormir para relaxar.
Um estudo conduzido em ratos e publicado no The American Journal of Chinese Medicine em 2015 indica que plantas como o estragão promovem um efeito sedativo que auxilia na regulação de padrões de sono.
2. Promove a redução do açúcar no sangue
Além de ajudar a reduzir os níveis de açúcar no sangue, o estragão pode melhorar a sensibilidade à insulina e mudar a maneira como o corpo metaboliza a glicose. Uma das funções do hormônio insulina é trazer a glicose até as células, onde ela será usada para gerar energia. Fatores como o tipo de dieta adotada podem causar a resistência à insulina, o que dificulta a atividade hormonal e eleva os níveis de glicose no sangue. Felizmente, o estragão pode ajudar a consertar esse problema, de acordo com estudos.
3. Aumenta o apetite
Desequilíbrios hormonais na grelina (hormônio da fome) e leptina (hormônio da saciedade) interferem no apetite. Altos níveis de grelina induzem a fome enquanto que níveis altos de leptina geram a sensação de saciedade.
Uma descoberta da Louisiana State University (Universidade do Estado de Louisiana nos Estados Unidos) publicada em 2011 na revista Diabetes atestou que a administração de extrato de estragão em ratos foi capaz de reduzir a secreção de insulina e leptina e de aumentar o peso corporal. Tais resultados indicam que o estragão aumenta a fome e que ele pode ser bastante útil para pessoas que precisam ganhar peso.
4. Melhora a digestão
O estragão contém carotenoides que auxiliam em todo o processo digestivo desde a saliva até o movimento peristáltico que ocorre no intestino, o que contribui também para a melhor absorção de nutrientes. Conforme dados publicados em 2010 na revista Plants Foods for Human Nutrition, os carotenoides melhoram a saúde digestiva, já que estimulam a secreção de sucos digestivos por órgãos como o fígado, o pâncreas e o estômago.
5. Pode ser bom para a saúde feminina
Alguns homeopatas incentivam o uso da erva para manter a saúde do sistema reprodutivo feminino, para aliviar as cólicas menstruais e para estimular a menstruação. Embora contenha folato, um nutriente indispensável para a formação do sistema nervoso do feto, grávidas devem evitar o consumo exagerado do estragão, pois a erva pode induzir o trabalho de parto precoce ou causar o aborto.
6. Alivia a dor e a inflamação
Uma pesquisa publicada em 2014 no periódico Pharmaceutical Biology mostrou que a Artemísia é eficiente no tratamento de dores. Tradicionalmente, a erva é usada para tratar a dor de dente e as cólicas. Pesquisas como a publicada em 2013 na revista científica Experimental and Therapeutic Medicine indicam que a presença de eugenol é responsável por esse efeito, já que a substância tem efeito anestésico.
Outra publicação de 2016 do periódico Avicenna Journal of Phytomedicine mostrou que as citocinas foram reduzidas de forma significativa em camundongos após a administração de um extrato de estragão durante 21 dias.
Cientistas demonstraram que o estragão também alivia a dor associada a osteoartrite. De acordo com o estudo publicado em 2016 na edição de julho da revista Clinical Rheumatology, pacientes com osteoartrite que tomaram um suplemento alimentar contendo extrato de estragão durante 12 semanas apresentaram uma melhora significativa nos sintomas quando comparado com o grupo de pessoas que recebeu um placebo.
7. É bactericida
O estragão apresenta propriedades antibacterianas que inibem a proliferação de bactérias comumente encontradas nos alimentos como a Escherichia coli. Acredita-se que por causa desse efeito bactericida, o estragão era usado para tratar infecções urinárias e feridas na pele.
Em 2012, uma pesquisa publicada no Iranian Journal of Microbiology avaliou os efeitos do óleo essencial de estragão em bactérias como a Staphylococcus aureus e a Escherichia coli. Os pesquisadores atestaram que todas as amostras de queijo branco tratadas com o óleo de estragão foram beneficiadas pelo efeito bactericida do óleo, o que sugere que ele pode ser um bom conservante de alimentos (especialmente de queijos).
Como usar: aproveite os benefícios do estragão!
As folhas do estragão são usadas como tempero ou para o preparo de chás e remédios caseiros. A versatilidade do estragão é muito grande, podendo ser usado no preparo de pratos como:
Ovos mexidos;
Frango assado;
Molhos;
Conservas;
Vinagretes;
Peixes como atum ou salmão;
Legumes assados;
Saladas.
O chá de estragão pode ser preparado a partir das folhas frescas ou secas. A medida ideal é 5 gramas de estragão para cada xícara (240 mL) de água. Depois de ferver a água, é só adicionar o estragão e deixar a mistura em infusão por 5 minutos. Por fim, coe a mistura e beba até 2 xícaras ao dia, preferencialmente após as refeições.
Caso você tenha folhas frescas de estragão e queira usá-las mais tarde, você pode armazena-las úmidas na geladeira por até cinco dias sem que elas percam suas propriedades. Basta envolver as folhas em uma toalha de papel ou pano umedecida e guardar em um recipiente fechado. Já o estragão seco pode ser conservado por até seis meses longe da luz e da umidade.
Pessoas com distúrbios hemorrágicos ou que vão se submeter a cirurgias devem evitar o uso da erva pois o estragão pode reduzir a coagulação do sangue e aumentar o risco de sangramento. Quem apresenta sensibilidade ou tem alergia a plantas como girassol, ambrósia ou margarida também estarão mais seguras ficando longe do estragão.
Se nenhuma dessas exceções se aplica a você, é possível usar o estragão com segurança em sua dieta.
Propriedades nutricionais
A quantidade de nutrientes pode ser diferente se o estragão for fresco ou seco, mas dados do United States Department of Agriculture (USDA, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) mostram que em apenas uma colher de sopa (2 g) de estragão seco é possível encontrar:
O principal ingrediente do salame é geralmente a carne de porco curada. Nem sempre comer carne de porco é saudável, mas o salame de boa qualidade, consumido sem exageros, pode ser um bom alimento para a saúde. Entenda mais sobre a composição do salame e os benefícios e riscos de consumi-lo.
Do que é feito o salame?
O salame é composto por uma mistura de diferentes tipos de carnes moídas e uma série de outros ingredientes que variam de acordo com o tipo de salame.
Típico da culinária italiana, a receita tradicional de salame inclui ingredientes básicos como:
Carne moída não cozida;
Especiarias;
Vinho;
Vinagre;
Ervas variadas;
Gordura;
Alho;
Sal.
Podem fazer parte da composição do salame tipos variados de carne, além de vinhos e especiarias típicas de cada região. Sendo assim, o sabor do salame pode variar bastante dependendo de onde ele é produzido.
As carnes utilizadas no preparo do salame podem ser de um tipo só ou uma mistura de diversas carnes como:
Carne suína de porco;
Carne de aves como o frango;
Carne de veado.
As partes mais usadas são a panceta, a paleta, a vitela e o coração.
Para obter o salame da forma que conhecemos, é preciso que a mistura de ingredientes passe por um processo de fermentação. Nesse processo, bactérias do ácido lático (que são bactérias saudáveis importantes para a saúde da nossa flora intestinal) precisam ser adicionadas para promover a fermentação do alimento. O ácido lático produzido por elas durante a fermentação é o que garante o sabor do salame.
Após a fermentação, o salame passa pela cura (ou salga) para que ele seque e fique mais saboroso.
Tipos de salame
Em muitos lugares, o salame é descrito como uma espécie de salsicha fermentada. Além de saber do que é feito o salame, aproveite para ver também do que a salsicha é feita.
O salame pode variar tanto nos ingredientes usados quanto no processo de preparo. Alguns salames não passam por nenhum processo de cozimento, enquanto outros podem ser levemente cozidos ou defumados.
Para se ter uma ideia das variedades de salame que existem, veja alguns tipos:
Salame de Gênova: salame italiano tradicional feito a partir de uma mistura de carne de porco e vitela temperada com vinho tinto, pimenta e alho.
Salame de ervas: salame tradicional temperado com ervas secas e grãos de pimenta, dentre outras especiarias.
Salame Cotto: variedade de salame que é parcialmente cozida ou defumada antes ou depois da cura.
Soppressata: esse é um salame um pouco mais rústico do que os outros tipos. Várias partes do porco como a barriga, a língua e o estômago são usadas no preparo. Durante o processo de cura, o salame é pressionado até perder cerca de 30% do seu peso, o que intensifica o sabor da iguaria.
Nduja: salame preparado com carne e gordura de porco e temperado com pimentão vermelho picante.
Napoletano: preparado com carne de porco e temperado com pimentas (vermelha e preta), sal, alho e vinho branco.
Salame Capocollo ou Capicola: salame defumado feito com a cabeça e o pescoço do porco. O tempero fica por contra de uma mistura de especiarias, ervas e vinho que garantem uma textura macia e um sabor perfeito para rechear sanduíches.
Ao contrário do que muitos pensam, o pepperoni não é um salame, mas seu preparo e sabor é muito parecido. As principais diferenças são que o pepperoni é defumado e picante.
Informações nutricionais do salame
Apesar de não ser recomendado por alguns nutricionistas por ser uma carne processada, o salame apresenta um teor moderado de nutrientes. Veja do que é feito o salame em termos nutritionais, segundo dados da USDA (United States Department of Agriculture, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), em uma porção de 100 gramas:
407 kcal
1,6 gramas de carboidratos
22,6 gramas de proteínas
33,7 gramas de gorduras totais
11,9 gramas de gordura saturada
16,0 gramas de gordura monoinsaturada
3,7 gramas de gordura poli-insaturada
280 mg de ácido graxo ômega 3
3.270 mg de ácido graxo ômega 6
Além dos macronutrientes acima, o salame também oferece vitaminas e minerais importantes como você pode conferir na tabela abaixo
Nutriente
Quantidade diária recomendada em %
Vitamina B1
62%
Vitamina B2
19%
Vitamina B3
28%
Vitamina B5
8%
Vitamina B6
27%
Vitamina B12
47%
Sódio
94%
Selênio
36%
Zinco
28%
Fósforo
23%
Cobre
8%
Magnésio
5%
Potássio
11%
Ferro
7%
Manganês
4%
Cálcio
1%
O salame é perfeito como acompanhamento de queijos, pães e saladas. Também pode ser usado em pizzas ou em lanches.
Ele pode ser conservado por muito tempo, mas por causa da gordura, o alimento pode ficar rançoso com o passar do tempo. Para preservar a textura e sabor originais do salame, é importante que ele fique armazenado em um local escuro e fresco.
Cuidados
– Contraindicações
Na cultura brasileira, tem-se o costume de dizer que a carne de porco é remosa e, assim, você pode pensar que o salame feito a partir desse tipo de carne também é remoso. Alimentos remosos são aqueles que podem prejudicar a cicatrização e aumentar os níveis de inflamação no organismo e, por isso, não são recomendados para ingestão após cirurgias ou durante a recuperação de uma lesão ou doença grave.
No entanto, não há evidências científicas que comprovem essa afirmação e o consumo moderado de salame é permitido em praticamente qualquer tipo de dieta. A única situação em que o salame deve ser completamente evitado é se você tiver alergia a carne de porco.
– Excesso de sal e gordura
Como qualquer outro alimento rico em sódio e em gorduras, o salame deve ser consumido com moderação, especialmente por pessoas que apresentam problemas de colesterol alto e hipertensão.
– Risco de câncer
Outro fator a considerar é que o salame é um tipo de carne processada, cujo consumo está relacionado a um risco maior de desenvolver câncer. Segundo um estudo de meta-análise publicado em 2015 na revista científica Nutrients, o excesso de nitritos e nitratos encontrados na carne processada é o que aumenta o risco de alguns tipos de câncer. Ao optar por salames curados com sal comum em vez de conservantes como o nitrito e o nitrato, você reduz esse risco.
– Risco de contaminação
Algumas pessoas acreditam que o consumo de alimentos fermentados aumenta as chances de contaminações bacterianas, mas não é bem assim. Na verdade, o ácido lático gerado pela fermentação cria um ambiente pouco propício para o desenvolvimento de bactérias e microrganismos prejudiciais para a saúde.
É claro que é importante prezar pelas boas condições sanitárias na fabricação do salame para evitar contaminações, mas o risco é muito baixo e as bactérias presentes no alimento são benéficas para o organismo.
De uma forma geral, consumir salame moderadamente como parte de uma dieta saudável não faz mal para a saúde e na verdade pode até contribuir com ela devido ao valor nutricional desse aperitivo.