Ácido Acetilsalicílico – Para Que Serve e Como Tomar

Ácido acetilsalicílico

Mais conhecido como aspirina, o ácido acetilsalicílico é um dos analgésicos mais populares. Entenda para que serve e como tomar o medicamento.

Embora tomar uma aspirina ou outro remédio para dor de cabeça pareça ser inofensivo, é importante conhecer os benefícios e potenciais riscos dos medicamentos de uso livre.

Mesmo remédios vendidos sem receita nas farmácias podem causar efeitos colaterais e complicações de saúde se forem usados erroneamente. Por isso, é essencial conversar com um médico ou farmacêutico e evitar a automedicação. Caso você prefira aliviar a sua dor de cabeça de forma natural, veja quais são os melhores chás para dor de cabeça.

Não é só para a dor de cabeça que o ácido acetilsalicílico serve. Muitas outras condições de saúde podem ser tratadas com a aspirina e até mesmo prevenidas como é o caso de algumas complicações cardíacas. Veja que condições são essas e como tomar a aspirina em cada caso.

Ácido acetilsalicílico – o que é?

O ácido acetilsalicílico é um dos remédios mais usados no mundo. Derivado do salicilato (composto encontrado na casca de plantas como os salgueiros), o ácido acetilsalicílico foi descoberto por volta de 400 anos aC. Relatos indicam que, nessa época, as pessoas mastigavam a casca de salgueiro para aliviar a inflamação e controlar a febre.

Hoje, popularmente conhecido como Aspirina (marca registrada da empresa farmacêutica Bayer), o ácido acetilsalicílico é um anti-inflamatório não esteroide com propriedades analgésicas usado para o alívio de dores leves e febre. Comercialmente disponível há mais de 100 anos, estimativas da International Aspirin Foundation indicam que são consumidas cerca de 35.000 toneladas de ácido acetilsalicílico todos os anos.

A substância também tem propriedades anti-inflamatórias importantes e pode ser usada como anticoagulante para deixar o sangue mais fino e evitar a formação de coágulos que possam agravar quadros de problemas ou complicações cardiovasculares.

Os anti-inflamatórios não esteroides em geral são fármacos que combinam os seguintes efeitos em um mesmo medicamento:

  • Efeito analgésico que alivia a dor;
  • Efeito antipirético que diminui a febre;
  • Efeito anti-inflamatório que reduz a inflamação.

Por não ser um esteroide, o ácido acetilsalicílico é um anti-inflamatório mais seguro, o que significa que ele não causa os efeitos colaterais indesejados observados com o uso de esteroides.

Outra vantagem dos anti-inflamatórios não esteroidais é que eles não são narcóticos, ou seja, eles não causam insensibilidade ao ambiente (confusão mental) e nem perda de consciência e podem ser usados tranquilamente para tratamentos a longo prazo.

Para que serve

Seu principal uso é como analgésico anti-inflamatório que atua contra dor leve ou moderada, inflamação e febre.

O remédio também pode ser usado em doses baixas para tratamentos a longo prazo para reduzir o risco de coágulos sanguíneos, derrame ou ataque cardíaco. E, apesar de o medicamento não ter sido feito para esse fim, há até quem use a aspirina para tratar espinhas no rosto.

Em situações de emergência, a aspirina é dada aos pacientes logo depois de um ataque cardíaco para impedir a formação de coágulos sanguíneos e evitar a morte do tecido cardíaco, reduzindo assim o risco de complicações e sequelas.

Usos do ácido acetilsalicílico

Os usos mais comuns do ácido acetilsalicílico são para aliviar a dor de cabeça e a febre. O remédio também é usado para enxaquecas, dores menstruais, resfriados, gripes, entorses e distensões.

A eficácia da aspirina é alta para dores leves ou moderadas, mas em casos de dores intensas, o ácido acetilsalicílico deve ser usado como um complemento em conjunto com outros remédios.

Como funciona

A aspirina previne a formação de coágulos sanguíneos por meio da inibição da função plaquetária. As plaquetas são as partes do sangue que se juntam para formar um coágulo quando você sofre um ferimento. Esse é um mecanismo natural que serve para que um bloqueio seja formado, evitando assim que você perca muito sangue.

Ao usar aspirina, a formação desses coágulos é impedida, o que é útil para prevenir ataques cardíacos e derrames, por exemplo.

Por causa desse mecanismo de ação, a aspirina é conhecida por deixar o sangue mais fino, evitando assim a formação de coágulos. Entenda melhor se o ácido acetilsalicílico afina o sangue mesmo.

Essa interrupção na agregação plaquetária ocorre através da inibição da atividade da ciclo-oxigenase (COX), uma enzima que inibe as prostaglandinas – marcadores de inflamação no corpo que estão envolvidos com a febre e as dores. Dessa forma, além de inibir a coagulação, a aspirina atua na redução da febre e da dor.

Como tomar

O modo de uso do ácido acetilsalicílico depende da condição a ser tratada. Em doses mais altas, a aspirina ajuda a tratar problemas de saúde como:

  • Febre reumática;
  • Artrite reumática;
  • Pericardite;
  • Outras condições inflamatórias que afetam as articulações.

Em doses mais baixas, o remédio pode ser usado para prevenir:

  • A formação de coágulos sanguíneos, reduzindo o risco de ataque isquêmico transitório e angina instável;
  • Um derrame;
  • Um infarto do miocárdio em pacientes com doença cardiovascular;
  • O câncer colorretal.

Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com um pouco de água e nunca esmagados ou mastigados, pois além do mal-estar estomacal que isso causa, a liberação do princípio ativo do medicamento pode ser prejudicada. A dose e o tempo de tratamento vão depender da sua condição de saúde e da intensidade da dor a ser tratada.

Veja abaixo quais doses são comumente recomendadas para cada tipo de sintoma ou problema de saúde:

– Dose usual

As doses de ácido acetilsalicílico variam de 50 a 6.000 mg por dia, dependendo do motivo do uso.

  • Dor leve, dor moderada e/ou febre: 300 a 650 mg de aspirina a cada 4 ou 6 horas sem ultrapassar a dose máxima de 4 g por dia.
  • Artrite reumatoide e dores intensas: 3 gramas por dia divididos em várias doses ao longo do dia, o que dá uma dose de 500 mg a cada 4 horas.

Doses mais altas podem ser indicadas em alguns casos, mas sempre seguindo a orientação do seu médico.

Existem comprimidos de aspirina em diferentes doses, mas o mais comum é encontrar comprimidos de 300 mg. Nessa dosagem, podem ser tomados 1 ou 2 comprimidos a cada 4 ou 6 horas sem nunca tomar mais do que 12 comprimidos em um período de 24 horas.

Para evitar indigestão ou desconforto estomacal, é indicado tomar o remédio com alimentos e nunca com o estômago vazio.

Além dos comprimidos comuns, o ácido acetilsalicílico também pode ser encontrado na forma de comprimidos solúveis ou revestidos e também como supositórios.

– Baixa dose em casos preventivos

Uma dose baixa de ácido acetilsalicílico varia de 75 a 81 mg por dia, mas pode ser um pouco mais alta e chegar a até 160 mg (ou mais) dependendo da orientação médica. Nesse caso, a medicação serve para impedir a formação de coágulos sanguíneos em casos de:

  • Operação de revascularização do miocárdio;
  • Derrame ou ataque cardíaco;
  • Fibrilação atrial;
  • Síndrome coronariana aguda.

Alguns médicos podem indicar o uso prolongado de baixas doses de aspirina para reduzir o risco de um ataque cardíaco ou de um derrame em pessoas que apresentam os seguintes fatores de risco:

  • Diabetes;
  • Hipertensão arterial;
  • Colesterol elevado;
  • Tabagismo.

O uso contínuo de doses baixas de aspirina também pode ser recomendado para pessoas que:

  • Têm danos na retina ou sofrem de retinopatia;
  • Usam medicamentos anti-hipertensivos;
  • Têm diabetes há mais de 10 anos.

Nos Estados Unidos, a U.S. Preventive Services Task Force (uma força tarefa de especialistas em prevenção e medicina baseada em evidências) recomenda o uso diário de aspirina em baixas doses para prevenir doenças cardiovasculares e câncer colorretal em adultos que têm entre 50 e 59 anos de idade e que:

  • Não apresentam alto risco de hemorragia;
  • Tem um risco de 10% ou mais de desenvolver uma doença cardiovascular;
  • Viverão por pelo menos mais 10 anos ou que estão dispostos a tomar aspirina diariamente por ao menos 10 anos.

Confira outros remédios que afinam o sangue assim como a aspirina e ajudam a evitar a formação de coágulos de sangue.

Efeitos colaterais

Como qualquer medicamento, o ácido acetilsalicílico também causa efeitos adversos. Dentre os mais comuns, se destacam:

  • Indigestão;
  • Náusea;
  • Dor abdominal;
  • Irritação no estômago ou no intestino.

Outros efeitos colaterais menos comuns, mas que também podem ocorrer incluem:

  • Vômito;
  • Inflamação no estômago ou gastrite;
  • Sangramento estomacal;
  • Queimação;
  • Tontura;
  • Vertigem;
  • Hematomas;
  • Agravamento de sintomas de asma;
  • Toxicidade hepática.

Zumbido nos ouvidos também pode ser observado. Nesse caso, a dose deve ser ajustada para eliminar esse efeito adverso.

Em casos raros, o ácido acetilsalicílico em doses baixas pode causar um derrame hemorrágico ou insuficiência renal.

Quanto mais alta a dose de aspirina, maior é o risco de apresentar efeitos colaterais. Por isso é recomendado tomar doses baixas e só aumentar se o médico disser que isso é necessário para a sua condição.

Cuidados

Apesar de poder ser administrado em um hospital após um derrame para reduzir o risco de complicações, o remédio nunca deve ser usado durante um derrame. Isso porque nem todo derrame é causado por um coágulo sanguíneo e porque há casos em que o remédio pode agravar a situação.

Devido ao efeito preventivo contra coágulos, se você for fazer um procedimento cirúrgico é importante informar ao médico ou cirurgião-dentista se você faz uso de aspirina. Provavelmente, ele vai te pedir para parar de tomar o remédio uma ou duas semanas antes da operação para reduzir o risco de hemorragia.

As grávidas ou lactantes podem tomar ácido acetilsalicílico em baixas doses com segurança nos primeiros 6 meses ou 30 semanas de gestação, mas o ideal é contar com a supervisão de um médico durante toda a gravidez.

– Contraindicações

Crianças ou adolescentes com menos de 16 anos de idade não devem tomar o ácido acetilsalicílico sem antes consultar um médico.

A aspirina também não é recomendada para pessoas que:

  • Têm ou já tiveram uma úlcera péptica;
  • Têm alergia à aspirina;
  • Sofrem de hemofilia ou outro distúrbio hemorrágico;
  • Bebem álcool com frequência;
  • Estão em tratamento dentário ou cirúrgico;
  • Correm risco de sangramento gastrointestinal ou de derrame hemorrágico;
  • Têm alergia a qualquer outro anti-inflamatório não esteroide, como o ibuprofeno por exemplo. Aproveite para conferir se o ibuprofeno faz mal e quando ele pode ser usado.

Quem sofre de asma, pressão alta, problemas no fígado ou problemas renais deve perguntar ao médico se elas podem fazer uso de ácido acetilsalicílico.

– Interações medicamentosas

A aspirina pode interagir com medicamentos como a varfarina e o metotrexato e por isso seu uso a longo prazo deve ser sempre indicado e monitorado por um médico.

As principais interações medicamentosas relatadas com a aspirina envolvem o uso concomitante do remédio com:

  • Outros analgésicos anti-inflamatórios: analgésicos como o diclofenaco, o ibuprofeno, o naproxeno e a indometacina podem elevar o risco de hemorragia estomacal se tomados junto com o ácido acetilsalicílico;
  • Metotrexato: esse remédio usado no tratamento de câncer e de algumas doenças autoimunes pode ter sua ação potencializada pela aspirina, o que resulta em níveis altos e perigosos de metotrexato no organismo;
  • Alguns antidepressivos: antidepressivos inibidores seletivos da receptação da serotonina (como o citalopram, a fluoxetina, a sertralina, a paroxetina e a venlafaxina) podem aumentar o risco de hemorragia;
  • Anticoagulantes: o anticoagulante varfarina quando usado junto com a aspirina pode aumentar o risco de sangramento devido ao efeito anticoagulante de ambos;
  • Antidiabéticos: o ácido acetilsalicílico pode potencializar o efeito de remédios usados para tratar a diabetes, causando níveis muito baixos de açúcar no sangue.

Alerta importante

O ácido acetilsalicílico é um medicamento e deve ser usado com responsabilidade. É preciso lembrar que existem diferentes comprimidos de aspirina com diversas doses e cada um deles tem uma forma específica de uso.

Consulte sempre a bula do remédio para verificar a posologia e o modo correto de tomar a medicação.

Fontes e Referências dicionais:

Você tem costume de tomar ácido acetilsalicílico com frequência para dores corriqueiras como a dor de cabeça? Para alguns outros usos indicados? Comente abaixo!

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O Que Pode Acontecer No Organismo Após Recuperar-se da COVID-19?

Coronavírus

Enquanto fazemos tudo o que podemos para nos proteger contra a COVID-19, ouvimos notícias a respeito do que o novo coronavírus pode provocar no organismo de uma pessoa e das mortes causadas por ele, você já parou para pensar no que pode ocorrer no corpo de uma pessoa depois que ela vence a COVID-19?

Em artigo publicado em maio no site WebMD, a médica de medicina interna e editora médica Neha Pathak afirmou que os médicos ainda estão começando a entender como é a recuperação da COVID-19 e a descobrir se a doença causa problemas físicos ou mentais de longo prazo aos sobreviventes.

Maioria deve ter recuperação completa, mas casos graves levantam preocupações

A editora médica conversou com o especialista em doenças infecciosas e professor de epidemiologia da Universidade Emory, nos Estados Unidos, Carlos del Rio, que afirmou que mais de 80% das pessoas não têm um caso severo de COVID-19, então a maioria vai se recuperar completamente.

Entretanto, o especialista também apontou que quando se trata da pequena porcentagem de pacientes com sintomas severos e críticos, existe uma preocupação sobre o impacto  no longo prazo da COVID-19 em relação aos pulmões e outros órgãos.

Embora os médicos não entendam completamente como isso será, eles têm observado uma lista crescente de impactos decorrentes da COVID-19 que vão além dos problemas respiratórios, destacou Pathak.

Segundo a médica de medicina interna, isso inclui problemas no sistema digestivo, no coração, nos rins, no fígado, nos nervos, na pele e nos vasos sanguíneos. “Para pessoas com caso severo e crítico, perigosas respostas no sistema imunológico e na coagulação sanguínea também podem causar muitos danos no corpo e resultar em efeitos de longo prazo para a saúde”, completou a editora médica. Inclusive, um estudo apontou que a obesidade aumenta as chances de coágulos sanguíneos perigosos em pacientes com COVID-19.

Em alguns casos, as complicações da COVID-19 poderão ser dano renal que exige fazer diálise por bastante tempo, acidente vascular cerebral (AVC) e coágulos sanguíneos que causam deficiência e problemas no pulmão que diminuem permanentemente a função pulmonar, descreveu Pathak.

O próprio tratamento da doença causada pelo novo coronavírus, como passar um tempo no ventilador pulmonar, ficar na unidade de terapia intensiva (UTI) ou usar certos medicamentos, também pode provocar danos permanentes, disse a médica de medicina interna. “Resta ver se esses efeitos se resolvem ou deixam danos”, completou a editora médica.

É importante destacar que, segundo Pathak, embora todo mundo possa ter o risco de desenvolver um caso grave de COVID-19, os mais atingidos parecem ser os idosos, as pessoas com múltiplos problemas de saúde como doença no coração, diabetes e obesidade e os homens. Os doentes crônicos também fazem parte do grupo de risco do novo coronavírus.

“Os cientistas ainda estão investigando as coisas que tornam as pessoas mais suscetíveis, incluindo diferenças ambientais, genéticas, de gênero, hormonais e até mesmo no micriobioma intestinal”, acrescentou a editora médica.

Mesmo casos leves podem apresentar anormalidades

Pathak citou ainda um estudo conduzido por pesquisadores dos Estados Unidos e da China, que analisou pacientes com COVID-19 da cidade chinesa Shenzen. Na pesquisa, todas as pessoas que testaram positivo para o novo coronavírus foram isoladas em um hospital, independente de apresentar sintomas leves ou severos da COVID-19.

Os pesquisadores identificaram que as pessoas com caso leve podem apresentar testes anormais, mesmo que nunca progridam para um quadro mais grave: entre os pacientes analisados pelo estudo, 47% das pessoas com caso leve e 61% dos pacientes com caso moderado apresentaram anormalidades em testes de função hepática, o que é indicativo de lesão no fígado durante a doença.

No entanto, a pesquisa foi publicada como um preprint, ou seja, se trata de um projeto científico que ainda não havia sido revisado por especialistas ou publicado em um periódico científico (até a data do artigo de Pathak: 13 de maio).

“Outro estudo pequeno identificou que 50% das pessoas que não tiveram sintomas tiveram resultados anormais em testes de imagem que mostraram danos nos pulmões, mesmo sem sintomas pulmonares”, apontou a médica de medicina interna.

A editora médica relatou ainda que médicos têm observado que crianças saudáveis que tiveram caso leve da doença ou não apresentaram sintomas, semanas mais tarde podem desenvolver a síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica, uma condição similar à doença de Kawasaki, uma condição inflamatória aguda caractezida pela inflamação dos vasos sanguíneos.

“Essa condição pode ser devido a uma resposta atrasada do sistema imunológico que inflama múltiplos sistemas de órgãos, incluindo os vasos sanguíneos, e pode gerar complicações severas. Enquando a maioria das crianças se recupera da doença de Kawasaki, ela pode causar dano cardíaco de longo prazo e os médicos não sabem quais efeitos essa nova síndrome terá”, explicou a médica de medicina interna.

Em relação às complicações de casos de leves de COVID-19, como a síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica, o especialista em doenças infecciosas del Rio disse que não acredita-se que ela seja comum, porém, ainda não se sabe ao certo.

Reaprendizado após saída do hospital

Ao serem liberados do hospital, os pacientes recuperados de casos graves de COVID-19 podem precisar reaprender a fazer atividades básicas do dia a dia, como demonstraram dois exemplos mencionados por Pathak.

O primeiro foi Gregg Garfield de 54 anos de idade: ele ficou 64 dias no hospital, passou 31 dias em um ventilador pulmonar, teve dano nos rins, seus pulmões colapsaram em quatro lugares diferentes, precisou reaprender a caminhar e retornou para casa com um andador.

O segundo foi Brian Robinson de 53 anos de idade, que também passou um tempo no ventilador pulmonar, teve insuficiência renal, ficou hospitalizados ao longo de 42 dias e teve que reaprender a comer, engolir, conversar e andar. Com informações da Universidade Johns Hopkins dos Estados Unidos.

Fontes e Referências Adicionais:

Você conhece alguém que já se recuperou da COVID-19 ou você mesmo já passou por isso? Tem sentido problemas físicos ou mentais depois? Comente abaixo!

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