6 Benefícios da farinha de puba – Como fazer e receitas!

Veja quais são os benefícios da farinha de puba, para que serve no seu organismo, como fazer a sua própria e aproveitar em algumas receitas.

Puba ou carimã, como também conhecida, é um alimento brasileiro popular na região norte e nordeste que é resultado da fermentação natural da mandioca.

Embora você possa comprar essa farinha no mercado, que foi produzida em fábricas, ela também pode ser feita em casa. Os métodos de preparação de puba variam de acordo com a sua localidade.

A fabricação de Puba é baseada no antigo conhecimento de várias tribos indígenas brasileiras. No entanto, os métodos tradicionais de preparação mudaram um pouco ao longo do tempo.

Assim como sua matéria prima, a mandioca, e todos os tipos de farinha de mandioca, a farinha de puba apresenta alguns benefícios para a saúde e por isso ganha cada vez mais popularidade. Mas antes, você sabe o que é farinha de puba?

O que é farinha de puba

A pubagem é a fermentação submersa natural de raízes de mandioca fresca para produzir a puba, que é uma farinha ou carimã.

Para preparar a puba, tanto as raízes da mandioca como a casca são mergulhadas diretamente em água ou então são colocadas em um saco mantido em água corrente à temperatura ambiente por um período de 3 a 7 dias.

Esse procedimento serve para amolecer a mandioca e começar a deixar a casca mais macia.

Após esse período, as raízes amolecidas são removidas da água e coadas para remover os materiais fibrosos e a mandioca é então lavada, peneirada e deixada em repouso para extrair a água.

A massa é colocada em um saco de pano e o excesso de água é removido por compressão, produzindo assim a puba (50% de umidade).

No entanto, as raízes podem ser deixadas ao sol ou em fornos para produzir farinha de puba seca, com um teor de umidade de aproximadamente 13%.

A puba úmida ou seca pode ser usada na produção de bolos, biscoitos e diversas outras receitas típicas, como cuscuz, mingau de pasta de mandioca, por exemplo.

Valores nutricionais da farinha de puba

Veja agora as informações nutricionais da farinha de puba referentes a 100 gramas.

Calorias 360.2
Carboidratos 87,3 g
Proteínas 1,6 g
Gorduras saturadas 0,2 g
Gorduras monoinsaturadas 0,2 g
Fibra alimentar 4,2 g
Ferro 1,4 mg
Cálcio 41,4 mg
Fósforo 32,6 mg
Potássio 337,8 mg
Magnésio 27,5 mg
Zinco 0,3 mg
Sódio 3,6 mg

Benefícios da farinha de puba

A farinha de puba é um produto natural e sem glúten. Como você pode ver acima, ela contém vários minerais que são muito importantes para a saúde, além de conter proteínas. Veja para que serve e alguns benefícios da farinha de puba:

1. Ajuda na prática de exercícios e atividade física

Devido à sua grande quantidade de carboidrato, a farinha de puba pode fornecer energia rápida. Ela também é rica em fósforo e por isso ajuda a combater a fadiga e o cansaço.

Além disso, ela também é rica em cálcio, o que melhora a saúde dos ossos. Ao unir todos esses 3 benefícios, ela se torna um alimento muito bom para as pessoas que praticam atividade física.

2. Previne cãibras

Como visto anteriormente, a farinha de puba é um alimento rico em potássio, que oferece vários benefícios para a saúde. Por exemplo, o mineral ajuda a prevenir cãibras e favorece a contração muscular.

Cãibras musculares são contrações repentinas e descontroladas dos músculos que podem ocorrer quando os níveis de potássio no sangue estão baixos no sangue.

3. Ajuda a combater o colesterol ruim (LDL)

A mandioca também contém produtos químicos à base de plantas que são conhecidos como saponinas esteroides. Quando consumida, a saponina se liga ao colesterol e impede sua absorção no intestino.

Embora vários estudos tenham demonstrado que isso pode reduzir os níveis de colesterol no sangue, os resultados foram variáveis.

4. Previne a anemia

Já que a farinha de puba contém ferro, ela ajuda a prevenir a anemia. Se você deseja consumir este alimento para prevenir anemia, nutricionistas recomendam que ela deve ser consumida em suas refeições junto com vegetais verde escuro e proteínas para potencializar o seu efeito.

5. Melhora o humor

Um dos benefícios da farinha de puba é melhorar o seu humor. Isso acontece porque ela contém uma substância chamada tripofano, que ajuda na produção de serotonina, um hormônio que é conhecido como “o hormônio do bem-estar”.

6. Ajuda a relaxar e controlar a pressão arterial

A farinha de puba é rica em magnésio. Por sua vez, os mecanismos dos efeitos anti-hipertensivos deste mineral já foram confirmados por estudos.

Farinha de puba engorda?

Como você pode ver, a farinha de puba é rica em carboidratos, e embora isso seja um ponto positivo porque fornece energia rápida, ela também pode engordar quando consumida em excesso.

Por ser rica em carboidratos e pobre em fibras, ela não gera tanta saciedade durante a refeição. Isso pode fazer com que você consuma mais calorias do que o necessário sem que perceba.

Por outro lado, o seu índice glicêmico é médio (61) e ela não contém glúten.

Como fazer farinha de puba em casa

Se você deseja consumir a farinha de puba mas não encontra para comprar ou simplesmente quer aprender a fazer a sua em casa, veja como fazer abaixo!

Este processo é simples, porém demorado, porque você precisará reservar as raízes de mandioca por vários dias até que elas adquiram a consistência certa.

Ingredientes:

  • 1 kg de mandioca;
  • Água.

Descasque 1 kg de mandioca e corte em pedaços médios com cerca de 8 centímetros.

Em seguida, coloque os pedaços de mandioca em uma vasilha e cubra-os por completo. Cubra a mandioca que está dentro da vasilha com água, cubra também com um pano e reserve em um local escuro e seco.

Então, deixe descansando por cerca de 7 a 10 dias para fermentar. Durante esses dias, não há necessidade de trocar a água.

No final dos dias, escorra a água e com as mãos, desmanche a mandioca como se estivesse esfarelando. A mandioca deverá estar bastante mole.

Caso elas ainda estejam com o centro duro, retire o filamento duro presente no centro e triture-as em um processador.

Depois, coloque a mandioca esfarelada em um pano bem limpo e arrume em um escorredor para que o seu líquido escorra por cerca de 12 horas. No final das 12 horas, com a mandioca ainda no pano, torça-o para obter uma massa seca.

Por fim, transfira a massa da mandioca para um pano limpo e seco e deixe repousar de um dia para o outro de preferência durante a noite. Agora você já tem a sua farinha de puba.

Receitas com farinha de puba

Receita com puba

A farinha de puba é muito utilizada, por exemplo, para fazer bolos, biscoitos, farinha, cuscuz e até pudim. Veja agora algumas receitas com farinha de puba!

1. Bolo de puba com leite de coco

Ingredientes:

  • 4 xícaras de farinha de puba;
  • 250 g de manteiga ou margarina;
  • 1 pacote de coco ralado (50 g);
  • 2 colheres de sopa de fermente para bolo;
  • 2 xícaras de leite;
  • 1 lata de leite condensado;
  • 1 vidro pequeno de leite de coco;
  • 2 xícaras de açúcar;
  • 4 ovos.

Modo de preparo:

Coloque a farinha de puba em uma vasilha e misture com 1 xícara de leite e com o leite de coco. Então, reserve.

Em seguida, coloque a margarina ou a manteiga em outra vasilha grande e misture com o açúcar até virar uma massa homogênea e vá colocando os ovos um a um e misturando. Aos poucos, vá acrescentando a mistura com a puba e mexa bem, de preferência utilizando uma batedeira.

Acrescente o leite condensado, o restante do leite e o coco ralado, novamente, misture bem ou bata com a batedeira para que a massa não fique com bolinhas devido a puba.

Por fim, acrescente o fermento e mexa levemente sem a batedeira. Coloque a massa em uma forma untada e leve para assar em um forno preaquecido a 230º por 40 minutos ou até o bolo ficar dourado e você enfiar um garfo e ele sair limpo.

2. Biscoito de farinha de puba (sem glúten)

 Ingredientes:

  • 170 gramas de farinha de puba;
  • 2 ovos;
  • 1 colher de sopa de manteiga amolecida;
  • 4 colheres de sopa de coco ralado;
  • 100 gramas de açúcar;
  • 1 pitada de sal;
  • 1 colher de café de canela ou café solúvel (opcional).

Modo de preparo:

Comece batendo os ovos com o açúcar até obter uma mistura espumosa e em seguida, acrescente a manteiga e misture.

Então, adicione todos os ingredientes restantes e misture bem. Lembre-se de que se você quiser um sabor adicional, pode adicionar a canela ou o café solúvel. Deixe a massa descansar na geladeira por 10 minutos.

Após os 10 minutos, retire a massa da geladeira, forme pequenas bolinhas e achate-as. Então, coloque as bolinhas em uma forma untada ou tapete e silicone e leve para assar no forno preaquecido a 180º por 20 minutos ou até dourar.

3. Panqueca de puba

Ingredientes:

  • 500 gramas de farinha de puba;
  • 100 ml de leite de coco;
  • 6 gemas;
  • 100 g de manteiga;
  • 300 ml de água;
  • 10 g de sal.

Modo de preparo:

Coloque uma panela em fogo médio e derreta a manteiga. Quando a manteiga já estiver derretida, misture com a água e o leite de coco.

Em seguida, acrescente o sal e as gemas, misturando bem até obter uma massa homogênea. Se achar necessário, bata essa mistura em um liquidificador.

Então, aqueça uma frigideira e coloque um pouquinho de margarina para que as panquecas não grudem na frigideira. Despeje uma concha de massa em forma circular e prepare como se fosse uma panqueca tradicional.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar na farinha de puba? Pretende experimentar em receitas em casa e, assim, aproveitar seus benefícios? Comente abaixo!

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Rinite ou sinusite – Diferenças e tipos

Será que você tem rinite ou sinusite? Entenda quais são os tipos e as diferenças dos sintomas entre essas duas condições de saúde.

Rinite ou sinusite: as duas condições de saúde atingem muitas pessoas e são capazes de fazer com que você sinta dificuldades para seguir com o seu dia a dia, porém, elas são coisas diferentes.

Eu tenho rinite ou sinusite?

Espirro

Os sintomas da sinusite e os sintomas da rinite são muito parecidos. Por isso, até mesmo os médicos podem ter dificuldade pra fazer um diagnóstico adequado, mas com o tempo, é possível notar suas diferenças.

O que é rinite

A rinite alérgica é provocada por uma série de alérgenos externos e internos, como pólen, ácaros e pelos de animais, por exemplo. A condição pode causar sintomas como coriza, congestão nasal, espirros, gotejamento pós-nasal, tosse e muito mais.

A rinite alérgica ocorre quando o sistema imunológico do corpo vê essas partículas inofensivas presentes no ar como um perigo. Isso leva o corpo a liberar histamina e outros mediadores que causam uma resposta alérgica.

A congestão e a inflamação do seio nasal devido à rinite podem, às vezes, permitir o desenvolvimento de sinusite.

Pode-se controlar os sintomas da rinite alérgica com remédios como anti-histamínicos ou spray nasal, ou distanciando-se do alérgeno. No entanto, algumas pessoas precisam de imunoterapia com alérgenos para obter alívio adequado.

Um especialista em alergia e imunologia pode determinar quais são os tratamentos corretos para você.

Tipos de rinite

Os tipos de rinite são:

Rinite alérgica

A rinite alérgica é uma condição que ocorre quando o sistema imunológico do corpo responde em excesso a partículas específicas e não infecciosas, como pólens de plantas, fungos, ácaros, pelos de animais, produtos químicos industriais (como fumaça de cigarro), alimentos, medicamentos e veneno de insetos.

Durante um ataque alérgico, os anticorpos, principalmente a imunoglobina E (IgE), se ligam aos mastócitos (células que liberam histamina) presentes nos pulmões, pele e mucosas.

Uma vez que a IgE se conecta aos mastócitos, vários produtos químicos são liberados e um deles, a histamina, abre os vasos sanguíneos causando a vermelhidão da pele e membranas inchadas.

Quando isso ocorre no nariz, os resultados são os espirros e congestão, por exemplo, além de outros sintomas da rinite alérgica.

Rinite alérgica sazonal

A rinite alérgica sazonal ocorre no final do verão ou na primavera. A hipersensibilidade ao pólen de ambrósia é a principal causa de rinite alérgica sazonal.

Pessoas com sensibilidade ao pólen das árvores geralmente apresentam sintomas na primavera ou no outono devido aos esporos de mofo que ocorrem como consequência da queda de folhas.

Rinite alérgica perene

Enquanto isso, a rinite alérgica perene ocorre durante todo o ano e pode resultar da sensibilidade a pêlos de animais, mofo no papel de parede, plantas de casa, carpetes e estofados.

Alguns estudos sugerem que a poluição do ar, como as emissões de motores de automóveis, por exemplo, pode agravar a rinite alérgica.

Embora a bactéria não seja a causa da rinite, um estudo médico encontrou um número significativo da bactéria Staphylococcus aureus nas passagens nasais de pacientes com rinite alérgica durante todo o ano.

Por isso, os pesquisadores concluíram que esta condição alérgica pode levar a níveis bacterianos mais altos, criando assim uma condição que piora as alergias.

Pacientes que sofrem de crises recorrentes devem observar seus sintomas continuamente. Se ocorrer dor facial ou secreção nasal amarelo-esverdeada, um otorrinolaringologista pode fornecer o tratamento adequado.

Rinite não alérgica

Por fim, esta forma de rinite não depende da presença de IgE e não é causada por uma reação alérgica.

Os sintomas podem ser desencadeados pela fumaça do cigarro e outros poluentes, além de odores fortes, bebidas alcoólicas e frio, por exemplo.

Outras causas possíveis são obstruções no nariz, desvio de septo, infecções e uso excessivo de medicamentos como descongestionantes.

O que é sinusite

Os seios nasais são pequenos bolsões de ar localizados atrás da testa, nariz, maçãs do rosto e entre os olhos que produzem o muco, um líquido fino e fluido que protege o corpo prendendo e afastando os germes.

Às vezes, tanto as bactérias como os alérgenos podem causar muco em excesso, o que bloqueia as aberturas dos seios nasais.

O excesso de muco é comum se você tiver um resfriado ou alergias e pode se tornar espesso e incentivar bactérias e outros germes a se acumularem na cavidade sinusal, levando a uma infecção bacteriana ou viral.

Entre os sintomas de sinusite, podem estar obstrução nasal, drenagem nasal descolorida, pressão sinusal, dor de cabeça e febre.

Tipos de sinusite

Os dois tipos mais comuns de sinusite são virais e bacterianas. No entanto, a maioria das infecções sinusais são virais e desaparecem em uma ou duas semanas.

Sinusite aguda

A sinusite aguda tem a menor duração. Trata-se de uma infecção viral provocada pelo resfriado comum que pode causar sintomas que geralmente duram entre 1 e 2 semanas.

No caso de uma infecção bacteriana, a sinusite aguda pode durar até 4 semanas. Alergias sazonais também podem causar sinusite aguda.

Sinusite subaguda

A sinusite subaguda trata-se de uma condição que geralmente ocorre com infecções bacterianas ou alergias sazonais. Por sua vez, seus sintomas podem durar até 3 meses.

Sinusite crônica

Enquanto isso, os sintomas de sinusite crônica duram mais de 3 meses e geralmente são menos graves.

A infecção bacteriana pode ser a responsável nesses casos. Além disso, a sinusite crônica geralmente ocorre ao lado de alergias persistentes ou problemas estruturais nasais.

Semelhanças entre rinite e sinusite

Se você ainda está confuso se tem rinite ou sinusite, não está sozinho. Isso acontece porque os sintomas podem ser bastante semelhantes.

Ambas as condições são uma inflamação. A rinite é inflamação da cavidade nasal (apenas dentro do nariz), enquanto que a sinusite é a inflamação das cavidades sinusais.

Acontece que ambas, rinite ou sinusite, podem causar pressão na cabeça, congestão, fadiga e dor de ouvido. Diante disso, não é fácil distinguir a diferença.

Diferenças entre rinite e sinusite

Como visto anteriormente, a rinite é causada principalmente por fatores ambientais ou alérgenos, enquanto que a sinusite é normalmente causada por um vírus ou bactéria.

A rinite alérgica geralmente se desenvolve em rinossinusite, que é um processo inflamatório da mucosa de revestimento da cavidade nasal e dos seios paranasais.

Não apenas seu nariz está inflamado, mas também suas cavidades sinusais. Não é à toa que é confuso!

É importante saber se você tem rinite ou sinusite porque os tratamentos são ligeiramente diferentes.

Como mencionado, ambas são condições de inflamação, portanto o enxágue nasal é uma opção de tratamento tanto para rinite como para sinusite.

Como a sinusite geralmente é uma infecção, você deve verificar se o enxágue nasal pode tratar a infecção. Caso contrário, você precisará de um antimicrobiano.

Novamente, você deve marcar uma consulta com um médico especialista para que ele possa identificar corretamente se você tem rinite ou sinusite e assim oferecer o melhor tratamento.

Fontes e Referências Adicionais:

Você possui rinite ou sinusite e sofre com uma dessas condições frequentemente? Como é feito o tratamento? Comente abaixo!

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Neuropatia periférica é reversível?

Entenda se a neuropatia periférica é reversível, como isso acontece, bem como outras informações acerca desta doença.

Por um longo tempo, os médicos pensavam que o dano nervoso da neuropatia periférica também era irreversível – pelo menos usando os tratamentos disponíveis na época. No entanto, hoje em dia ela está fora desta lista, e sim, a neuropatia periférica é reversível.

Graças às pesquisas de ponta e às opções avançadas de tratamento, mais e mais pessoas que sofrem de neuropatia periférica não estão apenas reduzindo sua dependência de analgésicos, mas também recuperando a função nervosa que pensavam terem perdido para sempre.

Entenda o que é esta condição para saber como a neuropatia periférica é reversível.

O que é neuropatia periférica

O seu nome “neuropatia periférica” já diz um pouco sobre o que é a doença:

  • Neuro-: Está relacionada aos nervos;
  • -patia: Doença;
  • Periférica: Além (neste caso, além do cérebro e da medula espinhal).

Neuropatia periférica refere-se às condições que ocorrem quando os nervos que transmitem mensagens de e para o cérebro e a medula espinhal para o resto do corpo danificam-se ou estão doentes.

Os nervos periféricos formam uma rede complexa que conecta o cérebro e a medula espinhal aos músculos, pele e órgãos internos.

Os nervos periféricos saem da medula espinhal e são dispostos ao longo de linhas no corpo chamadas dermátomos.

Normalmente, o dano causado em um nervo afetará um ou mais dermátomos, que podem estar localizados em áreas específicas do corpo.

Por fim, o dano a esses nervos interrompe a comunicação entre o cérebro e outras partes do corpo e pode prejudicar o movimento muscular, impedir a sensação normal nos braços e pernas e causar dor.

Diferentes tipos de neuropatia periférica

Neuropatia periférica

Existem alguns tipos diferentes de neuropatia periférica. São eles:

  • Mononeuropatia: Afeta apenas 1 nervo;
  • Mononeurite múltipla: Afeta vários nervos;
  • Polineuropatia: Afeta todos os nervos do corpo.

A polineuropatia é o tipo mais comum e começa afetando primeiro os nervos mais longos, de modo que os sintomas da neuropatia periférica geralmente começam nos pés.

Com o tempo, ela gradualmente começa a afetar os nervos mais curtos e parece que está se espalhando para cima e afetando, em seguida, as mãos.

O que causa a neuropatia periférica

Existem muitos fatores que podem causar neuropatias periféricas. Por isso, muitas vezes é difícil identificar a origem.

As neuropatias ocorrem por uma das seguintes causas:

1. Neuropatias periféricas adquiridas

As neuropatias periféricas adquiridas podem ser causadas por fatores ambientais como toxinas, trauma, doença ou infecção.

As causas conhecidas das neuropatias periféricas adquiridas são:

  • Várias doenças hereditárias raras;
  • Diabetes – conhecida como neuropatia diabética;
  • Doença renal ou tireoidiana;
  • Má nutrição ou deficiência de vitaminas;
  • Alcoolismo;
  • Certos tipos de câncer e quimioterapia usadas ​​para tratá-los;
  • Certos medicamentos;
  • Infecções como a AIDS, doença de Lyme ou herpes zoster;
  • Condições em que os nervos são atacados por engano pelo próprio sistema imunológico do corpo ou danificados por uma resposta agressiva a lesões.

2. Neuropatias periféricas hereditárias

Esse tipo de neuropatia não é tão comum. As neuropatias periféricas hereditárias são doenças dos nervos periféricos. São geneticamente transmitidas de pai para filho.

A mais comum é a doença de Charcot-Marie-Tooth tipo 1, que caracteriza-se por fraqueza nas pernas e, em menor grau, nos braços. Esses sintomas geralmente aparecem entre a meia-infância e os 30 anos de idade.

3. Neuropatias periféricas idiopáticas

Não se conhece as causas de neuropatias idiopáticas. Até um terço dos casos de neuropatia são dessa maneira.

Como é feito o diagnóstico

Se o seu médico suspeitar que você possa ter uma forma de neuropatia periférica, ele poderá encaminhá-lo a um neurologista, que é um médico especializado em doenças dos nervos.

O profissional começará analisando seus sintomas e examinando se há sinais de dormência, fraqueza muscular e reflexos prejudicados.

Pode ser necessário fazer exames de sangue e urina para verificar se há deficiências metabólicas ou vitamínicas, diabetes e a presença de qualquer doença subjacente ou defeito genético que possa estar afetando a função nervosa.

Pode ser necessário fazer um eletromiograma e testes de velocidade de condução nervosa. Estes são usados ​​para avaliar a função nervosa e muscular e medir as propriedades elétricas dos nervos.

Assim, pode-se identificar os nervos anormais e determinar qual parte de sua estrutura está danificada. Também pode-se realizar biópsias dos nervos e músculos para fornecer informações sobre o tipo e a causa da neuropatia.

Às vezes, recomenda-se uma punção lombar para ajudar a identificar infecções ou inflamações que possam estar associadas à neuropatia.

Se alguém em sua família tiver sido diagnosticado com neuropatia periférica ou tiver sintomas semelhantes, seu médico poderá procurar por possíveis vínculos hereditários da condição. Você precisará analisar seriamente sua ingestão de álcool e quais medicamentos está tomando.

Tratamentos para neuropatia periférica

Conforme falamos, a neuropatia periférica é reversível e por isso é muito importante seguir o tratamento corretamente.

O prognóstico e o tratamento eficaz da neuropatia periférica irão depender fortemente da causa do dano no nervo. Por exemplo, fazendo uma terapia vitamínica e melhorando a dieta, pode-se tratar e reverter uma neuropatia periférica causada por uma deficiência de vitamina.

Evitando o consumo destas bebidas, pode-se interromper e melhorar os danos nos nervos causados ​​pelo abuso destas bebidas. Geralmente, o mesmo ocorre com a neuropatia periférica causada por substâncias ou medicamentos tóxicos.

Por outro lado, quando a doença está relacionada à diabetes, o monitoramento cuidadoso dos níveis de açúcar no sangue pode retardar sua progressão e conter seus sintomas.

O diagnóstico e o tratamento precoces da neuropatia periférica são importantes porque os nervos periféricos têm uma capacidade baixa de se regenerar. O tratamento é capaz apenas interromper sua progressão, mas não reverter os danos.

Fisioterapia e cirurgia

Se você ficou gravemente comprometido, pode precisar de fisioterapia para ajudar a reter a força e evitar cãibras e espasmos musculares.

Por outro lado, o tratamento cirúrgico pode ser recomendado para pessoas com lesão do nervo causado por compressão ou lesão do nervo.

Auxiliares de mobilidade, como cadeira de rodas, bengala ou andador, por exemplo, podem ser úteis. Caso esteja com muita dor, o seu médico pode prescrever medicamentos para a dor.

Como prevenir a neuropatia periférica

Mantendo bons hábitos de saúde, podemos evitar algumas formas de neuropatia periférica. Manter uma dieta saudável e bastante nutritiva, exercitar-se regularmente e abster-se do consumo excessivo de álcool, por exemplo, pode ajudar a evitar os danos causados nos nervos.

Além disso, evitar lesões, produtos químicos tóxicos e gerenciar cuidadosamente os distúrbios subjacentes como a diabetes também pode ajudar a prevenir a neuropatia periférica.

Como você pode ver, a neuropatia periférica é reversível, mas é muito importante cuidar da sua saúde, mantendo uma boa dieta e praticando exercícios físicos, para prevenir não apenas esta, como várias outras doenças.

Fontes e Referências Adicionais:

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Óleos essenciais: conheça os benefícios para a pele

Você provavelmente já ouviu falar dos óleos essenciais como base da aromaterapia — um tratamento holístico que utiliza alguns aromas naturais, provenientes de plantas, vegetais e flores, para trazer benefícios à mente e ao corpo. Mas você sabia que eles também podem ser ótimos para a sua pele? “Óleos essenciais são óleos vegetais extremamente concentrados, extraídos das plantas. E de acordo com o vegetal do qual são retirados, podem ter diferentes funções. Como a antisséptica, sebo-reguladora e calmante”, explica a dermatologista e tricologista Kédima Nassif, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). 

Pois é. Parece maravilhoso, e é. “Há diversos tipos disponíveis. E, quando associados, eles trazem benefícios sinérgicos entre eles. Nas aplicações cosméticas, eles auxiliam na manutenção da pele e couro cabeludo”, diz a farmacêutica Luisa Saldanha, diretora científica da Pharmapele. Uma única gota do líquido pode conter até 800 moléculas diferentes. E tudo 100% natural! 

Como usar os óleos essenciais na pele?

<span class=”hidden”>–</span>Anna Efetova/Getty Images

Por serem altamente concentrados, você não pode, de maneira alguma, aplicá-los diretamente sobre a cútis. O correto é adicionar uma pequena quantidade em algo que você usa no dia a dia. Alguns exemplos são óleo vegetal natural, hidratante, máscara, cremes de massagem corporal e até argila. As especialistas explicam como fazer cada preparação: 

  • Diluído em um óleo-base: “alguns óleos essenciais apresentam maior risco de sensibilização. Nesses casos, eles devem ser misturados em óleos-base (de abacate, macadâmia, amêndoa doce, linhaça, girassol, oliva, rosa mosqueta, semente de uva ou coco). Recomenda-se utilizar em média uma gota do essencial para três gotas de base”, aconselha a dermatologista e tricologista Damaris Ortolan, da SBD.
  • Em conjunto com os produtos de uso diário: “nesse caso, basta acrescentar algumas gotas do óleo essencial nos produtos de uso diário (limpadores, loção hidratante, tônicos e até xampu e condicionador)”, continua Damaris. 
  • Máscaras: separe um pouco da sua máscara facial preferida (somente o suficiente para um uso), pingue duas gotinhas, misture e pronto. Aplique no rosto e deixe agir conforme a recomendação do produto. 
  • Compressas: acordou com alguma dor muscular ou torcicolo? Coloque de duas a cinco gotas em uma toalha e pressione sobre a região. Aguarde 15 minutos. 

Todos podem usar? 

Não. Grávidas, por exemplo, não podem apostar nos óleos sem antes ter a orientação de um especialista. Alguns compostos são prejudiciais para a mãe e para o bebê. “Pacientes com pressão arterial alta precisam ficar longe do alecrim, canela, cravo, hortelã-pimenta e gengibre. Já quem sofre com epilepsia tem que evitar óleos que afetam o sistema nervoso, como alecrim, canela, cravo, erva doce, hortelã-pimenta e sálvia”, explica a especialista em estética e cosmetologia Isabel Luiza Piatti, embaixadora do CIA (Centro e Instituto Internacional de Aprimoramento e Pesquisas Científicas). 

Vale lembrar também que os mais ácidos, como o óleo de bergamota, limão, grapefruit, laranja doce, laranja amarga e tangerina podem causar queimaduras na pele quando em contato com a luz solar. Portanto, é sempre importante prestar muita atenção na misturinha que você pretende fazer. Crianças precisam de ainda mais diluição dos óleos, visto que são mais sensíveis. 

Mas quais os principais óleos essenciais para pele seca? 

Se a sua pele é seca, vale apostar no óleo de patchouli. Camomila, jasmim e rosas também são ótimas opções. Veja mais algumas: 

  • Gerânio: confere maciez aveludada e resgata a umidade natural da pele. Possui ação antioxidante, sendo especialmente recomendado para peles maduras.  Ajuda a clarear e rejuvenescer, propiciando beleza e vitalidade. 
  • Lavanda: muito conhecido e consumido no mundo todo, esse óleo essencial é bastante seguro, inclusive para tratar queimaduras e evitar queloides.  Tem ação antisséptica e promove regeneração celular, auxiliando na cicatrização de ferimentos. 
  • Palmarosa:  hidrata a pele, restaurando brilho, maciez e flexibilidade da mesma. Ajuda a clarear manchas e a combater dermatites, rugas e flacidez. Possui ação desodorante e regula a sudorese. 

E se a minha pele é oleosa? 

Nesse caso, lavanda, sândalo, cedro, cipreste, sálvia ou tudo o que tenha ação adstringente e secativa. “A melaleuca é conhecida por ser um antisséptico muito eficaz contra bactérias, vírus e fungos. Além de ter propriedades anti-inflamatórias, antifúngicas e cicatrizantes que permitem que a substância seja usada como coadjuvante em tratamentos para acne e caspa”, diz Isabel Luiza Piatti. 

Com manchas

“O de vetiver é indicado para auxiliar no clareamento de manchas escuras como melasmas, cloasma e hiperpigmentação em geral. Sua principal ação é a anti-inflamatória. Além dele, o de olíbano atua como antioxidante, combatendo os radicais livres e o envelhecimento precoce, retardando, assim, o aparecimento de manchas”,diz Luisa Saldanha.

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Como melhorar a memória – 8 formas mais eficazes

Saber como melhorar a memória é algo que pode ser muito útil, e engana-se quem pensa que apenas os idosos podem se beneficiar. Os mais jovens também podem adotar certos hábitos para terem suas funções cognitivas – sobretudo a memória – preservadas ou melhoradas.

Todas as pessoas passam por certos momentos na vida em que a memória e outras funções neurais como a concentração e a atenção são prejudicadas, sobretudo quando o indivíduo está sobrecarregado física ou psicologicamente.

No entanto, para reverter esse quadro, existem algumas medidas naturais e eficazes que podemos adotar no dia a dia. Veja algumas:

1. Ômega-3

O ômega-3 é um ácido graxo presente em certos peixes capaz de promover inúmeros benefícios, inclusive para quem busca como melhorar a memória.

Essa substância é importante para o funcionamento e desenvolvimento adequado do cérebro em todas as etapas da vida. No entanto, o organismo humano não a produz, por conta própria.

Sendo assim, as pessoas que não possuem o hábito de consumir peixe com certa frequência podem recorrer à suplementação de ômega-3.

O EPA e o DHA presentes no ômega-3 também exercem papéis importantes no desenvolvimento do cérebro do bebê e é justamente por isso que muitos obstetras recomendam esse tipo de suplemento às gestantes.

Atualmente existem vários estudos que correlacionam a ingestão de peixes ou o consumo de suplemento ômega-3 pelas mulheres grávidas às pontuações mais altas em seus filhos em testes de inteligência e função cerebral na primeira infância.

2. Mantenha um peso saudável

O sobrepeso não é algo capaz de prejudicar apenas a aparência física ou funções hepáticas, mas também as funções cognitivas. Manter um peso corporal saudável e uma boa alimentação também é uma maneira eficiente de manter a mente em condições favoráveis.

Diversos estudos vêm constatando a relação entre obesidade como fator de risco para o declínio cognitivo.

3. Limite o consumo de álcool

O consumo exacerbado de bebidas alcoólicas pode prejudicar sua saúde de várias maneiras, inclusive impactando negativamente a memória.

As pessoas que ingerem álcool frequentemente tendem a apresentar um padrão de consumo que aumenta os níveis de álcool no sangue para 0,08 gramas por ml ou mais.

Desse modo, há diversos estudos apontando que as bebidas alcoólicas são capazes de promover déficits de memória.

Isso ocorre pois o álcool promove efeitos neurotóxicos no cérebro. Episódios repetidos de consumo excessivo de álcool podem danificar o hipocampo, uma parte do cérebro que desempenha um papel vital na memória.

O consumo esporádico de álcool não é algo que possa, a princípio, provocar grandes preocupações. No entanto, evitar a ingestão excessiva e frequente é eficaz para quem busca como melhorar a memória e outras funções importantes do organismo.

4. Diminua o consumo de carboidrato refinado

Carboidrato refinado

Carboidrato refinado é o que compõe a maior parte da refeição de muitas pessoas. Essa não é uma realidade exclusiva do Brasil, mas que atinge praticamente o mundo todo, sobretudo no ocidente, pois ele está presente em muitos alimentos.

Consumir grandes quantidades de carboidratos refinados, como bolos, cereais, biscoitos, arroz branco, pão branco e alimentos feitos a partir da farinha de trigo, pode ser prejudicial à sua memória.

De acordo com o periódico Neuroscience and Biobehavioral Reviews, a dieta ocidental, rica em carboidratos refinados, está associada à demência, declínio cognitivo e redução das funções cognitivas.

Uma boa alternativa para driblar os potenciais efeitos nocivos promovidos por carboidratos refinados é preferir as versões integrais, que têm a metabolização mais lenta e a promovem sensação de saciedade.

Além disso, o aparelho digestivo também é beneficiado, pois alimentos integrais são ricos em fibra e ajudam a regular o intestino.

5. Exercite-se regularmente

Há tempos os pesquisadores apontam que a prática de exercícios físicos é benéfica não apenas para boa forma, mas também ao funcionamento do organismo, como um todo, e também a saúde mental de jovens, adultos, crianças e idosos.

Um estudo divulgado pelo periódico mensal Psychology and Aging mostrou que uma única sessão de 15 minutos de exercício moderado diariamente em uma bicicleta ergométrica levou a um melhor desempenho cognitivo, incluindo memória, em todas as idades.

De acordo com a British Medical Association, a prática regular de exercício físico durante a meia-idade também está associada a uma diminuição do risco de desenvolver demência.

6. Vitamina D

A vitamina D é um nutriente importante que desempenha diversos papéis no organismo. Sua principal função é promover a absorção do cálcio e fósforo, sendo, portanto, essencial para saúde óssea. Além disso, beneficia a função cardíaca.

Por outro lado, baixos níveis de vitamina D têm sido associados a uma série de problemas de saúde, incluindo uma redução na função cognitiva.

Em um estudo divulgado no Journal of the American Medical Association, constatou-se que idosos que tinham níveis sanguíneos de vitamina D menores que 20 nanogramas por ml perderam a memória e outras habilidades cognitivas mais rapidamente.

Além disso, também foi possível verificar que baixos níveis de vitamina D também foram associados a um maior risco de desenvolver demência.

Embora a vitamina D seja tão importante, não é raro encontrar pessoas com deficiência desse nutriente, pois a principal fonte de absorção é por meio dos raios solares.

7. Consuma alimentos anti-inflamatórios

Diversos alimentos possuem propriedades anti-inflamatórias e são, portanto, uma forma alternativa ou complementar para tratar diversos sintomas e complicações.

O consumo de alimentos ricos em antioxidantes ajuda a promover uma série de benefícios, diminuindo a inflamação e reduzindo o estresse oxidativo causado pelos radicais livres.

Podemos encontrar os antioxidantes em frutas, legumes, chá verde e mais uma série de alimentos.

Uma revisão recente de nove estudos publicada no Frontiers in Aging Neuroscience constatou que as pessoas que ingeriam mais frutas e legumes apresentavam menor risco de declínio cognitivo e demência.

As bagas – morango, amora, uva, mirtilo, framboesa, oxicoco – integram uma das variedades mais ricas em antioxidantes importantes ao organismo, como flavonoides e antocianinas. Seu consumo frequente é significativamente importante para quem busca como melhorar a memória.

8. Meditação

Meditar

Os benefícios promovidos pela meditação vêm sendo estudados e evidenciados há bastante tempo. Ela pode ser capaz atenuar ou até mesmo eliminar sintomas como o estresse, a dor, além de ajudar a regular a pressão sanguínea e promover a melhora da memória.

De acordo com uma publicação da revista científica NeuroImage, a meditação demonstrou aumentar a massa cinzenta no cérebro, que, por sua vez, é uma matéria que contém corpos celulares dos neurônios.

À medida que você envelhece, a massa cinzenta diminui, o que afeta negativamente a memória e a cognição. Pôde-se verificar que técnicas de meditação e relaxamento melhoraram a memória de curto prazo em pessoas de todas as idades.

Por fim, o fato é que existem diversas formas naturais de auxiliar na melhora da memória e das funções cognitivas. Quanto mais cedo uma pessoa começar a adotar tais hábitos, mais eficiente serão os resultados a longo prazo.

No entanto, caso você esteja percebendo que se trata de um quadro mais severo, pode ser necessário procurar ajuda de um neurologista para que encaminhe tratamentos específicos.

Fontes e Referências Adicionais:

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