Como congelar frutas e legumes, ser saudável e economizar

Saiba como congelar frutas e legumes, uma alternativa para quem possui menos tempo para comprar alimentos frescos e segue uma dieta saudável!

Certamente, todo mundo já sabe que as frutas e legumes são parte fundamental de qualquer dieta balanceada, saudável e nutritiva.

Afinal, esses alimentos fornecem nutrientes importantíssimos para o organismo funcionar como fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes. Ao mesmo tempo, não costumam extrapolar na quantidade de calorias.

Entretanto, muitas pessoas usam justificativa de falta de tempo devido à correria do dia a dia para não comer tantas frutas e legumes quanto deveria, pois falta tempo para sair muitas vezes no mês e comprar versões frescas desses alimentos.

Isso sem contar a necessidade de limitar as saídas na rua devido à pandemia do novo coronavírus.

A alternativa: congelar!

A solução então seria comprar uma grande variedade e quantidade de frutas e legumes para não precisar ir tantas vezes à feira ou supermercado.

O problema é que pode faltar tempo para parar muitas vezes na semana e preparar pratos com todos eles. Isso pode fazer com que estraguem e sejam desperdiçados antes do consumo.

Com isso, embora saibam que não são nada saudáveis, muitas pessoas recorrem aos alimentos industrializados ultraprocessados que são práticos. Mas e se disséssemos que dá para tornar o consumo das frutas e legumes mais prático? Basta congelá-los!

Ao fazer isso, também dá para diminuir a necessidade de sair tantas vezes para fazer compras, já que eles serão preservados por mais tempo. Além de gastar menos nessas compras (os industrializados são mais caros) e o melhor de tudo: garantir uma alimentação mais saudável.

Congelar frutas e legumes é uma alternativa que interfere menos no valor nutricional dos alimentos.

Assim, congelar é uma opção bem mais interessante do que adicionar as frutas em legumes em receitas calóricos, açucaradas e/ou gordurosas.

Passo a passo para congelar frutas e legumes

Passo 1: seleção

A primeira dica é juntar as frutas, legumes e verduras que tiver em casa e separar os mais bonitinhos dos mais acabados. Aqueles que já se encontram meio enrugados e apresentam manchinhas e furinhos.

Os mais acabados deverão ser ficar para o preparo e consumo imediato, nos próximos dias ao longo desta semana. Assim, garante-se o seu uso antes de estragar. Já aqueles que estiverem mais íntegros e frescos deverão ser bem higienizados.

Passo 2: higienização

Primeiramente, a boa higienização consiste em lavar as frutas, legumes e verduras mais frescos embaixo da torneira na água corrente. De preferência com o auxílio de uma escovinha para alimentos para remover terra, sujeiras e outros resíduos que estejam presentes.

A próxima etapa é separar uma bacia grande (que deve estar bem limpa), enchê-la com um litro de água, adicionar uma colher de sopa de hipoclorito de sódio. Se optar por outro tipo de desinfetante para alimentos, use a diluição que o fabricante indica no rótulo do produto.

Então, adicionar os alimentos. As frutas, legumes e verduras deverão ficar de molho ao longo de 15 minutos.

Passo 3: secagem

Após os 15 minutos de molho na solução com hipoclorito de sódio (ou outro produto de sua preferência), é hora de secar muito bem os alimentos.

Dá para fazer isso com o auxílio de papel toalha ou de um pano muito bem higienizado e seco. Então, deixar as frutas e legumes em uma peneira para dar mais uma secada.

No caso das verduras como alface, couve e escarola e outros alimentos folhosos, recomenda-se passá-las por um secador de saladas.

Para quem não tiver o aparelho, a instrução é secar com o papel toalha mesmo, abanar para remover o excesso de umidade e deixar em uma peneira por um tempo até secar. É importante retirar bem a água porque ela deixa o alimento mais murcho.

Mas atenção. Não se pode congelar os folhosos do mesmo modo que as frutas e legumes. Isso porque, quando os levamos ao freezer, eles geralmente ficam melados, inviabilizando o seu consumo.

A solução para os folhosos

A boa notícia é que existe outro processo que pode substituir o congelamento das folhas.

Depois que as folhas estiverem totalmente secas, a orientação é pegar um pote grande de alimentos e forrar com papel toalha. Então, colocar os folhosos, adicionar mais papel toalha por cima e tampar.

Isso vai fazer com que as folhas durem fresquinhas até aproximadamente 10 dias dentro da geladeira.

Passo 4: água fervente + água gelada (branqueamento)

Agora que resolvemos questão dos alimentos folhosos, vamos voltar aos legumes. Depois que eles estiverem bem sequinhos, deverão ser cortados em pedaços, correspondentes ao tamanho em que você desejar usar.

O próximo passo é encher uma panela com água e levar ao fogo para ferver. Enquanto a água ferve, encha uma tigela bem grande com bastante cubinhos de gelo e água gelada.

Quando a água estiver fervente, desligar o fogo e jogar o legume cortado na panela. Então, contar dois minutos, remover o legume com o auxílio de uma escumadeira e jogar na água gelada.

Após, esperar mais dois minutos e transferir o legume para uma peneira para secar e escorrer o excesso de líquido.

Recomenda-se fazer o processo acima com um legume por vez, separando cada tipo. Por exemplo: você faz com o brócolis e depois separa, faz com a couve-flor e então separa. Assim, sucessivamente.

Obviamente, será necessário trocar a água da tigela e da panela, ferver novamente e acrescentar novas pedrinhas de gelo, pois com o tempo a água perderá a temperatura ideal para o processo de branqueamento.

Passo 5: guardar em saquinhos individuais

Depois de devidamente resfriar e secar, você deverá armazenar cada tipo de legume em um saquinho ou pote. Pode ser um saquinho plástico tipo zip lock ou potinho hermético com tampa. O ideal é que seja possível retirar bem o excesso de ar.

Para fazer isso eficientemente, a dica é: após encher o saquinho ou potinho até mais ou menos a metade com o legume, coloque-o dentro de uma bacia com água. De modo que a parte de cima do saquinho ou potinho fique para fora.

Então, fechar o saquinho ou potinho gradualmente. Naturalmente, a água vai expulsar o excesso de ar. Outro truque que pode funcionar é fechar o saquinho ou potinho até quase a metade, espetar um canudinho ali e sugar por meio do canudinho para puxar o excesso de ar.

Por que remover o excesso de ar?

Isso serve para evitar que sejam formados cristais de gelo, que rompem algumas células do vegetal, modificando sua cor, textura e aspecto.

Dependendo do tipo de preparação em que se pretende utilizar o alimento, isso pode inviabilizar o seu uso.

Passo 6: etiquetar os saquinhos ou potinhos

O último passo antes de colocar os legumes já separados em seus respectivos saquinhos ou potinhos no congelador é colar etiquetas em cada um deles. Elas devem trazer a data em que eles foram congelados.

Se caso não tiver etiquetas em casa, você pode anotar a data no papel que tiver disponível no momento e colar com durex ou fita crepe.

É importante escrever a data de congelamento dos alimentos para ter uma ideia de até quando poderá usá-los. Normalmente, os vegetais podem durar entre dois a três meses se forem congelados apropriadamente.

O congelamento das frutas

Frutas congeladas

É possível morango e outras frutas vermelhas (silvestres) como as cerejas podem ser congelados. Isso uma excelente opção porque algumas dessas frutas podem ser mais caras. Assim, ao congelá-las corre-se menos risco de desperdiçá-las.

A dica para congelar as frutas vermelhas é: dispor as frutinhas em uma travessa, uma ao lado da outra, e levar ao congelador.

Então, esperar dar aquela primeira congelada, juntar todas e colocar em um saco ou pote bem fechadinho, removendo o excesso de ar, como deve ser feito com os legumes.

Antes de colocar o saco ou pote com as frutas vermelhas no congelador, também é preciso anotar a data do congelamento. A duração das frutas vermelhas no congelador é de aproximadamente três meses.

Já no caso das frutas que escurecem, como maçã, pêssego e pera, a orientação é passar os pedaços dessas frutas em uma solução de água com suco de limão ou no suco de limão puro.

Então, só depois armazenar no saquinho ou potinho etiquetado com a data do congelamento e levar ao freezer.

Estima-se que a maçã, o pêssego e a pera durem 12 meses no congelador. Logicamente, assim como acontece com os legumes, as frutas também devem passar pelo processo de higienização, que ensinamos acima.

Além disso, também é preciso secá-las muito bem, processo que também explicamos aqui, antes de levá-las ao congelamento.

Vale a pena congelar todas as frutas?

No entanto, antes de decidir congelar frutas como pêssego, pera e maçã, leve em consideração que essas frutas geralmente possuem uma durabilidade boa dentro da própria geladeira.

Caso perceba que elas estão estragando mesmo na geladeira, outra opção além do congelamento para aproveitá-las é fazer uma compota sem açúcar com as frutas.

Basta cozinhá-las em uma panela com água, esperar gelificar, armazenar em um pote, esperar esfriar, tampar e armazenar na geladeira.

Como descongelar

No caso das frutas, o ideal é retirá-los do congelador e deixar que descongelem sozinhas. Você pode descongelá-las tanto na geladeira quanto em temperatura ambiente.

Deve-se escolher a temperatura ambiente apenas se for usar as frutas forem imediatamente. No caso de descongelar para consumir as frutas ao longo da semana, por questões de segurança, recomenda-se descongelá-las na geladeira.

Em relação aos vegetais, não é necessário fazer um processo de descongelamento. Eles podem ser colocados ainda congelados na panela onde serão cozinhados em molhos, sopas ou outras preparações.

Para facilitar o descongelamento das frutas e dos legumes e evitar desperdícios. Distribua em cada potinho ou saquinho as quantidades exatas dos alimentos que for usar por vez.

Aproveite para conferir um vídeo da nossa nutricionista dando mais detalhes sobre como congelar legumes e verduras e economizar!

Gostou das dicas?

E você? Vai colocar em prática as dicas de como congelar frutas e legumes? Conte para nós nos comentários!

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Benefícios de consumir ovos todos os dias!

Baratos, versáteis na culinária, ricos em proteínas e fontes de uma série de nutrientes importantes para o organismo. Por exemplo, fósforo, selênio, cálcio, zinco, vitamina A, vitamina B2, vitamina B5, vitamina B6, vitamina B9, vitamina B12, vitamina D, vitamina E e vitamina K.

De quem estamos falando? Estamos falando dos ovos! Você costuma consumi-los em seu dia a dia? Mas será que saberia dizer o que acontece no organismo quando uma pessoa consome o alimento todos os dias?

Pois bem, a lista a seguir vai nos contar quais são os benefícios da ingestão de ovos com tamanha frequência. Confira:

1. Memória

Memória

Além de todos os nutrientes previamente mencionados, o ovo é um alimento bastante rico no nutriente colina. Mas o que isso tem a ver com a memória? É que existe uma associação positiva entre a ingestão de colina e a melhoria da memória.

Então, para quem anda meio esquecido, vale a pena incluir os ovos e outras fontes do nutriente colina na alimentação. Entretanto, se os problemas de memória persistirem de maneira expressiva, o médico deverá ser consultado.

2. Saúde dos ossos

Como vimos acima, os ovos fornecem vitamina D ao organismo, que é um nutriente que ajuda a fixar o cálcio nos ossos, deixando-os fortes.

Não adianta consumir várias fontes de cálcio se não houver vitamina D o suficiente no organismo para fixar o mineral nos ossos.

Portanto, além de se certificar de ingerir cálcio, é fundamental garantir a presença de fontes de vitamina D como os ovos nas refeições.

3. Saúde dos cabelos

Além disso tudo, os ovos também são compostos pela vitamina biotina, vitamina B12 e proteínas, nutrientes que, em conjunto, fazem com que os cabelos fiquem mais saudáveis, caiam menos e sejam mais bonitos.

4. Perda de peso

Peso

Sim, o ovo também ajuda o de emagrecimento. Pesquisas já apontaram que a ingestão de ovos, principalmente na parte da manhã, gera bastante saciedade.

Isso auxilia a controlar a fome até a hora do almoço e a ter uma tendência mais baixa a comer junk food, ou seja, alimentos que não são saudáveis. Saiba mais a respeito de como o ovo emagrece.

Logicamente, isso não significa que os ovos sejam um alimento que provoca a perda de peso como em um passe de mágica.

Eles podem ajudar a atingir a boa forma, entretanto, não vai adiantar muita coisa consumi-los pela manhã se o almoço for um sanduíche fast-food e o jantar uma pizza, por exemplo.

Para assegurar que os quilos diminuam, é fundamental seguir uma dieta que seja toda saudável, equilibrada, nutritiva e controlada. Praticar exercícios físicos com frequência também vai contribuir porque eles maximizam a queima de calorias por parte do corpo.

5. Redução das chances de câncer

Acredita-se ainda que os ovos podem ajudar a reduzir a probabilidade de ter câncer no futuro. Isso porque a colina naturalmente presente nos ovos também já foi associada à diminuição das chances de desenvolvimento da doença.

Então, quer dizer que basta comer ovos para não ter câncer? Não, pois o surgimento da doença também tem uma relação com questões comportamentais e genéticas.

Entretanto, se o alimento pode dar uma força, não custa nada acrescentá-lo na dieta, não é mesmo?

6. Ganho de massa muscular

Por se tratar de uma ótima fonte de proteínas, vitaminas e minerais que contribuem com o processo de construção muscular, o ovo pode muito bem aparecer em uma dieta com foco no ganho de massa muscular.

Aliás, o alimento pode ser utilizado tanto na refeição pré-treino quanto na refeição pós-treino.

7. Saúde dos olhos

Os ovos também podem ser bons para a visão, graças ao fato de conterem luteína na sua composição.

A luteína é conhecida como uma substância que auxilia a prevenir problemas oculares e que colabora com a boa saúde dos olhos.

8. Combate ao envelhecimento precoce

O consumo de ovos pode auxiliar a evitar o envelhecimento precoce. Em um estudo na Holanda, participantes relataram que a firmeza na pele aumentou e que a quantidade de manchas associada à idade diminuíram quando elas começaram a ingerir mais ovos diariamente.

Sua preocupação é quanto ao colesterol, motivo da má fama dos ovos no passado? Então, entenda melhor se comer ovo aumenta o colesterol mesmo.

Aproveite e confira um vídeo da nossa nutricionista falando sobre os benefícios de comer ovo todos os dias!

Você costuma comer ovos com frequência? Já percebeu algum desses benefícios? Conte para nós nos comentários!

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O café causa a inflamação ou ajuda contra ela?

Tomar café todo dia faz parte da rotina de muitos brasileiros. Enquanto tomam uma xícara ou outra da bebida, as pessoas podem começar a discutir se o café faz bem ou mal para a saúde.

Embora existam os benefícios do café, também sabemos que o excesso de cafeína faz mal. Mas e quanto à inflamação? Será que a bebida causa o problema? Ou, na verdade, o café ajuda contra ela?

A composição do café

Além da cafeína, o café normal tem substâncias como ácido clorogênico, cafestol, trigonelina e caveol. O café descafeinado possui os mesmos compostos, porém tem pouco ou nada de cafeína.

De acordo com alguns estudos, os compostos presentes no café podem apresentar propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

Um estudo apontou que os participantes que bebiam o café normal tinham menos marcadores inflamatórios em comparação àqueles que não tomavam a bebida.

Em outro estudo, consumidores de café normal experimentaram um aumento de 6% nos níveis de marcadores inflamatórias quando abstiveram-se do café por um mês.

Em comparação, eles experimentaram uma redução de 8 a 16% nos marcadores inflamatórios quando consumiram 0,9 ou 1,9 litro de café por dia pelo pelo mesmo período.

Há ainda uma revisão de 15 estudos sobre os efeitos do café, cafeína e outras substâncias associadas ao café em relação aos marcadores inflamatórios. A análise apontou que o consumo baixo, médio ou alto de café tem em sua maioria efeitos anti-inflamatórios.

Por outro lado

Tomar café

Outras evidências apontam que o café pode aumentar a inflamação em algumas pessoas. Aliás, diferenças individuais como questões genéticas, entre outros fatores, podem influenciar os efeitos do café sob a inflamação.

Ou seja, é possível que o café seja a favor da inflamação em algumas pessoas e contra a inflamação em outras.

Como a inflamação pode levar a infecções frequentes, fadiga, dor e problemas digestivos, é aconselhado reduzir a ingestão do café se perceber essas complicações.

Além disso, tomar muito café por achar que ele pode melhorar a inflamação não vale a pena. Isso porque o excesso de cafeína pode trazer uma série de efeitos colaterais.

Entre eles, insônia, nervosismo, inquietude, irritação estomacal, náusea, vômito e aumento do ritmo cardíaco e respiração.

Dosagens mais altas de cafeína ainda podem resultar em reações como dor de cabeça, ansiedade, agitação, dor no peito e zumbido nos ouvidos.

E quanto ao café descafeinado?

Não existem muitos estudos comparativos sobre os efeitos do café com cafeína e do café descafeinado. No entanto, uma revisão apontou que os suplementos de cafeína aparentemente não costumam oferecer os mesmos efeitos de redução da inflamação.

Portanto, isso pode sugerir que não é a cafeína, mas sim os outros compostos do café, também presentes no café descafeinado, que poderiam ser os responsáveis pela ação anti-inflamatória da bebida.

Porém, ainda assim, são necessárias mais pesquisas para confirmar se o café com pouco ou nada de cafeína realmente fornece propriedades anti-inflamatórias.

Fontes e referências adicionais:

Você costuma tomar muito café? Acha que isso faz bem ou mal para você? Comente abaixo!

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A proteção extra que as máscaras podem trazer contra a COVID-19

A pandemia do novo coronavírus transformou em hábito o uso de máscaras faciais. Ao usarmos uma máscara, protegemos os outros das gotículas que soltamos ao falar, espirrar ou tossir. Essas gotículas são um dos meios de transmissão da COVID-19.

De acordo com o professor de microbiologia e imunologia da Universidade Tulane, Robert Garry Jr., as máscaras de pano podem bloquear entre 40% a 60% das gotículas. Assim, se todos usarem as máscaras corretamente, teremos um nível maior de proteção.

Entretanto, alguns cientistas especulam que possa haver outros benefícios com o uso de máscaras.

Eles acreditam que elas podem reduzir a quantidade do novo coronavírus que atinge uma pessoa. O que poderia se traduzir em um quadro menos severo de COVID-19, caso ocorra uma infecção.

Como isso poderia funcionar?

Máscara facial

De acordo com Garry, a ideia é que o tamanho do inóculo, ou seja, a dose do vírus, determina quão doente ele deixa uma pessoa. Geralmente, quanto maior a dose do vírus, mais cedo surgem os sintomas e mais grave é a doença, completou.

Então, se uma quantidade menor do vírus passa pela máscara, a pessoa pegaria uma dose menor do vírus. Assim, ela poderia não ter um caso tão severo da doença que ele provoca.

A professora de medicina da Universidade da Califórnia, Monica Gandhi, faz parte da equipe que propôs que o uso das máscaras poderia diminuir a severidade da COVID-19, no caso de uma infecção.

Segundo ela, há evidência científica de que isso pode estar ocorrendo com o novo coronavírus. Em um estudo com hamsters que simulou o uso de máscaras, os ratos “com máscara” tiveram menor tendência a contrair a COVID-19.

Quando pegaram a doença, eles tiveram um quadro mais ameno. Além disso, evidências de locais como cruzeiros e unidades de processamento de alimentos indicaram maiores taxas de infecções assintomáticas, após a adesão ao uso de máscaras.

A professora de medicina ainda citou um paper que sugeriu que o uso generalizado de máscaras em lugares como hospitais gerou infecções assintomáticas.

O trabalho apontou que profissionais da área da saúde testaram positivo para anticorpos do novo coronavírus, embora não soubessem que tinham a infecção.

Gandhi também afirmou que alguns países que adotaram o uso de máscaras em nível populacional tiveram mais sucesso em manter baixos os seus níveis de casos graves e morte pelo novo coronavírus.

Ferramenta contra a COVID-19

Gandhi acredita que a adesão ao uso de máscaras por parte de toda a população pode ser uma importante ferramenta para enfrentar a pandemia. Até porque ainda esperamos por uma vacina contra o novo coronavírus.

Mas vale lembrar que as máscaras não resolvem todo o problema. Além de usá-las, é essencial tomar todas as medidas de prevenção contra a COVID-19 como evitar aglomerações, higienizar bem as mãos e manter uma distância de dois metros dos outros, por exemplo.

Fontes e Referências Adicionais:

Você usa máscaras faciais para evitar o novo coronavírus? Além disso, obedece às outras medidas de prevenção? Conte para nós nos comentários!

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Dietas de outros países: vale a pena adotar?

É uma delícia se aventurar e experimentar refeições de diferentes lugares do mundo. Mas importar para seu prato a dieta mediterrânea ou a japonesa, consideradas modelos de alimentação saudável, pode não trazer os mesmos benefícios pra você que os oferecidos aos nativos dessas dietas de outros países.

É o que aponta um estudo publicado no periódico americano Genetics. “A forma como você absorve o carboidrato e a gordura, por exemplo, depende da sua carga genética e etnia”, explica a endocrinologista Isabela Bussade, do Rio de Janeiro.

Por isso, um mesmo alimento interfere de maneira diferente na saúde (e na balança) de uma italiana, uma oriental e uma brasileira. Claro, não faz mal procurar referências de bons hábitos alimentares lá fora, desde que você mantenha no cardápio os itens aos quais seu organismo já está adaptado.

Como adaptar as dietas de outros países para a nossa realidade

<span class=”hidden”>–</span>Claudia Totir/Getty Images
  • Mediterrânea 

No lugar de salmão, azeite de oliva e noz, invista em sardinha, milho, tapioca e outros alimentos nutricionalmente próximos aos da dieta original, só que mais baratos e acessíveis por aqui. Aposte nas verduras, legumes, frutas, leite e derivados desnatados; consuma com menos frequência arroz, feijão, macarrão, pão, cereais e biscoitos simples; e coma somente de vez em quando carne, frango, óleo composto (soja e azeite), castanha e itens com mais sódio, açúcar, gordura saturada e colesterol. Ficam de fora da dieta os alimentos industrializados com gordura trans (sorvete, biscoito recheado, salgadinhos) e alto teor de sódio (congelados, embutidos) ou de açúcar (balas, doces).

  • Nórdica

Para adaptar essa dieta, as “berries” podem ser substituídas por frutas vermelhas brasileiras ricas em polifenóis: jabuticaba, amora, romã, pitanga, morangos orgânicos, além de outras fontes já bem consumidas pelos brasileiros (cebola, repolho, batata-inglesa, manga, mamão papaia, tangerina, laranja, banana e abacaxi). Priorize peixes ricos em ômega-3 quando for ao mercado (atum, sardinha, salmão e arenque). O óleo de canola e o azeite de oliva extra-virgem vão no lugar do óleo de colza, uma vez que têm ácidos graxos insaturados. Para os grãos integrais, aposte em: aveia não-transgênica, sementes (chia, girassol, abóbora) e leguminosas (feijões, ervilha, lentilha e grão-de-bico). “As frutas e vegetais, em geral, devem ser orgânicos para reduzir a exposição aos compostos químicos maléficos à saúde, denominados xenobióticos”, lembra a nutricionista.

  • Japonesa 

Os japoneses são conhecidos não somente pelas escolhas alimentares altamente nutritivas, como também por fazerem opções saudáveis no dia a dia. Por que não adotá-los também? Vale repensar a lista do supermercado para ter pouca oferta de produtos industrializados e processados na despensa; caprichar no consumo de peixes; preferir as sobremesas pouco açucaradas e abusar das diferentes texturas dos pratos!

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