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Autor: Paul Risner
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Pão sem glúten fácil
Quem tem doença celíaca, algum tipo de sensibilidade ao glúten ou resolveu excluir a proteína da dieta sabe como pode ser difícil encontrar produtos sem glúten. Por isso, este pão de glúten é uma verdadeira mão na roda.
Além de ser fácil de preparar, ao fazê-lo em casa dá para garantir que o pão seja realmente sem glúten. Afinal, com os pães industriais há sempre o risco de uma contaminação cruzada.
Isto é, do produto sem glúten ter resquícios de glúten porque sua produção, armazenamento ou transporte ocorreu perto de alimentos com glúten.
Outra vantagem é que dá para combinar o pão sem glúten com receitas de doces sem glúten em um delicioso café da tarde!
Não perca tempo e aproveite para aprender agora mesmo como fazer um pão sem glúten fácil:

Pão sem glúten fácil
Equipment
-
Forma de pão
-
Liquidificador (ou processador de alimentos)
-
Grelha
Ingredients
- 2½ xícaras farinha sem glúten para todos os fins
- 1 colher de chá goma xantana
- 1 colher de chá fermento em pó sem glúten
- 1 pacote fermento ativo seco instantâneo
- ¼ xícara azeite de oliva extra virgem
- ¼ xícara mel
- 1 colher de chá vinagre de maçã
- 1½ xícara água morna (37,7 a 43,3° C)
- 3 claras de ovo de ovos grandes em temperatura ambiente
- 1 colher de chá sal
- spray de cozinha sem glúten (a gosto)
Instructions
-
Passar o spray de cozinha sem glúten na forma de pão. Preaquecer o forno em aproximadamente 175° C.
-
Colocar a farinha sem glúten e os fermentos em uma tigela grande. Mexer para misturar os ingredientes.
-
Acrescentar o azeite de oliva, o mel, o vinagre de maçã à tigela. Bater por um minuto.
-
Adicionar o sal e as claras de ovo. Bater no médio por mais um minuto.
-
Transferir a massa para a forma de pão. Espirrar o spray de cozinha sem glúten em uma papel filme.
-
Cobrir a forma com o papel filme. Deixar o pão descansar para crescer em um local morno por 30 minutos.
-
Levar a forma ao forno para assar por 30 minutos em aproximadamente 175° C. Assar o pão horizontalmente na grelha do meio do forno.
-
Deixar o pão esfriar na forma por 10 minutos. Tirar o pão da forma e passar para uma grelha, onde ele terminará de esfriar. Deixar esfriar por completo na forma deixa o pão empapado.
-
Fatiar o pão só depois que ele esfriar por completo.
Notes
- Usar uma forma de 22×12 ou 22×10.
- Armazenar o pão que sobrar em um recipiente hermético, depois que ele esfriar. Mas não fatie.
Nutrition
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3 Principais causas de intoxicação alimentar
Passar mal depois de comer é muito desagradável. Veja aqui as principais causas de intoxicação alimentar e com quais alimentos tomar cuidado.
A intoxicação alimentar é um problema sério. Os sintomas de uma intoxicação alimentar costumam incluir:
- Diarreia;
- Náuseas;
- Fraqueza e mal estar;
- Dor abdominal;
- Perda de apetite;
- Febre;
- Vômitos;
- Dor de cabeça.
Além disso, coceira no corpo, vermelhidão na pele e muitos outros sintomas podem surgir.
Vale lembrar que certos alimentos podem causar alergia em algumas pessoas. Por isso, é essencial estar atento aos sinais do seu corpo e ao que você come.
Principais causas de intoxicação alimentar
Na maioria dos casos, a intoxicação alimentar não precisa de tratamento. Mas ainda assim, é importante conhecer as causas para saber o que fazer.
1. Bactérias
As bactérias são as principais causas de intoxicação por alimentos – como a Salmonellla, a Escherichia coli, a Sthaphilococus aureus, a Listeria, a Campylobacter e a Clostridium botulinum, por exemplo.
De acordo com um estudo americano publicado em 2015, quase metade dos casos de contaminação por E. coli nos Estados Unidos entre 2008 e 2012 foram provenientes de carne bovina contaminada.
Além disso, as bactérias podem estar presentes em qualquer tipo de alimento, especialmente naqueles que não passam por nenhum tipo de cozimento ou resfriamento – como as verduras cruas, por exemplo.
A água contaminada também pode ser uma fonte de contaminação. Por isso, é melhor checar a origem da água e o tratamento que ela recebe antes do consumo.
2. Vírus
Alimentos também podem transmitir certos vírus. É o caso, por exemplo, do norovírus, do sapovírus, do rotavírus e do astrovírus.
Além disso, outro tipo de vírus que pode estar em algum alimento contaminado é o vírus da hepatite A.
3. Parasitas
Embora seja menos comum do que a intoxicação causada por bactérias, existe o risco de contaminação por parasitas.
O parasita mais comum em casos de intoxicação por alimentos é o Toxoplasma, causador da toxoplasmose. Apesar de ser o mais comum, esse tipo de infecção ainda é relativamente pouco observado.
Alimentos que mais causam intoxicação alimentar

De fato, todos os alimentos que são ingeridos crus devem ser higienizados corretamente para evitar a intoxicação.
De modo geral, os seguintes alimentos são os mais prováveis de estarem contaminados:
- Ovos;
- Leite ou produtos lácteos não pasteurizados;
- Água sem tratamento ou de origem duvidosa;
- Carnes cruas ou mal passadas;
- Aves mal passadas;
- Peixes e frutos do mar;
- Frutas e verduras mal higienizadas.
Também há o risco de contaminação por produtos químicos. Por esse motivo, sempre guarde os produtos de limpeza separados dos alimentos. Aliás, isso não só evita o contato entre eles como também reduz o risco de ingestão acidental.
O que esperar durante a intoxicação alimentar
Os sintomas de intoxicação normalmente somem sozinhos. No entanto, o vômito ou a diarreia em excesso pode te deixar desidratado.
Por isso, é importante se manter bem hidratado. Além disso, você pode priorizar alimentos leves para comer.
As melhores dicas para repor os líquidos perdidos e evitar a desnutrição são:
- Ingerir muitos líquidos, como água, água de coco e bebidas esportivas ricas em eletrólitos;
- Tomar chás calmantes como por exemplo a camomila;
- Preferir alimentos leves e fáceis de digerir como arroz, torradas, cereais e bananas, por exemplo;
- Evitar os alimentos gordurosos, açucarados ou picantes;
- Ficar longe de bebidas lácteas, cafeína e álcool, pois podem irritar o estômago.
Por fim, o descanso é fundamental para o seu corpo se recuperar da intoxicação alimentar.
Só use remédios se o seu médico prescrevê-los. Apesar de serem incômodos, sintomas como diarreia e vômito tem um objetivo – que é o de expulsar do corpo aquilo que está te causando mal.
Assim sendo, se você tomar um remédio para parar a diarreia ou interromper o vômito, o seu organismo pode levar mais tempo para se recuperar totalmente.
Os sintomas duram pouco tempo. Em geral, eles aparecem algumas horas ou alguns dias depois de consumir o alimento contaminado e persistem por dois dias, em média.
Por fim, caso os sintomas persistam por muito tempo ou se você observar sinais de uma reação alérgica, procure atendimento médico rapidamente.
A saber, os principais sintomas de uma reação alérgica grave são:
- Dificuldade para respirar;
- Inchaço na garganta e no corpo;
- Prurido;
- Falta de ar;
- Tontura;
- Formigamento;
- Alteração nos batimentos cardíacos.
Como prevenir a intoxicação alimentar
De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos), as medidas que ajudam a prevenir a intoxicação por alimentos contaminados são:
Cozinhar bem os alimentos
Alimentos crus com alto risco de contaminação como as carnes, os ovos e os peixes devem ser bem cozidos para minimizar as chances de contágio.
Certamente, você não deve se esquecer de higienizar bem os alimentos antes do preparo.
Separar os alimentos
A fim de evitar casos de contaminação cruzada, é importante separar outros alimentos da carne crua, por exemplo.
Armazenar corretamente
É importante armazenar os alimentos da forma correta para que eles não estraguem. Além disso, resfriar os alimentos evita que bactérias nocivas se proliferem.
Manter a cozinha limpa
Além dos alimentos, é essencial manter os utensílios de cozinha e o ambiente limpo.
Lavar as mãos
Por fim, mas não menos importante: lave bem as mãos. De fato, lavar as mãos especialmente antes de comer e durante o preparo dos alimentos reduz bastante o risco de sofrer com uma intoxicação alimentar.
Fontes e referências adicionais:
- Mayo Clinic – Food poisoning
- Food Safety – Food poisoning
- Centers for Disease Control and Prevention – Food poisoning symptoms
- National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases – Symptoms & causes of food poisoning
- American Academy of Family Physicians – Food poisoning
- NHS Inform – Food poisoning
- NHS – Food poisoning
- WebMD – Food poisoning causes: what to know
Você já teve intoxicação alimentar? Se sim, quais sintomas notou e o que fez para melhorar? Comente abaixo!
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Skincare – Rotina de cuidados com a pele e dicas
Não importa o seu tipo de pele, a rotina de skincare trará bons resultados. Saiba aqui quais são os cuidados com a pele que você deve tomar diariamente e outras dicas.
Seguir uma rotina de cuidados com a pele, a famosa skincare, está em alta. Mas será que é mesmo necessário repetir essa rotina todos os dias?
De fato, cuidar da pele melhora não só a autoestima como também ajuda no tratamento de problemas específicos de pele, como a acne e os cravos, por exemplo. Aproveite para conferir qual é o melhor ácido para espinhas e cravos.
Além disso, certos cuidados com a pele ajudam até a reduzir as manchas na pele e a evitar os sinais do envelhecimento precoce.
Rotina de skincare
Independentemente do tipo de pele, são quatro os passos básicos para uma boa rotina de cuidados com a pele.
Confira o passo a passo ideal e sem frescuras para ter uma pele linda e saudável.
Passo 1: limpar
Limpar o rosto é a etapa básica de qualquer rotina de skincare. Comece o dia lavando bem o rosto com um sabonete ou gel de limpeza de sua preferência, evitando aqueles que deixam sua pele muito ressecada.
Se necessário, use um esfoliante uma ou duas vezes na semana para uma limpeza mais profunda. Mas no geral, uma limpeza simples uma ou duas vezes ao dia é mais do que suficiente para manter a pele limpa.
Apesar de ser importante lavar o rosto, é importante deixar que a pele produza o óleo natural, pois ele ajuda a manter a jovialidade e saúde da pele.
Passo 2: tonificar
A etapa de tonificação ajuda a equilibrar o pH da pele. Manter o pH ajustado é importante para prevenir e tratar irritações e infecções na pele.
Além disso, o tônico facial contrai os poros e prepara a pele para as próximas etapas do skincare.
Passo 3: tratar
A etapa de tratamento garante a nutrição da pele. É nessa parte da sua rotina que você vai aplicar os produtos de acordo com o seu tipo de pele.
Ou seja, se a sua pele está ressecada, você pode usar um bom creme para peles secas.
Por outro lado, se sua pele está muito oleosa, você pode usar um produto à base de gel que não aumente a oleosidade e ainda assim entregue os nutrientes que você precisa.
De todo modo, é importante optar por um hidratante facial livre de óleo e não comedogênico – ou seja, que não obstrui os poros – para preservar a oleosidade natural da pele.
Aliás, é nessa etapa também que você pode usar produtos contendo ingredientes como vitamina C ou resveratrol, por exemplo, que ajudam a evitar a degradação do colágeno e estimular a renovação celular.
Mas fique atento, pois alguns desses produtos são melhores para a pele quando usados a noite.
Passo 4: proteger
Por fim, a última etapa da rotina de cuidados com a pele é proteger a pele dos danos do dia a dia.
Isso é feito tanto com o uso de protetor solar quanto com a aplicação de cremes antioxidantes que protegem a pele contra a poluição, a poeira e outras adversidades que a nossa pele é submetida ao longo do dia.
Rotina diurna e rotina noturna de cuidados com a pele

Além dos quatro passos fundamentais acima, você deve ter uma rotina diurna e uma rotina noturna com ingredientes diferentes.
Ou seja, você ainda vai seguir as quatro etapas, mas na rotina noturna você poderá pular a etapa do protetor solar.
Além disso, é na rotina da noite que você vai usar produtos mais agressivos como a vitamina C e o ácido retinóico, por exemplo.
Isso porque esses produtos deixam a pele mais sensível ao sol e mais suscetível a manchas e, por isso, devem ser reservados para a rotina noturna.
Já na rotina diurna você vai seguir os quatro passos essenciais e só depois irá passar base e outros produtos de maquiagem de sua preferência.
Dicas para uma pele mais bonita e saudável
Use protetor solar
Apenas para frisar: proteger a pele contra os danos do sol é essencial para a saúde da mesma.
A exposição excessiva ao sol pode favorecer as rugas e o envelhecimento precoce. Sendo assim, use protetor solar diariamente, especialmente no rosto onde a pele é mais sensível.
Prefira a sombra
Tomar sol é importante para a produção de vitamina D, mas é crucial tomar cuidado com os excessos. Na hora que o sol estiver mais forte, procure um lugar com sombra.
Outra ideia que costuma ajudar é usar roupas com fator de proteção solar. Se não for possível, use chapéus, bonés, cangas e roupas de manga comprida para evitar que toda a pele fique exposta diretamente ao sol.
De vez em quando: esfoliar uma ou duas vezes por semana antes de aplicar o tônico e usar máscaras faciais uma vez por semana ou uma vez por mês dependendo do tipo.
Remova todos os resíduos do rosto
Se você usa maquiagem diariamente, é muito importante limpar bem a pele ao fim do dia.
Ainda que sejam produtos feitos para a pele, a longo prazo, a maquiagem pode causar irritações e desgastar a pele.
Mantenha uma alimentação saudável
Os nutrientes que obtemos em uma dieta equilibrada nutrem o corpo por dentro. De fato, toda essa nutrição reflete na saúde da pele e dos cabelos.
Assim, coma frutas, vegetais, verduras à vontade, pois esses alimentos são ricos em vitaminas e minerais que sua pele precisa.
Além disso, não se esqueça de beber bastante água e se manter bem hidratado.
Respeite a sua pele
Só você sabe o que é bom ou não para a sua pele. Ao usar um produto novo, observe como a sua pele responde ao tratamento.
Se houver sinais de irritações, suspenda o uso e procure algo que seja compatível com o seu tipo de pele. O mais importante é manter a pele bem limpa, hidratada e protegida do sol.
Fontes e referências adicionais:
- Northwestern Medicine – Do you really need a skin care routine?
- Mayo Clinic – Skin care: 5 tips for healthy skin
- The Journal of Clinical Investigation – Skin care in the aging female: myths and truths
- American Academy of Dermatology Association – 10 skin care secrets for healthier looking skin
- Cleveland Clinic – Understanding the ingredients in skin care products
- WebMD – Building your perfect skin care routine
Você também segue uma rotina de skincare? Quais são os seus cuidados diários com a pele? Comente abaixo!
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Pesquisa aponta redução de testosterona em pacientes com COVID-19
Embora seja um vírus recente, o funcionamento e as implicações do novo coronavírus já se tornam conhecidas pelos cientistas e pela população em geral. Recentemente, um novo estudo apontou a redução de testosterona em pacientes com Covid-19.
Com isso, ficou mais claro para os pesquisadores por que este vírus, em média, afeta mais uma determinada parte da população: os homens. O estudo, publicado na revista científica The Aging Male, pode nos ajudar a compreender a relação entre os níveis de testosterona e a Covid-19.
Além disso, a pesquisa também pode auxiliar a repensar tratamentos para os pacientes afetados. Veja então como a Covid-19 e a redução dos níveis de testosterona estão ligados.
Diminuição nos níveis de testosterona pode explicar homens em estado mais grave
A pesquisa, realizada na Turquia, constatou que pacientes com infecção grave apresentam baixos níveis de testosterona, que é o principal hormônio sexual masculino. Ou seja, o baixo nível de testosterona contribui para um estado agravado da infecção pelo Sars-CoV-2.
O estudo analisou um grupo de 438 pacientes, sendo 221 homens. Em todos os casos, o paciente estava infectado com o vírus. A pesquisa dividiu os participantes em três grupos de acordo com a gravidade do caso.
Para realizar o levantamento, os pesquisadores realizaram um histórico detalhado de cada caso. Estes pacientes realizaram exames físicos completos e estudos laboratoriais, bem como de imagem radiológica.
O objetivo da análise era entender o motivo dos pacientes do sexo masculino sofrerem mais gravemente da doença. Do mesmo modo, o estudo pretendia verificar a relação da testosterona com o agravamento do quadro clínico, além das dificuldades na recuperação.
Níveis mais baixos de testosterona encontrados em pacientes na UTI
Uma das constatações da pesquisa foi a de que a média de testosterona total diminuiu conforme a gravidade da COVID-19 aumentou.
De acordo com os resultados da pesquisa, o nível médio de testosterona total foi significativamente menor no grupo da UTI do que no grupo da Unidade de Cuidados Intermediários.
A pesquisa ainda identificou que o nível médio de testosterona no sangue foi, de forma significativa, maior no grupo da UTI do que no grupo assintomático.
Outro fator apontado pelos cientistas foi a ocorrência de hipogonadismo, que é uma condição em que o corpo não produz testosterona suficiente, em 113 dos pacientes do sexo masculino. Isto representa cerca de 51,1% dos casos analisados.
Queda de testosterona também comprovada em pacientes assintomáticos

O estudo também apontou uma perda significativa de testosterona nos pacientes assintomáticos. A pesquisa revelou que 65% dos infectados que não apresentavam sintomas relatavam queda na libido.
Além disso, mostrou-se que os pacientes que foram a óbito possuíam índices menores de testosterona no corpo. Apesar do agravamento devido à baixa testosterona, a pesquisa não encontrou uma taxa significativa na diferença de mortes entre pacientes femininos e masculinos.
De acordo com o estudo, 4,97% dos pacientes masculinos morreram, enquanto que em pacientes femininas este índice não passou dos 3,55%.
Estudo pode ajudar a individualizar o tratamento
Para os pesquisadores, este estudo pode ajudar a individualizar o tratamento dos pacientes infectados. O professor de urologia e responsável pela pesquisa Selahittin Çayan afirma que os níveis de testosterona também devem ser testados junto com o vírus.
Para o pesquisador, o tratamento com testosterona pode melhorar o prognóstico de pacientes com COVID-19.
Você percebeu que conhece mais homens do que mulheres que contraíram ou estão em estado grave pela COVID-19? Comente abaixo!
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Benefícios do arroz jasmim e como fazer!
De origem tailandesa, o arroz jasmim é cheio de nutrientes e tem um aroma surpreendente. Confira aqui quais são os benefícios do arroz jasmim, para que serve e como fazer esse arroz.
Além de ter um aroma amanteigado que lembra a pipoca e também a flor de jasmim, o arroz jasmim tem um sabor especial. Não deixe de conferir também as propriedades e benefícios do chá de jasmim.
Os grãos de arroz jasmim são longos e têm uma textura extremamente macia. De fato, em termos nutritivos, o arroz jasmim não é muito diferente do arroz branco. Porém, ele é menos processado do que o arroz branco e isso garante a preservação de mais nutrientes.
Além disso, assim como o arroz branco, o arroz jasmim também tem duas versões principais: branca e integral. Como é de se esperar, a versão integral é a que carrega mais nutrientes, especialmente em fibras dietéticas.
Informações nutritivas do arroz jasmim
Em 1/3 de xícara (50 g) de arroz jasmim marrom cru (integral) há cerca de:
| Calorias | 180 |
| Proteínas | 4 g |
| Gorduras | 1,5 g |
| Carboidratos | 38 g |
| Fibras | 2 g |
| Ferro | 2% do VD* |
| Tiamina (vitamina B1) | 10% do VD |
| Niacina (vitamina B3) | 15% do VD |
Além disso, outras variedades da versão integral – como o arroz jasmim vermelho, roxo ou preto, por exemplo – apresentam compostos vegetais importantes para a saúde como os antioxidantes.
Enquanto isso, o arroz branco é muito pouco atrativo. Uma porção semelhante com 45 g de arroz jasmim branco apresenta 120 calorias, 3 g de proteínas e 36 g de carboidratos, por exemplo.
Por fim, o teor de gordura, fibras e outros nutrientes é insignificante perto do valor nutricional do arroz jasmim integral.
Benefícios do arroz jasmim

Tendo em mente que o arroz jasmim marrom ou integral será sempre uma escolha mais nutritiva do que qualquer arroz branco, confira abaixo os benefícios de optar por ele:
1. É rico em fibras
As fibras insolúveis do arroz jasmim ajudam na digestão. Esse tipo de fibra acelera o processo digestivo e amolece as fezes. Como resultado, isso facilita a evacuação e a vida de quem sofre com a prisão de ventre.
Além disso, estudos associam o alto consumo de fibras com a redução do risco de doenças como doenças cardíacas, diabetes e obesidade.
2. Arroz jasmim é rico em vitaminas do complexo B
Esse arroz é rico em vitaminas do complexo B, especialmente em vitamina B9, um nutriente muito importante para a saúde.
As gestantes, por exemplo, são as que mais precisam dessa vitamina para que o feto tenha um desenvolvimento saudável.
3. Ajuda no controle da diabetes
Pesquisas sugerem que substituir o arroz branco pelo arroz integral, como o arroz jasmim marrom, é benéfico para quem sofre de diabetes do tipo 2.
Isso ocorre porque o alto teor de fibras pode retardar a absorção do açúcar pela corrente sanguínea e evitar picos de açúcar no sangue.
Mas atenção, o arroz jasmim branco não é uma boa escolha para diabéticos. Devido ao alto índice glicêmico e nulo teor de fibras, esse tipo aumenta os níveis de açúcar no sangue.
4. É fonte de minerais
Vários minerais estão presentes no arroz jasmim. Um deles é o manganês, um nutriente com propriedades antioxidantes que ajudam a combater o estresse oxidativo e proteger a saúde das células.
Além disso, o ferro também está presente no arroz, especialmente na versão integral. Ele é essencial para o transporte de oxigênio pelo corpo, fortalece o sistema imunológico e previne a anemia.
Por fim, minerais como o cálcio e o potássio também fazem parte da composição do arroz jasmim e trazem benefícios para os ossos e os sistema cardiovascular.
5. Dá energia para os treinos
Para ter a energia suficiente para treinos de alta intensidade ou de resistência, é fundamental contar com uma boa fonte de carboidratos.
O arroz jasmim é uma boa opção, pois ele tem carboidrato suficiente para manter os níveis de glicogênio estáveis e por isso evita que você perca músculos durante o treino.
Como fazer: receita de arroz jasmim!
Para que você prepare um arroz perfeito, o segredo é usar a proporção exata de água e arroz. Veja a receita abaixo:
Ingredientes:
- 2 xícaras de arroz jasmim;
- 2 ½ xícaras de água;
- Uma pitada de sal (opcional).
Modo de preparo:
Em uma panela tradicional com tampa que possa ir ao fogo, adicione o arroz.
Você pode enxaguar o arroz de duas a cinco vezes com água para remover o excesso de amido, mas esse passo é opcional. Sem o enxague, o arroz fica mais nutritivo pois os nutrientes não se perdem nas lavagens de água.
Logo após decidir se vai proceder com o enxague ou não, adicione a água e o sal à panela e leve ao fogo para ferver.
Assim que a água começar a soltar bolhas, observe o fogo e se necessário o reduza para fogo médio para que a fervura seja bem suave.
Tampe a panela e reduza ainda mais o fogo para que o arroz cozinhe em fogo baixo. Então, após cerca de 10 minutos, retire a tampa e observe se toda a água já evaporou. Se ainda houver um pouco de água no fundo da panela, deixe cozinhar por mais 2 ou 5 minutos.
Se não houver água suficiente para finalizar essa etapa do cozimento, adicione mais um pouquinho de água apenas para garantir que o arroz não queime.
Por fim, ainda com os grãos levemente úmidos, apague o fogo e deixe a panela tampada. O próprio calor residual vai finalizar o cozimento e deixar o arroz jasmim no ponto.
Antes de servir, afofe o arroz com um garfo e sirva com os acompanhamentos de sua escolha.
Observação:
Para preparar essa receita de arroz jasmim em uma panela elétrica, basta seguir as mesmas medidas de arroz e de água e deixar a panela trabalhar por você.
Fontes e referências adicionais:
- USDA – Jasmine rice
- USDA – Brown jasmine rice
- Rice – Thai hom mali rice: origin and breeding for subsistence rainfed lowland rice system
- DNA Research: an International Journal for Rapid Publication of Reports on Genes and Genomes – Mapping of genes for cooking and eating qualities in Thai jasmine rice (KDML105)
- Food Science and Biotechnology – Effect of red jasmine rice replacement on rice flour properties and noodle qualities
- Natural Product Research – Improved antioxidant activity of BKOS Thai jasmine rice
- International Journal of Food Sciences and Nutrition – Glycemic index of American-grown jasmine rice classified as high
Você já teve a chance de experimentar o arroz jasmim? Pretende usá-lo mais vezes na sua dieta? Comente abaixo!
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