A menstruação pode descer com pedaços, que são coágulos de sangue, mas essa situação geralmente é normal, pois surge devido a um desequilíbrio nos hormônios da mulher.
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Autor: Paul Risner
7 principais sintomas de intolerância ao glúten
A intolerância ao glúten provoca sintomas intestinais como excesso de gases, dor no estômago, diarreia ou prisão de ventre, mas como esses sinais também aparecem em diversas doenças, muitas…
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6 sintomas de inflamação no ovário e principais causas
A inflamação no ovários, também conhecida como \”ooforite\” ou \”ovarite\”, acontece quando um agente externo como bactérias e vírus começam a se multiplicar na região dos ovários.
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6 sinais que podem indicar câncer de colo do útero
Normalmente não existem primeiros sintomas do câncer de colo do útero, sendo que a maioria dos casos é identificado durante o exame de papanicolau ou apenas nas fases de câncer mais avançado.
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5 exames para diagnosticar a endometriose
Em caso de suspeita de endometriose, o ginecologista pode indicar a realização de alguns exames para avaliar a cavidade uterina e o endométrio, como o ultrassom transvaginal, ressonância…
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Tipos de úlceras mais comuns e como tratar
Úlceras na boca, úlceras na pele e úlceras gástricas: independentemente do local onde surgem, as úlceras são feridas que causam muito desconforto e até mesmo complicações de saúde. Confira os tipos de úlceras mais comuns e como tratar e prevenir cada um deles.
As escaras ou úlceras de pressão, por exemplo, são bastante comuns em idosos. Pessoas que estão hospitalizadas há muito tempo também podem ser esse tipo de úlcera na pele.
Apesar do incômodo, todas as úlceras podem ser tratadas. Veja como a seguir.
O que são úlceras
As úlceras são feridas abertas que causam dor e demoram para cicatrizar. Como se não bastasse todo o incômodo, algumas úlceras podem reaparecer mesmo após o tratamento. Por isso, é preciso adotar medidas preventivas para evitar que elas surjam novamente.
Elas aparecem em qualquer parte do corpo e é por isso que existem vários tipos de úlceras. Além disso, os sintomas podem ser diferentes.
As causas também variam de acordo com o tipo de lesão, mas em geral as úlceras se desenvolvem por causa de:
- Alimentação inadequada;
- Hábitos ruins como o abuso de bebidas alcoólicas ou o tabagismo;
- Estresse;
- Bactérias como a Helicobacter Pylori;
- Uso de certos medicamentos;
- Fatores genéticos.
Tipos de úlceras mais comuns
Veja quais são os tipos de úlceras mais comuns e as características de cada um:
Úlceras pépticas
As úlceras pépticas são feridas que se formam no revestimento interno do estômago, do intestino delgado ou do esôfago. Existem três tipos de acordo com o local lesionado, que são:
- Gástrica: úlcera no revestimento do estômago;
- Esofágica: úlcera na parede do esôfago;
- Úlcera duodenal: úlcera que surge no duodeno (porção superior do intestino delgado).
Causas e fatores de risco
Elas geralmente são formadas quando o ácido estomacal danifica as paredes de órgãos como o estômago ou o intestino.
Outras possíveis causas de úlceras pépticas é a inflamação desses órgãos após uma infecção causada pela bactéria H. pylori ou pelo uso prolongado ou excessivo de analgésicos e outros medicamentos.
Sintomas
A depender do local, os sintomas da úlcera péptica podem ser:
- Dor no estômago;
- Queimação;
- Inchaço;
- Gases;
- Sensação de plenitude;
- Náusea e vômito;
- Dor no peito;
- Perda de peso;
- Azia.
Úlceras venosas
As úlceras venosas ou de estase são feridas abertas que se desenvolvem por causa de danos às veias.
Em casos assim, o sangue tem muita dificuldade para retornar ao coração. Elas se formam abaixo do joelho e na área interna do tornozelo e demoram bastante tempo para cicatrizar por completo.
Úlceras arteriais
As úlceras arteriais ou isquêmicas também são feridas abertas que se formam em locais como o tornozelo, os pés, os dedos e os calcanhares, por exemplo.
De fato, o fluxo sanguíneo inadequado danifica as artérias e causa as úlceras arteriais. Algumas delas demoram muito tempo para cicatrizar e é preciso ter muita paciência e cuidado.
Úlceras na pele

Úlceras na pele ou escaras afetam os pacientes com baixa mobilidade ou pessoas com necessidades especiais.
De fato, elas são como machucados na pele que se formam devido à falta de movimento. Pessoas que usam cadeiras de rodas para se locomover, por exemplo, podem ter esse tipo de lesão na pele.
Úlceras na boca
Aftas na boca, língua ou garganta são exemplos claros de úlceras na boca. A boa notícia é que elas desaparecem em cerca de duas semanas e não precisam de tratamento na maioria das vezes.
Úlceras genitais
As úlceras genitais, como o nome já diz, surgem na região genital. As DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) são as principais causas desse tipo de úlcera.
Porém, as úlceras genitais também podem ocorrer como resultado de traumas, inflamações ou reações alérgicas, por exemplo.
Como tratar
O tratamento da úlcera vai depender não só do tipo de úlcera que você apresenta, como também da causa.
Remédios
Antibióticos como a amoxicilina, por exemplo, são receitados pelo médico para combater a úlcera bacteriana.
Já os antivirais são usados em casos de infecções causadas por vírus.
Aliás, se a suspeita for de que a úlcera tem a ver com o mal uso de medicamentos, o tratamento consistirá em suspender o uso do remédio que te fez mal.
Por fim, outras abordagens terapêuticas contam com o uso de antiácidos ou outros medicamentos indicados por um médico para diminuir a acidez estomacal ou para proteger o estômago do excesso de ácido.
Alguns exemplos são:
- a cimetidina, que diminui a secreção de ácido no organismo;
- a escopolamina (Buscopan), que alivia a dor;
- o omeprazol, que protege o revestimento do estômago e do duodeno – inibindo a produção de ácido
Alimentação saudável
Uma dieta alcalina, por exemplo, parece ajudar a regular a acidez no organismo. Além disso, ela auxilia no tratamento e na prevenção de úlceras pépticas.
De fato, uma alimentação mais equilibrada ajuda a evitar infecções que levam à úlcera e a outras doenças.
Estilo de vida
Além dos ajustes na alimentação, as úlceras arteriais ou venosas se beneficiam de medidas que ajudam a melhorar o fluxo sanguíneo. Assim sendo, algumas dicas práticas incluem:
- Mudar de posição durante o dia;
- Exercitar-se;
- Manter as pernas elevadas em alguns períodos do dia;
- Usar meias de compressão;
- Beber mais água;
- Reduzir o consumo de sal.
Cirurgia
A cirurgia é uma opção quando os outros tratamentos não surtem o efeito desejado. Ainda assim, é difícil precisar recorrer a um procedimento cirúrgico.
Considerações
Por fim, muitas das úlceras desaparecem sozinhas, sem precisar de tratamento. Outras precisam de um cuidado especial com o uso de medicamentos ou por meio de adaptações na dieta.
Ainda assim, as úlceras tendem a melhorar rapidamente se você seguir o tratamento à risca.
Apesar de algumas desaparecem sozinhas, as úlceras pépticas não tratadas podem aumentar o risco de complicações como a anemia, a hemorragia e o câncer de estômago, por exemplo.
Sendo assim, o ideal mesmo é consultar um bom médico para avaliar o tipo de úlcera e indicar o tratamento para que a úlcera vá embora e não volte mais.
Fontes e referências adicionais:
- Mayo Clinic – Peptic ulcer
- Johns Hopkins Medicine – Stomach and duodenal ulcers
- American College of Gastroenterology – Peptic ulcer disease
- University of Michigan – Types of peptic ulcers
- WebMD – Understanding ulcers
Você já teve algum tipo de úlcera como, por exemplo, uma afta? Se sim, qual foi o tipo e como tratou? Comente abaixo!
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O que é queijo quark – Benefícios e como usar!
Esse queijo que ainda é novidade aqui no Brasil é repleto de propriedades e benefícios para a saúde que você vai conhecer agora. Entenda o que é, como é feito e como usar o queijo quark no seu dia a dia!
De origem europeia, o queijo quark destaca-se não só por sua textura cremosa e aveludada, como também pelo seu poder nutritivo. Com pouca gordura, baixo teor calórico e muitas proteínas, o queijo quark é uma ótima pedida para quem está em uma dieta low carb.
É provável que você já conheça outros tipos de queijos low carb, mas com certeza não vai se arrepender de conhecer os benefícios do queijo quark e, se ainda não o conhece, vai querer experimentar.
De fato, o sabor do queijo quark é diferente da maioria dos queijos e muita gente compara seu gosto com o do iogurte grego. Aliás, na Europa o queijo quark é mais popular do que o iogurte grego, que é tão comum para os brasileiros.
A textura também é diferente e lembra bastante a do requeijão. Por isso, alguns conhecem o queijo quark como um creme de queijo leve.
Por fim, as proteínas do queijo quark são proteínas de alto valor biológico e, por isso, ele pode ser ótimo para um lanche pós-treino, por exemplo. Confira mais informações nutricionais e benefícios desse queijo logo a seguir.
O que é queijo quark
O queijo quark é um queijo fresco levemente ácido. Ele é preparado por meio de um processo de fermentação ácida que usa bactérias saudáveis como meio de cultura.
Certamente, a textura do queijo pode variar dependendo do produtor. Além disso, ela está diretamente relacionada ao teor de gordura. Quanto mais viscoso, por exemplo, mais gordura foi adicionada ao queijo.
Ainda que o queijo quark seja considerado um queijo de baixa gordura, é importante estar atento à cremosidade e às informações presentes no rótulo do alimento para não consumir mais gordura do que sua dieta permite.
Uma porção de 100 gramas de queijo quark padrão de baixa gordura feito com leite desnatado contém cerca de 60 kcal e a seguinte relação de nutrientes:
| Composição | Quantidade por 100 gramas |
|---|---|
| Carboidratos | 3 g |
| Açúcar | 3 g |
| Fibras | – |
| Gordura | 0,3 g |
| Proteína | 12 g |
Por conter muito leite (até três vezes mais do que a quantidade presente no iogurte grego), o teor de carboidratos do queijo quark vem basicamente da lactose, que é o açúcar do leite.
Apesar de ser uma quantidade muito baixa de lactose por porção em relação a outros tipos de produtos lácteos, pessoas alérgicas ou intolerantes à lactose podem não ser consumidores potenciais para o queijo.
Benefícios do queijo quark
Confira alguns benefícios do queijo quark que poderão ser aproveitados caso você inclua esse alimento na sua dieta!
1. Pode acelerar o ganho de massa muscular
O queijo quark oferece muitas proteínas de boa qualidade para quem busca a hipertrofia. De fato, ele contém aminoácidos como a colina e a metionina que, dentre outras funções, ajudam a nutrir os músculos.
Ter acesso a uma boa fonte de proteínas, especialmente no pós-treino, é essencial para reparar e construir músculos saudáveis.
Por isso, vale a pena incluir o queijo quark nas suas refeições após o treino e também no café da manhã quando o corpo está com um estoque baixo de proteínas.
2. Pode reduzir o apetite
O alto teor de proteínas contribui para o aumento da saciedade. De fato, isso é ótimo para emagrecer, já que a saciedade reduz o apetite e faz com que você coma menos, além de te ajudar a fazer escolhas alimentares mais saudáveis.
Outro ponto positivo para quem está controlando a ingestão de calorias é que o quark não tem açúcares adicionados. Aliás, o único açúcar presente no queijo é a lactose natural e ainda assim em quantidade baixíssima.
3. Auxilia na digestão
Produtos lácteos que sofrem fermentação podem ser bons para o processo digestivo. No caso do queijo quark, a bactéria Lactococcus lactis – que é a mais usada nesse tipo de fermentação – pode ser útil para a saúde digestiva.
De acordo com um estudo publicado em 2016 na revista Bioscience of Microbiota, Food and Health, a bactéria tem efeitos anti-inflamatórios que ajudam no tratamento de doenças inflamatórias intestinais como a colite.
4. É nutritivo e probiótico
Além de ser rico em proteínas, o queijo quark oferece uma quantidade significativa de vitaminas do complexo B e de minerais como o cálcio e o fósforo que são essenciais para a saúde óssea além de ferro, potássio e selênio.
De acordo com dados da literatura, uma porção de 100 gramas de queijo quark pode conter até 115 mg de cálcio, que é uma quantidade significativa do nutriente.
Aliás, as versões do queijo com um teor mais alto de gordura podem contar ainda com vitaminas lipossolúveis como a vitamina A, a vitamina D, a vitamina E e a vitamina K.
Por ser fermentado, o queijo quark também é um probiótico, ou seja, é uma boa fonte de bactérias benéficas para a flora intestinal e a imunidade.
Certamente, outro ponto positivo é que o queijo não tem adição de sal, o que é ótimo para a saúde em geral. Mas é sempre bom conferir no rótulo se algum aditivo ou sal foi usado na produção do queijo.
Como usar!

Como o queijo quark tem a textura parecida com a do iogurte grego e do requeijão, é possível usá-lo como substituto desses ingredientes em várias receitas.
A saber, algumas sugestões de consumo são:
- Misturar com frutas e/ou nozes como se fosse um iogurte;
- Adicionar em uma sopa para trazer cremosidade à receita;
- Preparar uma mousse;
- Utilizar em receitas de bolos ou cheesecakes;
- Adicionar em uma salada;
- Usar em um curry;
- Passar no pão ou na torrada integral se faz com o requeijão;
- Ingerir apenas o queijo quark como um aperitivo.
Você pode armazenar o queijo na geladeira por até duas semanas (ou de acordo com o prazo de validade descrito no rótulo do produto).
Fique atento ao percentual de gordura do queijo quark escolhido por você, já que o consumo de muita gordura pode alterar os níveis de colesterol.
Se você já tiver problemas de colesterol alterado, procure versões feitas com leite desnatado.
No entanto, em geral, se você ingerir o queijo quark com moderação como parte de uma dieta equilibrada, o alimento só tem a agregar na sua nutrição.
Fontes e Referências Adicionais:
- European Journal of Clinical Nutrition – Use of a fermented dairy probiotic drink containing Lactobacillus casei (DN-114 001) to decrease the rate of illness in kids: the DRINK study A patient-oriented, double-blind, cluster-randomized, placebo-controlled, clinical trial
- Food Science of Animal Resources – Physiochemical analysis, antioxidant effects, and sensory characteristics of quark cheese supplemented with ginseng extract
- Bioscience of Microbiota, Food and Health – Protective effects of heat-killed Lactococcus lactis subsp. lactis BF3, isolated from the intestine of chum salmon, in a murine model of DSS-induced inflammatory bowel disease
- Gut Pathogens – Anti-inflammatory effects of Lactococcs lactis NCDO 2118 during the remission period of chemically induced colitis
- University of Huelph – Quark
Você já experimentou esse queijo? Pretende testar nossa receita caseira de queijo quark? Comente abaixo!
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Como fazer a higiene bucal corretamente?
Manter a boca saudável requer hábitos constantes de higiene bucal. Veja aqui dicas de como fazer a higiene bucal corretamente e assim evitar uma série de doenças bucais.
A higiene oral adequada é capaz de prevenir não só a cárie, como também outros problemas como a gengivite e o mau hálito, por exemplo. Aliás, muita gente não percebe que tem halitose. Por isso, confira também como saber se você tem mau hálito.
Além de preservar um sorriso bonito, cuidar da saúde bucal é cuidar da saúde como um todo. Confira a seguir como higienizar seus dentes da forma certa.
Passos para a higiene bucal perfeita
1. Escove os dentes
Parece óbvio, mas é importante escovar os dentes corretamente e regularmente. Três vezes ao dia seria a frequencia ideal, mas a recomendação oficial é de escovar os dentes ao menos duas vezes por dia.
O principal foco de uma boa escovação deve ser remover os resíduos dos dentes antes da hora de dormir a fim de eliminar os germes e as bactérias que vão se acumulando durante o dia.
Além da frequência e de escolher escovas com cerdas macias, é importante escovar os dentes do modo correto e usar um bom creme dental.
De acordo com a American Dental Association (Associação Dentária Americana), as seguintes orientações ajudam a manter os dentes mais saudáveis:
- Posicione a escova em um ângulo de 45 graus em relação às gengivas;
- Mova a escova para frente e para trás em movimentos curtos e suaves;
- Escove todas as superfícies dos dentes;
- Use a ponta da escova de dentes para limpar a parte interna dos dentes da frente, focando em um movimento suave para cima e para baixo.
2. Use o fio dental todo dia

É fundamental usar o fio dental entre os dentes e gengiva ao menos uma vez ao dia. Além de auxiliar na limpeza, o fio dental ajuda a diminuir a placa bacteriana que tende a se formar na linha da gengiva.
Além disso, o hábito de passar o fio dental reduz o risco de inflamação e de problemas bucais como a gengivite, por exemplo.
Na hora de passar o fio dental, a American Dental Association sugere que você use um pedaço de aproximadamente 45 centímetros de comprimento.
Em seguida, enrole o fio dental nos dedos médios e segure o fio com os polegares e indicadores das mãos.
Passe o fio dental entre todos os dentes fazendo um leve movimento de fricção.
Na linha da gengiva, curve o fio dental no formato da letra “C” em volta do dente (como se o fio fosse abracar o dente) e deslize suavemente entre a gengiva e o dente.
Use também movimento para cima e para baixo para limpar a lateral dos dentes.
Tais movimentos devem ser feitos em cada dente, pois eles ajudam a remover a placa bacteriana que a escova de dentes não consegue alcançar.
3. Faça bochechos
O uso de um enxaguante bucal não faz parte do dia a dia de todo mundo, mas fazer bochechos com ele pode ajudar a manter a higiene bucal.
De fato, o enxaguante bucal é capaz de diminuir a quantidade de ácido na boca, auxiliar na limpeza geral dos dentes e remineralizar os dentes.
Certamente, os benefícios do enxaguante vão depender da composição de cada um. O ideal é conversar com seu dentista para saber qual enxaguante bucal é melhor para você.
4. Use flúor
O flúor é muito importante para diminuir o risco de cárie dentária. Esse mineral atua combatendo os germes que podem causar cáries e mau hálito.
A maioria das pastas de dente já contêm flúor, mas é sempre bom observar se a sua cumpre esse requisito.
5. Não se esqueça de limpar a língua
A placa bacteriana também se acumula na superfície da língua. Sendo assim, é importante escovar a língua também.
Além de reduzir as bactérias, a escovação da língua evita o mau hálito. Aliás, é importante verificar alterações na língua como manchas ou pequenas rachaduras que podem aparecer. Veja também o que pode ser a língua rachada e o que fazer.
Dúvidas comuns sobre higiene oral
Se ainda restaram algumas dúvidas sobre a melhor higiene bucal, veja essas perguntas comuns para seguir a sua rotina corretamente:
Usar primeiro o fio dental ou a escova?
Não existe um consenso sobre qual usar primeiro. O fato é que você deve fazer um bom trabalho tanto na escovação quanto no uso do fio dental.
Ambos se complementam, então não há diferença no resultado final se você usar primeiro o fio dental e depois a escova de dentes ou vice versa.
Palitar os dentes faz mal?
Os palitos não são objetos feitos para a limpeza dos dentes. Aliás, eles podem ferir as gengivas ou facilitar a entrada de bactérias. Assim sendo, o ideal para a sua saúde bucal é banir o uso de palitos de dentes.
Quando substituir a escova de dentes?
Apesar de ser usada para limpar os dentes, a escova também acumula bactérias. Por isso, a substituição frequente é essencial.
A orientação dos dentistas é de trocar a escova de dentes a cada três meses, em média.
Comer frutas e vegetais crocantes
Cuidar da alimentação também ajuda na higiene bucal. De fato, comer alimentos naturais ajuda não só a preservar a saúde dos dentes como de todo o resto do corpo.
Alimentos frescos e crocantes como a maioria das frutas contribuem para a mastigação correta e ajudam a limpar os dentes. Além disso, eles são ricos em fibras e nutrientes fundamentais para a saúde.
Beber água
A água ajuda a evitar a boca seca, o que contribui para reduzir o risco de mau hálito.
Além disso, beber água ajuda a diminuir a acidez da boca, já que o ácido acaba sendo diluído pela água.
Evitar os alimentos ácidos ou açucarados
O açúcar é um dos alimentos preferidos das bactérias que vivem na sua boca. Assim sendo, quanto mais açúcar você ingerir, mais bactérias vão crescer na sua boca.
Além disso, as bactérias liberam ácidos que desgastam o esmalte dos dentes e aumentam as chances de cáries.
Por isso, é uma boa ideia limitar o consumo de alimentos açucarados e ácidos a fim de evitar danos à saúde bucal.
Visitar o dentista regularmente
Ainda que você siga à risca todas as orientações de higiene oral, é preciso visitar um dentista pelo menos duas vezes a cada ano.
Assim, o dentista poderá remover a placa bacteriana que sua escova não foi capaz de remover. Além disso, ele é capacitado para identificar problemas bucais que você não consegue enxergar e indicar o tratamento mais adequado.
Fontes e Referências Adicionais:
- Mayo Clinic – Oral health: brush up on dental care basics
- American Dental Association – Oral health
- Cleveland Clinic – Oral hygiene
- Centers for Disease Control and Prevention – What can adults do to maintain good oral health
- World Health Organization – Oral health
- National Institute of Dental and Craniofacial Research – Tooth decay
- National Institute on Aging – Taking care of your teeth and mouth
- University of Illinois – Tips for good oral hygiene and healthy smiles
- Revista Odonto Ciência – Práticas de higiene bucal, uso de serviço odontológico e autopercepção de saúde bucal de escolares da zona rural de Caruaru, PE, Brasil
Você cuida bem da saúde dos seus dentes? Pretende melhorar algum aspecto da sua higiene bucal? Comente abaixo!
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É possível engravidar na menopausa?
Durante a menopausa não é possível que a mulher consiga engravidar, pois o corpo não é mais capaz de produzir de forma adequada todos os hormônios necessários para a maturação do óvulo e…
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Como consumo de álcool na gravidez afeta o desenvolvimento do bebê
O consumo de álcool na gravidez, mesmo que moderadamente, pode afetar o desenvolvimento do cérebro do bebê. É o que constatou um estudo da Universidade de Sidney, na Austrália.
De acordo com a pesquisa, este consumo está associado ao aparecimento de comportamentos psicológicos como depressão e ansiedade em crianças.
Estudo comprova efeitos do consumo moderado de álcool na gravidez
A universidade de Sidney publicou os resultados do estudo na revista cientifica American Journal of Psychiatry. O objetivo da pesquisa era investigar a relação entre consumo de álcool na gravidez e diferenças no comportamento e nas capacidades cognitivas de crianças.
Com uma amostra de mais de 9 mil jovens, este foi um dos estudos mais amplos já feitos a respeito do assunto.
Primeiramente, o estudo considerou como níveis baixos de consumo de álcool o máximo de seis drinques por semana. Um estudo anterior feito pela universidade já havia comprovado que o consumo alto de álcool pode afetar o desenvolvimento do bebê a longo prazo.
Já neste novo estudo, ficou comprovado que, mesmo em quantidade moderada, o álcool também pode ser nocivo.
Na pesquisa, 25% das crianças foram expostas ao álcool. Destes 25%, 60% foi exposta a quantidade baixa de álcool, enquanto outro grupo foi exposto a um consumo mais pesado de álcool.
Problemas psicológicos

Como resultado, pôde-se observar que o consumo de álcool durante a gravidez acarreta, mesmo que indiretamente, problemas psicológicos na criança.
Na pesquisa, as crianças que foram expostas a baixos níveis de álcool no útero tiveram mais problemas como ansiedade e depressão do que as que não foram expostas.
Da mesma forma, estas crianças também podem apresentar problemas comportamentais. Houve um aumento de 25% na probabilidade de um diagnóstico de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
Além disso, o estudo comprovou, ainda, uma associação do consumo de álcool na gravidez a comportamentos como quebra de regras e agressão.
Modificação da estrutura cerebral e nascimento prematuro
Outra constatação importante feita pela pesquisa é a de que o consumo de álcool na gravidez pode modificar a estrutura cerebral do bebê. Foram observadas diferenças no volume cerebral e na área de superfície entre as crianças expostas.
Da mesma forma, os especialistas acreditam que este fator contribuiu para problemas psicológicos e comportamentais.
Outra pesquisa feita no Reino Unido também associou o consumo de álcool com o risco do bebê nascer prematuro.
Os dados do estudo britânico apontam que, em média, 4,4% dos filhos das participantes nasceram com um tamanho menor do que o esperado. Ao mesmo tempo, 4,3% destes bebês nasceram prematuros.
Durante o estudo da Universidade de Sidney, o número estimado de bebidas consumidas durante a gravidez variou de 0 a 90, com a média sendo 27. O estudo apontou que o consumo das bebidas se deu nas primeiras 6 a 7 semanas antes do conhecimento da gravidez.
Dessa maneira, concluiu-se que o consumo de álcool, mesmo moderado, é contraindicado em todos os trimestres da gravidez.
Você conhece alguém que consumiu álcool na gravidez? O filho dessa pessoa nasceu com algum problema por isso? Comente abaixo!
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