A endometriose é caracterizada pelo crescimento de tecido endometrial fora do útero, em locais como os intestinos, ovários, trompas de falópio ou bexiga.
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Autor: Paul Risner
Receita de shake caseiro para emagrecer de banana
Seguir uma dieta para emagrecer é um desafio em qualquer época do ano. Por exemplo, nos dias de calor bate aquela vontade de tomar um sorvete ou milk shake, não é mesmo? Mas não é preciso morrer de vontade, nem muito menos ceder à tentação e derrapar na dieta.
Basta recorrer a uma versão saudável dessas delícias! Por exemplo, o shake caseiro para emagrecer de banana! Cremoso e geladinho, ele refresca e ameniza a vontade por uma delícia gelada e doce.
Tudo com isso com ingredientes saudáveis. Além da banana, a bebida leva a nutritiva aveia, o leite de amêndoas e a canela. O bacana é que o shake fica pronto bem rápido e é super fácil de preparar.
Embora não seja exatamente pobre em calorias, seu teor calórico não é exorbitante. Ao mesmo tempo, ele não leva todo o açúcar que os sorvetes e milk shakes costumam trazer. Sem contar que seus ingredientes saudáveis tornam a bebida bem nutritiva.
Então, não perca tempo e aprenda já como preparar o seu shake caseiro para emagrecer de banana:

Shake caseiro para emagrecer de banana
Equipment
-
Liquidificador
Ingredients
- 1 xícara leite de amêndoas
- 1 banana grande (de preferência congelada)
- ¼ xícara aveia
- 1 colher de chá extrato de baunilha
- 5-6 cubos gelo (opcional, se a banana já estiver congelada)
- 1 colher de chá canela
Instructions
-
Descascar e fatiar a banana.
-
Juntar a fruta com o restante dos ingredientes no liquidificador.
-
Bater na velocidade baixa até a banana e o gelo ficarem bem quebradinhos.
-
Bater na velocidade alta por mais um minuto. Servir-se imediatamente.
Notes
- Dá para acrescentar uma colher de sopa de mel, uma colher de sopa de linhaça moída, 1/2 scoop de proteína em pó sem sabor e 1 colher de sopa de manteiga de amendoim na receita.
- Entretanto, esses ingredientes adicionarão calorias ao shake.
Nutrition
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Receita de molho de salada vinagrete com poucas calorias!
Que tal um molho de salada vinagrete diferente para temperar ou acompanhar as suas refeições? A receita é francesa, mas não se engane: é bem fácil de fazer e fica pronta rapidinho.
E o melhor de tudo é que cabe na dieta. Afinal, trata-se de um molho de salada vinagrete com poucas calorias!
A receita leva pimenta-do-reino, alho, mostarda Dijon, vinagre de vinho branco e azeite de oliva extra virgem. Uma ótima combinação para deixar a salada e outros pratos saudáveis mais saborosos.
Embora alguns alimentos sejam nutritivos, algumas pessoas não dão conta de consumi-los devido ao sabor desagradável. Por outro lado, ao colocar um tempero como o molho de salada vinagrete com poucas calorias, o prato se torna bem mais apetitoso.
Portanto, aproveite para conhecer o passo a passo da receita logo abaixo:

Molho de salada vinagrete com poucos calorias
Equipment
-
Pote com tampa
Ingredients
- 1 colher de chá mostarda Dijon
- 2 gramas sal com teor reduzido de sódio
- 1 colher de chá pimenta do reino moída na hora
- 3 dentes alho
- 3 colheres de sopa vinagre de vinho branco
- 9 colheres de sopa azeite de oliva extra virgem
Instructions
-
Descascar e amassar o alho.
-
Juntar o alho, o vinagre, a mostarda, o sal e a pimenta do reino em um potinho.
-
Tampar e agitar o pote para ficar tudo muito bem misturado.
-
Adicionar o azeite. Tampar o pote e agitar novamente para misturar outra vez muito bem. Depois é só servir.
Nutrition
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Receita de suco de clorofila para emagrecer delicioso!
Enquanto a clorofila é essencial para as plantas, enquanto as plantas são benéficas para a saúde humana. Inclusive, elas podem nos ajudar a perder peso, sabia disso? Um exemplo é o suco de clorofila para emagrecer!
Ele é feito com ingredientes vegetais bem nutritivos como pepino, aipo, talo de brócolis, couve, limão e pera. Além disso, não leva nadinha de açúcar!
Ou seja, uma opção bem melhor para a boa forma que os maléficos refrigerantes ou outras bebidas cheias de açúcar, como sucos artificiais de fruta, milk shakes e cafés cremosos, por exemplo.
Entenda como um suco de clorofila pode ajudar a emagrecer. E, claro, aproveite para colocar em prática o passo a passo de como fazer o suco de clorofila para emagrecer:

Suco de clorofila para emagrecer
Equipment
-
Juicer
Ingredients
Instructions
-
Lavar muito bem todos os ingredientes.
-
Se necessário para caber no juicer, cortá-los pela metade. Colocar cada ingrediente no equipamento e bater.
-
Adicionar pedrinhas de gelo se quiser um suco bem geladinho.
-
Servir-se imediatamente, antes que o oxigênio comece a degradar os nutrientes da bebida.
Notes
- Se você não está habituado aos sucos verdes, não use a couve, pois ela possui um sabor muito forte.
- Dá para usar a maçã no lugar da pera, se assim preferir.
- Você pode descascar o limão antes de colocar par bater na juicer com os outros ingredientes. Ou pode não bater no aparelho e apenas espremer a fruta no suco já pronto.
Nutrition
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Erva-cidreira: 8 benefícios para a saúde e como fazer o chá
A Erva-cidreira, também conhecida como cidreira ou melissa, é muito utilizada no tratamento de problemas digestivos, e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação,…
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Como fazer o chá de cavalinha e para que serve
A Cavalinha é uma planta medicinal, também conhecida como Cavalinha-dos-campos, Cauda-de-cavalo ou Cola-de-cavalo, muito utilizada como remédio caseiro para parar hemorragias e menstruações…
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6 sinais que sua pressão pode estar alta e o que fazer
Um problema de saúde que exige a atenção de qualquer um certamente é a pressão alta. Afinal, uma pressão alta sem controle pode gerar complicações sérias como aterosclerose, ataque cardíaco, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral (AVC).
Além disso, as complicações da doença incluem aneurisma, enfraquecimento e estreitamento dos vasos sanguíneos dos rins, engrossamento, rompimento ou estreitamento dos vasos sanguíneos dos olhos, síndrome metabólica, dificuldades de memória e compreensão e demência.
Assim, não é à toa que as consultas médicas de rotina e as triagens nos serviços de emergência costumam envolver a medição da pressão arterial dos pacientes.
Até porque a pressão alta é uma doença silenciosa. Ou seja, que não costuma provocar sintomas antes de atingir um estágio severo ou perigoso.
Apesar disso, existem alguns sinais que podem indicar que a sua pressão arterial pode estar mais alta do que você imagina, como os que vamos conhecer na lista a seguir:
1. Dor de cabeça

A constrição dos vasos sanguíneos que se observa em um quadro de pressão alta e o próprio aumento da pressão dificultam o fluxo de sangue ao cérebro, o que gera dor de cabeça. Principalmente na região da nuca onde estão os vasos sanguíneos que sobem até o cérebro.
2. Zumbido no ouvido
Ter a pressão arterial elevada torna uma pessoa mais propensa a desenvolver o zumbido no ouvido.
Aliás, a hipertensão e outros fatores que aumentam a pressão arterial, como cafeína, estresse e álcool podem tornar o zumbido mais perceptível. Tanto que pessoas que sofrem com o aumento da pressão arterial relatam ter experimentado o problema.
3. Fraqueza
A pessoa que sofre com a pressão alta normalmente sente muito cansaço, pois, devido à condição, o seu coração precisa se esforçar muito para conseguir bombear o sangue para as extremidades.
4. Tontura

A tontura também é uma das queixas relatadas por aqueles que apresentam a pressão arterial elevada. Ao levantar da posição sentada ou deitada, quem tem pressão alta pode sentir-se tonto. Às vezes, pode até mesmo ter a sensação de que parece que vai desmaiar.
5. Visão embaçada
A pressão alta também pode afetar os vasos que irrigam os olhos, prejudicando o bom funcionamento e a boa acuidade visual (capacidade funcional de visão).
Aliás, uma das possíveis complicações da hipertensão pode resultar na perda da visão.
6. Sangramento no nariz
Para quem nunca teve sangramento no nariz, observar que o nariz passou a sangrar com muita facilidade, após qualquer mínimo esforço, pode ser um sinal grave e preocupante de pressão alta, que exige procurar o médico.
O que pode ajudar a evitar a pressão alta?
Esta é uma preocupação especialmente importante em tempos de pandemia do novo coronavírus. Não apenas porque quem tem pressão alta faz parte do grupo de risco da COVID-19, a doença provocada pelo vírus.
Mas também porque devido à tensão do momento e à necessidade de ficar muito tempo em casa, algumas pessoas ficam estressadas, comem mal e ficam mais sedentárias, o que pode aumentar a pressão.
No entanto, há uma boa notícia. Existem algumas estratégias que podem ajudar a evitar o desenvolvimento da pressão alta, como:
- Manter um peso adequado – o sobrepeso é um dos fatores de risco para o aumento da pressão;
- Comer o mais saudável possível, ou seja, evitar a ingestão de gorduras ruins como frituras, açúcar e alimentos ricos em sódio;
- Não fumar;
- Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
- Controlar o estresse e a ansiedade;
- Praticar atividades físicas orientadas por um educador físico.
Para quem já sabe que tem pressão alta, seguir as estratégias da lista acima certamente será muito útil. Entretanto, elas jamais podem substituir os medicamentos e o restante do tratamento indicados pelo médico para lidar com o quadro de hipertensão.
Antes de concluir que tem pressão alta, consulte o médico
Este artigo serve unicamente para informar e jamais pode substituir o diagnóstico de um médico. Portanto, se você percebeu que experimentou um ou mais dos sinais mencionados aqui, antes de concluir que realmente está com pressão alta, precisa consultar um médico.
Os sinais citados servem como um alerta de que a pressão pode ter aumentado, porém é só depois de ser examinado pelo médico que é possível saber se realmente desenvolveu um quadro de pressão alta e se terá que seguir algum tratamento específico.
Aproveite então para conferir um vídeo da nossa nutricionista alertando sobre os cuidados com a pressão:
Fontes e referências adicionais:
- Mayo Clinic – High blood pressure (hypertension)
- WebMD – Can high blood pressure cause tinnitus?
- Mayo Clinic – Tinnitus
Você tem problemas de pressão? Já notou algum desses sinais? Conte para nós nos comentários abaixo!
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6 benefícios promissores do ômega-3 para a beleza!
Você provavelmente já ouviu falar a respeito de como os ácidos graxos ômega-3 são necessários para a saúde. Afinal, eles são importantes componentes das membranas que cercam todas as células do organismo. Ao mesmo tempo, a falta de ômega-3 pode trazer problemas.
Entretanto, você sabia que pesquisadores estudam também os possíveis efeitos dos ômega-3 para a pele e os cabelos? Confira na lista a seguir os principais deles:
1. Proteção contra dano solar
Em um estudo pequeno, os participantes ingeriram 4 g de EPA, um tipo de ômega-3, por três meses. Então, notou-se que eles aumentaram em 136% a sua resistência a queimaduras solares.
Enquanto isso, os participantes que não usaram o EPA não tiveram mudanças significativas.
Um segundo estudo analisou a aplicação de óleo de sardinha rico em EPA e DHA, outro tipo de ômega-3, após a exposição aos raios ultravioleta B (UVB).
Então, observou-se que quem passou o óleo teve aproximadamente 25% menos vermelhidão na pele, em comparação aos participantes que não passaram. Entretanto, outros tipos de ômega-3 não tiveram o mesmo efeito.
Além disso, há poucas pesquisas sobre o ômega-3 contra danos solares. É preciso esperar os resultados de mais estudos antes de podermos tirar conclusões.
2. Auxílio contra a acne

Os ômega-3 já apresentaram um efeito de redução da inflamação. Enquanto isso, novas evidências indicam que a inflamação pode ser uma causa principal da acne, o que pode sugerir que os ômega-3 podem ajudar indiretamente a luta contra a acne.
Um número pequeno de estudos apontou uma queda nas lesões de acne após a suplementação com ômega-3, sozinho ou junto de outros nutrientes.
Aparentemente, os suplementos de ômega-3 também podem ajudar a reduzir os efeitos colaterais de um remédio que se usa para tratar a acne severa ou resistente, a isotretinoína.
Entretanto, poucos estudos observaram os efeitos dos ômega-3 sozinhos. Os efeitos parecem variar por pessoa. Portanto, mais pesquisas são necessárias.
3. Hidratação, dermatite atópica e psoríase
Aparentemente, os ômega-3 melhoram a função da barreira da pele. Em um estudo pequeno, mulheres tomaram aproximadamente 2,5 ml de óleo de linhaça rico em ômega-3. Então, notou-se que após 12 semanas a hidratação da pele das participantes aumentou em 39%.
Além disso, a pele das mulheres estava menos áspera e sensível do que a de quem não usou o óleo de linhaça durante o experimento.
Associou-se ainda a alta ingestão de ômega-3 a um menor risco de dermatite atópica em crianças pequenas e à melhoria dos sintomas da psoríase em adultos.
Porém, outros estudos não repetiram os mesmos resultados. Assim, são necessárias mais pesquisas antes de tirar conclusões.
4. Cicatrização

Testes em animais sugeriram que a aplicação tópica ou pela via intravenosa de ômega-3 pode acelerar a cicatrização de feridas. Entretanto, temos que aguardar pesquisas do tipo em humanos para tirar conclusões.
5. Menor risco de ter câncer de pele
Pesquisas apontaram que dietas ricas em ômega-3 podem prevenir o crescimento de tumor em animais. Porém, mais uma vez, é necessário esperar pelos estudos em seres humanos antes de confirmar tal efeito.
6. Crescimento capilar
Por fim, chegamos aos cabelos. Pesquisas feitas em laboratório e com animais sugeriram que os ômega-3 podem auxiliar o crescimento dos fios. Mas devemos aguardar os estudos em humanos para entender melhor como pode ser o efeito do nutriente nos cabelos.
Fontes e referências adicionais:
- Office of Dietary Supplements – Omega-3 Fatty Acids
- Pub Med – Effect of eicosapentaenoic acid, an omega-3 polyunsaturated fatty acid, on UVR-related cancer risk in humans. An assessment of early genotoxic markers
- Pub Med – In vitro percutaneous absorption studies and in vivo evaluation of anti-inflammatory activity of essential fatty acids (EFA) from fish oil extracts
- Pub Med – Supplementation of flaxseed oil diminishes skin sensitivity and improves skin barrier function and condition
- National Center for Biotechnology Information – Cosmetic and Therapeutic Applications of Fish Oil’s Fatty Acids on the Skin
- Pub Med – A protective effect of the Mediterranean diet for cutaneous melanoma
- Pub Med – Tumor targeting by conjugation of DHA to paclitaxel
Você já faz uso de suplementos de ômega-3? Acha que eles são positivos para a sua saúde? Então, compartilhe a sua experiência nos comentários!
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Posso treinar em jejum ao fazer o jejum intermitente?
Confira se é possível, entenda se faz bem ou se faz mal treinar em jejum ao fazer o jejum intermitente e escolha o melhor para sua rotina.
Em busca dos benefícios prometidos do jejum intermitente, entre eles a perda de peso, muitos tomam a decisão de aderir a esse tipo de dieta. O método envolve comer dentro de um período determinado de horas e privar-se de alimentos no restante do dia.
Mas, para quem pratica exercícios, além de seguir o programa alimentar, pode ser um desafio definir qual é o melhor momento do dia para treinar.
Será que pode treinar durante o jejum? E será que pode treinar em jejum e permanecer em jejum depois do treino? Ou seria melhor se exercitar durante a janela aberta para alimentação do jejum intermitente?
Analisar as variáveis antes da decisão
Para saber qual o melhor momento do dia e consequentemente do jejum intermitente para encaixar a atividade física, é necessário analisar vários fatores.
Por exemplo, tipo de exercício, a intensidade do exercício em questão, a duração do exercício e o tempo de recuperação após o exercício.
A última variável envolve o tempo de recuperação entre uma sessão e outra. Mas também inclui como é a alimentação durante o período de recuperação. Vários estudos já apontaram que esse período de recuperação é muito importante para a construção muscular.
Os prós e contras do treino em jejum

Sabe-se que quando o treino é feito em jejum, há uma maior sensibilidade à insulina e uma mudança na secreção hormonal.
Por exemplo, quando uma pessoa já está em um jejum mais amplo de mais de 16 horas ou de 18 horas, o seu corpo obtém um aumento no hormônio do crescimento. Isso auxilia a construção muscular.
Além disso, a partir de 12 horas de jejum já se queimou praticamente todas as reservas de glicogênio (fonte de energia).
Assim, quando o organismo for procurar por uma fonte de energia para gastar durante a prática de exercícios, ele recorrerá à gordura. O que facilita a queima de gordura.
Isso pode ser interessante para algumas pessoas. Entretanto, quem sofre com síndrome metabólica, qualquer tipo de diabetes ou outra doença precisa consultar o médico e o nutricionista antes de treinar em jejum.
Essa consulta aos profissionais de saúde é fundamental, pois em algumas doenças o treino em jejum pode ser perigoso e diminuir demais a glicemia (níveis de açúcar no sangue) ou a pressão.
Resultado: a pessoa pode passar mal enquanto estiver executando o treino.
A vantagem não é tão expressiva
Mas, mesmo para quem não sofre com algum problema de saúde e pode para treinar em jejum, a prática pode não ser tão vantajosa.
Pesquisas mostram que a proporção de gordura que se queima no treino em jejum não é tão maior do que a que se queimaria se tivesse comido. Isso desde que tivesse feito uma boa refeição pré-treino.
Estudos também apontam que ao treinar sem se alimentar há uma menor taxa de glicose no corpo. Consequentemente, a taxa de energia é mais baixa.
Para muitas pessoas, isso pode se traduzir em mais cansaço e dificuldades na progressão da performance no treinamento. Ou seja, em dificuldades para ir um pouco mais além do que conseguiu no treino anterior.
Os prejuízos de ficar muito tempo sem comer
Treinar em jejum e manter-se em jejum durante muitas horas subsequentes não é interessante. Isso porque o momento logo depois do treino é o período de ouro para absorver carboidratos, glicose e aminoácidos (que constituem as proteínas).
É necessário que haja picos de glicose e insulina (papel dos carboidratos simples da refeição pós-treino) para transportar as proteínas e aminoácidos (que pegamos dsa proteínas completas e de alto valor biológico) até o interior do tecido muscular e viabilizar a construção dos músculos.
Portanto, sem a refeição pós-treino, prejudica-se o processo de crescimento muscular. Para quem nunca treinou e jamais fez o jejum intermitente, aderir aos dois de uma vez só pode ser radical e trazer sérios problemas de adaptação.
Por isso, o melhor pode ser iniciar uma atividade física antes e esperar um tempo antes de aderir ao jejum intermitente. Ou começar o jejum intermitente e passar a praticar exercícios físicos quando já estiver com uma boa adaptação ao jejum.
Para saber o que é ideal e seguro para o seu caso em particular, converse com o nutricionista e o educador físico.
Dicas de segurança
Entretanto, se ainda assim você resolver treinar em jejum, fique atento às dicas para ajudar que o seu treino em jejum tenha segurança. A primeira é ter o acompanhamento de um educador físico em toda sessão de treinamento.
As outras você acompanha na lista a seguir:
1. Manter-se hidratado
O jejum intermitente não proíbe a ingestão de água. Pelo contrário, deve-se beber muita água ao longo de todo o dia. Principalmente durante a prática de exercícios físicos, em que o corpo perde muita água.
2. Repor os estoques de eletrólitos (sódio e potássio)
Eles são muito importantes, principalmente ao longo do treino em que o corpo os perde. Mas dá para recuperá-los por meio da ingestão de água de coco ou bebidas isotônicas.
Se essas bebidas estiverem proibidas na janela fechada do seu jejum, consulte o nutricionista para saber como repor os eletrólitos no seu treino em jejum. Só não deixe de reabastecer esses estoques.
3. Fazer exercício de menor duração e menor intensidade
Principalmente se você nunca fez jejum intermitente ou jamais treinou em jejum. A recomendação é começar aos poucos, com um treino mais leve, conforme a orientação do educador físico.
4. Preste atenção aos sinais que o corpo dá
Ao se sentir mal, com sintomas como tontura, cansaço, suor frio, tremedeira, entre outros, a ordem é interromper o treino imediatamente. Então, tomar alguma bebida com açúcar e sódio.
Pois pode ter ocorrido uma baixa de pressão ou queda dos níveis de açúcar no sangue. Isso vale mesmo para os exercícios leves como a caminhada, está certo?
Outras possibilidades
Além do treino em jejum, existem outras três possibilidades:
- Treinar em jejum e se alimentar logo após o treino – a abertura da janela coincide com o horário do término do treino;
- Treinar dentro do período da janela aberta – assim poderá fazer normalmente a refeição pré-treino e a refeição pós-treino;
- Comer antes de treinar e entrar em jejum logo após o treino – o fechamento da janela coincide com o horário de finalização do treino.
Entre as quatro opções, a melhor é treinar dentro do período da janela aberta (opção 2). Nela, pode-se fazer tanto a refeição pré-treino quanto a refeição pós-treino.
Ela limita os problemas relacionados à nutrição para o crescimento muscular, à baixa no desempenho durante os exercícios e aos riscos de passar mal no treino, associados aos exercícios em jejum.
Entretanto, outra opção para quem não cansa tanto, não faz um treino tão intenso e acha que rende mais ao treinar em jejum é a primeira. Nela, a pessoa treina de estômago vazio, mas faz a refeição pós-treino.
Já a terceira opção, em que há a refeição pré-treino, mas não há a refeição pós-treino, traz prejuízos para a construção muscular, pois não fornece carboidratos simples e proteínas após o treinamento, do mesmo modo que ocorre com o treino em jejum.
Aproveite para conferir um vídeo da nossa nutricionista mostrando quando treinar no jejum intermitente:
Fontes e referências adicionais:
- Harvard Health Publishing – Not so fast: Pros and cons of the newest diet trend
Você já treinou em jejum? Teve algum tipo de problema por conta disso? Compartilhe sua experiência conosco nos comentários!
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Benefícios do chá de alecrim para a saúde e como fazer
O chá de alecrim é conhecido pelo seu sabor, aroma e pelos seus benefícios para a saúde como melhora da digestão, alívio da dor de cabeça e combate ao cansaço frequente, além de também…
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