Fel-da-terra Emagrece? Para Que Serve?

Fel-da-terra

Veja a seguir se a planta medicinal chamada fel-da-terra emagrece, para que serve o seu consumo e cuidados, efeitos colaterais e contraindicações da planta.

Fel-da-terra (Centaurium erythraea) é uma planta medicinal também conhecida pelos nomes de centáurea-menor e fel-da-terra-grande, que pode ser utilizada na produção de chás, licores de ervas e vinhos.

Dona de um sabor amargo e de flores cor-de-rosa, ela é classificada como uma planta anual e cresce especialmente na Europa, na Ásia e na África do Norte.

Aproveite e conheça os melhores chás digestivos e algumas opções de chá para gases, que são dois dos usos mais populares do chá de fel-da-terra.

Será que o fel-da-terra emagrece?

Quando queremos saber se o fel-da-terra emagrece, é importante registrar que um dos seus efeito vai justamente no sentido contrário da diminuição do peso: o aumento do apetite.

Isso porque acredita-se que a planta contenha substâncias químicas que podem melhorar o apetite. No mesmo sentido, outra crença é que a produção de secreções gástricas aumentada pela erva resulta em um estímulo do apetite.

Como se não bastasse, especialistas afirmam que o fel-da-terra estimula o apetite principalmente quando é combinado com outras ervas como a genciana e a artemísia – veja os benefícios da artemísia.

Portanto, as evidências a respeito da efetividade do uso da planta para a perda de apetite são classificadas como insuficientes. Além disso, existem poucas pesquisas disponíveis para dar suporte a esse uso do fel-da-terra.

De qualquer forma, quando o objetivo é perder peso, bem mais seguro e certeiro do que aderir a plantas medicinais que já foram apontadas como capazes de promover a elevação do apetite – mesmo que isso não seja 100% confirmado – é investir em uma alimentação saudável, equilibrada, nutritiva e controlada.

Praticar atividades físicas com regularidade para emagrecer também pode contribuir neste sentido, tendo em vista que os treinamentos promovem a maximização da queima de calorias por parte do corpo.

No entanto, para assegurar que o processo seja eficiente e seguro, é fundamental contar com o acompanhamento de um nutricionista e de um educador físico.

Para que serve o fel-da-terra?

Agora que já analisamos se é verdade que o fel-da-terra emagrece, chegou a hora de conhecermos algumas serventias e utilidades que já foram associadas à planta. Confira na lista a seguir:

1. Desconforto estomacal

É um dos usos atribuídos ao fel-da-terra. Entretanto, as evidências a respeito da eficiência do uso da planta para essa finalidade são consideradas insuficientes.

Ou seja, se você sobre com desconfortos na região do estômago, o melhor mesmo é pedir a ajuda do médico para lidar com o problema, até para verificar se isso não pode ser sintoma de alguma doença mais séria, que exige um tratamento mais profundo e completo.

2. Digestão

Uma das reputações da planta refere-se ao tratamento da dispepsia, condição que também é conhecida como indigestão.

Acredita-se que o fel-da-terra aumenta a produção de secreções gástricas, o que resulta na melhoria da digestão. O problema é que existem poucas pesquisas disponíveis que possam oferecer suporte a esses usos tradicionais da planta.

Portanto, para quem sofre com problemas de digestão, o mais indicado também é solicitar a ajuda média para tratar a condição, principalmente se ela for de longa prazo para se certificar de que isso não é sinal de uma doença mais grave que requer um tratamento mais amplo.

3. Outros problemas no trato gastrointestinal

Outro dos usos tradicionais do fel-da-terra é para o tratamento de outros problemas que podem afetar o trato gastrointestinal como o inchaço e a flatulência, também conhecida como gases.

Entretanto, são poucas as pesquisas disponíveis que apoiam essas ditas utilizações tradicionais da planta. Com isso, mais uma vez somos obrigados a ressaltar que o melhor mesmo para lidar com esses sintomas é recorrer a ajuda do médico.

Até porque o inchaço e flatulência podem ter diferentes origens e estar associados a diferentes problemas de saúde, o que certamente exigirá um tratamento individualizado, conforme o quadro de cada pessoa.

Efeitos colaterais, contraindicações e cuidados com o fel-da-terra

A planta deve ser usada somente com a orientação do médico ou do fitoterapeuta porque a sua utilização prolongada pode provocar irritação na mucosa do estômago.

Ela é contraindicada para as mulheres grávidas, as mulheres que amamentam e para as pessoas que sofrem com gastrite, úlcera ou acidose metabólica.

Antes de começar a usar o fel-da-terra para qualquer finalidade, além de consultar o médico para saber se ele é mesmo indicado para você e que não pode fazer mal, informe o profissional a respeito de qualquer medicamento, suplemento ou planta que você já utilize.

Isso é necessário para saber se não faz mal usar o fel-da-terra ao mesmo tempo em que a substância em questão.

Até porque é sempre bom enfatizar que mesmo os produtos naturais como as plantas pode fazer mal e interagir com outras substâncias, especialmente quando utilizadas de maneira inapropriada ou excessiva.

Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar que o fel-da-terra emagrece? Conhece e já experimentou o chá dessa planta? Comente abaixo!

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Amigdalite: o que é, quando é viral ou bacteriana e como é o tratamento

A amigdalite corresponde à inflamação das amígdalas, que são os gânglios linfáticos presentes no fundo da garganta e que têm como função defender o organismo contra infecções…
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Diabético Pode Comer Tomate?

Tomates

Confira se o diabético pode comer tomate ou se este é um dos alimentos que deve ser evitado na dieta de quem possui a condição.

O tomate é um daqueles ingredientes coringas que podem aparecer em uma série de receitas: molhos, sanduíches, tortas, pizzas, saladas, sopas, cremes e sucos, além de acompanhar carnes e massas, por exemplo.

Veja algumas receitas de molho de tomate low carb, por exemplo, e também receitas de salada de tomate light que você pode aproveitar.

Além de ser saboroso e versátil, o tomate também é saudável, já que oferece nutrientes importantes para o nosso organismo como: fibras, potássio, vitamina B9, vitamina C e vitamina K. Veja em detalhes todos os benefícios do tomate.

Os tomates são a principal fonte alimentar do antioxidante licopeno, que já foi associado a muitos benefícios para a saúde, incluindo um risco reduzido de ter doença no coração e câncer.

Mas será que o tomate é liberado na dieta para qualquer pessoa ou quem sofre com alguma doença pode precisar restringir o consumo do alimento? Por exemplo, será que o diabético pode comer tomate?

A diabetes

Algo que vai ser muito útil para entendermos se o diabético pode comer tomate é conhecer a diabetes um pouco melhor. Então, vamos lá:

A condição é caracterizada por níveis muito elevados de glicose (açúcar) no sangue. Essa substância é a maior fonte de energia para o nosso organismo e é oriunda dos alimentos que consumimos nas refeições.

Uma pessoa desenvolve a diabetes quando o seu corpo não dá conta de produzir uma quantidade suficiente ou qualquer quantia de insulina ou não consegue utilizar o hormônio adequadamente.

Isso faz com que a glicose permaneça no sangue e não atinja as células do organismo, já que a insulina é justamente responsável por auxiliar a glicose obtida através da dieta a chegar até as nossas células e ser utilizada como energia.

Ao descobrir que sofre com a condição, é fundamental que o paciente não perca tempo e obedeça a todas as orientações que forem passadas pelo médico para o seu tratamento.

Até porque, com o passar do tempo, ter níveis elevados de glicose no sangue pode gerar uma série de complicações como doença no coração, acidente vascular cerebral (AVC), doença nos rins, problemas nos olhos, doenças dentárias, danos nos nervos e problemas nos pés. As informações são do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais (NIDDK, sigla em inglês) dos Estados Unidos.

E então, será que o diabético pode comer tomate?

A Associação Americana do Coração classificou o tomate dentro do grupo dos superalimentos para a diabetes, destacando o fato do alimento fornecer nutrientes essenciais para o organismo.

Um estudo – feito por um pesquisador do Irã e demais colegas – indicou que o consumo de 200 g de tomate cru (que correspondem a 1 ½ unidades de tomate médio) reduziu a pressão arterial em pessoas com diabetes do tipo 2.

De acordo com a publicação, os cientistas concluíram que a ingestão do tomate pode ajudar a diminuir os riscos de ter problemas cardiovasculares que estão associados com a diabetes do tipo 2.

Como bem lembrou a Mayo Clinic, organização da área de serviços médicos e pesquisas médico-hospitalares dos Estados Unidos, uma pressão alta descontrolada pode gerar complicações como ataque no coração, AVC e insuficiência cardíaca.

Obviamente, não estamos dizendo aqui que o tomate seja a solução milagrosa para impedir que os diabéticos sofram com esses problemas graves. Isso tudo apenas indica que a inserção do alimento dentro de uma dieta saudável pode contribuir com a prevenção dessas condições.

Ou seja, o diabético pode comer tomate sem maiores problemas em suas refeições, mas é preciso seguir todas as outras recomendações que o médico passar para evitar o desenvolvimento das complicações da diabetes.

A contagem de carboidratos na dieta do diabético

Os tomates e os produtos do tomate podem ser incorporados em um plano de refeição para diabetes. No entanto, se você está seguindo uma dieta de restrição ou controle de carboidratos, você pode precisar contar os carboidratos dos tomates.

O teor de carboidratos de um alimento está estreitamente associado ao impacto que ele causará nos níveis de açúcar no sangue. Até porque, conforme explicou a Associação Diabética Britânica (Diabetes UK), os carboidratos são decompostos na forma de glicose no organismo.

De acordo com a Associação Americana de Diabetes, a contagem de carboidratos é uma das diversas alternativas de dieta que podem ser utilizadas para controlar os níveis de glicose no sangue dos diabéticos, usada com mais frequência por pessoas que tomam insulina duas vezes ou mais a cada dia.

O método envolve contar a quantidade em gramas de carboidratos de cada refeição, combinando com a dose de insulina, explicou a organização. Segundo a instituição, com o equilíbrio correto da prática de atividades físicas e do uso de insulina, a contagem de carboidratos pode auxiliar a controlar as taxas de glicose no sangue.

Porém, a quantidade de carboidratos que cada diabético pode consumir em cada refeição deve ser definida em conjunto com o médico responsável pelo tratamento. Ou seja, o limite é individualizado e determinado pelo profissional de saúde conforme as necessidades de cada paciente.

Ao saber o limite de carboidratos que pode ingerir por refeição, o diabético poderá (e deverá) usar essa informação como base para calcular a porção de tomate que pode comer por vez, levando em conta o teor de carboidratos do restante da refeição na hora de fazer esse cálculo. Isso sempre sob a orientação do médico e do nutricionista, logicamente.

Mas por que tanta preocupação com isso se o tomate não tem tantos carboidratos assim? Isso é até verdade: um tomate médio possui 4,82 g de carboidratos.

Entretanto, precisamos lembrar que ao ser incorporado em diferentes receitas ou utilizados em produtos industrializados, o alimento pode ganhar mais carboidratos.

“Muitos vegetais – incluindo os tomates – são pobres o suficiente em carboidratos de modo que podem sem aproveitados sem muitas preocupações em relação às porções. Entretanto, certos produtos do tomate podem ter um efeito mais acentuado no açúcar sanguíneo”, advertiu a nutricionista e mestra em nutrição Aglaee Jacob.

A especialista alertou que na forma de molhos, sucos ou produtos processados (como ketchup), os tomates vão ter mais carboidratos do que a versão crua e integral do alimento, exigindo assim maior cuidado para inseri-los dentro de uma dieta com foco no tratamento da diabetes.

Ou seja, há uma grande diferença para os níveis sanguíneos de glicose entre consumir o tomate por meio de uma salada acompanhada de uma proteína magra e comer a fruta na forma de um molho cremoso, ao lado de uma massa rica em carboidratos.

“Pense sobre o que você está comendo com esses tomates. Se você está cobrindo uma tigela grande de macarrão com molho, a probabilidade é que os tomates não estejam afetando o seu açúcar (no sangue), mas que o culpado seja o macarrão”, esclareceu explicou a nutricionista e educadora em diabetes Barbie Cervoni.

Portanto, se você gosta de receitas com tomate e sofre com a diabetes, o ideal é que converse com o seu médico e nutricionista para saber quais pratos com o ingrediente são mais adequados para as suas refeições e em que quantidade e frequência eles podem aparecer na sua dieta.

Referências Adicionais:

Você já imaginava que o diabético pode comer tomate em suas refeições? Costuma consumir tomate com frequência? Comente abaixo!

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Xanax Emagrece? Faz Mal? Para Que Serve e Efeitos Colaterais

Xanax

Confira se é verdade que o medicamento Xanax emagrece, se ele faz mal em alguma circunstância, seus efeitos colaterais e para que serve.

Xanax é um dos nomes comerciais de Alprazolam, um daqueles medicamentos que podem ser vendidos ou comprados apenas quando há a apresentação da prescrição médica, já que o abuso desse remédio pode provocar dependência.

Suas indicações referem-se ao tratamento de transtornos como os sintomas de ansiedade, o que pode incluir os transtornos da ansiedade associados a outras condições como a abstinência do álcool e no tratamento do transtorno do pânico com ou sem agorafobia (medo de estar em espaços abertos ou no meio da multidão), que tem como sua principal característica a crise de ansiedade inesperada com um ataque repentino de apreensão intensa, terror ou medo.

Xanax emagrece?

Agora que já sabemos para que serve o medicamento, podemos analisar: será que essa história que Xanax emagrece tem algum tipo de fundamento? Bem, para descobrirmos isso, resolvemos consultar a bula de Alprazolam da EMS, disponibilizada pela Anvisa.

O documento informa que dois efeitos colaterais comuns do medicamento, ou seja, que ocorrem entre 1% a 10% dos pacientes que o utilizam, são a diminuição do apetite e a redução do peso.

Entretanto, a bula também relata que outra reação adversa do remédio, que é classificada como comum, é que ele causa ganho de peso. Ou seja, embora seja possível afirmar que Xanax emagrece algumas pessoas em alguns casos, também podemos dizer que em algumas situações Alprazolam provoca o aumento de peso.

Caso você experimente qualquer um dos dois efeitos enquanto estiver usando o medicamento, especialmente se isso ocorrer de maneira expressiva, procure o médico para saber se foi realmente o remédio que o causou e entender o que deve fazer em relação a isso.

Vale lembrar que tanto o aumento quanto a perda rápida e significativa de peso podem representar problemas para a saúde.

E nada de tomar o medicamento sem que o médico tenha indicado apenas para ver se o Xanax emagrece. Além de não ter certeza que isso vai dar certo – afinal, ele também pode engordar -, é perigoso usar o medicamento sem precisar, já que ele pode causar dependência e trazer diversos efeitos colaterais, além de ter contraindicações e exigir diversos cuidados durante o uso.

Não custa nada lembrar que a automedicação é uma atitude extremamente perigosa que coloca uma pessoa em risco de usar um remédio que não pode sem nem saber ou de ingerir quantidades elevadas de um medicamento, que podem prejudicar gravemente o organismo.

Xanax faz mal?

O remédio faz mal especialmente para os grupos de pessoas aos quais ele é contraindicado. São eles:

  • Pessoas com menos de 18 anos de idade;
  • Pacientes que já tenham apresentado reação alérgica ao alprazolam, a outros benzodiazepínicos ou a qualquer componente da fórmula do produto;
  • Indivíduos que sofrem com a miastenia gravis (uma doença de nervos e músculos que resulta em fraqueza muscular);
  • Pessoas que têm glaucoma de ângulo estreito agudo (aumento da pressão dentro dos olhos);
  • Gestantes – a não ser que haja uma determinação por parte do médico;
  • Mulheres que amamentam.

As informações são da bula de Alprazolam da EMS, disponibilizada pela Anvisa.

Os efeitos colaterais de Xanax

Quando analisamos se Xanax faz mal, é fundamental conhecer quais efeitos colaterais o medicamento pode provocar aos seus usuários, não é mesmo? Por isso, a seguir você confere uma lista com as reações que podem ser causadas pelo medicamento:

Reações muito comuns – ocorrem em 10% ou mais dos pacientes:

  • Depressão;
  • Sedação;
  • Sonolência;
  • Ataxia (dificuldade na coordenação motora);
  • Comprometimento da memória;
  • Disartria (fala empastada, dificuldade na articulação ou pronúncia das palavras);
  • Tontura;
  • Cefaleia (dor de cabeça);
  • Constipação (prisão de ventre);
  • Boca seca;
  • Fadiga (cansaço);
  • Irritabilidade.

Reações comuns – ocorrem entre 1% a 10% dos pacientes:

  • Confusão;
  • Desorientação (confusão mental);
  • Diminuição da libido (desejo sexual);
  • Ansiedade;
  • Insônia (dificuldade para dormir);
  • Nervosismo;
  • Aumento da libido (desejo sexual);
  • Perturbação do equilíbrio;
  • Coordenação anormal;
  • Distúrbios de atenção;
  • Hipersonia (aumento do sono);
  • Letargia (diminuição das funções vitais);
  • Tremor;
  • Visão turva;
  • Náusea;
  • Dermatite (inflamação da pele);
  • Disfunção sexual.

Reações incomuns – ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes:

  • Mania (estado de euforia), especialmente em pessoas com depressão;
  • Alucinações;
  • Raiva;
  • Agitação;
  • Dependência a substâncias;
  • Amnésia;
  • Fraqueza muscular;
  • Incontinência urinária (dificuldade de controlar a urina);
  • Irregularidades menstruais;
  • Síndrome de abstinência a substâncias.

Reações com frequência desconhecida:

  • Hiperprolactinemia (aumento da prolactina no sangue);
  • Hipomania (alteração de humor semelhante à mania, porém, com menor intensidade), especialmente em pessoas com depressão;
  • Agressividade;
  • Hostilidade;
  • Pensamento anormal;
  • Hiperatividade psicomotora;
  • Abuso de substâncias;
  • Desequilíbrio autonômico do sistema nervoso (manifestações do sistema nervoso autônomo como aumento da frequência cardíaca, hipotensão ao ficar em pé, dilatação da pupila, entre outros);
  • Distonia (contração involuntária da musculatura, lenta e repetitiva);
  • Alterações gastrintestinais;
  • Hepatite (inflamação do fígado);
  • Função hepática anormal (problemas no fígado);
  • Icterícia (pele e mucosas amareladas);
  • Angioedema (inchaço das mucosas que pode acometer as vias aéreas);
  • Edema periférico (inchaço dos membros);
  • Aumento da pressão intraocular (aumento da pressão dentro do olho).

É importante saber ainda que houve relatos a respeito do aparecimento de sintomas como irritabilidade, hostilidade e pensamentos invasivos durante a interrupção da administração de Alprazolam em pacientes com distúrbio de estresse pós-traumático.

Ao experimentar qualquer um dos efeitos colaterais mencionados acima ou algum outro tipo de problema durante o tratamento com Xanax, é fundamental que você procure imediatamente o auxílio do médico, mesmo que julgue não se tratar de um sintoma tão grave.

Isso é essencial para verificar a real seriedade da reação, receber o tratamento necessário e saber como deve proceder em relação ao tratamento com o remédio.

A superdosagem de Xanax

A bula de Alprazolam da EMS, disponibilizada pela Anvisa, alerta que a ingestão de quantidades maiores do que a indicada do medicamento podem provocar problemas como sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma e depressão respiratória (redução da função do sistema respiratório que pode reduzir a quantidade de oxigênio no sangue e em todo corpo).

De acordo como documento, as sequelas são graves, exceto quando o uso de Alprazolam ocorreu junto de outros remédios ou de bebidas alcoólicas. A bula alerta ainda que existem relato de mortes associados à superdosagem do remédio quando ele foi usado com outros depressores do sistema nervoso central como opioides, benzodiazepínicos e álcool.

Se desconfiar que ingeriu uma quantidade de Xanax maior do que a recomendada pelo seu médico, não espere os sintomas aparecerem: avise imediatamente o profissional para saber direitinho o que deve fazer.

Obviamente, se um dos sintomas da superdosagem surgir, essa procura ao médico deve ser feita com ainda mais urgência.

Outros cuidados com Xanax

Os pacientes que sofrem com problemas nos rins ou no fígado precisam ter um acompanhamento médico cuidadoso e adequado durante o tratamento com Xanax.

O medicamento não pode ser administrado como substituto do tratamento apropriado da psicose e a necessidade do seu uso tem que ser avaliada periodicamente pelo médico.

A dosagem do remédio não pode ser aumentada sem consultar o médico, mesmo que se ache que ele não está mais fazendo efeito, já que a orientação é que a dosagem de Alprazolam seja limitada à menor eficaz.

Deve-se ainda ter cuidado com a administração de doses mais altas de Xanax em pessoas com transtornos do pânico, em relação aos planos ou pensamentos de suicídio. Com isso, o uso do medicamento requer precauções especiais em usuários com tendência suicida ou que estejam gravemente deprimidos.

Ao mesmo tempo, a diminuição da dose de Alprazolam tem que ocorrer sob supervisão rigorosa e de maneira gradual, já que a interrupção repentina do tratamento com o medicamento pode trazer sintomas como leve disforia (alterações de ânimo e irritabilidade, insônia (dificuldade para dormir), cãibras musculares, cólicas abdominais, vômitos, sudorese (suor excessivo), tremores e convulsões (ataques epilépticos).

Além da dependência, a utilização do remédio pode provocar a chamada habituação – condição relacionada ao consumo repetido de um medicamento, observando-se o desejo de continuar seu uso, mas com pouca ou nenhuma tendência a aumentar a dose.

O risco de ficar dependente do medicamento é mais elevado quando as doses são maiores e com a utilização por tempo prolongado, sendo ainda mais alta quanto o paciente tem histórico de alcoolismo ou abuso de substâncias.

Ao longo do tratamento com Alprazolam, o paciente não pode ingerir bebidas alcoólicas, dirigir veículos ou operar máquinas.

Outro cuidado crucial é o de consultar o médico antes de começar o tratamento com o remédio para saber se não pode ser perigoso usar Xanax ao mesmo tempo em que outro medicamento, suplemento ou planta que esteja sendo utilizado, até porque Alprazolam pode interagir com uma variedade de outros medicamentos.

Atenção: este artigo serve somente para informar e jamais pode substituir a leitura completa da bula e a consulta ao médico antes de começar o tratamento com Xanax. Aliás, somente o médico é quem deve determinar ao paciente como tomar (em que dosagem e frequência) o medicamento e durante quanto tempo o tratamento deve durar.

Referências Adicionais:

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5 Benefícios da Fruta Cherimoia – Para Que Serve e Propriedades

Cherimoia

A cherimoia (Annona cherimola Mill) é uma fruta originária da Cordilheira dos Andes, que passou pelas mãos dos colonizadores europeus, chegou até as cortes do continente e veio parar no Brasil no começo século XX. Veja os benefícios da cherimoia, para que serve e propriedades dessa fruta.

Ela costuma ser encontrada nos municípios localizados na Serra da Mantiqueira, especialmente em Minas Gerais e São Paulo, além de poder ser vista em países como Colômbia, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Espanha, Portugal, África do Sul e Estados Unidos.

Também conhecida pelos nomes de cherimólia, nona ou anona, a fruta faz parte da mesma família da graviola, da pinha e da atemóia. Aproveite e conheça também os benefícios da graviola.

A árvore que dá origem à cherimoia é de pequeno porte, no entanto, pode chegar a atingir 10 m de altura, caso cresça livremente.

A casca da fruta é verde, enquanto sua polpa tem uma coloração branca e um sabor adocicado e as suas sementes são pretas.

Seu consumo pode ser feito in natura ou em receitas de sorvetes, iogurtes, smoothies, batidas, cremes, doces e refrescos.

Para que serve – 5 benefícios da cherimoia

Agora que já estamos mais familiarizados com essa fruta de nome peculiar, vamos conhecer algumas vantagens e utilidade que foram atribuídas a ela?

1. As propriedades da cherimoia

Acredita-se que a fruta forneça uma série de nutrientes importantes para o organismo humano funcionar como fibras, potássio, fósforo, cálcio, ferro, vitamina B1, vitamina B2, vitamina B3 e vitamina C (ainda que esta última seja em pouca quantidade).

2. Fonte de fibras

De acordo com informações, uma porção de 100 g de polpa da fruta cherimoia é composta por 1g a 2g de fibras.

Consumir alimentos que servem como fonte de fibras vegetais na dieta é importante porque o nutriente é conhecido por contribuir com o processo de digestão, auxilia na prevenção contra a prisão de ventre e faz com que o corpo fique saciado mais rapidamente, o que pode colaborar com uma dieta focada na diminuição do peso corporal.

Entretanto, para quem não está acostumado a ingerir fibras nas refeições, é aconselhável aumentar o consumo do nutriente aos poucos, já que a elevação da ingestão do nutriente de maneira muito veloz pode provocar problemas como gases, inchaço e cólicas.

3. Fonte de potássio

O fato do potássio ter sido apontado como um dos nutrientes encontrados na composição da cherimoia merece destaque na nossa lista porque o mineral é necessário para a construção de proteínas, o controle do equilíbrio ácido-base do corpo, a decomposição e o uso de carboidratos, a formação de músculos, a manutenção de um crescimento corporal normal e o controle da atividade elétrica do coração.

Como se não bastasse, o nutriente auxilia os nervos a funcionarem, contribui com a contração muscular e colabora com a movimentação de nutrientes para dentro das células e com o envio de resíduos para fora das células.

4. Fonte de fósforo

Outro nutriente que pode estar presente na fruta cherimoia e é digno de receber a nossa atenção é o fósforo, que é o segundo mineral mais abundante no corpo e está presente em todas as células do organismo.

Encontrando principalmente nos ossos e nos dentes, o nutriente atua na formação dessas estruturas e exerce um importante papel na utilização de carboidratos e gorduras por parte do corpo, completou o portal dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.

O mineral também é necessário na produção de proteínas para o crescimento, a manutenção e o reparo de células e tecidos, além de auxiliar o corpo a fazer a molécula adenosina trifosfato (ATP), que é utilizada pelo organismo para o armazenamento de energia.

O fósforo ainda contribui com a função renal, a contração muscular, o batimento cardíaco normal e a sinalização nervoso.

5. Fonte de vitaminas do complexo B

Acredita-se que a cherimoia apresente vitaminas do complexo B como a B1, a B2 e a B3 em sua composição. A vitamina B1 é conhecida por auxiliar o organismo a transformar os carboidratos em energia, além de trabalhar na contração muscular e na condução de sinais nervosos.

Por sua vez, a vitamina B2 é considerada importante para o crescimento corporal e para a produção de glóbulos vermelhos. O nutriente também contribui com a liberação de energia das proteínas.

A vitamina B3 é outro nutriente necessário para a conversão de alimentos em energia, ao mesmo tempo em que colabora com o funcionamento do sistema digestivo, da pele e dos nervos.

Referências Adicionais:

Você já conhecia a fruta cherimoia e seus possíveis benefícios para a saúde? Pretende experimentá-la agora? Comente abaixo!

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