Como manter a produtividade durante o home office?

O período em que estamos exige alguns cuidados — tanto com nós mesmos, quanto com os que são mais vulneráveis. Com os casos de coronavírus aumentando a cada dia, muitas empresas decretaram que seus funcionários devem fazer home office até que a situação esteja mais controlada. Uma medida sensata, mas que pode ser um problema para pessoas que têm dificuldade em manter a produtividade em casa. Como fazer isso? 

Segundo a psicóloga Daniela Faertes, especialista em terapia cognitiva e mudança de comportamentos prejudiciais, tudo é uma questão de adaptar os hábitos. “Nosso cérebro se organiza mentalmente para economizar energia. Então, ele geralmente faz uma série de associações para que a gente possa ‘setorizar’ como manejamos a vida (‘em casa, eu descanso e fico com a família; no supermercado, faço compras; e no escritório, trabalho’)”, ela diz. 

Contudo, quando precisamos realizar algo em um local diferente do que estamos acostumados, é preciso um esforço maior da nossa mente, pois não é possível ligar o modo “automático” das tarefas. Por isso pode ser tão difícil trabalhar em casa. “É preciso ter em mente que, nesses primeiros dias ou semanas, o home office pode ser mais complicado devido a essas questões de habituação. Mas, com o tempo, isso vai ficar fácil, até chegar ao ponto onde o desgaste maior de energia já não é necessário para associar o espaço à atividade”, Daniela complementa. 

Enquanto isso, que tal adotar alguns hábitos que irão ajudar você a se acostumar com a nova rotina? A psicóloga dá 6 dicas: 

1 – Mude sua perspectiva

Antes de falarmos de mudanças mais práticas, a especialista ressalta que é importante tentar alterar a sua perspectiva. “Muitas pessoas ainda têm pensamentos do tipo ‘é muito chato’ ou ‘eu não consigo produzir bem’. Não acho que a gente controle nossos pensamentos, mas podemos tentar conversar com eles, criando saídas para começar a lidar com essa ideia por uma nova perspectiva”, explica. 

Então, que tal trocar o ‘eu não consigo trabalhar de home office’ por ‘eu acho mais difícil trabalhar de home office, mas vou me adaptar’? 

2 – Separe um espaço para o trabalho

Desde o começo da evolução humana, somos seres organizacionais. E isso ajuda bastante na hora de fazermos adaptações, sabia? Por isso, arrume um espaço na casa e deixe-o com cara de escritório: escolha uma mesa e uma cadeira confortável (vale até posicioná-las de maneira diferente) e decore com algum vasinho de plantas, porta-lápis ou calendário. 

“Sem dúvida, organizar um espaço para trabalhar em casa é melhor do que trabalhar deitado na cama por conta da economia cerebral. Temos que entender que, se o meu automatismo de estar deitado é para dormir ou assistir série, fica muito mais difícil eu conseguir render trabalhando nessa posição”, afirma a especialista. 

2 – Tire o pijama!

Nossos hábitos ficam registrados no cérebro, que faz associações. Pijama para dormir, roupa social para o trabalho. Afinal, fica estranho, por exemplo, tirar uma soneca com a roupa de trabalho. Então por que seria normal trabalharmos de pijama? 

3 – Mantenha horários 

Em home office, as pessoas tendem a trabalhar de uma forma desorganizada, o que acaba estendendo o tempo que elas passam na frente do computador — e encurtando os momentos com a família. Ficar trabalhando “picadinho”, sem horários específicos, confunde nosso cérebro e pode fazer com que nossa produtividade caia. 

“O grande desafio, até para não ter que trabalhar a mais nesse momento, é a distração. No cenário atual, é normal ficar mais desconcentrado pelas notícias e a mudança repentina da rotina. Mas, aos poucos, vamos criando mecanismos mais adaptáveis para driblar essa distração”, diz Daniela. Definir o horário que você vai começar e o horário que você vai parar é um deles. 

4 – Faça pausas

Outra questão interessante é que, no trabalho normal, geralmente fazemos pequenas pausas para um café, um lanchinho ou até para bater papo. Isso faz parte e é saudável para a mente. 

Então, mesmo em home office, vale se programar para ter essas pequenas “saídas” no horário de trabalho. Se você se programou para trabalhar das 9h às 18h, por exemplo, determine um horário para o almoço (13h). Mas, além disso, insira pequenos intervalos de 15 minutos (como às 11h e 15h). “Tem que haver um planejamento realista. Uma coisa a se colocar também é estipular horário para o celular, até que horas você vai utilizá-lo.”

5 – Utilize a tecnologia para se conectar com quem você ama (e fazer o que gosta!)

Abuse das conferências com amigos, aulas e serviços online — com professor de línguas, terapia ou tudo que possa ter interação personalizada –, e grupos de leitura. A internet pode nos ajudar muito nesse período. E diminuir a ansiedade no dia a dia, melhorando a concentração e o foco no trabalho. 

6 – Explique para a sua família que você precisa trabalhar 

“Com relação à família, eu sugiro que seja feita uma espécie de reunião, onde a pessoa explicite algumas regras sobre interrupção, principalmente em um momento onde muitas empresas estão cobrando boas performances”, indica a psicóloga. Nessa reunião, vai ser possível ajustar tudo isso para que não haja brigas. 

Se for um casal trabalhando em casa, por exemplo, dá até para fazer um acerto de horários do tipo: ‘quem vai dar o almoço das crianças hoje?’. “O que eu recomendo para um casal/família é fazer um teste balanceando o horário de ambos para os cuidados com a casa e os filhos. E ir ajustando aos poucos”, afirma Daniela.

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O que é a hemoterapia e a auto-hemoterapia e para que serve

A hemoterapia é um tipo de tratamento em que uma quantidade pré-determinada de sangue é coletada de uma pessoa e, após processamento e análise, os componentes do sangue podem ser…
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O Que é um Protetor Hepático? Para Que Serve? Como Usar?

Protetor hepático

Saiba o que é um protetor hepático, para que serve esse tipo de suplemento e como usar para proteger o seu fígado contra danos. Será que isso funciona mesmo?

Você sabe qual é a função do fígado e por que ele é tão importante para a nossa saúde? O fígado é um dos órgãos vitais do organismo humano e é essencial preservar a sua integridade. Bons hábitos e cuidados com a alimentação são fundamentais para manter a saúde em dia, incluindo o bom funcionamento de órgãos como o fígado.

Os remédios para o fígado são indicados quando já existem sintomas de problemas no fígado. Já os protetores hepáticos podem evitar que o órgão se sobrecarregue e diminuir o risco de desenvolver doenças no fígado.

Entenda melhor como um protetor hepático pode contribuir para a saúde do seu fígado e veja se o uso desse tipo de suplemento para o fígado pode te proteger de doenças como vários tipos de hepatite ou doença do fígado gorduroso.

O que é um protetor hepático e para que serve

Um protetor hepático é um tipo de suplemento usado para proteger e desintoxicar o fígado. Tais produtos prometem melhorar o funcionamento do fígado sem sobrecarregar o órgão. Aprenda também como fazer uma limpeza natural do fígado.

Mas será que protetores hepáticos podem mesmo proteger o fígado contra danos?

Alguns estudos já mostraram que alguns ingredientes podem ser benéficos para o fígado de pessoas que sofrem de doenças como a esteatose hepática, mas nada se fala sobre o uso de protetores hepáticos para pessoas saudáveis.

Entenda abaixo como o fígado funciona e o que dizem os estudos científicos sobre esse tipo de suplemento.

Função do fígado

O fígado é um dos maiores e mais importantes órgãos do organismo. Dentre as diversas funções do fígado, podemos citar a sua:

  1. Atuação como um filtro natural que remove toxinas e resíduos do sangue;
  2. Capacidade de produzir bile para digerir e armazenar ou utilizar a energia dos alimentos;
  3. Atuação no metabolismo do açúcar que ajuda a controlar os níveis de glicose no sangue.

Suplementos para o fígado

A maioria dos suplementos para o fígado encontrados no mercado é composta pela combinação de 3 ingredientes naturais feito à base de plantas:

  1. Cardo de leite;
  2. Raiz de dente de leão;
  3. Folha de alcachofra.

De acordo com os fabricantes de protetores hepáticos, esses suplementos são capazes de desintoxicar e regenerar o fígado. Além disso, é mencionado que tais produtos podem:

  • Promover a função hepática e a saúde do fígado;
  • Desintoxicar o fígado;
  • Melhorar o fluxo sanguíneo;
  • Estimular o crescimento de novas células hepáticas;
  • Proteger as células hepáticas contra danos.

Alguns fabricantes alegam ainda que protetores hepáticos podem fornecer mais energia, fortalecer o sistema imunológico, melhorar o humor e ajudar na perda de peso.

Saiba mais sobre o que dizem as pesquisas envolvendo cada um desses ingredientes a seguir.

1. Cardo de leite

O cardo de leite ou cardo mariano é um ingrediente usado há mais de 2.000 anos para tratar problemas no fígado. A silimarina é a substância ativa responsável pelos benefícios do cardo de leite.

Um estudo de 2002 feito em laboratório e conduzido pelo National Cancer Institute mostra que a silimarina pode regenerar o tecido hepático, diminuir a inflamação e proteger as células hepáticas de danos. No entanto, os dados de estudos feitos com seres humanos indicam resultados conflitantes.

Um estudo de revisão publicado no periódico científico Cochrane Database Systematic Reviews em 2007 mostrou que o suplemento de cardo mariano não foi mais eficaz do que um placebo em relação à função hepática.

Por outro lado, uma análise de diversos estudos publicada em 2017 na revista World Journal of Gastroenterology atestou que a silimarina diminuiu a quantidade de algumas enzimas hepáticas e de marcadores de lesão hepática em pessoas com doença no fígado.

Esses e outros estudos sobre o cardo de leite e seus benefícios para o fígado mostram que mesmo com alguns resultados promissores, ainda não é possível saber se o suplemento é realmente bom para o órgão.

2. Raiz de dente de leão

As evidências sobre os benefícios da raiz de dente de leão são escassas. Um estudo de 2006 publicado no Journal of Ethnopharmacology sugere que a raiz pode ser benéfica para tratar doenças do fígado, mas ainda é preciso conduzir mais estudos sobre o tema.

3. Folha de alcachofra

Dentre os benefícios da alcachofra estão as propriedades antioxidantes que podem proteger o fígado. Segundo uma pesquisa feita com animais publicada em 2015 no periódico Plant Food Human Nutrition, a folha de alcachofra pode promover a regeneração de células do fígado.

Duas pesquisas publicadas em 2016 no International Journal of Hepatology e em 2018 na revista Phytotherapy Research demonstraram que a folha de alcachofra diminuiu os marcadores de danos hepáticos em pessoas com doença hepática gordurosa não alcoólica.

Outros ingredientes

Outros compostos em fase de estudo que também parecem ter potencial para proteger o fígado contra danos e odem aparecer em um protetor hepático incluem:

– Acetilcisteína

A acetilcisteína é um antioxidante precursor da glutationa importante para a saúde do fígado. Em casos de emergência, a acetilcisteína é usada para reverter overdoses de medicamentos como o acetaminofeno.

Segundo um estudo de 2017 publicado no periódico Cell Journal, trata-se de uma substância muito eficaz para a desintoxicação do fígado devido à ingestão excessiva de álcool, medicamentos ou poluentes em geral.

– Raiz da doca amarela

A raiz da doca amarela é uma raiz desintoxicante que ajuda a eliminar toxinas do fígado por meio do estímulo ao sistema linfático.

O efeito diurético da erva aumenta a frequência de micção, o que também promove a eliminação de toxinas. Além disso, a raiz regula os movimentos intestinais e também ajuda a aumentar a secreção de muco e água acumulados no cólon.

– Raiz de açafrão-da-terra

Chamada no Brasil de cúrcuma, a raiz de açafrão-da-terra apresenta propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes que reduzem o risco de doença hepática gordurosa causada por estresse.

Uma pesquisa de 2015 publicada no Archives of Animal Nutrition mostrou que vacas em condições estressantes sofriam alterações fisiológicas no fígado, o que contribuía para o desenvolvimento de gordura no fígado. Porém, ao serem alimentadas com uma mistura de chá verde com cúrcuma, foi observada uma redução nos marcadores de irritação no fígado e um risco mais baixo de desenvolver problemas como gordura no fígado e até alguns tipos de câncer.

– Beterraba

Além de ser uma ótima fonte de fibras e nutrientes como o ácido fólico, o potássio e o manganês, a beterraba é muito usada como um agente desintoxicante.

A fibra pectina encontrada na beterraba é essencial para estimular a limpeza do fígado e promover a remoção de toxinas. Os antioxidantes presentes no vegetal também ajudam a reduzir a inflamação no organismo.

– Gengibre

As propriedades anti-inflamatórias do gengibre ajudam a proteger o fígado. Um estudo de 2016 do periódico Hepatitis Monthly indica que suplementos de gengibre reduzem os níveis de marcadores inflamatórios envolvidos na doença hepática gordurosa não alcoólica, o que pode ajudar tanto no tratamento da doença como também na redução das chances de desenvolver a condição.

– Molibdênio

O molibdênio atua como um catalisador de enzimas envolvidas na quebra e metabolização de toxinas. Ele também inibe condições de saúde como a fibrose pulmonar e a fibrose hepática. Além disso, o nutriente pode evitar danos no fígado causados pelo excesso de acetaminofeno.

– Selênio

Um estudo de 2012 publicado no The Saudi Journal of Gastroenterology sugere que o selênio é vital para a preservação do tecido hepático graças as suas propriedades antioxidantes.

O nutriente também melhora a elasticidade do tecido do fígado, o que ajuda no tratamento da doença hepática crônica, em que o paciente pode ficar com tecidos e vasos sanguíneos rígidos.

– Colina

A colina é um nutriente essencial para o transporte adequado de gordura do fígado para outras células do corpo. A remoção de gordura do fígado reduz as toxinas do órgão e permite que essa gordura possa ser usada por outros sistemas que precisam delas, como o cérebro, por exemplo.

Há ainda outros compostos que podem ajudar a proteger a saúde do fígado, mas os estudos sobre a eficácia deles ainda são escassos. São eles:

  • Baga de espinheiro;
  • Raiz mexicana selvagem;
  • Chanca piedra.

Como usar um protetor hepático

Como você pode observar, existem muitos suplementos que podem ajudar a proteger o fígado contra danos, mas não existe uma forma padronizada de usá-los.

O indicado é seguir a orientação de um médico sobre a necessidade ou não de suplementação com um protetor hepático e adotar a dosagem indicada por ele.

No rótulo desse tipo de suplemento, também é possível encontrar a sugestão de dose diária. Use sempre como indicado para evitar efeitos colaterais e danos adicionais ao organismo.

Dicas para manter o fígado saudável

Como a pesquisa sobre os hepatoprotetores ainda é escassa, o ideal mesmo é cuidar da saúde do seu fígado diariamente através de hábitos melhores. Algumas dicas práticas são:

1. Limitar a ingestão de gordura na dieta

Uma dieta rica em gorduras e doces pode promover o ganho de peso. O sobrepeso e a obesidade aumentam o risco de várias doenças, inclusive de doença hepática gordurosa não alcoólica. Assim, limitar a ingestão de gordura e manter um peso saudável é ideal para ter um fígado mais saudável.

Veja quais são os alimentos ruins para o fígado e limite a ingestão deles em sua dieta.

2. Evitar toxinas

Certas toxinas presentes em produtos químicos como alguns produtos de limpeza e inseticidas podem ser prejudiciais para o seu fígado. As toxinas presentes no cigarro também entram nessa lista.

Se possível, evite o uso desses produtos, mantenha distância da poluição em geral e não fume.

3. Limitar o uso de álcool

O álcool em excesso danifica as células hepáticas, podendo causar complicações como a cirrose hepática. Você não precisa parar de tomar bebidas alcoólicas, mas é prudente que isso seja feito com moderação.

3. Não usar substâncias ilícitas

Assim como é importante evitar o cigarro e o álcool em excesso, você também deve se manter distante de drogas ilícitas. Além de viciar e fazer mal para a saúde, substâncias como a heroína, por exemplo, podem danificar o fígado.

4. Nunca misturar álcool e medicamentos

Misturar bebidas alcoólicas com medicamentos pode prejudicar ainda mais o fígado. Veja na bula se esse é o caso do remédio que você toma e se encontrar uma informação dizendo que não é seguro combinar o medicamento com álcool, evite a combinação.

5. Praticar exercícios físicos

O exercício físico ajuda na manutenção do peso e na qualidade de vida. A prática regular de atividade física é essencial não só para evitar problemas no fígado como também para preservar a boa saúde geral.

6. Evitar o uso de paracetamol

O uso crônico de certos medicamentos como o paracetamol e alguns esteroides também pode prejudicar a integridade do fígado. Por isso, o uso constante de qualquer remédio deve ser monitorado por um médico.

Confira se o paracetamol faz mal ao fígado mesmo e como o medicamento pode ser usado com segurança. Vale a pena ver também que estudo com ratos mostrou que ibuprofeno altera o metabolismo do fígado.

Devo usar um protetor hepático?

Não use suplementos para o fígado sem orientação médica. O cuidado diário com a saúde ainda é a melhor forma de manter a saúde do fígado e de outros órgãos.

Assim, mesmo que os ingredientes mencionados neste artigo possam ajudar a reduzir a inflamação e proteger o fígado contra lesões, não existem dados contundentes o suficiente para atestar a eficácia e a segurança deles.

Fontes e Referências adicionais:

Você já sabia o que é um protetor hepático? Conhece alguém que faz uso ou já foi indicado para você por um médico? Comente abaixo!

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Hipoclorito de sódio: o que é, para que serve e como usar

O hipoclorito de sódio é uma substância muito utilizada como desinfetante para superfícies, mas que também pode ser utilizada para purificar a água para uso e consumo humano.
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O Que é Amido de Milho? Faz Mal? Tem Benefícios?

Amido de milho

Veja os principais benefícios e o que é amido de milho, além de entender por que dizem que ele faz mal para a saúde e que é melhor evitá-lo.

Você pode pensar que os benefícios do amido de milho devem ser muito semelhantes aos benefícios do milho, mas é importante lembrar que o amido é um alimento processado e que a maioria dos alimentos superprocessados adicionam calorias à dieta e acabam perdendo nutrientes.

Assim, é preciso considerar todo o processo de obtenção do amido de milho antes de tirar conclusões precipitadas sobre seus benefícios e malefícios. Por exemplo, será que o amido de milho engorda? Tem glúten?

Veja o que é amido de milho, do que é feito e detalhes de suas propriedades nutricionais, além de entender se ele é benéfico ou prejudicial à saúde.

O que é amido de milho?

O carboidrato mais abundante na nossa dieta é o amido. Ele é responsável por mais de 50% do consumo total de carboidratos e representa de 70 a 80% de todas as calorias ingeridas no mundo inteiro. O amido é encontrado principalmente em tubérculos como a batata e em grãos como o trigo, a aveia, o arroz, a cevada e o milho.

O amido de milho é derivado do milho, mas ao contrário do milho, que é rico em nutrientes, o seu amido não é tão nutritivo assim.

O amido processado é muitas vezes usado como um agente espessante nos alimentos e também como agente de limpeza em produtos. Como um agente de limpeza, o amido de milho é ótimo para remover manchas e até mesmo para aliviar irritações na pele, mas como alimento, o amido de milho não parece ser uma opção muito saudável.

– Como o amido de milho é obtido?

O milho é composto por três partes:

  1. A parte externa, que é o casco ou farelo, que é rico em fibras;
  2. O germe, que é rico em gordura e que geralmente é usado para produzir ração animal ou óleo;
  3. O endosperma, que é a parte mais interna do milho e que é rico em proteínas e amido.

Na produção do amido de milho, todas as partes do milho são separadas e apenas o endosperma é usado. Por meio de uma moagem, o amido é removido do endosperma e moído até a obtenção de um pó branco.

– Valor nutricional do amido de milho

Como o amido de milho é um alimento altamente processado, ele não contém todos os nutrientes encontrados no milho. Isso acontece porque a maior parte dos nutrientes do milho se concentram no germe e no farelo, que não são usados na produção do amido.

De acordo com a United States Department of Agriculture (USDA), em uma porção de meia xícara (64 gramas) de amido de milho, são encontrados:

  • 244 calorias;
  • 50 gramas de carboidratos;
  • 0,3 miligramas de ferro (2% da quantidade diária recomendada);
  • 8 miligramas de fósforo (1% da quantidade diária recomendada);
  • 2 miligramas de magnésio (menos de 1% da quantidade diária recomendada);
  • 1 miligrama de cálcio (menos de 1% da quantidade diária recomendada);
  • 6 miligramas de sódio (menos de 1% da quantidade diária recomendada);
  • 2 miligramas de potássio (menos de 1% da quantidade diária recomendada);
  • 0,04 miligramas de zinco (menos de 1% da quantidade diária recomendada).

O amido de milho tem benefícios?

Agora que já sabemos o que é amido de milho, já vimos que a nutrição não é o seu forte. No entanto, o amido de milho pode sim trazer alguns benefícios. Veja quais são eles abaixo:

1. É livre de glúten

O amido de milho é composto basicamente de carboidratos e não contém proteínas como o glúten.

Como é livre de glúten, o amido de milho é um bom substituto da farinha de trigo para quem sofre de doença celíaca ou de intolerância ao glúten.

Veja também se a farinha de milho contém glúten ou não e se ela também pode substituir a farinha de trigo em receitas.

2. É um bom espessante

Ótimo para engrossar molhos e cremes durante o cozimento, o amido de milho é considerado um agente espessante até duas vezes melhor do que a farinha.

De acordo com um estudo de 2009 publicado no Advances in Food and Nutrition Research, ao misturar o amido com água, as moléculas que formam o amido são quebradas e incham durante um processo chamado de gelatinização, formando um gel transparente que pode ser aproveitado em várias receitas.

3. É vegano

O amido de milho é obtido de uma fonte vegetal, logo, ele é vegano. Uma curiosidade é que algumas pessoas usam o amido de milho para substituir ovos em receitas. Basta misturar uma colher de sopa de amido de milho com três colheres de sopa de água morna para obter a consistência de um ovo.

4. É um agente antiaglomerante

Como absorve a umidade, o amido de milho funciona como um agente antiaglomerante que pode ser usado em alimentos e também em cosméticos.

Nos alimentos, a adição de amido pode garantir que eles permaneçam secos e soltos. Já nos cosméticos, o amido de milho retém a umidade e evita que o efeito dos produtos seja afetado pela umidade.

5. Alivia a irritação na pele

Aplicar uma pasta feita com amido de milho e água sobre a pele pode aliviar a irritação causada por picadas de insetos, infecções e queimaduras solares.

6. Previne infecções como o pé de atleta

Infecções como o pé de atleta são causadas pelo excesso de suor que acaba favorecendo a proliferação de fungos. O amido de milho é um bom remédio porque ele atua absorvendo a umidade e tornando o ambiente inadequado para o crescimento de fungos.

7. Retira manchas

O amido de milho pode ajudar a remover certas manchas de roupas ou objetos graças à sua propriedade de absorver a umidade. É indicado aplicar uma pasta com amido e água no local manchado, esfregar e deixar agir por um tempo antes de enxaguar.

8. Reduz a oleosidade dos cabelos

O excesso de óleo do cabelo também pode ser amenizado com o uso de amido de milho. Funciona mais ou menos como um shampoo a seco removendo a umidade e deixando o cabelo mais solto e leve.

Benefícios do amido de milho modificado

Existe também o amido de milho modificado que é alterado para ter um teor mais alto de amilose do que o amido de milho comum. Essa modificação torna o amido resistente ao processo de digestão.

Há dois polímeros que compõem a estrutura química do amido: a amilose e a amilopectina. No amido de milho comum, o teor de amilopectina é maior do que o teor de amilose. A vantagem de inverter essa proporção é que a amilose é uma molécula maior, que é mais difícil de digerir.

Segundo um estudo de 2014 da instituição americana Rutgers University, o amido de milho com alto teor de amilose é capaz de reduzir a glicose no sangue, melhorar a resposta à insulina e aumentar a saciedade.

Amido de milho faz mal?

Depois de entender o que é amido de milho e a sua composição, fica fácil de compreender que os seus malefícios são resumidos pela falta de nutrientes. A ausência de fibras, proteínas e gorduras pode resultar em um aumento nos níveis de glicose no sangue.

Segundo um estudo de 2015 publicado no periódico American Journal of Clinical Nutrition, o consumo de amidos em geral aumenta o risco de diabetes do tipo 2, enquanto que o consumo de fibras reduz tal risco. Isso é explicado pelo fato de que fibras, proteínas e gorduras presentes nos alimentos ajudam a retardar a digestão do carboidrato e isso evita picos de açúcar no sangue.

Aproveite para saber se diabético pode comer milho sem sofrer flutuações perigosas de glicose no sangue.

O amido de milho não é ruim para a saúde se consumido em baixas quantidades, mas por não ser rico em nutrientes e ser muito calórico e rico em carboidratos, é melhor optar por outros tipos de alimentos.

Uma opção que também ajuda a dar liga em receitas é a farinha obtida do milho, mas é preciso ter cuidado pois a farinha de milho pode engordar devido ao seu alto teor de carboidratos.

Dicas de dieta

O alto teor calórico do amido de milho pode ser bom para algumas pessoas que precisam aumentar a ingestão calórica para ganhar peso mais rapidamente. Além disso, o amido fornece bastante energia e pode ser útil durante um treino de condicionamento físico, por exemplo.

Porém, do ponto de vista nutricional, é muito mais benéfico ingerir o milho inteiro do que apenas o amido. Ao consumir o milho inteiro, o organismo recebe também fibras, proteínas, vitaminas e minerais indispensáveis para a saúde.

Substitutos saudáveis para o amido de milho

Caso você se interesse por alimentos mais nutritivos, veja alguns exemplos de substitutos para o amido de milho que podem ser mais benéficos para a saúde.

– Farinha de trigo

Se você não sofre de doença celíaca ou sensibilidade ao glúten ou ao trigo, a farinha de trigo é uma alternativa mais nutritiva em relação ao amido. A farinha pode oferecer proteínas, carboidratos, fibras alimentares além de vitaminas e minerais.

Confira se a farinha de trigo faz mal à saúde mesmo ou se ela pode ser consumida em uma dieta balanceada.

– Farinha de arroz

A farinha de arroz é uma opção sem glúten rica em nutrientes e com menos carboidratos do que o amido de milho.

– Farinha de araruta

A farinha de araruta se comporta de modo semelhante ao amido de milho nas receitas, mas apresenta mais fibras e nutrientes. Também sem glúten, essa farinha é uma boa fonte de cálcio, mas nem sempre se combina bem com laticínios.

– Farinha de sorgo

A farinha de sorgo é uma substituição extremamente nutritiva e que também atua como agente espessante. Segundo dados de 2016 publicados na revista Nutrition Reviews, o consumo de sorgo pode até ajudar na regulação do metabolismo de açúcar no sangue e na redução do estresse oxidativo.

Dentre os nutrientes presentes na farinha de sorgo, podemos citar proteínas, antioxidantes, fibras além de vitaminas e minerais como algumas das vitaminas do complexo B, a niacina, o magnésio, o ferro e o fósforo.

Veja mais benefícios da farinha de sorgo para a sua saúde e como incluí-la em diversas receitas.

– Amido de batata

Mesmo pobre em nutrientes, o amido de batata contém menos calorias e carboidratos do que o amido de milho, sendo uma boa opção para quem quer o efeito espessante sem aumentar muito o teor calórico da receita.

– Goma xantana

A goma xantana é um ótimo agente espessante, emulsificante e gelificante mesmo em pequenas quantidades. Porém, ela é muito mais pobre em nutrientes do que o amido de milho e apresenta apenas alguns minerais como o sódio e o potássio em sua composição. Veja se goma xantana faz mal, para que serve e como usar.

– Goma de guar

A goma guar é um bom agente espessante, emulsificante e estabilizante que oferece mais nutrientes e menos calorias do que o amido de milho.

Esse substituto também favorece a perda de peso, promove a saciedade, auxilia na digestão, ajuda na absorção de vitaminas e minerais e regula os níveis de açúcar e de colesterol no sangue.

– Glucomanano

Trata-se de um espessante extremamente viscoso capaz de absorver até 50 vezes o seu próprio peso em água. Além disso, o glucomanano apresenta muitas fibras e poucas calorias. Veja se é verdade que o glucomannan emagrece e para que serve.

– Farinha de mandioca ou de tapioca

A farinha de mandioca tem menos carboidratos do que o amido de milho e tem um índice glicêmico mais baixo que ajuda a controlar a glicemia sanguínea. Isso torna essa farinha uma opção especialmente interessante para os diabéticos.

Fontes e Referências adicionais:

Você já sabia o que é amido de milho? Consome ou utiliza muito nas receitas da sua dieta? Comente abaixo!

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Imunidade e alimentação: nutricionista responde dúvidas

Que uma alimentação equilibrada ajuda a manter a saúde em dia não é segredo para ninguém. Porém, a nutricionista carioca Luna Azevedo revela que é preciso um foco para turbinar o corpo e evitar a evitar gripes, resfriados, e até o surto de coronavírus e outras doenças: seu intestino.

De acordo com a nutricionista, a ingestão adequada de alimentos ricos em zinco, probióticos, antioxidantes e vitaminas atua no fortalecimento do sistema imunológico. É claro que isso não garante a proteção total contra o coronavírus (a orientação mais indicada é a higiene das mãos e isolamento social), mas pode ajudar você a enfrentar esse período de quarentena sem precisar sobrecarregar ainda mais os hospitais. 

Já para quem contraiu algum vírus, turbinar a imunidade fortalece o corpo para uma recuperação mais rápida. Aqui, ela explica quais alimentos comer e cita receitinhas rápidas para ajudar a proteger seu intestino e impulsionar seu sistema imunológico na batalha contra o COVID-19.  Confira: 

1 – É possível “fortalecer” o sistema imunológico por meio da alimentação?

Sim. A nutrição é um fator de extrema importância na manutenção do estado de saúde e bem estar do indivíduo. O que você come influencia diretamente na sua imunidade, podendo diminuir suas chances de ficar doente e acelerar a recuperação. 

“O sistema imunológico do nosso corpo tem uma série de reações bioquímicas que dependem de nutrientes específicos. Por isso, eles devem ser ingeridos em quantidade e qualidade adequadas para o indivíduo”, explica Luna. Uma alimentação pobre e incompleta pode não oferecer os nutrientes necessários. Desse modo, as células de defesa do nosso corpo acabam ficando menos eficientes. 

2 – Quais vitaminas e minerais são essenciais para o sistema imunológico funcionar melhor?

Luna afirma que no caso da gripe e da infecção pelo coronavírus, o ideal é investir em alimentos que possuem ação protetora das vias aéreas. Os principais micronutrientes são as vitaminas A, E, C e D. E os minerais ferro, zinco, selênio e magnésio. Veja o que ela falou de cada um:

  • Vitamina A: “Possui atividade antioxidante, que evita o dano oxidativo das células imunes causado por radicais livres. Também é capaz de aumentar a diferenciação das células de defesa do nosso organismo, aumentando, dessa forma, sua capacidade de reconhecer e combater agentes infecciosos. Outra grande ação dessa vitamina está relacionada com a sua capacidade de manter a integridade da pele e das mucosas. Além de regular a função pulmonar, ajudando na produção de muco para expelir partículas e deixando nossas vias respiratórias menos vulneráveis a infecções”. Ela está presente em vegetais verde-escuros (espinafre, couve, agrião) e frutas e hortaliças de cor alaranjada, como mamão, cenoura e manga;
  • Vitamina E: “Essa vitamina aumenta a produção de anticorpos que irão atuar combatendo as infecções, além de também possuir ação antioxidante”. As castanhas, nozes, amêndoas, e as sementes de girassol, linhaça e gergelim são ótimas fontes dela;
  • Vitamina C: “Influencia diretamente no sistema imunológico, auxiliando na produção e diferenciação das células de defesa. Além disso, também é um potente antioxidante”. Aposte em frutas como laranja, caju, goiaba, kiwi, morango e goji berry. E também em vegetais verde-escuros;
  • Vitamina D: “Possui efeitos imunomoduladores, auxiliando na regulação das células de defesa. Em um estudo recente, publicado no British Medical Journal (BMJ), pesquisadores concluíram que a suplementação de vitamina D é segura e protege contra infecções respiratórias. É possível obter a vitamina D através da exposição solar”; 
  • Ferro: “O ferro faz parte da composição de várias proteínas, incluindo enzimas, mioglobina e hemoglobina. Ele atua no transporte de oxigênio para as células. Vários estudos têm associado a deficiência de ferro a defeitos na resposta imunológica dos indivíduos. Dentre estes defeitos estão a diminuição da proliferação e também da eficiência das células do sistema imunológico”. O ferro pode ser encontrado em diversos alimentos: vegetais verde-escuros, leguminosas (feijão, ervilha, lentilha), cereais integrais (quinoa, arroz integral e aveia) e sementes de abóbora e gergelim. E uma dica: comer alimentos fontes de vitamina C após ingerir alimentos ricos em ferro irá favorecer uma maior absorção desse mineral; 
  • Zinco: “Menores quantidades deste micronutriente podem gerar defeitos metabólicos e estruturais nas principais células de defesa do organismo. O déficit dele pode afetar a integridade da pele, importante barreira física protetora, ocasionando lesões que facilitariam a entrada de agentes infecciosos”. Consuma, sempre que puder, leguminosas, sementes de abóbora, castanha de caju, sementes de girassol, tahine e gérmen de trigo.;
  • Selênio: “O selênio possui importante ação antioxidante. De acordo com diversos estudos, o consumo adequado de selênio tem fortes efeitos antivirais”. Aposte, então, na castanha-do-pará, sementes de girassol, cereais integrais e feijões.
  • Magnésio: “É um cofator de enzimas envolvidas na resposta imune e maturidade de células de defesa. Esse nutriente possui importante ação broncodilatadora, melhorando o quadro respiratório e as funções pulmonares”. Oleaginosas, leguminosas, cereais integrais, vegetais e folhas verde-escuras são boas fontes desse nutriente.

3 – E no caso de quem já está gripado ou resfriado, o que consumir? 

As vitaminas e minerais citados anteriormente (vitaminas A, E, C e D e os minerais ferro, zinco, selênio e magnésio). 

Sem contar que é importante também manter uma alimentação equilibrada, composta por frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Isso reforça o sistema imunológico. “No caso de contrair gripes ou resfriados, o mais importante é manter uma boa alimentação e incluir os alimentos fontes dos nutrientes citados aqui. Desse modo, o corpo recebe o suprimento necessário para combater o agente infeccioso o mais rápido possível”, aconselha Luna Azevedo. 

Ela destaca também que é preciso redobrar o cuidado com a ingestão de água suficiente. Principalmente em caso de febre, que pode vir acompanhada de desidratação. “Estudos também demonstram que hidratar o corpo adequadamente pode diminuir em até 80% o risco de contágio e complicações causadas pela gripe, já que a hidratação também promove maior integridade das mucosas corporais.”

4 – Somente a alimentação é suficiente para proteger a imunidade? 

Não. Segundo a especialista, existem diversos outros fatores que estão relacionados ao sistema imunológico e que vão além da alimentação. O estilo de vida, de uma forma geral, influencia muito no sistema de defesa do nosso organismo. 

“O consumo de álcool, cigarro e exposição à poluição, por exemplo, enfraquecem o nosso sistema imunológico e geram muitos radicais livres, facilitando não só as infecções por agentes externos, como também podem gerar doenças como o câncer”, Luna complementa. Uma vida sedentária, estressante e com poucas horas de sono também contribui para um sistema de defesa mais fraco. 

Outra coisa que precisamos pontuar: não adianta nada encher o prato dos alimentos que citamos acima se a sua dieta é rica em ingredientes altamente inflamatórios e prejudiciais à saúde. Por isso, vale evitar aqueles ricos em gordura saturada (produtos de origem animal), embutidos (salame, presunto, mortadela, etc), açúcares refinados, frituras e industrializados. 

5 – Quando é preciso ingerir suplementos de vitaminas para o sistema imunológico?

Embora a suplementação de micronutrientes não seja recomendada para a população geral, ela é essencial em grupos de risco em que os requisitos nutricionais não são suprimidos pela alimentação. “Isso inclui pessoas em determinados estágios da vida e aqueles com fatores de risco específicos. Nesses casos, pode ser indicado o uso de suplementos de forma complementar.”

É importante manter um acompanhamento nutricional para que os níveis de micronutrientes sejam sempre controlados. Um profissional vai saber melhor se você precisa ou não de suplementação

Receitas para turbinar seu sistema imunológico

Para ajudar durante a quarentena, a Chef Camila Botelho, especialista em gastronomia orgânica e vegetal, listou algumas receitas que podem ajudar a fortalecer o sistema imunológico. Confira:

Suco rico em vitamina C

Suco pró-intestinoDivulgação/Divulgação

Ingredientes:

  • ½ mamão;
  • 1 colher de sopa de suco de limão;
  • ½ xícara de morangos picados;
  • 1 colher de chá de melado;
  • 100ml de água;
  • Gelo a gosto.

Modo de preparo: 

Bata tudo no liquidificador e sirva!

Sopa fria de cenoura e gengibre

<span class=”hidden”>–</span>zeleno/Thinkstock/Getty Images

Ingredientes:

  • 1 alho poró;
  • 1 abobrinha ralada;
  • 1 colher de sobremesa de louro em pó;
  • 1 cenoura;
  • 2 unidade de inhame ou 1 batata doce;
  • 1 cebola ralada;
  • 3 dentes de alho ralado;
  • 1L de água;
  • Salsinha, pimenta do reino e açafrão à gosto;
  • Gengibre ralado a gosto.

Modo de preparo: 

Refogue a cebola e o alho em uma panela, acrescente a água e todos os ingredientes. Cozinhe até estarem bem macios e bata no liquidificador, acerte o sal e sirva.

Overnight chia

<span class=”hidden”>–</span>Edalin/Thinkstock/Getty Images

Ingredientes:

  • ½ xícara de leite de vegetal (castanha, inhame, amendoim ou coco);
  • 1 ½ colher de sopa de chia;
  • Gengibre ralado a gosto;
  • Canela em pó a gosto;
  • Frutas picadas por cima  (manga, mamão, morango, kiwi ou banana). 

Modo de preparo: 

Reserve as frutas picadas. Misture todos os outros ingredientes e leve à geladeira de um dia para outro. Na hora de servir, acrescente as frutas picadas por cima e saboreie.

Leite de inhame para overnight

Estudo: leite e derivados podem proteger o coração ao invés de causar doençasfotoedu/Thinkstock/Getty Images

Ingredientes: 

  • 2 inhames;
  • 1L de água.

Modo de preparo:

Descasque os inhames e cozinhe por 10 minutos. Não deixe ficar mole, e bata no liquidificador com a água. Coe e beba em até 3 dias.

Suco verde  

<span class=”hidden”>–</span>Anna Pustynnikova/Thinkstock/Getty Images

Ingredientes:

  • 1 pera ou maçã ( esta fruta é para adoçar. Se você não tiver, pode utilizar frutas secas);
  • 1 folha de couve ou alface que está murchando na sua geladeira;
  • 1 limão;
  • 1 pedacinho de gengibre a gosto;
  • ½ pepino ou abobrinha;
  • 2 colheres de sopa de hortelã ou salsinha;
  • 1 pedaço pequeno de aipo opcional;
  • 200ml de água ou água de coco.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes em um liquidificador, coe e beba imediatamente. 

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