Suco de abacaxi e gengibre para acelerar o metabolismo

O suco de gengibre e abacaxi é uma excelente forma de acelerar o metabolismo e queimar as gorduras extras, pois possui propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que ajudam a eliminar toxinas.
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Teste de Cooper: o que é, como é feito e tabelas de resultados

O teste de Cooper é um teste que tem como objetivo avaliar a capacidade cardiorrespiratória da pessoa através da análise da distância percorrida durante 12 minutos em uma corrida ou…
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6 Causas da infertilidade masculina

Apesar de ser um problema comumente atrelado à saúde da mulher, os homens também podem sofrer com a infertilidade. Saiba quais as principais causas da infertilidade masculina.

De acordo com o Office on Women’s Health (Escritório de Saúde da Mulher do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos), até um terço dos casos de infertilidade é observado nos homens.

A dieta é um dos fatores que podem afetar a fertilidade masculina. Aliás, aproveite para conferir quais são os alimentos ruins para a próstata e evite o consumo deles.

Causas da infertilidade no homem

A American Society for Reproductive Medicine define a infertilitidade como uma doença do sistema reprodutivo que afeta a capacidade do corpo de se reproduzir.

De fato, a reprodução humana é um processo muito complexo e muitas podem ser as causas.

1. Problemas na anatomia

Alguns homens sofrem de problemas anatômicos de nascença ou resultantes de cirurgias que podem ser as causas da infertilidade no homem.

A criptorquidia, por exemplo, é uma condição bastante comum em bebês em que um ou ambos os testículos não descem para a bolsa escrotal. Apesar disso, uma cirurgia relativamente simples ainda na infância resolve o problema.

Aliás, outra alteração anatômica é a varicocele, que é uma doença em que ocorre o inchaço das veias ao redor dos testículos. A boa notícia é que a varicocele é a causa de infertilidade masculina mais fácil de ser tratada.

Há certamente outros problemas como espermatozoides com formatos anormais e doenças genéticas ou deficiências físicas que podem afetar o sistema reprodutivo.

2. Inflamação ou infecção nos testículos

Qualquer tipo de inflamação ou infecção pode prejudicar a produção de espermatozoides.

A saber, alguns exemplos são:

  • Caxumba;
  • Orquite (infecção no testículo);
  • Prostatite (infecção na próstata).

Inclusive, algumas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) – como a gonorreia e o HIV, por exemplo – podem interferir na qualidade do esperma e causar problemas de fertilidade.

Sinais de infecção podem incluir a dor na próstata e o inchaço na próstata. Por isso, vale a pena ficar atento.

3. Problemas no transporte do esperma

Às vezes, o homem tem uma produção adequada de espermatozoides nos testículos, mas eles não chegam até o sêmen.

Aliás, isso pode acontecer por vários motivos, como:

  • Ejaculação retrógrada: o sêmen é expelido para trás da bexiga ao invés de ser eliminado pelo pênis;
  • Obstrução: obstrução nos tubos que ficam entre os testículos e o pênis;
  • Anticorpos anti-esperma: anticorpos que atacam e destroem o esperma;
  • Ausência do canal deferente: condição genética em que o homem não tem o canal deferente, um tubo que serve para transportar os espermatozoides.

No caso da ejaculação retrógrada, há vários problemas de saúde que podem causa-la. Alguns exemplos incluem diabetes, uso de remédios, lesões na coluna e cirurgia anterior na bexiga, na próstata ou na uretra.

4. Alterações hormonais e produção inadequada de esperma

Alterações no funcionamento de órgãos relacionados à produção hormonal – como a hipófise, a tireoide, o hipotálamo e as glândulas suprarrenais, por exemplo – podem afetar a produção de esperma.

Aliás, os desequilíbrios hormonais podem afetar a ejaculação, os níveis de testosterona e a contagem de espermas, por exemplo.

De fato, uma baixa contagem de espermas no sêmen ou a baixa qualidade do sêmen, por exemplo, podem reduzir a chance de fertilização do óvulo feminino.

Por fim, outros problemas como a disfunção erétil e a ejaculação precoce também podem ser a causa da infertilidade masculina.

5. Câncer

Certos tumores podem interferir no funcionamento dos órgãos reprodutivos masculinos.

Também há casos em que não é o câncer que causa a infertilidade, mas sim o tratamento da doença.

Aliás, as cirurgias e os remédios usados na quimioterapia e a radiação da radioterapia afetam a produção de espermas e podem causar infertilidade masculina.

6. Uso de remédios

remédio-pode-causar-infertilidade

Assim como os remédios para tratar o câncer podem prejudicar a fertilidade, outros tipos de remédios também podem impactar na saúde reprodutiva masculina.

Por exemplo, alguns remédios que podem contribuir para o aumento de casos de infertilidade masculina são:

  • Antidepressivos tricíclicos;
  • Remédios para a pressão alta;
  • Esteroides anabolizantes;
  • Remédios para tratar a artrite reumatoide ou a colite ulcerativa.

O que fazer sobre a infertilidade masculina?

Certamente, há diversos fatores de risco que aumentam as chances de um homem se tornar infértil. São elas:

  • Idade avançada;
  • Tabagismo;
  • Uso abusivo de álcool;
  • Exposição a altas temperaturas;
  • Obesidade ou excesso de peso;
  • Uso de substâncias ilícitas;
  • Exposição a toxinas como pesticidas, herbicidas e metais pesados, por exemplo.

Assim sendo, para evitar problemas, é importante cuidar da sua saúde como um todo e ficar longe de maus hábitos. Fumar e beber, por exemplo, prejudica não só a saúde reprodutiva como também a saúde como um todo.

É provável que você consiga tratar a infertilidade masculina, mas isso vai depender da causa. Uma opção possível inclui a inseminação artificial, por exemplo.

Embora existam várias possíveis causas de infertilidade, também há casos em que não é possível identificar a origem do problema.

De fato, o ideal é procurar fazer exames – como análise de espermas, por exemplo – para avaliar a qualidade do esperma.

Além disso, um urologista pode solicitar exames adicionais e te orientar sobre o melhor tratamento disponível para a sua infertilidade.

Fontes e Referências Adicionais

Você já precisou fazer algum tratamento para a infertilidade? Conhece alguém que sofre de infertilidade masculina que superou esse problema? Comente abaixo!

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5 Doenças bucais mais comuns – Causas e tratamento

A saúde bucal é tão importante quanto a saúde do resto do corpo. Saiba quais são as doenças bucais mais , além de suas causas, tratamento e formas de prevenção.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as cáries e as doenças gengivais são muito comuns. Os dados mostram que:

  • Entre 60 e 90% das crianças em idade escolar tem pelo menos uma cárie;
  • Quase 100% dos adultos têm ao menos uma cárie dentária;
  • Entre 15 e 20% dos adultos entre 35 e 44 anos de idade sofrem de doença grave na gengiva;
  • Até 30% das pessoas entre 65 e 74 anos não têm mais nenhum dente natural;
  • Em média, a cada 100 mil pessoas há entre 1 e 10 casos de câncer oral.

Ou seja, as doenças bucais são muitas vezes ignoradas. A boa notícia é que uma boa higiene bucal e uma alimentação nutritiva é capaz de prevenir muitos desses problemas.

Doenças bucais mais comuns

Veja abaixo as principais doenças bucais e como tratá-las ou evitá-las.

1. Cárie dentária

A cárie é um dano no dente causado principalmente pela má higiene oral. De fato, trata-se de uma doença bucal crônica muito comum.

Ela ocorre devido aos restos de alimentos (principalmente açúcares) que ficam nos dentes. Eles podem fazer com que mais bactérias do que o normal se desenvolvam. Por sua vez, as bactérias produzem ácidos que corroem o esmalte dos dentes.

Essa corrosão pode causar danos permanentes, como a cárie dentária, por exemplo.

2. Halitose

A halitose é o famoso mau hálito. O excesso de bactérias na boca pode causar um mau cheiro.

De acordo com um estudo publicado em 2012 na revista International Journal of Oral Science, até 85% das pessoas com mau hálito tem algum outro tipo de doença bucal.

Por isso, é importante ir ao dentista e identificar a causa do mau hálito ao invés de apenas mascar um chiclete para disfarçar o odor.

Além de ser incômodo para você, o hálito ruim pode incomodar outras pessoas e prejudicar suas interações pessoais ou profissionais.

3. Gengivite

A gengivite é uma inflamação das gengivas bastante comum. Ela surge como resultado do acúmulo de placa bacteriana nos dentes.

Uma pessoa com gengivite geralmente sofre com inchaço e sangramento nas gengivas, principalmente logo após usar o fio dental ou escovar os dentes.

4. Periodontite

Esta é a segunda fase da gengivite. Ou seja, quando a gengivite não recebe o tratamento adequado, o quadro clínico pode evoluir para a periodontite.

Ela é uma infecção na gengiva que pode se espalhar para a mandíbula e para os ossos. A infecção pode destruir os tecidos de sustentação dos dentes e ossos.

As consequências podem ser graves e incluem, por exemplo, o enfraquecimento ósseo. A doença já é a principal causa de perda de dentes em adultos.

5. Tártaro

O tártaro (ou cálculo dentário) nada mais é do que a placa bacteriana endurecida. Ele não é prejudicial desde que seja removido com frequência durante uma limpeza.

No entanto, o acúmulo pode irritar as gengivas e causar outros problemas como a inflamação gengival.

6. Câncer oral

O câncer oral é mais comum do que se pensa. Apesar de não ser tão comum quanto a cárie, o câncer bucal pode afetar até 4 a cada 100 mil pessoas.

Ele afeta mais os homens e os idosos. Além disso, outros fatores de risco para a doença é o uso de tabaco, o abuso de álcool e uma infecção prévia pelo vírus papiloma humano (HPV).

Outros problemas de saúde bucal

Além disso, há muitos outros problemas de doença bucal como a sensibilidade dentária, a afta, o sapinho e a herpes labial que são bem comuns.

Causas de doenças bucais

De fato, a nossa boca é cheia de bactérias, vírus, fungos e organismos que constituem a flora local. Isso é saudável, mas em excesso os micro-organismos são um problema.

Os principais fatores que afetam o crescimento de bactérias e outros germes na boca são:

Higiene bucal inadequada

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A escovação ruim ou outros hábitos inadequados como não passar o fio dental todos os dias, por exemplo, podem causar o acúmulo de bactérias perto da linha da gengiva.

As bactérias em excesso nessa região formam a placa bacteriana. Além disso aumentar o risco de cáries, a placa pode inflamar as gengivas, causando a gengivite ou a periodontite.

Medo de ir ao dentista

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Uma limpeza profissional dos dentes no consultório do dentista é essencial de tempos em tempos. De fato, isso garante a remoção da placa bacteriana, evitando tártaro, gengivite e tantas outras doenças bucais.

Além disso, ir ao dentista regularmente garante que qualquer problema receba o tratamento ainda no início.

Aliás, quando o medo de ir ao dentista é maior do que os cuidados com a saúde, é provável que você desenvolva doenças bucais com mais facilidade.

Além disso, o risco de ter uma doença mais grave é maior devido à falta de periodicidade nas consultas odontológicas.

Má alimentação

Uma dieta rica em açúcares, por exemplo, favorece a proliferação de bactérias produtoras de ácido. Por sua vez, o ácido produzido por elas prejudica o esmalte dos dentes e causa cáries.

Tratamento de doenças bucais

Ir ao dentista pelo menos duas vezes ao ano é muito importante. Além de avaliar o estado dos dentes, o dentista pode verificar a saúde da boca, da língua, da garganta, das bochechas, da mandíbula e até do pescoço.

O tratamento depende do tipo de doença bucal e da causa. A depender do seu caso, o dentista pode sugerir as seguintes abordagens terapêuticas:

  • Limpeza profissional com raspagem;
  • Uso de flúor;
  • Antibióticos;
  • Restaurações como obturações;
  • Tratamento de canal;
  • Uso de probióticos;
  • Mudança de hábitos;
  • Cirurgias.

Prevenção e dicas de higiene bucal

Algumas práticas simples no dia a dia podem prevenir a grande maioria das doenças bucais. São elas:

  1. Escovar os dentes com creme dental com flúor ao menos duas vezes por dia;
  2. Passar o fio dental diariamente;
  3. Reduzir o consumo de açúcar;
  4. Evitar o fumo;
  5. Beber água com flúor;
  6. Ingerir bastante frutas e vegetais no dia a dia;
  7. Ir ao dentista regularmente.

Com toda a certeza, existe uma relação direta entre a saúde da boca e a saúde geral.

Sendo assim, cuide da sua saúde bucal e visite o dentista regularmente não só a fim de tratar, mas também para prevenir problemas e complicações.

Fontes e Referências Adicionais

Aliás, você vai regularmente ao dentista? Acha que sua saúde bucal está boa ou pode melhorar alguns hábitos? Comente abaixo!

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Dormir mais pode reduzir o risco de complicações com COVID-19

Que o sono é importante e ajuda você a aumentar sua imunidade, você já provavelmente sabe. Agora, cientistas afirmam que dormir bem pode atuar minimizando os impactos de doenças respiratórias, gripes e resfriados.

Até que uma vacina esteja disponível, a chave para evitar COVID-19 é reduzir o risco de infecção, o quanto for possível. Sendo assim, focar em melhorar seu sistema imunológico e dormir bem pode ser uma boa ideia!

Entenda por que dormir mais e melhor pode ajudar você a combater a COVID-19. Estar preparado é sempre a melhor ideia!

Como o sono ajuda a combater infeções respiratórias

De acordo com especialistas, dormir bem pode evitar o agravamento de ansiedade, depressão e outros transtornos mentais causados pela quarentena.

O neurologista da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) Lúcio Huebra explica que quando dormimos mal ficamos mais suscetíveis a infecções. Durante o sono, afirma Huebra, restauramos nosso sistema de defesa.

Isso acontece principalmente durante o sono de ondas lentas, ou sono profundo, defende o neurologista. Neste momento, produzimos e liberamos citocinas, que são proteínas relacionadas com nossa resposta imunológica.

Do mesmo modo, um sono de má qualidade ou encurtado leva o organismo a uma situação de estresse.

O neurologista explica que quando o sono não ocorre da maneira adequada, o corpo aumenta a liberação do cortisol, que é um hormônio que possui efeito imunomodulador. O hormônio, então, entra em desequilíbrio e reduz as defesas do corpo.

O sono combate infecções já instaladas

Bem como evitar que você pegue infecções, dormir bem também pode fazer com que elas não se agravem. De acordo com os especialistas, a privação de sono prejudica a capacidade de uma pessoa de lutar contra uma doença depois de infectada.

Uma série de estudos comprovou que pessoas com distúrbios do sono, bem como pessoas que dormem menos de seis horas por noite, relatam taxas mais altas de doenças respiratórias.

O mesmo acontece acontece com pessoas com baixos níveis de eficiência do sono, ou seja, que não conseguem dormir com qualidade.

Além disso, essas pessoas também relatam uma taxa maior de resfriados e doenças relacionadas. Sendo assim, cientistas acreditam que o novo coronavírus, por ser um vírus de natureza respiratória, também prejudica mais aqueles que dormem menos e mal.

Ou seja, aqueles com melhores qualidade de sono apresentariam sintomas mais leves.

Pesquisadores já estão realizando estudos para entender esta relação entre sono e o combate à COVID-19. Atualmente, os cientistas têm estudado os efeitos do sono nos voluntários recém vacinados.

Quarentena pode prejudicar a rotina do sono

Com o isolamento social, o sono pode ser afetado. Isso pode trazer problemas não só físicos como aumentar os casos de problemas mentais. Sendo assim, os especialistas recomendam a criação de estratégias e uma rotina para dormir melhor.

O professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do Laboratório do Sono do InCor, Geraldo Lorenzi Filho, explica que durante o isolamento social pode haver a perda da sincronização dos ritmos biológicos.

De acordo com o professor, os sincronizadores dos múltiplos relógios biológicos são dependentes de elementos externos e incluem exposição à luz, refeições, trabalho, atividades sociais e físicas.  Em suma, tudo o que foi desestabilizado e modificado na quarentena.

O doutor ainda ressalta alguns elementos que podem prejudicar este quadro. Segundo Lorenzi, a televisão ligada a noite toda e WhatsApp podem bagunçar ainda mais os nossos ritmos.

Saiba como dormir melhor e aumentar sua imunidade

dormir bem

É importante organizar sua rotina para que você possa dormir bem. Algumas maneiras  de melhorar seu sono podem ser:

  1. Evitar bebidas com cafeína para prevenir a insônia;
  2. Evitar cochilos durante o dia;
  3. Manter um padrão de sono;
  4. Manter uma rotina alimentar;
  5. Praticar atividade física;
  6. Tomar sol diariamente.

Estas são algumas dicas interessantes que você pode utilizar para dormir melhor. Estabeleça uma rotina, tenha uma boa noite de sono e melhore de maneira significativa sua imunidade!

E você, tem dormido bem na quarentena? Conte nos comentários como está lidando com o sono durante a pandemia!

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Doença da vaca louca: o que é, sintomas e transmissão

A doença da vaca louca em humanos, conhecida cientificamente como doença de Creutzfeldt-Jakob, pode desenvolver-se de três formas diferentes: a forma esporádica, que é a mais comum e…
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Dieta Mediterrânea: o que é, benefícios e como fazer

A dieta mediterrânea, também chamada de dieta do mediterrâneo, é baseada no consumo de alimentos frescos e naturais como azeite, frutas, legumes, cereais, leite e queijo, sendo…
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