Acrocianose: o que é, possíveis causas e tratamento

A acrocianose é uma doença vascular permanente que confere à pele uma coloração azulada, afetando geralmente, de forma simétrica, as mãos, os pés e por vezes o rosto, sendo mais…
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Cianose: o que é, principais causas e como tratar

A cianose é uma condição caracterizada pela coloração azulada da pele, unhas ou boca, sendo normalmente um sintoma de doenças que podem interferir na oxigenação e circulação do…
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Receita de Bolo de Tangerina Fit – Incrível, Sem Açúcar, Farinha de Trigo e Nem Manteiga!

Bolo de tangerina fit

Esta é uma deliciosa receita de bolo de tangerina fit, sem açúcar, sem farinha de trigo, sem manteiga, sem glúten e com menos calorias. É muito fácil de fazer, tem muitas fibras e é super nutritiva.

Serve para fazer um lanche da tarde, para você levar para o trabalho ou faculdade e até para mandar para as crianças levarem de merenda pra escola.

Com ela, você vai aprovietar os benefícios da tangerina, super rica em fibras, rica em vitamina C e muito saborosa, os benefícios da farinha de aveia, utilizada para a massa, e os benefícios do xilitol, que é considerado por muitos especialistas a melhor alternativa ao açúcar para usar na cozinha.

Aproveite e veja agora mesmo como fazer no vídeo abaixo!

Vídeo:

Ingredientes:

  • 3 ovos;
  • 60g de xilitol ou outro adoçante a gosto;
  • 100 ml de leite desnatado, ou outro que você use normalmente;
  • 40ml de óleo de coco;
  • 150g de farinha de aveia;
  • 1 colher de sobremesa de fermento para bolos;
  • 4 a 6 tangerinas (dependendo do tamanho).

Para a calda:

  • 3 colheres de sopa de xilitol;
  • 50 ml de água.

Rende 15 porções, cada uma com 88 calorias e 9g de carboidratos (1g de fibras), 3g de proteínas e 4g de gorduras.

O que você achou dessa receita de bolo de tangerina saudável delicioso que separamos acima? Pretende experimentar em casa? Comente abaixo!

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Sul-Coreanos Que Testaram Novamente Positivo Para COVID-19 Não Foram Reinfectados, Dizem Especialistas

Coronavírus mapa

Foi em 11 de março que a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, como uma pandemia. Desde então, os números da doença têm crescido muito – já eram 3,6 milhões de infectados e mais de 252 mil mortos em todo o mundo até a manhã desta terça-feira, 5 de maio. Ao mesmo tempo, pesquisadores de diversos países continuam a estudar o novo coronavírus e descobrir novos indícios de como o vírus se comporta.

No começo do mês de abril, a Coreia do Sul anunciou que 263 pacientes que tinham se recuperado do novo coronavírus e testado negativo para a COVID-19, mais tarde, testaram novamente positivo para o vírus. Isso sugeria que o novo coronavírus poderia se reativar ou que pessoas que já tiveram a doença poderiam ser reinfectadas.

Entretanto, no final de abril, especialistas em doenças infecciosas da Coreia do Sul apontaram que os novos resultados positivos provavelmente teriam sido provocados por falhas no processo de testagem, que fizeram com que o exame pegasse vestígios do vírus sem detectar se a pessoa ainda estava infectada.

Os especialistas afirmaram que fragmentos mortos do vírus permaneceram nos organismos dos pacientes depois que eles se recuperaram. No entanto, eles acreditam que aparentemente o vírus não estava ativo nos pacientes.

O professor de medicina e chefe da divisão de doenças infecciosas do Hospital da Universidade Nacional de Seul, Oh Myoung-don, detalhou que o comitê responsável por estudar os casos encontrou poucos motivos para acreditar que os pacientes tinham sido reinfectados com o vírus ou que o novo coronavírus havia se reativado.

Conforme explicou o chefe da divisão de doenças infecciosas da Universidade Nacional de Seul, as células do vírus poderiam demorar meses para sair do organismo mesmo depois que o paciente se recuperou e que o teste não seria capaz de determinar se o vírus estava vivo ou morto, o que resultaria nos falsos positivos.

O diretor-geral dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia do Sul Jeong Eun-kyeong até declarou no começo de abril que os resultados positivos para o novo coronavírus apresentados pelos pacientes já recuperados da COVID-19 poderiam significar que o vírus foi reativado depois de ficar inativo. Entretanto, ele também disse que os testes foram realizados dentro de um período relativamente curto de tempo depois que os pacientes foram liberados, o que tornou a reinfecção improvável.

Jeong Eun-kyeong destacou que a possível causa para o novo teste positivo nos pacientes recuperados do novo coronavírus pende mais para o lado da reativação do vírus. No entanto, eles ainda estão conduzindo estudos abrangentes a respeito disso. Portanto, é preciso esperar para confirmar que seja esse o caso.

Além disso, para muitos especialistas é improvável que o vírus fosse inativado e mais tarde reativado no organismo das pessoas. O que eles acreditam ser mais provável é que mesmo depois de recuperados, ainda existam fragmentos do novo coronavírus nos corpos dos pacientes. Isso se traduziria em uma pessoa testar positivo, porém não ficar doente ou não ser capaz de contaminar outras pessoas.

Inclusive, de acordo com o diretor da Escola de Saúde Pública da Universidade de Hong Kong, Keiji Fukuda, em entrevista concedida no mês de março, esse se trata do cenário mais provável. Segundo o professor de medicina e chefe da divisão de doenças infecciosas do Hospital da Universidade Nacional de Seul Oh Myoung-don, o comitê responsável por estudar os novos positivos para COVID-19 em pacientes já recuperados também acredita que foi isso que aconteceu.

Entretanto, uma vez que se trata de um vírus novo que ainda não é completamente conhecido pela comunidade médica e pela comunidade científica, é necessário aguardar os resultados das pesquisas para ter certeza se o novo teste positivo para o novo coronavírus em pacientes já recuperados realmente foi um falso positivo ou se pode ter havido uma reinfecção ou reativação do vírus no organismo dos pacientes.

Justamente pelo fato de se tratar de um vírus e de uma doença ainda não totalmente conhecidos e que provocam muitas vítimas é fundamental tomar os cuidados recomendados para prevenir-se contra o vírus como: respeitar o isolamento social e ficar em casa o máximo possível, lavar muito bem as mãos com água e sabão ou usar álcool em gel 70%, utilizar as máscaras fáciais de tecido ao sair de casa e limpar e desinfetar muito bem a sua casa.

Fontes e Referências Adicionais:

Você conhece alguém que foi infectado pelo novo coronavírus e já se recuperou da doença? Como tem feito para cumprir as diretrizes de prevenção? Comente abaixo!

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Pesquisa Aponta Forte Correlação Entre Deficiência de Vitamina D e Mortes Por COVID-19

Vitamina D suplementos

Conforme a pandemia do novo coronavírus persiste em diferentes lugares do mundo, continuando a infectar e até mesmo a matar pessoas, pesquisadores e cientistas de diversos países continuam a estudar o novo vírus responsável por provocar a COVID-19.

Resultados preliminares de um estudo conduzido por cientistas do Queen Elizabeth Hospital Foundation Trust (Fundo da Fundação do Hospital Rainha Elizabeth) e da Universidade de East Anglia, ambos no Reino Unido, associou níveis baixos de vitamina D com os índices de mortalidade pela COVID-19 através da Europa.

Entretanto, a pesquisa ainda não foi avaliada por pares, ou seja, não foi revisada por especialistas do mesmo escalão que os autores do estudo.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores avaliaram a literatura médica já existente para identificar os níveis médios de vitamina D entre a população de 20 países europeus e compararam esses valores com os números relativos pelo novo coronavírus em cada país.

Então, um simples teste estatístico mostrou que as populações que apresentaram as concentrações médias mais baixas de vitamina D também exibiram mais mortes em decorrência do novo coronavírus. Inclusive, os pesquisadores escreveram em um relato preliminar do estudo que “o grupo de população mais vulnerável à COVID-19 também é o que tem a maior deficiência de vitamina D“.

Estudos anteriores mais robustos já tinham indicado que apresentar níveis saudáveis de vitamina D pode diminuir o risco de infecções respiratórias como influenza (gripe), tuberculose e asma infantil.

No entanto, vale a pena destacar que estudos transversais como esse do Reino Unido apenas sugerem que pode existir um relacionamento entre dois fatores – no caso os baixos níveis de vitamina D e a mortalidade pelo novo coronavírus. É possível que as pessoas com maiores níveis de vitamina D no organismo façam alguma outra coisa que ajude a limitar os danos provocados pela COVID-19, o que não pode ser verificado pela pesquisa.

Com isso, embora considere-se que os resultados do estudo sejam importantes como uma possível parte de todo o quebra-cabeça complexo que envolve o novo coronavírus, as evidências apontadas precisam ser avaliadas dentro de um contexto científico mais amplo.

Na prática, isso significa que é necessário aguardar novas evidências a respeito da relação entre a vitamina D e a mortalidade por COVID-19 antes que novas recomendações acerca do uso de suplementos de vitamina D seja feitas.

Uma única pesquisa que ainda não foi avaliada por pares como a abordada aqui não pode servir como base para recomendações médicas, porém, pode servir de motivação para novos e mais profundos estudos para que se entenda melhor a associação entre a vitamina e o novo coronavírus.

Portanto, isso não significa que você deva ligar imediatamente para a farmácia e comprar suplementos de vitamina D. Se você tem a recomendação médica de usar o suplemento, continue a tomá-lo com base na prescrição passada por seu médico.

Se não é o seu caso, procure obter níveis saudáveis do nutriente por meio dos alimentos com vitamina D e da exposição ao sol – mas fique atento aos cuidados que precisamos observar ao procurar a vitamina D pelo sol.

Até porque o excesso de vitamina D pode ser perigoso: ainda que rara, a chamada hipervitaminose D que é causada pela ingestão de doses elevadas de suplementos de vitamina D pode causar acúmulo de cálcio no sangue (hipercalcemia), que envolve sintomas como vômito, fraqueza e urina frequente, informou a Mayo Clinic, organização da área de serviços médicos e pesquisas médico-hospitalares dos Estados Unidos.

Ainda de acordo com a organização, a toxicidade por vitamina D também pode progredir para dor óssea e problemas renais como cálculos (pedras) de cálcio.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já foi diagnosticado com vitamina D alguma vez e precisou fazer suplementação? Pretende continuá-la agora com a pandemia do novo coronavírus? Comente abaixo!

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7 opções saudáveis para substituir a farinha de trigo

A farinha de trigo é produzida a partir da moagem de trigo, um cereal rico em glúten, muito utilizado na preparação de biscoitos, bolos, pão e vários produtos industrializados em…
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O que é a tireoidite de Hashimoto, principais sintomas e como tratar

A tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune na qual o sistema imune ataca as células da tireoide, causando uma inflamação dessa glândula, o que geralmente resulta em um…
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Como aumentar a imunidade (com alimentos e remédios naturais)

Para fortalecer o sistema imunológico, prevenindo o desenvolvimento de algumas doenças e ajudar o corpo a reagir àquelas que já se manifestaram, é importante comer mais alimentos ricos em…
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Tireoidite: o que é, principais tipos e sintomas

A tireoidite é a inflamação da glândula tireoide que pode acontecer devido a diversas situações, como alterações da imunidade, infecções ou uso de remédios, por exemplo, podendo…
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