A colchicina é um medicamento anti-inflamatório, utilizado para tratar ou prevenir as crises agudas de gota, de acordo com a indicação médica.
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Autor: Paul Risner
Principais remédios usados para tratar a enxaqueca
Os remédios para enxaqueca como Sumax, Cefaliv, Cefalium, Aspirina ou paracetamol, podem ser usados para cessar um momento de crise.
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6 Coisas do Dia a Dia que Fazem Mal ao Seu Fígado

Sabe por que é importante conhecer o que faz mal ao fígado? Porque o órgão é importantíssimo para o organismo humano. Localizado no lado direito da barriga, a sua principal função é a de filtrar o sangue com nutrientes que vem do trato digestivo, antes de passá-lo ao restante do corpo.
As suas células, chamadas de hepatócitos, são quem aceitam e filtram esse sangue. Elas atuam como pequenos centros de triagem, que determinam quais nutrientes devem ser processados, quais nutrientes devem ser armazenados, quais devem ser eliminados pelas fezes e quais devem retornar ao sangue.
Além disso, o órgão decompõe ou converte substâncias, extrai energia, torna toxinas menos perigosas ao organismo e remove essas toxinas da corrente sanguínea. O fígado ainda armazena vitaminas e minerais como ferro e cobre e libera esses nutrientes se for necessário ao organismo.
O fígado também desintoxica substâncias químicas, metaboliza remédios e o álcool, produz proteínas importantes para a coagulação sanguínea e fornece a bile, que é utilizada na digestão de gorduras.
Como se não bastasse, o órgão também contribui com o sistema imunológico, armazena a glicose sanguínea excedente na forma de glicogênio e decompõe glóbulos vermelhos velhos e danificados.
Ou seja, para qualquer pessoa é extremamente importante cuidar bem da saúde do seu fígado, para que ele funcione bem e consiga exercer todas essas tarefas cruciais para a manutenção do organismo. Por isso, vale muito a pena conhecer algumas coisas que são comuns no dia a dia, porém, podem causar problemas no fígado. E é justamente isso o que você confere na lista a seguir:
1. O uso de medicamentos
Já ouviu falar que o paracetamol faz mal ao fígado? Pois saiba que essa preocupação não é injustificada. Quando se trata de preservar a saúde do fígado é importante ter cuidado não somente com os remédios utilizados, mas também com a dosagem usada e a duração do uso desse medicamento. Em outras palavras, a recomendação é jamais automedicar-se, ou seja, tomar remédios por conta própria, sem a orientação de um profissional de saúde.
O ideal é que o uso de um medicamento seja sempre orientado pelo médico, que saberá indicar não somente o remédio ideal, mas também determinar em que dosagem e por quanto tempo ele deve ser usado para tratar o problema em questão de maneira segura, ou seja, sem oferecer riscos ao fígado e a outras áreas do organismo.
É necessário tomar cuidado especialmente com os medicamentos anti-inflamatórios, que por sinal não precisam de receita médica para serem vendidos, porque eles são muito fortes para o fígado. A médio e longo prazo, o uso indiscriminado desses remédios pode ser bastante perigoso.
Quando achar que precisa de um anti-inflamatório, mas não tiver como consultar o médico, peça a orientação do farmacêutico em relação à dosagem e duração do tratamento antes de levar o medicamento para a casa e leia toda a bula do remédio antes de começar a usá-lo.
2. Açúcar
Que o consumo excessivo de açúcar está associado ao aumento de peso e ao desenvolvimento da diabetes do tipo 2, você provavelmente já sabe. Mas sabia que a sua ingestão exagerada também pode prejudicar o fígado?
O acúmulo de gordura abdominal que surge como resultado do consumo excessivo de açúcar pode resultar no desenvolvimento do fígado gorduroso ou esteatose hepática.
Quando se fala em açúcar, a referência não é somente aos doces em si, mas também ao açúcar de mesa que é adicionado ao café, suco ou outras comidas e bebidas e aos produtos industrializados que podem vir cheios de açúcar adicionado, como é o caso do refrigerante.
Vale mencionar ainda que a farinha branca – que é rica em carboidratos simples – é interpretada pelo organismo humano como açúcar, uma vez que o produto final que ela gera é a glicose.
3. Sódio
Já é de conhecimento geral que o consumo excessivo de sódio faz muito mal para a saúde – pode resultar em retenção de líquidos, endurecimento dos vasos sanguíneos, pressão arterial alta, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca, conforme apontou a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Mas e quanto ao fígado? Bem, ele não fica de fora dessa equação e também pode ser prejudicado pela ingestão excessiva de sódio.
No entanto, precisamos lembrar que o mineral não está presente apenas no sal de cozinha, mas também é encontrado em quantidades excessivas no famoso miojo, em temperos industrializados, caldos prontos de carne, vegetais ou frango (aqueles no formato de quadradinho), molho shoyu e outros molhos prontos, enlatados, embutidos e outros alimentos industrializados e processados.
Ao comprar qualquer comida ou bebida, confira o teor de sódio na tabela nutricional que deve estar presente na embalagem do produto. Segundo o Centro Médico da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, os adultos saudáveis não devem consumir mais do que 2,3 mil mg de sódio diariamente, os indivíduos com pressão arterial alta não devem ingerir mais do que 1,5 mil mg do mineral a cada dia e quem tem insuficiência cardíaca congestiva, cirrose do fígado e doença renal podem precisa consumir quantias muito menores do que essas.
Por sua vez, a Associação Americana do Coração recomenda que os adultos limitem a sua ingestão de sódio para 1,5 mil mg do nutriente por dia.
4. Chás e suplementos à base de ervas
Mesmo os produtos naturais como as ervas podem ter contraindicações e provocar efeitos colaterais perigosos ao fígado, principalmente quando o uso ocorre de maneira exagerada. Existem as plantas já reconhecidas como perigosas ao órgão como confrei, kava kava, chaparral, sacaca, erva-cavalinha, cáscara-sagrada, espinheira-santa, mãe-boa, sacada, fedegoso e picão preto, por exemplo.
Entretanto, a ingestão de qualquer chá ou suplemento de ervas de maneira consistente, ou seja, diariamente e em grandes quantidades, pode ser tóxica para o fígado em médio e longo prazo.
Além disso, alguns suplementos de ervas podem trazer em uma única cápsula uma quantidade do composto ativo da planta que é correspondente a cinco ou seis xícaras de um chá. Então, com a ânsia de obter os benefícios atribuídos à erva em questão, a pessoa pode tomar umas três cápsulas diariamente, o que poderá resultar em problemas para o fígado.
Por isso, antes de começar a usar um chá ou um suplemento à base de ervas para qualquer finalidade é fundamental consultar o médico para saber se o produto é realmente indicado para você e em que dosagem e por quanto tempo ele pode ser usado com segurança, de modo que não seja perigoso ao seu fígado ou a outras partes do organismo.
5. Bebidas alcoólicas
Seja consumir apenas uma dose de bebida alcoólica todos os dias, seja ficar a semana inteira sem ingerir álcool mas abusar da bebida no final de semana, o álcool é uma substância tóxica para o fígado metabolizar e excretar.
As bebidas alcoólicas sobrecarregam o órgão, o que faz com que o fígado não consiga executar as funções que deveria, uma vez que se encontra ocupado com a tarefa de lidar com o excesso de álcool que foi ingerido.
Exista uma série de doenças no fígado que estão associadas à ingestão excessiva de bebidas alcoólicas: cirrose hepática, fígado gorduroso (esteatose hepática), hepatite alcoólica e câncer no fígado.
Para quem não quer ficar sem as bebidas alcoólicas, mas tem a consciência de cuidar da saúde do fígado, a recomendação é não consumir álcool diariamente e ingerir uma quantidade pequena – uma ou duas doses no máximo – no seu consumo eventual de álcool.
6. Sobrepeso ou obesidade
O sobrepeso ou a obesidade têm como consequência uma secreção errada de alguns hormônios, especialmente da insulina. Isso pode resultar em problemas como síndrome metabólica e diabetes do tipo 2 e favorecer o acúmulo de gordura abdominal.
Mas e quanto ao fígado? Esse processo também pode favorecer o acúmulo de gordura ao redor do fígado, resultando no desenvolvimento do fígado gorduroso ou esteatose hepática. Ou seja, para cuidar do órgão também é super importante manter um peso corporal saudável.
Vídeo:
Gostou das dicas?
Fontes e Referências adicionais:
Você já conhecia essas 6 coisas do dia a dia que fazem mal ao seu fígado? Pretende mudar seus hábitos? Comente abaixo!
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Resultados Promissores com Remédio Candidato ao Tratamento do Novo Coronavírus, Mostra Teste Americano

Com o crescente número de casos de contaminados e vítimas da pandemia novo coronavírus, a necessidade de um medicamento para tratar a COVID-19, a doença provocada pelo vírus, se torna cada vez mais urgente.
Foi noticiado anteriormente a respeito de um medicamento testado por uma empresa americana contra o novo coronavírus. Trata-se do Remdesivir, criado pela empresa biofarmacêutica americana Gilead Sciences.
O diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, Anthony Fauci, já havia declarado que o remédio apresentou atividade antiviral em modelos animais e in vitro. Segundo ele, os testes em andamento podem indicar razoavelmente rápido se o remdesivir funciona para COVID-19.
Mas, para isso, é necessário saber como o medicamento se comporta em experimentos conduzidos em seres humanos. A boa notícia é que os resultados já começaram a sair: na quarta-feira, 29 de abril, os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos divulgou que um teste indicou que o remdesivir acelerou a recuperação de quadros avançados de COVID-19.
Dados preliminares de um experimento controlado e randomizado, iniciado em fevereiro e que envolveu 1063 pacientes, apontaram que pacientes hospitalizados com COVID-19 avançada e comprometimento pulmonar que foram tratados com remdesivir tiveram uma recuperação 31% mais rápida do que os pacientes com problemas similares que receberam um placebo (substância neutra, sem efeitos).
O tempo médio de recuperação para os pacientes tratados com o remdesivir foi de 11 dias contra 15 dias para os pacientes que receberam o placebo. Os resultados também sugeriram benefícios em termos de sobrevivência: enquanto a taxa de mortalidade do grupo de pacientes tratados com remdesivir foi de 8%, a taxa de mortalidade registrada entre aqueles que receberam o placebo foi de 11,6%.
O experimento é patrocinado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, que é parte dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos. Por mais animador que os resultados do teste sejam, os dados são preliminares e é necessário aguardar novas informações a respeito dos próximos experimentos com remdesivir, assim como esperar a sua comprovação como um medicamento seguro e eficaz contra a COVID-19 e a liberação do seu uso pelas autoridades e órgãos responsáveis de saúde.
Enquanto isso não acontece, o jeito é continuar a reforçar as medidas de prevenção contra o novo coronavírus, uma vez que ainda não existe uma vacina ou remédio para combater a doença, embora muitas pesquisas estejam em andamento. Por exemplo, vacinas contra o novo coronavírus estão sendo desenvolvidas no Brasil e no mundo e inclusive, no Brasil, o Ministério da Ciência anunciou testes de remédio disponível no país contra o novo coronavírus.
Por outro lado: estudo chinês com o remédio trouxe resultados inconclusivos
Resultados publicados também na quarta-feira, 29 de abril, na revista médica científica The Lancet indicaram que um experimento chinês não identificou benefícios significativos do remdesivir em relação ao placebo.
Entretanto, é importante destacar que o estudo em questão precisou ser interrompido cedo devido à dificuldade para encontrar pacientes para participar do experimento na China. Por conta disso, o professor da Universidade de Edimburgo, na Escócia, John David Norrie classificou os resultados da pesquisa como inconclusivos.
O medicamento remdesivir é administrado aos pacientes nos testes por meio de uma infusão intravenosa. O remédio não foi testado como um tratamento preventivo contra o novo coronavírus ou em casos leves de COVID-19. As informações são dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e do Ministério da Saúde.
Fontes e Referências Adicionais:
- https://covid.saude.gov.br/
- https://www.niaid.nih.gov/news-events/nih-clinical-trial-shows-remdesivir-accelerates-recovery-advanced-covid-19
Você já tinha ouvido falar do remdesivir para o novo coronavírus? Já foi infectado ou conhece alguém que está com COVID-19? Comente abaixo!
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