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Varizes no estômago: o que são, causas e tratamento

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Xarope de Hortelã – O Que é, Para Que Serve, Como Tomar e Como Fazer

Xarope de hortelã

Veja o que é e para que serve o xarope de hortelã, além de conhecer como fazer o seu próprio e como tomar para os melhores resultados.

Quando uma pessoa adoece, não é incomum que alguém recomende o uso de um xarope para amenizar a situação. Vamos falar a respeito de um xarope em especial – o xarope de hortelã – e saber quais podem ser as suas serventias, além de aprender algumas maneiras de como prepará-lo.

Antes disso, que tal conhecer os benefícios da hortelã em si e também aprender como fazer chá de hortelã, uma outra receita interessante com essa erva.

O que é e para que serve o xarope de hortelã?

A hortelã é uma planta aromática conhecida por ser dotada de propriedades antioxidantes, além de possuir doses de nutrientes como ferro, cálcio fósforo, potássio, vitamina A, vitaminas do complexo B e vitamina C em sua composição.

A planta já foi associada a benefícios como efeito expectorante, auxílio à digestão e contribuição com a diminuição dos gases.

Por sua vez, o xarope de hortelã é uma receita que pode aparecer na companhia de ingredientes como limão, gengibre, alho, mel, guaco, cravo-da-índia e cenoura, por exemplo, em preparações caseiras que prometem auxiliar o tratamento da tosse e da gripe, por exemplo. Aproveite para conferir outras opções de remédio caseiro como esses chás para tosse.

Um documento da Biblioteca Virtual em Saúde da Atenção Primária em Saúde do Ministério da Saúde apontou que o xarope de hortelã pode promover benefícios como alívio da tosse, efeito anestésico para dores de cabeça e nas articulações, combate a resfriados e gripes e impedimento da formação de muco nas vias respiratórias.

Há ainda o xarope de hortelã-de-folha-grossa que, de acordo com o documento da Biblioteca Virtual em Saúde, é empregado para auxiliar o tratamento da rouquidão, da tosse e do broncoespasmo.

Entretanto, como o próprio nome já entrega, o fato de se tratarem de receitas caseiras não garante que elas darão certo para todo mundo e muito menos que serão a cura para todos os problemas citados. A ideia aqui é que elas simplesmente podem ajudar quem está enfrentando esses problemas.

Portanto, por questões de segurança, para saber se a receita não pode te fazer mal, e para assegurar que um xarope de hortelã realmente possa auxiliar o seu caso em particular, o ideal é que você consulte o médico antes de aderir à preparação em uma tentativa tentar amenizar os problemas citados.

Aproveite a conversa com o médico para questionar o profissional qual o modo indicado em que você deve tomar a preparação, tendo em vista as particularidades do seu caso e da sua saúde: em qual dosagem diária, em que horários e por qual período máximo de tempo.

Como fazer xarope de hortelã

Receita 1

Ingredientes:

  • Suco de 1 limão;
  • 1 colher de chá de casca de limão ralado;
  • 1 colher de chá de gengibre ralado;
  • 3 dentes de alho ralados;
  • Folhas de hortelã a gosto;
  • Mel a gosto.

Modo de preparo:

Lavar bem a casca do limão; Em um pote de vidro esterilizado misturar o suco de limão, a casca ralada da fruta, o gengibre, o alho, o mel e as folhas de hortelã por último. Quanto maior for a quantidade de mel escolhida, mais fraco o xarope ficará; Tampar o vidro e armazenar na geladeira.

Como tomar? A recomendação é consumir uma colher de sopa do xarope três vezes ao dia.

Receita 2

Ingredientes:

  • 2 ramos de hortelã;
  • 5 folhas de guaco;
  • 1 cenoura descascada, lavada e fatiada;
  • 1 colher de chá de mel.

Modo de preparo

Passar a hortelã, o guaco e a cenoura na centrífuga para misturar; Em seguida, coar a mistura obtida e adoçar com o mel. Transferir o xarope para um pote esterilizado de vidro e tampar. Armazenar na geladeira.

Como tomar? A orientação é consumir 20 ml do xarope várias vezes ao dia.

Receita 3

Ingredientes:

  • 10 folhas de hortelã;
  • Água fervente;
  • Açúcar;
  • Cravos-da-índia.

Modo de preparo:

Fazer uma infusão de hortelã: colocar as folhas em um recipiente, adicionar água fervente em cima delas e tampar; Deixar descansar por cinco minutos, coar e transferir para uma panela.

Levando em conta a quantidade de chá, adicionar a mesma quantidade de açúcar na panela, misturar e levar ao fogo para ferver, mexendo sempre. Enquanto dissolve o açúcar, acrescentar alguns cravos-da-índia para auxiliar a conserva;

Transferir o xarope de hortelã obtido para um pote de vidro esterilizado, tampar e armazenar na geladeira.

Como tomar: Aconselha-se consumir três ou mais colheres do xarope de hortelã por dia. A receit foi ensinada por um documento da Biblioteca Virtual em Saúde da Atenção Primária em Saúde do Ministério da Saúde.

Cuidados com o xarope de hortelã

De acordo com informações da Biblioteca Virtual em Saúde da Atenção Primária em Saúde do Ministério da Saúde, nenhum tipo de xarope caseiro pode ser administrado para crianças com menos de seis meses de idade.

Além disso, nenhum xarope composto por guaco e/ou mel (ingredientes que aparecem em receitas de xarope de hortelã) podem ser consumidos por crianças com menos de um ano de idade, devido ao potencial anticoagulante da substância cumarina presente nas folhas de guaco, cuja utilização prolongada pode provocar acidentes hemorrágicos, e por conta do risco de transmissão de botulismo por meio do mel.

Vale destacar ainda que a hortelã é contraindicada para mulheres grávidas, mulheres em fase do aleitamento, crianças com menos de cinco anos de idade e pessoas que sofrem com refluxo grave ou hérnia de hiato.

A hortelã pode provocar efeitos colaterais como alterações no ritmo intestinal, incluindo diarreia e prisão de ventre, e reações alérgicas como vermelhidão, coceira e urticária (erupção ou lesão na pele com manchas vermelhas e coceira).

Caso você ou alguém que você conhece passe mal depois de tomar o xarope de hortelã, apresentando algum desses sintomas ou ainda qualquer outro tipo de efeito colateral, procure rapidamente o auxílio médico, mesmo que não imagine se tratar de um problema tão grave assim.

Isso é necessário para verificar a real seriedade da reação adversa em questão, receber o tratamento apropriado e saber se deve continuar ou não a fazer uso da preparação em seu dia a dia.

Você já conhecia o xarope de hortelã e suas utilidades? Pretende aprender como fazer e experimentar? Comente abaixo!

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Posso Tomar Aciclovir Todos os Dias? Efeitos Colaterais?

Aciclovir

Se você já se perguntou se posso tomar Aciclovir todos os dias ou se há efeitos colaterais, tire todas as suas dúvidas acerca do medicamento agora.

Quando o médico prescreve o uso de um medicamento, diversas dúvidas podem surgir na cabeça do paciente. Para aquele que receber a indicação de usar Aciclovir, o questionamento que pode surgir é: posso tomar Aciclovir todos os dias?

O remédio pode ser indicado para uma condição de saúde conhecida como Herpes simples. Mas vamos saber mais acerca do medicamento.

Mas antes: o que é e para que serve Aciclovir?

O que temos aqui é um medicamento de uso oral, adulto e pediátrico acima dos seis anos de idade que pode ser indicado para o tratamento da Herpes zoster, para o tratamento e reaparecimento das infecções da pele e mucosas provocadas pelo vírus Herpes simplex e para a prevenção das infecções recorrentes pelo vírus Herpes simplex (supressão).

O remédio também pode ser prescrito pelo médico para os pacientes imunocomprometidos. A comercialização de Aciclovir exige a apresentação da receita médica branca comum.

E então, será que posso tomar Aciclovir todos os dias?

A bula do remédio deixa bem claro que Aciclovir deve ser utilizado conforme as instruções do médico. É importante frisar isso porque as recomendações ideais para a utilização do medicamento podem variar de acordo com o problema de saúde, as necessidades e as características de cada paciente.

Ao mesmo tempo, a administração equivocada do remédio pode não surtir o efeito desejado ou pior – pode representar perigos para a saúde do paciente. Portanto, enfatizamos que as ordens do médico em relação à dosagem, à frequência de uso, aos horários de uso e à duração do tratamento devem sempre ser obedecidas pelo paciente.

Com isso em mente, uma pessoa pode pensar posso tomar Aciclovir todos os dias durante o período correspondente à duração do tratamento que for indicada pelo médico.

Quando esse período passar, o medicamento somente poderá continuar a ser tomado em seguidos dias se o médico responsável pelo tratamento determinar. Automedicar-se diariamente com Aciclovir pode ser uma atitude perigosa para a saúde, então, não faça isso.

Os efeitos colaterais de Aciclovir

Uma vez que já abordamos a questão “posso tomar Aciclovir todos os dias?”, chegou a hora de conhecermos as reações adversas que podem ser provocadas pelo medicamento. Segundo a bula do medicamento, elas incluem:

Reações comuns – entre 1% a 10% dos pacientes:

  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Enjoos;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Dores no abdômen;
  • Coceira e vermelhidão/protuberâncias na pele que podem piorar com exposição ao sol;
  • Sensação de cansaço;
  • Febre.

Reações incomuns – entre 0,1% a 1% dos pacientes:

  • Urticária (coceira, formação de placas avermelhadas na pele);
  • Queda de cabelo.

Reações raras – entre 0,01% e 1% dos pacientes:

  • Anafilaxia (reação alérgica severa que pode apresentar os seguintes sinais: coceira, erupção cutânea; inchaço, algumas vezes do rosto ou boca [angioedema], causando dificuldade em respirar; colapso). No caso de apresentar esses sintomas, a recomendação é entrar em contato com seu médico e pare imediatamente de utilizar aciclovir;
  • Falta de ar;
  • Aumento reversível de bilirrubina (substância encontrada na bile) e de algumas enzimas do fígado;
  • Angioedema (inchaço do rosto, lábios, boca, língua ou garganta);
  • Aumento dos níveis de substâncias encontradas no sangue, como ureia e creatinina.

Reações muito raras – em menos de 0,01% dos pacientes:

  • Anemia (redução do número de células vermelhas do sangue);
  • Leucopenia (redução do número de glóbulos brancos que são células sanguíneas responsáveis pela defesa do organismo);
  • Trombocitopenia (redução no número de plaquetas que são células sanguíneas que ajudam o sangue a coagular);
  • Agitação
  • Confusão;
  • Tremor;
  • Ataxia (falta de coordenação dos movimentos);
  • Disartria (dificuldade em controlar os músculos da fala ou rouquidão);
  • Alucinações;
  • Sintomas psicóticos (dificuldade de pensar, julgar claramente ou concentrar-se);
  • Convulsões;
  • Sonolência;
  • Encefalopatia (distúrbios de comportamento, fala e movimentos dos olhos);
  • Coma;
  • Hepatite (inflamação do fígado);
  • Icterícia (amarelamento da pele ou dos olhos);
  • Insuficiência renal aguda;
  • Dor nos rins (pode estar associada à insuficiência renal).

Ao experimentar algum dos efeitos colaterais descritos acima ou ainda qualquer outro tipo de reação adversa ao fazer uso de Aciclovir, informe rapidamente o médico a respeito do problema, mesmo que não imagine se tratar de um problema tão grave assim.

Isso é importante para verificar a real seriedade do sintoma em questão, receber o tratamento apropriado e saber se deve prosseguir ou não com o uso do medicamento. Vale lembrar que não é aconselhável interromper o tratamento com o remédio antes do tempo determinado inicialmente sem antes consultar o médico.

Contraindicações e cuidados com Aciclovir

O remédio não pode ser utilizado pelas pessoas que apresentam hipersensibilidade (alergia) conhecida ao aciclovir ou ao valaciclovir.

O uso do medicamento na gravidez só deve ser considerado se os riscos ao feto forem menores que os benefícios previstos para a mãe, ao mesmo tempo em que Aciclovir passa para o leite materno e, consequentemente, para o neném que amamenta. Portanto, as gestantes e as mulheres que se encontram na fase do aleitamento só podem usar o remédio sob a orientação médica.

As mulheres que desconfiam que podem estar grávidas ou que planejam engravidar precisam informar o médico a respeito disso antes de dar início ao tratamento com o medicamento.

Antes de dar início ao tratamento com o medicamento, é necessário ainda relatar ao médico todos os outros remédios, suplementos e plantas que já esteja utilizando, para que o profissional de saúde verifique se não pode fazer mal usar Aciclovir ao mesmo tempo em que a substância em questão.

Isso é particularmente importante quando o paciente já usar probenecida (medicamento para o tratamento da gota), cimetidina (remédio para o tratamento da úlcera péptica) e medicamentos utilizados para prevenir a rejeição após um transplante de órgão como o micofenolato de mofetila.

Como vimos no tópico anterior, a sonolência é um dos possíveis efeitos colaterais de Aciclovir. Tal reação pode prejudicar a habilidade de concentração e reação, por isso, o paciente que usa o remédio não deve dirigir veículos e operar máquinas caso esteja experimentando essa reação.

O medicamento pode provocar alterações nos resultados dos exames de sangue e de urina. Portanto, precisa avisar que faz uso de Aciclovir ao receber a indicação médica para realizar esses exames.

Atenção: este artigo serve unicamente para informar e jamais pode substituir a consulta ao médico e a leitura da bula na íntegra que precisam acontecer antes do início do tratamento com qualquer remédio, o que inclui Aciclovir.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já se perguntou se posso tomar Aciclovir todos os dias? Já teve receitado esse medicamento? Comente abaixo!

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5 Melhores Exercícios de Respiração para Ansiedade

Respiração para ansiedade

Veja os melhores exercícios de respiração para ansiedade para que você os pratique em um momento de crise de ansiedade e melhore os sintomas.

Quem nunca passou por uma crise de ansiedade na vida? A incômoda sensação surge especialmente em momentos tensos ou importantes. Como não dá para desistir de tudo e sucumbir a ela, é importante conhecer estratégias para aliviá-la, como os exercícios de respiração para ansiedade que vamos aprender a seguir.

Para quem procura estratégias para amenizar o problema, também vai valer a pena conhecer os alimentos que podem ajudar a diminuir a ansiedade e melhorar a dieta neste sentido.

Sobre a ansiedade

De vez em quando, é normal enfrentarmos um período ou outro de ansiedade. Isso pode acontecer antes de uma prova importante, de uma entrevista de emprego, do primeiro dia de trabalho em uma empresa nova, do primeiro encontro com quem se gosta, de fazer um exame ou cirurgia, etc.

Entretanto, quando uma pessoa sofre com preocupações e medos intensos, excessivos e persistentes relacionados às diversas situações que envolvem o dia a dia é possível que tenha desenvolvido um distúrbio de ansiedade.

Geralmente, a condição envolve episódios repentinos de sensações de ansiedade e de medo ou terror que atingem um pico dentro de minutos – os chamados ataques de pânico.

A lista de sintomas associados à ansiedade inclui: sensação de nervosismo, tensão ou inquietude, sensação de perigo, pânico ou tragédia iminente, aumento do ritmo cardíaco, respiração rápida (hiperventilação), transpiração, tremedeira, sensação de fraqueza ou cansaço e dificuldade para se concentrar ou pensar em outra coisa que não seja a preocupação do momento.

Os sinais do problema também podem envolver dificuldade para dormir, problemas gastrointestinais, dificuldade para controlar a preocupação e urgência em evitar coisas que desencadeiam a ansiedade.

5 exercícios de respiração para ansiedade

– Exercício 1

Ele pode ser feito na posição em pé, sentado em uma cadeira que conceda suporte às costas ou deitado na cama ou em um tapete para ioga. Recomenda-se ficar o mais confortável que puder e não usar roupas que restrinjam a respiração.

Quem estiver deitado deve colocar as mãos um pouquinho afastadas do corpo com as palmas viradas para cima. As pernas devem ficar retas ou os joelhos devem ser dobrados com os pés retos no chão (no caso do tapete para ioga).

Quem estiver sentado deve colocar os braços nos apoios da cadeira. Quem estiver sentado ou em pé deve também deve manter os pés retos no chão. Em qualquer um desses três tipos de exercícios de respiração para ansiedade é preciso deixar os pés separados mais ou menos em uma distância equivalente à largura dos quadris.

Com a posição bem arrumada, o primeiro passo é deixar a respiração fluir o mais profundo até o abdômen que for possível, enquanto sentir-se confortável, sem forçar. Então, tentar inalar o ar pelo nariz e expirar pela boca.

A orientação é inalar de maneira suave e regular. Algo que pode ajudar é contar até cinco, embora na primeira vez seja possível não conseguir chegar até o número cinco. Então, sem pausar ou prender a respiração, deixá-la fluir para fora suavemente, contando até cinco novamente, caso julgue ser útil.

Executar a técnica ao longo de três a cinco minutos.

– Exercício 2

Deitar na cama ou no chão com travesseiros atrás da cabeça e dos joelhos. Você também pode sentar-se em uma cadeira confortável com a cabeça, o pescoço e os ombros relaxados, ao passo que os joelhos ficam dobrados.

Então, colocar uma mão sobre a caixa torácica e a outra sobre o coração. Inalar e exalar o ar através do nariz, percebendo como ou se a barriga eu peito se movimentam enquanto você respira.

Você consegue isolar a respiração de modo que traga o ar mais fundo até os pulmões? E quanto ao contrário? Respira de modo que o seu peito se movimente mais do que a sua barriga?

Com o passar do tempo, o objetivo é que a barriga ao invés do peitoral seja movimentada durante a respiração. Essa técnica pode ser usada quando a pessoa ficar ofegante por conta da ansiedade.

– Exercício 3

Este exercício de respiração para ansiedade pode ser feito deitado, sentado ou em pé. Para começar, a orientação é inalar o ar lenta e profundamente através do nariz e manter os ombros relaxados. O abdômen deve expandir e o peito deve ser muito pouco levantado.

Após, exalar o ar lentamente através da boca. Enquanto libera o ar, franzir ligeiramente os lábios, enquanto mantém a mandíbula relaxada. É possível que você escute um barulhinho enquanto exalar o ar.

A técnica deve ser repetida durante diversos minutos. O exercício foi ensinado pela mestra em psicologia do aconselhamento Sheryl Ankrom e ela deixou alguns alertas a respeito dele.

“Se você achar esse exercício difícil ou acreditar que ele está te deixando ansioso ou em pânico, pare por agora. Às vezes, as pessoas com distúrbios do pânico sentem um aumento da ansiedade ou pânico ao fazer esse exercício. Isso pode ser por conta da ansiedade causada por focar na respiração ou por ser incapaz de fazer o exercício corretamente sem alguma prática. Se isso acontecer com você, pare e tente de novo em um dia ou mais ou aumente o tempo gradualmente”, advertiu Ankrom.

– Exercício 4

Ele pode ser feito na posição sentada ou deitada em um ambiente quieto e confortável. O primeiro passo consiste em inalar e exalar o ar normalmente e notar como se sente quando faz isso. Para ter essa percepção, a orientação é analisar o próprio corpo mentalmente. Ao fazer isso, é possível que você note alguma tensão que jamais havia percebido antes.

Feito isso, respirar lenta e profundamente através do nariz, percebendo como a barriga e a parte superior do corpo se expandem. Então, exalar o ar da maneira que for mais confortável para você, inclusive suspirando se assim desejar. Fazer isso ao longo de vários minutos, prestando atenção em como a barriga sobe e desce durante o exercício.

Escolher uma palavra para falar enquanto exala o ar. Alternativas como “seguro” e “calmo” podem ser eficientes. Imaginar a inalação do ar te inundar como uma onda suave.

Imaginar que a exalação do ar carrega embora consigo os pensamentos e as energias negativas e perturbadoras para longe de você. Caso se distraia, a dica é gentilmente retornar a atenção à sua respiração e às suas palavras.

Recomenda-se praticar a técnica por até 20 minutos diariamente, quando for possível. O exercício é indicado como uma tática para os momentos em que a pessoa ficar ofegante em decorrência da ansiedade.

– Exercício 5

Sentar-se com as costas retas. Colocar a ponta da língua atrás do dente frontal superior e mantê-la por lá. Exalar o ar através da boca, o que deverá vir acompanhado de um som.

Fechar a boca e inalar o ar pelo nariz em uma contagem até quatro. Segurar essa respiração e contar até sete. Exalar o ar pela boca fazendo o mesmo som de antes e contar até oito. Isso conta como um ciclo. Repetir esse ciclo mais três vezes.

Este exercício ensinado pela bacharela em psicologia, mestra em psicologia clínica e autora do livro “The Anxiety Workbook” (A Apostila da Ansiedade, tradução livre) Arlin Cuncic.

“Ao respirar desse jeito, você deve inalar quietamente mas exalar fazendo um barulho. Mantenha a sua língua no mesmo lugar durante todo o exercício. Certifique-se de manter a proporção de tempo para inalar/segurar/exalar já que isso é o mais importante”, orientou Cuncic.

A bacharela em psicologia também afirmou que é permitido fazer o exercício mais rapidamente, ou seja, inalar, segurar a respiração e exalar o ar por menos tempo que o indicado, pelas primeiras vezes se tiver dificuldades para segurar a respiração ao longo de todo o tempo determinado pelo exercício.

Para a pessoa que não conseguir segurar a respiração durante todos os segundos indicados, a recomendação é usar o padrão mais curto de inalar pelo nariz por dois segundos, segurar a respiração por três segundos e meio e exalar pela boca por quatro segundos.

“Sinta-se livre para modificar o tempo e trabalhe para subir (ao tempo indicado pela técnica) enquanto se acostuma com o exercício”, acrescentou Cuncic.

Essa técnica costuma ser utilizada tanto para diminuir a ansiedade quanto para ajudar a pegar no sono. Por isso, ela pode ser interessante para quem sofre com a ansiedade antes de dormir.

É importante fazer o exercício sentado ou deitado para prevenir tontura ou queda porque a pessoa pode ficar com vertigem após as primeiras vezes que executá-lo.

Além daqueles que envolvem a respiração, existem outros exercícios que podem ser úteis nos casos de ansiedade e nervosismo.

Atenção

Embora os exercícios de respiração para ansiedade possam ser testados para aliviar o problema quando ele surgir, quem não obtiver benefícios com eles e/ou experimentar, especialmente com frequência, os sintomas da ansiedade que foram apresentados no comecinho deste artigo precisa procurar o auxílio de um psicólogo.

Isso é importante para verificar se a pessoa não sofre com uma forma mais grave de ansiedade e receber um tratamento mais completo e adequado para lidar com a condição, o que pode incluir a prescrição de remédios para a ansiedade.

Um exercício de respiração para acalmar ou exercício de respiração para relaxar pode não ser o suficiente quando se tratar de uma ansiedade mais intensa ou de um distúrbio de ansiedade. Portanto, para não interromper a vida e nem se deixar vencer pelo problema é crucial procurar a ajuda profissional para saber direitinho que tratamento seguir para controlar a condição.

Caso você já tenha sido diagnosticado com um distúrbio de ansiedade, cheque com o psicólogo ou psiquiatra responsável pelo seu tratamento antes de escolher um exercício de respiração para relaxar para ter certeza que a técnica é realmente eficiente e segura para você.

Fontes e Referências Adicionais:

O que você achou desses exercícios de respiração para ansiedade? Pretende fazer algum para melhorar sua ansiedade? Comente abaixo!

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Posso Fazer Jejum Intermitente Todos os Dias?

Prato de jejum

Será que posso fazer jejum intermitente todos os dias? Se você já fez essa pergunta e tem essa dúvida, confira agora um esclarecimento completo.

O fato do jejum intermitente ter se tornado um programa alimentar famoso nos tempos não impede que as pessoas tenham uma série de dúvidas em relação ao regime. Uma delas é: posso fazer jejum intermitente todos os dias?

É justamente esse questionamento que vamos esclarecer, até porque, ainda que exista uma série de benefícios associados ao jejum intermitente, é fundamental estar ciente dos cuidados que o método exige para não correr o risco de prejudicar a própria saúde, não é mesmo?

Sobre o jejum intermitente

De acordo com o que explicou o pesquisador da área de nutrição Kris Gunnars, o jejum intermitente é um programa alimentar em que a pessoa intercala períodos em que consome alimentos com períodos em que permanece em jejum.

“Nenhum alimento é permitido durante a janela de jejum, mas você pode tomar água, café, chá e outras bebidas não alcoólicas. Algumas formas de jejum intermitente permitem pequenas quantidades de alimentos de baixas calorias durante o período de jejum”, acrescentou o pesquisador, que esclareceu ainda que existem diversos métodos diferentes dentro do programa alimentar.

E então, será que eu posso fazer jejum intermitente todos os dias?

Antes de tudo é importante ressaltar que o jejum intermitente não é um tipo de dieta segura ou adequada para todas as pessoas.

De acordo com o PhD especializado em bioquímica de nutrientes John Berardi, o jejum intermitente é contraindicado para as mulheres grávidas, pessoas com histórico de distúrbio alimentar, que não dormem bem, que sofrem com estresse crônico e que são iniciantes no mundo da dieta e exercícios.

No mesmo sentido, o pesquisador da área de nutrição Kris Gunnars alertou, em seu artigo publicado, que o programa alimentar não deve ser seguido por quem está abaixo do peso e pelas mulheres que sofrem com problemas de fertilidade e/ou estejam tentando engravidar.

O método também não deve ser seguido pelas mulheres que amamentam e, conforme a Harvard Health Publishing (Publicação de Saúde de Harvard, tradução livre), quem considera seguir o jejum intermitente precisa consultar o médico antes.

“Se você tem uma condição médica, você deve consultar o médico antes de tentar o jejum intermitente. Isso é especialmente importante se você tem diabetes, tem problemas com o controle do açúcar no sangue, tem pressão baixa, toma medicamentos ou é uma mulher com histórico de amenorreia (ausência de menstruação)”, detalhou o pesquisador da área de nutrição. Aproveite para conferir se diabético pode fazer jejum intermitente.

Com os alertas feitos, podemos relatar que existem métodos do jejum intermitente que se baseiam em ficar algumas horas sem comer diariamente. Um deles é o 16/8 ou Protocolo Leangains, que consiste em jejuar ao longo de 14 a 16 horas todos os dias e restringir todas as refeições diárias a uma janela de 8 a 10 horas.

O problema de seguir um método como esse e ficar a maior parte do dia sem comer nada todos os dias é que pode ser um tanto quanto difícil para uma pessoa sustentar essa rotina por muito tempo.

Além disso, pode ser desafiador conseguir consumir todas as calorias e os nutrientes que o organismo necessita para funcionar apropriadamente em um intervalo de somente 8 a 10 horas. É necessário lembrar que algumas pessoas apresentam dificuldades para conseguir consumir grandes quantidades de alimentos em pouco tempo.

Isso sem contar que, de acordo com o profissional de saúde holística Jerome Huff, não é necessário fazer o jejum intermitente todos os dias para ter resultados com o programa alimentar.

Por outro lado

O fato de existir um método ou protocolo de jejum intermitente que envolve passar horas sem comer diariamente pode indicar que, pelo menos para algumas pessoas, pode ser possível fazer jejum intermitente todos os dias.

Por exemplo, elas podem reservar a maior parte das horas em jejum no dia para o período em que dormem e, desta maneira, passar todo o tempo em que não pode comer com maior facilidade.

Entretanto, como saber se você é uma dessas pessoas? Não existe solução melhor do que consultar o médico e, depois que receber a aprovação para seguir o jejum intermitente, perguntar se o método ou protocolo que prevê ficar diversas hora sem comer todos os dias é realmente indicado para você ou se isso pode ser perigoso para a sua saúde.

É importante ter em mente que enquanto algumas pessoas podem ficar bem ao seguir o jejum intermitente diariamente, outras podem ter prejuízos ao fazer isso. Tudo porque cada indivíduo tem um organismo diferente, com diferentes condições de saúde e diferentes hábitos.

Portanto, não faça o jejum do método diariamente somente porque isso deu certo para alguma pessoa famosa ou para um conhecido seu. Siga-o somente depois que tiver a autorização do médico e sob a supervisão de um nutricionista.

Caso mesmo com a liberação e o acompanhamento dos profissionais de saúde você venha a se sentir mal e apresentar sintomas incômodos, estranhos ou indesejáveis enquanto segue o jejum intermitente diário, não insista e procure imediatamente o auxílio médico, mesmo que não imagine se tratar de algo tão grave assim.

Isso é fundamental para checar a real seriedade da situação, receber o tratamento que for necessário e verificar se pode continuar a seguir o jejum intermitente diário ou se deve abandonar o programa alimentar e substituí-lo por outra abordagem de dieta.

Sinais de que o jejum intermitente pode não ser uma boa escolha para você

Existem 10 efeitos colaterais do jejum intermitente que requerem que a luz vermelha de atenção seja acesa, e o regime seja interrompido e que o médico e/ou o nutricionista seja consultado. São eles:

  • Ficar ranzinza, rabugento ou irritado de maneira geral, devido ao fato de não poder comer quando o seu corpo sinaliza a fome;
  • Mudanças de humor;
  • Fadiga ou névoa cerebral (falta de clareza mental);
  • Obsessão em relação aos alimentos – passar tempo em excesso pensando na quantidade ou qualidade dos alimentos que vai consumir, o que pode resultar no desenvolvimento de um distúrbio chamado de ortorexia;
  • Hipoglicemia – níveis baixos de açúcar no sangue, que envolver sintomas como tontura, dores de cabeça e náusea persistente. Entretanto, esses não são os únicos sinais da hipoglicemia;
  • Queda de cabelo – uma perda de peso repentina ou a deficiência de nutrientes como proteínas e vitaminas do complexo B pode provocar o problema;
  • Alterações no ciclo menstrual – que também pode ocorrer em decorrência de uma diminuição dramática de peso ou da falha contínua de fornecer uma quantidade suficiente de calorias ao organismo a cada dia;
  • Prisão de ventre – que pode ser desenvolvida pelo consumo insuficiente de líquidos, vitaminas proteínas ou fibras;
  • Não comer de maneira saudável na janela de alimentação do jejum intermitente, consumindo muitas calorias para compensar as horas a fio sem comer nada e/ou ingerir besteirinhas, guloseimas, frituras e fast-foods nada nutritivos;
  • Perturbações do sono.

Vídeos:

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Fontes e Referências Adicionais:

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Sintomas de cistite e como é feito o diagnóstico

A cistite corresponde à inflamação da bexiga, na maioria das vezes devido à infecção por bactérias, principalmente Escherichia coli, e leva ao aparecimento de sinais e sintomas que podem ser…
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