9 benefícios do chá de camomila para a saúde

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Como usar o coletor menstrual (e outras 6 dúvidas comuns)

O coletor menstrual, também conhecido como copo menstrual, é uma ótima estratégia para substituir o absorvente durante a menstruação, sendo uma opção mais confortável, econômica e…
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Endoscopia: o que é, para que serve e como se preparar

A endoscopia digestiva alta é um exame no qual um fino tubo, chamado endoscópio, é introduzido através da boca até ao estômago, para permitir observar as paredes de órgãos como o…
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Colonoscopia: o que é, como deve ser o preparo e para que serve

A colonoscopia é um exame que avalia a mucosa do intestino grosso, sendo especialmente indicado para identificar a presença de pólipos, câncer intestinal ou outros tipos de…
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Ultrassom transvaginal: o que é, para que serve e como se preparar

O ultrassom transvaginal, também conhecido como ultrassonografia transvaginal, ou apenas transvaginal, é um exame de diagnóstico que utiliza um pequeno aparelho, que é introduzido na…
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Ultrassom abdominal: para que serve, como é feito e preparo

O ultrassom ou ultrassonografia (USG) abdominal é o exame realizado para identificar alterações no abdômen, que utiliza ondas sonoras de alta frequência para visualizar órgãos…
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Bicicleta ergométrica: onde comprar e planilha de treinos em casa

Por que não aproveitar a quarentena (e o fato de que todas as academias estão fechadas) para começar a treinar na bicicleta ergométrica esquecida no canto da sala – ou então até alugar ou comprar a sua? Ela é uma arma infalível para trabalhar o seu sistema cardiorrespiratório. “Pedalar é um exercício aeróbico muito eficiente para quem quer melhorar o condicionamento físico”, diz o professor Vinicius Dias, da academia Bio Ritmo, em São Paulo. E mais: você ainda pode fortalecer pernas e glúteos, já que o trabalho muscular nessa região é intenso.

Então, está mais do que na hora de colocar a bike para funcionar a seu favor. O professor Vinicius montou um programa ideal para quem vai começar a pedalar, mas já tem um nível de condicionamento físico razoável. “Na primeira semana, o exercício é mais tranquilo para a adaptação. A partir da segunda, você começa a pegar pesado.”

O plano dura um mês e a variação do ritmo e da carga é que deixa as sessões mais intensas. Essa é a grande sacada do treino intervalado: você começa pedalando devagar, depois aumenta o ritmo, desce novamente, dá um pique rápido… “Esse tipo de exercício promove uma queima calórica maior do que o treinamento contínuo porque você aguenta pedalar por mais tempo”, garante o professor.

Se quiser continuar seguindo o programa depois de um mês, basta aumentar a carga, mantendo a regularidade de quatro vezes por semana e respeitando a frequência cardíaca indicada. Bom treino!

 

Como usar a bicicleta ergométrica: acerte a carga

O peso é um dos recursos para intensificar o trabalho muscular. Quanto mais pesada estiver a bike, maior o estímulo nos músculos das pernas e dos glúteos. As cargas variam muito de acordo com o equipamento, mas geralmente são medidas em uma escala que vai de 1 a 10. Caso sua bicicleta tenha outra escala, você pode utilizar a percepção de esforço (abaixo) ou fazer uma continha: veja qual é o peso máximo da bike, divida por três e encontre as três faixas de carga para o treinamento.

Carga baixa: de 1 a 3. Você praticamente não percebe o trabalho muscular.

Carga intermediária: de 4 a 6. Você sente o trabalho muscular.

Carga alta: de 7 a 10. O trabalho muscular é muito intenso.

 

Entre no ritmo

O que vai determinar o ritmo das pedaladas é a sua frequência cardíaca. É importante monitorá-la e mantê-la dentro da faixa indicada no treino. Para isso, o primeiro passo é calcular a frequência cardíaca máxima (FCM), subtraindo a sua idade de 220. Se tem 20 anos, FCM: 220 – 20 = 200. Para pedalar entre 65% e 70% da FCM, faça o cálculo: se a sua FCM for 200, a conta é 200 x 0.65 (130) e 200 x 0.7 (140).

Isso significa que você terá que manter o batimento cardíaco entre 130 e 140 vezes por minuto. Se tiver frequencímetro, melhor (os modelos mais baratos custam, em média, 150 reais). O aparelho mede com precisão seus batimentos cardíacos e avisa quando você sai da faixa indicada. Caso não tenha, utilize a tabela de percepção de esforço abaixo, criada pela academia Bio Ritmo para as aulas de ciclismo indoor.

  • 65% da FCM: Fácil. Não modifica a respiração, não cansa as pernas, é um passeio de bicicleta;
  • 70% da FCM: Moderado. Respiração ainda normal, pernas começam a sentir a resistência do pedal, saindo da zona de conforto;
  • 75% da FCM: Moderado alto. Respiração quase ofegante, pernas sentem a resistência do pedal, levemente desconfortável;
  • 80% da FCM: Forte. Respiração ofegante (mas consegue suportar), pernas levemente cansadas, desconfortável;
  • 85% da FCM: Muito forte. Respiração bem ofegante, pernas cansadas, sensação de que não dá para aguentar muito tempo;
  • 90% da FCM: Extenuante. Respiração extremamente ofegante, pernas muito cansadas, sensação de querer parar o mais rápido possível.

 

Para o exercício na bicicleta ergométrica render mais

Pequenos cuidados tornam as pedaladas mais seguras e eficientes:

  • Alongamento. É importante alongar os músculos, principalmente das pernas, antes e depois de pedalar, para evitar lesões. Os alongamentos iniciais também ajudam a proporcionar mais rendimento da musculatura durante a prática.
  • Hidratação na medida. Tenha uma garrafinha de água sempre à mão e beba aos poucos durante todo o exercício. Desidratado, seu corpo perde rendimento e até a contração muscular fica prejudicada.
  • Roupas adequadas. Use camisetas que permitam a transpiração. Como você vai ficar sentado durante muito tempo, pode optar por uma bermuda acolchoada, com proteção extra no bumbum (à venda em lojas de artigos esportivos). Prefira tênis com solado mais rígido, pois assim você exige menos da musculatura do arco do pé e evita dores após o exercício.
  • Distração por perto. Vale ligar a TV no seu programa preferido ou ouvir uma música bem animada (dance, tecno e rock são ótimos ritmos para movimentos rápidos e que exigem força). Dessa maneira, o tempo passa voando!
  • Mantenha a rotina. Escolha um horário fixo para malhar. Com o equipamento disponível 24 horas por dia, é comum deixar para se exercitar sempre que sobrar um tempinho. Aí você corre o risco de adiar para depois e depois… E acaba não pedalando nunca.
  • Ambiente agradável. Coloque a bicicleta ergométrica em local ventilado. Caso contrário, vai sentir calor rápido e perder o pique. Ajuste a altura do banco de forma que o joelho da perna que está no pedal mais baixo fique semiflexionado. Mantenha o tronco reto, olhe para a frente e incline a cabeça levemente para baixo.

 

Planilha de treinos na bicicleta ergométrica

Este programa dura um mês e fica mais desafiador a cada semana. Veja como fazer:

1ª semana: Segunda-feira

Tempo: 45 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min entre 70 e 75% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 80% da FCM e carga intermediária + 1 min ritmo lento e sem carga – repetir 5 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

1ª semana: Quarta-feira

Tempo: 45 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min entre 70 e 75% da FCM e carga baixa;
  • 4 min a 80% da FCM e carga intermediária + 1 min a 85% da FCM e carga intermediária + 1 min ritmo lento e sem carga – repetir 5 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

1ª semana: Sexta-feira

Tempo: 45 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 10 min a 75% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min a 80% da FCM e carga intermediária;
  • 10 min a 75% da FCM e carga intermediária;
  • 10 min a 80% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

1ª semana: Sábado

Tempo: 45 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa,
  • 5 min entre 70 e 75% da FCM e carga baixa,
  • 5 min a 80% da FCM e carga intermediária + 1 min ritmo lento e sem carga – repetir 5 vezes,
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

2ª semana: Segunda-feira

Tempo: 60 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa,
  • 5 min a 75% da FCM e carga baixa,
  • 4 min a 80% da FCM e carga intermediária + 4 min a 85% da FCM e carga intermediária + 1 min ritmo lento e sem carga – repetir 5 vezes,
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

2ª semana: Quarta-feira

Tempo: 55 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga baixa;
  • 4 min a 80% da FCM e carga intermediária + 2 min a 85% da FCM e carga intermediária + 2 min a 75% da FCM e carga intermediária – repetir 5 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

2ª semana: Sexta-feira

Tempo: 60 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 10 min a 75% da FCM e carga intermediária + 10 min a 80% da FCM e carga intermediária + 5 min a 85% da FCM e carga intermediária – repetir 2 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

2ª semana: Sábado

Tempo: 60 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga baixa;
  • 4 min a 80% da FCM e carga intermediária + 4 min a 85% da FCM e carga intermediária + 1 min ritmo lento e sem carga – repetir 5 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

3ª semana: Segunda-feira

Tempo: 50 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga baixa;
  • 2 min a 80% da FCM e carga intermediária + 1 min a 75% da FCM e carga intermediária + 2 min a 85% da FCM e carga intermediária – repetir 7 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

3ª semana: Quarta-feira

Tempo: 55 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga baixa;
  • 3 min a 80% da FCM e carga intermediária + 2 min a 85% da FCM e carga intermediária – repetir 5 vezes;
  • 5 min entre 70 e 75% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min a 80% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min a 85% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

3ª semana: Sexta-feira

Tempo: 60 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga intermediária;
  • 10 min a 80% da FCM e carga intermediária + 5 min a 85% da FCM e carga intermediária – repetir 3 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

3ª semana: Sábado

Tempo: 50 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga intermediária;
  • 2 min a 80% da FCM e carga intermediária + 1 min a 75% da FCM e carga intermediária + 2 min a 85% da FCM e carga intermediária – repetir 7 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

4º semana: Segunda-feira

Tempo: 60 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min a 80% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min a 85% da FCM e carga intermediária ou alta + 1 min a 90% e carga intermediária ou alta + 2 min ritmo lento e sem carga – repetir 5 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

4º semana: Quarta-feira

Tempo: 50 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga intermediária;
  • 3 min a 80% da FCM e carga intermediária + 4 min a 85% da FCM e carga intermediária ou alta – repetir 5 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

4º semana: Sexta-feira

Tempo: 60 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 10 min a 75% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min a 80% da FCM e carga intermediária + 5 min a 85% da FCM e carga intermediária ou alta – repetir 4 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

4º semana: Sábado

Tempo: 60 min.

  • 5 min entre 65 e 70% da FCM e carga baixa;
  • 5 min a 75% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min a 80% da FCM e carga intermediária;
  • 5 min a 85% da FCM e carga intermediária ou alta + 1 min a 90% e carga intermediária ou alta + 2 min ritmo lento e sem carga – repetir 5 vezes;
  • 5 min ritmo lento e sem carga.

 

Onde comprar sua bicicleta ergométrica

Bicicleta ergométrica Mini Bike Simulador, R$ 389,90 Ideal para quem deseja se exercitar em casa. Pode ser colocada em qualquer superfície.

 

 

 

 

 

 

Bicicleta Ergométrica Podiumfit V50 Silenciosa, R$ 1.290,00 Confortável, compacta, silenciosa e segura. 

 

 

 

 

 Bicicleta Ergométrica Kr5.6 – Bivolt, Kikos, Cinza, R$ 4.100,00 Possui assento ergométrico macio e tem níveis de resistência eletromagnética, proporcionando suavidade ao pedalar.

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Grávida Pode Tomar Chá de Erva-Doce? Faz Mal?

Erva-doce

Confira se uma mulher grávida pode tomar chá de erva-doce ou se essa bebida é um dos itens que devem ser evitados durante a gestação.

A erva-doce é uma planta que também pode ser popularmente chamada de anis-verde, aniz e pimpinela-branca. Algumas pessoas têm o costume de utilizá-la para combater problemas como azia, má digestão, gases e dor de barriga.

Outras utilizam essa erva aromática na culinária, como aromatizante de bebidas ou na perfumaria. Acredita-se que ela apresente nutrientes importantes como potássio e vitamina C em sua composição, além de quantidades pequenas de vitamina A, vitaminas do complexo B, cálcio, magnésio, cobre, ferro, manganês e zinco.

Por esse motivo existem tantos benefícios do chá de erva-doce para a saúde e boa forma e muita gente procura aprender como plantar erva-doce em casa para ter a sua própria em casa.

Mas será que são todas as pessoas podem tomar um chá de erva-doce ou algumas precisam ter cuidado com a bebida? Por exemplo, você já ouviu falar que ela faz mal para as gestantes?

Será que a grávida pode tomar chá de erva-doce?

Alguns nutricionistas alertam que, quando consumida em excesso, a erva-doce pode provocar efeitos colaterais como reações alérgicas, náuseas e vômito – o que certamente não é nada agradável para uma gestante que já precisa lidar com os sintomas de uma gravidez, não é mesmo?

Além disso, o óleo de erva-doce é contraindicado ao longo de uma gestação pois pode aumentar os níveis de estrogênio, e dessa forma estimular a menstruação.

Quando os óleos essenciais da erva-doce são consumidos em excesso, existe o risco de haver hipersensibilidade cutânea, respiratória e gastrointestinal, além da chance de que distúrbios como paralisias musculares e congestão cerebral sejam desenvolvidos (para qualquer pessoa).

Por outro lado, o chá de erva-doce pode ser utilizado na gravidez em casos de ansiedade ou de dores leves.

De acordo com informações, o chá de erva-doce possui propriedades calmantes e digestivas que promovem uma sensação de relaxamento tanto para a futura mamãe quanto para o seu filho.

Durante a gestação, a futura mamãe deve optar pelos chás calmantes claros, entretanto, não deve consumi-los diariamente. Os mais indicados são justamente os chás de erva-doce e o chá de erva cidreira, que também apresenta efeito calmante.

Ou seja, uma grávida pode chá de erva-doce, sempre com parcimônia, já que a bebida não exerce nenhum tipo de efeito em relação ao útero ou ao neném.

No entanto, vale ressaltar o fato de existirem poucos estudos a respeito dos efeitos das plantas medicinais ao longo dos nove meses de gestação, e por isso o ideal é sempre conversar com o obstetra.

O modo de usar também importa

Quando queremos saber se a grávida pode tomar chá de erva-doce ou qualquer outro tipo de chá à base de ervas ou não precisamos obrigatoriamente pensar na questão da dosagem.

Isso porque, mesmo quando se trata de um chá liberado para uma gestante, uma utilização inadequada, principalmente em quantidades exageradas, poderá sim trazer malefícios.

Daí mais um motivo de ser tão importante conversar com o médico não simplesmente para saber se pode tomar o chá de erva-doce, como também para entender em que quantidade e frequência máxima a bebida pode ser ingerida.

É importante levar em consideração ainda que as recomendações do médico podem variar de gestante para gestante. Isso porque cada gravidez apresenta as duas particularidades, podendo existir diferentes graus de riscos e necessidades para cada futura mamãe e neném.

Mais importante do que saber se a grávida pode tomar chá de erva-doce

É que a mulher que espera um neném conte com o acompanhamento individualizado com o médico e o nutricionista para saber tudo o que pode e não pode fazer, comer e beber ao longo de toda a sua gestação.

Precisamos registrar que embora sejam produtos naturais, diversos chás são contraindicados para as grávidas. Portanto, antes de começar a tomar qualquer um, a gestante realmente precisa consultar o médico.

Além disso, vale a pena conhecer quais são os alimentos essenciais para grávidas e quais são os alimentos proibidos na gravidez para evitá-los.

Vídeo:

Gostou das dicas?

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar que grávida pode tomar chá de erva-doce? Costuma tomar algum chá durante a gravidez? Comente abaixo!

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