Quem Não Pode Fazer Jejum Intermitente?

Jejum intermitente

Veja quem não pode fazer jejum intermitente, já que embora proporcione benefícios para a saúde de várias pessoas, ele pode ser perigoso para outras.

Jejum intermitente significa passar longos períodos sem comer, e um número crescente de especialistas em boa forma afirma que esta prática pode ajudar as pessoas a perder gordura e melhorar a saúde.

Porém, essa técnica não é realizada exclusivamente pelas pessoas que se dedicam à boa forma ou nutrição. De fato, todas as pessoas realizam essa prática diariamente de alguma forma, como por exemplo enquanto dormem.

Acontece que as pessoas que fazem jejum intermitente apenas prolongam o período de tempo em que não comem.

Existem várias maneiras de fazer jejum intermitente e estudos seguem provando os seus benefícios para a diminuição da gordura corporal, os benefícios para a diabetes, entre outros.

Porém, mesmo com todos esses benefícios do jejum intermitente, para algumas pessoas ele pode ter o efeito oposto. Veja agora quem não pode fazer jejum intermitente.

1. Pessoas com problemas de sono

As refeições e os horários de alimentação podem interferir no ritmo circadiano e afetar o sono.

A maioria dos estudos que abordam o efeito do jejum intermitente neste sistema, no sono e na sonolência diurna demonstra atrasos súbitos e significativos na hora de dormir e no estado de vigília durante o jejum intermitente.

Por outro lado, existem algumas evidências preliminares de que o jejum intermitente pode melhorar o sono, impedindo que você acorde no meio da noite.

Quando as pessoas começam o jejum mais cedo, a janela para comer também tende a expirar bem antes de irem para a cama, o que os ajuda a evitar lanches noturnos, que por sua vez pode melhorar a qualidade do sono.

Porém, Alissa Rumsey, nutricionista de Nova York, disse que o jejum intermitente também pode atrapalhar seu ciclo de sono ou levar a noites agitadas.

Vários estudos mostraram que o jejum pode diminuir sua quantidade de sono REM, podendo afetar a memória, o humor e a capacidade de aprendizado, e por isso ele não é recomendado para pessoas com problemas para dormir.

2. Pessoas com ortorexia

Não apenas o jejum intermitente, mas todas as dietas no geral podem dar origem à ortorexia, um distúrbio que envolve uma obsessão por manter uma alimentação saudável, uma dieta perfeita.

Alguns dos sinais de ortorexia incluem a necessidade de conversar sobre sua dieta o tempo todo e uma grande preocupação com a próxima refeição.

Um sinal importante é quando sua dieta começa a se tornar inflexível, disse Alissa Rumsey, nutricionista de Nova York. Isso inclui alterar ou cancelar passeios sociais porque eles não se alinham aos seus hábitos alimentares.

3. Pessoas que sofrem com ansiedade e/ou estresse

A vida já é repleta de estresse e ansiedade, e o jejum pode aumentar essas emoções. Por isso, quem sofre com estes problemas está dentro do grupo de quem não pode fazer jejum intermitente.

Para alguns, esses sentimentos se afloram a partir da ideia de que devem comer mais do que realmente precisam, mas nem tudo está na sua cabeça: estudos mostram que a fome pode aumentar o cortisol, o hormônio do estresse, deixando-o com “fome”.

A cafeína, um alimento básico entre os praticantes do jejum intermitente, aumenta a ansiedade e o estresse quando você exagera.

Especialistas recomendam trocar o café pelo chá verde, que contém cafeína, junto com o aminoácido calmante L-teanina.

Dito isto, o jejum também pode cultivar uma resiliência ao estresse, já que alguns pesquisadores acreditam que as células respondem ao estresse relacionado ao exercício de maneira semelhante ao jejum intermitente, o que é apenas mais um motivo para acreditar que nenhuma dieta é adequada para todos.

4. Compulsão alimentar

Você pode sentir fome depois de jejuar durante 18 horas, mas isso não lhe dá licença para se deliciar com um cheeseburger com bacon e batatas fritas.

“Os promotores do jejum intermitente, talvez sem querer, incentivam comportamentos extremos, como a compulsão alimentar”, disse o Dr. Roger Collie em sua pesquisa publicada na revista acadêmica Canadian Medical Association Journal”

Frequentemente eles retratam pessoas comendo montes de alimentos ricos em calorias e gordura, como hambúrgueres, batatas fritas e bolo.

O problema é que se você jejuar, poderá devorar tanto lixo quanto sua garganta conseguir engolir”.

E não é assim que o jejum intermitente deve funcionar, e por isso, as pessoas que têm compulsão alimentar devem evitar seguir essa técnica para não acabar exagerando e até mesmo comendo mais do que se não tivesse jejuado.

5. Atletas e pessoas que praticam muito exercício físico

Anthony D’Orazio, diretor de nutrição e físico da Complete Human Performance, disse que não daria um protocolo de jejum para um atleta que se exercita mais de uma vez por dia.

É uma prática bastante comum em seu trabalho, pois alguns clientes são triatletas que levantam pela manhã e fazem treinamento de resistência à tarde ou à noite.

Para alimentar adequadamente os atletas para a prática desses exercícios, D’Orazio diz que eles estão entre quem não pode fazer jejum intermitente.

Krista Scott-Dixon, diretora da Precision Nutrition disse: “Acho que um dos problemas com qualquer tipo de dieta ou exercícios é quando as pessoas consideram isso fora de contexto. Mesmo algo que é ‘bom’ pode não ser bom para você. Temos que considerar o quadro como um todo.” continuou a especialista.

6. Crianças, adolescentes e mulheres grávidas

O jejum pode afetar os hormônios envolvidos no crescimento, de modo que crianças e adolescentes que ainda estão crescendo não devem fazer jejum intermitente. O mesmo se aplica às mulheres grávidas. Quem está amamentando também deve evitar o jejum intermitente.  

Outras situações que você não deve fazer jejum intermitente:

  1. Se estiver tomando anticoagulante como a varfarina.
  2. Se tiver um IMC – Índice de Massa Corporal – abaixo de 18,5 ou se estiver abaixo do peso.
  3. Menores de 18 anos.
  4. Se estiver com uma condição de saúde ou estiver tomando alguma medicação sob prescrição médica deverá conversar com o seu médico antes de iniciar tanto o jejum intermitente como qualquer outra dieta ou prática de exercício físico.

Esses são os principais exemplos de quem não pode fazer jejum intermitente. Mesmo que você não se enquadre em nenhuma dessas opções, o mais adequado é conversar com o seu médico ou nutricionista antes de começar qualquer dieta.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia quem não pode fazer jejum intermitente? Tem desejo de experimentar esse modelo de dieta? Comente abaixo!

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Sal Sem Iodo Faz Mal? É Perigoso?

Sal

Confira se o consumo de sal sem iodo faz mal, quais são os possíveis danos à saúde e as melhores opções para uma dieta mais saudável e nutritiva.

O sal é utilizado há muitos anos pelo homem para diversas finalidades, como conservar os alimentos por mais tempo. No entanto, seu consumo excessivo nas últimas décadas vem desencadeando certas patologias, como problemas renais e hipertensivos. Existe até um novo sal para hipertensos criado com o objetivo de reduzir esses danos

No entanto, seu consumo regular de sal é também necessário para a saúde devido à concentração de iodo que o alimento possui durante sua fabricação. Dessa maneira, uma pergunta comum a muitas pessoas é se sal sem iodo faz mal.

Afinal, sal sem iodo faz mal?

Desde 1953 é obrigatória a adição de iodetos ou iodatos ao sal de cozinha. A iodação do sal é algo fiscalizado pela Anvisa, por determinação do Ministério da Saúde.

O consumo regular e frequente de sal não-iodado em substituição à versão com iodo é prejudicial à saúde, sim, pois essa substância é essencial para o funcionamento adequado de certas partes do organismo humano. Sendo assim, o seu consumo regular é importante e necessário para a manutenção de algumas funções do corpo.

Isso não quer dizer que o consumo esporádico do sal sem iodo faz mal, mas, via de regra, é necessário haver o consumo frequente e em pequenas quantidades do sal iodado para não haver certas disfunções.

Por que o consumo de iodo é necessário?

O iodo é um micronutriente necessário para o desenvolvimento e funcionamento do organismo. Ele é utilizado na glândula tireoide – presente na parte frontal do pescoço –  para sintetizar os hormônios tiroxina (T3) e triiodotironina (T4). Esses hormônios, por sua vez, são responsáveis pela manutenção do fluxo de energia – imprescindível para o funcionamento dos órgãos vitais e para a manutenção do aquecimento corpóreo –, assim como pelo crescimento físico e desenvolvimento neurológico.

De acordo com a Anvisa, o sal para consumo humano deve ser enriquecido com teor igual ou superior de 15 miligramas de iodo, sendo o máximo aceitável 45 miligramas por quilo de sal. Ainda de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a regulamentação exercida sobre a iodação do sal em território brasileiro segue os parâmetros recomendados pela Organização Mundial da Saúde, a OMS.

Distúrbios por deficiência de iodo

Como no Brasil a iodação do sal de cozinha é obrigatória, a incidência de distúrbios causadas por deficiência de iodo é pequena. No entanto, há certos países onde há alarmantes números de pessoas acometidas por danos irreparáveis causados por falta de iodo no organismo.

Algumas das doenças provocadas pela deficiência desse micronutriente incluem cretinismo infantil, caracterizado pelo retardo mental grave e irreversível, além de anomalias congênitas, surdo-mudez, bem como o bócio – uma das manifestações clínicas mais fisicamente perceptíveis causada pelo DDI, que faz com que a glândula da tireoide cresça, formando uma espécie de nódulo na base frontal do pescoço, que pode desencadear crises de tosse e, mais raramente, sensação de aperto na garganta e dificuldade em respirar.

Além disso, outros sintomas de distúrbios por deficiência de iodo incluem nascimento de crianças com baixo peso, aumento de risco de mortalidade materna, abortos e complicações no período gestacional.

Sintomas da deficiência de iodo

Para uma pessoa ser diagnosticada como deficitária de iodo, é necessário se submeter a um exame de urina. Os sintomas que podem acometer um indivíduo quando ele possui baixo teor desse micronutriente no organismo podem incluir:

  • Manifestação de bócio;
  • Perda de cabelo;
  • Glândula tireoide dolorosa ou sensível;
  • Dificuldade em respirar;
  • Dificuldade em engolir;
  • Depressão ou irritabilidade;
  • Confusão mental;
  • Aumento de peso não intencional;
  • Fadiga;
  • Sensação de frio, mesmo no calor.

Benefícios do iodo

Além da necessidade que o organismo possui em relação ao iodo para manutenção das funções mencionadas, há muitos estudos averiguando e apontando os efeitos dessa substância em outros aspectos no corpo humano.

De acordo com um estudo publicado no jornal norte-americano Frontiers in Immunology, estudos in vitro apontaram que a ingestão de iodo também está associada ao desempenho do sistema imunológico.

Ademais, um estudo publicado no Canadian Journal of Surgery aponta que o consumo regular de iodo pode auxiliar no tratamento da doença da mama fibrocística, uma complicação que faz com que nódulos não cancerígenos de formem no seio.

Confira alguns outros benefícios proporcionados pela ingestão de iodo:

1. Desenvolvimento neurológico durante a gravidez

As gestantes precisam consumir mais iodo durante a gravidez para assegurar que o feto receba a quantidade recomendada da substância. O consumo desse micronutriente é necessário para um bom desenvolvimento do cérebro dos bebês.

De acordo com um estudo dirigido por Mark Monahan, integrante do Institute of Applied Health Research, uma subdivisão da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, constatou que os bebês cujas mães tiveram deficiência de iodo durante a gravidez eram mais propensos a crescer com QI mais baixo, além de serem mais suscetíveis a outros atrasos intelectuais.

2. Auxílio no tratamento de câncer de tireoide

O radioiodo também pode ser uma opção de tratamento possível para o câncer de tireoide. Funciona da mesma maneira que o tratamento para hipertireoidismo.

Quando você toma iodo radioativo por via oral, o medicamento destrói as células da tireoide, incluindo as cancerígenas. Pode ser usado como tratamento após a cirurgia da tireoide, por exemplo, visando assegurar que todas as células cancerígenas tenham sido removidas do corpo.

De acordo com a American Cancer Society, os tratamentos com iodo radioativo aumentam significativamente as chances de sobrevivência de pessoas com câncer de tireoide.

3. Desinfecção da água

Outra função do iodo é ser utilizado como agente desinfetante na água, o que pode ser útil se você não tiver acesso à água potável.

O iodo líquido a 2% pode ser adicionada à água em doses de cinco gotas por litro de água limpa. Se a água estiver visivelmente turva, pode-se utilizar dez gotas por litro. Para essa finalidade, também podem ser utilizados comprimidos de iodo, mas, nesse caso, as instruções podem variar de acordo com o fabricante.

No entanto, ainda que a substância seja utilizada para fins de desinfecção da água, é necessário não adotar essa prática como hábito, pois o limite de consumo do iodo deve ser respeitado para evitar outras possíveis complicações.

4. Tratamento de infecções

O iodo pode ser usado topicamente em forma líquida para ajudar a tratar e prevenir infecções. Ele funciona matando bactérias dentro e ao redor de cortes, ralados ou arranhões leves. Essa substância é facilmente encontrada em farmácias.

O uso de iodo tópico deve ser evitado para recém-nascidos e em cortes profundos, bem como em queimaduras ou em mordidas de animais.

Em caso de dúvidas quanto ao uso dessa solução, siga as instruções na embalagem para obter informações de dosagem e não use por mais de 10 dias, a menos que indicado pelo seu médico.

5. Melhora a função cognitiva infantil

A mulher gestante que consome a quantidade adequada de iodo durante a gravidez proporcionará ao seu filho melhores chances de desenvolvimento neurológico e das funções cognitivas.

Isso tende a proporcionar reflexos até mesmo durante a infância, subsidiando a criança com uma função cerebral saudável e menores chances de problemas intelectuais.

Outras fontes de iodo

Além do sal de cozinha, há outros alimentos que são fontes de iodo, que podem ser consumidos para ajudar a regular o nível desse nutriente no organismo. Alguns desses alimentos incluem:

  • Mexilhão;
  • Fígado;
  • Truta;
  • Atum;
  • Queijo;
  • Linguado;
  • Cavala;
  • Bacalhau;
  • Salmão;
  • Ovo;
  • Camarão;
  • Cerveja.

Quantidade recomendada

A quantidade considerada ideal para o consumo diário de iodo dependerá, principalmente, da idade do indivíduo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), a United Nations Children’s Fund (UNICEF) e o International Council for the Control of Iodine Deficiency Disorders (ICCIDD) estipulam que a quantidade recomendada durante a gestação e a lactação é de 200 a 290 mcg por dia. Se estiver grávida, é necessário perguntar ao seu médico sobre a suplementação de iodo, especialmente se a sua vitamina pré-natal não incluir essa substância.

No caso específico das mulheres, o controle do consumo de iodo deve ser ainda mais regular, pois a substância, ao ser ingerida, é transferida ao bebe via leite materno. Este é um período crucial para o desenvolvimento do cérebro, portanto, os bebês precisam de 110 mcg por dia até atingirem 6 meses de idade.

Já a quantidade recomendada para adultos não-grávidos é de cerca de 150 microgramas por dia.

Crianças de 1 a 8 anos requerem consumo diário de 90 mcg; de 9 a 13 anos, 120 mcg; e a partir de 14 anos, 150 mcg.

Contraindicações

Embora o consumo de iodo seja seguro e necessário à manutenção da saúde de humanos e de certos animais, a ingestão em quantidades excessivas pode representar certos danos e efeitos colaterais.

Altas doses diárias de iodo podem desencadear crises de dor de estômago, diarreia, corrimento nasal, dores de cabeça, além de outros desconfortos gastrointestinais. Alguns sintomas mais raros podem incluir febre, desconforto nas articulações, hemorragias, coceiras, inchaços nos lábios e, em alguns casos, pode ser letal.

Dessa maneira, a suplementação em iodo só deverá ser adotada sob prescrição médica.

Fontes e Referências adicionais:

Você já tinha ouvido falar que sal sem iodo faz mal? Costuma utilizar sal iodado em casa? Comente abaixo!

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Como Começar a Correr – 9 Dicas Importantes para Iniciantes

Correndo

Veja dicas de como começar a correr mesmo sem nunca ter praticado essa prática que tem o poder de mudar a vida de qualquer pessoa.

A corrida é um esporte gratuito que você pode praticar em qualquer lugar e queima mais calorias do que muitos outros exercícios convencionais.

Se você quer saber como começar a correr porque se animou vendo atletas de corrida, ou simplesmente porque está procurando uma maneira de ser mais ativo ou perder peso, terá nesse esporte um grande aliado.

Existem vários benefícios da corrida para a saúde. Segundo cientistas, uma corrida de 1 hora pode aumentar 7 horas de vida, enquanto outras pesquisas estão descobrindo como esse esporte pode ajudar a prevenir o câncer, além de vários outros motivos pelos quais a corrida faz bem para você.

Veja agora essas dicas de como começar a correr que foram criadas para tornar esse esporte uma experiência segura e agradável para iniciantes, além de te ajudar a ir aumentando cada vez mais o seu percurso e tempo.

Antes de começar a correr

Se você não está ativo há um tempo, o ideal é começar devagar e ir aumentando aos pouco o seu tempo de corrida conforme vai aumentando o seu condicionamento físico.

Embora a corrida exija pouco equipamento, o ideal é ter um par de tênis adequado ao seu tipo de pé, pois isso pode te proporcionar melhor conforto.

Existem muitos tipos de tênis presentes no mercado, portanto, converse com um vendedor especializado em corrida para que ele avalie o seu pé e assim possa encontrar o sapato correto. Aproveite para conferir como escolher um tênis para corrida ideal para você.

A estrutura do tênis enfraquece com o tempo, principalmente devido ao uso regular, por isso especialistas em corrida recomendam a substituição de tênis entre 482 a 644 km corridos.

As mulheres também devem considerar usar um top ou sutiã esportivo, pois eles são mais resistentes que o sutiã comum e fornecem suporte adicional.

Planeje suas corridas e anote quando e onde correu. Se preferir, existem aplicativos que fazem isso para você além de monitorar a sua corrida e fornecer a quantidade de km percorrido, calorias perdidas, trajeto, etc.

Desta maneira você poderá acompanhar o seu progresso o que será um motivador ainda maior.

Se você se sentir fora de forma, acabou de se recuperar de uma lesão ou está preocupado com alguma condição de saúde existente, consulte um médico antes de começar a correr.

Como começar a correr

1. Comece agora mesmo

Você pode passar semanas, meses e até mesmo anos pensando nisso e buscando dicas de como começar a correr ao mesmo tempo que você pode simplesmente colocar um par te tênis e sair correndo por aí regularmente.

“A coisa mais importante quando você começa é estabelecer um hábito” disse Matthew Meyer, treinador de corrida no Mile High Run Club de Nova York e Streets 101.

Esqueça a ideia de atingir um certo ritmo ou uma certa distância, em vez disso apenas defina uma meta de tempo.

Meyer diz que um bom objetivo para iniciantes é correr tanto ao ar livre como em uma esteira por 20 minutos três dias por semana. Com o passar do tempo, vá aumentando para até quatro dias e em seguida poderá aumentar de 20 minutos para 25 e assim por diante.

Sascha Wingenfeld, instrutor de saúde e triatleta que treina corredores desde iniciantes até profissionais há mais de 10 anos, aconselhou: “Divida a sua corrida em intervalos e tente mantê-la curta no início. Não tenha vergonha de caminhar entre os intervalos para poder se recuperar um pouco”.

Depois de algum tempo, você poderá começar a aumentar as seções de corrida e reduzir a caminhada.

2. Adote o método correr/caminhar

É no começo que muitos corredores acabam errando. Você decide começar a correr e segue com a melhor das intenções, porém pode ser que não tenha a melhor preparação.

Quatro minutos depois de começar a correr várias partes do corpo já dóem e você sente que está morrendo, mas não se desespere, você precisa começar mais devagar, porque sair correndo quilômetros e quilômetros seguidos leva tempo e treino.

“Toda pessoa fisicamente capaz pode ser um corredor”, disse Gordon Bakoulis, treinador de corrida da cidade de Nova York. “Comece devagar e vá se desenvolvendo gradualmente”.

A maioria dos treinadores concorda que a melhor maneira de se tornar um corredor é com um programa de corrida e caminhada. Com esse objetivo de 20 minutos em mente, concentre-se em alguns minutos de corrida seguidos por um período de caminhada.

Meyer sugere tentar correr por três minutos e caminhar por um minuto. Continue alternando até atingir a sua meta de tempo, sempre terminando com um período de caminhada para desacelerar o seu corpo.

Se você não estiver confortável com apenas um minuto de caminhada entre as corridas, Christine Hinton, treinadora certificada pelo Road Runners Club of America em Maryland, Estados Unidos, diz que não há problema em começar com quatro minutos de caminhada e apenas dois de corrida.

Se preferir, experimente este plano de correr/caminhar de 10 semanas:

Treino de corrida de 10 semanas para iniciantes

Comece e termine cada treino com cinco minutos de caminhada e alterne a corrida/caminhada durante 30 minutos.

  • 1ª Semana: 2 minutos correndo / 4 minutos caminhando;
  • Semana: 3 minutos correndo/ 3 minutos caminhando;
  • Semana: 4 minutos correndo / 2 minutos caminhando;
  • Semana: 5 minutos correndo / 3 minutos caminhando;
  • 5ª Semana: 7 minutos correndo / 3 minutos caminhando.
  • 6ª Semana: 8 minutos correndo / 2 minutos caminhando.
  • 7ª Semana: 9 minutos correndo / 1 minuto caminhando.
  • 8ª Semana: 13 minutos correndo / 2 minutos caminhando.
  • 9ª Semana: 14 minutos correndo/ 1 minuto caminhando.
  • 10ª Semana: Corra por 30 minutos!

Não importa quanto tempo você corra, em termos de níveis de esforço pense em atingir de 6 a 7 em um máximo de 10 em termos de nível de esforço durante esses períodos de execução e depois reduza para 2 ou 3 durante a caminhada.

Segundo Meyer, isso significa que ainda deve conseguir manter uma conversa durante esses três minutos de caminhada.

Um aquecimento antes da corrida e esfriar o corpo ativo no final com uma caminhada irão te ajudar a entrar e sair de uma corrida.

3. Siga uma técnica adequada

Desde o seu primeiro dia correndo, trate-se como um corredor, o que significa se aquecer antes de correr e esfriar o corpo no final do treino de maneira adequada.

“Um bom aquecimento torna muito mais fácil seguir em frente”, disse Andrew Kastor, ex-técnico do programa oficial de treinamento online da Maratona de Nova York. “É muito mais do que apenas aumentar o fluxo sanguíneo para os músculos”.

Seu sistema neuromuscular que envolve o cérebro está falando para os seus músculos se contraírem e aumentarem a velocidade.

Seu corpo começa a produzir enzimas que queimam gordura, que ajudam o sistema aeróbico a trabalhar com mais eficiência. O líquido sinovial aquece e ajuda a lubrificar as articulações.

“Muitos iniciantes pulam esta etapa sem perceber o quanto torna mais fácil todo o treino” disse Kastor.

Embora esfriar o corpo seja menos perigoso, ele permite que o seu corpo vá gradualmente da corrida para o estado de repouso.

“Apenas alguns minutos de caminhada é tudo o que você precisa para fazer com que o seu ritmo cardíaco volte ao normal e para que o seu corpo elimine qualquer desperdício metabólico criado durante seus esforços”, acrescentou Kastor.

4. Não comece correndo muito rápido

Seu corpo precisa se acostumar com as novas tensões e estresse físico causado pela corrida.

Muitos iniciantes começam a correr muito rápido e em apenas alguns minutos já pagam o preço por isso. Esforço excessivo, frustração, dor ou até mesmo lesões são apenas algumas das consequências.

Por isso, uma das dicas de como começar a correr é começar em um ritmo moderado.

“Mesmo quando você sentir vontade de se soltar, mantenha o mesmo ritmo por toda a distância. Somente aqueles que dão tempo para o corpo se acostumar gradualmente às novas demandas terão sucesso a longo prazo.”

5. Seu corpo precisa de tempo para se recuperar

Você gostou da sua primeira corrida e não vê a hora de sair para correr novamente?

Isso é ótimo, mas você deve ter um dia de descanso antes de sair para correr de novo porque o seu corpo precisa descansar para se recuperar da primeira sessão de corrida.

“Ele (seu corpo) deve se adaptar às novas demandas do sistema cardiovascular e preparar seus músculos e ossos para a próxima corrida”, disse Sascha.

Programe o seu treinamento para que você corra um dia e descanse no dia seguinte.

Este plano simples de treino pode ajudar quem busca como começar a correr a obter o melhor efeito do treino e evitar lesões por excesso neste início.

6. Escolha a superfície correta

Muitos iniciantes se perguntam qual o tipo de superfície correta para começar a correr, mas isso irá depender especificamente do seu treino, já que existem treinos para correr ao ar livre ou na esteira.

Como na maioria dos casos, uma mistura de diferentes superfícies é a escolha certa:

  • Calçada ou rua: Correr nesse tipo de terreno é o ideal para uma corrida mais rápida pois há um risco menor de torcer o tornozelo. “No entanto, é ruim para as articulações porque não amortece os seus passos”, explica Sascha Wingerfeld, que continua “portanto, correr nesta superfície é apenas para corredores muito leves e em boa forma.”
  • Areia: Uma superfície arenosa treina seus músculos e faz com que você levante mais os pés. Correr na areia da praia oferece vários benefícios, mas também riscos, por isso tenha cuidado porque é mais fácil sobrecarregar os músculos da panturrilha.
  • Floresta ou parque: Trata-se de um piso macio que oferece um excelente amortecimento, no entanto, o risco de lesões aumenta devido as raízes, pedras e desníveis no solo.
  • Pista de corrida – Tartan: Essa superfície de pista sintética é flexível, mas a desvantagem é que coloca muito estresse no tendão de Aquiles.
  • Esteira: A esteira permite que você treine o ano todo independente do clima e com um bom amortecimento, mas esse tipo de treinamento exige que você altere “manualmente” a forma que está correndo, já que a esteira se move sob seus pés.

7. Não se acostume com as dores laterais

Muitas pessoas, principalmente iniciantes, sofrem com dores laterais enquanto correm.

Sascha aconselha evitar comer qualquer coisa sólida cerca de duas horas antes de treinar e beber apenas pequenas quantidades.

Quando você sentir uma dor lateral, faça uma pausa e caminhe. Especialistas recomendam que você respire calmamente e em um ritmo mais relaxado. Pressione as mãos contra o lado que dói e não comece a correr novamente até que a dor tenha desaparecido. Quando desaparecer, volte a correr lentamente.

8. Cuide do seu corpo

Correr é um treino de corpo inteiro. O núcleo do seu corpo é o centro de controle. Através dele o movimento do braço influencia todos os movimentos dos quadris para baixo, incluindo o comprimento e a cadência do passo.

Parar correr você precisa de um núcleo forte, saudável e estável. O restante dos músculos também deve estar em boa forma para que você possa relaxar com os pés.

Além disso, um corpo bem condicionado ajuda a evitar lesões por excesso de uso e compensação. Isso se aplica a todas as partes do corpo que estão envolvidas na corrida.

É por isso que o treinamento regular de força leva a um desempenho melhor na corrida.

9. Explore novos lugares

Como dito anteriormente, na dica 6 de como começar a correr, o ideal é mesclar diversos tipos de terrenos, mas isso também serve como uma maneira de se manter motivado.

Encontrar uma nova área para correr e “desbravar” o local faz você acabar indo para lugares que talvez nunca tenha ido antes.

“Você quer se mexer mas também quer estar em um lugar bonito para conhecer e passar um tempo explorando”, disse Meyer.

Se você seguir essas 9 dicas de como começar a correr, verá que irá evoluir no esporte de maneira saudável evitando lesões. Por isso, coloque um par de tênis e comece agora mesmo.

Fontes e Referências Adicionais:

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Como os níveis de colesterol variam na mulher (e valores de referência)

O colesterol na mulher sofre variações de acordo com a sua taxa hormonal e por isso, é mais comum a mulher apresentar a taxa de colesterol mais alta durante a gravidez e menopausa, sendo importante…
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Chá de Orégano para Refluxo Funciona? Como Fazer?

Chá de orégano

Veja se é verdade que tomar chá de orégano para refluxo funciona, o que a ciência diz a respeito e como fazer essa receita em casa.

O orégano é uma erva cultivada há séculos na região do Mediterrâneo e hoje em dia pode ser encontrada na maioria dos continentes – inclusive é muito utilizado como tempero no Brasil.

Entre os vários benefícios do orégano, pesquisas já foram realizadas para saber se orégano emagrece e por isso, as pessoas têm buscado cada vez mais como fazer chá de orégano em casa.

O seu nome é originário das palavras gregas “oros” que significa montanha e “ganos” que significa alegria, ou seja, a palavra orégano significa “alegria das montanhas”.

Originalmente da família das plantas Lamiaceae, esta erva que leva o nome científico de Origanum vulgare geralmente cresce cerca de 50 cm de altura e tem folhas roxas com cerca de 2 a 3 centímetros de comprimento.

Ele tem sido utilizado tanto na culinária como na medicina há séculos, pois acredita-se que contenha potentes antioxidantes e propriedades antibacterianas. Mais abaixo, vamos analisar se, entre elas, vale a pena tomar o chá de orégano para refluxo.

Orégano na medicina alternativa

Além de ser amplamente utilizado como tempero nas receitas mais diversas, o orégano também tem sido utilizado há séculos como medicamento natural para tratar doenças como cãibras, indigestão, asma e diarreia.

Até hoje, ele é usado na Grécia como remédio popular contra resfriados, distúrbios estomacais e para manter a saúde geral.

Os extratos de orégano e os constituintes individuais desta erva têm demonstrado consistentemente ações antimicrobianas in vitro em relação a patógenos que são transmitidos por alimentos.

Porém, a sua capacidade de combater infecções ainda não tenha sido bem estudada.

Propriedades do chá de orégano

O orégano contém vários potentes antioxidantes, o que pode ajudar a combater o estresse oxidativo.

Além disso, ele pode contribuir parcialmente para os resultados de estudos preliminares nos quais esta erva expõe benefícios para os sistemas cardiovascular e nervoso, alivia os sintomas de inflamação e modula os níveis de glicose e lipídios no sangue.

Ainda são necessários mais estudos bem controlados realizados em humanos para reforçar esses efeitos para a saúde.

Embora a segurança dos extratos de orégano e dos seus constituintes individuais para uso medicinal em humanos ainda não tenha sido amplamente estudada, a Comissão Alemã e a American Herbal Products Association relataram não haver riscos de segurança conhecidos que são associados ao uso típico da folha de orégano.

Chá de orégano para refluxo e distúrbios digestivos

A doença do refluxo gastroesofágico ou DRGE ocorre quando o esfíncter esofágico inferior (EEI) não fecha de maneira adequada e o conteúdo do estômago vaza de volta para o esôfago.

O EEI é um músculo em forma de anel localizado na parte inferior do esôfago que atua como uma válvula entre o esôfago e o estômago, e a azia ocorre quando o ácido do estômago refluído toca o revestimento do esôfago, causando uma sensação de queimação no peito.

Quando o refluxo ou a azia ocorre mais de duas vezes por semana pode ser considerado uma DRGE e, eventualmente, pode levar a problemas mais graves de saúde.

Os principais ingredientes ativos do orégano são Carvacrol e timol, que por sua vez são altamente atribuídos às propriedades antifúngicas, anti-parasitárias, anti-inflamatórias, antimicrobianas, antivirais e quase todos os problemas estomacais causados por parasitas, inflamações e micróbios.

As bactérias e toxinas podem causar inflamação no revestimento do estômago, o que é a causa número um de alguns problemas estomacais.

É por isso que muitas vezes é recomendado o chá de orégano para refluxo, bem como para outros problemas digestivos.

Como fazer chá de orégano

Se você gosta de praticidade, a maneira mais simples de fazer chá de orégano é comprando os saquinhos de chá pré-fabricados e os preparar de acordo com as instruções presentes no rótulo do produto.

Outra opção é fazer com as folhas de orégano, que podem ser tanto as frescas como as secas, que normalmente são usadas para temperar seus pratos.

Para isso, ferva uma xícara de água e em seguida, coloque 2 colheres de chá de folhas secas ou frescas de orégano. Deixe as folhas em infusão por cerca de 2 a 4 minutos, peneire e já está pronto para beber.

Efeitos colaterais do chá de orégano

A maioria das pessoas não experimentam efeitos colaterais ao consumir chá de orégano, porém, quando consumido em exagero, cerca de mais de quatro xícaras por dia, pode causar dor de estômago.

Em casos raros, algumas pessoas também podem ter reações alérgicas ao orégano.

Se você é alérgico a algum tipo de menta, como a hortelã por exemplo, evite tomar chá de orégano, pois pode ser que também seja alérgico a ele.

Interações com medicamentos

É importante ser cauteloso ao tomar chá de orégano se estiver tomando medicamentos para:

  • Diabetes: O orégano pode diminuir o nível de açúcar no sangue e os medicamentos para diabetes são usados com este mesmo propósito – tratar a hiperglicemia. Por isso, tomar alguns medicamentos para diabetes junto com orégano pode causar níveis muito baixos de açúcar no sangue e a dose do seu medicamento para diabetes pode precisar ser alterada.
  • Medicamentos que retardam a coagulação sanguínea: Esta erva pode diminuir a coagulação do sangue. Em teoria, tomar chá de orégano junto com medicamentos que também diminuem a coagulação podem aumentar as chances de hematomas e sangramentos.

O orégano é uma erva que oferece vários benefícios à saúde e demonstrou possuir efeitos antivirais, antioxidantes e antibacterianos, porém mais pesquisas em humanos ainda são necessárias para comprovar se chá de orégano para refluxo de fato funciona.

Ainda assim, trata-se de um medicamento natural muito utilizado e bastante seguro. Por isso, se você estiver interessado e não estiver tomando nenhum dos medicamentos que interagem com esta erva, vale a pena provar.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar do uso de chá de orégano para refluxo? Pretende experimentar? Comente abaixo!

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Cápsula de Alho para Pressão Alta Funciona?

Cápsulas

Saiba se o uso de cápsula de alho para pressão alta é eficaz e o que especialistas falam sobre esse alimento muito utilizado na medicina natural.

Devido aos inúmeros benefícios do alho para a saúde, segundo especialistas, tomar cápsula de alho para pressão alta pode ser uma opção de tratamento mais natural.

Há maneiras de baixar a pressão alta rapidamente, seja através de suco detox para pressão, receitas de vitamina para baixar a pressão, entre outras, como os suplementos, seja para tomar junto com seus medicamentos ou como complementação, como por exemplo as cápsulas de alho.

O alho, além de ser um alimento muito popular não só no Brasil, mas em todo mundo, apresenta um longo histórico como medicina natural para melhorar a força, aumentar a imunidade e reduzir a fadiga.

Além disso, ele também serve tanto na prevenção como no tratamento de doenças infecciosas, na função gastrointestinal e ultimamente tem sido associado à melhoria da saúde cardiovascular, incluindo pressão arterial, colesterol entre outras.

O que é pressão alta

A hipertensão, ou pressão alta, é uma condição de saúde muito comum que ocorre quando a pressão do sangue contra as paredes dos vasos sanguíneos representa um risco à saúde.

Com o tempo, essa pressão alta pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar o risco de derrame ou ataque cardíaco.

Esta condição que muitas vezes não apresenta nenhum sintoma e por isso pode passar desapercebida durante anos, está presente na vida de 1 a cada 5 adultos em todo o mundo.

É por isso que é muito importante saber como controlar a pressão alta. Esta é uma razão pela qual cada vez mais as pessoas estão interessadas em suplementos naturais para ajudar a melhorar e tratar a sua pressão arterial.

O que as pesquisas falam a respeito das cápsulas de alho para pressão alta

Um estudo realizado na Universidade de Adelaide, na Austrália, afirmou que tomar suplementos de alho pode reduzir significativamente a pressão arterial.

Essa metanálise de pesquisas anteriores, que compilou e analisou estudos para verificar se uma conclusão geral poderia ser extraída, identificou 11 estudos anteriores realizados sobre suplementos de alho e pressão arterial.

Na maioria desses estudos, os participantes consumiram alho em pó em doses que variavam de 600 mg a 900 mg por dia entre 12 e 23 semanas.

Quando analisados, os vários estudos mostraram que o alho reduziu a pressão arterial sistólica em uma média de 4,6 mmHg.

Em pessoas com pressão alta, a redução média da pressão arterial foi de 8,4 mmHg sistólica e 7,3 mmHg diastólica.

Quanto maior estava a pressão sanguínea da pessoa no início do estudo, mais ela era reduzida.

Uma pesquisa mais recente sobre alho e pressão arterial que inclui um ensaio clínico foi publicada na revista acadêmica European Journal of Clinical Nutrition. 79 pessoas com pressão arterial sistólica não controlada participaram da pesquisa, e cada um dos participantes recebeu extrato de alho na dose de 240 mg, 480 mg ou 960 mg por dia ou placebo durante 12 semanas.

No final do período de tratamento, aqueles que tomaram 480 mg ou 960 mg de extrato de alho diariamente apresentaram uma redução significativa na pressão arterial sistólica.

Já aqueles que tomaram 240 mg de extrato de alho não experimentaram uma diminuição significativa na pressão arterial sistólica.

Cápsula de alho pode reduzir o risco de hipertensão

Combinada com uma dieta saudável e a prática de exercícios físicos, tomar cápsula de alho para pressão alta pode ser uma ótima aliada.

Segundo os cientistas, isso ocorre graças ao ingrediente ativo do alho chamado de S-Allyl cisteína. O nutricionista David Williams disse: “Não conheço um único nutriente que ajude todas as pessoas a baixarem a pressão sanguínea, mas pela minha experiência clínica, o alho provavelmente ajuda a uma ampla gama de pessoas.”

Ele alerta as pessoas a tomarem cuidado na hora de comprar os seus suplementos de alho, afirmando que muitos são 99% de óleo vegetal com apenas um toque de alho.

“Eu recomendo uma cápsula de alho seis vezes ao dia, sendo uma com cada refeição, supondo que você esteja comendo três refeições nutritivas por dia, mais uma no meio da manhã outra no meio da tarde e à ultima durante a noite.”

Ele continua: “Quando a pressão arterial começar a normalizar, a dosagem pode ser reduzida gradualmente para uma a três cápsulas por dia”.

Porém, o especialista alerta que é muito importante ler e seguir as recomendações de dosagem que estão presente nas embalagens dos suplementos, já que a composição de cada um deles varia.

Tomar suplementos de alho também pode ajudar a reduzir o colesterol, já que segundo estudos, pessoas com colesterol alto podem reduzir cerca de 10% do colesterol tomando esses suplementos.

Especialistas afirmam que são necessárias mais pesquisas para determinar se a suplementação com alho pode ter um efeito a longo prazo no tratamento da hipertensão e no risco de doenças cardíacas.

Precauções

Embora seja verdade que o alho baixa a pressão alta, existem algumas precauções que devem ser tomadas.

Como é um anticoagulante natural, ou seja, ele afina o sangue, tomar cápsula de alho para pressão alta em combinação com medicamentos para afinar o sangue pode ser algo arriscado.

Se você estiver tomando um anticoagulante ou um medicamento para pressão arterial com inibidor ECA (inibidores da conversão da enzima da angiotensina), que normalmente são usados no tratamento da pressão alta, consulte o seu médico antes de iniciar a suplementação com a cápsula de alho para pressão alta.

Fontes e Referências Adicionais:

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Bicarbonato e Leite de Rosas Funciona? Para Que Serve?

Bicarbonato

Veja para que serve a mistura de bicarbonato e leite de rosas, confira se funciona mesmo e se há possíveis perigos e efeitos colaterais.

O leite de rosas é um produto cosmético antigo, daqueles que nossas mães e avós já utilizavam, conhecido por possuir propriedades adstringentes, cicatrizantes, antissépticas e umectantes.

A embalagem rosa característica do produto o apresenta como um desodorante corporal, mas ele também é utilizado por algumas pessoas como um demaquilante.

Por sua vez, o bicarbonato de sódio é um item comum em muitas cozinhas, que pode ser usado no preparo de massas, por exemplo, além de poder servir para neutralizar odores desagradáveis na geladeira ou do lixo, ajudar na limpeza de utensílios, aparelhos e eletrodomésticos da cozinha e do banheiro e para melhorar o cheiro desagradável de sapatos.

Mas será que é uma boa misturar bicarbonato e leite de rosas?

Há quem use bicarbonato e leite de rosas juntos em uma tentativa de clarear as virilhas e as axilas. Uma matéria publicada apontou que uma máscara à base de bicarbonato e leite de rosas também é utilizada por algumas pessoas para auxiliar a clarear manchas no rosto.

Entretanto, apesar de apresentar uma ação cicatrizante, o leite de rosas não é composto por ativos que possuem um efeito clareador.

Já um artigo publicado apontou que não existem evidências de que o bicarbonato de sódio oferece qualquer tipo de benefício para a pele. Embora existam receitas com bicarbonato de sódio para clarear manchas, tratar espinhas, resolver queimaduras e eczemas e promover limpeza da pele e hidratação, a maioria delas não tem fundamento científico.

O bicarbonato de sódio não é uma substância empregada dentro da rotina dermatológica e possui apenas um sutil efeito abrasivo e clareador.

No entanto, quem usar o produto para clarear a pele precisa ter moderação, pois o seu efeito abrasivo pode resultar em irritações e provocar o surgimento de hipercromia (manchas na pele), uma reação justamente contrária ao que é desejado.

Portanto, quem tem o objetivo de clarear o rosto, as virilhas, as axilas ou qualquer outra região do corpo deve consultar um médico dermatologista antes de testar qualquer receita caseira, incluindo a mistura de bicarbonato e leite de rosas, para saber qual o tratamento mais seguro e eficiente para o seu quadro, em particular.

Tenha em mente que este artigo serve unicamente para informar e jamais pode substituir as recomendações profissionais e qualificadas de um médico dermatologista.

Quando falamos no uso de leite de rosas e bicarbonato de sódio para a finalidade de clarear a pele, o problema não está somente na eficácia questionável, mas principalmente os riscos que ele pode causar para a pele, como você irá conferir no tópico a seguir.

Os perigos de bicarbonato e leite de rosas para a pele

O leite de rosas não deve ser utilizado no rosto porque possui uma solução alcoólica desengordurante em sua composição que pode promover um grau de desidratação na pele.

O produto contém substâncias antissépticas como a chamada clorexidina que elimina bactérias boas do órgão, provocando uma desregulação no sistema imunológico da região. Ela esclareceu que esse desequilíbrio pode favorecer o desenvolvimento de irritações e alergias no rosto.

Como se não bastasse, o próprio produto já é dotado de substâncias que podem irritar a pele e o álcool presente no cosmético colabora com o ressecamento do órgão.

Passar bicarbonato de sódio na pele pode provocar ainda efeitos colaterais como: ressecamento excessivo da pele, surgimento precoce de rugas, agravamento de crises de acne e irritação ou inflamação na pele.

Além disso, uma utilização constante de bicarbonato de sódio na pele pode afetar a velocidade pela qual o órgão consegue se recuperar e se reidratar. Existem ainda registros da ocorrência de níveis elevados de sódio no sangue em crianças depois da aplicação de bicarbonato de sódio na pele.

Mas não é só isso: o bicarbonato de sódio também pode alterar o pH da pele, prejudicando a barreira natural de proteção do órgão. O produto não é indicado para peles secas e sensíveis e não pode ser passado depois do uso de lâmina ou cera de depilação porque pode provocar uma sensação de dor ou queimação.

O bicarbonato de sódio não pode ser aplicado sob cicatrizes abertas, feridas, queimaduras e peles rachadas e uma pessoa não deve expor-se ao sol logo depois de passar o produto, devendo lembrar-se de usar filtro solar diariamente.

Em casos de irritações por conta do uso do bicarbonato de sódio, ardência, queimação e coceira, a recomendação é lavar imediatamente a região afetada e suspender o uso.

Além de seguir esses passos, o nosso conselho para quem apresentar qualquer tipo de reação adversa depois de usar a mistura entre bicarbonato e leite de rosas é procurar rapidamente o auxílio médico, mesmo que não ache que se trata de um efeito colateral tão grave assim.

Isso é necessário para checar a real seriedade do sintoma, receber o tratamento apropriado e saber direitinho como deve proceder em relação ao uso da misturinha.

Fontes e Referências Adicionais:

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