3 dicas simples para potenciar o tratamento da anemia

Para tratar a anemia é necessário aumentar a quantidade de hemoglobina na corrente sanguínea, que é o componente do sangue que carrega o oxigênio para as diferentes partes do corpo.
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Aspirina Pode Prevenir um Infarto? E Ajuda Durante?

Aspirina

Veja se aspirina pode prevenir um infarto, se ela ajuda durante, e o que os mais renomados profissionais da saúde dizem a respeito do seu uso contínuo.

Aspirina é o nome da marca que popularizou o medicamento feito à base de ácido acetilsalicílico. Também conhecido como AAS, esse remédio serve para tratar dores, febres e inflamações. No entanto, muitas pessoas usam-no para outras finalidades, como tratamentos preventivos.

Afinal, aspirina pode prevenir um infarto?

A aspirina é um medicamento comumente prescrito para evitar infarto, como uma terapia. No entanto, o uso contínuo desse remédio não deve ser feito sem conversar com seu médico previamente, pois os riscos e os benefícios podem variar de acordo com cada organismo e suas especificidades.

Por exemplo, a administração do medicamento não é recomendada para pessoas com alergia ao ácido acetilsalicílico, ou com problemas de coagulação.

Normalmente, o AAS será prescrito aos pacientes que apresentam riscos acima da média para infarto, como portadores de doença arterial coronária. No entanto, serão recomendadas baixas doses diariamente.

Como a aspirina atua no organismo prevenindo infarto e derrame?

Na maioria dos casos, infarto e derrame acontecem quando a passagem de sangue a uma ao coração ou ao cérebro é bloqueado. Isso acontece, geralmente, quando as artérias estão entupidas com placas de gordura, colesterol, cálcio e até mesmo resíduos celulares, fazendo com que as artérias se tornem mais estreitas e obstruam o fluxo sanguíneo. A esse quadro, dá-se o nome de aterosclerose.

Normalmente as placas se acumulam nas artérias médias e grandes. Os danos mais graves ocorrem quando uma placa se torna frágil e acaba se rompendo. Placas que se rompem causam a formação de coágulos sanguíneos que podem bloquear o fluxo sanguíneo ou interromper o seu fluxo a outras partes do corpo. Esse fenômeno é conhecido como embolia.

Quando um coágulo impede que o sangue flua ao coração, um infarto é desencadeado. No entanto, quando um coágulo impede que o sangue chegue ao cérebro, então ocorre o derrame.

É nesse cenário que a aspirina se mostra eficaz, pois uma das funções do ácido acetilsalicícilo é afinar o sangue. Dessa maneira, irá evitar a formação de coágulos nas artérias, evitando, assim, o bloqueio da passagem de sangue.

Além disso, o médico responsável pelo acompanhamento poderá prescrever, além da aspirina, outros medicamentos antiplaquetários, que ajudarão a diminuir a formação de placas, tais como clopidogrel, prasugrel ou ticagrelor. Esse tratamento preventivo também é conhecido como terapia antiplaquetária dupla.

A dosagem deverá ser regulada pelo seu médico. Normalmente, para o uso diário enquanto terapia preventiva, 75mg pode ser suficiente.

Aspirina durante infarto

Se você estiver por perto de alguém que esteja sofrendo um infarto ou derrame, a primeira medida a se tomar é ligar para emergência e informar o ocorrido. Nenhuma medida deve ser tomada antes de fazer isso. A urgência em ligar para o 192 poderá fazer diferença no que se sucederá com o paciente e suas possíveis sequelas.

Nos casos de infarto, após entrar em contato com a emergência, o atendente poderá recomendar a administração de aspirina. No entanto, será necessário ter certeza que o paciente não possui alergia ao medicamento ou alguma condição que torne o seu uso muito arriscado.

Por outro lado, tomar aspirina por conta própria não é recomendado durante um acidente vascular cerebral – AVC, porque nem todos os derrames são causados por coágulos sanguíneos. Embora a maioria dos acidentes vasculares cerebrais seja causada por coágulos, alguns são desencadeados por ruptura de vasos sanguíneos.

Nesses casos, o uso de aspirina pode tornar a hemorragia ainda mais grave, pois o medicamento irá afinar o sangue.

Quais são os riscos envolvidos?

Embora de fato possamos afirmar que a aspirina pode prevenir um infarto, o medicamento também pode desencadear várias complicações quando as especificidades do indivíduo não são levadas em consideração.

Normalmente o uso diário de AAS não é prescrito se o paciente tiver alergia ou intolerância ao medicamento; se correr risco de sangramento gastrointestinal ou derrame hemorrágico; se consumir bebida alcoólica frequentemente; se estiver passando por procedimentos médicos ou odontológicos ou se tiver mais de 70 anos de idade.

No entanto, caberá ao profissional avaliar suas condições e verificar se os benefícios proporcionados pela administração desse remédio se sobressairão em relação aos potenciais riscos.

Dentre os riscos possíveis, um dos mais comuns são as complicações estomacais, incluindo sangramento, desenvolvimento de úlceras e outros distúrbios, uma vez que o consumo frequente de aspirina irrita a parede estomacal. Além disso, o uso frequente de álcool pode agravar ainda mais essa condição, pois danifica a parede do fígado. Se você costuma beber, mesmo que moderadamente, verifique com seu médico se é seguro conjugar o álcool com o medicamento.

Existem, ainda, outros fatores que podem ser impeditivos para o uso de aspirina, como o uso de outros medicamentos que afinam o sangue, histórico de úlceras gastrointestinais, gastrite, distúrbios hemorrágicos ou de coagulação.

Riscos e benefícios

Para aderir ao uso diário de aspirina, é necessário que o paciente apresente riscos elevados e o que o médico prescreva esse tratamento, devido aos riscos envolvidos.

A Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos, por exemplo, alertou contra o uso de AAS para a prevenção primária de doenças cardíacas, a não ser que o paciente se enquadre nos fatores de riscos elevados – que normalmente incluem pessoas de 50 a 69 anos de idade e com 10% ou mais de chance de ter um ataque cardíaco ou derrame nos próximos 10 anos.

De acordo com Erin Michos, cardiologista e diretora associada do Ciccarone Center for the Prevention of Heart Disease, há boas razões para não aderir ao uso de AAS sem prescrições enfáticas do seu médico, sobretudo para as mulheres.

O Women’s Health Study foi um grande estudo que analisou mulheres sem histórico de doenças cardíacas e como elas se beneficiariam com o consumo de uma dose baixa de aspirina diariamente. Os pesquisadores descobriram que no grupo geral de mulheres, a aspirina não reduziu o risco de ataques cardíacos, mas aumentou o risco de sangramento. Alguns benefícios foram observados para mulheres acima de 65 anos.

Portanto, Michos aponta que não só houve falta de benefício comprovados para as mulheres mais jovens que tomam aspirina, mas também os riscos desnecessários aos quais eram submetidas. Segundo a cardiologista, não é porque a aspirina é vendida sem receita que o seu consumo irrestrito é seguro.

É seguro tomar aspirina durante a gestação?

De maneira geral, é seguro tomar aspirina em doses baixas durante a gravidez, desde que tenha passado pela liberação do seu médico. A prescrição de aspirina durante a gestação pode ser feita para combater certas complicações que vão além de infarto e derrame.

Os tratamentos preventivos à base de AAS podem ser recomendados para ajudar a prevenir a pré-eclâmpsia (pressão alta relacionada à gravidez); se a paciente estiver passando por um tratamento de fertilidade ou se a gestante tem histórico de abortos espontâneos anteriores.

Embora a aspirina possa, na maioria das vezes, ser utilizada durante a gestação, pode não ser seguro consumi-la durante a amamentação. No entanto, o médico poderá prescrevê-la, ainda assim, se considerar que os benefícios proporcionados superam os potenciais riscos.

Em condições normais, o uso esporádico de aspirina não representa perigo. No entanto, fazer terapia com uso contínuo desse medicamento não é recomendada se você não tiver passado por uma análise médica. Dessa maneira, todos os potenciais riscos serão analisados, bem como os possíveis benefícios. Somente após a prescrição e as orientações do seu médico torna-se seguro fazer uso de qualquer medicamento de maneira frequente.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar que tomar aspirina pode prevenir um infarto? Já foi receitada por um médico a ingestão contínua desse medicamento? Comente abaixo!

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6 Alimentos que Aumentam a Fertilidade

Alimentos para fertilidade

Confira se existem alimentos que aumentam a fertilidade e quais são eles, além daqueles que devem ser evitados se você está tentando engravidar.

Consumir certos alimentos e plantas para aumentar a fertilidade é uma prática ancestral. Embora muitos hábitos tenham se comprovado ineficazes, outros tiveram seus resultados endossados após submissão a pesquisas, verificações e análises clínicas.

Embora os casais ou indivíduos não possam controlar todos os motivos que levam à infertilidade, é possível adequar a alimentação – que pode promover um impacto positivo e ajudar a regular os hormônios, fortalecer os óvulos e os espermatozoides, por exemplo. Existe inclusive uma dieta da fertilidade para engravidar – veja como funciona.

Além de escolher os alimentos corretos, é importante – tanto para o homem quanto para a mulher – manter uma vida saudável, com peso corporal controlado, pois, de acordo com a American Academy of Obstetrics and Gynecology, a obesidade pode prejudicar os níveis hormonais, dificultando a concepção.

6 tipos de alimentos que aumentam a fertilidade

Com base em evidências clínicas e uma revisão de estudos científicos, abaixo você irá conhecer 6 tipos de alimentos que ajudam a aumentar a fertilidade e irá saber como eles agem no organismo regulando a produção hormonal e tornando o ambiente propício à gestação.

1. Alimentos ricos em antioxidantes

Aveia, azeite de oliva, abacaxi, laranja, limão, frutas vermelhas, além de folhas verdes como agrião, couve e rúcula são excelentes fontes de antioxidantes.

A principal função dos antioxidantes no organismo é bloquear os efeitos nocivos dos radicais livres, uma reação química relacionada ao envelhecimento celular e à formação de células cancerígenas. Além disso, os radicais livres podem danificar e enfraquecer os óvulos e espermatozoides.

Sendo assim, ao adotar o consumo regular de alimentos ricos em antioxidantes, sobretudo o folato e o zinco, encontrado cereais integrais, cogumelos, vísceras, ovos, tomates, melão, abacate, camarão, leite integral e castanhas em geral, os danos tendem a ser reduzidos, ajudando a restabelecer a fertilidade.

De acordo com um estudo coordenado por Wendie Robbins, professora no departamento de ciências da saúde na UCLA – University of California Los Angeles, e publicado pela Society for the Study of Reproduction, o consumo de cerca de 75 gramas de nozes – alimento rico em antioxidantes – diariamente, é capaz de melhorar a força e a qualidade do espermatozoide, sendo, portanto, um alimento importante para os homens que desejam aumentar a fertilidade.

Já um estudo feito pelo Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, da Inglaterra, acompanhou 60 casais submetidos à fertilização in vitro e verificou que a suplementação de antioxidante resultou no aumento em 23% de chances de concepção.

2. Alimentos ricos em fibras

As fibras são importantes, em condições normais, para regular o sistema gastrointestinal e melhorar a digestão. No entanto, os alimentos ricos em fibras são especialmente necessários se você está tentando engravidar.

Uma das funções da fibra é ajudar o corpo a se livrar do excesso de hormônios e manter o nível de açúcar no sangue equilibrado. Frutas, vegetais, feijão e grãos integrais são algumas opções ricas em fibras que são alimentos que aumentam a fertilidade.

Além disso, há certos tipos de fibra que podem ajudar a remover o excesso de estrogênio, por meio do intestino, sendo evacuado.

Segundo um estudo publicado pela European Academy of Nutritional Sciences, a ingestão de 10 gramas de fibra de cereal por dia, reduz em 44% as chances de infertilidade de óvulos entre mulheres com mais de 32 anos.

3. Proteínas vegetais

Quando pensamos em proteína, certamente a primeira referência que consideramos é de origem animal, ou seja, as carnes. No entanto, também podemos encontrar nos vegetais ricas fontes proteicas.

De acordo com o American College of Obstetricians and Gynecologists, a substituição de algumas proteínas animais, como as carnes e os ovos, por fontes de proteínas vegetais, como feijão, nozes e sementes em geral, pode estar associada à diminuição de riscos de infertilidade.

Há, ainda, outros estudos que endossam os impactos negativos do consumo excessivo de carne à fertilidade. A American Gynecological Society publicou, em 2008, um estudo relatando que um grande consumo de proteínas da carne estava ligado a um aumento em 32% de chances de se desenvolver infertilidade nos óvulos.

Por outro lado, aumentar o consumo de proteína vegetal pode atenuar as chances de se desenvolver infertilidade. Ainda de acordo com o estudo de 2008, pôde-se notar que quando 5% do total de calorias consumidas provinha de proteína vegetal em vez de proteína animal, o risco de infertilidade ovulatória diminuía em mais de 50%. Essas são porcentagens significativas e que podem fazer diferença se você estiver tentando engravidar, pois, de acordo com as evidências, resultará em óvulos mais fortes e propícios à concepção.

Você pode considerar substituir parte da proteína consumida em forma de carne por proteínas oriundas de vegetais, feijões, lentilhas e nozes.

4. Laticínios ricos em gordura

Uma alta ingestão de alimentos lácteos com baixo teor de gordura, como leites e iogurtes desnatados, por exemplo, também pode estar associada ao aumento da infertilidade.

Um estudo feito pela European Society of Human Reproduction and Embryology constatou que as mulheres que consumiam uma ou mais porções de laticínios ricos em gordura por dia tinham 27% menos probabilidade de serem inférteis.

Dessa maneira, as mulheres que estão tentando engravidar e costumam consumir os laticínios sem gordura podem substituir a alimentação por opções com teor de gordura mais alto. Enquadra-se nesses casos o leite integral, o queijo, o iogurte, a manteiga e o creme de leite.

5. Alimentos ricos em Ferro

Os alimentos ricos em ferro também são alimentos que aumentam a fertilidade porque o mineral ajuda a promover a saúde dos óvulos.

De acordo com um estudo feito pela American Academy of Obstetrics and Gynecology, com 438 mulheres, foi possível verificar que o consumo de suplementos à base de ferro promoveu a diminuição em 40% dos riscos de infertilidade dos óvulos. O ferro heme pode ser encontrado em alimentos de origem animal, tais como a carne bovina, aviária e peixes.

No entanto, o ferro não-heme também apresentou uma boa performance, também sendo associado a uma diminuição do risco de infertilidade. Esse tipo de ferro também pode ser encontrado nas carnes, bem como em alimentos como feijões, alguns vegetais, nozes e cereais.

Ocorre, no entanto, que alimentos que são fontes de ferro não-heme são mais difíceis de serem absorvidas pelo organismo. Dessa fora, recomenda-se consumir esses alimentos em conjunto com outros alimentos ou bebidas com alto teor de vitamina C, pois ajudará na absorção do mineral.

6. Carboidratos complexos

O consumo de carboidratos refinados, como os alimentos feitos à base de farinha branca, produz um rápido pico de glicose no sangue e a energia que eles proporcionam não é duradoura. Isso quer dizer que após comer arroz branco, bolos, pães, biscoitos e demais alimentos feitos de carboidratos simples, você provavelmente sentirá fome novamente em pouco tempo.

Os carboidratos complexos, por sua vez, demoram mais para serem metabolizados, o que promove uma sensação de saciedade mais prolongada, além de possuírem um efeito gradual em relação à liberação de açúcar na corrente sanguínea. Em relação à fertilidade, os carboidratos complexos também são mais vantajosos.

Os grãos não-refinados são excelentes fontes de vitaminas B e vitamina E, substâncias muito importantes ​​à fertilidade. Uma excelente opção a ser incorporada no cardápio de quem deseja engravidar é o trigo sarraceno, que contém D-chiro-inositol, um composto que ajuda a regular a ovulação.

Além disso, a redução do glúten é especialmente recomendada às mulheres com distúrbios hormonais que podem prejudicar a fertilidade, como a síndrome dos ovários policísticos (SOP). O glúten cria uma resposta inflamatória no corpo, que aumenta a proteína C-reativa e envia sinais de que não é o momento ideal para conceber. Dessa forma, dificulta-se a concepção, inibindo a ação dos óvulos.

Alimentos a serem evitados

Tão importante quanto conhecer os alimentos que aumentam a fertilidade é saber quais podem prejudicá-la. Conheça-os:

– Refrigerante

Tantos as versões normais quanto os diet devem ser evitados. Há diversos estudos que associam o consumo de refrigerantes a uma série de complicações e deficiências no organismo a longo prazo. Se você está tentando engravidar, então o cuidado deve ser redobrado.

Alguns estudos sugerem que o refrigerante promove inflamações e alterações metabólicas causadas por muitos adoçantes, o que, consequentemente, provoca picos de açúcar no sangue. Já as versões diet possuem adoçantes artificiais que, por sua vez, alteram as bactérias do intestino.

Além disso, muitos refrigerantes são envasados em recipientes plásticos com BPA e outros produtos químicos que são comprovadamente nocivos ao organismo.

– Peixes com alto teor de mercúrio

O mercúrio deve ser evitado na gravidez pois pode danificar o sistema nervoso. Dessa forma, o consumo de frutos do mar ricos em mercúrio deve ser restrito, uma vez que poderá desencadear uma série de complicações, sobretudo de ordem neurológica, no feto.

O consumo frequente desses alimentos antes de engravidar pode acumular reservas de mercúrio no corpo, o que também poderá afetar o desenvolvimento do sistema nervoso do bebê.

Além disso, o sistema nervoso fetal pode estar sendo formado antes que a maioria das mulheres saiba que está grávida. Por fim, mas não menos importante, o mercúrio também pode diminuir a fertilidade.

– Álcool

O álcool, assim como o mercúrio, pode contribuir para a infertilidade, além de esgotar a vitamina B do corpo, que, por sua vez, promove a fertilidade e favorece o crescimento do feto durante a gestação.

Um estudo publicado em 2013 pela Reproductive Medicine Associates of New York constatou que a fertilização in vitro tem menos chances de vigorar quando a mulher possui o hábito de consumir bebidas alcoólicas.

Os resultados apontaram que as mulheres que bebiam três taças de vinho semanalmente, tinham sua capacidade reprodutiva total reduzida para 30%, em relação às mulheres que não consumiam bebidas alcoólicas e que mantiveram as chances de concepção em 90%.

Embora essas dicas possam ajudar a promover a fertilidade, o equilíbrio hormonal ou o desempenho dos óvulos e espermatozoides, muitas vezes a dificuldade em engravidar pode ocorrer em detrimento de uma patologia ou problemas genéticos.

Nesses casos, você deve procurar ajuda médica especializada para que o diagnóstico adequado possa ser feito, bem como o tratamento específico – que poderá ser administrado em conjunto com as dicas de alimentação acima indicadas. Dessa maneira, as chances de engravidar serão ainda maiores.

Fontes e Referências Adicionais:

Você pretende incluir na sua dieta esses alimentos que aumentam a fertilidade? Está passando por dificuldades para engravidar? Comente abaixo!

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Principais sintomas de gases (intestinais e estomacais)

Os sintomas de gases intestinais ou estomacais são relativamente frequentes e incluem a sensação de barriga inchada, ligeiro desconforto abdominal e arrotos constantes, por exemplo.
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Para que serve e como preparar o chá de porangaba

A porangaba, também conhecida como chá de bugre ou café do mato, é um fruto de uma árvore que possui propriedade diuréticas, cardiotônica e antiviral, podendo ser utilizada para…
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Pneumonia hospitalar: o que é, principais sintomas e tratamento

A pneumonia hospitalar é o tipo de pneumonia que surge entre as 48 horas após o internamento hospitalar e as 72 horas após a alta e que não estava em incubação no momento da entrada…
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Cabelo branco antes dos 30: principais causas e possíveis soluções

Já parou para pensar que é cada vez mais comum encontrar pessoas que começam a ter cabelo branco antes dos 30 anos? Pode ser uma coincidência da genética, já que a predisposição a ficar grisalho bem antes da maturidade acontece quando essa característica é uma marca registrada da família. “O embranquecimento acontece com a morte do melanócito, uma célula que dá cor à pele e ao cabelo”, diz o dermatologista Adriano Almeida (@dradrianoalmeida), diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo, de São Paulo.

Segundo ele, cada um de nós nasce com uma programação celular específica, que determina quando o processo de despigmentação vai ocorrer. Mas parece que, hoje, tem algo além da hereditariedade atuando nos bastidores. Pesquisas realizadas nos últimos anos sugerem que o estresse, a poluição e a alimentação desregrada têm colaborado para apressar a chegada das mechas brancas.

Cabelo branco antes dos 30: bons hábitos como prevenção

De acordo com um estudo da empresa multinacional e cosméticos John Frieda, na Inglaterra, 32% das mulheres entrevistadas declararam ter cabelo branco antes dos 30 anos — duas décadas atrás, apenas 20% das participantes dessa faixa etária responderam que os primeiros fios já tinham aparecido. Segundo os autores da pesquisa, o estresse é uma das causas. “Por observação, percebemos que fatores traumáticos e estressantes, como a perda de pessoas queridas, doenças na família e separação, podem acelerar o processo”, fala Bellini.

A constatação tem fundamento. As células que dão cor aos fios podem deixar de trabalhar corretamente e morrer quando sofrem ataques contínuos ao DNA, conforme descobriram cientistas de uma universidade no Japão depois de submeter ratos à radiação e a componentes químicos. Os danos levaram ao surgimento precoce de pelos brancos nos animais.

O cortisol, hormônio relacionado ao estresse, é uma das substâncias que tornariam o ambiente tóxico para as células. Outra vilã é a oxidação, que acontece naturalmente no organismo quando ele transforma nutrientes em energia para sobreviver e, no meio do caminho, libera os radicais livres. Essas moléculas, em excesso, podem danificar as células. Poluição, radiação solar, cigarro e álcool colaboram para aumentar a produção de radicais livres. É por isso que muitos especialistas acreditam que, apesar de não ser determinante, o estilo de vida interfere na antecipação das mechas sem cor.

“Não existe comprovação científica, mas sabe-se que carências nutricionais de ferro, zinco, cobre, ácido fólico e silício orgânico podem interferir no processo, já que esses nutrientes são muito importantes na manutenção da integridade dos fios”, acredita Bellini. O ferro está presente nas verduras verde-escuras e no feijão. O zinco pode ser encontrado no gérmen de trigo. O cobre e o ácido fólico, no grão-de-bico. Já o silício orgânico está nos grãos integrais e colabora para aumentar a produção de queratina, a proteína que constrói o cabelo. “Deficiências na ingestão de vitaminas do complexo B, de ômegas 3 e 6 e de selênio também podem ter relação”, diz o dermatologista Ricardo Romiti, responsável pelo Ambulatório de Estudos dos Cabelos, do Hospital das Clínicas, da Universidade de São Paulo.

O fim dos fios brancos?

<span class=”hidden”>–</span>Gabriel Silvério, Unsplash/Reprodução

Como os radicais livres são apontados como possíveis aceleradores da despigmentação do cabelo, a indústria dos cosméticos tem se dedicado a desenvolver produtos que protejam o DNA dos melanócitos e, com isso, garantam que eles funcionem direitinho por mais tempo. “Estudos internacionais procuram mecanismos que possam retardar ou mesmo reverter o surgimento de cabelo branco antes dos 30, com destaque ao uso de células-tronco e de substâncias como o aminoácido L-metionina”, conta Romiti.

Por enquanto, não existe solução milagrosa. Ao lado dos bons hábitos, que trazem a beleza de dentro para fora, tingir os fios continua sendo a solução definitiva. Escolher entre tonalizante, coloração permanente, hena e mechas pode ser uma tarefa complicada para quem deseja esconder os primeiros fios brancos. Qual será a técnica certa para você? É o que você vai descobrir a seguir.

Cabelo branco antes dos 30: lição básica para começar a pintar

Já vale ir avisando: é um mito achar que as transformações a que submetemos o nosso cabelo contribuem para antecipar o aparecimento dos fios brancos. Chapinha, babyliss, secador e tinturas podem danificar a fibra capilar, mas não promovem o embranquecimento”, fala o dermatologista Adriano Almeida. Para disfarçar os primeiros fios sem cor, dá para recorrer aos tonalizantes, menos agressivos, e passar às tinturas quando a quantidade deles aumentar.

“De forma geral, a coloração permanente entra em cena quando mais de 50% dos fios são brancos. Mas algumas mulheres optam em primeira mão pela tinta, já que o tonalizante proporciona uma transparência ao fio, ou seja, não repõe a cor totalmente, explica Andréa Cassolari (@andreacassolari), cabeleireira do salão Ricardo Cassolari, em São Paulo. Há ainda quem prefira apostar nos reflexos, que podem funcionar bem dependendo da quantidade e da localização dos fios brancos. “Claro que não garante 100% de cobertura, mas as mechas mais claras se misturam aos brancos, disfarçando-os”, diz Andréa.

Se for pintar em casa, Andréa sugere começar pelo tonalizante, que tem menor duração e, portanto, menos risco caso você erre na escolha da cor. A hena é outra possibilidade, mas os especialistas dizem que a cobertura e a durabilidade são menores do que a do tonalizante. “Funciona como uma maquiagem“, acredita Andrea. Se estiver na dúvida em relação à técnica e até mesmo à cor certa para você, vale fazer uma consulta com o seu cabeleireiro ainda que vá tingir os fios em casa.

Era dos grisalhos

A quarentena está provocando várias mudanças na nossa vida. A forma como lidamos com a vaidade e com os cuidados de beleza é uma delas. Com a impossibilidade de ir ao salão, muitas mulheres começaram a flertar com a ideia de assumirem o cabelo grisalho. Mas mesmo antes da pandemia, a aceitação dos brancos já era uma tendência que, apesar de ainda não tão difundida entre a população, é muito forte no mundo da moda, com até mesmo alguns jovens tingindo o cabelo para simular os grisalhos.

No final, o que vale é ficar bem consigo mesmo!

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