Receita de Bolo de Chocolate Low Carb Molhadinho

bolinho de chocolate

Imperdível receita de bolo de chocolate super saudável sem adição de farinha de trigo, manteiga, leite e ovo.

Super rápido e prático de fazer e ideal para quem está buscando reduzir a quantidade de açúcar na dieta.

Esse bolo vai super bem com um café quentinho e é uma excelente opção para matar aquela vontade de comer um docinho com poucas calorias.

Aproveite e aprenda como fazer abaixo:

bolinho de chocolate

Imprimir

Bolo de Chocolate Low Carb Molhadinho

Bolo fit saudável sem farinha de trigo, sem manteiga, sem leite e sem ovo.
Course Café da manhã, Lanche
Cuisine Brasileira
Diet Low Calorie
Keyword alimentação saudável, bolinho fit, dieta low carb, doce saudável
Prep Time 10 minutes
Cook Time 10 minutes
Porções 11
Calorias 222kcal

Equipment

  • Tigela e assadeira

Ingredients

Instructions

  • Adicionar em uma tigela a água, a farinha de linhaça e óleo de coco. Deixar de descansar.
    Bolo de chocolate low carb molhadinho - Passo 1
  • Em outra tigela, adicionar a farinha de aveia, o açúcar demerara, o chocolate em pó sem açúcar e o fermento. Misturar bem e em seguida acrescentar o conteúdo da tigela do passo 1.
    olo de chocolate low carb molhadinho - Passo 2
  • Colocar sob uma assadeira, as forminhas de empada devidamente untadas com óleo de coco. Derramar a massa nas forminhas e levar ao forno a 180º por 10-15 minutos. Retirar e servir.
    olo de chocolate low carb molhadinho - Passo 2

Video

Notes

É possível substituir o açúcar demerara, por açúcar mascavo, xilitol ou qualquer adoçante estável. 

Nutrition

Porção: 1 | Calorias: 222kcal | Carboidratos: 28g | Proteína: 3g | Gordura: 12g | Gordura Saturada: 9g | Sódio: 5mg | Potássio: 125mg | Fibras: 3g | Açúcar: 18g | Cálcio: 18mg | Ferro: 1mg

Receita de Bolo de Chocolate Low Carb Molhadinhosurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Receita de Bolo de Chocolate Low Carb Molhadinho visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Retocolite ulcerativa – O que é, sintomas e tratamento

Retocolite ulcerativa

Há muitas doenças que afetam o trato gastrointestinal e a retocolite é uma delas. Confira o que é a retocolite ulcerativa e saiba se a retocolite tem cura.

A retocolite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal em que o revestimento do intestino grosso, do reto ou ambos ficam inflamados.

A inflamação no intestino pode gerar feridas dolorosas que se espalham pela região e que podem alterar o funcionamento normal do órgão.

A maioria das pessoas com retocolite ulcerativa é diagnosticada entre os 15 e 35 anos de idade. Além disso, após os 50 anos de idade, o índice de desenvolvimento da doença aumenta nos homens.

Apesar da dor, sintomas desagradáveis e complicações que a retocolite pode causar, a doença pode ser tratada através de uma combinação de tratamento medicamentoso e dieta para colite, com o consumo de alimentos que contribuem para reduzir o processo inflamatório.

Retocolite ulcerativa – O que é

Chamada também de colite ulcerativa ou retocolite ulcerosa, a retocolite ulcerativa é uma inflamação no cólon (intestino grosso) que pode se tornar um grande problema se os devidos cuidados não forem tomados.

A inflamação prolongada pode causar úlceras no trato digestivo, que causam sintomas que interferem na qualidade de vida como dores frequentes e diarreia, por exemplo.

Existem quatro tipos de inflamação que são classificadas de acordo com o local atingido. São elas:

  1. Proctite: inflamação que atinge o reto (próximo do ânus) e que causa sangramento retal como principal sintoma;
  2. Proctosigmoidite: inflamação afeta o reto e o cólon sigmoide (porção inferior do intestino grosso) e que desencadeia sintomas como diarreia com sangue, dor, cólica abdominal e dificuldade para evacuar;
  3. Retocolite distal ou do lado esquerdo: a inflamação ocorre desde o reto até o colón sigmoide e descendente. Os principais sinais desse tipo de colite são a cólica abdominal, a dor no lado esquerdo, a perda de peso e a diarreia com sangue;
  4. Pancolite: inflamação que atinge todo o intestino grosso e que costuma causar diarreia com sangramento, cólica, fadiga, dor abdominal e perda de peso.

Um caso grave e raro de retocolite é a colite ulcerativa aguda grave ou colite fulminante. Nesse tipo, a inflamação afeta o cólon inteiro, causando dor intensa e debilitante, muita diarreia, sangramento, febre e incapacidade de se alimentar.

A retocolite pode ocorrer por causa da hiperatividade do sistema imunológico em algumas pessoas, mas os cientistas ainda não sabem por que o sistema imune ataca as células saudáveis do intestino grosso (cólon).

Entretanto, apesar da causa duvidosa, a retocolite ulcerativa pode ser influenciada por fatores de risco como um gene herdado dos pais, a presença de doenças autoimunes e fatores ambientais como o contato com bactérias, vírus e antígenos.

Sintomas da retocolite

Dentre os sintomas mais comuns da retocolite ulcerativa, destacam-se:

  • Dor abdominal;
  • Perda de peso;
  • Fadiga;
  • Anemia;
  • Desnutrição;
  • Febre;
  • Diarreia que pode apresentar sangue ou pus;
  • Dor retal;
  • Aumento no volume dos sons abdominais;
  • Dores e cólicas abdominais.

Algumas pessoas têm sinais adicionais como:

  • Inchaço e dor nas articulações;
  • Náusea;
  • Redução do apetite;
  • Inflamação ocular;
  • Aftas;
  • Problemas de pele.

Contudo a gravidade dos sintomas varia muito de pessoa para pessoa e também é possível que os sintomas mudem ao longo do tempo.

Há períodos de remissão em que o paciente pode ser assintomático ou apresentar apenas sintomas leves, além de períodos de surtos, em que os sintomas são mais graves.

Mas quando deixada sem tratamento, a colite ulcerativa pode fazer surgirem complicações de saúde como:

  • Hemorragia;
  • Desidratação grave;
  • Perfuração no cólon;
  • Risco de câncer de cólon;
  • Coágulos sanguíneos nas veias e nas artérias;
  • Crescimento do cólon.

Confira também o que é a síndrome do intestino irritável e a doença de Crohn, que são outras doenças inflamatórias intestinais que causam sintomas similares aos da colite.

Tratamento

Além dos exames habituais de sangue e de fezes, a confirmação da colite ulcerativa é geralmente feita por meio de um diagnóstico endoscópico que pode envolver exames como uma colonoscopia e uma sigmoidoscopia flexível para identificar o local da inflamação.

Além disso, testes adicionais de imagem como raios X, tomografia computadorizada e enterografia por tomografia computadorizada ou por ressonância magnética podem ser solicitados.

A retocolite tem cura?

A retocolite é uma doença crônica sem cura que pode ser tratada com o objetivo de controlar a inflamação e, assim, diminuir os sintomas. Dessa forma o tratamento funciona evitando os surtos da doença e prolongando os períodos de remissão em que os sintomas são quase ou totalmente imperceptíveis.

Resumindo, a doença pode ser tratada com uma combinação de medicamentos, remédios naturais e, em alguns casos, cirurgia.

Medicamentos

É preciso ressaltar que apenas um médico é capaz de prescrever um remédio para tratar a retocolite porque cada caso é um caso e a eficácia dos medicamentos pode variar de pessoa para pessoa.

É necessária uma boa dose de paciência e um bom profissional para encontrar o melhor tratamento para você.

1. Sulfasalazina e derivados

A sulfasalizina e medicamentos derivados como a mesalazina, a olsalazina e a balsalazida são geralmente a primeira sugestão de tratamento para a retocolite ulcerativa.

Esses remédios são do tipo ácido 5-aminosalicílico (5-ASA) e podem ser tomados por via oral ou usado como supositório, dependendo da região do cólon afetada pela inflamação.

2. Corticoides

Os corticoides são anti-inflamatórios esteroides que aliviam os sintomas moderados ou graves da retocolite. Exemplos incluem a prednisona, a budesonida e a hidrocortisona.

Entretanto, como esses remédios podem causar efeitos colaterais graves, eles são usados apenas para reduzir a inflamação durante os surtos.

3. Imunossupressores

Os imunossupressores diminuem a inflamação por meio da supressão da resposta do sistema imunológico, que geralmente começa o processo inflamatório. Ao suprimir esse processo, cessa também a inflamação.

Exemplos são a azatioprina, a ciclosporina, o tofacitinibe e a 6-mercaptopurina.

Portanto o acompanhamento médico frequente é indispensável durante o uso de imunossupressores já que esses remédios podem deixar o seu sistema imunológico enfraquecido e suscetível a outras doenças.

4. Agentes biológicos ou anti-TNF

Os agentes biológicos são remédios como o infliximabe, adalimumabe, golimumabe e vedolizumabe. Eles atuam neutralizando o TNF (fator de necrose tumoral), que é uma proteína produzida pelo sistema imunológico.

Isso porque quando essa proteína é desativada, a inflamação no intestino grosso é reduzida e os sintomas da retocolite tendem a entrar em remissão.

Outros remédios

O tratamento sintomático pode contar com o apoio de remédios como analgésicos para a dor como o acetaminofeno, os antibióticos em casos de infecções e a loperamida para controlar a diarreia.

Anti-inflamatórios como o ibuprofeno, a aspirina e o naproxeno devem ser evitados por pessoas com colite pois em alguns casos eles podem piorar os sintomas.

Opções naturais

Em alguns casos, os remédios naturais podem ajudar a controlar a inflamação e a regular os movimentos intestinais. Mas eles devem ser usados como complemento à terapia medicamentosa e nunca como única forma de tratamento.

Exemplos incluem o psyllium, a cúrcuma, os probióticos, a bromelina, a boswellia, a babosa e o óleo de peixe.

Dieta

A retocolite ulcerativa não pode ser tratada apenas com uma dieta específica, contudo é possível diminuir a duração dos surtos de sintomas ao evitar certos alimentos e ao usar suplementos e vitaminas prescritos por um médico.

É importante se hidratar bastante e evitar o consumo de bebidas contendo cafeína ou álcool. Além disso, fazer refeições com porções menores e frequentes também contribui para diminuir a inflamação.

Também pode ser bom para quem tem retocolite adotar uma dieta com pouca gordura, pouco sal e com uma quantidade moderada de fibras e de produtos lácteos.

Suplementos como a vitamina C podem ajudar a prolongar os períodos de remissão, já que ela tem um efeito anti-inflamatório importante. Você pode encontrar a vitamina C em praticamente todas as frutas cítricas e em vegetais como o pimentão, o espinafre e o brócolis.

Confira ainda quanto de vitamina C por dia é bom para aumentar a imunidade.

Intervenção cirúrgica

Casos graves de retocolite ulcerativa requerem um tratamento cirúrgico chamado de colectomia parcial ou total.

Então, na colectomia parcial, apenas as partes do intestino inflamadas são removidas.

Por outro lado, já no caso da colectomia total (ou proctocolectomia), todo intestino grosso é removido e o paciente deve usar uma bolsa acoplada a uma abertura permanente no abdômen onde os resíduos fecais são depositados.

Infelizmente a adaptação a uma colectomia total desse tipo pode ser difícil e como há o risco constante de infecção, ele não é o procedimento escolhido se houver outra forma de tratar o problema.

Outra opção cirúrgica consiste na construção de uma bolsa interna no final do intestino delgado que é ligada ao ânus e que permite a saída natural das fezes.

A cirurgia é a solução mais próxima da cura da retocolite ulcerativa até o momento, mas nem sempre essa é a melhor opção devido aos riscos envolvidos em qualquer procedimento cirúrgico.

Dessa maneira, antes de se submeter a uma cirurgia, é importante analisar todas as suas opções de tratamento e escolher aquela que mais se adequa às suas necessidades.

Com o tempo, o tratamento se torna parte natural da sua rotina e você aprenderá a controlar os seus sintomas seguindo as orientações médicas e tendo cuidados simples na sua alimentação diária.

Fontes e Referências adicionais:

Você já foi diagnosticado com retocolite ulcerativa? Que sintomas foram os mais desgastantes e que tipo de tratamento foi passado? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Retocolite ulcerativa – O que é, sintomas e tratamentosurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Retocolite ulcerativa – O que é, sintomas e tratamento visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Remédios para Bronquite – os 7 mais usados

Bronquite

Saiba como tratar a sua bronquite e conheça os remédios para bronquite mais usados que podem ser prescritos pelo médico, além de demais cuidados.

Antes de mais nada, a bronquite ocorre quando há uma inflamação que afeta o revestimento dos tubos brônquicos (parte do pulmão responsável por levar o oxigênio dos pulmões para o resto do corpo). Além disso, a bronquite pode ser aguda ou crônica.

Trata-se de um problema muito comum que geralmente surge como uma complicação de uma gripe ou infecção respiratória. Os sintomas da inflamação, como a falta de ar, geralmente melhoram depois de uma semana ou dez dias.

Casos de bronquite crônica podem ser mais difíceis de tratar, mas são menos comuns do que a bronquite aguda. A bronquite crônica é uma doença pulmonar obstrutiva crônica, assim como é o enfisema pulmonar.

Nesse tipo de doença, ocorre um bloqueio parcial ou total do fluxo de ar nos pulmões que pode causar sérias complicações, se deixada sem tratamento.

ilustração de um pulmão

A tosse e a dificuldade para respirar são apenas alguns dos sintomas da bronquite. Em casos de bronquite aguda, os sintomas podem ser confundidos com um resfriado ou gripe forte e, por isso, o diagnóstico médico é fundamental. 

Remédios para bronquite mais usados

Vejamos agora os remédios para bronquite mais usados que podem ser receitados pelo médico que diagnosticar a condição.

1. Paracetamol

O esforço físico envolvido na tosse pode causar dor na garganta e nas costas. Nesses casos, os analgésicos de venda livre como o paracetamol podem ser usados para aliviar a dor associada à tosse.

2. Aspirina

Medicamentos como a aspirina ou o ibuprofeno combinam ação analgésica e anti-inflamatória no combate à bronquite. Este remédio para bronquinte é indicado porque atua diminuindo a inflamação e, com isso, os sintomas da doença.

3. Amoxicilina

Antibióticos como a amoxicilina são recomendados como remédios para bronquite causada por uma infecção bacteriana.

Porém, a maioria dos casos de bronquite é desencadeada por vírus, e nessas situações os antibióticos não são eficazes.

4. Salbutamol

Os broncodilatadores são remédios de ação rápida que causam a dilatação das vias aéreas. Com os músculos da região dilatados, é possível respirar melhor.

O salbutamol é um dos broncodilatadores mais conhecidos disponível para uso oral em comprimidos ou xarope, e também na forma de spray ou solução para nebulização.

Outros exemplos de medicamentos que também fazem parte da classe dos broncodilatadores e que atuam da mesma forma que o salbutamol são o salmeterol, o formoterol ou o brometo de ipratrópio

5. Acetilcisteína

A acetilcisteína é um remédio da classe dos mucolíticos ou expectorantes (chamados também de diluidores de muco) muito usado para diluir o muco que se acumula nas vias aéreas.

A diluição do catarro ajuda a eliminar o muco através da tosse, o que é muito importante para eliminar os vírus ou bactérias que estão causando a infecção. O ambroxol e a bromexina também são expectorantes eficazes para a bronquite.     

6. Prednisona

Os corticosteroides (ou esteroides) estão disponíveis para uso oral ou na forma de medicamentos inaláveis para nebulizador. Em ambas formas, eles são usados para reduzir a inflamação, o inchaço e a produção de catarro.

A forma inalável que é usada em um nebulizador para tosse pode ser indicada em casos de crises ou quando a pessoa tem outras doenças respiratórias como a asma ou a alergia respiratória, por exemplo.

Os esteroides como a prednisona devem ser utilizados em situações de crise por tempo limitado, já que o uso prolongado desse tipo de remédio para bronquite pode causar efeitos adversos.

Entre eles, estão mudanças de humor, alteração no apetite, ganho de peso, dificuldade para dormir e inchaço no corpo.

7. Budesonida

A budesonida é outra opção de corticosteroide usada no tratamento da bronquite. Ele é encontrado principalmente na forma de spray nasal ou inalador bucal.

Trata-se de uma boa opção para quem sofre de bronquite e de outros problemas de saúde como a rinite alérgica.

Remédios caseiros

umidificador
  • Alho: O alho fresco ou a cápsula de alho podem promover alívio da bronquite. De acordo com uma pesquisa publicada em 2016 na revista científica Avicenna Journal of Phytomedicine, o alho pode ser capaz de inibir o crescimento do vírus que causa a bronquite.
  • Gengibre: O gengibre tem um efeito anti-inflamatório útil para o tratamento de infecções respiratórias como a bronquite. Ele pode ser aproveitado na forma de chá, cápsula ou em receitas.
  • Água salgada: O gargarejo com água salgada é muito bom para melhorar a irritação na garganta e remover parte do muco acumulado no local. Basta dissolver 1 colher de chá de sal em 200 ml de água morna e fazer o gargarejo várias vezes ao dia.
  • Cúrcuma: Assim como o gengibre, a cúrcuma também pode ser adicionada em receitas ou no preparo de chás para reduzir a inflamação nos tubos brônquicos.
  • Vapor de água: Respirar ar quente e úmido alivia a tosse e facilita a saída do muco das vias aéreas. Caso você não tenha um umidificador de ambientes, usar o vapor quente da água do banho ou esquentar um pouco de água para respirar o vapor já é suficiente.
  • Mel: O mel ajuda a aliviar a irritação na garganta e a tosse que surgem com a bronquite. Além do mel puro, é possível usá-lo para adoçar um chá quente o que proporciona um alívio ainda mais poderoso.

Tratamentos complementares

1. Hidratação

Beber muito líquido é importante para melhorar sintomas como a tosse. Quando a garganta está seca, é mais provável que o local fique irritado durante uma crise de bronquite.

Além disso, a umidade ajuda a diluir o muco, facilitando a saída do catarro acumulado nos pulmões e nas vias respiratórias. Sendo assim, beba muita água e outros líquidos saudáveis como sucos, chás e sopas.

2. Repouso

O descanso também é parte essencial do tratamento da bronquite. Por causa da infecção e de sintomas como a tosse, é normal que você se sinta cansado.

Assim, respeite os limites do seu corpo e ao sentir cansaço excessivo, descanse, pois o corpo realmente precisa descansar para que a recuperação seja mais rápida e saudável.

3. Nebulização com soro fisiológico

Usar um nebulizador com uma solução esterilizada de soro fisiológico pode auxiliar na diluição do muco. Um médico também pode recomendar a nebulização com remédios para bronquite como os broncodilatadores que reduzem a inflamação e melhoram os sintomas.

4. Fisioterapia

Um fisioterapeuta pode te indicar um plano de exercícios físicos e respiratórios que ajudam tanto na respiração no dia a dia quanto na prática de atividades físicas para fortalecer o sistema cardiorrespiratório.

Cuidados

A bronquite pode ser contagiosa em alguns casos e, por isso, é importante tomar cuidados básicos de higiene como lavar as mãos com frequência e cobrir a boca ao tossir para evitar a contaminação de outras pessoas.

Há casos em que o uso de supressores da tosse (ou antitussígenos) como o dextrometorfano são indicados para aliviar a tosse, principalmente na hora de dormir quando a tosse interfere na qualidade do sono e passa a causar outros problemas.

No entanto, é preciso ter muito cuidado, pois eles apenas interrompem temporariamente a tosse, o que pode conter a saída do muco e piorar a bronquite.

Tais medicamentos só devem ser tomados quando a tosse é seca ou em momentos de crise em que o paciente não é capaz de controlar a tosse. Em muitos casos, é necessária uma combinação de diferentes tipos de remédios para bronquite.

A bronquite que não recebe o tratamento adequado tem a tendência de piorar ou de abrir caminho para outras doenças que afetam o trato respiratório, tais como a asma ou a doença pulmonar obstrutiva crônica.

Além do tratamento medicamentoso, é importante garantir um estilo de vida saudável. Dormir por tempo suficiente, não fumar, manter o ambiente limpo e arejado e ter uma alimentação balanceada e nutritiva é indispensável no combate a qualquer doença, e com a bronquite não é diferente.

Fontes e Referências adicionais:

Você já precisou tomar algum tipo de remédio para bronquite listado acima? Teve bons resultados para melhora dos sintomas? comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Remédios para Bronquite – os 7 mais usadossurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Remédios para Bronquite – os 7 mais usados visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Doença causada pelo arranhão do gato: sintomas e tratamento

A doença da arranhadura do gato é uma infecção que pode acontecer quando a pessoa é arranhada por um gato infectado pela bactéria Bartonella henselae, que pode proliferar a inflamar…
Doença causada pelo arranhão do gato: sintomas e tratamentoapareceu antes em https://tuasaude.com
Doença causada pelo arranhão do gato: sintomas e tratamento visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

HIV-1 e HIV-2: o que são e quais as diferenças

O HIV-1 e o HIV-2 são dois subtipos diferentes do vírus do HIV, também conhecido por vírus da imunodeficiência humana, que são responsáveis por causar a AIDS, que é uma doença…
HIV-1 e HIV-2: o que são e quais as diferençasapareceu antes em https://tuasaude.com
HIV-1 e HIV-2: o que são e quais as diferenças visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Terapia Genética Experimental combate a obesidade e favorece o ganho muscular

Terapia genética

A obesidade pode ser resultado das escolhas que fazemos em nosso estilo de vida, como uma alimentação de baixa qualidade e uma rotina sedentária.

Entretanto, questões genéticas também podem contribuir com o desenvolvimento dessa condição.

Os genes herdados dos pais podem afetar a quantidade de gordura corporal que uma pessoa armazena no corpo e o local onde essa gordura é distribuída.

A genética também pode influenciar a eficiência do corpo em converter os alimentos em energia, a regulação do apetite e a queima de calorias durante a prática de atividades físicas.

Então, se os genes podem influenciar o desenvolvimento da obesidade, uma terapia genética poderia ajudar a preveni-la?

Estudos recentes

Um estudo recente que avaliou uma terapia genética para a osteoartrite parece ter acendido uma chama de esperança neste sentido.

A pesquisa foi realizada por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Washington em Saint Louis, nos Estados Unidos, e publicada no periódico Science Advances.

Mas atenção: o estudo foi conduzido em ratos, não em seres humanos. Pesquisas anteriores feitas em animais já tinham demonstrado que terapias genéticas desenvolvidas para amplificar a expressão de folistatina podem combater determinadas doenças musculares degenerativas.

A terapia genética com folistatina está sendo investigada como um tratamento potencial para câncer, doença renal e fibrose cística.

Inclusive, um experimento em seres humanos que testou a segurança da terapia para a distrofia muscular de Becker, sugeriu que ela não gerou reações adversas. Mas a sua eficácia não está clara.

A folistatina é uma proteína presente em quase todos os tecidos animais. Inicialmente, foi estudado o seu papel como um hormônio reprodutivo, mas mais tarde descobriu-se que ela influencia uma série de processos celulares, inclusive a proliferação muscular.

A nova pesquisa da Universidade de Washington analisou se esse tipo de terapia poderia auxiliar a tratar a osteoartrite, que é um tipo de artrite caracterizada pelo desgaste do tecido flexível das extremidades dos ossos.

Esse mecanismo se daria por meio do aumento da massa muscular e da diminuição da inflamação metabólica associada à obesidade.

Segundo o professor do Departamento de Cirurgia Ortopédica da Universidade de Washington e investigador sênior do estudo, Farshid Guilak, a obesidade é o fator de risco mais comum da osteoartrite.

Estar acima do peso pode atrapalhar a pessoa a se exercitar e se beneficiar integralmente da fisioterapia, acrescentou Guilak. São justamente os exercícios e a fisioterapia que podem fortalecer o músculo, um efeito que também se traduz na diminuição da dor na articulação.

Como foi feito o experimento

Rato de laboratório

Durante o estudo, ratinhos com oito semanas de vida receberam uma injeção que continha um vírus que carregava o gene folistatina. O gene também atua no bloqueio da atividade de uma proteína muscular que mantém o crescimento muscular sob controle.

Foi identificado que os animais construíram músculo sem ganhar peso adicional, ainda que tenham consumido uma dieta rica em gorduras e não tenham praticado mais exercícios do que o habitual.

A terapia genética atenuou a degeneração da cartilagem, a inflamação sinovial (no revestimento da articulação) e a remodelação óssea associadas à lesão articular e à osteoartrite.

No caso dos ratinhos do estudo, observou-se uma melhora na função cardíaca e na saúde cardiovascular de maneira geral.

Para o professor do Departamento de Cirurgia Ortopédica da Universidade de Washington, eles encontraram uma maneira de usar a terapia genética para construir músculo rapidamente.

Segundo Guilak, o fato de ter sido observado um efeito profundo nos ratos, com seu peso tendo sido mantido sob controle, sugere que uma abordagem similar pode ser efetiva contra a artrite, especialmente nos casos em que há obesidade mórbida.

O estudo também apontou que a terapia genética com folistatina pode trazer efeitos que vão além da influência ao desenvolvimento da massa muscular.

Resultados ainda estão longe de serem conclusivos

O professor do Departamento de Cirurgia Ortopédica da Universidade de Washington é realista. Ele admite que a pesquisa da sua equipe está longe de se tornar um tratamento clínico em seres humanos.

Afinal, o estudo foi conduzido em animais e são necessários muitos experimentos antes de concluir que a terapia pode trazer os mesmos efeitos, e de maneira segura, em humanos.

Conforme Guilak, algo do tipo levaria anos para ser desenvolvido, entretanto, ele e seus colegas estão animados em relação às perspectivas da terapia estudada.

Apesar disso, ele ressaltou que métodos mais tradicionais de fortalecimento muscular como levantamento de peso ou fisioterapia permanecem como a primeira linha de tratamento para os pacientes com osteoartrite.

Enquanto a confirmação não chega, quem sofre com a osteoartrite ou com a obesidade deve continuar a seguir o tratamento prescrito pelo médico.

Da mesma forma, para prevenir a obesidade e ganhar músculos é necessário ter um estilo de vida saudável. Isso significa manter uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos voltados para cada um desses objetivos.

Fontes e Referências Adicionais:

O que você achou dos resultados das pesquisas citadas? Consegue imaginar no futuro uma terapia genética que possa combater a obesidade? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Terapia Genética Experimental combate a obesidade e favorece o ganho muscularsurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Terapia Genética Experimental combate a obesidade e favorece o ganho muscular visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Remédios para Micose – os 6 mais usados

Remédio para micose

Ter micose não é nada agradável e pode causar incômodo quando ela se espalha pelo corpo. Mais abaixo você vai ver que remédio para micose usar para se livrar dessa infecção fúngica.

A micose (ou tínea) é resultado de uma infecção causada por fungos que pode afetar a camada superior da pele de qualquer parte do corpo e também o couro cabeludo ou as unhas.

O fungo que causa a micose é chamado de dermatófito. Ele se alimenta da queratina (proteína abundante na pele, na unha e no cabelo) e por isso o local afetado geralmente fica ressecado, avermelhado e coça bastante.

O pé-de-atleta é um tipo de micose bem conhecido que geralmente ocorre na planta dos pés. Apesar de causar muita coceira e certo constrangimento, a micose pode ser facilmente tratada com pomadas antifúngicas e medidas simples de higiene.

Às vezes, a micose pode ser confundida com a psoríase. Confira também se a psoríase tem cura e consulte um dermatologista para saber se o que você tem na pele é realmente uma micose.

Portanto, se os devidos cuidados não forem tomados, a infecção pode se espalhar para outras partes do corpo e contagiar pessoas ao seu redor. O remédio para micose escolhido para o tratamento depende do lugar afetado e também do tipo de fungo.

mulher observando sua pele

Remédios para micose mais usados

Os remédios para micose mais conhecidos apresentam diferentes formas de se usar. Normalmente o uso é tópico ou oral. Veja a seguir quais são eles:

1. Terbinafina

A terbinafina (Lamisil) é um antifúngico disponível como comprimidos ou cremes que serve como remédio para vários tipos de micose.

O tratamento dura cerca de 4 semanas e é importante tomar a terbinafina até o final do tratamento, mesmo que os sintomas desapareçam antes, pois é isso que vai garantir que o fungo não retorne.

Efeitos adversos como náusea, indigestão, erupções cutâneas e diarreia podem surgir, mas tendem a ser leves. A única exceção é para pessoas com histórico de doença no fígado que não devem usar o remédio.

No caso da micose que afeta o couro cabeludo, o remédio deve ser usado oralmente na forma de comprimidos.

2. Fluconazol

O fluconazol é indicado para o tratamento de várias infecções fúngicas, incluindo a micose na unha, no pé, na virilha e na pele do corpo. Entretanto alguns efeitos colaterais indesejados podem incluir dor de cabeça e erupções cutâneas.

Para uso oral, o remédio é encontrado em comprimidos e não existe fluconazol na forma de pomadas. A exceção é apenas em alguns esmaltes que contêm fluconazol ou terbinafina em sua composição para tratar a micose nas unhas.

3. Clotrimazol

O clotrimazol é um creme ou pomada antifúngica que deve ser aplicado diretamente sobre a pele com micose. Além disso ele serve para vários tipos de fungos, incluindo aqueles que afetam a região genital e os que causam a impingem.

O creme pode ser aplicado duas ou três vezes ao dia durante 3 a 4 semanas. Outra opção é usar o clotrimazol na forma de spray. Em ambos casos, pode ocorrer irritação ou ardência na pele.

4. Miconazol

O miconazol é um antifúngico de uso tópico normalmente encontrado na forma de cremes ou géis. Além de ser aplicado na pele, este remédio para micose pode ser usado nas mucosas, em casos de infecções orais ou genitais.

O uso do miconazol deve ser repetido diariamente por 7 dias ou de acordo com a orientação de um médico. O medicamento pode causar náusea, vômito e boca seca em algumas pessoas.

5. Itraconazol

O itraconazol é um remédio para micose de uso oral que geralmente é utilizado no tratamento por 7 a 15 dias.

Contudo efeitos adversos como náusea, indigestão, diarreia, dor de cabeça e vômito podem ocorrer em algumas pessoas. Além disso, crianças, idosos e pessoas que sofrem de problemas hepáticos graves não são bons candidatos para o uso do remédio.

6. Griseofulvina

A griseofulvina (Grisovin) é um remédio para micose indicado em casos de micose na pele, na unha ou no couro cabeludo.

O antifúngico pode ser usado na forma de comprimidos ou spray e a duração do tratamento para micose varia de 8 a 10 semanas.

Entretanto alguns efeitos colaterais relacionados ao seu uso são a dor de cabeça, a náusea, o vômito e a indigestão. É contraindicado a utilização por grávidas devido ao risco de o remédio causar defeitos congênitos.

Shampoo antifúngico para micose no couro cabeludo

Shampoos antifúngicos também podem ser usados em casos de micose no couro cabeludo, pois eles ajudam a evitar a propagação da micose, acelerando assim a recuperação.

Medidas de higiene e autocuidado

lavar as mãos

O tratamento pode durar de 1 a 4 semanas, dependendo da gravidade da infecção fúngica. Enquanto isso, você pode usar as estratégias abaixo que ajudam a acelerar o tratamento, prevenir novas infecções e evitar o contágio de outras pessoas.

1. Deixe a pele respirar

Ao contrário de outras feridas que precisam ser cobertas, é fundamental deixar a pele com micose respirar. Cobrir totalmente o local infeccionado aumenta a umidade e torna a pele mais propícia para a proliferação dos fungos.

Nada de encher a pele de curativos ou de vestir roupas apertadas, pois isso pode prejudicar o tratamento.

2. Troque a roupa de cama diariamente

Devido ao risco de contágio da micose, é importante trocar as roupas de cama diariamente.

Isso porque os fungos que causam a doença de pele podem se alojar em roupas, toalhas, lençóis e edredons. Dessa maneira, para evitar a contaminação de pessoas que moram com você, é importante ter o cuidado extra com as roupas de cama.

Mesmo que você more sozinho, trocar a roupa de cama pode evitar que a micose se espalhe para outras partes do seu corpo.

A lavagem comum com água e sabão é suficiente para manter as roupas de cama limpas e livres de fungos, mas se quiser potencializar a limpeza, adicione um pouco de água sanitária e use água morna. O mesmo cuidado deve ser tomado com roupas e toalhas.

3. Evite compartilhar itens de uso pessoal

Isso inclui desde os itens pessoais mais básicos como roupas, toalhas e calçados até outros objetos como escovas de cabelo, maquiagem e cremes.

4. Use compressas para a coceira

A pele com micose pode coçar muito. O problema é que além de causar feridas na pele, o ato de coçar pode fazer com que a infecção se espalhe ou que você contamine superfícies e outras pessoas com o fungo.

Assim, o mais seguro para você e para as pessoas que convivem com você é usar compressas para aliviar a coceira.

Esse tratamento caseiro para micose vai garantir o alívio, ao menos temporário, da coceira. Apenas evite deixar o local úmido, pois o fungo gosta de umidade.

5. Mantenha o local infectado limpo e seco

Como acabamos de mencionar, os fungos se proliferam em ambientes úmidos. Por isso, é indispensável que você mantenha a pele com micose limpa e seca o tempo todo.

6. Lave sempre as mãos

Mesmo com todos os cuidados, é possível que você toque sua micose ou objetos que tiveram contato com a sua pele e se esqueça de higienizar as mãos da forma correta.

Desta forma, o ideal é reforçar ainda mais o hábito higiênico e aumentar a frequência com que você lava as mãos.

Mesmo não sendo uma infecção grave, a micose pode se espalhar muito rapidamente se você optar por não fazer nada.

Dessa forma, não ignore a sua micose. Consulte um dermatologista se necessário, use o remédio para micose pelo tempo indicado e tome todas as precauções para evitar que a infecção se prolongue.

Se a infecção não melhorar ou retornar pouco tempo depois, procure novamente seu médico pois pode ser necessário um tratamento mais cuidadoso por um período mais longo ou com antifúngicos orais.

No entanto, a maioria das pessoas responde bem ao tratamento tópico e consegue eliminar os fungos da pele.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já utilizou algum remédio para micose citado acima? Trouxe bons resultados contra a sua infecção? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Remédios para Micose – os 6 mais usadossurgiu primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Remédios para Micose – os 6 mais usados visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Principais doenças transmitidas por morcegos e como evitar

Os morcegos são animais capazes de carregar uma enorme quantidade de vírus, bactérias e parasitas e transmitir para as pessoas, ao mesmo tempo que a doença se desenvolve em seu organismo.
Principais doenças transmitidas por morcegos e como evitarapareceu antes em https://tuasaude.com
Principais doenças transmitidas por morcegos e como evitar visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com

Farinha de batata doce: para que serve e como usar

A farinha de batata doce, também chamada de batata doce em pó, pode ser usada como uma fonte de carboidrato de baixo a médio índice glicêmico, o que significa que sua absorção pelo intestino é…
Farinha de batata doce: para que serve e como usarapareceu antes em https://tuasaude.com
Farinha de batata doce: para que serve e como usar visto em http://www.fitnessandmotion.blogspot.com