7 principais sintomas da pneumonia

Pneumonia

Saber identificar os sintomas de pneumonia é essencial para que se possa agir da maneira correta, rapidamente, de forma a se evitar maiores complicações.

No entanto, alguns sintomas podem se confundir com outros problemas de saúde. Confira os 7 principais sintomas de pneumonia e saiba exatamente o que fazer quando eles se manifestarem.

O que é pneumonia?

Pneumonia é uma doença caracterizada pela infecção pulmonar. Ela é desencadeada quando micro-organismos se instalam nos alvéolos pulmonares, como fungos, bactérias, vírus ou então reações alérgicas.

Os pulmões podem se encher de líquido ou pus, levando a uma série de sintomas. A gravidade da pneumonia é variável, podendo ser identificado desde um quadro leve como até mesmo ser fatal.

A doença é de maior risco quando se instala em bebês, crianças pequenas, idosos com mais de 65 anos e em pessoas com doenças crônicas ou sistema imunológico debilitado.

Principais sintomas da pneumonia

mulher com pneumonia

Por ser uma doença que afeta o sistema respiratório, os principais sintomas da pneumonia estão relacionados ao pulmão. Esses sintomas podem variar de acordo com alguns fatores, como o tipo de germe que causa a infecção, além da idade do paciente e seu estado geral de saúde.

As pessoas acometidas por uma pneumonia leve possuem sintomas semelhantes aos da gripe ou resfriado comum, no entanto, são mais persistentes.

Além desses sinais, outros sintomas de pneumonia podem incluir:

  1. Dor no peito ao tossir ou respirar;
  2. Tosse carregada com fleuma (catarro);
  3. Febre, suor e calafrios;
  4. Fadiga excessiva;
  5. Falta de ar;
  6. Náusea e vômito;
  7. Temperatura corporal abaixo do normal (pode ocorrer especialmente em pessoas acima de 65 anos de idade ou com o sistema imunológico debilitado).

Os recém-nascidos e até mesmo bebês mais velhos podem ser assintomáticos diante da infecção. Além disso, eles podem manifestar apenas episódios de vômito, febre e inquietude.

Como esses sintomas podem ser bastante genéricos, o médico irá solicitar alguns exames para precisar o diagnóstico.

Tipos de pneumonia

Atualmente, há quatro categorizações possíveis para os quadros de pneumonia. Dessa forma, isso será determinado pelo agente causador da doença, que pode ser:

1. Pneumonia bacteriana

Essa variedade da doença pode ser causada por uma série de bactérias. O mais comum é o Streptococcus pneumoniae.

Via de regra, o paciente é acometido por essa condição quando o corpo está enfraquecido de tal forma que não consegue bloquear adequadamente a passagem das bactérias até os pulmões.

Pessoas de todas as idades podem ser vítimas dessa doença, mas os indivíduos mais suscetíveis são os que abusam do consumo de bebidas alcoólicas, fumantes, pessoas que estão com o sistema imunológico debilitado ou que tenham sido diagnosticados com doença respiratória ou infecção viral.

2. Pneumonia viral

Como o nome sugere, esse tipo de pneumonia é desencadeado por alguns tipos de vírus, incluindo a gripe (influenza), e é responsável por cerca de um terço de todos os casos de pneumonia reportados.

Um indivíduo que esteja com pneumonia viral torna-se mais propenso a contrair pneumonia bacteriana.

3. Pneumonia por mycoplasma

Mycoplasma pneumoniae é uma bactéria muito pequena em relação às demais e provoca um tipo específico de pneumonia.

Essa variedade da doença apresenta sintomas e sinais físicos um pouco diferentes e, por isso, o quadro também pode ser identificado como pneumonia atípica.

De maneira geral, essa bactéria causa uma pneumonia leve e generalizada que pode afetar todas as faixas etárias. Essa bactéria costuma ser mais ativa no outono e no inverno, causando maior número de doentes nesses meses mais frios.

4. Outros tipos de pneumonia

Há casos mais raros em que a pneumonia é causada por outros micro-organismos que não sejam bactérias ou vírus, mas sim por infecções de outras naturezas, como acontece com os fungos.

Tratamento de pneumonia

Ao notar que os sintomas da pneumonia respiratórios se instalaram, é importante procurar por ajuda médica especializada para que o exame físico possa ser feito, auscultando os pulmões.

Caso necessário, o médico competentepode levar o paciente a realizar exames laboratoriais e/ou de imagem para atestar o diagnóstico.

O tratamento para essa doença é, via de regra, feito à base de antibióticos. Os sintomas tendem a cessar com 3 a 4 dias de tratamento.

Quando o paciente é recém-nascido, bebê, idoso, quando possui histórico de doenças respiratórias ou quando apresenta outros sintomas como febre por exemplo, a internação pode ser necessária, para que os profissionais o acompanhem com maior proximidade.

Vale ressaltar que a pneumonia é uma doença contagiosa, sobretudo se for de ordem viral.

No entanto, a modalidade bacteriana possui um potencial de contágio menor, mas ainda assim pode ser transmissível, sobretudo se o sistema imunológico das pessoas ao redor do doente não estiver forte o suficiente para combatê-la.

Fontes e Referências adicionais:

Você sentiu sintomas da pneumonia e está preocupado com a possibilidade de ter contraído a doença? Já recorreu a um médico para fazer o diagnóstico? Comente abaixo!

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Benefícios da Berberina e como usar!

Berberina

Ajuda no controle da diabetes, combate a infecções bacterianas e diarreias: conheça os principais benefícios da berberina e como usar!

A berberina é encontrada em pequenas bagas vermelhas e azedas que são produzidas por um arbusto cujo nome científico é Berberis vulgaris.

Embora seja nativa de partes da Europa, África e Ásia e comum nas medicinas chinesa e ayurvédica, agora ela pode ser encontrada em todo o mundo.

A berberina pode trazer vários benefícios para a saúde, como por exemplo ajudar no tratamento da síndrome do ovário policístico, hipertensão, colesterol alto, entre outras condições de saúde.

Benefícios da berberina: para que serve!

Veja para que serve e quais são os principais benefícios da berberina para a saude e bem estar de acordo com pesquisas científicas.

bagas de berberina

1. Rica em nutrientes

Os diversos benefícios da berberina se dão pelo fato dela ser rica em nutrientes além de possuir diversas propriedades. Uma porção de 284 gramas dessas frutinhas secas contém:

Informação Nutricional Porção de 284g
Calorias 89 kcal
Carboidratos 18 g
Proteína 1 g
Gordura 3 g

Além disso uma porção fornece 213% da IDR (ingestão diária recomendada) de Vitamina C, e 15% da IDR de Ferro.

Além das vitaminas, essas frutinhas também contêm cobre, zinco e manganês, minerais que desempenham papel significativo no fortalecimento da imunidade e prevenção de doenças. Sua cor vermelha brilhante é proveniente das antocianinas.

2. Pode ajudar no combate à obesidade

Estudos observaram que a berberina pode ativar o tecido adiposo marrom, que ajuda o corpo a transformar alimentos em calor corporal, o que pode ajudar a tratar a obesidade e a síndrome metabólica.

Além disso, a berberina também pode ter a capacidade de alterar as bactérias no intestino, o que poderia ajudar a tratar a obesidade e a diabetes.

3. Propriedades anti-inflamatórias

A inflamação é um fator chave em várias condições de saúde, incluindo doenças cardíacas e diabetes.

Nesse sentido, algumas pesquisas sugerem que a berberina tem propriedades anti-inflamatórias, o que significa que ela poderia ajudar a tratar diabetes e outras condições de saúde relacionadas à inflamação.

4. Pode ajudar no controle do colesterol alto

Pesquisas indicam que a berberina pode ajudar a reduzir o colesterol LDL, ou colesterol “ruim”, e aumentar o colesterol “bom”, o HDL.

Além disso, um estudo observou que a berberina ajuda a mover o excesso de colesterol para o fígado, onde o corpo pode processá-lo e removê-lo, ajudando a diminuir os níveis totais de colesterol e triglicerídeos.

5. Pode auxiliar no tratamento da síndrome dos ovários policísticos

Estudos descobriram que a berberina pode ser eficiente no tratamento da síndrome dos ovários policísticos com resistência à insulina. No entanto, os autores afirmam que mais pesquisas são necessárias para confirmar esse efeito.

6. Pode combater infecções bacterianas

A berberina pode ser um agente antimicrobiano eficaz. Um estudo descobriu que a fruta ajudou a inibir o crescimento do Staphylococcus aureus, que pode causar muitos problemas de saúde como pneumonia, sepse, meningite e condições de pele.

Da mesma forma em outro estudo, descobriu-se que a berberina tem a capacidade de danificar o DNA e a proteína de certas bactérias. E por fim, mais um estudo descobriu que ela também pode ajudar a combater a acne.

7. Ajuda no tratamento da diarreia

Há séculos as berberinas têm sido usadas para tratar a diarreia, já que ajudam a retardar o trânsito das fezes pelo intestino, impedindo a diarreia.

De fato, um dos estudos mais antigos realizado em humanos sobre a berberina descobriu que ela é eficaz no tratamento da diarreia causada por infecções de certas bactérias, incluindo Escherichia coli.

8. Pode favorecer quem tem diabetes tipo 2

Pesquisas mostraram que a berberina melhora a maneira como as células respondem à insulina, que regula a quantidade de açúcar no sangue, e por isso ela pode ajudar a diminuir os níveis de açúcar no sangue.

No entanto, esses estudos se concentraram na berberina suplementar e o seu extrato. Não está claro se o consumo de berberinas secas ou frescas teria efeitos similares ​​no controle do açúcar no sangue.

9. Ajuda para a saúde dental

Estudos mostraram que o extrato de berberina pode combater a inflamação, provavelmente porque ela atua como um poderoso agente anti-inflamatório.

Por isso, ela pode ajudar a tratar doenças dentárias inflamatórias como a gengivite. Os resultados sugerem que os tratamentos com berberina podem promover uma boa saúde dental, porém mais pesquisas são necessárias.

10. Auxilia no combate à pressão alta

Estudos descobriram que quando combinada com um medicamento para baixar a pressão arterial, o medicamento era mais eficaz do que quando utilizado sem a berberina.

Além disso, resultados de um estudo realizado em ratos indicam que suas propriedades podem atrasar o início da pressão alta e, mesmo após essa condição se desenvolver, ajudar a reduzir sua gravidade.

11. Pode produzir efeitos benéficos contra tumores

Como apresenta propriedades antioxidantes, essa fruta pode ajudar a combater os danos oxidativos relacionados ao desenvolvimento do câncer, além de causar a morte de células cancerígenas, impedir a sua replicação e inibir as enzimas envolvidas no ciclo de vida dessas células malignas.

De fato vários estudos mostraram que a berberina impede o crescimento de tumores e ainda combate as células humanas de câncer de próstata, fígado, osso e mama.

No entanto, a pesquisa é limitada a estudos in vitro, e são necessárias mais pesquisas para entender melhor o seu papel potencial na prevenção e tratamento do câncer.

Benefícios da berberina: como usar!

Berberina

A berberina está disponível em forma de cápsulas e pode ser consumida como suplemento, e embora não haja dose definida, a maioria dos estudos utiliza uma dose de 1.000 a 1.500 mg por dia.

O recomendado é começar com uma dose mais baixa, observar os efeitos colaterais e aumentar gradualmente a dose para 1.500 mg por dia.

Uma pessoa pode dividir isso em doses separadas, tomando 500 mg três vezes por dia, por exemplo, e assim manter um nível constante de substâncias ativas no seu organismo.

A berberina também pode ser consumida em forma de frutas secas, como um lanchinho no seu dia a dia.

Efeitos colaterais

Embora a maioria dos estudos não tenha encontrado efeitos colaterais graves da berberina, efeitos digestivos adversos e leves foram observados em algumas pessoas como:

  • Dores de estomago;
  • Dor de cabeça;
  • Náusea;
  • Prisão de ventre;
  • Erupção cutânea.

Mulheres grávidas ou que estão amamentando não devem usar berberina sem a aprovação de um profissional de saúde.

Fontes e Referências Adicionais:

O que você achou dos benefícios da berberina que separamos acima? Já conhecia essa fruta ou pretende consumi-la a partir de agora? Comente abaixo!

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Sentar de pernas cruzadas faz mal à saúde?

Pernas cruzadas

Por si só, passar muito tempo sentado pode acabar com a saúde de uma pessoa. Entretanto, existem dúvidas em relação a uma posição em especial: sentar de pernas cruzadas faz mal à saúde?

Isso porque esse hábito já foi relacionado a problemas nas costas, varizes, problemas de circulação, pressão alta e coágulos sanguíneos.

Sentar de pernas cruzadas faz mal?

Mas será que esse hábito é realmente tão prejudicial assim para a saúde? Vamos conferir em partes!

mulher de pernas cruzadas

Dores nas costas

Para algumas pessoas, sentar-se com as pernas cruzadas é mais confortável do que manter os dois pés retos no chão.

Isso pode ser explicado porque há quem apresente diferenças anatômicas no comprimento das pernas, que podem causar uma inclinação na pélvis ao ficar em pé. Cruzar uma perna na outra ajuda a compensar esse desequilíbrio.

A questão é que embora a posição possa ser confortável no momento, ela pode agravar o problema mais tarde.

O quiroprático Robert Hayden da Associação Americana Quiroprática, explicou que sentar com as pernas cruzadas coloca forças assimétricas entre a pélvis e a lombar (parte inferior das costas) causando um desalinhamento entre elas, o que pode levar ao inchaço das cartilagens dessa região.

Má postura e problemas na coluna

O hábito regular de sobrepor uma perna na outra pode colocar o corpo em uma posição que não é natural.

Um estudo feito em 2016, publicado no Journal of Physical Therapy Science, conduzido em 30 adultos, apontou que sentar com uma perna cruzada pode provocar escoliose, diminuir o tamanho do tronco e causar deformidades na coluna.

Esses danos são imperceptíveis, mas vão se acumulando com o passar dos anos, e no momento em que são notados, já podem haver danos ou desgastes irreversíveis.

Problemas de circulação e risco de coágulos sanguíneos

Quando uma pessoa cruza as pernas mantendo as coxas juntas, parte das veias localizadas nas pernas são obstruídas, tornando mais lento o fluxo de sangue. Então a consequência pode ser um leve aumento no risco de ter coágulos sanguíneos nas pernas.

Você pode dobrar as veias nas pernas, o que restringe o fluxo sanguíneo e pode causar venostase (impedimento do fluxo sanguíneo devido à compressão das veias nas extremidades). Portanto isso vai adicionar ainda mais constrição e aumentar o risco de coagulação.

Os coágulos de sangue podem interromper o fluxo sanguíneo ao coração, aos pulmões ou ao cérebro provocando diversas consequências, dentre as quais ataque no coração, embolia pulmonar, acidente vascular cerebral (AVC) e bloqueios.

Entretanto, é bem improvável que uma pessoa comum desenvolva um coágulo sanguíneo somente por cruzar as pernas. Apesar disso, estudos mostram que se deve evitar ficar nessa posição por mais de 10 a 15 minutos.

Outras situações de risco para a formação de coágulos nas pernas

Uma viagem longa de avião em que o passageiro fica sentado por muito tempo, especialmente no aperto da classe econômica, configura outra situação perigosamente propensa à formação de coágulos nas pernas.

É importante citar ainda que as gestantes precisam resistir ao máximo ao desejo de cruzar as pernas: durante a gravidez, o sangue coagula mais facilmente para diminuir a perda de sangue durante o parto.

Não é à toa que existe a preocupação se uma mulher grávida pode viajar de avião.

Além disso, as gestantes têm uma restrição no fluxo sanguíneo porque o feto senta na veia cava inferior, que fica no abdômen e vai até o coração, e portanto cruzar as pernas vai piorar essa constrição.

Pressão alta

Se uma pessoa medisse sua pressão quando uma perna está cruzada em cima da outra, ela observaria uma pequena elevação na pressão arterial, em comparação a quando os dois pés são mantidos no chão.

Há um problema em sobrepor uma perna na outra, relacionado à constrição do fluxo sanguíneo, mas ele não é grave, a não ser que a pessoa tenha pressão alta ou diabetes. Dessa maneira é improvável que cruzar as pernas vá trazer efeitos perigosos de longo prazo.

Mas é importante destacar que ao aferir a pressão arterial em casa, é fundamental que os pés estejam retos no chão para que os resultados obtidos sejam precisos.

Formigamento e dormência

Ao cruzar as pernas, uma pessoa pode sentir formigamento e dormência, entretanto, os sintomas não costumam ser motivos de preocupação.

Isso acontece devido ao impacto no nervo peroneal (localizado logo abaixo do joelho) e não deve causar nenhum dano. Existe uma ligeira possibilidade de que depois de um período contínuo de tempo você possa desenvolver paralisia ou fraqueza, mas isso é muito improvável.

Varizes

O Instituto Nacional da Coração, Pulmão e Sangue dos Estados Unidos não cita o hábito de cruzar as pernas como algo que contribui com maiores chances de desenvolver varizes.

Em suma

Sentar com as pernas cruzadas traz alguns problemas, mas talvez nem todos ou na mesma intensidade quanto se imaginava. Entretanto, fato é que a posição não é a mais saudável para o corpo.

Se existem maneiras melhores de sentar, por que não aderir a elas em vez de sentar com as pernas cruzadas?

Fontes e Referências Adicionais:

Você já imaginava que sentar de pernas cruzadas faz mal à saúde? Tem o costume de sentar assim e pretende evitar a partir de agora? Comente abaixo!

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